A contribuição da Atenção Primária no controle da Hipertensão Arterial Sistêmica

dc.creatorALINE AMELIA DINIZ ABREU
dc.date.accessioned2026-05-15T11:34:19Z
dc.date.issued2024-10-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/2775
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsCC0 1.0 Universalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/
dc.subjectHipertensão
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectDoenças Cardiovasculares
dc.subjectCooperação e Adesão ao Tratamento
dc.subjectEstudos Longitudinais
dc.subjectFatores de Risco
dc.subjectCentros de Saúde
dc.subjectExercício Físico
dc.subjectAdesão à Medicação
dc.subjectPrevalência
dc.subjectDoença Crônica
dc.subjectEstilo de Vida
dc.subjectVasoconstritores
dc.subjectPromoção da Saúde
dc.subject.otherHipertensão Arterial Sistêmica
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherAdesão ao Tratamento
dc.subject.otherEducação em Saúde
dc.titleA contribuição da Atenção Primária no controle da Hipertensão Arterial Sistêmica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Profa Dra Zilda Cristina dos Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7329316363279580
local.description.resumoA Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica não transmissível, de caráter multifatorial, caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial (PA), muitas vezes assintomática. Essa condição compromete o equilíbrio entre mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores, levando a alterações metabólicas que aumentam o risco de complicações cardiovasculares letais e não letais. O controle adequado da HAS representa um desafio para os sistemas públicos de saúde, devido à alta prevalência e aos desfechos associados, incluindo doenças cardiovasculares e outras comorbidades. Este trabalho tem como foco a contribuição da Atenção Primária à Saúde (APS) no controle da HAS, especificamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) Vila Maria, localizada no município de Lagoa Santa, Minas Gerais. A unidade apresenta elevado número de usuários com PA descontrolada e baixa adesão ao tratamento. Diante disso, a implementação de um Plano de Intervenção visa aumentar a adesão terapêutica, promovendo mudanças no estilo de vida, como prática regular de atividade física e alimentação saudável, além do uso correto de medicamentos. Os caminhos metodológicos incluíram revisão bibliográfica nas bases Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), SciELO e Google Acadêmico, além de consulta a sites do Governo Federal e observação da rotina da unidade. O diagnóstico situacional foi obtido por meio do Método de Estimativa Rápida e, para o desenvolvimento do Projeto de Intervenção, utilizou-se o Planejamento Estratégico Situacional. Considerando o contexto epidemiológico brasileiro, no qual a HAS figura entre as principais causas de morbimortalidade, o fortalecimento da APS mostra-se necessário. Assim, as estratégias propostas incluem ações de educação em saúde, capacitação de profissionais e monitoramento longitudinal dos usuários com HAS, a fim de aumentar a adesão ao tratamento e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida. Portanto, a intervenção busca não apenas estabilizar os níveis pressóricos, mas também reduzir a incidência de complicações secundárias, promovendo uma atenção mais eficaz e humanizada.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Medicina de Família e Comunidade
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA

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