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dc.contributor.advisor1Rosana Ferreira Sampaiopt_BR
dc.contributor.advisor-co1Marisa Cotta Mancinipt_BR
dc.contributor.referee1Maria Elizabeth Antunes Limapt_BR
dc.contributor.referee2Adriana Maria Valladao Novais Rodriguespt_BR
dc.creatorFabiana Caetano Martins Silvapt_BR
dc.date.accessioned2019-08-11T01:24:50Z-
dc.date.available2019-08-11T01:24:50Z-
dc.date.issued2007-10-19pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/MSMR-7CQJHS-
dc.description.abstractThe pain is one of the greatest health problems nowadays, in special when approached under the aspects of human agony, which is caused by painful experiences. Pain is considered chronic when it persists for over three months and its intensity does not match one specific injury. There are some individual differences on the perception of pain and on the way that each person reacts to his/her pain experience. The presence of chronic conditions, such as pain, has contributed to a less diversified participation of workers, focused on domestic activities, involving poor social relations, and including a smaller number of recreational activities. Work is an area within the construct of participation that has the most negative impact from chronic pain. Thereby, the objective of this study is to understand the effects of chronic pain on workers participation, focusing on how they live their lives dealing with the restrictions imposed by pain. Ten workers with chronic pain participated in this study. The study was conducted with a qualitative approach and the technique used for the data collection was a semi-structured interview model. The analyses of the interviews revealed that chronic pain has consequences on the participation of workers, leading to work restrictions, loss of performed roles and the suffering related to changes in workers status. The social relations tend to be constrained only to the family and workers showed an increasing isolation from other social groups. The reconstruction of participants lives was a counter point to the identified biographical rupture. The narratives showed strategies taken by the workers to deal with pain, attempts to reorganization of their daily activities and formulating of new plans for the future. It is expected that the researchers and clinical staff could use an approach that seek a broader perspective on what is subjective in the lives of people with chronic pain, in order to and capture the meanings about pain, the rupture that occurs on workers life history and their responses to the imposed reconstruction.pt_BR
dc.description.resumoA dor é um dos maiores problemas de saúde da atualidade, em especial, quando abordada sob os aspectos do sofrimento humano que a experiência dolorosa causa. Ela é considerada crônica quando persiste por mais de três meses e sua intensidade não corresponde a uma lesão específica. Existem diferenças individuais na percepção de dor e na forma como cada indivíduo responde à sua experiência dolorosa. A presença de condições crônicas, como a dor, tem contribuído para uma participação menos diversificada de trabalhadores, centrada em atividades mais domésticas, envolvendo relações sociais pobres e incluindo menos atividades recreativas. O trabalho é a área do constructo participação que mais sofre o impacto negativo da dor crônica. Assim, o objetivo deste estudo é entender os efeitos da dor crônica na participação de trabalhadores, entendendo como estes lidam com suas vivências frente à restrição imposta pela dor. Participaram do estudo 10 trabalhadores com dor crônica. O estudo foi realizado numa abordagem qualitativa e a técnica de coleta de dados foi a entrevista semi-estruturada. A análise das entrevistas revelou que a dor crônica implica em conseqüências na participação de trabalhadores levando a restrições no trabalho representadas por perda dos papéis desempenhados e sofrimento em relação às mudanças do status de trabalhador. As relações sociais passam a se restringir à família e os trabalhadores apresentam um isolamento crescente de outros grupos sociais. A reconstrução da vida dos participantes é um contra ponto na ruptura biográfica identificada. As narrativas apresentaram estratégias dos próprios trabalhadores para lidar com a dor, tentativas de reorganização do cotidiano e formulações de novos planos para o futuro. Espera-se que os pesquisadores e clínicos possam adotar uma abordagem que busque uma visão ampliada do que é subjetivo na vida de pessoas com dor crônica para captarem os significados sobre a dor, a ruptura que ocorre na história de vida destes trabalhadores e as respostas frente à reconstrução que se impõe.pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectruptura biográficapt_BR
dc.subjectparticipaçãopt_BR
dc.subjectreconstruçãopt_BR
dc.subjectDor crônicapt_BR
dc.subject.otherReconstruçãopt_BR
dc.subject.otherIsolamento socialpt_BR
dc.subject.otherMedicina de reabilitaçãopt_BR
dc.subject.otherDor intratávelpt_BR
dc.subject.otherParticipação socialpt_BR
dc.subject.otherTrabalhadores Aspectos da saúdept_BR
dc.titleExperiência da dor crônica: compreendendo as repercussões na participação de trabalhadorespt_BR
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
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