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dc.creatorCarlos Fernando Ferreira Lobopt_BR
dc.date.accessioned2021-07-27T21:41:35Z-
dc.date.available2021-07-27T21:41:35Z-
dc.date.issued2016-09-07-
dc.citation.volume15pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage19pt_BR
dc.citation.epage36pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4215/RM2016.1503.0002pt_BR
dc.identifier.issn1984-2201pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/37037-
dc.description.abstractThe historical evidence leaves no doubt about the relevance of the spatial displacement of the population in the occupation of the national territory. At various points in time this mobile workforce served as the catalyst of profound economic and social changes in their regions of origin and destination and not only as labor available for economic activities. This study aims to evaluate the magnitude and differences in the process of spatial dispersion of the population in the Regions of Influence of the Areas of Concentration defined by the IBGE, based on the distribution of population stocks and migration flows identified in the 1991, 2000 and 2010 Censuses. The results show that there is not a general trend of increasing spatial dispersion of the population. Although on the whole the regional centers that make up the so-called APCs have experienced a fall in the rate of population growth and relative losses in the process of spatial redistribution of the population, they still exert a high level of attraction over the population in each region.pt_BR
dc.description.resumoAs evidências históricas não deixam dúvidas sobre a relevância dos deslocamentos espaciais da população na ocupação do território nacional. Em vários momentos no tempo essa força de trabalho móvel serviu como fonte catalisadora de profundas transformações econômicas e sociais nas regiões de origem e destino e não apenas como mão de obra disponível para as atividades econômicas. Esse trabalho tem como objetivo a avaliação da magnitude e diferenças no processo de dispersão espacial da população nas Regiões de Influência das Áreas de Concentração definidas pelo IBGE, tendo como base na distribuição dos estoques de população e dos fluxos migratórios identificados no Censo Demográfico de 1991, 2000 e 2010. Os resultados demonstram que não há uma tendência generalizada de ampliação da dispersão espacial da população. Embora os núcleos regionais que compõem as denominadas ACPs tenham experimentado, em sua maioria, queda no ritmo de crescimento demográfico e perdas relativas no processo de redistribuição espacial da população, ainda exercem alto nível de atração na população em cada região.pt_BR
dc.format.mimetypepdfpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIApt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.relation.ispartofMercatorpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDispersão espacialpt_BR
dc.subjectPopulaçãopt_BR
dc.subjectMigraçãopt_BR
dc.subjectÁreas de concentraçãopt_BR
dc.subject.otherDemografiapt_BR
dc.subject.otherBrasil - Populaçãopt_BR
dc.subject.otherBrasil - Migração internapt_BR
dc.subject.otherBrasil - Densidade demográficapt_BR
dc.titleDispersão espacial da população no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeSpatial dispersion of population in the Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.url.externahttp://www.mercator.ufc.br/mercator/article/view/1843pt_BR
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