Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/35967
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dc.contributor.advisor1Daniele Cristina de Aguiarpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4058808260828083pt_BR
dc.contributor.referee1Luciene Bruno Vieirapt_BR
dc.contributor.referee2Laila da Silva Asth Fernandespt_BR
dc.creatorMarina Barra Rodriguespt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7234090216102692pt_BR
dc.date.accessioned2021-05-13T22:55:46Z-
dc.date.available2021-05-13T22:55:46Z-
dc.date.issued2020-06-09-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/35967-
dc.description.resumoAs pesquisas em torno da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) começaram ainda no século XIX. No entanto, até hoje há poucas informações sobre essa doença. A ELA faz parte das doenças do neurônio motor em adultos, sendo a mais comum, resulta em uma desordem neurodegenerativa caracterizada pela perda progressiva de neurônios motores, levando ao aumento da fraqueza muscular. Embora seja considerada uma doença de incidência rara, cerca de 1 caso para 100 000 pessoas/ano, ela representa um grande impacto pessoal e socioeconômico para o indivíduo e para a sociedade. Mesmo com avanço da medicina e o aumento de número de estudos sobre a ELA, ainda não há um tratamento curativo e/ou definitivo. A medicação e os suplementos disponíveis apenas lentificam a progressão da doença e melhoram a qualidade de vida do indíviduo. Os pacientes ao receberem o diagnostico de uma doença degenerativa, como a ELA, são submetidos e confrontados com problemas físicos progressivos que geram o comprometimento de mobilidade e perda de comunicação, o que pode provocar uma reação psicológica grave, levando a um possível e subsequente desenvolvimento de depressão e/ou ansiedade. A melhoria da qualidade de vida é o ponto mais importante para o paciente com sofrimento psíquico, como a depressão, pois ela também reduz a qualidade de vida e aumenta o risco de mortalidade de pacientes que sofrem de doenças crônicas. Estudos mostram que há incidência significativa de depressão em pacientes, após o diagnostico de ELA e que a depressão pode acelerar a progressão da doença. Porém, outros estudos confirmam que não há correlação direta entre a progressão da doença e o desenvolvimento de depressão. Ainda, com a progressão da doença a presença da depressão não leva a alteração na intensidade dos sintomas. Assim, o objetivo desse trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica narrativa acerca de pacientes que possuem ELA e depressão.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIApt_BR
dc.publisher.programCurso de Especialização em Farmacologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsclerose lateral amiotróficapt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectFormas de controlept_BR
dc.subject.otherFarmacologiapt_BR
dc.subject.otherEsclerose amiotrófica lateralpt_BR
dc.subject.otherDepressãopt_BR
dc.titleA depressão em pacientes diagnosticados com esclerose lateral amiotróficapt_BR
dc.typeMonografia (especialização)pt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2988-3033pt_BR
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