Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/33365
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dc.contributor.advisor1Shirley Aparecida de Mirandapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3847776763284981pt_BR
dc.contributor.referee1Yone Maria Gonzagapt_BR
dc.creatorNesir Freitas da Silvapt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0373039883379388pt_BR
dc.date.accessioned2020-05-07T14:46:00Z-
dc.date.available2020-05-07T14:46:00Z-
dc.date.issued2019-12-07-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/33365-
dc.description.resumoO plano de ação surge da lacuna encontrada nas instituições de ensino de um trabalho sistematizado voltado para uma educação das relações étnico-raciais. A relevância deste trabalho consiste em trazer à cena educacional outras vozes que reivindicam seu espaço na formação integral das crianças, proporcionando outras formas de ensino e aprendizagem que lançam o desafio de descolonização dos currículos. A partir dessa demanda apresentamos perspectivas para o desenvolvimento de uma educação para as relações étnico-raciais de forma sistematizada, combatendo o racismo e promovendo uma educação anti-racista. Para atingir os objetivos estabelecidos, buscou-se visibilizar os saberes da diáspora africana presentes no cotidiano, fundamentais para compreensão do negro como produtor de saberes que contribuíram para constituição da cultura afro-brasileira. A Filosofia Ubuntu foi a base para as ações pedagógicas no intuito de desconstruir os estereótipos acerca do continente Africano e apresentar às crianças uma concepção de mundo centrada na potência de vida, em que a humanidade é vivenciada e realizada com os outros, sendo um contraponto à lógica de construção de saberes eurocêntrica ainda predominante no contexto escolar. Realizou-se o movimento de adentrar o currículo no cotidiano das ações pedagógicas, a partir de estratégias como elaboração de materiais didáticos que visibilizassem a construção de saberes pela diáspora africana, a leitura de contos africanos e afro-brasileiros semanalmente, a leitura crítica a livros didáticos, vivências, rodas de conversa, reflexão a partir de provérbios africanos, o uso de símbolos Adinkra e o cuidado estético com imagens na elaboração de atividades, buscando a representatividade da população negra positivamente. As ações do projeto foram sistematizadas em um caderninho de descobertas, que cumpriu o papel de um registro de campo, potencializando a leitura e escrita dos (as) estudantes. Como resultados podemos sinalizar o processo de racialização das crianças a partir das reflexões do projeto, assim como a construção de saberes que permitem uma leitura mais crítica da realidade que lhes cerca. A partir das ações desenvolvidas foi possível constatar que para combater o racismo é preciso disposição e coragem para enxergá-lo.pt_BR
dc.description.sponsorshipOutra Agênciapt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃOpt_BR
dc.publisher.programCurso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básicapt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/*
dc.subjectRelações étinico-raciaispt_BR
dc.subjectCombate ao racismopt_BR
dc.subjectFilosofia Ubuntupt_BR
dc.subject.otherRelações étnicaspt_BR
dc.subject.otherRelações raciaispt_BR
dc.subject.otherRacismopt_BR
dc.subject.otherFilosofia africanapt_BR
dc.titleUbuntu: perspectivas de trabalho com as relações raciais em duas escolas da rede municipal de ensinopt_BR
dc.typeMonografia (especialização)pt_BR
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