Silvana Cristina Romero Léxico e sociedade: um estudo sociolinguístico sobre os neologismos em blogs de política durante o segundo turno eleitoral de 2014 Belo Horizonte Faculdade de Letras da UFMG 2017 Silvana Cristina Romero Léxico e sociedade: um estudo sociolinguístico sobre os neologismos em blogs de política durante o segundo turno eleitoral de 2014 Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Estudos Linguísticos da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Linguística teórica e descritiva Área de Concentração: Linguística Teórica e Descritiva Linha de Pesquisa: Estudo da Variação e Mudança Linguística (1A) Orientador: Prof. Dr. César Nardelli Cambraia Belo Horizonte Faculdade de Letras da UFMG 2017 Ficha catalográfica elaborada pelos Bibliotecários da Biblioteca FALE/UFMG Romero, Silvana Cristina. R763l Léxico e sociedade [manuscrito] : um estudo sociolinguístico sobre os neologismos em blogs de política durante o segundo turno eleitoral de 2014 / Silvana Cristina Romero. – 2017. 464 f., enc. : il., (color), tabs (p&b) Orientador: César Nardelli Cambraia. Área de concentração: Linguística Teórica e Descritiva. Linha de Pesquisa: Estudo da Variação e Mudança Linguística. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Letras. Bibliografia: f. 272-284. Anexos: f. 285-443. Apêndices: f. 444-464. 1. Língua portuguesa – Lexicologia – Teses. 2. Sociolinguística – Teses. 3. Língua portuguesa – Neologismos – Teses. 4. Língua portuguesa – Variação – Teses. I. Cambraia, César Nardelli. II. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Letras. III. Título. CDD: 413.028 AGRADECIMENTOS A Deus por operar sua rede de incoincidências, introduzindo em meu caminho pessoas incríveis que me ajudaram a trilhar esse longo percurso. Ao meu orientador Prof. Dr. César Nardelli Cambraia, primeiramente, por me aprofundar nesse universo extraordinário do léxico, ascendendo a fagulha que culminaria nessa dissertação. Agradeço por me acompanhar desde a iniciação científica, bem como por suas exigências que moldaram a pesquisadora. A orientação e o conhecimento disponibilizados durante esse tempo não seriam assimilados sem a sua paciência com minhas inúmeras tentativas. Meu agradecimento moto-perpétuo! Aos professores do mestrado, Profa. Dra. Heliana Melo, Profa. Dra. Maria Cândida Trindade Costa de Seabra, Prof. Dr. Mário Alberto Perini, Prof. Dr. Eduardo Tadeu Roque Amaral e Prof. Dr. Wander Emediato por suas disciplinas que contribuíram para a reflexão e o direcionamento da minha pré-escrita. Ao Prof. Dr. Mário Eduardo Viaro pela gentileza-mor de esclarecer minhas dúvidas, demonstrando que o poder do conhecimento está em compartilhá-lo. Aos irmãos dois-três-quatro que contribuíram de diferentes maneiras para que essa jornada fosse realizada, já que nem sempre foi bolinho: Paulo, Rosa e Sonia. À minha landlady e ao meu landlord por me receberem como uma filha nesses 6 anos de convivência, quando minha família estava tão longe. Por me mostrarem, em um dos obstáculos mais difíceis desse caminho, que a generosidade não vem de quem tem muito, mas do coração, muito obrigada: June Abdo e Joel Santa Jorge Claus Segundo. Aos irmamigos que disponibilizaram seu tempo para atender minhas pluriurgências: Thamara de Freitas (pela neocrítica), Lucas Marciano (pelo empréstimo-amigo), Valéria Maciel (pelas cópias- amigas), Kelly Alves (pelo altruísmo-limite) e Luanna Sousa (por ser a ponte-solene entre o físico e o virtual) A uma pessoa que ainda não entende o que é uma dissertação, mas que já sabe o que é ―gloga na galoga‖: minha sobrinha-princesa-baratinha Sophia. Ao meu pai-contador de histórias, por me instigar desde criança com seu vocabulário-fantasma: Miguel Romero. E, por último, mas sempre em primeiro lugar no meu coração, àquela que padeceu os anos de afastamento, me encorajando a continuar mesmo sendo difícil. E, acima de tudo, por acreditar quando eu mesma duvidei: minha mãemãe Delasir Tavares. Agora, pensou. Agora, agora. Maggie dispunha de um breve espaço de tempo para usar as peças e extrair algum sentido daquela algaravia: um no máximo. Às vezes pensava que aquela era a única luta que valia a pena: o combate para transformar o caos do mundo em alguma coisa significativa, para traduzi-lo em palavras. (Joe Hill, NOS4A2, 2014, p. 505) RESUMO Essa dissertação fundamenta-se em uma perspectiva sociolinguística (LABOV, 2008 [1972], 2001, 1990, 1982) da relação entre léxico e sociedade para analisar as ocorrências de neologismos durante o segundo turno eleitoral de 2014 no Brasil em dois blogs de política. Partindo da hipótese de que o gênero e o perfil ideológico do usuário nesses espaços virtuais estariam influenciando a escolha por determinados processos lexicais (conservadores e inovadores), nosso objetivo centrou-se em observar como esses fatores extralinguísticos estariam operando em blogs de espectros opostos: um de esquerda e outro de direita. Em nossa análise, constatamos que no quadro geral de ocorrências o blog de direita utilizou mais neologismos que o de esquerda durante esse período, 5.403 e 4.157, respectivamente. Em relação ao quadro geral de gênero, os homens favoreceram a derivação prefixal, composição sintagmática e palavra-valise, enquanto as mulheres preferiram os processos por estrangeirismo e composição subordinativa. Da equalização do gênero masculino, os homens no blog de esquerda optaram pela derivação prefixal, estrangeirismo e composição sintagmática e os homens no blog de direita pela palavra- valise, semântico, derivação sufixal e composição subordinativa. Já na comparação entre o gênero feminino, as mulheres no ambiente de esquerda favoreceram a derivação prefixal e a composição sintagmática e as mulheres do espaço de direita, a palavra-valise e o processo semântico. Em relação ao perfil ideológico, o quadro geral mostra que os usuários de esquerda preferem os processos por derivação prefixal, composição sintagmática, estrangeirismo e sigla/acronímia, enquanto os de direita optam pela composição subordinativa, palavra-valise e semântico. Cruzando os fatores de gênero e orientação ideológica, o quadro geral dos homens apresenta que os de perfil de esquerda optam pela derivação prefixal, já os de perfil de direita favorecem a palavra-valise. Na comparação entre o gênero feminino sob os respectivos perfis, observamos que o de esquerda favorece a sigla/acronímia e o de direita, os processos por valise e semântico. Os resultados dessa pesquisa sincrônica permitem evidenciar que a preferência por determinados padrões de formação é influenciada por fatores extralinguísticos, como o gênero e perfil ideológico, evidenciando aspectos sócio-históricos no funcionamento da neologia dentro do vocabulário sobre política e ressaltando a relevância dos estudos que buscam explicitar a relação entre léxico e sociedade. Palavras-chave: Neologia; Sociolinguística; Política; Ideologia; Blogs. ABSTRACT This dissertation based on the sociolinguistic perspective (LABOV, 2008 [1972], 2001, 1990, 1982) of the relationship between lexicon and society to analyze the occurrences of neologisms during the second electoral round of 2014 in Brazil in two political blogs. Based on the hypothesis that the gender and ideological profile of the user in these virtual spaces influence the choice of certain lexical processes (conservative and innovative), our research aimed to observe how these extralinguistic factors are operating in blogs of opposite spectra: Left and Right. In our analysis, we found that in the general context of occurrences, the right-wing blog used more neologisms than the left, during that period, 5,403 and 4,157, respectively. In relation to the general picture about gender, men favored prefixal derivation, syntagmatic composition and portmenteau, while women preferred the processes by loan words and subordinative composition. From the masculine gender equalization, men on the left blog chose prefixal derivation, loan words and syntagmatic composition, and men on the right-wing blog chose portmanteau, semantic, suffixal derivation and subordinative composition. In the comparison between the female gender, women in the left-wing environment favored the prefixal derivation and the syntagmatic composition and the women in the right blog favored the portmanteau and the semantic neologism. In relation to the ideological profile, the general picture shows that left-wing users prefer the processes by prefixal derivation, syntagmatic composition, loan words and acronyms, while the right-wing ones prefer subordinative composition, portmanteau and semantic. Crossing the factors of gender and ideological orientation, the general picture of men shows that those under the left profile they prefer prefixal derivation, while those under of the right profile favor the portmanteau. In the comparison between the female gender under the respective profiles, we observe that the left favored the acronyms and the right preferred the processes by portmenteau and semantic. The results of this synchronic research make it possible to evidence that the preference for certain patterns of formation is influenced by extralinguistic factors, such as gender and ideological profile, highlighting socio-historical aspects in the functioning of neology within the vocabulary on politics and the relevance of the studies that aimed to explain between lexicon and society. Keywords: Neology; Sociolinguistics; Politics; Ideology; Blogs. LISTA DE FIGURAS Figura 1: Planilha de catalogação geral dos dados do blog GGN...................................................119 Figura 2: Planilha de catalogação geral dos dados do blog RA.......................................................120 Figura 3: Comentário salvo em formato .txt.....................................................................................121 Figura 4: Neologismo excluído de citação direta ............................................................................122 Figura 5: Neologismo excluído de citação indireta..........................................................................122 Figura 6: Comentário que é uma extensão do título.........................................................................122 Figura 7 Neologismo semelhante no título e no comentário............................................................123 Figura 8: Planilha de Ocorrências totais do blog GGN ...................................................................123 Figura 9: Planilha Dados dos Usuários do blog GGN .....................................................................124 Figura 10: Planilha de identificação ideológica no blog GGN.........................................................132 Figura 11: Planilha de identificação ideológica no blog RA............................................................132 Figura 12: Planilha de identificação de gênero no blog GGN..........................................................133 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Característica do espectro de direita no século XXI.....................................................91 Quadro 2: Característica do espectro de esquerda no século XXI.................................................95 Quadro 3: Escala do continuum esquerda-direita por Seliger (1976)..........................................106 Quadro 4: Tipologia de neologismos (ALVES, 1990)................................................................125 Quadro 5: Questionário sobre perfil ideológico do Datafolha (FOLHA, 2013)..........................130 LISTA DE SIGLAS AL = América Latina GV = gênero virtual N = número absoluto N. Apl. = não se aplica OED = orientação esquerda-direita PB = português brasileiro PE = português europeu PFPs = processo de formação de palavras RA = Reinaldo Azevedo LISTA DE TABELAS Tabela 1: Números absolutos de neologismos e usuários em cada blog......................................124 Tabela 2: Frequência de posts e de comentários nos respectivos blogs.......................................128 Tabela I - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA.................................................................................................................................................137 Tabela I‘ - Neologismos mais frequentes em cada blog...............................................................140 Tabela I.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o blog GGN e o blog RA.........................................................................................................................................148 Tabela II - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino......................................................................................................................152 Tabela II‘ - Neologismos mais frequentes em cada gênero..........................................................154 Tabela II.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino......................................................................................................................156 Tabela II.2 – Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino.....................................................................................................158 Tabela II‘.2 - Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros.............................160 Tabela II.3 – Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino.....................................................................................................162 Tabela III - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero masculino....................................................................................164 Tabela III‘ - Neologismos mais frequentes do gênero masculino em cada blog..........................166 Tabela III.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral de types entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero masculino....................................................................................170 Tabela III.2 Cálculo de significância estatística de tokens na equalização do gênero masculino entre o blog GGN e o blog RA.....................................................................................................172 Tabela III‘.2 – Neologismos mais frequentes da equalização do gênero masculino em cada blog...............................................................................................................................................174 Tabela III.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero masculino entre o blog GGN e o blog RA.....................................................................................................176 Tabela IV - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero feminino......................................................................................178 Tabela IV‘ - Neologismos mais frequentes do gênero feminino em cada blog............................179 Tabela IV.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero feminino......................................................................................181 Tabela IV.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização do gênero feminino entre o blog GGN e o blog RA.....................................................................................................184 Tabela IV‘.2 – Neologismos mais frequentes da equalização do gênero feminino em cada blog...............................................................................................................................................185 Tabela IV.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero feminino entre o blog GGN e o blog RA.....................................................................................................187 Tabela V - Cálculo de significância estatística visão geral geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN..............................................................................189 Tabela V‘ - Neologismos mais frequentes entre os gêneros no blog GGN..................................191 Tabela V.1 - Cálculo de significância estatística visão geral geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN..............................................................................193 Tabela V.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN..............................................................................196 Tabela V‘.2 - Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros no blog GGN..............................................................................................................................................197 Tabela V.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN..............................................................................198 Tabela VI - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA..................................................................................................200 Tabela VI‘ - Neologismos mais frequentes entre os gêneros no blog RA....................................201 Tabela VI.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA.................................................................................203 Tabela VI.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA.................................................................................205 Tabela VI‘.2 - Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros no blog RA.................................................................................................................................................206 Tabela VI.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA.................................................................................208 Tabela VII - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o espectro de esquerda e o espectro de direita....................................................................................................210 Tabela VII‘ – Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens entre os espectros.......................................................................................................................................215 Tabela VII.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o espectro de esquerda e o espectro de direita....................................................................................................219 Tabela VII.2- Cálculo de significância estatística na equalização entre o espectro de esquerda e o espectro de direita.........................................................................................................................221 Tabela VII‘.2 – Neologismos mais frequentes da equalização entre os espectros.......................222 Tabela VII.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o espectro de esquerda e o espectro de direita....................................................................................................224 Tabela VIII - Cálculo de significância estatística na visão geral da esquerda em relação ao gênero masculino e o gênero feminino.....................................................................................................226 Tabela VIII‘ – Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de esquerda..................................................................................227 Tabela VIII.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no espectro de esquerda em relação ao gênero masculino e ao gênero feminino................................................229 Tabela VIII.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do espectro de esquerda em relação ao gênero masculino e o gênero feminino........................................................................231 Tabela VIII‘.2 - Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de esquerda.............................................................232 Tabela VIII.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do espectro de esquerda em relação à questão de gênero.....................................................................................234 Tabela IX - Cálculo de significância estatística na visão geral da direita em relação ao gênero masculino e o gênero feminino.....................................................................................................236 Tabela IX‘ – Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de direita.........................................................................................237 Tabela IX.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no espectro de direita em relação ao gênero masculino e o gênero feminino.................................................................240 Tabela IX.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do espectro de direita em relação ao gênero masculino e ao gênero feminino..................................................................................242 Tabela IX‘.2 - Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de direita.................................................................243 Tabela IX.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do espectro de direita em relação à questão de gênero....................................................................................................245 Tabela X - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens no gênero masculino entre os espectros...................................................................................................................................247 Tabela X‘ - Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens do gênero masculino entre os espectros.......................................................................................................................................248 Tabela X.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no gênero masculino entre os espectros..........................................................................................................................250 Tabela X.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do gênero masculino entre o espectro de esquerda e do espectro de direita...............................................................................252 Tabela X‘.2 - Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização do gênero masculino entre os espectros..........................................................................................................................253 Tabela X.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero masculino entre os espectros ideológicos......................................................................................................254 Tabela XI - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens no gênero feminino entre os espectros...................................................................................................................................256 Tabela XI‘ - Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens do gênero feminino entre os espectros.......................................................................................................................................257 Tabela XI.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no gênero feminino entre os espectros..........................................................................................................................258 Tabela XI.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do gênero feminino entre o espectro de esquerda e do espectro de direita...............................................................................260 Tabela XI‘.2 - Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização do gênero feminino entre os espectros..........................................................................................................................261 Tabela XI.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero feminino entre os espectros ideológicos......................................................................................................262 Sumário INTRODUÇÃO..............................................................................................................................16 CAPÍTULO 1: LÉXICO E SOCIEDADE .............................................................. .......................21 1.1 Língua e sociedade ................................................................................................................. 22 1.2 O aspecto sociocultural no estudo do léxico .......................................................................... 24 1.3 O neologismo ......................................................................................................................... 32 1.3.1 Pressupostos teóricos .......................................................................................................... 35 1.3.1.1 O conceito de neologia ..................................................................................................... 36 1.3.1.2 Detecção de um neologismo ............................................................................................ 41 1.3.1.3 Tipos de neologismos ....................................................................................................... 43 1.3.1.3.1 Fonológico ..................................................................................................................... 43 1.3.1.3.2 Sintático ......................................................................................................................... 45 1.3.1.3.3 Outros processos ........................................................................................................... 53 1.3.1.3.4 Empréstimos .................................................................................................................. 58 CAPÍTULO 2: CONTEXTUALIZAÇÃO POLÍTICO-IDEOLÓGICA ........................................ 60 2 1 Ideologia ................................................................................................................................. 61 2.1.1 Da origem e difusão ............................................................................................................ 61 2.1.2 Repensando a ideologia pós-Marx ...................................................................................... 64 2.1.3 Blogs de política: extensão virtual das relações socioideológicas ...................................... 69 2.1.3.1 A questão de gênero na interação virtual ......................................................................... 74 2.2 Política .................................................................................................................................... 77 2.2.1 Direita e Esquerda: a clivagem ainda existe? ...................................................................... 78 2.2.1.1 O simbolismo dos termos ................................................................................................. 79 2.2.1.2 Pensamento conservador e pensamento socialista: condicionadores sócio-históricos.. ...82 2.2.1.3 Revitalização ideológica: Nova Direita e Nova Esquerda ............................................... 87 2.2.1.4 A delimitação do perfil ideológico ................................................................................... 96 2.2.2 O contexto político no Brasil em 2014 ............................................................................. 107 CAPÍTULO 3: PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ........................................................ 111 3.1Hipóteses.................................................................................................................................112 3.2 Objetivos ................................................................................................................................. 112 3.2.1 Objetivos gerais ................................................................................................................... 112 3.2.2 Objetivos específicos ........................................................................................................... 112 3.3 O espaço virtual em análise .................................................................................................... 113 3.3.1 A escolha dos blogs ............................................................................................................. 113 3.3.2 O perfil dos usuários ............................................................................................................ 115 3.3.3 O espectro político ............................................................................................................... 116 3.3.4 O segundo turno eleitoral de 2014 ....................................................................................... 117 3.4 Procedimentos metodológicos ................................................................................................ 117 3.4.1 A constituição do corpus ..................................................................................................... 117 3.4.1.1 A coleta dos neologismos ................................................................................................. 118 3.4.1.2 O corpus de exclusão ........................................................................................................ 118 3.4.1.3 O tratamento dos dados .................................................................................................... 119 3.4.1.3.1 Catalogação ................................................................................................................... 119 3.4.1.3.2 Codificação .................................................................................................................... 120 3.4.1.3.3 Neologismos excluídos .................................................................................................. 121 3.4.1.3.4 Classificação .................................................................................................................. 123 3.4.1.3.5 Equalização dos dados ................................................................................................... 127 3.4.1.3.6 Recursividade: formas e processos ................................................................................ 129 3.4.1.3.7 A variável de perfil ideológico ...................................................................................... 129 3.4.1.3.8 A variável de gênero ...................................................................................................... 133 3.4.2 Modelo estatístico na aplicação dos dados ......................................................................... 133 3.4.2.1 Tokens e types ................................................................................................................. 134 CAPÍTULO 4: DESCRIÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS ......................................................... 136 CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................................... 264 REFERÊNCIAS ........................................................................................................................... 272 ANEXO ........................................................................................................................................ 285 APÊNDICES ................................................................................................................................ 444 16 INTRODUÇÃO Chega mais perto e contempla as palavras. Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível, que lhe deres: Trouxeste a chave? (Carlos Drummond de Andrade, Procura da Poesia. In: A rosa do povo, 2000, p.14) Já não quero dicionários consultados em vão. Quero só a palavra que nunca estará neles nem se pode inventar. Que resumiria o mundo e o substituiria. Mais sol do que o sol, dentro da qual vivêssemos todos em comunhão, mudos, saboreando-a. (Carlos Drummond de Andrade, A Palavra. In: A paixão medida, 2002, p. 79) 17 A língua mediando a relação entre sociedade e mundo reflete toda a cultura de uma época, fornecendo elementos para a sua compreensão e reconstrução. O léxico, em constante expansão, permite acompanhar as diferentes transformações que perpassam o meio social, oferecendo diferentes processos para a formação de novas palavras como atestam os exemplos a seguir: 1) PIG; PUG. 2) ex-presidente, anticorrupção, pós-ditadura militar. 3) bolsa família, bolsa, escola, bolsa esmola. 4) trensalão, sonhático, coxinha. Diante do fato de que o léxico contém diferentes processos de formação, perguntas que naturalmente surgem são: O que leva a escolha de um determinado padrão de formação? Quais desses padrões são mais facilmente compreendidos pelos leitores? Quais são os fatores que influenciam essa escolha? Padrões de formação mais conservadores (derivação prefixal e sufixal) prevalecem sobre formações mais inovadoras (palavra-valise e semântico)? Essas são algumas das questões que direcionam nosso estudo, o qual centra-se em uma perspectiva sociolinguística para examinar a neologia. Pela relação sociedade e léxico, há uma constante renovação lexical para se adaptar às mudanças sociais. O objetivo de analisar o léxico sob uma perspectiva sociolinguística permite identificar os traços relevantes associados na difusão desse fenômeno linguístico. O vocabulário sobre política mostra-se muito produtivo para o surgimento de novas unidades (RUBANGO, 1981), seja pelas transformações inerentes ou pelos escândalos que se tornaram típicos do cenário, atraindo mais visibilidade. Atualmente, temos uma visão mais dinâmica dessa aceleração devido aos blogs de política, que buscam trazer com maior exclusividade tudo o que ocorre nos bastidores do poder, possibilitando a interação em tempo real do usuário nessas novas mídias. Para dar conta de refletir essa realidade, o léxico se torna um dos principais meios para registrar toda essa transformação político-social-midiática. Ao demonstrar a motivação para o uso de novos itens lexicais no vocabulário de política, uma área que é marcada pelas constantes mudanças sociais e pela forte presença ideológica, faz- se necessário, no âmbito extralinguístico, explicitar quais são os fatores que influenciam na 18 escolha de uma nova palavra para expressar a percepção do novo momento no cenário político e, no âmbito linguístico, quais os padrões de formação mais frequentes encontrados nesse conjunto vocabular. Por sua diversidade, encontramos estudos que abordam a inovação lexical sob diferentes enfoques: didático, discursivo e/ou funcionalista. Nossa opção pela abordagem sociolinguística busca justamente evidenciar o fator sócio-histórico na escolha de um padrão de formação neológico específico, uma vez que, devido às mudanças e traços culturais que o difundem podem ser de difícil recuperação. Os estudos sobre a criação lexical já demonstraram que o caráter neológico (GUILBERT, 1975, p. 40-44) é diferenciado em relação ao tipo de vocabulário. Por exemplo, nos vocabulários de terminologia, científico e tecnológico, prevalece o caráter denominativo que ―resulta exclusivamente da necessidade de designar novos conceitos, associados a novas teorias, descobertas, produtos ou tecnologias‖ (CORREIA, 1998, p. 62). A intenção de analisar um vocabulário que diz respeito à política, mas que, ao mesmo tempo, não se restringe ao vocabulário técnico-político, possibilita uma visão mais abrangente da dinamicidade do léxico presente nessa área, já que os textos que são produzidos nos espaços virtuais selecionados nesse trabalho envolvem, principalmente, o vocabulário da língua comum, compartilhado por todos que utilizam esse espaço de interação. Como ressalta Carvalho (2006, p.197) ―não é a palavra isolada que nos revela uma língua: é a constituição do vocabulário da mesma, a inserção da palavra no contexto e mesmo a tendência que se observa nas novas formações.‖ Um exemplo que explicita essa relação neologismo/contexto é o surgimento de mentirão, o qual aparece como uma reação daqueles que afirmam que o julgamento do mensalão – um ex-neologismo com o significado de propina recebida mensalmente -, era uma forma de desestabilizar o governo com a prisão de seus integrantes. Vemos que o uso da formação por palavra-valise, um tipo menos previsível, caracterizada pela junção de duas ou mais palavras (mentira + mensalão), é uma ocorrência que deixa transparecer a posição político-ideológica do grupo social que a difunde e como esse concebe a realidade. Dessa maneira, visualizamos um vocabulário com suas particularidades, como a presença ideológica, refletindo, através da utilização de novas palavras, a histórica e 19 acirrada oposição entre os perfis de esquerda e direita e, deixando nítida a expressividade através da manipulação do repertório lexical. Partindo dos pressupostos teóricos da Teoria da Variação (LABOV, 2008[1972 2001, 1994, 1982) e da concepção do aspecto social da palavra defendida por Matoré (1973 [1953], 1969), analisamos as ocorrências de neologismos em dois blogs de política durante o segundo turno eleitoral de 2014 realizado no Brasil no período compreendido entre 5 e 26 de outubro. Nesse contexto de interatividade virtual instantânea, formulamos as seguintes hipóteses: (i) a tipologia dos neologismos seria influenciada pelo espectro político do usuário; (ii) a tipologia dos neologismos seria influenciada pela questão de gênero do usuário. Buscando contribuir com os estudos lexicológicos e, sobretudo, ressaltar a importância da neologia além do viés descritivo, essa dissertação se estrutura em quatro capítulos. No Capítulo 1, intitulado Léxico e Sociedade, abordaremos, inicialmente, a relação língua e sociedade tão discutida nas ciências sociais. Em seguida, pontuaremos os principais métodos que contribuíram para evidenciar o aspecto social contido no léxico, buscando, ao mesmo tempo, aprofundar a questão sociocultural, tal como a concebemos aqui, relacionando-a à neologia, tendo em vista que a renovação lexical está associada às transformações sociais, propiciando a percepção do léxico adjunta aos fatores extralinguísticos. Após, discutiremos o conceito de neologia e os diferentes critérios para delimitar um novo item lexical, tendo como arcabouço teórico estudos representativos sobre neologismos. O capítulo 2, denominado Contextualização político-ideológica, introduz a origem e o percurso histórico do termo ideologia para termos uma visão mais clara das discussões que envolvem a interpretação dessa palavra, tendo como base a cronologia descrita em Thompson (1995, 1984). Seguindo os pressupostos desse autor (1984), evidenciamos como a ideologia atua efetivamente no âmbito político, angariando apoio e legitimação, buscando para esse fim uma análise do funcionamento e identificação do perfil ideológico (SELIGER, 1976) dentro do cenário político e a função da linguagem para a propagação da mesma na era virtual (blogs de política). De forma a particularizar a definição de ideologia, veremos a distinção entre as duas orientações políticas contempladas nesse estudo: direita e esquerda. Ao final, apresentaremos os principais fatos no ano de 2014 que moldaram o contexto eleitoral. 20 Já no Capítulo 3, Procedimentos metodológicos, explicitaremos os procedimentos metodológicos adotados nesse estudo que investiga a criatividade lexical sob uma perspectiva sociolinguística em dois blogs de política durante o segundo turno eleitoral do Brasil em 2014. Descrevemos a composição do corpus que totalizou 9.560 neologismos, bem como, os critérios para a escolha dos dois blogs (o GGN, do jornalista Luis Nassif; e o blog do jornalista Reinaldo Azevedo), os objetivos e as hipóteses que motivam essa pesquisa, detalhando também a constituição do corpus, a seleção das variáveis independentes e o tratamento dos dados através de um modelo estatístico. Por fim, no Capítulo 4, Descrição e análise dos dados, apresentaremos o exame quantitativo e qualitativo dos dados coletados, discutindo os resultados sob a perspectiva adotada nesse estudo, explicitando a dimensão que os fatores sociolinguísticos estariam ou não atuando na escolha por determinados PFPs. Ao final deste trabalho, todas as ocorrências de neologismos e suas respectivas classificações poderão ser consultadas no Anexo e nos Apêndices. 21 CAPÍTULO 1 LÉXICO E SOCIEDADE Três lumes (prak) iluminam sua própria forma e a forma alheia, a saber, a que é o fogo, a que é luz dentro dos homens e aquela luz chamada ―palavra‖, que ilumina o que tem e o que não tem luz própria; a ela tudo está atado, seja material ou imaterial, mova-se ou não se mova. (Vṛtti sobre Vākyapadīya do gramático e filósofo Bhartṛhari, fonte desconhecida, tradução de Aprigliano, 2012, p. 76) [...] as palavras e as expressões, com elas construídas, surgem, desaparecem, perdem ou ganham significações, de sorte a promover o encontro marcado do falante com a realidade do mundo biossocial que o acolhe: o homem e o mundo encontram-se no signo. (SILVA, 2000, p. 42) And so the Word had breath, and wrought. With human hands the creed of creeds In loveliness of perfect deeds, More strong than all poetic thought (Lord Alfred Tennyson, In Memoriam, XXXVI, 2012 [1850], p. 362) 1 1 E assim a Palavra teve fôlego, e operou. Com mãos humanas, o credo de credos Em beleza de feitos perfeitos, Mais forte do que todo pensamento poético. (tradução nossa) 22 1.1 Língua e sociedade A relação entre língua e sociedade sempre foi um dos principais pontos dos estudos das ciências sociais, os quais divergem sobre se deveríamos partir da primeira para explicar a segunda ou do ponto de vista da segunda para entender a primeira devido a sua indissociabilidade pela dependência, ou mesmo coexistência, considerando que não há sociedade sem língua ou língua sem sociedade. Segundo Meillet (1948 [1918], p. 230, tradução nossa), ―a linguagem é eminentemente um fato social‖2, a qual não existe fora dos indivíduos que a falam.3 A partir dessa visão, os fatores externos atuariam sobre a língua, fazendo que com essa esteja sujeita às mudanças sócio-históricas. Ressaltando esse ponto, o autor defende que a análise linguística deve-se associar ao campo dos estudos sociológicos: Se o meio no qual a linguagem evolui é um meio social, se o objetivo da linguagem é o de permitir as relações sociais, se a linguagem é mantida e preservada por essas relações, se, enfim, os limites das línguas tendem a coincidir com os dos grupos sociais, é evidente que as causas de que dependem os fatos linguísticos devem ser de natureza social [...] (MEILLET, 1948 [1918], p. 232, tradução nossa) 4 De acordo com Sapir (1969, p. 20), os indivíduos não estão somente em um mundo objetivo ou em práticas sociais, como também se acham sobre grande influência da língua particular pela qual a ―sua sociedade‖ se expressa. Para esse antropólogo linguista, cada língua tem seu modo de descrever a realidade que a envolve, refletindo a necessidade social em englobar tudo o que lhe é pertinente. Desta forma, esse aspecto destaca-se como um elemento imprescindível para a compreensão estrutural e funcional da língua. Embora algumas análises, no início do século XX, já demonstrassem a associação entre fatores sociais atuando na língua, como a variação linguística e a avaliação de prestígio por partes 2 Texto original: ―Le langage est donc éminemment un fait social.‖ 3 Essa afirmação de Antoine Meillet (1866-1936) baseia-se, em parte, no pensamento do sociólogo Émile Durkheim (1858-1917), o qual afirmava que o fato social é exterior à consciência individual. (cf. De la division du travail social; Les règles de le méthode sociologique) 4 Texto original: ―Si le milieu dans lequel évolue le langage est un mileu social, si l‘objet du langage est de permettre les relations sociales, si le langage n‘est maintenu et conservé que par ces relations, si enfin les limites des langues tendent à coincider avec celles des groupes sociaux , il est evidente que les causes dont dépedent les faites linguistiques doivent être de nature sociale [...]‖ 23 dos membros de uma determinada comunidade (KOERNER, 2002, p. 262), é somente na década de 60 que os estudos focando essa relação recebem notoriedade, estabelecendo as diretrizes para tal investigação, dando origem à chamada Sociolinguística. Os pressupostos-metodológicos do linguista norte-americano William Labov (2008 [1972], 2006), fundador da corrente variacionista, consolidaram a Sociolinguística como uma área da Linguística, que busca, através de dados empíricos, endossar teoricamente as diferenças linguísticas, invalidando a visão discriminatória, que, infelizmente, ainda predomina, resultando em exclusão social. As pesquisas de Labov em Martha‘s Vineyard, a qual investigava a mudança sonora entre os ditongos /ay/ e /aw/ correlacionando a variação com a estrutura organizacional dessa comunidade, e a estratificação social do inglês em Nova York, constituindo-se em de um total de seis estudos que examinou a distribuição social da língua associada aos diversos fatores extralinguísticos que compõem essa metrópole, evidenciaram a necessidade de compreender a língua em seu contexto de uso real. Labov (2008 [1972], p. 215) entende que a língua é um ―comportamento social‖, através das qual as pessoas expressam suas ideias e necessidades, portanto: [...] não se pode entender o desenvolvimento de uma mudança linguística sem levar em conta a vida social da comunidade em que ela ocorre. Ou, dizendo de outro modo, as pressões sociais estão operando continuamente sobre a língua, não de algum ponto remoto no passado, mas como uma força social imanente agindo no presente vivo. (2008 [1972], p. 21) Nessa passagem, percebemos uma retomada do pensamento de Meillet (1948[1918]) sobre a língua como um fato social, incluindo o contexto de uso para a compreensão da língua, enfatizando a heterogeneidade linguística que advém das condições socioculturais e históricas que compõem uma comunidade, caracterizando, desse modo, mudanças e variações como processos naturais e inerentes do fator linguístico. O sociólogo francês Pierre Achard, o qual tenta integrar língua, sociedade e discurso, defende sistematicamente que ―a língua [...] é um constituinte central e não acidental de todo o processo social‖ (ACHARD; WALD, 1992, p. 6, tradução nossa)5, ressaltando a dimensão e importância da mesma na concepção de uma sociedade. Da definição desse sociólogo sobre sociolinguística, temos que: 5 Texto original: ―le langage […] est un constituant central et non accidentel de tout processus social.‖ 24 O que é chamado de ‗sociolingüística‘ é, na minha opinião, não um tópico, nem uma subdivisão de um tópico, mas sim um ponto de encontro (ou um ponto de confusão) de três tópicos com diferentes origens: a questão „sociológica‟ do lugar da língua em sociedades humanas e do processo social, a questão 'linguística' de variações de lingua e os problemas [...] que essas representam para a teoria lingüística, e a questão „prática‟ do uso social da língua (aprendizagem e ensino, padronização, terminologia, tradução contexto, o planejamento linguístico, [...] etc.) (ACHARD, 1986, p. 5, tradução nossa, aspas simples do original, itálicos nossos) 6 Destarte, em linhas gerais, a importância da relação sociedade e língua e as contribuições advindas com a perspectiva sociolinguística, proporcionou, não apenas um viés metodológico através dos dados empíricos da variedade linguística em suas diversas manifestações, assim como, resultados que não se moldam a pressupostos teóricos, demostrando que esses estudos não podem se concentrar em determinar uma variação ou uma mudança, mas também explicar como esses fenômenos estão entrelaçados à interação social através das quais as pessoas estão expostas, afetando a língua que elas usam. Seguindo essa linha de exposição, introduziremos, na própria seção, os principais métodos que destacaram o aspecto social presente no léxico e a noção de cultura que está sobrejacente nos estudos em questão. 1.2 O aspecto sociocultural no estudo do léxico A língua, funcionando como um elo entre sociedade e mundo, torna-se um espelho de toda a transformação a que está sujeita uma comunidade. As palavras, por sua vez, têm um papel central ao traduzir toda essa mudança caracterizada pelo aspecto social, cultural, político e histórico, sendo o âmago para a reconstrução de uma época. Por conseguinte, o léxico não é apenas um nível linguístico para nomear e classificar, mas também para conhecer uma realidade. Uma das primeiras análises voltada ao estudo do léxico é registrada nos trabalhos de Panini, por volta do século IV a.C., ao especificar que a língua sânscrita era composta de dois elementos significativos como palavras reais (as lexias) e palavras fictícias (os morfemas). No século V a.C., os gregos buscam estabelecer o conceito da palavra e sua relação entre forma e 6 Texto original: ―What is called ‗sociolinguistics‘ is, in my view, not a topic, nor a sub-division of a topic, but rather a meeting point (or a point of confusion) of three topics with different origins: the ‗sociological‘ question of the place of language in human societies and the social process, the ‗linguistic‘ question of language variations and the problems (supposedly describable in sociological terms) these pose to linguistic theory, and the ‗practical‘ question of the social use of language (learning and teaching, standardization, terminology, […] etc.).‖ 25 ideia partindo de reflexões filosóficas. Os latinos demonstraram as relações entre forma e significado e a existência de oposição entre sistema (a gramática) e norma (o uso social), os quais atuavam na conservação e mudança da língua (ABBADE, 2006). Entretanto, é em alguns métodos utilizados em Filologia Românica que os estudos lexicológicos começam a receber mais destaque, estudos que, até então, privilegiavam apenas análises morfológicas e fonológicas. A partir desses, outros métodos surgiram de forma a ampliar ou particularizar a análise lexical, buscando integrar diacronia e sincronia para explicitar a evolução e a dinamicidade da língua. O método histórico-comparativo aplicado por Friedrich Diez (1794-1876) aos estudos das línguas românicas, tornando-se o fundador da Filologia Românica, investiga os dados de línguas com a mesma origem de modo a determinar a forma originária, os metaplasmos, os significados dentre outras inúmeras questões, possibilitando, inclusive, a reconstituição do léxico do latim vulgar através dos dados fornecidos por essas línguas, atestando a existência dos ―vocábulos-fontes‖ correspondentes, mesmo que ainda não estejam documentados (BASSETO, 2001, p. 63-68). Esse método, embora sendo mais produtivo em línguas com fontes bem documentadas, foi o propulsor de outros que surgiram para aperfeiçoar ou ampliar o alcance dos estudos subsequentes, sendo a base para os estudos etimológicos e diacrônicos. Já o método da geografia linguística difere do método histórico-comparativo por privilegiar o aspecto da língua na fala e sua situação em um dado momento, em localidades previamente determinadas. O objetivo desse método é a elaboração de atlas linguísticos, os quais informariam a extensão de traços dialetais. Na França, Jules Gilliéron (1854-1926) definiu as características científicas desse método ao concretizar o primeiro grande atlas linguístico moderno, o Atlas Linguistique de la France, publicado integralmente em 1912 (BASSETO, 2001, p. 71). Gilliéron pontua as falhas da metodologia aplicada anteriormente 7 no dialeto alemão por Georg Wenker (1852-1911): [...] palavras ou formas pouco seguras, sem exatidão de lugares, de tempo, de circunstâncias, de valor, recolhidas em condições tão diferentes que dificilmente são comparáveis entre si. No máximo, são matérias de dicionário que vêm completar os dicionários da língua literária: dicionário, cemitério: não se faz um 7 Nota Basseto (2001, p.71): M. Roques. Jules Gilliéron. Paris, 1926, p. 9. Apud Tagliavini. Le origini dele Lingue Neolatine, p.26. 26 quadro de vida com os nomes dos epitáfios. (GILLIÉRON apud BASSETO, 2001, p. 71, tradução do autor) Esse método, aperfeiçoado pelo linguista francês, evidenciou várias questões ignoradas ou meramente mencionadas pelos neogramáticos: i) a homonímia resultante da homofonia; e ii) a etimologia popular causando a mudança de uma forma para relacioná-la a algo já familiar, como o item fr. fumier (estrumeira): Da palavra latina *fimarium (REW 3307a) provém a forma mais antiga femier; como, porém, da estrumeira costuma sair fumaça, o povo associou femier a fumèe (fumaça); da associação semântica passou-se à aproximação fonética, resultando fumier. (BASSETO, 2001, p. 72). A limitação do método geográfico em registrar apenas dados linguísticos instantâneos e não considerar as diversas referências a um mesmo objeto ou mesmo o aspecto afetivo e familiar de um vocábulo, não diminui o valor deste em proporcionar, segundo Basseto (2001, p. 74), ―uma visão geral da situação da língua‖, mostrando como as palavras tornam-se arcaísmos, migram, renascem ou desaparecem, determinando como o fator primordial nesse processo o aspecto semântico. No método de “palavras e coisas” (Wörter und Sachen), há um distanciamento da ênfase dada pelos neogramáticos ao aspecto fonético. O método Coisas e Palavras (Sachen und Wörter), proposto por Hugo Schuchardt (1842-1929), direcionava o estudo da palavra a partir dos referenciais que eram atribuídos ao item lexical. Segundo os pressupostos de Schuchardt, a realidade, a coisa preexistia à palavra. Desse modo, através do conhecimento da natureza, do uso, da forma, etc. dos objetos é que seria possível estabelecer a origem e a história do item lexical e a relação entre a coisa e a palavra. Nesta linha de pensamento, junta-se a Schuchardt o também filologista Rudolf Meringer (1859-1931), o qual defendia que o objetivo seria conhecer as palavras (Wörter) e que as coisas (Sachen) resultaria no meio para tal fim. Assim, devido a outros seguidores que pensavam como Meringer, o método passa a ser designado como Palavras e Coisas (Wörter und Sachen) (BASSETO, 2001, p. 74-76). Esse método considera os fatores cultural e social fundamentais para o estudo da coisa, desde que a mudança na designação de uma palavra está no cerne de uma sociedade, e não na língua em si. A metodologia proposta por Schuchardt é mais um avanço para dimensionar a importância dos estudos lexicais e romper com a visão descritiva de aspectos fonéticos e/ou morfológicos quando se trata de palavras. Através 27 dessa perspectiva iniciaram-se pesquisas em relação aos empréstimos linguísticos e todos os fatores envolvidos na inserção de um vocábulo advindo de um sistema linguístico externo. A Onomasiologia segue pontos em comum com a Geografia Linguística e o método Palavras e Coisas, propondo-se a ―investigar os vários nomes atribuídos a um objeto, animal, planta, conceito, etc., individualmente ou em grupo, dentro de um ou vários domínios linguísticos‖ (BASSETO, 2001, p. 76). Através desse método, é possível especificar as atividades e costumes de uma região e situá-las no tempo: O método onomasiológico permite ver a cultura do povo cuja língua se estuda, costumes, ocupações, instrumental, crenças e crendices, moradia, enfim, sua mundividência. Permite sentir a linguagem viva, traduzindo a vivência cultural do povo. [...] De certo modo, a onomasiologia segue o caminho inverso da etimologia. Esta toma o significante para chegar aos significados, enquanto a primeira procura dar a história da palavra, desde a época mais antiga até chegar aos nossos dias, explicando, ou pelo menos tentando explicar, as diversas influências sofridas, os cruzamentos semânticos, sua vitalidade e frequência de uso etc. (BASSETO, 2001, p. 77-78) Os estudos baseados nesses métodos expuseram de forma mais clara a relação entre léxico, cultura e sociedade. A associação entre língua e sociedade, em outros termos, constituintes linguísticos e não-linguísticos da cultura, tem sido o principal enfoque nas áreas de Antropologia e Sociologia e, posteriormente, na Linguística, produzindo importantes debates e elencando diferentes perspectivas sobre a definição do termo cultura e, mesmo, sobre a adoção da referência língua e cultura (uma dicotomia) ou língua na cultura (língua como parte da cultura). Longe de sugerir a possibilidade de uma visão reducionista da questão, pontuaremos algumas dessas perspectivas, as quais, para a proposta dessa dissertação, conseguem abarcar os principais pontos que auxiliam a evidenciar fatores socioculturais presentes na língua (léxico). Em Duranti (1999, p.23), expõe-se uma crítica sobre como a cultura é concebida atualmente, ao utilizar-se de premissas anteriores para distorcer e legitimar ações de países mais ―desenvolvidos‖ sobre nações tidas como ―primitivas‖: [...] a noção de cultura é tão identificada com um programa colonial de supremacia intelectual, militar e política por parte dos poderes ocidentais em relação ao resto do mundo, que não pode se exercer sem assumir uma série de enganosas dicotomias como ―nós‖ e ―eles‖, ―civilizado‖ e ―primitivo‖, ―racional‖ e ―irracional‖, ―letrado‖ e ―analfabeto‖, etc. A ―cultura‖ é o que os 28 ―outros‖ têm, o que eles fazem, e os mantém diferentes, separados de nós. [tradução nossa, aspas do original] 8 Assim, elencamos as principais definições de cultura, tais como a concebemos aqui, as quais direcionam nosso estudo, distanciando-se de perspectivas restritivas e delimitativas, propiciando uma visão mais abrangente para a complexidade de tal tema. Iniciemos com a definição de Tylor (1920 [1871], p. 1, tradução nossa), considerado o fundador da antropologia como disciplina científica, em seu renomado livro Primitive Culture, no qual articula que as culturas mudam ao longo do tempo para se tornarem mais complexas, postulando uma das principais teorias sobre o tema emergida na segunda metade do século XIX 9 : A cultura ou civilização, tomado em seu sentido etnográfico amplo, é um conjunto complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes e quaisquer outras capacidades e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade. 10 Aqui, cultura é compreendida, em termos descritivos, como algo que todo o membro de um grupo social já possui, concebida como um sinônimo de civilização em uma perspectiva humanista, enfatizando uma relação que não poderia ser desvencilhada. Kroeber (1948, p.8) também segue esse pensamento ao considerar que as reações, os hábitos, técnicas, ideias e valores aprendidos e transmitidos, assim como o comportamento que eles induzem, é o que constitui cultura, sendo, portanto, algo herdado de nossas interações sociais. Para esse antropólogo estadunidense, a cultura é ainda um ―produto exclusivo do ser humano e, é nossa qualidade distintiva no universo‖ (1948, p.8, tradução nossa)11. Nesse ponto, 8 Texto original: ―[...] the notion of culture is so identified with a colonialist agenda of intellectual, military, and political supremacy on the part of western powers toward the rest of the world that it cannot be used without assuming a series of naïve and misleading dichotomies such as ―us‖ and ―them‖, ―civilized‖ and ―primitive‖, ―rational‖ and ―irrational‖, ―literate‖ and ―illiterate‖, and so on. ―Culture‖ is what ―others‖ have, what makes them and keeps them different, separate from us.‖ 9 Cabe ressaltar outra teoria, anterior a Edward Tylor (1932-1917), mas que ainda tem grande influência na corrente humanista de ensino, a do poeta e crítico britânico Matthew Arnold (1822-1888), na qual define cultura como algo pelo qual lutar para tornar uma sociedade melhor, ou seja, como algo ainda não alcançado pelo ser humano. (cf. Culture and Anarchy, 1869). Essas duas perspectivas sobre cultura tão diferentes e ocorrendo ao mesmo dimensionam o crescente interesse das áreas humanas pelo tema. 10 Texto original: ―Culture or civilization, taken in its wide ethnographic sense, is that complex whole which includes knowledge, belief, art, morals, law, custom, and any other capabilities and habits acquired by man as a member of society.‖ 11 Texto original: ―[…] exclusive product of men, and is their distinctive quality in the cosmos.‖ 29 acrescenta-se à definição de cultura uma expressão específica, e a mais importante, dentro de um conjunto que diferenciaria a humanidade no universo. Cultura, segundo Kroeber (1948, p.8),tem um papel central no comportamento social, por ter um elevado grau de influência, desde que a mesma regula e opera nossas ações para vivermos em conjunto, o que torna um via de mão-dupla por necessitar que os homens também repassem o conhecimento que adquiriram para outros, assim cultura e sociedade passam a coexistir: […] cada ser humano é influenciado por outros homens que, por sua vez, foram influenciados por outros ainda, no sentido de manter e desenvolver certas idéias, instituições e padrões. E uma forma abreviada de expressar isto é dizer que todos eles são influenciados pela cultura na qual crescem [...] A cultura é, portanto, uma força poderosa no comportamento humano - tanto no comportamento individual como no social. 12 Embora sociedade e cultura sejam percebidas como fenômenos separados, já que não há cultura no nível sub-humano, porém há níveis de socialização (p. ex. entre as abelhas), elas são dependentes desde que a existência de cultura pressupõe sociedade já que a primeira é o produto de um grupo social e a segunda é responsável por transmitir o conhecimento das normas dessas relações. A noção de cultura passa por um processo gradual de interpretações, distanciando-se de aspectos meramente descritivos e se alicerçando em padrões na qual é vista como ―todos esses modelos historicamente criados para viver, explícitos ou implícitos, racional ou irracional [...] que existem em determinado momento como potenciais guias para o comportamento dos homens‖ (KLUCKHOHN; KELLY, 1945, p. 97, tradução nossa)13 . Cultura, então, é apresentada como um sistema estruturado, propondo uma abstração, a qual deve ser compreendida em ―um dado momento‖ devido ao seu caráter não-estático, sujeita a mudanças constantes como sugerido pelas influências na transmissão em Kroeber (1948, p. 311), o qual também lembra que em 12 Texto original: ―[…] every human being is influenced by other men who in turn have been influenced by still others in the direction of maintaining and developing certain ideas, institutions, and standards. And a shorthand way of expressing this is to say that they are all influenced by the culture they grow up in […] Culture is therefore a powerful force in human behavior – in both individual and social behavior.‖ 13 Texto original: ―[…] all those historically created designs for living, explicit or implicit, rational or irrational […] which exist at any given time as potential guides for the behavior of men.‖ 30 cultura deve haver padrões (organizações ou sistemas) que possibilite manter uma coerência do que uma simples acumulação de peças aleatórias. De acordo com Hoijer (1953, p. 556) sobre a definição de Kluckhohn e Kelly (1945), ao longo do tempo e, principalmente, sob o impacto de novas situações, emergem, no grupo social, novas maneiras de viver e mudanças nas antigas face aos inúmeros obstáculos enfretados pelos membros de um grupo social. Isso pode ocorrer consciente ou inconscientemente o que corrobora a afirmação de Kroeber acima (1948, p. 8) sobre a cultura, característica ―distintiva‖ humana, ser uma capacidade de abstração de formas de se relacionar e de se adaptar. Em relação à heterogeneidade do termo cultura e de sua variação em diferentes sociedades, Malinowski (2009, p. 49) busca intercalar uma análise institucional (entendida aqui como organização humana) e funcional para o estudo da mesma: [...] torna-se também necessário levar em conta o fator tempo, ou seja, a mudança [...] todo o processo evolutivo ou difusor se inicia sob a forma de mudança institucional. Quer seja como invento quer seja difundido, um novo engenho técnico infiltra-se no sistema de comportamento organizado pré- existente e, aos poucos, transforma por completo essa instituição. Em termos de análise funcional, [...] qualquer invento, revolução, mudança intelectual ou social apenas ocorre quando criadas novas necessidades; incorporam-se assim no processo cultural ou na instituição novos mecanismos relativos à técnica, ao conhecimento ou à crença. Ou seja, a cultura seria concebida aqui pelo todo indivisível, institucional e funcional, integrando-se, conforme o próprio Malinowski (2009, p. 40), múltiplos princípios, a contiguidade do espaço, a especialização das atividades, e, até mesmo, o uso do poder na estrutura política. Assim, ainda nas palavras do autor, ―cultura deve a sua plenitude e autossuficiência ao fato de satisfazer toda a gama de necessidades básicas, instrumentais e integrativas‖ (2009, p. 40). É interessante notarmos que a sociedade é percebida como um todo heterogêneo, com conflitos e diferenças que estariam interferindo no modo de agir e, consequentemente, no fator linguístico. Nessa concepção de cultura é que a língua se insere, de maneira a também a adquirir os mesmos atributos de abstração no processo de assimilação, constituindo-se como parte da cultura, na qual é impossível conceber uma sem a outra (HOIJER, 1953, p. 556) Nesse sentido, Sapir (1949, p. 1) pontua de forma categórica o papel da língua na cultura como ―um significado perfeito de expressão‖, cuja ―essencial perfeição‖ torna-se um ―pré- 31 requisito para o desenvolvimento da cultura como um todo‖, por possuir uma ―forma altamente desenvolvida‖, a língua consegue acompanhar e resguardar as nuances do aspecto cultural, lidando com ―as diversas referências e significados‖ que essa é capaz de promover. Sapir (1969, p. 21) considera que a língua deve ser vista como ―um guia da simbolização da cultura‖, a qual não pode ser desvinculada do mundo extralinguístico por retratar simbolicamente as experiências sociais. Partindo desses pressupostos de cultura e língua, ou melhor, língua como parte da cultura, podemos compreender como o léxico, único nível linguístico em constante expansão, desempenha uma função primordial estando associado mais explicitamente com os fatores externos, seja pela nomeação de utensílios de trabalho, pelas novas referências a um determinado objeto, pelas diferentes crenças e ideias que perpassam um grupo social ou pelas transformações sócio-históricas a que está sujeita uma sociedade. Um estudo que enfatize os fatores sociais na composição de um vocabulário é a proposta teórico-metodológica de Georges Matoré (1973 [1953]), ao afirmar que a criação de uma palavra equivale à formação de um conceito, a qual, não pelo surgimento, mas pela difusão da mesma, tornaria algo individual na origem em coletivo no processo de transmissão (p. 36-39). Criticando as abordagens que tratavam o léxico através de constatações sem uma análise satisfatória dos fatos, Matoré (1967, p. 9) defende que é o fator sócio-histórico que pode explicar o vocabulário de um determinado período, considerando a palavra não como um objeto isolado e, sim, como ―[...] um elemento dentro de unidades maiores, que podemos classificar hierarquicamente com base na análise das estruturas sociais‖ (tradução nossa)14. Embora o método de Matoré tenha recebido duras críticas (CAMBRAIA, 2013), dentre as quais que sua análise se concentrava primordialmente nos fatores sociais, deixando em segundo plano o fator linguístico, a parte essencial de conceber ―o valor social da palavra‖, o que se estabelece como o cerne de seu trabalho, mostra-se muito relevante para os estudos lexicológicos. De forma a ressaltar que a metodologia de Matoré não é totalmente inadequada, Cambraia (2013, p. 184) propõe que para uma ―visão dinâmica‖ da análise lexical deve-se centrar nos três principais eixos (social, espacial e temporal), assim como defendeu Labov (1982), garantindo ―uma compreensão mais global das mudanças‖. 14 Texto original: ―un élément à l'intérieur d'ensembles plus importants, que nous classons hiérarchiquement en partant d'une analyse des structures sociales.‖ 32 Essa exposição fundamenta o ponto central dessa dissertação de que o estudo do léxico não pode ser compreendido desvinculado dos fatores que compõem uma sociedade, considerado apenas do ponto de vista do código linguístico, não por sugerir uma relação determinista, mas por apresentar uma organização e funcionamento específicos dentro de um vocabulário. Desde que a história passa a estar inscrita mais nitidamente nesse nível linguístico, esse se torna a principal fonte da representação sociocultural de um determinado grupo. Os constituintes não-linguísticos atuam constantemente na escolha, na difusão e na ampliação lexical, evidenciando a necessidade de se transmitir a realidade que nos rodeia e, nesse processo, as palavras novas ( neologismos) assumem um papel central para a manutenção e dinamicidade do léxico. 1.3 O neologismo O conceito de neologismo esteve condicionado a orientações que dificultaram uma avaliação mais objetiva do fenômeno, segundo o lexicólogo francês Bernard Quemada (2009), o qual argumenta que a neologia pode alcançar ―bons resultados‖ ao se levar em conta as implicações filológicas derivadas da história e da cultura de uma língua. A função desse fenômeno na língua consiste que: [...] a neologia responde a uma necessidade de denominar a tranformação do mundo, o progresso do conhecimento, a vinda à luz da realidade, conceitos, sentimentos ou comportamentos novos. Ele também permite expressar sentimentos, pessoais ou polêmicos, através de criações poéticas, artísticas, lúdicas, satíricas, e assim por diante, de alcance afetivo, cultural ou social. (QUEMADA, 2009, tradução nossa) 15 As transformações no decorrer do século XX no campo sociopolítico, econômico e cultural, tais como, a aceleração e a multiplicação de inovações científicas, o contato multilinguístico possibilitado pela globalização e a consequente intensificação dos meios de comunicação de massa, abrindo espaço para o surgimento de novos gêneros, propiciaram, segundo Quemada (2009), um aumento na criatividade lexical de uma significância quantitativa e qualitativa. 15 Texto original: ―[...] la neologia risponde alla necessità di denominare le trasformazioni del mondo, i progressi della conoscenza, il venire alla luce di realtà, concetti, sensibilità o comportamenti nuovi. Ela permette inoltre di esprimere sentimenti, personali o polemici, attraverso creazioni poetiche, artistiche, ludiche, satiriche e così via, di portata affettiva, culturale oppure sociale.‖ 33 Várias perspectivas sobre os processos de formação de palavras contribuíram para um olhar mais crítico do fenômeno através de dados empíricos que suportam essa dinamicidade já na segunda metade do século passado. A tese de doutorado de Georges Matoré, Le vocabulaire et la société sous Louis- Philippe, em 1946, que investigou o vocabulário da França em 1830, evidenciando indicações precisas e gerais sobre o léxico de uma época particularmente dinâmica que correspondeu ao nascimento do capitalismo industrial e do movimento do Romantismo, também identificou que novas estruturas sociais produzem novas unidades lexicais correspondentes. Partindo primeira fase da extensa obra de Théophile Gautier, Matoré (1967) descreve até que ponto a evolução da vida econômica, as repercussões dos acontecimentos políticos e as transformações dos costumes marcaram o vocabulário da época. O aspecto social da língua e as mudanças em uma dada época tornam-se o cerne de sua análise: Nós tentamos mostrar nessa obra até que ponto as novas condições de vida, eliminando alguns elementos (aristocracia), permitem que outras pessoas acessem a vida social (classes populares) ou desempenham um papel dominante (burguesia), introduzindo na linguagem novos fatores de desenvolvimento. (MATORÉ, 1967, p. 20-21, tradução nossa) 16 Sendo o vocabulário a ―tradução‖ das realidades sociológicas, Matoré (1973[1953], p. 42-43) defende que os estudos que contemplem o léxico devem visar tanto o aspecto objetivo, como as realidades independentes do indivíduo, como o aspecto subjetivo, que compreende as condições socioculturais de um dado momento. O mecanismo da criatividade lexical também foi analisado com mais detalhe no âmbito da terminologia. A obra de Peter Wexler, Le vocabulaire des chemins du fer en France (1778-1842), publicada no ano de 1955, é considerada uma das pioneiras por descrever os novos termos das ferrovias desde as primeiras tentativas de construção, no fim do século XVIII, registrando todas as ocorrências de forma documentada e evidenciando motivações histórias (p. ex., o alto número de empréstimo da língua inglesa devido ao avanço da Inglaterra nessa área: machine à vapeur > locomotive; cheval de fer > iron horse) e motivações sociais como ressalta o 16 Texto original: ―Nous avons essayé de montrer, au cours de cet ouvrage, à quel point les nouvelles conditions de vie ont, en éliminant certains éléments (aristocracie), en permettant à d‘autres d‘accéder à la vie sociale (classes populares) ou de jouer un rôle dominant (bourgeoisie d‘affaires), introduit dans le langage de nouveaux facteurs d‘évolution.‖ 34 autor sobre ―a escolha, para designar uma coisa ou uma atividade, não se determina a partir de uma contiguidade [uso metonímico] ou semelhança abstrata [uso metafórico], mas a partir de uma relação social‖ (p. 127, tradução nossa)17. Outro estudo importante que detalha um vocabulário terminológico é de Louis Guilbert, Le vocabulaire de l‟astronautique (1967), que, como a sua obra anterior, La formation du vocabulaire d l‟aviation, em 1965, demonstra que ―a análise da constituição de um sistema de signos pode traduzir uma realização técnica nova‖ (p. 9, tradução nossa)18. Nesse novo estudo, Guilbert não considera os novos termos da astronáutica em sua estratificação e adaptação às realidades técnicas em evolução, como o analisou com os termos da aviação, mas, sim, sua difusão por ocasião dos eventos estritamente limitados em número e, claramente, situados em um período específico entre os anos de 1961 e 1963. A observação sistemática da neologia nas línguas de especialidades também ocasionou uma nova denominação, refletindo um comportamento diferente entre os vocabulários. Assim, neologia e neologismo (fenômeno e produto) se referem à criatividade lexical no vocabulário comum, enquanto neonímia e neonímo (RONDEAU, 1981, p. 121-142) ou neotermo (BOULANGER, 1989, p. 202), ao processo de criação e às novas unidades lexicais no vocabulário de especialidades, respectivamente. É necessário, entretanto, apontar que as contribuições sobre a neologia não estão somente confinadas à área terminológica (neologia planejada) ou ao vocabulário de língua geral (neologia espontânea), se estendendo, também, para diversas áreas, desde as artes até aos diferentes domínios da Onomástica, alcançando inclusive os domínios da lexicografia em relação aos critérios adotados para a inclusão de novas palavras, evitando, segundo Miranda (2000), que se implemente unidades que não tenham nenhuma atestação, as denominadas palavras-fantasma. Essa delimitação mais específica por um assunto, como realizou Guilbert com os termos da aviação e da astronáutica, Wexler com a construção férrea da França, ou os trabalhos que se centram somente na obra de um autor como o fez Matoré, e mesmo o foco em apenas um período de tempo como o estudo sobre os neologismos associados ao terrorismo surgidos antes e 17 Texto original: [...] le choix, pour désigner une chose ou une activité, ne se détermine pas à partir d‘une contiguité ou ressemblance abstraite, mais à partir d‘un lien social 18 Texto original: […] l‘analyse de la constitution d‘un système de signes pour traduire une realization technique nouvelle. 35 após o 11 de setembro (PAQUIN, 2006), apontam para a necessidade de primeiro delinear as singularidades e similaridades, para depois ampliar o alcance da análise. Dessa maneira, a confiabilidade de se perceber as particularidades em cada vocabulário, ajuda a compreender melhor não só o funcionamento, mas a tendência que alguns vocabulários tendem a assumir frente ao fenômeno. Visto como um guia para um grupo linguístico, o vocabulário já foi considerado a parte menos significativa para a análise de uma língua pela linguística histórica, devido a sua instabilidade e variação de uma pessoa para outra e entre diferentes contextos. Divergindo da visão restritiva desse ramo de estudo, Gleason (1972, p. 4-5) destaca que algumas vantagens do vocabulário sobre outros níveis está na facilidade, relativa, em se encontrar os dados e nas semelhanças de palavras entre duas línguas, que longe de serem insignificantes, apresentam um bom caminho para o estudo das mesmas. Neste trabalho, não adotaremos a perspectiva da terminologia para tratar dos neologismos no vocabulário de política. Primeiro, o vocabulário de política está associado com diferentes áreas (direito, medicina, sociologia, economia, etc.), dessa maneira, torna-se difícil falar em um vocabulário de política, sendo mais adequado tratarmos de um vocabulário sobre política. Segundo, e, talvez, esse seja o principal fator, analisar um vocabulário que diz respeito à política, mas que, ao mesmo tempo, não se restringe ao vocabulário técnico-político, através de textos que são produzidos em espaços virtuais que envolvem, principalmente, o vocabulário da língua comum, compartilhado por todos que utilizam esse espaço de interação, possibilita uma visão mais abrangente da dinamicidade do léxico presente nessa área, portanto, sendo mais apropriado analisar neologismos ao invés neotermos. 1.3.1 Pressupostos teóricos A neologia tem recebido especial atenção a partir da segunda metade do século XX, uma lacuna que está sendo preenchida, como vimos, por estudos que evidenciam a relevância da análise sobre as novas criações que surgem no léxico. Nas línguas românicas, inúmeros pesquisadores tornaram-se referências, os quais têm contribuído para conceituar e descrever esse processo em diferentes tipos de vocabulário. 36 As diferentes perspectivas desses autores auxiliam na compreensão de um fenômeno que ainda necessita de mais análise. Na verdade, veremos que muitas das questões levantadas servem como uma base para futuras ―expedições‖ no âmbito neológico, ressaltando toda a complexidade envolvida desde a definição até os critérios para a identificação de uma nova unidade lexical. 1.3.1.1 O conceito de neologia Neologia é o fenômeno que dá origem a novas unidades lexicais, valendo-se, para esse fim, de diferentes processos de formação de palavras (PFPs), caracterizando o léxico como o único nível linguístico em constante expansão. Alves (1990, p. 5) especifica a neologia como o processo de criação de novas unidades e o neologismo como o produto final resultante desse processo. No entanto, essa simples definição já carregou vários significados ao longo de sua difusão. Boulanger (2010, p. 40) atesta o uso polissêmico do termo neologia desde o século XVIII: A palavra neologia aparece em francês em 1.759. Em seguida, ela carrega um valor semântico que se refere à criação de palavras, expressões ou de significados novos. No século XVIII, opõe-se ao neologismo (1.735), que possuia um sentido pejorativo e designava a criação abusiva, imprórpia e inútil de signos novos. Por extensão, também se referia à atribuição de novidade na maneira de falar, sentido que se perdeu posteriormente. (tradução nossa) 19 Mesmo hoje, a neologia compreende tanto o processo de criação de novas unidades como o estudo do mesmo. Evitando essa ambiguidade, usaremos sempre o termo neologia com a primeira definição, caso contrário, explicitaremos a alternância. Louis Guilbert é um dos mais influentes e pioneiros estudiosos no campo da neologia. Suas contribuições para a discussão do fenômeno centram-se em duas obras: Théorie du néologisme (1973) e La créativité lexicale (1975). Defendendo a perspectiva sincrônica para o conceito de neologia, Guilbert (1973, p. 11) repudia a interpretação do fenômeno através de uma simples acumulação de neologismos que substitui os termos antigos em vias de desaparecimento, destacando que o aparecimento da nova 19 Texto original: ―Le mot néologie apparaît en français en 1759. Il est alors porteur d‘une valeur sémantique qui renvoie à la création de mots, d‘expressions ou de sens nouveaux. En cela, au XVIIIe siècle, il s‘opposait à néologisme (1735) qui possédait un sens péjoratif et désignait la création abusive, mauvaise, voire inutile de signes nouveaux. Par extension, il référait aussi à l‘affectation de nouveauté dans la manière de parler, sens qu‘il a perdu depuis.‖ 37 forma ocorre pela não-consciência ou ignorância de quem ouve sobre o estado anterior da língua, dependendo da dinâmica do momento. Valendo-se da dicotomia saussuriana, Guilbert (1973, p. 13) considera que a relação entre língua (representação coletiva dos falantes) e a fala individual permite uma definição mais condizente com a criação linguística: o ato da expressão é individual, mas em função do coletivo: [...] é o falante que cria o neologismo; mas, ele o faz enquanto membro de uma comunidade com a intenção, declarada ou não, de enriquecer a comunicação. Ao mesmo tempo, o interlocutor é parte envolivda dentro da criação, uma vez que é o destinatário. Assim, a formação do neologismo não é somente um ato de fala, ele é destinado a ser também um fenômeno da língua. (tradução nossa) 20 A neologia corresponde ao que há de novo em outros níveis linguísticos, sendo assim, Guilbert (1973, p. 15) designa de neologia o movimento de evolução que dinamiza a língua, podendo ocorrer no nível fonológico, morfológico ou sintático, e de neologia lexical, as criações individuais de palavras. Outro teórico francês de importante representatividade para os estudos neológicos é Alain Rey (1995) que retoma no capítulo ―The concept of neologism and the evolution of terminologies in individual languages‖ os postulados do seu conhecido texto de 1976, Néologism: un pseudo-concept?. Nesse texto, Rey (1995, p. 65) reforça a imprecisão da definição do termo neologismo no nível lexical, devido às dificuldades de definição de palavra e léxico. Ao sugerir que se deve especificar quais unidades deveriam receber o rótulo de ‗neologismo‘, o autor (1995, p. 68-71) delimita três aspectos que são necessários para definir o ‗novo‘ em neologismo: (i) formal: resultado de regras gramaticais (prefixação, sufixação e composição), frisando que o processo de silabação de um conjunto de letras (acronímia), embora não se insira na gramática, deveria ser tratado pela morfologia, já que se constitui uma base para a criação de novas unidades pelo acréscimo de morfemas; os empréstimos também se inserem nesse aspecto, mas por um processo de transferência de um item já existente para outro sistema linguístico, correspondendo, portanto, à criatividade lexical, mas não gramatical; (ii) semântico: segundo o autor, todo neologismo 20 Texto original: ―[...] [Il est] le sujet parlant qui cré ele nélogisme; mais il le fait em tant que membre d‘une communauté avec l‘intention, avouée ou non, d‘enrichir la communication. Du même coup, l‘interlocuteur est partie prenante dans la création, puisqu‘il en est le destinataire. Ainsi la formation du nélogisme n‘est pas seulement un acte de parole, elle est destinée à être aussi un phénomène de langue.‖ 38 apresenta esse aspecto. Nos casos de empréstimo, a novidade semântica é total no sistema linguístico de entrada, enquanto que é parcial nas criações formais e um pouco mais fraca nas abreviações e acrônimos, já que esses processos expressam uma conotação diferente da base original, considerando, também, os casos de transferência de conteúdo semântico para um item já existente; (iii) pragmático: esse aspecto está relacionado ao contexto de uso do neologismo, ou seja, não sendo possível considerar o neologismo de forma abstrata, é necessário investigar esse contexto de comunicação no qual os neologismos são definidos, identificando critérios de aceitabilidade de um neologismo dentro de uma comunidade linguística, como um item que vem de outro registro, por exemplo, através do qual resultaria em novidade semântica. Para finalizar, Rey (1995, p. 75-77) defende que em uma análise para definir léxico e neologismo, a língua deve ser concebida como um código funcional com suas variantes estabilizadas pelas normas, estabelecendo os limites das seguintes dimensões: cronológica, espacial e sociocomunicativa. Na dimensão cronológica, a perspectiva sincrônica é considerada como a mais objetiva, possibilitando a análise das estruturas e as modificações lexicais. Ou seja, o neologismo estaria restrito ao momento em que foi criado, de maneira a transparecer todas as informações que influenciaram seu surgimento. A dimensão espacial (geográfica) refere-se a uma língua inserida em uma região de limites geográficos extensos, propiciando diferentes usos da mesma. Nesses casos, a investigação deve considerar: (a) o conjunto de termos funcionais comuns; (b) unidades que pertençam somente a um dos sistemas; (c) neologismos comuns; (d) neologismos específicos. Por último, na dimensão sociocomunicativa, os vocabulários funcionam em um ambiente social conforme situações comunicativas específicas. Assim, o mesmo neologismo pode ter um valor diferente para um grupo de falantes ou para um grupo de especialistas. Com essas considerações, Rey (1995, p. 77) assim define neologismo: [...] uma unidade do léxico, palavra, lexia ou sintagma, cujo significado, ou a relação significado-significante, pressupondo um funcionamento efetivo em um modelo de comunicação específica, não estava previamente materializado como uma forma linguística no estágio imediatamente anterior do léxico da língua. (tradução nossa) 21 21 Texto original: ―[...] a unit of lexicon, a word, a word element or a phrase, whose meaning, or whose signifier- signified relationship, presupposing an effective function in a specific model of communication, was not previously materialized as a linguistic form in the immediately preceding stage of the lexicon of the language.‖ 39 Jean-Claude Boulanger é professor em Quebec, Canadá, uma região que adota o francês como língua oficial, frente ao inglês que é a língua oficial do país. Parte de sua pesquisa centra-se nessa questão política. Dividindo-se entre a lexicografia e o surgimento de novos itens na área terminológica, o autor aponta a valorização da neologia como disciplina em Quebec. Em seu artigo de 2010, Sur l‟existence des concepts de „néologie‟ et de „néologisme‟, o autor expõe o caráter essencial da neologia para a manutenção do francês em meio a esse cenário de conflito: A neologia é uma das forças criadoras da língua e a que assegura o seu futuro. O francês apenas sobreviverá enquanto usar a dinâmica dos mecanismos da criação e que gerará todos os neologismos necessários à expressão de todas as suas necessidades para dizer e explicar o mundo. (BOULANGER, 2010, p. 68, tradução nossa) 22 Na linha de pesquisa do português europeu (PE), os trabalhos de Margarita Correia centram-se na observação de neotermos, entretanto, suas análises não estão restritas a aspectos descritivos e funcionais. A investigação na área terminológica tem suscitado novos direcionamentos sobre a abordagem de determinados PFPs. A intensificação de processos não- concatenativos (palavras-valise, siglas, acrônimos, truncação) leva-se a repensar, segundo Correia (2003, p. 1), o ―peso‖ que esses processos, até então, marginalizados e característicos da neologia estilística, passam a ter na neologia denominativa. Utilizando-se dos termos produtividade e criatividade, Correia (2003, p. 4) engloba os processos regulares (sufixação, prefixação, composição por bases autônomas ou não-autônomas), aplicados de modo inconsciente devido ao conhecimento internalizado das regras lexicais no primeiro grupo, já os processos não- concatenativos, considerados imprevisíveis por serem irregulares, ocasionando uma deformação em uma das bases e, em alguns deles, uma extensão de sentido (neologismo semântico), estão inseridos no segundo. Nesse estudo, denominaremos os processos não-concatenativos como inovadores devido a sua imprevisibilidade e da necessidade de um contexto pragmático para a sua compreensão e de conservadores, os processos regulares que dependem apenas do conhecimento interno linguístico do falante para o seu uso e reconhecimento. Outro fenômeno apontado por Correia (1995, p. 304) é a recursividade. Os níveis linguísticos têm como base processos limitados para criarem sequências infinitas. Ou seja, no 22 Texto original: ―La néologie est l‘une des forces créatrices de la langue et ele est l‘assurance que celle-ci a un avenir. Le français ne survivra qu‘en autant qu‘il usera de la dynamique de ses mécanismes de création et qu‘il générera tous les néologismes nécessaires à l‘expression de tous ses besoins pour dire et expliquer le monde.‖ 40 nível lexical, uma base pode se associar primeiro a um sufixo e, posteriormente, a um prefixo, dando origem a diferentes palavras. Para a definição de neologismo, a autora também atesta a sincronia como o ponto de partida para a identificação de uma nova unidade lexical: [...] uma dada unidade apenas pode ser considerada em relação à época em que surge (e ao estádio imediatamente anterior da língua), ao significado que é atualizado num dado contexto (e que não o era num momento anterior) e ao registo linguístico em que ocorre (em relação ao estado anterior desse registo linguístico). (CORREIA, 1998, p. 60) A autora ressalta que a problemática também existe na classificação de um neologismo, devido à dificuldade de identificar processos que nem sempre são transparentes ao primeiro contato: É o caso de palavras que, ainda que sendo construídas de acordo com as regras da língua em análise e usando os seus recursos morfológicos e lexicais, mais não são do que réplicas, decalques semânticos e/ou morfológicos de palavras construídas noutras línguas – exs.: esquerdo-sarkozysmo (do francês “guacho- sarkozysme”), revolução bolivariana (do espanhol ―revolución bolivariana”), bomba suja, terrorismo global, urânio empobrecido, islamofobia (do inglês, respectivamente, ―dirty bomb”, ―global terrorism”, ―impoverished uranium” e ―islamophobia”). Como classificar estas unidades? Como neologismos formais ou como empréstimos adaptados? (CORREIA, 2010, p.8, itálicos do original) Essa divergência de nomenclatura está presente em diferentes observatórios, como aponta a autora, o que impossibilita um dos objetivos desses núcleos de pesquisa que é a sistematização dos processos neológicos. Adentrando a questão colocada acima, a motivação para o uso ou a criação de uma nova unidade escapa muitas vezes da análise de um lexicólogo. Casos de neologismos que se assemelham à língua em que estão inseridos demanda uma tarefa impossível em averiguar qual foi o primeiro uso e a possível relação com outro sistema linguístico. Em relação à neologia no meio virtual, cada vez mais será difícil determinar a origem em uma análise diacrônica, já que a datação não será uma fonte confiável devido à atualização constante, algo inevitável para a dinâmica desse meio, o que impede o resgate da data exata em que a nova forma foi inserida, não permitindo que se postule o verdadeiro processo, principalmente em casos de empréstimos. 41 1.3.1.2 Detecção de um neologismo Essa difícil conceituação de neologismo deriva dos critérios para se identificar uma nova unidade lexical. Levando em consideração que o neologismo é justamente essa unidade não registrada anteriormente no sistema (REY, 1995, p. 77; BOULANGER, 1979, p. 65-66), nos deparamos com o fator tempo para delimitar essa ocorrência. Esse critério de identificação é importante devido que: A sobrevivência do neologismo como forma integrante da língua só encontra justificação em uma dimensão histórica, dentro do componente de tempo. Este é um primeiro critério para sua identificação, posto que é o tempo que pode dar ao vocabulário sua independência e sua autonomia, tanto semântica como formal e funcional, características ambas que vêm dadas pela frequência de uso do vocábulo [...] , e que em último termo recebe o reconhecimento com sua entrada no dicionário. (DIEGO, 1973, p. 355, tradução nossa) 23 Vários autores concordam com esse fator para se conceituar um neologismo (CORREIA, 1998; REY, 1995, p. 77; GUILBERT, 1975, p. 32). Dessa identificação em relação ao tempo, Pujol (2007) expõe alguns critérios que tentam delimitar essa novidade, dentre eles: o sincrônico (novo em relação a um dado momento), o diacrônico (em relação a duas faixas de tempo), o estrutural (palavra instável formalmente e conceitualmente) e o lexicográfico (não constando em uma obra dicionarística). O critério psicológico é o menos contemplado para esse tipo de análise. Sablayrolles (2006, p. p. 141-142) questiona essa sensação de novidade do neologismo: i) a partir de quando uma nova unidade é um neologismo?; ii) até quando um neologismo é um neologismo?. O ―estado de neologicidade‖, segundo o autor, varia de acordo com a influência e a rapidez de propagação, o que comprova ser um critério volátil tomado isoladamente, mas não completamente inválido, já que pode ser usado para se analisar a competência lexical de alunos em diferentes faixas do ciclo do ensino regular, por exemplo (CORREIA; ALMEIDA, 2012, p. 27). A extração (semi)automática através de softwares que detectam uma sequência de palavras como novas parece um critério mais apropriado à primeira vista (cf. JANSSEN, 2009, 23 ―La supervivencia del neologismo como forma integrante del lenguaje sólo encuentra justificación en una dimensión histórica, dentro de la sustancia del tiempo. Éste es un primer criterio para su identificación, puesto que es el tiempo quien puede dar al vocabulario su independencia y su autonomía, tanto semántica como formal y funcional, características ambas que vienen dadas por la frecuencia de uso del vocablo [...] , y que en último término reciben el espaldarazo con su entrada en el dicionário.‖ 42 2005) 24 , entretanto, sua limitação está em identificar apenas os neologismos formais, deixando de lado alterações semânticas (metáfora, metonímia), semântico-sintáticas (conversão), casos de homonímia e formações por composição, como já foi amplamente discutido em diversos trabalhos sobre o tema (SABLAYROLLES, 2012, 2002; CARTIER; SABLAYROLLES, 2011). Acrescentamos que outro processo que também pode não ser detectado são os acrônimos que se assemelham a unidades lexicais existentes, como atestamos em nossa análise, tal como, FRAUDE (Folha Reacionária Autoritária Universal Decrépita Escamoteadora). Enquanto isso, como lembra Sablayrolles (2012), a extração manual dos últimos processos depende do critério psicológico, o que resulta em uma captação parcial dos usos por conversão ou por extensão metonímica ou metafórica, e, assim, uma visão bem limitada sobre a quantificação desse processo. Por último, temos o critério lexicográfico, considerado por muito o mais objetivo, e, por isso, o critério mais adotado, mas nem assim o menos questionável (CARTIER; SABLAYROLLES, 2011; SABLAYROLLES, 2013 2012, 2009, 2002, 1996; SABLAYROLLES; CARTIER, 2013). O nascimento de uma palavra a inscreve automaticamente como parte do léxico. No entanto, sua recepção e difusão sociais são fundamentais para a inserção da nova unidade em uma obra lexicográfica (BOULANGER, 2009), descaracterizando-a como um neologismo ao eliminar o sentimento de novidade. As lacunas do critério lexicográfico recaem em alguns pontos: omissão voluntária ou acidental de nomenclaturas, aversão a recentes criações, divergência de nomenclaturas entre obras, omissão de neologismos semântico-sintáticos (SABLAYROLLES, 2013), a demora das atualizações e a impossibilidade de uma obra conter todas as unidades lexicais de uma língua, já que o léxico está em constante expansão, qualificando a recente publicação de um dicionário como ultrapassada. Cabré (2003, p. 26) ressalta que dos critérios citados o lexicográfico é o que mais atende aos requisitos de uma análise neológica, observando a eficácia dessas obras em 24 Embora as ferramentas tecnológicas tenham avançado na busca automática de neologismos, ainda há somente três maneiras de detecção: 1) lista de exclusão (adotar uma lista de palavras já registradas e usá-la como um filtro para identificar novas); 2) padrões léxico-sintáticos (a extração é feita através do contexto de uso do neologismo, considerando que as novas unidades são introduzidas, em um primeiro momento, de uma maneira especial); 3) análise estatística (a quantificação é feita em comparação das palavras em um corpus em análise com um corpus de referência, as palavras do primeiro corpus em ocorrência zero ao de referência são consideradas como potencialmente neologismos). (JANSSEN, 2009) 43 dicionarizar itens que serão excluídos da lista de neologismos, mesmo que essas unidades figurem com a acepção de neologismos quando são atestadas na primeira vez. Boulanger (2009, p. 373) organiza em três fases a trajetória do neologismo: (1) o condicionamento ao momento de criação, de difícil compreensão ao primeiro contato, tornando- se mais clara com a frequência na fala; (2) a identificação de sua ocorrência em um texto escrito, possibilitando certificar sua datação aproximada; e (3) por fim, a data de sua entrada em um dicionário (embora a mesma possa variar de obra para obra). De forma a garantir um melhor desempenho desse critério, Sablayrolles (2002) considera que o corpus de exclusão lexicográfica requer uma atenção sobre a obra selecionada, o ano de publicação e a confiabilidade da mesma, sugerindo a adoção de, pelo menos, duas obras, sendo essas comumente usadas, o que demonstra o prestígio, e a atualização mais recente, garantindo mais objetividade sobre o registro de novos itens. Um ponto que merece menção em sua consideração sobre esse critério é que ―[...] uma palavra não é mais um neologismo por que consta em um dicionário, mas ela está em um dicionário porque não é mais um neologismo‖ (SABLAYROLLES, 2002, p. 100, tradução nossa) 25 . Ou seja, o sentimento de novidade se desfaz antes de sua entrada em uma obra lexicográfica e que esse último estágio apenas conclui a atestação de algo já cristalizado no léxico. 1.3.1.3 Tipos de neologismos Sobre a tipologia dos neologismos, podemos classificá-los de acordo com o processo (classificação formal) e com a função que exerce dentro de um vocabulário (classificação funcional). A ordem de apresentação e a nomenclatura seguem os processos listados em Alves (1990) que compreende todos os PFPs no português brasileiro (PB), entretanto, também destacamos as demais denominações para um mesmo processo, demonstrando que a dificuldade na sistematização também ocorre na designação. 1.3.1.3.1. Fonológico A criação de um significante totalmente novo é uma característica dos neologismos fonológicos (ALVES, 1990, p. 11). Entretanto, como lembra a autora, o novo significante não 25 Texto original: ―[...] un mot n'est pas non néologique parce qu'il est dans le dictionnaire, mais il entre dans le dictionnaire parce qu‘il n‘est plus néologique.‖ 44 basta apenas seguir as exigências de uma língua para que se torne parte do léxico, a inovação fonológica é impedida pelo próprio sistema linguístico, de forma a garantir uma uniformidade do mesmo, assim, os processos que incluem esse tipo de inovação tendem a ser mais limitados.  Criação onomatopaica Esse processo refere-se a significantes motivados pela imitação sonora. Alves (1990, p. 12) argumenta que essa formação não é totalmente arbitrária, baseando-se, mesmo que imprecisamente, em uma relação entre a forma e o ruído que tenta reproduzir. Já Correia e Almeida (2012, p. 34-35) ressaltam a arbitrariedade contida nesse processo, apesar de seu ―caráter aparentemente icônico‖, exemplificando as variedades de um mesmo som representado em diferentes línguas, tal como, o latido de um cachorro que no Brasil é expresso por au-au e em Portugal como ão-ão ou béu-béu. São bastante produtivas (ALVES, 1990; GUILBERT, 1975, p. 61) em gêneros de historinhas em quadrinhos e fábulas, formadas, preferencialmente, por duplicações como no exemplo acima ou, excepcionalmente, por expressões lexicalizadas – bem-te-vi, pertencendo à categoria morfossintática dos nomes, mas possibilitando a ocorrência de outras categorias como verbos: miar, cacarejar (CORREIA; ALMEIDA, 2012), o que segundo Guilbert (1975, p. 62) sustenta que a onomatopeia seja considerada um PFPs.  Modificação do significante Com o intuito de particularizar o sentido de um determinado item lexical, o processo que modifica o significante busca explicitar uma nova característica de um referente. O exemplo clássico em Alves (1990, p. 12) tchurma (turma), no qual vemos a substituição da oclusiva alveolar [t] pela africada palato-alveolar [tʃ] confere um novo sentido que não existia anteriormente.  Modificação gráfica A modificação gráfica assim como a modificação do significante atribui uma nova alteração de sentido ao item lexical, podendo ser de comicidade (honesto > onesto), crítica (gestão > jestão) ou como no exemplo trazido por Alves (1990, p. 13) ―xou da Xuxa‖, em que 45 xou (show) é modificado graficamente (sh > x) para fazer uma analogia com o nome da apresentadora, realçando o sentido em que essa forma adquire nesse contexto. Esse processo se restringe somente à escrita já que não há mudança ao nível do significante e, claro, necessitando de uma explicitação por parte de quem o usa (seja o uso de aspas ou de grifos), demonstrando a intenção de subverter a grafia e não de transparecer um mau uso da norma escrita e, talvez, pela necessidade dessa atenção, seja um PFPs bem menos recorrente. 1.3.1.3.2 Sintático Segundo Alves (1990, p. 14), os neologismos sintáticos diferem dos fonológicos por suporem uma combinação de elementos já existentes no sistema linguístico. Sendo mais numerosos e produtivos, a combinação de seus elementos não está restrita ao âmbito lexical, mas também ao nível frásico: o acréscimo de afixos pode alterar a classe gramatical da palavra original, a composição tem caráter coordenativo ou subordinativo e os elementos que integram a composição sintagmática e a acronímia são componentes frásicos com o valor de uma unidade lexical.  Derivação Prefixal O processo por prefixação é um dos mais produtivos no PB. Como aponta Alves (1990, p. 15), os significados acrescentados à base são inúmeros: grandeza ou exagero (ultra-, super-, hiper-, mega-, etc.), negação ou oposição (anti-, contra-, não-, des-,etc.), favorecimento (pró-), pequenez (micro-, mini-), temporalidade (pré-, pós-, recém-), espacialidade (ante-, sub-, etc.), dentre tantos outros. Várias ocorrências contrariam o status de não-alteração da classe gramatical com o acréscimo de prefixos (CORREIA; ALMEIDA, 2012, p. 49): (1a) moralN amoralAdj (1b) independênciaN pró-independênciaAdj Um problema que se coloca frente à sistematização desse PFPs é a ocorrência de determinados elementos que tem um comportamento similar ao dos prefixos, porém, com uma origem bem diferente dos prefixos tradicionais. 46 Denominados de fractoconstituintes (CORREIA, 2003) ou de afixoides (GONÇALVES, 2012), esses elementos resultam de uma truncação de uma unidade lexical, absorvendo o significado das palavras de origem, passando a compor outras bases. Um exemplo seria a palavra ecologia que passa por um processo de redução, dando origem a partícula eco-, a qual, por, seu vez, aparece em formações como ecoturismo, ecoterapia, ecomuseu. Para Alves (2006a, p. 139), a gramaticalização desses elementos em prefixos está conectada à dinâmica de várias transformações na era contemporânea: o avanço da informática (ciberapresentador, cibercafé, cibercrime), as posições referentes ao meio-ambiente (bioarqueólogo, biodança, biodiesel, ecobesteira, ecobife), o aumento da influência do tráfico de drogas (narcocorrupção, narcodólar, narcoexportador, narcoguerrilheiro), etc. Assim, a alta recorrência dessas partículas é um fator preponderante para classificá-las como processos derivacionais, como já se constata na base do Projeto TermNeo, sob a coordenação da autora, com os elementos bio-, e-, ciber-, eco-, entre outros. Gonçalves (2011, p. 72) ressalta que o uso dessas partículas se distancia do sentido erudito que possuíam, veiculando novos significados com a frequência em bases nativas, adquirindo novos traços semânticos, em uma ―espécie de metonímia formal‖ com a forma que lhe deu origem, não contendo mais o significado primário, como é o caso da partícula foto-, redução de ‗fotografia‘, que passa a compor outras bases, fotonovela, fotojornalismo, fotomontagem, entretanto, não mais com a acepção de ―luz‖ ―radiação magnética‖. Voltaremos a essa questão quando tratarmos do processo por composição por base(s) não-autônoma(s), e, que, apesar de não adentrarmos em todas as problematizações, acreditamos ser necessário expor as principais questões que envolvem os PFPs para diferenciar processos conservadores de inovadores.  Derivação Sufixal Assim, como a prefixação, a sufixação se apresenta como um dos processos mais produtivos nas línguas. A diferença consiste que a derivação sufixal, afixo que é acrescentado ao final da palavra, atribui sempre uma ideia acessória, e, geralmente, altera a classe da gramatical da mesma (ALVES, 1990, p. 29). Alves (1990) destaca a produtividade dos sufixos –ismo e ista. Com as acepções de ideia, movimento, posição partidária, para o primeiro e, de adepto, para o segundo, formam 47 substantivos e adjetivos associados a tais significados: brizolismo, brizolista, lulismo, lulista, aecismo, aecista. Para a formação de verbos, -ar e –izar são os mais produtivos: venezuelizar, cubanizar, malufar, lular, dilmar, marinar, tucanar, petezar. Sendo bem frequente o acréscimo do sufixo – ção para a nominalização, venezuelização, cubanização, mexicanização, indicando a expansão de um processo (Alves, 2006a, p. 136) e, evidenciando o fenômeno da recursividade (CORREIA, 1995) presente também no processo de novas palavras, um neologismo servindo de base para a origem de outro neologismo: cubanizar > cubanização. Devido à fertilidade da formação de advérbios pelo sufixo –mente, as obras lexicográficas optam por não registrar todas as ocorrências (ALVES, 1990, p. 35), o que ofusca formações relevantes como atestamos em facebookmente, a qual não apenas modifica a classe gramatical para advérbio, como também, adjunta a uma base estrangeira, a caracteriza como um empréstimo por integração por adaptação morfológica. A polissemia de um sufixo também é uma constante devido ao frequente uso de uma mesma partícula. Alves (2006a, p. 136-137) lembra o caso de –aço que pode denotar: excesso (ricaço), intensidade (pistolaço), talento (goleiraço), protesto em forma de barulho (panelaço, apitaço, buzinaço) e acrescentamos também a ocorrência de mamaço, protesto em que mães se juntam para protestar em lugares que proíbem tal prática em público ou mesmo uma conscientização para que todas amamentem seus filhos. Essa partícula –aço parece já ter assimilado o significado de ―protesto‖, já que quando adicionadas a bases estrangeiras mantém essa acepção: facebookaço e twittaço (protesto em massa realizado em meio virtual). Quanto ao uso recorrente, Gonçalves (2011, p, 89) analisa compostos de base erudita que, com a passagem da área científica para o vocabulário comum, experimentam novos usos, como vemos nos exemplos abaixo: (2a) beijólogo barrigólogo cigarrólogo (2b) desonfiômetro olhômetro bichômetro (2c) orkulólatra cinemólatra coca-cólatra Para o autor, o uso dessas novas bases apontaria para um deslocamento no continuum composição-derivação, sinalizando uma mudança no estatuto morfológico, ou seja, de radical 48 para afixo. Voltaremos a essa questão no processo sobre composição por base(s) não- autônoma(s).  Derivação Parassintética Derivação parassintética ou parassíntese consiste na junção simultânea de um prefixo e um sufixo a uma base para originar uma nova palavra. Esse processo não é muito produtivo (ALVES, 1990, p. 40), sendo sempre um processo de verbalização denominal ou deadjetival (CORREIA; ALMEIDA, 2012, p. 50). A identificação desse processo recai, necessariamente, em uma formação que não existia anteriormente, ocorrendo apenas com a junção dos afixos. Para ilustrar esse reconhecimento, usamos os exemplos de Basílio (1991a, p. 44-45): a palavra desalmado é uma formação parassintética porque não há *desalmaN ou *almadoN em português, ou seja, retirando um dos afixos, des- ou –ado, a palavra não existe por si só; outro exemplo que ilustra esse processo é insensatez, uma forma que contém um prefixo (in-) e um sufixo (-ez), entretanto, não se constitui uma derivação parassintética, visto que existe insensato e sensatez, sendo apenas uma formação em dois níveis diferentes de derivação. Por esse motivo, a autora destaca a complexidade desse processo por englobar não somente o aspecto morfológico, mas também o semântico, ao unir a função semântica do prefixo com a função sintática e/ou semântica do sufixo. Uma formação bem atípica é atucanar. Embora não haja atucanoN, existe tucanarV, sendo um caso limite entre insensatez e desalmado, mas tendendo para o primeiro caso, já que a existência da forma já é atestada sem a junção do prefixo. Estudos que tentam delimitar as fronteiras entre derivação e composição (CORREIA; LEMOS, 2005; ALVES, 2006b, 1991; BASÍLIO, 1991a; 1991b; SANDMANN, 1992, 1991a, 1991b) atestam as seguintes diferenças: i) enquanto que através do processo derivacional expressam-se noções mais gerais, a composição permite categorizações mais particulares; ii) a derivação é constituída por afixos e a composição, por bases; iii) o afixo tem uma função pré- determinada e estável, com elementos formativos lexicais consolidados na língua, a base de uma composição, por outro lado, não é fixa, tendo sua função definida pela estrutura que compõe; iv) na derivação, a alteração semântica ocorre da base para a formação de uma nova palavra, já na composição, o novo traço semântico se distancia, algumas vezes, do sentido dos elementos que 49 compõem a nova formação; v) no aspecto estrutural, a derivação é composta por apenas uma unidade lexical (a base), já na composição existem pelo menos duas unidades (autônomas ou não- autônomas). Enquanto a derivação é um processo regular, condicionado pelas regras internas do nível lexical, a composição é um processo que está entre a regularidade e a imprevisibilidade. É um processo regular porque, usualmente, segue o padrão de formação do PB, DT-DM (determinado- determinante), no caso da subordinação, e as regras gerais de flexão de número, mas é imprevisível em relação às unidades e ao número de elementos que farão parte da composição (CORREIA; LEMOS, 2005). Com essas características, consideramos nesse trabalho que a composição é um processo neutro, nem conservador e nem inovador. Vejamos a seguir os tipos de composição com mais detalhe.  Composição subordinativa Subordinativo (ALVES, 1990) ou determinativo (SANDMANN, 1991a, 1991b) é o processo que consiste na composição de dois elementos, usualmente, em uma relação de DM-DT. Assim, conforme Alves (1990, p. 41-42), o componente determinado constitui um elemento genérico, ao qual o elemento determinante atua como um adjetivo, atribuindo características de especificação e modificação: enredos-denúncias, operação desmonte, político-galã, lava-louça. Alguns elementos se tornam bem produtivos como determinantes: situação-limite, data- limite, cidade-símbolo, arquiteto-símbolo, questão-chave, setor-chave, aparecendo em determinados períodos outros elementos característicos, candidato-poste, presidente-poste, prefeito-poste. Algumas formações por composição tendem a ser efêmeras, sendo o ―ponto fixo a sua estruturas com relações sintagmáticas e categoriais‖ (BASÍLIO, 1991b, p. 32), esses elementos passam a figurar, em diferentes estágios, como mais estáveis a assumir essa posição de determinante. Embora adquiram o status de sufixos, devido à produtividade (ALVES, 2006a, p. 137), Sandmann (1991b, p. 55) frisa que a estrutura desses elementos é bem diferente dos sufixos, lembrando que seu significado permanece livre quando isolado. Também há compostos em que o primeiro elemento aparece de forma fixa: porta- retratos, porta-copo, porta-cd, porta-guardanapo. À medida que uma formação se destaca e, para isso, a internet e as redes sociais oferecem subsídios para a difusão, vemos que essa se torna um modelo para uma reprodução em massa, nos exemplos de Gonçalves (2012, p. 180) o 50 elemento mulher passa a compor uma série de formações, designando dançarinas que tinham algum tipo de destaque no funk carioca: mulher-melancia, mulher-melão, mulher-jaca, mulher- maça, mulher-filé, etc. Diferente de limite, monstro, símbolo, chave, notamos que mulher não adquire características prefixais, já que o segundo elemento permanece como DT. Apontamos a relação de DM-DT, mas a estrutura inversa, mais incomum, também pode ocorrer. A formação castrista comunista, por exemplo, segue o padrão de formação de um sistema linguístico em que o adjetivo é normalmente posposto ao substantivo, por exemplo, o inglês. O termo anteposto castrista que determina o tipo de ‗comunista‘, ou seja, não é o comunista chavista ou bolivarianista, evidencia a influência de línguas estrangeiras ao ponto de subverter o padrão estrutural do PB, DM-DT. Dessa influência estrangeira, Cambraia (2011, p. 757) destaca uma ocorrência que atesta que essa interferência não é recente ou mesmo pouco significativa. Em comuno-subversivo, com um correlato em um documento estrangeiro já na década de 20,communist subversive, o autor pontua que a precedência cronológica e o contato linguístico têm um papel importante para compreendermos a motivação de algumas composições.  Composição coordenativa Composição coordenativa (ALVES, 1990, p. 44) ou copulativa (CORREIA; ALMEIDA, 2012, p. 55; SANDMANN, 1991a, p. 62) é uma formação que reúne dois ou mais unidades lexicais, de maneira a justapor esses elementos, sem a relação DM-DT. Em Alves (1990, p. 44-45), temos os exemplos de bases adjetivas: (tiroteio) lírico- humorístico, (explorações) rítmico-harmônicas, (delegação) jordaniana-palestina; de bases substantivas: outono-inverno. Ocorrências também de substantivos desempenhando função adjetival, evitando o emprego de preposições: ―reiniciando o diálogo governo-guerrilha‖, ―relação ídolo-fã‖.  Composição entre base(s) não-autônoma(s) Nesse processo, voltamos ao ponto levantado sobre os limites entre derivação e composição. Esse tipo de composição refere-se a um processo em que uma das bases pode ser não-autônoma ou apresentar ambas formas não-autônomas. Mas, o que constitui uma base não- autônoma? De acordo com a literatura (ALVES, 1990; BASÍLIO, 1991a), a base não-autônoma, 51 geralmente, tem origem erudita, grega ou latina, sendo característica de vocabulários especializados, também referida como arqueoconstituinte (CORREIA, 2003). Entretanto, o uso dessas bases não-autônomas no vocabulário comum, resultam em modificar o traço semântico dessas formações, adquirindo significados bem distantes do original. Somado a alta recorrência, essas bases começam a serem vistas como afixos, o que ocasiona divergências entre os estudiosos quanto ao status categorial desses elementos na atualidade. Os exemplos dessas novas ocorrências foram citados nos exemplos (2a), (2b) e (2c). Gonçalves (2011) defende que com a possibilidade de afixos se originarem de palavras ou radicais presos, revela que, diacronicamente, nem sempre há a preservação do estatuto original pelos itens morfológicos. Partindo dos pressupostos da teoria do continuum (KASTOCSKY, 2009) que trata os casos de derivação e composição como uma escala em que os itens analisados apresentam as propriedades desses PFPs, Gonçalves (2011) aponta que os radicais eruditos (- logo, -latra, -dromo, entre outros) sinalizam essa mudança de radical para afixo.  Composição sintagmática Essa composição específica mantém, conforme Alves (1990, p. 50), ―uma íntima relação sintática, tanto morfológica quanto semanticamente, de forma a se constituírem uma única unidade léxica‖. Podemos identificar dois tipos de composição sintagmática: 1) a frequência com que as bases se apresentam, sempre DM-DT, resulta em uma lexicalização, a qual diz respeito ao processo que as bases que compõem esse processo passam a funcionar como uma unidade lexical única, nos exemplos de Alves (1990) licença-maternidade, seguro desemprego; e 2) um significado que não é o resultado da somatória dos itens que fazem parte da composição e, sim, como um todo homogêneo, como o exemplo produção independente (gravidez planejada sem a participação paterna). Ainda, outros tipos é a ligação dos compostos por uma preposição, farmácia de manipulação, reserva de mercado, processador de texto e criações que devido à frequência de uso se tornam unidades léxicas ser de bom tamanho (ALVES, 1990, p. 51-55). 52  Sigla e Acronímia Em Alves (1990), não há uma distinção entre os dois processos. Assim, recorremos a Sandmann (1992), para essa diferenciação, embora o autor não utilize o termo ‗acronímia‘. A siglação e acronímia referem-se às letras iniciais de um conjunto de palavras. A diferença entre duas consiste na sigla ser alfabetizada, ou seja, apenas as primeiras letras do conjunto são destacadas, sendo necessário a pronúncia letra por letra da nova forma: PT (Partido dos Trabalhadores), PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros); já a acronímia é formada pela primeira sílaba desse conjunto, sendo pronunciada como uma palavra: UNESP (UNiversidade EStadual Paulista), UNICAMP (UNIversidade de CAMPinas), OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte). Observamos que a acronímia apresenta vários subtipos: apenas as letras iniciais (OTAN), ou a primeira sílaba de cada palavra + a primeira letra de outro item (UNESP, UNICAMP), entre outras composições. O tratamento desses processos como PFPs tem certa resistência por partes de alguns morfologistas, já que se caracterizariam como processos não-regulares (ARONOFF, 1976), dependendo da ortografia e não da pronunciação, demonstrando ser um processo artificial e, portanto, externo ao recurso da formação lexical (ARONOFF; FUDEMAN, 2005), no qual não se reconhece uma estrutura interna, não oferendo evidências para tratá-los no âmbito morfológico (BAUER, 2003). Pereira (2010, p. 593) argumenta que apesar de violarem com mais frequência as regras fonológicas e as restrições silábicas, as formações resultantes desses processos também são utilizadas como base de processos morfológicos, o que demonstra a aceitação dessas formas como legítimas, o que permite levantar a hipótese de ―um léxico estruturado em vários patamares, em que as siglas [e acronímias] estão distante do núcleo constituído pelo vocabulário nativo‖. A motivação para a utilização desses processos pode ser de uma economia de sintagmas muitos extensos, como o recente caso na votação do afastamento de Dilma Rousseff do cargo de presidente da República, no qual o presidente do julgamento, juiz Ricardo Lewandowski, começa a se referir ao destaque da votação em separado apenas como DVS, garantindo a inteligibilidade ao especificar a siglagem e, ao mesmo tempo, atenuando uma repetição cansativa. 53 O enfoque psicolinguístico já evidenciou dois momentos distintos para o reconhecimento da sigla como palavra. Na consciência metalinguística, segundo Abreu (2009), a sigla não é considerada palavra porque ela é vista apenas como sigla. No entanto, na ativação lexical a sigla é palavra, o que afirma o conceito de palavra como lexema associado à sigla. 1.3.1.3.3 Outros processos  Conversão Também denominada de derivação imprópria (BASÍLIO, 1991a, p. 60) e derivação zero (MARZO; BIRGIT, 2010; ARONOFF; FUDEMAN, 2005), esse processo altera a classe gramatical de uma palavra sem mudanças em sua forma. Alves (1990, p. 60-61) cita exemplos frequentes de adjetivos sendo empregados como substantivos: ―Para o final de 89 deveremos dar um salto para dez milhões de novos consorciados.‖; e de verbos em substantivos: ―O já empoeirado digladiar entre distribuidores e locadores de vídeo vive mais um capítulo.‖. E Basílio (1991a, p. 61) lembra o funcionamento do adjetivo como advérbio: ―Ele falou alto.‖ É importante frisar que a conversão pode alterar a carga semântica, como no caso de resistente (adjetivo > sólido, firme) e resistente (substantivo > membro de um grupo de resistência), o qual se constituiriam também como neologismos semânticos, caso ainda não estivessem dicionarizados. Basílio (1991a, p. 60-62) tenta demonstrar as motivações que levam a transpor uma palavra para outra classe gramatical. Para o caso de adjetivo para substantivo, segundo a autora, a explicação é simples, desde que o primeiro tem a função de caracterizar, especificar e qualificar e o segundo apenas a função de designar, a maneira mais eficiente de ―designação é a designação por caracterização‖. O uso do substantivo como adjetivo não parece tão natural. Basílio (1991a, p. 60-62) acentua que ao utilizarmos uma palavra que serve para designar para caracterizar algo, o resultado semântico não parecerá nítido porque um ser tem várias características, o que não é captado apenas pela função de designação. Embora haja casos já cristalizados, como lembra Basílio (1991a), ao destacar os exemplos de bolsa areia e gravata cereja. No entanto, mesmo nesses casos, a conversão do substantivo em adjetivo apresenta restrições quanto às propriedades morfológicas de gênero e número: sapatos rosa, mas não *sapatos rosas. 54  Semântico Um dos processos mais inovadores é o processo que dá origem a um novo item lexical sem alterar sua forma, ao introduzir um novo significado para um item já existente. A extensão semântica pode ocorrer por metáfora, metonímia ou sinédoque, sendo, entretanto, alguns casos de difícil percepção sincrônica para a motivação do surgimento de um novo significado. Em Alves (1990, p. 65), o exemplo por metonímia alude a uma ocorrência bem conhecida: (3a) ―[...] nem precisaria ter escrito A Guerra das Salamandras para ver assegurada a sua sobrevida em todos os aurélios do mundo [...]‖ (Aurélio = nome de uma obra lexicográfica que exprime um sentido de referência ao ser considerada sinônimo de dicionário) Os exemplos de metáfora giram em torno de uma relação de semelhança, ou seja, uma ou mais características que dois itens compartilham. No campo dos relacionamentos, também esse processo se mostra produtivo: ficar (namorar por tempo curto) e patroa (esposa). No exemplo para sinédoque, que consiste em dar uma denotação mais ampla do que a palavra tem (uma inversão da metonímia), trazido por Correia e Almeida (2012, 65-66) temos: capacete azul (uma das peças do uniforme de um militar das Nações Unidas > militar a serviço das Nações Unidas).  Truncação Truncação ou truncamento, conhecido também como abreviação vocabular (CORREIA; ALMEIDA, 2012, p. 57) ou do inglês clipping (GONÇALVES, 2012) é um processo que consiste na redução de uma palavra para originar uma nova. A parte que será abreviada é imprevisível e a nova formação recebe novos traços semânticos. Em Vasquez e Gonçalves (2005), listam-se quatro subtipos desse processo:  A base da palavra é preservada e, ao final, acrescenta-se uma vogal especificada de truncamento /-a/: (4a) Florianópolis Floripa (4b) menina mina  Similar ao primeiro tipo, entretanto, a vogal preservada está presente na estrutura prosódica: (5a) depressão deprê (5b) prejuízo preju 55  O terceiro tipo corresponde ao corte que preserva uma consoante: (6a) com epêntese (6b) sem epêntese Bandeirantes > Band(i) aniversário > niver Os autores salientam que em (6a) a consoante preservada é sempre uma oclusiva, enquanto em (6b), o corte preserva uma líquida ou vibrante. O que não se constata no inglês: (6a) porn (pornography), (6b) jams (pijamas), shrink (head-shrinker) (BAUER, 2003, p. 233).  Preserva o morfema inicial (radical preso ou afixo) (7a) odontologia odonto (7b) oftalmologista oftalmo Esse quarto subtipo também pode ser aplicado à lexicalização de afixos, como podemos perceber nos casos de ismo ―Comunismo, fascismo e outros ismos‖ e o mais recente ão ―Todo aquele que mesmo com todas essas denúncias de corrupção, petrolões, mensalões e outros ões‖ que passam a atuar como uma forma abreviada devido ao frequente uso, carregando, em diferentes graus, o traço semântico da palavra de origem. Enquanto o quarto tipo consiste em uma formação mais neutra, sendo aceitável tanto na fala quanto na escrita, os outros suscitam uma nova carga semântica na forma truncada que não existia na base original, movendo-se para diferentes registros e estilos, sustentando esse processo como um PFP (FANDRICH, 2008, p. 116). O caráter estilístico predomina nessas formações: pejorativo (vagaba > vagabunda, comuna > comunista), familiaridade (cerva > cerveja, Dri > Adriana) e até como uma função recursiva para atenuar palavras tidas como obscenas (caraca > caralho). Também encontramos formas que remetem a de uma palavra, deprê (depressão ou deprimido), presi (presidente ou presidiário), sendo necessário recorrer ao contexto semântico- pragmático (VILELA; GODOY; CRISTÓFARO SILVA, 2006). Para resolver esse conflito, as autoras postulam que ao invés de considerarmos um truncamento com duas palavras-matriz (deprê = depressão e deprimido), podemos admitir que se trata de palavras-matriz que geraram truncamentos homônimos: depressão (deprê) e deprimido (deprê). Entretanto, essa perspectiva sincrônica torna-se reducionista ao considerar, por exemplo, que deprimido geraria uma base truncada como deprê ao invés de se postular que essa mesma base truncada passa a também ser associada com outra palavra por um processo de extensão de sentido da causa (depressão) para a pessoa que sofre de tal distúrbio (deprimido). 56  Palavra-valise Esse é um dos processos mais irregulares e utilizado frequentemente como um recurso estilístico. Palavra-valise (ALVES, 1990), cruzamento vocabular (SANDMANN, 1992), fusão vocabular (BASÍLIO, 2005) e blend (Gonçalves; ALVES, R, 2014) são apenas algumas das diferentes designações do processo que consiste na junção de uma ou mais bases autônomas, de maneira que uma ou todas perdem parte de seus elementos, dando origem a uma nova forma. Nos exemplos em Basílio (1992), podemos observar a expressividade desse processo: lixeratura (lixo + literatura), burrocracia (burro + burocracia), aborrescente (aborrecer + adolescente), chafé (chá + café), etc. É possível compreender porque esse processo é considerado inovador, já que não há uma regularidade de quais partes das palavras que compõem a nova forma serão suprimidas. Uma das questões levantadas sobre esse processo é a alta ocorrência de determinadas partes de uma palavra-valise que passa a se unir a outras formas, caracterizando uma mistura desse processo com composição ou até mesmo como afixação. Um exemplo atual são as formas que derivaram de mensalão (com a acepção de propina paga mensalmente, segundo o dicionário Aurélio(2010)) 26 , tais como, mentirão, petrolão, esquemão, eletrolão, merendão, etc. Segundo Frath (2005, p. 7), esse tipo de blend é caracterizado como ―composição com uma diferença‖, através da qual o elemento resultante da truncação, no caso o elemento –ão, recebe o significado da matriz recursiva (parent-word), significado que também foi alterado para escândalo político e, transfere para as formações subsequentes o novo sentido. Lehrer (1998) examina essas composições que resultam de palavras-valise tais como – holic (workaholic, chocoholic), –thon (marathon, telethon) e –gate (Irangate, Billygate). A autora pontua que existe um processo dinâmico no qual o cruzamento vocabular surge e, com a produtividade, o elemento da truncação funciona como um composto, um splinter. No PB, estudos que enfocam essas formas resultantes de cruzamentos vocabulares (splinters) pontuam que para essa formação, o composto precisa reter o significado do todo e, assim, ser utilizando em novas formas (GONÇALVES; ALVES, R., 2014, p. 32). 26 O dicionário Aurélio (2010) registra a ocorrência mensalão como uma derivação sufixal, entretanto, também pode ser facilmente compreendida como uma formação por palavra-valise (mensal/mensalidade + corrupção) devido ao contexto em que essa palavra aparece na entrevista concedida em 2005 pelo ex-deputado Roberto Jefferson à Folha de S. Paulo sobre os esquemas de propina nos bastidores do Congresso Nacional para ―facilitar‖ aprovações de projetos de base governista.. 57 Segundo Bauer (2005), os splinters podem adquirir características de afixos nas palavras que compõem, demonstrando a tênue fronteira entre composição e derivação. Ainda, de acordo com Gonçalves e Almeida (2012, p. 138), esses compostos não se configuram como composições prototípicas, entretanto, a forte associação com a matriz recursiva não facilita a classificação desses elementos como afixos.  Reduplicação Refere-se à repetição, parcial ou total, de uma mesma base. Gonçalves e Vialli (2015) listam cinco tipos desse processo: (i) composição: puxa-puxa (doce), bate-bate (brinquedo de parque de diversões); (ii) sufixação intensiva: chororô (choro excessivo), bafafá (bafo = confusão); (iii) prefixação reduplicativa: vovó (vó), papai (pai); (iv) hipocorístico: Dedé (André > Dé > Dedé); e (v) na interação baby-talk 27 : neneca (boneca > neca > neneca). Esse último tipo é considerado bem produtivo (VIALLI, 2008), recorrendo, primeiramente, ao processo de truncação (neca) para depois se valer do processo de reduplicação (neneca). Apesar de simples, esse processo pode facilmente ser confundido com outros. Nos apontamentos de Wierzbicka (1986 apud GONÇALVES; VIALLI, 2015, p. 126) 28 , diferencia-se repetição de reduplicação como fenômenos bem diferentes. Enquanto o primeiro é marcado por pausa, geralmente vírgulas (Ele caminha devagar, devagar), o segundo, normalmente, é acompanhado por hífen, não admitindo inserção de outro elemento (bate-bate, trança-trança). Segundo a autora, o produto final do processo de reduplicação é um item diferente da base original, mantendo, contudo, uma relação morfofonológica com a palavra de origem; já na repetição vocabular, a ideia veiculada é sempre de intensidade. A distinção entre onomatopeia e reduplicação também é o foco de alguns estudos (GONÇALVES; VIALLI, 2015; VIALLI, 2008; ALBUQUERQUE; GONÇALVES, 2004), demonstrando que o primeiro processo é limitado à função de uma reprodução sonora (ex: mimimi, tititi), com motivação aparente, o que não se constata em pega-pega, bate-bate. 27 Dos estudos da aquisição da linguagem, investigando as características distintivas entre adultos e crianças. (cf. CRYSTAL, David. A Dictionary of Linguistics and Phonetics. Copyright, 1997). 28 WIERZBICKA, Anna. Italian reduplication: cross-cultural pragmatics and illocucionary semantics. Linguistics, 24, 1986, p. 287-315. 58  Derivação regressiva Esse processo se caracteriza pela supressão de um elemento para formar um novo item; porém, se diferenciando do processo de truncação. Basílio (1991a, p. 36-39) explica que nos casos de truncação, a parte suprimida é imprevisível, acrescentando um traço semântico não contido na palavra-base, tais como, Sampa (São Paulo), boteco (botequim), delega (delegado). Na derivação regressiva, o elemento suprimido é sempre um afixo ou, pelo menos, considerado como tal, resultando em novo uso ou mesmo um novo significado para a palavra resultante. Os exemplos mais comuns são as formações deverbais jogar < jogo, amparar < amparo, ensinar < ensino, revidar < revide, etc. Esse processo se mostra um dos mais complexos porque precisaríamos de informações diacrônicas para identificar se é um caso de derivação regressiva ou um simples processo de um infinitivo verbal acrescentado a um substantivo, originando uma nova categoria, como no exemplo a seguir: tucanoN > tucanarV, venezuelizaçãoN > venezuelizarV. 1.3.1.3.4 Empréstimo Esse último tipo de recurso neológico se distingue dos outros por incorporar palavras de sistemas linguísticos estrangeiros. Esse contato com outras comunidades linguísticas ocorre por várias vias de introdução, ocasionando, conforme classifica Alves (1990, 72-82), diferentes níveis para a inserção do novo item à nova língua.  Estrangeirismo Quando o empréstimo resume-se apenas à entrada da unidade lexical estrangeira, sem nenhuma modificação, denomina-se estrangeirismo. O contato com diferentes sistemas linguísticos resulta em uma assimilação, através da adoção da unidade, de parte da cultura dessa comunidade externa, motivada por diferentes fatores: Trata-se da adoção por parte dos falantes de uma língua, de termo de outra, por perceberem alguma lacuna ou inadaptação para nomear algo, no acervo lexical da língua que falam. Cada falante tenta reproduzir esses modelos linguísticos importados para superar as novas situações. Nessa tentativa de reprodução de modelos encontrados em outro sistema, nem sempre o falante tem consciência do que esta a fazer. (CARVALHO, 2009, p. 75) No passado, palavras do árabe e francês foram emprestadas devido ao contato, seja comercial ou de outro aspecto, que o Brasil estabelecia com esses países. Atualmente, com a 59 globalização, o inglês assume esse espaço através das inovações tecnológicas, twitter, facebook, mas, também, podemos dizer que em alguns vocabulários, outras línguas também recebem destaque, por exemplo, no campo político, realpolitik (alemão) ou no religioso, aggiornarmento (it.).  Tradução Justamente para garantir a inteligibilidade, muitas vezes o estrangeirismo é seguido de uma tradução ou da própria definição de seu significado como mostram os exemplos em Alves (1990, p. 76), respectivamente: gray power (pode grisalho) e djelabas (espécie de bata da cabeça aos pé, usada por cima da roupa). Para dar maior confiabilidade no tratamento de questões estrangeiras, observam-se ocorrências em que a forma traduzida é imediatamente seguida do respectivo estrangeirismo, assegurando a precisão que pode se perder no processo de tradução: rebelião palestina (intifada) (ALVES, 1990, p. 76).  Integração A fase em que o estrangeirismo, segundo Alves (1990, p. 77), passa a ser atestado como parte do acervo lexical começa quando esse se integra ao novo sistema linguístico através de diferentes adaptações. Pela adaptação ortográfica, não se encontra necessariamente uma regra. Os exemplos de xampu e abajur concorrem com seus estrangeirismos. A inserção do estrangeirismo em bases compostas ou a adição de um afixo atribui uma integração morfossintática, new-jeca. A adaptação semântica pode introduzir um significado particular, podendo ser expandido em uma polissemia, necessitando de um contexto para tal identificação: tonton-macoute (ex-membro da polícia política do Haiti > policial político) (ALVES, 1990, p. 77-78).  Decalque O decalque, de difícil identificação, como pontuado por Correia (2010), ―consiste na versão literal do item léxico estrangeiro para a língua receptora‖ (ALVES, op. cit., p. 79). Como na adaptação ortográfica, a versão traduzida também compete com a forma que lhe originou, como atestado no exemplo trazido por Alves: alta-tecnologia e high technology (op. cit., p. 80). 60 CAPÍTULO 2 CONTEXTUALIZAÇÃO POLÍTICO-IDEOLÓGICA Ideologia, eu quero uma para viver. (Cazuza) Men possess thoughts but ideas possess men. (Prof. Hermann Kantorowicz to Max Lerner, Ideas are Weapons, 1991) 29 L‘idéologie n‘est donc pas une aberration ou une excroissance contingente de l‘Histoire: ele est une structure essentielle à la vie historique des sociétes. (ALTHUSSER, Louis. Pour Marx, 2005 [1965], p. 239) 30 As ideologias pretendem conhecer os mistérios de todo o processo histórico – os segredos do passado, as complexidades do presente, as incertezas do futuro - em virtude da lógica inerente de suas respectivas ideias. (ARENDT, Hannah. As origens do totalitarismo, 1989, p.521) Rejecting ideology, like rejecting abstraction or being sincere and natural, is more easily said than one. There is always a tacit ideology. (RIESMAN, David. The intellectuals and the discontented classes: some further reflections, 1963, p. 156) 31 O pior analfabeto é o analfabeto político. Por quê? Porque ele não ouve, não fala, nem participa de eventos políticos. Ele não sabe que o custo da vida, o preço do feijão, da carne, do peixe, da farinha, do aluguel, dos sapatos e da medicina, tudo depende de decisões políticas. O analfabeto político é tão estúpido que é com orgulho que afirma odiar política. O imbecil não imagina que é da ignorância política que nascem as prostitutas, as crianças abandonadas, os piores ladrões de todos, os péssimos políticos, corruptos e lacaios de empresas nacionais e multinacionais. (Bertolt Brecht). 29 Os homens possuem pensamentos, mas as ideias possuem os homens. (tradução nossa) 30 A ideologia não é, portanto, uma aberração ou uma excrescência contingente de História: ele é uma estrutura essencial para a vida histórica das sociedades. (tradução nossa) 31 Rejeitar ideologia, como rejeitar abstração ou ser sincero e natural, é mais fácil dizer do que fazer. Existe sempre uma ideologia tácita. (tradução nossa) 61 2.1 Ideologia Infelizmente, abranger todas as questões que envolvem o termo ideologia ultrapassa os limites dessa dissertação. Delimitar ainda apenas os pontos centrais torna-se um entrave que pode distorcer a complexidade do tema. Entretanto, consideramos uma alternativa aceitável para a nossa proposta de uma exposição teórica que busca identificar qual o papel e os impactos de interesses ideológicos na vida social. O termo ideologia, hoje, carrega, em maior ou menor grau, acepções que sobrevieram com as diferentes áreas dentro das ciências sociais, tais como: a) o processo de produção de significados, signos e valores na vida social; b) um corpo de ideias característico de um determinado grupo ou classe social; c) ideias que ajudam a legitimar um poder político dominante; d) ideias falsas que ajudam a legitimar um poder político dominante; e) formas de pensamento motivadas por interesses sociais; f) ilusão socialmente necessária; g)a conjuntura de discurso e poder; h) o meio pelo qual os indivíduos vivenciam suas relações com uma estrutura social, etc. (EAGLETON, 1997, p. 15-16). Essas acepções, por sua vez, estão tão distorcidas ou desgastadas que suas origens terminam por serem confusas. Traçamos a seguir os contornos históricos do termo, como o propósito de não somente compreender as diferentes perspectivas, como, também, buscar um olhar crítico e, ao mesmo tempo, conciliatório para viabilizar uma definição objetiva e satisfatória que abarque nossa pesquisa. 2.1.1 Da origem e difusão A origem da palavra ideologia está na obra ―Elementos de Ideologia‖, publicada em 1801, do filósofo Antoine Destutt de Tracy (1754-1836) à época da Revolução Francesa. De Tracy almejava instaurar uma base de todas as ciências, partindo de uma análise científica das ideias sob o prisma da interação entre indivíduo e o contexto social, constituindo-se uma ―ciência das ideias‖ (eis a definição original). Embora tenha se apoiado inicialmente em algumas ideias de de Tracy, Napoleão Bonaparte, com receio que as mesmas pudessem deslegitimar o seu poder, caracteriza a ―nova ciência‖ com um fundo teórico-filosófico desvinculado da realidade político- social, fortalecendo a depreciação mesmo no fim de seu império. 62 A visão marxista retoma o conceito negativo de ideologia sob a ótica imposta por Napoleão, mas seus postulados tem um objetivo mais profundo de incorporar um marco referencial teórico. Na análise de Thompson (1995, p. 49), a influência dos trabalhos de Karl Marx não pode ser desprezada, através dos quais o conceito de ideologia adquire um status de instrumental crítico, mesmo que a ambiguidade do termo em sua obra tenha resultado em mais questionamentos. Em ―A Ideologia Alemã‖, Karl Marx (1818-1863) e Friedrich Engels (1820-1895) fazem severas críticas a filósofos alemães e desmistificam a concepção de neutralidade e autonomia das ideias e, que, ao contrário, as mesmas estavam envoltas por ideologias que se alicerçavam nas condições sociais em que estavam inseridos os indivíduos. Aqui, podemos falar em uma primeira definição marxista de ideologia, na qual: A produção de ideias, de representações, da consciência, está, de início, diretamente entrelaçada com a atividade material e com o intercâmbio material dos homens, como a linguagem da vida real. [...] a consciência jamais pode ser outra coisa do que o ser consciente, e o ser dos homens é o seu processo de vida real. E se, em toda ideologia, os homens e suas relações aparecem invertidos como numa câmara escura, tal fenômeno decorre de seu processo histórico de vida, do mesmo modo por que a inversão dos objetos na retina decorre de seu processo de vida diretamente físico. (MARX; ENGELS, 1977, p. 36-37) A partir do momento que o indivíduo é direcionado por uma ideologia terá uma visão específica de sua realidade, englobando os próprios atos e a maneira de perceber a si próprio. Essa nova concepção permitiria revelar a verdade e a consciência, contudo, conforme assinala Bell (1980 [1960], p. 321), admitir uma realidade partindo apenas das ideias só resultaria em uma ―falsa consciência‖ e, como, materialista, Marx acreditava que a existência determina a consciência. Ao aprofundar a questão, dizendo que as ideologias não são apenas ideias falsas, como também mascaram interesses particulares, refletindo os interesses de grupos específicos, reconhece que as pessoas nem sempre eram movidas pelo próprio interesse (BELL, op. cit., p. 322). Para Marx, a ideologia é uma força repleta de significação, tornando-se necessário revelar o que há por detrás das ideias, revelar sua função. Ainda, segundo Bell (1980 [1960], p. 322), isso traria duas implicações: De um lado, qualquer análise racionalista da política será, em si, inadequada. O que as pessoas dizem crer nem sempre é aquilo em que acreditam; é necessário 63 procurar a estrutura de interesses subjacentes às ideias, examinando não o conteúdo dessas ideias, mas sua função. Uma segunda conclusão, mais radical, é a de que se as ideias mascaram interesses materiais, então o ―teste da verdade‖ de uma doutrina consiste em verificar a que interesses de classes ela serve (aspas do original) Ou seja, não há uma ideologia neutra, objetiva, o que existe é uma ideologia de classes: burguesa ou proletária. Bell (1980 [1960], p. 322) especifica que a visão de Marx não é relativista por admitir uma ―ordenação objetiva‖ do contexto social, revelada pela história. Nesse ponto, entrevemos uma expansão do conceito ideológico, o qual faz emergir o antagonismo presente em uma sociedade, dando origem a luta de classes: burguesia vs. proletariado. Marx e Engels (1977) conferem um caráter mais geral ao conceito ideológico, indo da crítica aos filósofos à especificação da organização social e da mudança histórica. No esboço de uma terceira definição, amplia-se o alcance da ideologia de forma universal, não se restringindo mais à luta de classes, dando ênfase à luta ideológica em que se busca a prevalência de uma determinada ideologia. Abaixo, inserimos a passagem na obra dos autores que ilustra essa nova definição: As ideias (Gedanken) da classe dominante são, em cada época, as ideias dominantes; isto é, a classe que é força material dominante da sociedade é, ao mesmo tempo, sua força espiritual dominante. A classe que tem à sua disposição os meios de produção material dispõe, ao mesmo tempo, dos meios de produção espiritual, o que faz com que a ela sejam submetidas, ao mesmo tempo e em média, as ideias daqueles aos quais faltam os meios de produção espiritual. As ideias dominantes nada mais são do que a expressão ideal das relações materiais dominantes as relações materiais dominantes concebidas como ideias; portanto, a expressão das relações que tornam uma classe a classe dominante; portanto, as ideias de sua comunicação. (MARX e ENGELS, 1977, p. 72, itálicos do original) Thompson (1995, p. 54) a descreve como ―concepção epifenomênica‖ já que considera ―a ideologia como dependente e derivada das condições econômicas e das relações de classe e das relações de produção de classe‖, adquirindo essa formulação um papel sistemático no marco teórico marxista. As diferentes extensões da definição de ideologia na leitura em Marx estão intercaladas com a realidade histórico-social de uma determinada época, estabelecendo uma ―falsa consciência‖ que sustenta a hegemonia da classe dominante como o princípio que norteia o 64 funcionamento ideológico. Dessa forma, a ideologia é sempre aquilo que se opõe ou que mascara a realidade, operando para estabelecer dois extremos: o dominante e o oprimido. Após os postulados marxistas, a ideologia começa a perder seu caráter de negatividade e é assumida por um aspecto de neutralidade, mesmo que, como lembra Thompson (1995, p. 63) o sentido pejorativo ainda persista ao nível do discurso social. 2.1.2 Repensando a ideologia pós-Marx Uma concepção neutra 32 encontra-se na obra de Karl Mannheim (1956), ao tentar sistematizar o conceito de ideologia. 33 Em seus trabalhos, Mannheim ressaltou que todo pensamento, na realidade, estaria situado dentro da história, sendo parte do processo sócio- histórico, buscando, então, elaborar uma maneira de analisar ―as condições sociais do conhecimento e do pensamento‖, afastando-se dos problemas teóricos e políticos advindos com o marxismo e retomando o prisma de de Tracy (THOMPSON, 1995, p. 65). De acordo com Mannheim (1956, p.3), o indivíduo não pensa isolado, o que ocorre é que ele participa de um processo herdado, no qual outros pensaram antes dele. Esses padrões herdados são aperfeiçoados ou mesmo substituídos com o tempo de modo que se tornem ―armas‖ mais adequadas frente às novas dificuldades. Nessa perspectiva, as ideias também são situadas histórica e socialmente e, quando os indivíduos externalizam esse background, os mesmos podem produzir ideias particularizadas, porém, com características do contexto em que foram originalmente concebidas. Para distinguir esses modos de pensamento, o autor define uma concepção particular e uma concepção total de ideologia. A primeira denota a desqualificação das ideias e representações de um individuo, vendo-as como ilusões e mascaramento da situação real. A outra, mais abrangente, surge quando o questionamento recai sobre um grupo histórico- social (por exemplo, de uma classe) ou de uma época e sua estrutura de pensamento. Enquanto, a particular (―psicologia de interesses‖) ―presume que esse ou aquele interesse seja a causa de uma 32 Para uma análise mais detalhada entre ideologia de neutralidade e de negatividade e seus subtipos cf. Næss, Arne et al. Democracy, Ideology, and Objectivity: Studies in the Semantics and Cognitive Analysis of Ideological Controversy. Oslo: Norwegian Research Council for Science and the Humanities, University Press, 1956. 33 A denominação ―neutra‖ deve ser compreendida como se afastando do aspecto negativo dos postulados em Marx, ainda situada em um contexto sócio-histórico, mas sem adquirir traços positivos. Embora uma denominação mais apropriada fosse ―concepção moderada‖, mantemos o termo utilizado pela literatura especializada para evitar um desvio do foco sobre a definição de ―ideologia‖. 65 determinada mentira ou ilusão‖, a concepção total ―pressupõe apenas que existe uma correspondência entre dada situação social e dada perspectiva, ponto de vista [...]‖ (1956, p.51- 52). Para também não dar margem ao relativismo, através do qual os significados constituintes do nosso mundo são determinados por uma estrutura sócio-histórica, Mannheim (1956, p. 79) sustenta que, na verdade, isso leva ao relacionismo que ―significa apenas que todos os elementos de significado numa situação determinada têm referências mútuas, e derivam sua importância dessa relação recíproca num dado quadro de pensamento‖, admitindo que o pensamento deva ser compreendido em consonância com o contexto social. Assim, Mannheim (1956, p.66-67) define dois tipos de ideologias relacionadas com o contexto. As ideias que não levam em conta as novas realidades, defendendo a ordem social dominante, são denominadas ideológicas, por outro lado, as que buscam destruir (parcial ou totalmente) a ordem social vigente são utópicas. Aperfeiçoando a concepção neutra de Mannheim, na qual a ideologia é um sistema de ideias situado e partilhado socialmente, deixando de lado o teor crítico e negativo visto em Marx, Thompson (1995, p. 75-76) propõe uma definição que explique ―como as formas simbólicas se entrecruzam com relações de poder.‖ Em suma, ―estudar ideologia é estudar as maneiras como o sentido serve para estabelecer e sustentar as relações de dominação.‖ Alguns pontos precisam ser esclarecidos para aprofundarmos essa definição. Primeiramente, o que Thompson chama de ―forças simbólicas‖ constituiriam ―um amplo espectro de ações e falas, imagens e textos, que são produzidos por sujeitos e reconhecidos por eles e outros como construtos significativos‖, podendo ser ―linguísticas (as quais seriam essenciais), como também ―não-linguísticas ou quase- linguística (uma imagem visual ou um construto que combina imagens e palavras)‖ (1995, p. 79). As formas simbólicas seriam fenômenos ideológicos, segundo a percepção do autor, enquanto ―servem, em circunstâncias particulares, para manter relações de dominação‖, ou seja, só podemos compreender os fenômenos simbólicos como ideológicos dentro de contextos sócio- históricos. Embora se aproxime do caráter negativo da acepção marxista da sustentação de relações de dominação, Thompson (1995) não considera uma característica intrínseca que as formas simbólicas sejam falsas ou ilusórias; a ideologia pode atuar através do mascaramento e ilusão da realidade social como um artificio, mas isso é eventual, não necessário. 66 Outro ponto que merece destaque é a ampliação das relações de dominação além da esfera de classes. Thompson (1995, p. 77), não invalidando a importância da visão de Marx sobre essa dominação específica, busca abarcar novas formas de subordinação nos dias atuais que terminam por serem iguais ou maiores que a de classe, como a relação entre gêneros, grupos étnicos, estado-nação, dentre outros. Por um lado, essa interpretação das formas simbólicas adquirindo um conteúdo ideológico apenas quando situadas em um contexto sócio-histórico parece mais adequada para evidenciar o nível operacional da ideologia. Entretanto, a decisão de continuar com a questão da relação de dominação ainda mostra-se um pouco limitada porque se tomarmos como exemplos movimentos que buscam maior reconhecimento de direitos para grupos que sofrem algum tipo de discriminação, tais como, o movimento feminista ou o movimento LGBT, claramente, do lado mais fraco nessa relação, teríamos que afirmar que eles não têm ideologia. Não estamos aqui contestando a existência das relações de dominação, mas um enquadramento que englobe ideais que não são dominantes. Uma solução que propomos aqui é redefinir como ideologia não só ideias que são dominantes, mas também ideias que buscam ser dominantes, perpetrando seus objetivos para conquistar um espaço no lado mais forte em uma relação de dominação. Seguindo a proposta de Thompson, sustentamos a importância de analisar o sentido e sua interação com o contexto sócio-histórico. Se as formas simbólicas, segundo Thompson (1995, p. 89), são utilizadas para sustentar as relações de dominação, se promovem indivíduos e grupos poderosos, é um ponto que deve ser considerado em uma análise, descrevendo como essas formas operam em circunstâncias sócio-históricas específicas. Com o fim da II Grande Guerra, tem início a denominada era ―fim da ideologia‖. Dentre os principais estudiosos que tratam do declínio ideológico e o ―desaparecimento‖ de posicionamentos radicais estão Aron (1980 [1955]), Bell (1980 [1960]) e Shils (1955). Destacaremos mais dois autores que contrariam essa perspectiva ilusória de declínio, os quais proporcionam uma fundamentação em complementariedade aos pressupostos de Thompson (1995): um advogando a ligação com o quadro teórico politico, o outro, defendendo que a ideologia seria intensificada através da tecnologia da comunicação, ambos se desfazendo da concepção de ideologia associada ao criticismo da dominação. 67 O primeiro desses teóricos, Martin Seliger (1976), defende que a ideologia está conectada com a política: ―Ideologia requer política como modo de implementação, enquanto decisões políticas estão sempre, em um ou outro estágio, relacionadas a princípios morais.‖ (SELIGER, 1976, p. 15, tradução nossa) 34 . O autor discute dois tipos de concepção: a concepção restritiva que vê a ideologia confinada a um sistema determinado de crenças políticas específicas; e a concepção inclusiva que aceita a aplicabilidade do termo a ideologia a todos os sistemas de crenças políticas. Com essa segunda concepção, Seliger (1976) pretende evidenciar como a ideologia pode estar ligada aos processos de debate político. O autor admite que os teóricos do ―fim da ideologia‖, embora atribuam o aspecto restritivo e pejorativo, já associavam o termo ideologia ao campo político, caracterizando um processo de mudança do significado do termo. Desse modo, ―como orienta e defende a ação política, a ideologia deve, portanto, ser definida para se referir aos sistemas políticos, se eles são revolucionário, reformista ou conservativo [...]‖ (SELIGER, 1976, p. 91-92, tradução nossa) 35 . Para o autor, política e ideologia estão entrelaçadas, a segunda estabelecendo-se como a base que direciona as ações e os objetivos políticos. Todos esses elementos teriam certa ênfase em duas dimensões da argumentação política: uma que determina os objetivos finais (fundamental ideology) e a outra na qual os elementos são invocados para justificá-los (operative ideology). A adaptação desses elementos junto às dimensões é necessária para manter a coerência ideológica, evitando tensão e conflito. Uma das críticas que Thompson (1984, p.83) faz a Seliger (1976) refere-se à restrição da análise ideológica à esfera política, confinando um estudo a um contexto específico e buscando aplicá-lo a uma totalidade. Embora haja essa limitação do enfoque proposto por Seliger (1976), acreditamos que o mesmo contribuiu para dimensionar o funcionamento e organização da ideologia, não invalidando que sua concepção possa ser estendida para outras esferas. Outro aspecto ressaltado por Thompson (1984, p.83) é a inexistência de uma conexão entre ideologia e língua, desde que Seliger (1976) sempre pontua a primeira como ―um sistema de pensamento e discurso‖. Para preencher essa lacuna, veremos como o segundo teórico, que aprofundou mais 34 Texto original: ―Ideology requires politics as its mode of implementation while political decisions are always, at one stage or another, related to moral principles.‖ 35 Texto original: As that guides and defends political action, ideology must therefore be defined so as far to refer to political belief systems, whether they are revolutionary, reformist or conservative […]. 68 detalhadamente essa relação, acentua o papel da língua (discurso) na concepção de ideologia adjunta ao surgimento dos meios de comunicação de massa. A emergência da ideologia no período moderno estabelecendo uma nova fase na era moderna, principalmente na política, e essa é a base da obra Gouldner (1976). O autor (1976, p. xi) considera que a ideologia é um ―discurso crítico da cultura, ou seja, uma variante sociolinguística elaborada‖ e, somente pode ser entendida como tal, um ―socioleto‖ de uma variante de discurso elaborada. Em uma síntese de sua visão sobre ideologia, o autor a apresenta como ―um mapa ‗do que está‘ na sociedade; um ‗relatório‘ de como ela funciona, como ela falha e, também, como poderia ser mudada‖ (1976, p. 30, tradução nossa, aspas simples do original).36 Em sua definição, temos que: Ideologias, então, são sistemas de crença que se distinguem pela centralidade da sua preocupação com o que é e por seus "relatos" de referências mundiais. As ideologias são essencialmente doutrinas públicas que oferecem publicamente evidências compreensíveis e de raciocínio sobre seus benefícios [...] (GOULDNER, 1976, p. 33, tradução nossa, aspas do original) 37 O desenvolvimento da imprensa tem um importante papel para o aumento da influência ideológica que, através de um ―discurso racional‖ como concebe Gouldner (1976), passa a responder, indireta ou diretamente, a uma necessidade pública, oferecendo uma visão, geralmente clara, mas também se valendo de uma distorção, sobre acontecimentos que estão interferindo na organização social. Gouldner (1976, p.30) não afirma que a ideologia é correta, apenas que ela é ―um modo racional de discurso‖, oferecendo uma visão específica da realidade ao implicar um novo modo de discurso político que não se restringe invocando autoridade ou retórica emotiva, como também ação. A comunicação de massa é a intermediária entre o público e as ideologias, selecionando temas e abordagens mais relevantes, cabendo ao público aderir ou não às estratégias lançadas pelas diferentes mídias: 36 Texto original: ―[...] a map of ‗what is‘ in society; a ‗report‘ of how it is working, how it is failing, and also of how it could be changed.‖ 37 Texto original: ―Ideologies, then, are belief-systems distinguished by the centrality of their concern for What Is and by their world-referencing ―reports‖. Ideologies are essentially public doctrines offering publicly scrutable evidence and reasoning on their behalf […]‖ 69 Ideologias, então, podem ser definidas como sistemas de símbolos gerados por [...] e para pessoas cuja relação com a vida cotidiana é mediada por sua leitura - de jornais, revistas ou livros - e pelo conceito geral de desenvolvimento da "notícia", bem como pelos ―bits‖ concretos de notícias agora cada vez mais trasnmitidos pelo crescimento da mídia [...]. (GOULDNER, 1976, p. 105, tradução nossa, aspas do original) 38 Funcionando em dois níveis diferentes, de um lado, para os eventos focalizados pelas notícias e, do outro, para certos tipos de notícias que recobrem aspectos cotidianos, as ideologias podem ser compreendidas, nas palavras de Gouldner (1976, p. 111), como ―a notícia por detrás das notícia‖. Nessa concepção, observamos que ideologia não somente disponibiliza como também restringe o conteúdo que será comunicado e discutido e, aí, inferimos que algumas das finalidades sejam o maior destaque para determinada perspectiva e/ou manter a não-consciência do público frente a certos temas. A adesão a uma orientação ideológica – seja pela necessidade por respostas ou pela busca de uma nova transformação (pessoal, social, política) – mostra-se como o principal meio de se deslocar do campo das ideias para o campo da ação. A ideologia, tal qual a compreendemos nesse estudo, e como lembrado por Bell (1980 [1960]), adquire um caráter de religião secular. 39 Na próxima seção, discutiremos mais profundamente o poder da ideologia na era virtual e em que medida essa influência pode alterar o comportamento individual. 2.1.3 Blogs de política: extensão virtual das relações socioideológicas Voltando às considerações de Thompson (1984, p.5-6), a ideologia não é uma ilusão, uma imagem distorcida do que é real como simplificou Marx, a ideologia, operando através da linguagem, é parcialmente constitutiva do que é real em nossas sociedades. A ideologia como parte criativa e constitutiva de nosso contexto social, não pode ser, considerada apenas uma ―imagem pálida‖ da realidade. Justamente por usar a língua ―nós estamos constantemente engajados em uma atividade criativa, imaginária. Nós estamos constantemente envolvidos em 38 ―Ideologies, then, may be further defined as symbol systems generated by, […] to persons whose relationship to everyday life is mediated by their reading – of newspapers, journals, or books – and by the developing general concept of ―news‖, as well as by the specific and concrete ―bits‖ of news now increasingly transmitted by the growing media […].‖ 39 Termo cunhado por Raymond Aron (1944, 1955). 70 estender o significado de palavras, em produzir novos significados através de metáforas, jogo de palavra e interpretação‖. (tradução nossa)40 Nos meios de comunicação, o conteúdo ideológico gerado torna-se detentor de caráter persuasivo a partir do momento de sua difusão, aí sendo condicionado à extensão dessa difusão, através dos quais os gêneros virtuais detém uma maior vantagem por serem mais acessíveis para os usuários que utilizam a internet, sabendo que o número de pessoas conectadas cresce a cada ano, 41 o mundo virtual passa a oferecer ao funcionamento de uma ideologia uma maior dinamicidade de projeção ao ultrapassar, até então, as barreiras espaço-temporais. A transmissão e difusão da ideologia sempre tiveram como base os meios de comunicação nas sociedades modernas. 42 A ascensão da internet e os diversos gêneros interativos dentro desse ambiente tornaram o meio digital como o mais propício e acessível para divulgar interesses, tendo como finalidades diferentes objetivos: negativar e descredibilizar a ideologia oposta, angariar adeptos, expor os erros do adversário, divulgar, rebater, inverter, distorcer ideias. O fluxo diário de informações, informações em tempo real, traz um aparato incrível de imagens e palavras (as formas simbólicas mencionadas por Thompson, 1995) para chamar a atenção desse novo leitor que está tão bombardeado por essas inúmeras notícias que precisa ser ―atraído‖, necessitando-se para isso de diferentes estratégias. A ideologia tem o seu canal ampliado, porém, exigindo-se que sua organização e funcionamento também se dinamizem. É interessante uma passagem em Thompson (1995, p. 296), que embora distante da emergência que em breve se tornaria a internet, já descreve o impacto das novas mídias em relação à interação social: [...] o desenvolvimento de diferentes meios de comunicação de massa não deve ser visto como um mero suplemento às relações sociais preexistentes, como se fosse a introdução de canais neutros que difundem bens simbólicos [...] o surgimento de meios técnicos possui o impacto fundamental nas maneiras como as pessoas agem e interagem umas com as outras. Isso não que dizer que o meio técnico determina a organização social de uma maneira simples e monocasual [...] Mas novos meios técnicos tornam possíveis novas formas de interação social, modificam ou subvertem velhas formas de interação, criam novos focos e 40 Texto original: ―[...] we are constantly engaged in a creative, imaginary activity. We are constantly involved in extending the meaning of words, in producing new meanings through metaphor, word-play and interpretation.‖ 41 O IBGE apontou que 50,1% da população brasileira tem acesso à internet. Pesquisa realizada em 2013. Disponível em: Acesso em: 21/07/2016. 42 A comunicação de massa está associada à invenção da imprensa por Gutenberg (séc. XV). 71 novas situações para a ação e interação e, com isso, servem para reestruturar relações sociais existentes e as instituições e as organizações das quais elas fazem parte. (itálicos do original) O meio virtual não apenas mudou, como também ampliou a interação das pessoas, permitindo que elas comentem, critiquem, se posicionem no minuto seguinte em que o texto é acessado. A interação social, majoritariamente entre jovens, é virtualmente mediada, não delimitando tempo, distância, idioma, possibilitando novas interfaces como conversas on-line, grupos temáticos, mensagens instantâneas, diários virtuais, redes sociais, entre tantos outros gêneros (doravante, GV [gênero virtual]). A adaptação frente a essas novas interfaces surge para corresponder de forma mais dinâmica a proposta do novo GV. A ampliação, segundo Thompson (1995, p. 343), desse desenvolvimento dos meios de comunicação aumenta, de forma significativa, o alcance do funcionamento da ideologia, possibilitando que as ―formas simbólicas‖ sejam transmitidas para um público maior que se encontra disperso no tempo e no espaço, e, aqui, acrescentamos, mais acessível (no caso virtual), colaborando para uma recepção de conteúdo mais instantânea e, consequentemente, mais rapidamente difundida pelo usuário. Sem recorrer ao equívoco de sugerir que a mídia seja responsável por induzir o indivíduo a se comportar ou pensar de determinada maneira acrítica, objetamos, conforme reforça Thompson (1995, p. 345), que os processos e contextos específicos em que esse conteúdo é produzido e transmitido pelo meio virtual adquirem grande importância, desde que as sensações de novidade e exclusividade perpassam a esfera virtual, existe uma espécie de ―convocação‖ que incentiva o usuário a assumir um papel ativo, mesmo que seja de oposição e rejeição. Esse ponto é muito bem destacado em uma passagem do livro Ideas are Weapons (1991[1939]), na qual se critica essa postura em se concentrar somente em quem está por detrás da ideologia, esquecendo, que tão importante quanto, é quem está aderindo ou invalidando, e qual contexto estaria contribuindo para uma melhor recepção das ―formas simbólicas‖: Nós devemos mudar nossa ênfase de forma a incluir não só as condições de criação de ideias, mas também as condições de sua recepção, não somente os impulsos por trás das idéias, mas também os usuários a quem se destinam, não só os pensadores, como também os divulgadores, os propagandistas, a oponião 72 de grupos, o público final que acredita ou não acredita e age em conformidade. (LERNER, 1991 [1939], p. 6, tradução nossa) 43 Cada vez mais, vemos a mídia virtual assumindo um importante papel nessa ―batalha ideológica‖, dando diferentes destaques dos que são abordados pela mídia tradicional (televisiva, radialista e impressa). Os blogs de política assumem esse espaço categoricamente, resultando não somente em expor o que a grande mídia não detalha, mas atuando sob um perfil ideológico explícito, retiram o caráter distante e imparcial, tornando claro o posicionamento diante de temas centrais. Individuais ou coletivos, os blogs surgiram nos anos 90, junto com a ascensão da internet, caracterizando-se como um GV mais dinâmico, com uma linguagem menos formal (SCOTT; OBERLANDER; GILL, 2005), apresentando diferentes temáticas. Os blogs de política, geralmente de responsabilidade de algum especialista, estão dentre os GVs mais acessados no meio virtual (DREZNER; FARRELL, 2004) já que por sua dinamicidade permite uma interação direta com os usuários, criando um ―canal de comunicação horizontal‖ (ALDÉ; ESCOBAR; CHAGAS, 2007, p. 29) o que motiva a participação nesses espaços, os quais, embora tenham o seu conteúdo selecionado pelo autor do blog, com poucas exceções de sugestão por parte dos participantes, disponibilizam um espaço para que as pessoas possam se expressar da maneira que quiserem, tomando uma posição ou conhecimento mais aprofundado sobre determinado assunto, dando voz no processo político (McKENNA; POLE, 2004), estabelecendo-se como verdadeiros espaços democráticos. O viés proporcionado pelos blogs de política não se restringe a divulgadores dos fatos, como também contestadores, incluindo em seus posts (artigo de autoria ou de sugestão do autor do blog) um olhar crítico, porém sustentando a ―objetividade‖ (aqui, compreendida como a defesa da verdade, acima de tudo), o que não se registra na mídia tradicional, conseguindo mais proximidade com a realidade dos internautas que buscam essa interação, mesmo em um lugar onde várias opiniões divergentes se defrontam, porém, que perfaz um elo e não algo distante do cotidiano, ampliando o canal de difusão e recepção. 43 ―We shall have to shift our emphasis so as to include not only the conditions of the creation of ideas but also the conditions of their reception, not only the impulsions behind the ideas but also the users to which they are put, not only the thinkers but also the popularizers, the propagandists, the opinion skill-groups, the final audience that believes or disbelieves and acts accordingly.‖ 73 No artigo de Parra (2014, p. 33) observa-se exatamente esse impacto das tecnologias digitais que apresenta-se como ―uma arena renovada de conflito que dão formas a novos campos políticos‖. Fazendo uma analogia com os conceitos elaborados pelo filósofo francês Jacques Ranciere, o autor sugere que as tecnologias digitais inauguram um novo campo político: [...] elas redefinem os espaços da interação social; modificam o regime de visibilidade (quando definem o que pode ser tornado visível, por exemplo, através do rastro digital); transformam as possibilidades discursivas (diversificação e multiplicação dos ―falantes‖), dando lugar a novas lutas pelas formas de apropriação e distribuição dos recursos materiais e simbólicos que irão definir as relações de poder sobre as relações sociais mediadas pelas tecnologias digitais. Nesse caso, as disputas pela partilha do sensível dão forma simultaneamente a ciberpolítica e a tecnopolítica. (PARRA, 2014, p. 42, itálico e aspas do original) Observando os diferentes momentos que essas plataformas começaram a receber mais destaque, elevando o número de blogs existentes, o 11 de setembro representa o divisor de águas para a consolidação desses ambientes de maneira geral (SCOTT, 2004); no Brasil, essa ascensão ocorre mais nitidamente em 2005, com a repercussão do caso mensalão, escândalo de propina envolvendo membros do partido do governo, fazendo com que o interesse por política crescesse, ―criando uma demanda que encontrou a tecnologia já suficientemente enraizada, colaborando para ampliar o universo de cidadãos envolvidos na produção e busca de informação política‖ (ALDÉ; ESCOBAR; CHAGAS, 2007, p. 31), ressaltando o papel significativo dos blogs ao levar ao conhecimento do público todos os pormenores do fato, sob o viés de ―objetividade‖. Temos dois grupos que dividem as opiniões sobre o papel dos blogs na sociedade e sua contribuição para a manutenção da democracia. De um lado, aqueles que acreditam que os blogs, como espaços democráticos, defendem os direitos básicos de uma democracia, tais como, liberdade de expressão e de conteúdo, ao dar mais envolvimento político para os cidadãos (BROWNING, 1996). Do outro, aqueles que acham que o indivíduo optará por um ambiente mais próximo ao ser perfil, criando comunidades homogêneas (SUNSTEIN, 2001) que restringem a perspectiva a apenas um ponto de vista, a do autor do blog. Em nossa observação durante o segundo turno eleitoral, constatamos essas duas visões. Não podemos negar o papel significativo desempenhado pelos blogs como um veículo de informação não-tradicional, mas que, ao mesmo tempo, não faz milagres tornando engajadas ou ativas pessoas que não se interessam por política. A acessibilidade desses espaços, ao clique do 74 celular, facilita essa busca por informação e interação, oferecendo o conteúdo e promovendo a discussão de forma mais informal e mais dinâmica, o blog garante a oportunidade para que qualquer indivíduo participe, o que não estaria acontecendo fora do ambiente virtual. Entretanto, reconhecemos que os usuários mais regulares são aqueles que têm um pouco mais de conhecimento e ativismo político e, que, sim, esses tendem a procurar espaços com perfis ideológicos mais próximos, como atestado em alguns estudos (LAWRENCE; SIDES; FARRELL, 2010; McKENNA; POLE, 2004), mas não necessariamente homogêneos, já que diferentes níveis de uma mesma perspectiva, alguns mais extremos e outros mais moderados, como averiguamos, contribuem para discussões mais construtivas. A construção identitária a partir dessa flexibilidade das interações sociais na era virtual, tão importante para sustentar e situar o sujeito, está exposta às alterações do fator espaço- temporal tão mutável nesse meio. A maneira como o poder de construção da realidade (poder simbólico) é manejado pela identidade social pode ser descrita, segundo Bourdieu (1989, p. 7-8), como um ―poder invisível o qual só pode ser exercido com a cumplicidade daqueles que não querem que lhe estão sujeitos ou mesmo que o exercem‖. Ainda segundo Hall (2001), os processos da globalização faz desaparecer o sentido de ―identidade mestra‖, a qual estabelece essa ordem social, dando lugar a identidades plurais, mais fragmentadas e deslocadas, defendendo que as identidades ―são formadas e transformadas no interior da representação [cultural]‖ (p. 48). Podemos perguntar se toda essa liberdade de expressão e defesa de que todos tenham sua voz, defendidas pelos blogs, estariam, também, rompendo com a representação cultural de gênero existente no meio físico. 2.1.3.1 A questão de gênero na interação virtual A língua sendo elo para as relações sociais torna-se um instrumento que se molda às diferenças e desigualdades existentes nessa esfera como discutido no capítulo 1 (seção 1.1 e 1.2). Pautando-nos sobre a questão de gênero, será que há uma relação de dominância do masculino sobre o feminino como no mundo físico ou as desigualdades são removidas e todos são iguais no meio digital? O anonimato e as conversas sem face a face permitem que as mulheres se expressem de igual para igual como o sexo oposto? Ou toda essa gama de expandir as interações 75 e de romper fronteiras geográficas, termina por ser uma extensão virtual da exclusão entre os gêneros? Holmes (1997, p. 209) ressalta que essa construção identitária de gênero está em constante evolução, podendo ser reforçada pelas normas, como também contestada. O que há, de fato, é um pré-molde dessa relação de dominância a que as mulheres são expostas desde cedo, porém, não algo fixo, estático. O que se propõe discutir nessa seção é se e até que ponto o ambiente virtual permite subverter essas normas socioculturais. Não é recente o conhecimento de que as diferenças entre os gêneros não estão limitadas ao ambiente de trabalho e vida doméstica, ocorrendo também no sistema linguístico, evidenciando as possibilidades para um homem e as restrições para uma mulher (GAL, 1989; LAKOFF, 2003, 1973). O artigo de Herring (2003, p. 203) trata especificamente dessa questão ―se a internet altera profundamente os padrões culturais enraizados de desigualdade de gênero, ou se esses padrões são transferidos para a comunicação online?‖ (tradução nossa)44. A possibilidade de anonimato parece, no primeiro momento, dar ao ambiente virtual a oportunidade de equalizar essas diferenças, resultando em um canal se não igualitário, pelo menos, de neutralidade. Entretanto, o que se constata é que as formas de dominação presentes na relação entre gêneros também se concretiza no ambiente virtual. Em um estudo que examina as consequências de uma participação feminina mais ativa em grupo de ambos os sexos (HERRING; JOHNSON; DiBENEDETTO, 1995), observou-se que os homens utilizam-se de vários mecanismos para silenciar essas mulheres, recorrendo, algumas vezes, a ameaças de retirar o grupo que exceda 30%, evidenciando-se que não se espera que mulheres sejam líderes de tópicos de discussão. A atestação de maior participação de homens do que mulheres nos anos 90 passa por alterações no século XXI. A participação masculina ainda é majoritária, mais interessados em tecnologia, a internet serve como um instrumento para diferentes atividades, principalmente recreativas, enquanto as mulheres consomem menos informação online, utilizando a internet para enriquecer relações. Entretanto, há algumas particularidades: o número de mulheres jovens online é maior do que homens jovens; a participação de mulheres negras conectadas tem aumentado nos últimos três anos, 60% contra 50% de homens negros (FALLOWS, 2005). 44 ―Does the Internet alter deeply rooted cultural patterns of gender inequality, or do those patterns carry over into online communication?‖ 76 A relação de gêneros na internet não difere só no comportamento, os valores que são atribuídos para esses comportamentos, o que seria apropriado ou não, também é atestado (HERRING, 1994). Expressões de atenuações e apreciativas de mulheres contrastam com o julgamento masculino na internet. O estudo de Argamon et al. (2003) explora as diferenças na escrita entre o gênero feminino e o masculino. Utilizando o British National Corpus, o qual se constitui de inúmeros gêneros textuais, os autores aplicaram um algoritmo que correlacionou pronomes pessoais como favoráveis às mulheres e determinantes como favoráveis aos homens. Essa evidência mostra como pessoas, objetos, coletivos e instituições são descritos por ambos os gêneros: enquanto os pronomes são usados quando o referente é conhecido pelo leitor, o uso de determinantes se condiciona ao que não é familiar. Nesse estudo, os dados se mostraram significativos na correlação entre gênero e tipo de blog: gênero diário (temas de caráter mais pessoal) para mulheres e, filtro (temas externos aos autores) para os homens. A identificação das diferenças linguísticas entre os gêneros tem sido o enfoque de pesquisadores desde a segunda metade do século XX, com o surgimento da Sociolinguística (LABOV, 1994, 1990, 1982; LAKOFF, 1973; TRUDGILL, 1972), explicitando que a maneira como homens e mulheres se expressam reflete o ambiente sociocultural em que estão inseridos. Dois princípios gerais são destacados pelos estudos sociolinguísticos sobre a diferença entre os gêneros: (1) homens usam mais formas não-padrão do que mulheres em situações estáveis; e (2) mulheres são responsáveis por difundir a mudança linguística (LABOV, 1990). Os conceitos de padrão e não-padrão, tomados sob a perspectiva sociolinguística, são determinados como formas ―padrão‖, correspondendo à alta frequência de uso por todos os falantes, inclusive em contextos mais formais, sendo portadoras de prestígio social; as formas não-padrão, por outro lado, detém um certo estigma por estarem restritas a contextos informais e não compartilhadas por todos os falantes. A constatação de que mulheres são mais conservadores ao optarem por formas padrão e, sendo propulsoras da mudança linguística ao passarem a usar mais as formas não-padrão do que os homens, sugere que o gênero feminino é mais sensitivo ao status social linguístico (LABOV, 1990, 1982; TRUDGILL, 1972), já que haveria uma pressão social sobre elas, indicando o que seria aceitável e não-condizente com sua posição na sociedade. 77 Trudgill (1972) ressalta que o ―prestígio‖ pode estar associado com determinadas formas linguísticas. Esse prestígio que os homens atribuem às formas não-padrão se relaciona com a preocupação em se inserirem em um grupo social, evidenciando que o ―prestígio encoberto reflete o sistema de valores de nossa sociedade de diferentes subculturas dentro dessa sociedade‖, adquirindo diferentes formas (p. 194, tradução nossa) 45 Esses estudos contribuíram para evidenciar a diferença linguística em relação à questão de gênero, entretanto, a comunicação mediada virtualmente, em destaque nesse estudo, pode estar alterando ou ampliando essa relação, inserindo elementos novos que modifique o status atestado fora desse meio. Nesse contexto político, dimensionaremos o fator perfil ideológico para entendermos sua influência por determinados PFPs. 2.2 Política Vimos como a ideologia está inserida nas relações sociais e sua grande influência no âmbito político para respaldar interesses e buscar uma maior adesão de apoiadores. Contudo, como diferenciamos o que seria político e o que seria ideológico? Uma forma de distinguir seria: [...] sugerir que política se refere aos processos de poder mediante os quais as ordens sociais são mantidas ou desafiadas, ao passo que a ideologia diz respeito aos modos pelos quais esses processos de poder ficam presos no reino do significado. (EAGLETON, 1997, p. 24, itálicos nossos) A ideologia é o elemento que impulsiona as decisões, os posicionamentos, as ações, sendo, portanto, a base para qualquer movimento nesse cenário. Reforçando essa visão, Brzezinski (1962 apud CHRISTENSON et al., 1974, p. 17) 46 considera que um conjunto de ―ideias deixa de ser uma abstração intelectual e torna-se um ativo agente social, ou ideologia, quando é aplicado a situações concretas e se torna um guia para ação‖. Esse guia não estaria desvinculado dos grupos sociais que compõem esse cenário: partidos, movimentos, base aliada, etc. Segundo Ansart (1978, p. 36), a importância da ideologia política consiste na busca de designar ―o verdadeiro sentido dos atos coletivos‖, traçando o modelo da ―sociedade legítima‖ junto com sua estruturação, indicando, ao mesmo tempo, os autênticos detentores da autoridade e 45 No original: ―covert prestige reflects the value system of our society and of the different sub-cultures within this society, and takes the following forms‖ 46 BRZEZINSKI, Zbigniew W. Ideology and Power in Soviet Politics. Nova York: Frederick A. Praeger, 1962, p. 97. 78 propondo os fins para comunidade, bem como o meio para alcançá-los. A ideologia política busca uma explicação sintética através da qual: [...] o fato particular adquire sentido, onde os acontecimentos se coordenam numa unidade plenamente significativa. O liberalismo, o socialismo, os nacionalismos e todas as formas particulares de ideologia visam nada menos do que proclamar os princípios essenciais, as evidências incontestáveis, a partir dos quais os atos particulares assumem sentido e justificativa. Em complementação, a ideologia encarrega-se da função social de atribuir sentido à ação (ANSART, 1978, p. 36), especialmente em relação à política. De acordo com Ansart (1978, p. 37), os limites entre o político e não-político são difíceis de determinar, ocasionando sempre um conflito sobre o que dever ser instaurado dentro das instâncias da ideologia política. É preciso compreendermos a importância desses limites porque a relevância do estudo político-ideológico reside no fato de que esse pode evidenciar informações sobre o comportamento das pessoas e o modo como elas interpretam o contexto político em que vivem e, principalmente, qual o alcance das ideologias e sua interferência e consequências para a vida política. A identificação do espectro político através do embate histórico sobre direita e esquerda, que aqui constituir-se-á uma parte importante para nossa pesquisa, também necessita de um viés cronológico dos principais fatos e pressupostos teóricos que exerceram alguma influência para as definições que adotaremos para cada orientação ideológica. 47 2.2.1 Direita e Esquerda: a clivagem ainda existe? Com a queda do muro de Berlim em 1989, maior símbolo da Guerra Fria, e o desmantelamento da União Soviética em 1991, parecia o fim da era socialista e sua influência no mundo Ocidental, pelo menos uma influência palpável e não uma imagem pálida e sôfrega que restou no regime cubano. A partir desses marcos, a noção da clivagem parece desfazer-se junto com o declínio do socialismo, como se aqueles que antes defendiam liberdade e igualdade de oportunidades teriam, agora, que admitir como legítima e bem-sucedida a exploração econômica pelo capitalismo. Afirmar que essa distinção não existe, ou que ela deixou de transparecer por um período, é afirmar que a oposição deixou de ser uma parte essencial da ideologia política, algo 47 Embora aparentemente sensata, essa redução do espectro semântico do termo ideologia e suas dimensões propriamente políticas [autoritária, democrática, imperialista, esquerdista, direitista, etc.] não encontra, em geral, apoio nos teóricos de formação marxista. (BOSI, 2010, p. 74) 79 totalmente incoerente para esse cenário. A dissolução dos sistemas socialistas apenas evidenciou a insatisfação com o socialismo despótico e a necessidade por uma revitalização de antigos paradigmas, almejando-se um novo modelo que alcançasse os objetivos dessa corrente de pensamento. É voltando ao passado que compreendemos o presente e delineamos o futuro, assim os fatos socio-históricos que perpassam as origens da clivagem são imprescindíveis para visualizarmos o redirecionamento dessas ideologias e seu status quo no século XXI. 2.2.1.1 O simbolismo dos termos A clivagem de direita e esquerda remonta à reunião da Assembleia Nacional em Paris em 1789, na qual conservadores, apoiadores do Antigo Regime, se concentraram do lado direito e, aqueles que queriam a queda da monarquia localizaram-se no lado oposto. Com o reconhecimento dessa oposição em 1820 (GAUCHET, 1996, p. 247), as orientações políticas foram identificadas pelo seu agrupamento distributivo ideológico, seguindo esse modelo de disposição. Veremos que não é o fator espacial que ditará os rumos dessas duas perspectivas, mas a condução histórica na qual elas foram difundidas. Sobre o nascimento da dicotomia, Gauchet (1992 apud CRAPEZ, 1995, p. 42) 48 pontua a difusão lenta e gradual: Há um longo caminho a partir do emprego tímido e irregular da divisão entre direita e esquerda durante a Revolução Francesa para sua introdução na linguagem parlamentar nas assembleias da restauração. E é preciso um salto ainda maior para ir de jargão das Câmaras para estes emblemas por excelência da identidade política. (tradução nossa) 49 Segundo esse filósofo francês, por volta de 1906, a dicotomia se torna ―signos identitários‖ nos discursos eleitorais e, nos momentos que antecederam a I Guerra, a representação distintiva dos espectros já estava consolidada. Na definição trazida pelo Dictionnaire general de la politique, sob a coordenação de Maurice Block, tanto o termo direita quanto o termo esquerda são descritos por sua disposição 48 GAUCHET, Marcel. La droite et la gauche. In: NORA, Pierre (org.). Les lieux de mémoire, Paris, Gallimard, tomo 3 1992, p. 395. 49 Texto original: “Il y a bien du chemin depuis l‘emploi timide et irrégulier du partage entre coté droite et côté gauche sous la Révolution française jusqu‘à leur intronisation dans la langue parlementaire au sein des assemblées de la restauration. Et il faut un saut encore plus considérable pour passer du jargon des Chambres à ces emblèmes par excellence de l‘identité politique.‖ 80 no parlamento. Entretanto, é no verbete do termo centro que podemos identificar algumas características essenciais que se cristalizaram desde a Assembleia: Na política, nós designamos pelo nome de centro a parte do meio das assembleias legislativas, isto é, os membros desses conjuntos que estão a igual distância dos representantes do passado, por um lado, e os precurssores do progresso (real ou hipótetico), do outro. Damo-lhes o nome de conservadores porque quase sempre eles defendem a ordem estabelecida [...] falamos de um centro-direita e de um centro-esquerda, conforme aqueles que pertencem à parte inclinada para as velhas ideias ou as novas ideias. (BLOCK, 1864, p. 312, tradução nossa, itálicos nossos) 50 A identificação de uma posição conservadora por defender uma ordem vigente e de uma posição progressista por apoiar mudanças torna-se a principal diferença entre essas duas orientações. Essa consagração marca a oposição inerente dentro um sistema político, independentemente dos diferentes rótulos, essas posições sempre estão representadas, assimilando em diferentes graus os posicionamentos característicos das duas correntes: [...] em todos os países de regime parlamentar, as duas partes estão envolvidas, claramente definidas, disputando o poder no terreno constitucional, com suas doutrinas, suas aspirações e pessoal distinto. Na Inglaterra, estes são os Whigs e os Tories; nos Estados Unidos, os democratas e os republicanos. Na França, dentro da República agora indiscutível também estabelecem os dois principais partidos de esquerda e direita. (La Droite républicaine apud CRAPEZ, 1998, p. 45, tradução nossa, itálicos nossos) 51 52 As noções de direita e esquerda, até então limitadas à topografia parlamentar, apenas começam a se polarizar no campo ideológico-cultural, de acordo com Crapez (1998, p. 72), no começo do século XX, enfrentando, para o estabelecimento dessa dicotomia, reagrupamentos extremistas da direita (moderada, orleanista, burguesa, católica), como também de movimentos 50 Texto original: ―En politique, on designe par le nom de centre la partie moyenne des assemblées législatives, c‘est- à-dire ceux des membres de ces assemblées qui se tiennent à égale distance des représentants du passé, d‘une part, et des promoteurs du progrès (réel ou supposé), de l‘autre. On leur donne aussi le nom de conservateurs, parce qu‘ils defendent presque toujours l‘ordre établi […] on parle d‘un centre droit et d‘un centre gauche, selon que ceux qui en font partie inclinent advantage aux idées anciennes ou aux idées nouvelles.‖ 51 Carte électorale de la France Jornal La Droite républicaine, 1893, p. 1, 4, 8, 18. 52 Texto original: ―[...] dans tous le pays de regime parlementaire, deux partis sont en présence, nettement définis, se disputant le pouvoir sur le terrain constitutionel, avec leurs doctrines, leurs aspirations et leur personnel distincts. En Angleterre, ce sont les whigs et les tories; en Amérique, les democrats et les républicains. En France, dans la République désormais incontestée, s‘établiront aussi les deux grands partis de gauche et de droite.‖ 81 anticlericais, por parte da esquerda. Com as ideologias de massa na década de 30, a clivagem se estabiliza, embora o sentido dos termos ainda apresente flutuações: A direita moderna é uma não-esquerda resultante dessa esquerda formada a partir de 1900 por uma mutação ideológica-semântica e um triplo movimento de rejeição: do republicanismo liberal que desliza ao de centro-direita pelo centro, o socialismo nacional, que muda para o extremo oposto (extrema direita), finalmente o flanco radical de um replublicanismo autoritário que desaparece para a ala moderada do nacionalismo. A esquerda evacua formando seções inteiras da tradição revolucionária francesa. Pode-se, na verdade, razoavelmente representar a ideologia nacionalista que surge na França no final do século 19 como herdeira derivada do republicanismo ou como o socialismo menos à esquerda. (CRAPEZ, 1998, p. 73-74, tradução nossa, itálicos do original) 53 O valor da distinção agora recai sobre a posição socialista e a posição nacionalista, assim como, lembrado por Ansart (1978, p. 77), em cada período há uma formação histórica, e cada formação compõem-se de um conjunto de posicionamentos ideológicos rivais: Antigo vs. Moderno, Monarquista vs. Republicano, Conservador vs. Moderado vs. Revolucionário. Essas ideologias particulares constituem um campo onde não cessam de se opor, mas devem, contudo, situar-se de modo recíproco, formando um sistema. Direita e esquerda são termos que, desde suas origens, parecem dividir claramente a posição política de uma sociedade, não importando o sistema político. Duas faces de uma mesma moeda que regem as possibilidades de uma adesão ideológica: ―cara‖ ou ―coroa‖. O cientista político Jorge Castañeda (1994, p. 31) resume bem essa oposição ao afirmar que a melhor maneira de defini-la é em contraste com o outro, ―conforme os fins que persigam e os meios que escolham para atingi-los‖. Como afirma Bobbio (1995, p. 31), entre os dois termos podemos fazer um uso descritivo (para representar sinteticamente duas partes de um conflito), um uso axiológico (para expressar um juízo de valor sobre um dos lados) e um uso histórico (para sinalizar a mudança de uma fase a outra da vida política de uma sociedade). 53 Texto original: ―La droite moderne est une non-gauche résultant de ce que la gauche se constitue à partir de 1900 par une mutation idéologique-sémantique et un triple mouvement de rejet: du républicanisme libéral qui glisse au centre-droit par le centre, d'un socialisme national qui bascule à l'extrême contraire (extrême droite), enfin sur le flanc radical d'un réplublicanisme autoritaire qui disparaît à l'aile modérée du nationalisme. La gauche évacue en se formant des pans entiers de la tradition révolutionnaire française. On peut en effet raisonnablement se représent l'idéologie nationaliste qui surgit en France à la fin du 19 e siècle comme héritière derivée du républicanisme, ou comme le socialisme moins la gauche.‖ 82 Divergindo desse pensador italiano (1995, p. 33) quando esse argumenta que as expressões ―esquerda‖ e ―direita‖ não deveriam ser simplificadas como apenas ideologias, pois também englobam interesses e valores que norteiam uma sociedade, sustentamos que é justamente esse conjunto que torna as ideologias tão complexas (e não simplificadas) e, especificamente, nas concepções dessa dicotomia que, por diferentes pontos, ultrapassam a esfera política, vemos esses espectros operando através dos valores socioculturais para se fortalecerem e promoverem sua difusão, entretanto, não deixando de serem ideológicos (e aqui enfatizamos a essência desses termos) por agregarem diferentes modos operacionais. Por todo esse retrospecto, sintetizamos a composição dessa clivagem em três dimensões: política, em que os conceitos de esquerda e direita servem para estruturar o confronto democrático; sociológica, na qual as expressões são cristalizações identitárias, funcionando, portanto, como uma construção das origens sociais, pautando-se nas categorias de direita e esquerda para forjar os padrões culturais de sua consciência coletiva; e ideológica, ao considerar essa oposição como uma referência a cada uma das crenças, valores, princípios que podem esquematizar o modelo de uma sociedade legítima (SAUGER, 2009 apud HASTINGS, 2011, p. 60). 54 Partindo dessa composição tridimensional, a qual embasa de modo mais específico o funcionamento desses espectros, discutiremos a evolução do pensamento conservador e do pensamento socialista e suas consequências no mundo pós-guerra. 2.2.1.2 Pensamento conservador e pensamento socialista: condicionadores sócio-históricos 55 As condições que possibilitaram o surgimento e difusão das ideologias situam-se no desenvolvimento do capitalismo ao romper com pensamento religioso que predominava até aquele momento. A partir da era das revoluções no século XVIII, novas e remodeladas doutrinas proclamaram uma relação mais estreita com o contexto socio-histórico e político, dando origem a diferentes correntes: conservadorismo, liberalismo, socialismo, entre outras. Esse alvorecer das 54 SAUGER, Nicolas. Le clivage gauche/droite : quelles réalités ? Cahiers français, n° 350, 2009, p. 73-76. 55 Neste trabalho, tanto o pensamento conservador quanto o pensamento socialista não serão apenas tratados como as orientações das posições de direita e esquerda, respectivamente; ou seja, não somente como uma tendência natural de esses termos se orientarem nitidamente por esses pensamentos (assinalando, claro, a possibilidade, em certa medida, da intercalação da posição de um pensamento oposto nos dois espectros), mas também, como orientações de cunho racional e reflexivo que direcionam o movimento desses espectros ao longo do tempo. 83 ideologias está associado com a necessidade de uma orientação por parte da sociedade com a queda da ordem tradicional conhecida, caracterizando-as como um guia para as novas transformações que irrompiam nas diferentes esferas sociais. A onda de revoluções que perpassou o mundo constituiu-se um dos principais meios para o rompimento da consolidação da Velha Ordem e tudo o que ela representava. Após as revoluções inglesas (XVII), a independência dos Estados Unidos (1776) e a Revolução Francesa (1789), o liberalismo se fortalece, dando um novo rumo ao sistema sociopolítico e econômico vigente. Nesse escopo, aparecem duas grandes ideologias: de um lado, o liberalismo, pautando-se no progresso, no radicalismo e na liberdade para o avanço social; do outro, o conservadorismo, supremo até então, que defende a manutenção da velha ordem, através da hierarquia, estatismo e exploração da mão-de-obra. O conservadorismo apresenta inúmeras variações em diferentes sistemas políticos, como, por exemplo, sugerindo certa influência política do catolicismo na Europa continental ou sendo agressivamente pró-capitalista no sistema norte-americano sob formas que não foram encontradas em seus correlatos europeus (GIDDENS, 1996, p. 31-32). De acordo com Giddens (1996, p. 34), podemos acrescentar que, sob muitos aspectos, o conservadorismo foi uma defesa do Antigo Regime durante a Revolução Francesa. Entretanto, essa corrente conservadora estava além de uma simples reafirmação do status quo face ao progressismo defendido pela oposição. Rompendo com o pensamento iluminista, essa vertente veio não apenas rejeitar o novo em favor do antigo, mas contrapor o progressismo com teorias sociais que contrastavam sobre história, tradição e comunidade moral. O conservadorismo, em seus primórdios, ―defendia a hierarquia, a aristocracia, a primazia da coletividade, ou do Estado, sobre o indivíduo, e a importância proeminente do sagrado‖. No entanto, como emenda o autor, esse conservadorismo não existe mais (em relação as suas formas mais íntegras) porque as estruturas sociais que buscava preservar desapareceram, por exemplo, feudalismo e aristocracia (GIDDENS, 1996, p. 35). Olhando mais a frente, no período pós-guerra, o conservadorismo se reinventa, dando origem a três perspectivas: o conservadorismo filosófico, embora afirme ter afinidades com o velho, introduz inovações (baseando-se nos conceitos de autoridade, lealdade e tradição); o neoconservadorismo, tendo seus principais expoentes na Alemanha e nos E.U.A., aceita a 84 ―influência difusa que o capitalismo e a democracia liberal passaram a ter em nossas vidas nos dias atuais‖, entretanto, ―veem a ordem burguesa como destruidora dos símbolos e práticas tradicionais dos quais depende uma existência social significativa‖, acreditando que o conservadorismo deve preservar as instituições fora das esferas da política e da economia, tais como, a família ou a Igreja, as quais forneceriam estrutura moral para a vida; o neoliberalismo ou nova direita 56 não considera mais o empreendimento capitalista como a origem dos problemas sociais, ao contrário, ―ele é o centro de tudo de bom que existe‖ na civilização moderna, admirando o individualismo econômico e o veem como a ―chave para o sucesso da democracia dentro de um Estado mínimo‖ (GIDDENS, 1996, p. 37-44). Sob esses prismas, o conservadorismo defende as instituições tradicionais que dão a base para uma sociedade, mas, ao mesmo tempo, se adapta às transformações, não sendo contrário às mudanças, apontando a necessidade que isso seja feito de modo gradual e não radical. Examinando o caráter essencial do pensamento conservador, Mannheim (1982, p. 135) expõe algumas críticas que o conservadorismo faz ao pensamento baseado no direito natural: (a) os conservadores substituíram a Razão por conceitos como História, Vida, Nação; (b) à tendência da escala baseada no direito natural, o conservador opõe a irracionalidade da realidade; (c) o conservador coloca de maneira radical o problema da individualidade; (d) a concepção de organismo social é desenvolvida pelos conservadores para combater a crença liberal-burguesa na aplicabilidade universal de todas as inovações políticas e sociais. As particularidades socioculturais em cada nação do Ocidente e, acima de tudo, as relações entre as classes nessas regiões, fez com que, segundo Trindade (1978, p. 45), o pensamento conservador assumisse aspectos diferenciados. No entanto, segundo essa autora, as características do conservadorismo permaneceram semelhantes em todos esses países, desde que ―era o produto de um processo econômico e social comum a todo o Ocidente‖. Destacam-se ―a situação do capital e do trabalho, a formação de Estados e seu papel na ordem econômica mundial, o conflito entre interesses de grupos antagônicos‖, entre outros problemas estruturais partilhados por todas essas nações. 56 ―Nova Direita‖ e ―Neoliberalismo‖ têm significados diferentes dentro do contexto político nos Estados Unidos. A Nova Direita tende a ser relacionada à direita religiosa protestante. Já os ―liberais‖ são aqueles que durante e após o New Deal, demonstraram ser favoráveis à expansão do welfare state. (GIDDENS, 1996, p. 32-33) 85 Se o conservadorismo surge para proteger o Antigo Regime, o socialismo nasce de sua dissolução. Guiando-se pela perspectiva do progressismo, os maiores defensores argumentam que o único caminho para a humanidade é o avanço. Com o declínio do liberalismo, pela ―deterioração interna dos próprios órgãos vitais‖ em decorrência da perda de seu ―fervor radical‖, aproximando-se, por consequência, do utilitarismo e dos ideais conservadores individualistas, depois de uma inserção bem-sucedida no lado Ocidental, o socialismo torna-se o novo viés para preencher o vazio deixado pelos libertários (ROTHBARD, 2010, p. 16-21). Contrapondo o pressuposto de que o conservadorismo político é o oposto do socialismo de Estado, o autor argumenta: Os libertários de hoje estão habituados a pensar no socialismo como diametralmente oposto ao credo libertário. Mas este é um grave equívoco, responsável por séria desorientação ideológica dos libertários no mundo atual. Como vimos, o conservantismo era o oposto absoluto da liberdade, e o socialismo, embora à ―esquerda‖ do conservantismo, era essencialmente um movimento confuso, de cunho intermediário. Era de cunho intermediário, e ainda o é, por tentar alcançar fins liberais pelo uso de meios conservadores. (ROTHBARD, 2010, p. 21) Acrescentando ainda que: À semelhança do liberalismo, e em oposição ao conservantismo, o socialismo aceitou o sistema industrial e as metas liberais de liberdade, razão, mobilidade, progresso, padrões de vida mais elevados para o povo, e um basta à tecnocracia e à guerra; mas tentou chegar a esses fins utilizando meios conservadores, incompatíveis com eles: estatismo, planejamento centralizado, comunitarismo etc. (ROTHBARD, 2010, p. 21) Na análise de Rothbard, o socialismo de Estado está ao centro (por englobar metas do liberalismo e métodos do conservadorismo), ao passo que o conservadorismo, de direita, se contrapõe à esquerda representada nos moldes do liberalismo que defende a liberdade e a igualdade desde os meios até os fins. A substituição do liberalismo radical pelo socialismo de Estado ocorre pelo enfraquecimento das ideias defendidas do primeiro pensamento, ocasionando uma desorientação do movimento socialista de esquerda. O resultado foi uma cisão entre os que buscavam os fins liberais: de um lado, aqueles que se renderam ao socialismo de Estado e, do outro, aqueles que foram levados a aceitar o conservadorismo como a nova corrente, caracterizando uma nova composição ideológica desses pensamentos, seja pela necessidade de 86 uma reestruturação política ou por falta de opção por uma corrente mais alinhada com o perfil defendido. Fazendo uma breve retrospectiva dessas transformações na orientação de esquerda, Bresser-Pereira (2000, p. 156) destaca que a busca por novos objetivos para alcançar o poder político se torna uma constante. No fim do século XIX, o socialismo é vislumbrado através da revolução. Já com o advento da socialdemocracia, o socialismo se mantém como finalidade, porém, agora a meta é alcançá-lo através da reforma. Ao defender a democracia, esse viés socialista socialdemocrata substitui o indivíduo livre pela soberania popular, adquirindo uma ―imagem plácida‖ que, segundo Anderson (1996, p. 9), no século XX parece integrar a cena do pós-guerra na Europa Ocidental, veiculado a ―uma política de reformas nem sempre eficaz, mas claramente respeitável‖. Após uma série de escândalos de corrupção e de fraudes envolvendo os principais membros dos partidos e dos indicados pelos mesmos, a socialdemocracia foi varrida dessa região europeia na década de 90. Em se tratando dos partidos socialdemocratas, Bresser- Pereira (2000, p. 156) expõe que a desistência do socialismo deixou como opções o ―remedialismo‖ ou a total ―resignação‖. Esses acontecimentos (re)direcionaram a adesão ideológica ao socialismo, denotando orientações de esquerda renovadas mais condizentes com o panorama mundial do século XXI. Os conflitos advindos pelo pensamento conservador ou socialista são, resguardadas as divergências histórico-políticas, semelhantes em vários países. Essa observação da inexistência da dicotomia adquire um novo poder intelectual e prático nas condições sociais atuais. Para Giddens (1996, p. 61), apesar da pouca transparência entre os limites da direita e esquerda e, admitindo que o radicalismo nunca foi característica exclusiva da esquerda, a distinção entre esses dois espectros ―sempre teve algum poder de persuasão no decorrer da longa fase de desenvolvimento das instituições modernas marcadas pela modernização simples‖. O aumento de questões efervescentes durante o século XX, tais como, racismo, feminismo, orientação sexual, imigração ilegal, liberalização das drogas, aborto, etc., aliado à instabilidade na esfera político-econômica, ditam as diretrizes para um novo modelo estrutural e funcional nos espectros ideológicos de direita e esquerda, de modo a alinharem-se com as necessidades sociais, dessa vez, tornando claro um alcance para além dessa esfera, incluindo, também, uma articulação mais abrangente com temas como inclusão, desigualdade e diversidade. 87 2.2.1.3 Revitalização ideológica: Nova Direita e Nova Esquerda 57 A revitalização ocorre primeiramente no espectro de direita, na década de 80, rejeitando a tradição e pautando-se em uma abordagem neoliberal. Posteriormente, a esquerda, nos anos 90, segue afirmando o papel do Estado no campo econômico, (BRESSER-PEREIRA, 2000, p. 145). O centro, por sua vez, sempre oscila entre as duas posições, tendendo na década de 30 para a esquerda e na década de 70 para a direita, ou de forma mais sucinta, sempre se deslocando para o lado mais forte no atual momento. O que parece mudar esse panorama radicalmente de tempos em tempos é a necessidade de inovação ou a reinvenção das propostas ideológicas, firmando-se os ideais que conseguem estimular e passar confiabilidade de satisfazer as prioridades de duas frentes: a do setor empresarial e a da população em geral. A obra inovadora de René Rémond, Les Droites en France (2007 [1953]), evidencia momentos diferentes desse espectro depois dos eventos do século XIX, contudo, a evolução, desde sua origem na Revolução Francesa, não dissipou seus principais traços, deixando inalterado o aspecto conservador e avesso a mudanças ou movimentos que possam ―agredir‖ a ordem vigente. A renovação face aos problemas sociais suscita diferentes tipos como exemplificados por Eatwell e O‘Sullivan (1990) ao classificarem a direita em cinco vertentes: (i) reacionária: defende a aristocracia, religiosidade e o autoritarismo; (ii) moderada: aceita as mudanças, desde que seja gradual, mais precisamente referida como centro-direita; (iii) radical: termo fixado por Daniel Bell após seu livro The radical right (1963), o qual, através das contribuições de vários estudiosos, identifica grupos insatisfeitos com o sistema político vigente, principalmente nos E.U.A., que buscam, por métodos próprios, lutar contra ameaças externas (comunismo e imigração); (iv) extrema-direita: uma ideologia que escapa das medidas legais, recorrendo a uma 57 Usamos o adjetivo ―nova‖ no sentido literal frente à renovação desses espectros no fim do século XX e não como a designação que as ideologias de esquerda e direita passaram a receber, caracterizando uma vertente desses termos. Após explicitarmos as diferentes vertentes surgidas com as transformações nesse último século, utilizaremos apenas as designações simples de esquerda e direita, desde que, a nomenclatura de Nova Direita e Nova Esquerda diverge entre os países, o que causaria certa confusão. 88 postura antidemocrática, ao nacionalismo extremo e a atos violentos, como o racismo; (v)) nova direita: a aproximação entre liberais e conservadores fortalece a defesa pelo mercado livre. 58 O fortalecimento da vertente radical 59 da direita pode ser fixado mais claramente na década de 60 quando o Partido Republicano, nos Estados Unidos, encontrou-se fora do poder, ocasionando, inevitavelmente, uma polarização entre aqueles que se posicionavam à direita. Não foi apenas uma contestação das formas de condução do partido, dessa vez o elemento novo, segundo Bell (1963, p. 2), é a ideologia desse movimento e sua postura ―de abandonar os processos constitucionais, de suspender liberdades e de perdoar métodos comunistas na luta contra o comunismo‖ (tradução nossa).60 Enquanto a extrema-direita rejeita a democracia, a direita radical a aceita com restrições, criticando a base liberal e as limitações constitucionais impostas à soberania popular (MUDDE, 2010, p.1168-1169). Essa postura radical é realçada pelo momento da Guerra Fria adjunta à ineficácia da própria direita em solucionar as ―ameaças‖ que estavam se instaurando em solo americano, praticamente, com a ―conivência‖ do partido Republicano. Com essas ameaças, externa e interna, Lipset (1963 [1955], p. 307) explica que a denominação de ―radical‖ advém das medidas de mudanças extremas, eliminando, tanto na vida política como em outras esferas sociais, tudo o que afetaria os valores e interesses econômicos dessa vertente ideológica. Estudos que analisam a ascensão da direita radical (MERET, 2010) e a sua limitação em outros contextos pós-guerra (WILLIAMS, 2006; NORRIS, 2005) mostram que os temas levantados por essa vertente (imigração e criminalidade, especificamente) têm um grande apelo entre os eleitores, atingindo, em épocas de crise, mais apoiadores e, em tempos de pacificidade, um retraimento por parte dos mesmos. Os elementos que fortalecem essa emergência estão em uma economia pós-industrial; fragmentação da cultura (multiculturalização); o crescimento da dimensão da clivagem sociocultural; descontentamento político; aumento de atitudes étnico- 58 Devido às características mais explícitas do sistema político brasileiro (partidos e população), não abordaremos a vertente de extrema-direita. 59 O termo radicalismo é comumente tratado como sinônimo de extremismo, o que além de resultar em uma descrição imprecisa, oculta as reais características e objetivos de cada posição. 60 Texto original: ―[…] to jettison constitutional processes and to suspend liberties, to condone Communist methods in the fighting of Communism.‖ 89 raciais; crise econômica; uma reação contra o surgimento da Nova Esquerda, dentre outros (RYDGREN, 2002 apud NORRIS, 2005, p. 9-10) 61 . Com a vitória de partidos conservadores nos dois principais sistemas políticos do mundo, Inglaterra (1979) e Estados Unidos (1980), há uma ascensão do espectro de direita em vários países nas décadas seguintes. Contudo, o funcionamento dessa nova vertente de direita já difere da postura radical. Uma das explicações é que: A revitalização d[essa] direita não se manifesta apenas pelo êxito do programa neoliberal em diversas partes do mundo. Uma onda de conservadorismo social constitui a outra faceta da nova direita no mundo contemporâneo. Parece haver um paralelo entre a ofensiva neoliberal e uma simétrica barbarização da vida societária, com os problemas do desemprego, da exclusão social, das várias formas de preconceito (racial, cultural, sexual, religioso etc.) e da escalada da violência em grande parte do mundo capitalista. As soluções conservadoras são as que mais se beneficiam nesse cenário. (ALVES, M., 2000, p. 188, itálico nosso) A vertente da Nova Direita funde duas correntes totalmente opostas: (1) o neoliberalismo que se distingue do liberalismo clássico pelo viés radical adotado, propondo ações como privatizações, austeridade fiscal, livre comércio, medidas antiprotecionistas e mínima participação estatal na economia, ao mesmo tempo em que elabora metas de redução de despesas governamentais, contrariando o Estado do bem-estar social (welfare state) com o propósito de assegurar a manutenção de um capitalismo mais forte; e (2) o neoconservadorismo que alicerça as bases tradicionais (família, relações sociais, etc.), possibilitando uma base mais sólida para as ações neoliberais, de tal modo que controle os movimentos da massa, transmitindo a sensação de igualdade. Destacando os limites da convergência entre a corrente neoliberal e a conservadora, Giddens (1997, p. 43) afirma que: O que veio a ser considerado ―a Direita‖ hoje é o neoliberalismo, cujos vínculos com o conservadorismo são, no mínimo, tênues. Pois se conservadorismo significa algo, é o desejo de conservar – e especificamente ele significa a conservação da tradição, como a ―sabedoria herdada do passado‖. O neoliberalismo não é conservador neste sentido (um tanto elementar). Pelo contrário, ele põe em jogo processos radicais de mudança, estimulados pela expansão incessante de mercados. (aspas do original) 61 RYDGREN, Jens. Radical right populism in Sweden: still a failure, but for how long? Scandinavian Political Studies, 25(1), 2002, p. 27-56. 90 Segundo Torres (2001, p. 65), essa ―aliança contraditória‖ é delineada por interesses em comum ligados ―à economia de oferta, ao monetarismo, a setores culturais neoconservadores, grupos opostos às políticas de redistribuição do estado de bem-estar, e setores preocupados a todo custo com o déficit fiscal‖. Essa corrente neoliberal tem lugar na América Latina nas duas últimas décadas através de governos conservadores, a exemplo do Chile após a queda de Salvador Allende, da Argentina no governo de Carlos Menem e do Brasil sob a condução de Fernando Henrique Cardoso, apresentando, conforme o autor esclarece, as devidas particularidades. Os principais pontos, segundo Silva (1996, p. 167-168), que regem os movimentos da Nova Direita podem assim ser sumarizados: (i) deslocamento das causas: o eixo da análise social é transferido da questão das relações de poder e de desigualdade para o gerenciamento eficiente dos recursos; (ii) culpabilização das vítimas: miséria e pobreza são consequências das escolhas e decisões inadequadas por parte da população; (iii) despolitização e naturalização do social: as atuais condições estruturais e sociais são consideradas como naturais e inevitáveis e distanciadas de sua conexão com relações de poder e dominação; (iv) demonização do público e santificação do privado: enquanto o público e o estatal são vistos como exemplares de tudo o que é ruim e ineficiente, o mercado e o privado, ao contrário, são tomados como modelos de tudo que é bom e eficiente; (v) apagamento da memória e da história: tendência a reprimir e a silenciar as raízes históricas, sejam de subjugação ou de resistência, da situação atual; (vi) recontextualização: as categorias e o léxico das lutas democráticas são, de modo seletivo, reciclados e reincorporados, após terem seu conteúdo anterior devidamente higienizado. Abaixo, resumimos em um quadro os principais pontos do que se constituiria hoje direita na Europa e na América Latina, conforme Ricci (2009, p. 8-9): 91 Quadro 1: Característica do espectro de direita no século XXI Centralização - Buscando eliminar qualquer mecanismo de participação social ou novas representações, defende a centralização de decisões e do poder. Política como fator facilitador - Defende a ação do governo como um mecanismo facilitador da livre movimentação de capital financeiro e produtivo. Concepção empresarial de gestão - A competição de mercado e a lógica empresarial definem relações sociais mais objetivas e eficientes. Proteção social -Estabelecendo-se como uma distinção básica entre os espectros no século XX, a proteção provê a manutenção da existência (segurança, saúde e educação), entretanto, não investe na melhoria para as condições de vida e no desenvolvimento pessoal. Nacionalismo - Xenofobia e políticas contra a imigração [na Europa é mais fácil visualizarmos essa questão com a crise dos refugiados; no Brasil, além de casos contra imigrantes dos países vizinhos, temos a cisão dentro do próprio território: Norte/Nordeste vs. Sul/Sudeste] Fonte: Elaboração própria O termo nova esquerda origina-se de uma dissidência do Partido Comunista da Grã- Bretanha, em 1956, quando Nikita Krushev, o então líder da U.R.S.S., denuncia as barbáries do governo stalinista e seu despotismo pessoal. Esses dissidentes, ―novos esquerdistas‖, intentavam desenvolver uma proposta mais humanista do marxismo, como um novo caminho à abordagem ortodoxa dos soviéticos aplicada aos países da U.R.S.S. A popularização da nova expressão em solo americano deve-se ao texto do sociólogo Charles Wright Mills (1916-1962), Letters to the New Left (1960), na qual defende a necessidade de um novo tipo de momento de esquerda, que não se limitasse às questões econômicas e do operariado (SOUSA, 2009, p. 15-16). 92 Na análise de Katsiaficas (1987 apud SOUSA, 2009, p. 17-19) 62 , podem-se destacar as seguintes características dessa nova vertente: i) oposição à dominação racial, política e patriarcal, bem como a exploração econômica (criticando a desigualdade também na área da cultura e política); ii) conceito de liberdade não apenas como liberdade para criar novos seres humanos; iii) a extensão do processo democrático e a expansão dos direitos do individuo; iv) uma base ―revolucionária‖ ampla (afastando-se da visão tradicional do proletariado e pautando-se na liberdade e na liberdade de diversos grupos); iv) a ênfase na ação direta (mudando as greves trabalhistas por ocupação de espaços públicos, sit-ins 63 , e outras ações nem sempre pacíficas). A Declaração de Port Hurron (1962) é considerada um marco para a reanálise do esquerdismo em território americano. Influenciada pelos escritos de Mills, a Student for a Democratic Society (SDS) procurava se desvencilhar dos vícios da esquerda tradicional, tais como, o sectarismo, o dogma do marxismo e a orientação pós-soviética, almejando tornar realidade os ideais de ―liberdade e igualdade para cada indivíduo; governo do povo, para o povo e pelo povo‖ citando as palavras do manifesto (SOUSA, 2009, p. 15-16). Ao ditar os rumos da nova esquerda através de uma democracia participativa e sob direção de uma instituição universitária, Port Hurron torna-se a base para essa nova corrente de pensamento. Essa dimensão de autorreferencialidade da ideologia defendida pela SDS ultrapassa os limites dos E.U.A., passando a influenciar movimentos em outros países (Grã Bretanha, Alemanha Ocidental, França). Na década de 70, em vários países da América Latina (AL) instauram-se regimes ditatoriais com o intuito de conter a ―sombra‖ do comunismo e garantir o interesse da segurança nacional, colocando na ilegalidade vários partidos e movimentos de cunho esquerdista. Na Europa, com a queda de dois regimes autoritários conservadores que se estenderam por décadas, Portugal e Grécia, e a inclusão de comunistas no governo pelo primeiro, elevaram a atenção das nações em face de atos de terrorismo, da redução do crescimento econômico e da inevitável 62 KATSIAFICAS, George. The imagination of the New Left: a global analysis of 1968. Boston: South End Press, 1987, p. 23-27. 63 Movimentos pacíficos que visam ocupar locais em forma de protesto contra algum tipo de discriminação por tempo indeterminado, sendo muito comuns nas décadas de 50 e 60 nos E.U.A. 93 insatisfação da população. E, como vimos, provocando uma ascensão dos ideais da direita neoliberal de um lado, e a crise da esquerda, do outro. Entretanto, como assinalamos a inversão dos espectros no poder conduzida pela necessidade de uma renovação ideológica, no fim dos anos 90, temos um retorno para a tendência de esquerda em detrimento da corrente neoliberal que não se mostrava mais capaz de oferecer tudo o que prometeu. Esses vinte anos de distanciamento, permitiram que diferentes vertentes surgissem: novos democratas (E.U.A.), Terceira Via (Grã-Bretanha), novo centro (Alemanha), Nova Esquerda (França e Itália) e a moderna socialdemocracia (Brasil) (BRESSER-PEREIRA, 2000, p. 150). Assim, a volta do perfil de esquerda ao poder na região sul da Europa (Portugal, Grécia, Itália e Espanha), após o recente término da Guerra Fria, e a vitória de Hugo Chávez em 1998, na Venezuela, impulsionam uma mudança extrema no cenário político, levando ao poder representantes de partido com origens marxistas, líderes de movimentos populares e populistas radicais em vários países da AL nos anos seguintes, tais como, Brasil (Lula), Argentina (Fernández), Chile (Bachelet), Bolívia (Morales), Paraguai (Lugo), Nicarágua (Ortega), dentre outros, todos substituindo governos conservadores. Como apontado na seção 2.2.1.2, as mudanças no perfil de esquerda ao longo do século XX visaram também promover as demandas das esferas politica e econômica, de maneira a atender outras esferas, dando mais ênfase à palavra democracia: A Nova Esquerda mudou ao longo dos anos. Agora, a Nova Esquerda que emergiu da crise do Estado e do colapso da União Soviética de 1989, e que ganhou eleições, ainda visa ao socialismo, mas frequentemente evita a palavra, dada a sua conotação estatista. O socialismo democrático segue sendo um objetivo, mas o socialismo é definido em novos termos, enfatizando seu caráter radicalmente democrático. O socialismo será consistente com um sistema econômico de mercado coordenado, onde prevalece um sistema democrático, uma vez que somente através da igualdade política será possível alcançar ampla igualdade de oportunidade e a proteção aos incapazes de competir no mercado — as duas características que distinguem o socialismo. (BRESSER-PEREIRA, 2000, p. 156) Nessa passagem, vislumbramos o ponto central dessa vertente: a igualdade para essa Nova Esquerda está além da distribuição de renda e da riqueza, agora busca-se uma igualdade de oportunidades, a qual será alcançada, conforme destaca Bresser-Pereira (2000, p. 157), quando o objetivo de ―garantir um princípio de justiça legítimo para cada esfera‖, proporcionando a todos educação e saúde de qualidade, seja atingido. 94 A ressurgência da esquerda na AL tem sido o foco de vários estudos (MADRID; HUNTER; WEYLAND, 2010; ARNSON; PERALES, 2007; TOURAINE, 2006; CLEARY, 2006), destacando a heterogeneidade dessa onda que chegou à América, de maneira a se postular que, talvez, esses eventos devam ser tratados como eventos separados e não como algo coletivo, por exemplo, o contexto econômico pelo qual passava o Brasil e a inexistência de políticas sociais mais efetivas, o contexto de falhas na gestão política na Venezuela ou o passado autoritário no Chile (CLEARY, 2006). Embora com algumas divergências, podemos identificar dois tipos de esquerda atuando na AL: uma forma moderada e uma mais radical. 64 A esquerda moderada busca conciliar suas metas de governo ao mesmo tempo em que respeita os limites econômicos e a oposição política, negociando ao invés de impor suas medidas. Por outro lado, a ala da esquerda radical opõe-se à globalização, desafia o neoliberalismo e ataca os opositores, procurando apoio dos seguidores no confronto com os adversários políticos, econômicos e estrangeiros. Em síntese, ―a posição radical privilegia a ambição, audácia e ativismo; a posição moderada, prudência, gradualismo e realismo‖ (WEILAND, 2010, p. 3, tradução nossa)65. Cabe ressaltar que o caráter dessas esquerdas também está determinado pelo ambiente em que essas orientações se instauram. No Brasil, por exemplo, no qual o lulismo se insere na esquerda moderada, temos a extensão geográfica, a representatividade da oposição, judiciário autônomo, liberdade de imprensa, entre outros fatores, que impedem uma orientação mais radical. Assim, essa diversidade na condução política pelos governos de esquerda na AL está associada ao próprio passado histórico-político que cada um desses países vivenciou, implicando novas abordagens para que esse espectro assumisse o poder (WEYLAND; MADRID; HUNTER, 2010). As diferenças entre as duas esquerdas têm uma origem histórica distinta que explica as estratégias que cada uma utiliza para governar: A esquerda moderada emergiu da desradicalização gradual, mas completa dos partidos de esquerda que tinham sido formado muitos anos antes. Estes partidos 64 No livro ―Manual do perfeito idiota latino-americano‖, essa distinção é caracterizada como esquerda carnívora (radical) e esquerda herbívora (moderada). Rótulos usados atualmente nos blogs em análise dessa dissertação. (cf. APULEYO MENDOZA, Plinio; MONTANER, Carlos A.; VARGAS LLOSA, Álvaro. Manual do perfeito idiota latino-americano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, Instituto Liberal, 1997). 65 Texto original: ―[...] the radical position privileges ambition, boldness and activism; the moderate position, prudence, gradualism, and realism.‖ 95 mudaram do centro e abraçaram as reformas de mercado durante a década de 80 e final dos anos 90, na esteira da crise de débito e a queda do comunismo. Por outro lado, a esquerda radical estourou na cena política durante os meados finais da década de 1990, quando o crescente descontentamento com economias de mercado estimularam um radicalismo renovado. (MADRID, HUNTER e WEYLAND, 2010, p. 144, tradução nossa, itálicos nossos) 66 Na síntese dos autores, se a esquerda moderada é constituída por partidos mais antigos e institucionalizados, tendo uma aparelhagem organizacional melhor consolidada, a esquerda radical compõem-se de movimentos personalistas mais jovens e mais fluídos, os quais não se desenvolveram, por falta de tempo, regras, estruturas e esquemas organizacionais. O quadro baixo traz as principais características da composição da esquerda hoje na Europa e na América Latina, conforme Ricci (2009, p. 9): Quadro 2: Característica do espectro de esquerda no século XXI Democracia participativa - Gestão participativa, de orçamento participativo, de mecanismos de controle territorial (que embora frágeis, ainda se encontram à frente da Europa). - Igualdade e justiça social. Descentralização - Proporcionar condições à população de se incorporar ao controle das políticas públicas desenvolvidas. Promoção humana - Manutenção e investimento contínuo na melhoria do desenvolvimento pessoal e social pela transferência de renda por parte do Estado. Internacionalismo - Cooperação político-econômica entre nações, promovendo vantagens mútuas. Fim da estatização - Controle dos meios de produção, sem estatizá-los. Fonte: Elaboração própria Uma hipótese levantada por Segrillo (2004, p. 623) sugere que se o equilíbrio encontra- se na interação entre direita e esquerda, por outro lado, a visão dinâmica do sistema partiria 66 Texto original: ―The moderate left emerged from the gradual but thorough deradicalization of left-wing parties that had been formed many years before. These parties shifted to the center and embraced market reforms during the late 1980s and 1990s in the wake of the debt crisis and the decline of Communism. By contrast, the contestatory left [radical left] burst onto the political scene during the mid-to-late 1990s, when growing disaffection with market economics stimulated renewed radicalism.‖ 96 sempre do perfil de esquerda. Mas, o que exatamente isso significa? A interação entre os dois espectros atinge um equilíbrio à medida que se consolida. Em síntese, em um ―contexto teórico- abstrato‖, a direita visa manter o status quo, enquanto a esquerda visa modificá-lo, defendendo transformações. Assim, as mudanças advindas nesse cenário sempre são determinadas por ―estímulos iniciais‖ da esquerda. Reagindo a esses estímulos, a direita busca manter os antigos paradigmas, promovendo ―contramudanças‖ para frear os objetivos da esquerda. A tendência do sistema em se mover para um dos lados fica a cargo dos movimentos e estímulos de cada perfil. Como define o autor, do ponto de vista das mudanças no cenário político, ―a esquerda age e a direita reage‖. Por mais que tentemos chegar a uma definição universal para esquerda-direita, a interferência do fator espaço-temporal sempre estará presente. A esquerda pode privilegiar a igualdade, enquanto a direita diz que as desigualdades são inevitáveis (BOBBIO, 1994), ou que a ordem é prioridade da direita e a justiça, para a esquerda (BRESSER-PEREIRA, 2000, p. 149). O que importa estabelecer é a essência desses dois espectros ideológicos, assegurando que a inclinação por determinadas posições reflita de forma transparente e consciente a postura de direita ou de esquerda. 2.2.1.4 A delimitação do perfil ideológico Nas seções anteriores, tivemos a oportunidade de visualizar a evolução dos paradigmas que caracterizam uma ideologia de esquerda e de direita, os quais se moldam sob diferentes contextos que emergem da turbulência de novas demandas sociais e, que a partir do grau de exigência, novas propostas buscam respondê-las, seja para uma estabilização ou para uma transformação. A partir dessas mudanças, a delimitação entre os espectros não é tão transparente quanto esperada, devido a semelhanças de medidas adotadas que divergem da orientação ideológica. A concepção de uma orientação esquerda-direita (OED) demonstra ser a base de um cenário político, a qual estabeleceria os limites ideológicos de grupos opostos, operando como uma diretriz para as ações e pensamentos que perpassam um ambiente extremamente conflituoso. Mas, como então, identificar essa linha divisória entre as duas ideologias? 97 Pela extensão e complexidade dos conceitos, os elementos que seriam selecionados para uma análise comparativa também são de difícil delimitação já que teria que haver uma padronização dos pontos de referência, possibilitando uma comparação entre diferentes faixas de tempo e limites geográficos. Então, o que se sugere, e o que vem sendo realizado por vários trabalhos, é tratar a orientação ideológica dentro de uma escala, um continuum no qual é possível identificar a tendência para uma determinada posição frente a temas que são, reconhecidamente, foco de debate e divisão entre os dois espectros. Diferentes estudos têm trabalhado com essa escala, o que tem contribuído para que esse método seja considerado um importante instrumento para predizer as atitudes políticas de indivíduos e partidos diante de determinados temas (TAROUCO; MADEIRA, 2013a; 2013b; MADEIRA; TAROUCO, 2001; AMY; BARRES, 2010; ALVES, 2000; SINGER, 2002; FUCHS; KLINGERMANN, 1990; INGLEHART; KLINGEMANN, 1976, apenas citando alguns mais recentes). Por outro lado, diferentes caminhos são propostos para que esse método seja aperfeiçoado, tornando-o mais preciso e menos restrito. A taxonomia da dimensão OED é vista como um modo eficiente para compreender, organizar e armazenar informação política (INGLEHART; KLINGEMANN, 1976, p. 245), entretanto, é preciso que esses conceitos estejam de alguma forma internalizados, somente assim eles poderão operar efetivamente. Na linha da psicologia social e cognitiva, essa dimensão é explicada sob diferentes ângulos, visando ampliar a objetividade da aplicação dessa escala. Se o funcionamento da OED é orientado por ideologias, faz-se necessário, então, compreender o alcance dessa dimensão ideológica no meio social como alertam Fuchs e Klingemann (1990, p. 204) ao questionarem essa aplicação para uma sociedade como um todo, já que estudos apontam que grande parte da população não tem um entendimento ideológico dos termos dessa escala. Não invalidando as pesquisas que se baseiam por esse método, Fuchs e Klingemann (1990) discutem os princípios abstratos que servem de orientação para uma ideologia, implicando que tal visão tem uma relação lógica com autoidentificação e atitudes políticas bem como posicionamentos frente a temas específicos. Os autores reconhecem pesquisas que conseguem correlacionar essa associação, mesmo que os entrevistados não interpretem ou entendam termos ideológicos em um nível não-ideológico e, desses, apenas uma minoria usa ativamente os termos 98 ideológicos esquerda-direita para classificar e avaliar temas políticos. Assim, uma solução para essa contradição seria desassociar o conceito de pensamento ideológico da OED, parafraseando Knight (1985, p. 828) 67, os autores concluem que é analiticamente útil separar ‗sofisticação ideológica‘ e ‗identificação ideológica‘, ou seja, do nível de envolvimento e conhecimento ideológico da posição ideológica. Partindo da função mais aceita da OED como um esquema 68 que serve de orientação em um ―mundo político complexo‖, os autores avaliam esse esquema como um mecanismo que se adapta às mudanças sociais, promovendo um maior entendimento, ao mesmo tempo, que busca se ajustar à medida que a complexidade aumenta: [...] o esquema esquerda-direita funciona tal como um mecanismo generalizado para a compreensão no domínio político, ou seja, nós vemos o esquema esquerda-direita como um mecanismo para a redução da complexidade, que serve principalmente para oferecer uma função de orientação para os indivíduos e uma função de comunicação para o sistema político. (FUCHS; KLINGEMANN, 1990, p. 205, tradução nossa) 69 A pergunta que emerge é quais propriedades preencheriam essas funções. Assim, como a organização de nossos pensamentos e crenças é impossível sem o uso de metáforas, Fuchs e Klingemann (1990, p. 206) também destacam essa propriedade na OED: um símbolo para a dimensão horizontal do espaço. Mas, somente isso não explicaria satisfatoriamente o funcionamento atual do esquema, sendo necessário o preenchimento com significados concretos. Esses significados, por sua vez, teriam propriedades estruturais específicas: generalização simbólica, limitação e esquematização binária. Segundo os autores, para alcançar a orientação individual, não é necessário que um indivíduo adquira todos esses significados potenciais de ideologia, e, sim, somente a seleção de alguns desses elementos, aplicando-os corretamente aos polos de dimensão de esquerda-direita, o que pode-se postular que o significado desse esquema OED ―é definido por conflitos básicos de um sistema social específico‖, constituindo-se os 67 KNIGHT, Kathleen. Ideology in the 1980 Election: Ideological Sophistication Does Matter. In: The Journal of Politics, v.47, n.3, 1985, p. 828-853. 68 Termo da psicologia social para designar um conceito analítico de descrição de estruturas cognitivas. 69 Texto original: ―[...] the left-right schema functions as such a generalized mechanism for understanding in the political realm, i.e., we view the left-right schema as a mechanism for the reduction of complexity, which serves primarily to provide an orientation function for individuals and a communications function for the political system.‖ 99 esquemas individuais como ―reflexões incompletas dos esquemas coletivos de esquerda e direita‖ (FUCHS; KLINGEMANN , 1990., p. 207, tradução nossa) 70 . Baseado também no conceito de esquemas, o estudo experimental de Lodge e Hamill (1996) prova que indivíduos partidários são mais aptos que os não-partidários para classificar as campanhas dos partidos norte-americanos, Republicano ou Democrata. Assim, cabe considerar o nível de sofisticação política e ideológica individual para ter componentes mais concretos que avaliem essa capacidade de reconhecimento, já que esse nível engloba diferentes variáveis: interesse, conhecimento e participação na vida política. Para ter um funcionamento mais objetivo, a escala precisa ser fundamentada em um conteúdo prático e não meramente abstrato sobre as posições de esquerda e direita (FUCHS; KLINGEMANN, 1990). Essa é exatamente a pedra angular dessa metodologia: a delimitação dos componentes, ou seja, das questões ou posicionamentos que sustentam uma classificação, ao mesmo tempo, realista e imparcial, frente a esse continuum, proporcionando uma aplicação mais condizente do método, desde que esse englobaria partidos e políticos (instituições e indivíduos com um nível de sofisticação político-ideológica alta e equilibrada, partindo aqui do mínimo do que se espera), população em geral (indivíduos com diferentes níveis de envolvimento e conhecimento com as questões políticas) e o contexto atual em que se insere a análise. Esse método tem sido aplicado largamente em relação à orientação dos partidos políticos em vários países. De acordo com Mair (2007, p. 207), essa metodologia facilita a composição entre partidos e ideias políticas em diferentes períodos e lugares, mesmo havendo mudança nesses componentes, a noção de esquerda e direita permite um padrão mais abstrato de maneira tal que pode ser aplicado com certa uniformidade em outros ambientes e épocas. Aqueles que discordam de uma escala que possa ser aplicada de forma universal (MADEIRA; TAROUCO, 2011, p. 173) alegam que há uma enorme divergência de temas centrais para a delimitação da OED de um país para outro (INGLEHART; KLINGEMANN, 1976, p. 257), como, por exemplo, a defesa do internacionalismo, o que faz sentido para nações europeias, mas não para países que não vivenciaram os mesmos processos históricos. Madeira e Tarouco (2011, p. 177) buscam elucidar qual dimensão/critério ofereceria maior potencial explicativo para a definição de OED no Brasil. 70 Texto original: ―[…] as incomplete reflections of the collective schema of left and right.‖ 100 Nessa aplicação específica a partidos políticos, a dimensão da OED tem o seu desequilíbrio. Enquanto vários grupos parecem mais resolvidos e satisfeitos ao usarem o termo esquerda em seus slogans, e cada vez mais partidos empregam o rótulo de ―centro‖, é relativamente difícil encontrar partidos que assumem a posição de direita (MAIR, 2007, p. 208), havendo muitas vezes relutância quando identificados sob tal espectro. 71 Em Alves (ALVES, M., 2000, p. 189), esse postulado também se evidencia, sendo o termo ―direita‘ apenas ―uma construção teórica‖, não havendo ―partidos, grupos para a defesa de interesses específicos ou círculos acadêmicos que se autonomeiem como tal‖, sendo mais comum os rótulos de ―liberal‖ ou ―conservador‖. Esse é um ponto interessante, já que os partidos tem certa relutância em admitir sua posição ideológica, preferindo optar por rótulos mais ―sutis‖, os eleitores também podem estar sendo influenciados erroneamente ao dizerem que é de tal posição, pois defendem e votam em determinado partido, sendo que a maioria não avalia os termos em sentido ideológico. Isso mostra que a opção partidária não é, necessariamente, uma atestação do posicionamento ideológico do indivíduo. Então, mais uma vez, reforça-se a necessidade por uma conjuntura de posicionamentos diante de temas fixados como divisores na OED. É claro que a boa recepção dos partidos de direita ou de esquerda não são determinados pela facilidade de absorver essas inclinações da sociedade; o que resulta em uma adesão eleitoral é como esses partidos respondem a essa demanda social ampliando o alcance ideológico no lado extremo quanto no centro (KITSCHELT; McGANN, 1995 apud NORRIS, 2005, p. 167) 72 . Segundo Madeira e Tarouco (2011, p. 179), a identificação político-partidária não pode somente ser apreendida sob a teoria de Down (1957), já que seria reducionista por levar em conta somente os posicionamentos em relação a um conjunto de temas da agenda política, os quais tendem a ser moderados para alcançar um público maior. Citando a Saliency Theory 71 Algumas exceções: Right Block (República Checa), Czec Right (República Checa), Rightist Opposition- Industrialists, New Rights (Georgia), Union of Right-Wing Forces (Romênia) e Union of Righist Forces (Rússia). (MAIR, 2007, p. 208) 72 KITSCHELT, Herbert; McGANN, Anthony J. The radical right in Western Europe: a comparative analysis. Ann Arbor: University of Michigan Press, 1995. 101 (ROBERTSON, 1976; BUDGE, 1999 apud MADEIRA; TAROUCO, 2011, p. 179) 73 , os autores expõem que essa abordagem, por outro lado, busca trazer para a análise também a estratégia dos partidos em selecionar determinados temas em detrimento de outros, fazendo pressupor que essas agendas políticas específicas abordadas daria algum tipo de vantagem em relação aos outros partidos. Entretanto, segundo os autores, a limitação dessa teoria consistiria em apenas se restringir ao que é declarado nos discursos e manifestos, sendo bastante comum que alguns temas que estejam preparados para serem implementados não sejam declarados por motivos estratégicos. Um estudo posterior desses autores (TAROUCO; MADEIRA, 2013a) analisa o conteúdo programático de sete partidos políticos brasileiros, estabelecendo uma escala alternativa que capta as especificidades no contexto do Brasil: Os partidos políticos são frequentemente mobilizados como variáveis independentes em modelos teóricos os mais diversos: políticas públicas, ciclos de gastos públicos, desempenho dos governos, resultados macroeconômicos, coligações, comportamento do eleitor, atuação parlamentar, governabilidade. Entretanto, um dos principais aspectos do impacto dos partidos sobre outras variáveis está em franca decadência: a ideologia. Como em todo o mundo, as distâncias entre as posições dos partidos na dimensão esquerda-direita vêm se reduzindo e muitas análises têm reportado efeito não significativo desta variável. Além disso, os partidos políticos brasileiros são invariavelmente acusados de desviarem-se das funções que supostamente deveriam cumprir, tais como a representação e canalização das demandas provenientes da sociedade. (TAROUCO; MADEIRA, 2013a, p. 94) A necessidade de uma escala está em uma distinção que por vezes é ofuscada devido a posições partidárias incongruentes com a respectiva posição ideológica. Ser de direita ou de esquerda pode variar de indivíduo para indivíduo. Em relação a essa indeterminação, Mair (2007, p. 214-217) discute cinco alterações sócio-históricas que confundem o significado e referentes da OED: 1) a emergência de uma Nova Esquerda em várias democracias ocidentais, na década 60, que tem pouco a fazer face a alternativas tradicionais; 2) o declínio gradual de oposição política entre esquerda tradicional e direita tradicional, e o aumento de suas convergências com o centro; 3) pelas mudanças de características, em ambos os espectros, e pelo aumento da ênfase por procura de cargo do que por procura de objetivos; 4) os padrões confusos nos novos alinhamentos 73 ROBERTSON, D. B. A theory of party competition. London; New York: J. Wiley, 1976; BUDGE, I. Estimating party policy preferences: from ad hoc measures to theoretically validated standards. Colchester; Essex: Department of Government University of Essex, 1999. 102 que emergiram na Europa pós-comunista, nos quais os posicionamentos mais convencionais associados com esquerda e direita se desalinharam; 5) o aumento do caráter ostensivo dos partidos populistas de esquerda e direita, os quais, ao mesmo tempo, promovem a defesa de valores tradicionais associados com a esquerda liberal. Vários pesquisadores tentam definir mais precisamente o que a clivagem envolve, buscando garantir maior objetividade em explicar como diferenças comportamentais e institucionais interagem para formar divisões temáticas: [...] um elemento empírico, o qual identifica o referente empírico do conceito e que podemos definir em termos socioestruturais; um elemento normativo, que é o conjunto de valores e crenças que proporciona uma sensação de identidade um função para o elemento empírico, e que refletem a autoconsciência do grupo (s) social envolvido; e um elemento organizacional e comportamental que é o conjunto de interações individuais, instituições e organizações, tais como, partidos políticos, que se desenvolvem como parte da clivagem. (BARTOLINI; MAIR, 1990, p. 215 apud DEEGAN-KRAUSSE, 2007, p. 539, tradução nossa) 74 75 O aumento de surveys 76 que tentam abranger essas questões temáticas mais condizentes com o local da análise tem assegurado que a importância dessa delimitação acompanha uma já existente proposta de se criar esquemas compreensivos para tais temas (DEEGAN-KRAUSE, 2007, p. 541). Abordando um pouco mais o enfoque de surveys de OED individual, Deegan- Krause (2007, p. 542) salienta que as posições em face de questões econômicas ainda têm grande força para moldar a clivagem e, com menos impacto, questões sobre religião. Chamando a atenção de que esse enfoque pode ter variações de um país para o outro, o autor emenda logo a seguir, que democracias estabilizadas têm experienciado o aumento de temas como sustentabilidade, reprodução, imigração, bem como temas baseados na participação política e, 74 BARTOLINI, S.; MAIR, P. Identity, competition, and electoral availability: the stability of European electorates, 1885-1985. Cambrige: Cambridge University Press, 1990. 75 Texto original: ―[...] an empirical element, which identifies the empirical referent of the concept, and which we can define in social-structural terms; a normative element, that is the set of values and beliefs which provides a sense of identity and role to the empirical element, and which reflect the self-consciousness of the social group(s) involved; and an organizations/behavioral element, that is the set of individual interactions, institutions, and organizations, such as political parties, which develop as part of the cleavage.‖ 76 Pesquisa em grande escala realizada através de questionários ou entrevistas que visa apresentar quantativamente as opiniões. 103 portanto, devem ser incorporados para estudos que levem em conta a OED no contexto atual dessas nações. Citando alguns estudos que se centram na AL, Deegan-Krause (2007, p. 545-546) aponta para uma pouca clareza nas bases estruturais e atitudinais para o apoio a partidos, enfraquecendo a transparência da OED. Alguns desses estudos que conseguem dar uma visibilidade da clivagem apontam que em alguns países os temas econômicos tem menos importância do que regime (democracia e autoritarismo, especialmente) e questões culturais (aborto, religiosidade e sentimentos nacionalistas). Das pesquisas que tentam explicar as diferenças eleitorais a partir do nível de envolvimento individual com partidos políticos, um estudo mostra que, na década de 90, a diferença entre os eleitores na AL e na Europa Ocidental centrava-se nessa questão: Em média, o eleitor da América Latina tem um nível individual de ligação mais fraco a partidos políticos do que os da Europa Ocidental. Eles não são fortemente ancorados aos partidos através das clivagens sociais tradicionais que Lipset e Rokkan (1967) enfatizaram: classe, religião, a divisão do centro- periferia e a clivagem rural/urbana. Mesmo depois de décadas de uma aparente erosão dessas clivagens na Europa Ocidental (FRANKLIN, 1992), elas permanecem muito mais importante em acorar o voto do que na maioria da América Latina. (MAINWARING; TORCAL, 2003, p. 15, tradução nossa) 77 Destarte, evidencia-se, também, a relevância da incorporação de variáveis sociais para compreender a preferência ideológica dos indivíduos e englobá-las dentro da escala de OED, já que predizem melhor o posicionamento ideológico. Estudos que partem de pesquisas de opinião sobre a inovação das propostas de ideologias políticas destacam o alinhamento com as demandas sociais. Alves (ALVES, M., 2000) apresenta dados de pesquisas realizadas em 1993 e 1995, na cidade de São Paulo, que mostram os conteúdos da direita associados com duas frentes, apontado para um fenômeno plural: de um lado, a identificação com os estratos ricos, mais elitizada (que apoiam programas neoliberais e são antiesquerda); do outro, com os estratos mais pobres, mais popular (sendo vigentes temas 77 Texto original: ―On average, Latin America voter have weaker individual level attachments to political parties than Western European voters. They are not strongly anchored to parties through the traditional social cleavages that Lipset and Rokkan (1967 emphasized: class, religion, the center-periphery divide, and the rural/urban cleavage. Even after decades of some apparent erosion of such cleavages in Western Europe (FRANKLIN, 1992), they remain far more important in anchoring the vote than in most of Latin America.‖ 104 ligados à moralidade e ao autoritarismo, como também ao estatismo). Esse estudo demonstra que a principal diferença na escala OED são os temas econômicos, a partir de questões sobre a estatização (1993) e privatização (1995), reforçando a tese, segundo a autora, de que a agenda neoliberal é a principal corrente dessa nova direita. Outro estudo é de André Singer (2002) que evidenciou a relação entre identificação ideológica e a direção do voto eleitoral nas eleições de 1989 e 1994, a partir de surveys, que mesmo de forma não muito clara sob o aspecto cognitivo, comprovaram que a identificação foi a variável com maior peso do que outras mais comumente relevantes, como o fator socioeconômico e a identificação partidária, para prever o comportamento eleitoral. Em relação a esse posicionamento das crenças na escala da OED, Singer (op. cit.) mostra que a direita está associada positivamente ao autoritarismo, desejando medidas mais repressivas pelo Estado, enquanto a esquerda contesta essa autoridade, remetendo a essência dos espectros: o primeiro defendendo a ordem vigente e o segundo buscando transformá-la. Podemos indagar se depois de um partido de esquerda no poder por dois mandatos seguidos a noção entre os espectros estaria mais clara para os eleitores brasileiros. Ames e Smith (2010), a partir de surveys realizados em seis diferentes momentos, conduzidos entre 2002 e 2006, revelam ainda uma alta instabilidade na autolocalização ideológica. Considerando esse cenário, os autores investigam a influência de fatores contextuais no pensamento ideológico e como o baixo nível desse pensamento afeta a avaliação da opinião pública brasileira. Devido à dificuldade e mesmo à imprecisão dos eleitores em se definir corretamente dentro de um dos espectros, Ames e Smith (2010, p. 8) indicam que isso pode ocorrer por dois motivos: (1) em países com alta polarização, a identificação é mais fácil, enquanto que no Brasil, o multipartidarismo coloca-se como um entrave para uma comunicação ideológica entre massas e elites; (2) remontado à história política do Brasil, os termos direita e esquerda foram politizados por diferentes maneiras; durante o regime militar todos os partidos e movimentos de esquerda foram taxados de anarquistas e comunistas, sendo proibidos; durante os 20 anos de abertura, do Partido dos Trabalhadores (PT) originou-se uma ―nova esquerda legitimada‖, deslocando-se, gradualmente, da agenda socialista para o capitalismo. Assim, explica-se o difícil entendimento da dimensão OED pelo eleitorado brasileiro. 105 As mudanças de opiniões devido à insatisfação precisam ser visualizadas em um survey, assim a ponderação por um continuum ao invés de uma dicotomia oferece uma visão mais maleável, não se enrijecendo a uma categoria discreta, deixando entrever essa onda de variação de tempos em tempos, dependendo, obviamente, dos fatores contextuais. Os estudos citados nessa seção corroboram que valores políticos, sistema de crenças, comportamento eleitoral e outros componentes envolvidos, direta ou indiretamente, na cena política são fundamentais para se analisar a dimensão da OED e sua influência nas avaliações e escolhas políticas. Abordaremos, agora, a constituição da escala de OED a partir dos pressupostos de Seliger (1976), que concebe a orientação política inseparável dos princípios ideológicos. Defendendo a ênfase em um continuum, Seliger (1976, p. 211) argumenta que de modo a obter ―[...] uma classificação exata de ideologias e dos regimes e políticas em que elas são invocadas para justificar, devemos nos apoiar em uma escala de temas múltiplos‖ (tradução nossa)78. E, para que esse modelo não seja incompleto, cada tema deverá ser dividido, pelo menos, em duas posições, determinando-se a posição de um partido ou de um indivíduo a partir de uma média do total dessa escala. A seleção desses temas também é problematizada por Seliger (1976, p. 212-213) que adverte que apenas assuntos salientes de um determinado momento pode produzir uma comparação parcial de toda a complexidade que envolve os dois espectros, dificultando uma conclusão equilibrada dentro desse continuum. Mesmo que uma construção exaustiva de temas fosse possível, haveria sempre temas contingentes frente a temas fixos, isto é, posições mais afastadas e posições mais centrais. Assim, uma seleção desses últimos conduziria a uma representatividade relativa e a uma classificação estável, compondo-se o que o autor passa a se referir como temas-centrais (core-issues). Uma ilustração desses pressupostos para a composição da escala OED pode ser vista no quadro 3: 78 Texto original: ―[…] an exact classification of ideologies and of the regimes and policies they are invoked to justify, we must rely on several issue scales.‖ 106 Quadro 3: Escala do continuum esquerda-direita por Seliger (1976) 79 Esquerda Direita Temas gerais Temas Específicos Organização socioeconômica e orientação política Propriedade Socializada (produção e distribuição) Sociedade sem classe (desaparecimento de classe e diferença de status) Máxima intervenção na economia Propriedade Privada (produção e distribuição) Meritocracia (com algumas restrições - diferenciação de classe e status) Mínima intervenção na economia Ênfase política Liberdade expressão e parceria Judiciário independente (como garantia de direitos constitucionais de indivíduos) Cumprimento da soberania e autodeterminação nacional Sem liberdade de expressão e parceria Dependência do judiciário (suporte de poder e risco de direitos constitucionais de indivíduos) Violação da soberania e autodeterminação nacional Fonte: Adaptado de Seliger (1976, p. 219) Seliger (1976, p. 213) ressalta que a delimitação em apenas seis temas é mais indicativa do que determinativa para identificar as posições no continuum. Mais importante do que a quantidade é a delimitação dos temas-centrais. Esses foram escolhidos para identificar a orientação ideológica de partidos políticos, por isso, vemos questões tão técnicas. Entretanto, é 79 Seliger se restringe a questões para a identificação ideológica de partido políticos, o que não invalida o modelo para aplicação a outros tipos de surveys. 107 possível uma adaptação para temas mais favoráveis em termos de clareza e de fácil compreensão quando na aplicação em indivíduos com diferentes graus de conhecimento político ideológico, tendo por finalidade uma análise sobre a influência ideológica-política nas atitudes individuais e de diferentes grupos sociais. Assim como observamos as características do perfil de direita e esquerda (cf. quadro 1 e 2), a dicotomia em Seliger (1976) também acentua como principais pontos a questão do livre comércio e a soberania nacional, entretanto, temas como a extinção de classe vs. meritocracia, propriedade socializada vs. propriedade privada e a regulação do poder judiciário recebem um importante destaque para a manutenção da distinção entre os espectros, ressaltando-se a necessidade de intercalar aspectos de ordem socioeconômica e de política nessa comparação. Como observamos no modelo proposto por Seliger (1976), a identificação das posições não estão restritas a ± esquerda ou ± direita, permitindo, também, uma autolocalização de posições extremas e centristas. Dos apontamentos feitos nas últimas seções, podemos afirmar que a clivagem esquerda- direita ainda resiste e, certamente, ainda detém relevante impacto na conjuntura e direcionamento político de uma nação. Os dois perfis ideológicos, de modo mais explícito ou com certas alterações que sejam condizentes com o fator socioespacial, trazem em suas bases uma continuidade dos ideais construídos e difundidos ao longo da história, operando cada espectro para regular e direcionar ideias que assegurem o que seria melhor para mais adequado para uma determinada sociedade. 2.2.2 O contexto político do Brasil em 2014 A política, para o bem ou para o mal, sempre foi caracterizada por inúmeras transformações, somatória de várias áreas como economia, saúde, educação, direito, dentre outras, sendo, portanto, difícil falar em um vocabulário estritamente de política, o que torna mais apropriado tratarmos de um vocabulário sobre política. O ano de 2014 segue o ―padrão‖ de turbilhão de acontecimentos, entretanto, apresentando muitas particularidades devido ser o ano da segunda Copa do Mundo realizada no país, a eleição mais acirrada da história desde a abertura política e os fenômenos climáticos que ressaltaram a incompetência na gestão governamental. 108 Contudo devemos seguir a cronologia inicial para dimensionar como um evento realça o outro e a dinamicidade na repercussão dos fatos, aliada aos novos gêneros, principalmente na esfera virtual, para entendermos como a inovação lexical é o principal meio de traduzir tudo o que é novo e/ou visto com uma nova percepção pela sociedade. Mesmo que nosso estudo foque apenas o segundo turno eleitoral, acreditamos que vislumbrar os principais acontecimentos desse ano ajude a entender tudo o que foi exposto e discutido nos dois blogs em questão durante o período eleitoral. Em março de 2014, o Brasil lembra os 50 anos da implantação do regime militar em 31 de março de 1964, cinquentenário marcante que traz à tona evidências de um fato que parecia esquecido: o caso Riocentro. O atentado a bomba mal-sucedido em 1981 ganha um novo desfecho quando o Ministério Público decidi reabrir o caso, denunciando membros militares e do exército como responsáveis. Outra questão que também faz ressoar uma antiga divergência é a denominação da data: golpe ou revolução. Manifestações de oposição ao governo petista vão às ruas durante o mês de março pedir o fim da ―sombra‖ do comunismo em território brasileiro e a volta dos militares ao poder, invocando o mesmo tom da Marcha pela Família, realizada no dia 13 de março de 1964. O pedido também se estende ao fim da corrupção, tendo como escândalo marcante o caso do mensalão, no qual se descobriu esquemas de propinas organizados pela base governista do PT para obter aprovações em projetos favoráveis ao governo. Denunciado em 2005, mas com o julgamento iniciado apenas em 2008, em março de 2014 vemos o término com o último suspeito sentenciado. Em contrapartida, os apoiadores ao governo petista passam a cobrar pelo mensalão tucano em Minas Gerais. Aprofunda-se a Operação Lava-Jato que desvenda um esquema bilionário em fraudes de licitação da maior empresa petrolífera da América Latina, a Petrobrás, em pouco tempo o novo escândalo recebe o nome de petrolão ou mensalão II. No mês de abril, junto às fraudes, o caso da refinaria de Passadena, ou refinaria-sucata, localizada no estado americano do Texas, volta a ser manchete com o ex-diretor da Petrobrás, Nestor Cerveró, relatando detalhes da compra que passou a ser considerada como a ponta do icerberg do maior caso de corrupção do Brasil. Nesse contexto, a popularidade da presidente, ou presidenta, é posta em xeque em ritmo do anúncio das chapas dos presidenciáveis. No fim deste 109 mês, ocorre a sanção do Marco Civil da Internet como uma resposta às ameaças de espionagem pela agência americana da NSA. Em maio, mês que antecede o segundo maior evento do mundo, a Copa do Mundo, inicia-se novas manifestações contrárias à realização do espetáculo. Frente às notícias de gastos exorbitantes na construção dos 12 estádios para se adaptar às exigências da Federação Internacional de Futebol e Associação (FIFA), surge a expressão padrão FIFA, tanto uma referência de corrupção, pelos altos gastos, como uma cobrança por padrão mais digno para a saúde e educação. Ameaças de greve prometem parar o Brasil durante a Copa. Com o prolongado período de seca, nesse mês os níveis dos reservatórios, principalmente em São Paulo, têm o pior déficit e começa o risco de racionamento. De um lado, aqueles que defendem que o governo não pode ser responsabilizado pelo clima, do outro, os que buscam desestabilizar o governo tucano pela incompetência no gerenciamento por não ter construído um único reservatório em 20 anos de governo peessedebista, resultando no apagão hídrico. Ainda, intensifica-se movimentos #nãovaiterCopa, #nãovaiterágua, #nãovaiterluz, #nãovaiterOlimpíadas, etc. Já em junho, na abertura da Copa, Dilma Rousseff é vaiada com palavras pejorativas, causando revolta e indignação naqueles que defendem o governo. A elite ou a zelite, como é então referenciada, é vista como arrogante, mal-educada e ingrata. A divisão do PMDB em relação ao apoio à Dilma Roussef expõe as dificuldades que o PT tem em unir a base. No mês que antecede a disputa presidencial, julho, após a queda de um viaduto em Belo Horizonte, causando duas mortes, resultado das obras da Copa, questiona-se a credibilidade do legado do evento para o Brasil. Acrescentando o vexame do mineraço, 7 X 1, há uma analogia com a crise econômica com a inflação chegando a 6,5% contra 1% de crescimento. A notícia de que a epidemia de Aids cai no mundo, mas cresce no Brasil, apenas reflete as precárias políticas de conscientização em nosso país. No mês de agosto, a morte do presidenciável Eduardo Campos, em plena disputa eleitoral, é algo sem precedentes na história do Brasil. Pautado como um forte concorrente, a morte do político causa uma reviravolta no panorama político e no próprio partido PSB, que diverge sobre a nomeação da vice Marina Silva, ex-PT e ex-PV. O Brasil entra em recessão técnica. 110 Em setembro, Marina Silva toma o lugar de Campos e se torna a preferência do eleitorado anti-PT. Os institutos de pesquisa apontam Dilma e Marina no segundo turno, algo histórico no panorama político com duas vertentes de esquerda. No mês de outubro, Dilma Rousseff e Aécio Neves (PSDB) vão para o segundo turno e os institutos de pesquisa são duramente criticados pela ineficácia. O segundo turno torna-se um campo de batalha onde apenas se expõem escândalos dos dois partidos em detrimento de projetos de governo e de temas sobre sustentabilidade, homofobia e legalização da maconha discutidos durante o primeiro turno. 111 CAPÍTULO 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O poder só é efetivado enquanto a palavra e o ato não se divorciarem, quando as palavras não são vazias e os atos não são brutais, quando as palavras não são empregadas para velar intenções, mas para revelar realidades, e os atos não são usados para violar e destruir, mas para criar relações e novas realidades.‖ (Hannah Arendt, filósofa alemã, A condição humana, 2005, p. 212) Neither Left nor Right but Forward (Slogans de Greens Americanos e Alemães) 80 En politique, les mythes jouent un rôle considérable (Raymond Aron) 81 Podes, e deves ter ideias políticas, mas, por favor, as ―tuas‖ ideias políticas, não as ideias do teu partido; o ―teu‖ comportamento, não o comportamento dos teus líderes; os interesses de ―toda‖ a Humanidade, não os interesses de uma ―parte‖ dela. E lembra-te de que ―parte‖ é a etimologia de ―partido‖. (Agostinho da Silva, Textos e Ensaios Filosóficos, 1999, p.294) 80 Nem Esquerda e nem Direita, mas para frente. (tradução nossa) 81 Na política, os mitos desempenham um papel considerável. (tradução nossa) 112 3.1 Hipóteses A elaboração dessa pesquisa linguística implica uma observação dos neologismos sob a óptica da sociolinguística antevendo a relação entre língua, ideologia e gênero, a qual possa contribuir para os estudos que relevam o lado social da língua. A partir desse interesse, as seguintes hipóteses norteiam a nossa pesquisa: I) a tipologia dos neologismos seria influenciada pelo espectro político do usuário; II) a tipologia dos neologismos seria influenciada pela questão do gênero do usuário; 3.2 Objetivos Dividimos nossos objetivos em gerais e específicos: 3.2.1 Objetivos gerais I) Analisar as ocorrências de neologismos em dois blogs de cunho político durante o segundo turno eleitoral no Brasil, compreendido entre 05 e 26 de outubro de 2014; e II) Contribuir com a pesquisa neológica, sob a perspectiva sociolinguística, destacando a importância dos estudos lexicológicos que pontuam o aspecto social na língua; 3.2.2 Objetivos específicos Como objetivos específicos, estabelecemos: I) Realizar um levantamento de todas as ocorrências de neologismos, incluindo as repetições, durante o período supracitado nos dois blogs analisados; II) Catalogar todas essas ocorrências, por meio de planilhas, identificando o link eletrônico, o título do texto (comentário) e o nome do usuário, juntamente com o código de arquivo (Ano, Mês, Dia, Página Nº, Texto Nº, Gênero, Perfil Ideológico); III) Observar o contexto de uso das ocorrências menos previsíveis (palavras-valise e neologismos semânticos); IV) Codificar (código de arquivo) cada comentário verificado durante a análise, independentemente de haver um neologismo, de modo a evidenciar as ocorrências vs a interatividade do usuário; V) Salvar cada página do blog no formato .html para o devido registro; VI) Salvar cada texto (comentário) em formato de arquivo de texto (.txt) que contenha a(s) ocorrência(s); 113 VII) Contabilizar a frequência das ocorrências utilizando o software AntConc; VIII) Classificar cada neologismo catalogado de acordo com Alves (1990); IX) Quantificar as ocorrências por perfil ideológico; X) Quantificar as ocorrências por gênero; XI) Quantificar as ocorrências por perfil ideológico e gênero; XII) Quantificar todas as ocorrências para obter os padrões de formação mais frequentes nesse vocabulário durante esse período; XIII) Identificar os aspectos sócio-históricos presentes na difusão dos neologismos para corroborar as mudanças sociais do período; e XIV) Aplicar um modelo estatístico para evidenciar a influência dos fatores extralinguísticos na escolha por determinados processos de palavras. 3.3 O espaço virtual em análise 82 O ambiente virtual possibilita uma maior interação entre leitor e notícia. O caráter unilateral desaparece, proporcionando ao leitor a oportunidade de comentar, de criticar, de se posicionar frente à notícia, criando um canal de ―comunicação horizontal‖ (ALDÉ; ESCOBAR; CHAGAS, 2007, p. 29). Considerando a importância dessa dinamicidade, coletamos nossos dados em dois blogs que abordam assuntos relacionados à política nacional do Brasil. 3.3.1 A escolha dos blogs Objetivando uma análise que espelha-se de forma clara nossa primeira hipótese, buscamos um blog que compreendesse os dois perfis ideológicos: esquerda e direita. O blog GGN do jornalista Luis Nassif caracteriza-se por ser um portal colaborativo e que intenta reportar de forma dinâmica os principais acontecimentos nacionais e internacionais. Embora claramente de perfil de esquerda, o portal GGN consegue abranger usuários dos dois espectros políticos aqui analisados, o que aparentava ser um espaço ideal para uma análise com esses objetivos. Em nosso estudo-piloto (CAMBRAIA e ROMERO, 2015), percebemos certas limitações que impediriam a objetividade nesse ambiente. Enquanto o blog salienta em sua política o direito a todos os usuários de se expressarem, não importando a orientação política dos participantes, 82 Ressaltamos que toda observação feita é referente ao período analisado nesse estudo, compreendido entre 05 e 26 de outubro de 2014. 114 constatamos um grande de número de usuários com o perfil de esquerda. Assim, a reduzida participação da direita dificultaria uma análise igualitária das ocorrências neológicas. Destarte, procuramos outro espaço virtual que conseguisse ter essa diversidade de participação, abarcando os dois espectros, porém apenas evidenciamos a barreira imposta por esses espaços interativos sobre política em relação a uma ideologia diferente. Por esse motivo, optamos pelo blog do jornalista Reinaldo Azevedo, o qual se localiza no site da revista Veja. De perfil de direita, o blog do Azevedo também censura comentários contrários à orientação política do espaço interativo. Nesse caso, temos a mesma conjuntura do blog GGN, a qual, mesmo limitada a usuários de apenas uma ideologia, torna possível analisar as ocorrências do espectro de direita de forma mais ampla. Outros argumentos favoreceram a escolha desses dois blogs para a nossa pesquisa: (i) a frequente referência feita pelos usuários de um blog no outro; (ii) posts com os mesmos temas e acontecimentos, possibilitando a visão sob a perspectiva da direita e da esquerda; (iii) o número expressivo de postagens diárias e de comentários demonstram a repercussão que os dois blogs possuem entre os interessados por temas políticos, dando sustentação para uma observação mais objetiva e, ao mesmo tempo, oferecendo mais conteúdo para a análise do vocabulário e a renovação lexical; (iv) a possibilidade de recuperar as postagens feitas pelos usuários há, pelo menos, quatro anos. O reconhecimento profissional dos dois jornalistas contribui para o status desses dois blogs dentre os mais acessados entre os relacionados à política 83 , corroborando as constatações de que esse tipo de autoria dá mais autoridade, credenciando-os, por parte dos usuários, como figuras legítimas para abordarem essa temática (ALDÉ; ESCOBAR; CHAGAS, 2007, p. 30). Desde que os dois jornalistas estão à frente de seus respectivos blogs, respondendo direta ou indiretamente sobre a informação veiculada, isso tende a se refletir nos conteúdos dos posts políticos selecionados em cada portal. Assim, a definição do perfil de cada ambiente baseou-se na orientação política dos jornalistas. Para ilustrar o perfil ideológico, pontuamos o debate sobre a maioridade penal, uma das questões do questionário Datafolha (2013) adotado nesse estudo, sob 83 O Prêmio Comunique-se aponta os dois jornalistas entre os 10 melhores blogs de 2014. Disponível em: Acesso em: 31/08/2015. 115 a perspectiva dos dois autores. No blog GGN, em 18/06/2015 84 , a votação da PEC, que propõe a redução da maioridade penal, quase atingiu a margem de votos para a aprovação na Câmara dos Deputados, o que não diminuiu o ânimo daqueles que são a favor, o autor desse blog classifica a empolgação dos parlamentares como ―celebração dos bárbaros‖ uma clara demonstração de contrariedade em vista do que está sendo pedido, situando em um perfil de esquerda. No blog do Reinaldo Azevedo (RA), em 01/07/2015 85 , a votação acirrada e quase vitoriosa é pontuada como ―o bom-senso‖ que quase triunfou, ressaltando durante todo o post os argumentos favoráveis para a aprovação da PEC, evidenciando um perfil de direita. Outra diferença entre blogs está na quantidade e autoria dos posts. No RA, majoritariamente os posts são de autoria do jornalista, com exceções de matérias oriundas de jornais ou revistas de grande circulação. O número fica em torno de 10 postagens diárias. No GGN, esse número variou bastante, ficando entre 20 e 40 posts diários (ver tabela 2). Já a autoria nesse último blog é diversificada entre as sugestões feitas pelos próprios usuários (recebendo a devida nota de contribuição), jornalistas do próprio portal, matérias de outros veículos de comunicação, inclusive outros blogs de política. Entretanto, ambos os blogs mantêm nessas autorias de terceiros o perfil respectivo defendido por cada blog. 3.3.2 O perfil dos usuários No blog GGN, há um cadastro que possibilita a armazenagem da participação dos usuários, tornando mais fácil o acesso e a recuperação de informações sobre o posicionamento frente a determinado tema, embora nem todos optem por essa associação. A participação dos usuários não fica restrita aos comentários, podendo enviar sugestões de posts de terceiros ou de autoria própria, e, dependendo do nível de conteúdo de alguns comentários, esses são elevados à categoria de post, dando mais visibilidade ao usuário. No blog RA, todo usuário precisa se cadastrar para postar um comentário, mas não há um armazenamento das informações, tendo que recorrer a sites de buscas através de palavras- 84 Maioridade penal: a celebração dos bárbaros. Disponível em: < http://jornalggn.com.br/noticia/maioridade-penal-a- celebracao-dos-barbaros >. Acesso em: 20/08/2015. 85 Maioridade Penal 1 – Faltaram 5 votos para triunfar o bom senso: 303 votos a 184; questão inda não acabou. Ou: O discurso vergonhoso do governo federal e das esquerdas. Disponível em: . Acesso em: 20/08/2015. 116 chave para encontrar a informação requerida. A participação dos usuários se limita aos comentários. Esses dois blogs refletem uma realidade de outros espaços virtuais que é a composição por participantes majoritariamente do gênero masculino. Há, evidentemente, muitos codinomes que garantem o anonimato, mas que podem ser identificados pela concordância de gênero. Essa é uma das limitações desses ambientes que pode influenciar o resultado das análises, tendendo para uma visão parcial aplicada à totalidade, o que, claro, tentaremos solucionar sob um viés de proporcionalidade discutido com mais detalhe na seção 3.4.1.3.5. Os dois blogs recebem uma grande quantidade de participação diária. A diferença está no perfil desses usuários. No GGN, eles se mostram mais assíduos, onde é possível observar os mesmos comentarem várias vezes o mesmo post, por esse motivo, tivemos mais facilidade em identificar as variáveis analisadas nesse estudo. No RA, cada post tem cerca de 400 comentários (ver tabela 2), sendo a maioria de usuários diferentes, dificultando uma observação mais sistemática sobre as variáveis. 3.3.3 O espectro político O blog GGN recebe os dois perfis, mas sendo majoritariamente de usuários de esquerda, o que resulta em uma exclusão, não do blog, mas por parte dessa maioria que se utiliza de ofensas e termos pejorativos para se referirem aos participantes de orientação contrária, percebendo-se em certos comentários dos membros do espaço essa avaliação que impede um debate mais amplo entre os dois espectros. No RA, essa conduta é tão séria, contando com a ajuda dos próprios comentaristas para a identificação de usuários ―suspeitos‖, que o comentário é omitido, passando a constar somente o nome do usuário e um rótulo aplicado pelo jornalista: ―ReinaldoXXXXXXXXX na cascuda petralha!‖ Com esse cenário de exclusões diretas ou indiretas, consideramos apenas o perfil que sobressaísse em cada blog, não sofrendo qualquer tipo de restrição. Portanto, no blog GGN apenas analisaremos o perfil de esquerda, e no blog RA, o perfil de direita. E, consequentemente, quando mencionarmos perfil de esquerda se referirá ao ambiente GGN e perfil de direita, ao espaço RA. 117 3.3.4 O segundo turno eleitoral de 2014 Do que vimos no capítulo 2, torna-se claro que qualquer período do cenário político mostra-se significativo para estudar o funcionamento e estruturação do vocabulário de uma dada sociedade. Entretanto, não sobram motivos para que nossa análise se concentre especificamente nessa faixa de tempo, dentre alguns expomos: (i) o segundo turno presidencial foi o mais disputado desde a abertura política depois de 24 anos de regime militar; (ii) temas além da esfera político-econômica tiveram mais visibilidade que em outras eleições, tais como, a descriminalização das drogas, sustentabilidade e homofobia; (iii) o desejo por uma transformação ou uma estabilização era mais forte, notando-se um maior engajamento por parte do eleitorado; iv) as eleições presidenciais ocorrem um ano após as manifestações de junho de 2013 quando multidões lotaram as capitais do país em forma de protesto, não apenas restritas ao governo atual, como também à incapacidade do cenário político em si que não supre as demandas sociais mais elementares. 3.4 Procedimentos metodológicos Detalharemos agora os pontos específicos da constituição de nossos dados, desde a catalogação até a classificação final. 3.4.1 A constituição do corpus Selecionando dois blogs, um de perfil de esquerda (blog GGN do jornalista Luis Nassif, [blog GGN]) e outro de perfil de direita (blog do jornalista Reinaldo Azevedo, [blog RA]), catalogamos todas as ocorrências neológicas durante o período do segundo turno eleitoral de 2014 no Brasil, compreendido entre 05 de outubro de 2014 e 26 de outubro de 2014. Durante a composição do corpus, mesmo constatando as diversas linguagens envolvidas nesses espaços interativos, não fizemos distinção entre o neologismo político (aquele que é criado propriamente no interior do vocabulário de política) e o neologismo de outras áreas (tecnologia, imprensa, jurídica, etc.). Nossa intenção centrou-se em analisar a escolha por determinados padrões de formação de novas palavras e o uso de neologismos que ocorrem em outras áreas apenas reflete a diversidade presente nesse vocabulário. 118 3.4.1.1 A coleta dos neologismos Devido às normas de edição pelas quais um post está sujeito, gênero virtual mais formal, as ocorrências de neologismos não seriam tão espontâneas como no comentário gerado a partir desse, assim, a coleta contemplou apenas esse último gênero, de caráter mais informal e, por isso, mais relevante para a observação de novas unidades lexicais. Outro ponto foi a catalogação de posts que se referissem somente à política brasileira, seja no âmbito nacional ou internacional, garantindo mais especificidade na análise. Desta forma, todos os posts sob essa rubrica foram contemplados. Alguns usuários, algo que ocorreu nos dois blogs, tinham o hábito de postarem exatamente o mesmo comentário em diferentes posts: evitando essa possível contaminação dos dados, essas postagens foram registradas apenas uma vez. Às vezes, não eram comentários inteiros, mas ―slogans‖ que de quatro a cinco linhas eram um tipo de ―assinatura‖ do usuário, o procedimento para esses foi registrar igualmente todas as postagens nas planilhas de catalogação, mas apenas uma vez (em sua totalidade) nas planilhas de ocorrências, caso houvesse neologismo e, após, apenas o corpo central do comentário foi considerado como válido, caso houvesse alguma nova ocorrência. No blog GGN, havia a duplicação de um mesmo comentário na sequência, com data e horário iguais, devido ao erro do blog ou do próprio usuário que enviou duas vezes por não ter certeza que a postagem foi bem-sucedida. Essa postagem foi considerada apenas uma vez seja na planilha de catalogação ou de ocorrências, já que não demonstra ser relevante esse tipo registro. Casos em que os usuários faziam ressalvas de erros de digitação ou de comentários, constaram na planilha de catalogação e somente na planilha de ocorrências se constasse um neologismo no comentário estendido. 3.4.1.2 O corpus de exclusão A identificação de um novo item lexical ocorre a partir da adoção de um determinado critério. Enquanto alguns estudiosos (SABLAYROLLES, 2013, 2012) discutem as limitações de obras dicionarísticas, o critério lexicográfico ainda é o mais utilizado. Embora os dicionários não se atualizem em uma faixa de tempo mais aceitável com a dinamicidade lexical, esse critério é adotado por ser o que mais atende as necessidades de uma análise de identificação neológica (CABRÉ, 2003). A incorporação de uma unidade lexical no dicionário evidencia o uso corrente 119 no sistema linguístico, excluindo tal item do rótulo de neologismo. Buscando a objetividade no processo de catalogação dos dados, nosso corpus de exclusão lexicográfica adotou duas obras que estão entre as mais representativas e conceituadas do PB: (1) Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2009) em formato CD-ROM; e (2) Dicionário Aurélio (2010) da Língua Portuguesa, também em formato CD-ROM. Um adendo sobre a não-inclusão de um dicionário online consiste que esse tipo de obra não avalia a difusão e permanência do neologismo na língua, caracterizando-o ou não como uma unidade lexical plena. Somente há os registros sobre a ocorrência, sem a atestação sobre sua vigência, podendo ser um simples caso de hápax. 3.4.1.3 O tratamento dos dados A seguir, especificaremos os procedimentos para a coleta e classificação dos dados. 3.4.1.3.1 Catalogação O gênero blog é constituído de um post (texto que aborda um determinado tema do dia) e os comentários referentes a esse post. Nossa catalogação visa apenas os comentários, uma vez que os posts, por seguirem normas de editoração, se distanciam de um gênero informal e espontâneo, propiciando a ocorrência de neologismos de uma forma controlada e consciente. Todos os comentários foram catalogados em nosso banco de dados, independentemente de haver ou não uma ocorrência neológica, de modo a obtermos uma quantificação geral do número de comentários vs. o número de neologismos. A figura abaixo explicita essa primeira etapa: Figura 1: Planilha de catalogação geral dos dados do blog GGN 86 Fonte: Elaboração própria 86 De forma a garantir maior especificidade dos procedimentos e menos ambiguidade e repetição, daremos exemplos da classificação no blog GGN, que ilustra automaticamente o que também foi feito no blog RA. Caso haja alguma particularidade, explicitaremos os exemplos nos dois blogs. 120 A figura 1 refere-se aos comentários do primeiro post do dia 05/10/2014 no blog GGN. A catalogação contém: link: endereço eletrônico do comentário; título: todo comentário no GGN tem um título; usuário: nome do usuário 87 ; arquivo: número do arquivo correspondente para cada comentário. Todo esse procedimento foi feito com todos os posts, para todos os dias, nos dois blogs, independente de haver ou não um neologismo. Uma diferença está no dado ―título‖ que não consta nos comentários do blog RA, desse modo, essa especificação não consta na planilha desse blog, como ilustra a figura 2: Figura 2: Planilha de catalogação geral dos dados do blog RA Fonte: Elaboração própria Toda página que corresponde ao post e os seus respectivos comentários foi salva em formato .html para as devidas precauções, caso haja uma atualização do post e esse passe a veicular com outra data e, também, uma forma de registrar o último comentário postado ao término da análise, resguardando nossa coleta, a qual terminou em março de 2016, de futuras inserções de novas unidades lexicais que não estão registradas aqui. Por sua vez, os posts que não geraram comentários, isso ocorrendo algumas vezes no GGN e duas vezes no RA, não foram registrados, já que apenas o nosso interesse recai nos neologismos que aparecem nesses gêneros informais. Como seguimos uma numeração, a página seguinte foi catalogada com o número que correspondia à página invalidada, como se não houvesse uma página suprimida. 3.4.1.3.2 Codificação Todo comentário contém um código de arquivo, exemplificado nas figuras 1 e 2 na coluna Arquivo. Esse código inicia-se com o ano (2014), seguido do mês (10) e o respectivo dia, e dos seguintes dados: 87 Os nomes dos usuários foram omitidos por questões éticas. 121  P = Post: como mencionado, em apenas um dia há várias postagens. Assim, P001 refere-se ao post número 001 do dia;  T = Texto: o termo ―texto‖ adotado aqui refere-se ao ―comentário‖, único gênero contemplado. O código 001 sempre irá se referir ao ―comentário‖ postado recentemente, seguido do T002, o penúltimo ―comentário‖, até o comentário mais antigo do mesmo post; a data da maioria dos comentários mais recentes não está restrita ao dia em que o post foi produzido, havendo casos em que o comentário foi gerado meses após o post, mas contemplado mesmo assim, já que correspondia ao contexto do segundo turno. Nessa fase, não fizemos a identificação de gênero e perfil ideológico, por demandar um tempo maior para tal averiguação assim, essas variáveis constam apenas como ##. Nessas planilhas, todos os comentários, contendo ou não neologismos, foram catalogados. Entretanto, somente os comentários que geraram neologismos foram salvos em arquivo .txt, com o respectivo código de arquivo, usados em uma fase que será explicada mais adiante. Na figura 3, temos um desses comentários salvos nesse formato: Figura 3: Comentário salvo em formato .txt 3.4.1.3.3 Neologismos excluídos O que se busca aqui é a relação entre fatores sociais e a opção por determinados PFPs, portanto, é incoerente considerarmos neologismos citados de forma direta ou indireta pelo usuário, não podendo ter certeza, no último caso, se a ocorrência foi da citação ou do usuário que interpretou a informação dessa forma, como, por exemplo, ―ele disse que o petrolão é uma vergonha nacional‖, quando, na realidade, pode ter sido que a fonte apenas falou do escândalo de corrupção na Petrobrás, sem usar o neologismo petrolão. Outras exclusões são de neologismos 122 em endereços eletrônicos, nomes de usuários, de textos integrais de terceiros, que mesmo identificados, fogem do gênero comentário privilegiado nesse estudo. Abaixo, temos algumas exemplificações: Figura 4: Neologismo excluído de citação direta 88 Fonte: Disponível em: http://jornalggn.com.br/comment/463841#comment-463841 Na figura 4, o neologismo presidenta consta em uma citação direta, não podendo ser atribuído ao usuário(a) em questão. Figura 5: Neologismo excluído de citação indireta Fonte: Disponível em: http://horia.com.br/comment/464461#comment-464461 Aqui, Farol de Alexandria é um neologismo já bem difundido, entretanto, o uso de aspas indica uma citação indireta, e para mantermos a coerência, não consideramos o registro dessa ocorrência. Figura 6: Comentário que é uma extensão do título Fonte: Disponível em: http://jornalggn.com.br/comment/472506#comment-472506 88 Os nomes e avatares dos usuários foram omitidos por questões éticas. 123 No blog GGN, todos os comentários devem ter título. Mesmo que o usuário não adicione esse conteúdo, automaticamente, a configuração do blog toma a parte inicial do comentário como tal, como mostra a figura 6. Assim, o exemplo acima constou apenas como um neologismo, marinismo. Figura 7: Neologismo semelhante no título e no comentário Fonte: Disponível em: http://jornalggn.com.br/comment/463722#comment-463722 Na figura 7, temos um exemplo que difere da figura 6, por claramente não ser uma reduplicação do conteúdo inicial do comentário. Nesse comentário, evidenciamos duas ocorrências do neologismo pró-grana. 3.4.1.3.4 Classificação Após a catalogação de todas as planilhas, montamos uma planilha de ocorrências para cada blog, na qual constam todas as ocorrências, como mostra a figura 8: Figura 8: Planilha de Ocorrências totais do blog GGN Fonte: Elaboração própria Nessa planilha, constam o código de arquivo, que remete às planilhas de catalogação, e o nome do usuário com a respectiva ocorrência. O código de arquivo ainda não contém as informações de gênero e perfil ideológico. 124 Na próxima fase, elaboramos uma planilha para cada blog com os dados das variáveis para cada usuário (gênero e perfil ideológico): Figura 9: Planilha Dados dos Usuários do blog GGN Fonte: Elaboração própria Aqui, constam o nome do usuário, para facilitar a identificação, o gênero e o perfil ideológico com as identificações correspondentes (ver com mais detalhe seções 3.4.1.3.7 e 3.4.1.3.8). Para dimensionar a tarefa que foi realizada, a tabela 1 contém os números absolutos das ocorrências de usuários e de neologismos que foram efetivamente analisados, excluindo-se os casos especiais das ocorrências que não foram contempladas nesse estudo por demandarem um tempo maior de análise: Tabela 1: Números absolutos de neologismos e usuários em cada blog Blog GGN Blog RA Neologismos 4.157 (20 excluídos) 5.403 (78 excluídos) Usuários 834 (584 homens) (90 mulheres) (160 (neutro) 1.489 (932 homens) (209 mulheres) (348 neutro) Fonte: Elaboração própria 125 O número de neologismos inclui o total das ocorrências (mesmo as repetições), excetuando-se os neologismos catalogados mas não analisados nessa pesquisa. A menor quantidade de usuários no blog GGN não reflete, necessariamente, uma menor interação, apenas a assiduidade dos mesmos participantes em mais de um post e quase todos os dias. Esses dados serão tratados na seção sobre gênero (ver 3.4.1.3.8). A divergência entre os números absolutos de neologismos também mostrou-se um problema durante a catalogação. Essa questão está detalhada na seção 3.4.1.3.5. Buscando descrever de forma mais detalhada as ocorrências de neologismos em nosso corpus, adotamos o estudo de Alves (1990) de forma a objetivar a classificação do processo neológico. Abaixo, sintetizamos em um quadro a classificação feita pela autora em seu livro Neologismo: criação lexical (1990): Quadro 4: Tipologia de neologismos (ALVES, 1990) Tipo Exemplo Fonológico: Criação onomatopaica cocó Fonológico: Modificação do significante tchurma Fonológico: Modificação gráfica xou Sintático: Derivação prefixal anti-gente / pró-familiar Sintático: Derivação sufixal brizolistas / bulgarizar Sintático: Derivação parassintética apalhaçar Sintático: Composição subordinativa com bases autônomas enredos-denúncias / político-galã Sintático: Composição coordenativa com bases autônomas rítmico-harmônicas / partidária-eleitoral Sintático: Composição com base(s) não-autônoma(s) onicomicose / tropicologia Sintático: Composição sintagmática produção independente / farmácia de manipulação Sintático: Composição por sigla ou acronímia APM / Anfavea Conversão consorciados (adj > subst..) Semântico baixinho Truncação euro (europeu) / niver (aniversário) Palavra-valise brasiguaio (brasileiro + paraguaio) Reduplicação trança-trança Derivação regressiva amassos (amassar > amasso) Empréstimo: Estrangeirismo pole-position (ing.) Empréstimo: Tradução gray power - poder grisalho Empréstimo: Integração turnê (tourné) / Empréstimo: Decalque alta tecnologia (high technology) Fonte: Adaptado de Cambraia; Romero, 2015 126 Consultamos o site do projeto TermNeo (Observatório de Neologismos do Português Brasileiro Contemporâneo), sob a coordenação dessa autora, para estabelecer comparações entre a nossa classificação e a do corpus desse portal. Em algumas ocorrências como as de alguns compostos que se vulgarizam e adquirem status de afixos (GONÇALVES, 2012, 2011), prevaleceu a classificação do portal, como o exemplo do elemento –cracia que já consta como um sufixo. A única divergência é em relação à junção desse elemento a uma base não-autônoma, clepto (cleptocracia), que, nesse caso, volta a adquirir status de elemento não autônomo, já que afixos se adjungem apenas a bases autônomas. Diversos gêneros virtuais suscitam uma escrita informal e os comentários em blogs não são uma exceção. Isso elevou nossa atenção ao considerar as formações por modificação gráfica ou por modificação do significante. As ocorrências desses padrões foram registradas em nosso corpus quando havia uma preocupação por parte do usuário de usar entre aspas a nova formação ou a recorrência da mesma forma em outros comentários. Consideramos como processos flexionais o grau, o número, e a questão de gênero quando fosse requerida sintaticamente. Restringimos também nossa coleta a substantivo, adjetivo e verbo, tendo como única exceção o neologismo facebookmente que por ser um empréstimo por estrangeirismo do inglês, a sua introdução no PB se faz por integração por adaptação morfológica, sendo, portanto, uma ocorrência relevante para um PFPs. As obras lexicográficas adotadas nesse estudo não seguem um padrão quanto à inserção de siglas de partidos políticos, dicionarizando a sigla PT mas não outras. Para solucionar essa irregularidade, consideramos todas as siglas de partido registradas no site do Tribunal Superior Eleitoral (http://www.tse.jus.br/partidos/partidos-politicos) como já existentes, nesse sentido, a classificação das ocorrências que envolvia as legendas partidárias não considerou o processo por sigla ou acronímia das mesmas, como, por exemplo, no neologismo ex-PV ou PSDBismo, nos quais constaram somente a derivação prefixal e derivação sufixal, respectivamente. 127 3.4.1.3.5 Equalização dos dados As vantagens de se montar o próprio corpus também estão atreladas, não vamos dizer desvantagens, mas problemáticas de se controlar o que queremos encontrar. Como mencionado, o blog GGN já havia sido objeto de um estudo anterior (CAMBRAIA; ROMERO, 2015), mostrando-se muito fértil para a ocorrência de neologismos. No entanto, durante o período do segundo turno, observamos uma drástica redução de comentários frente ao período analisado anteriormente (entre março e maio de 2014) no blog GGN em relação ao blog RA durante o período que compreende o segundo turno de 2014. Como a extensão de um texto aumenta a probabilidade de ocorrências neológicas, decidimos equalizar os dois blogs, intentando manter a coerência. Não querendo estender a faixa de tempo para não descaracterizar o período da análise, quantificamos todos os textos em formato .txt, salvos no blog GGN, no programa AncConc, software de análise de corpus, que realiza o processamento de geração de listas de palavras (tokens e types). Partindo do número de tokens, que inclui tanto as classes gramaticais como as classes lexicais, computado no GGN, fizemos a quantificação dos arquivos .txt no blog RA. Devido aos primeiros dez dias já serem suficientes para uniformizar os dados do RA com o GGN, decidimos saltar um dia na faixa de tempo no blog RA, compreendida entre 05 e 26 de outubro, para contemplar um período maior dessa totalidade, preservando o período do segundo turno, assim, no RA, consideramos somente os comentários dos dias 05, 07, 09, 11, 13, 15, 17, 19, 21, 23. Na tabela 2, vemos essa disposição dos dados. No blog GGN, todo o período foi compreendido, enquanto no blog RA, apenas 10 dias, entre 05 e 23 de outubro, com a intercalação de um dia: 128 Tabela 2: Frequência de posts e de comentários nos respectivos blogs Blog GGN Blog RA Posts Comentários Tokens Posts Comentários Tokens Dia 5 46 / 22 572 / 76 11.513 9 / 9 1.606 / 164 12.737 Dia 6 28 / 26 1.040 / 189 25.210 - - - Dia 7 25 / 23 1.119 / 219 26.291 10 / 10 1.616 / 313 24.939 Dia 8 19 / 17 649 / 85 9.841 - - - Dia 9 23 / 21 974 / 119 17.556 11 / 11 3.069 / 429 36.109 Dia 10 17 / 16 744 / 101 10.060 - - - Dia 11 11 / 10 541 / 68 7.969 7 / 7 1.141 / 189 15.805 Dia 12 12 / 10 425 / 37 6.236 - - - Dia 13 26 / 22 841 / 103 11.632 6 / 6 1.665 / 226 19.792 Dia 14 17 / 15 714 / 71 6.122 - - - Dia 15 14 / 12 526 / 69 7.396 11 / 11 1.788 / 359 33.095 Dia 16 22 / 18 606 / 50 7.500 - - - Dia 17 29 / 24 1.305 / 172 27.258 12 / 12 2.727 / 464 38.441 Dia 18 14 / 11 548 / 70 9.772 - - - Dia 19 12 / 11 556 / 73 11.596 26 / 23 1.716 / 293 22.912 Dia 20 15 / 15 514 / 73 7.238 - - - Dia 21 25 / 22 862 / 105 11.754 13 / 13 2.504 / 403 36.531 Dia 22 18 / 17 567 / 81 6.763 - - - Dia 23 25 / 22 989 / 112 12.222 11/ 7* 1.660 / 237 22.243 Dia 24 20 / 13 740 / 86 11.760 - - - Dia 25 12 / 11 345 / 43 6.296 - - - Dia 26 32 / 25 645 / 91 9.854 - - - TOTAL 462 / 383 15.822 / 2.094 261.839 116/109 19.492 / 3.077 262.604 Fonte: Elaboração própria *Apenas os sete primeiros posts foram contemplados para a equalização No primeiro dia do blog GGN, o dia 05 contém um total de 46 posts, sendo 22 os que geraram comentários com neologismos. Da soma de todos os comentários gerados em todos os posts desse dia, 572 comentários foram contabilizados, sendo apenas 76 que geraram comentários com neologismos, os quais em formato .txt, geraram uma lista que totalizou 11.513 tokens (total de palavras, incluindo-se as classes lexicais e gramaticais), no primeiro dia. Em contraste com o blog RA, vemos que todos os posts geraram comentários com neologismos, com exceção do dia 19 (26/23). Os 9 posts desse primeiro dia geraram juntos 1.606 comentários, desses, 164 com neologismos, um total de 12.737 tokens. Até que não há muita diferença entre a quantificação de tokens entre os dois blogs em relação ao primeiro dia, vemos que o GGN consegue se manter devido ao alto número de posts por dia, enquanto o RA se alicerça em um alto número de participações diárias. Contudo, 129 notamos que no blog RA, há quantificações diárias que ultrapassam os 33 e os 38 mil tokens, enquanto no GGN, isso fica em torno de 15 mil tokens, passando poucas vezes da faixa de 24 mil tokens. Isso se reflete na quantificação total, 261.839 tokens (GGN) e 262.604 tokens (RA), mesmo espaçando um dia para uniformizar os dados, o blog RA ainda se mantém a frente. Essa equalização servirá como um referencial para a análise de ocorrências de neologismos, já que o mesmo tamanho de um texto com o número de palavras (gramaticais e lexicais) aproximadas para ambos os lados permitirá uma comparação mais coerente e imparcial. 3.4.1.3.6 Recursividade: formas e processos Durante a coleta dos dados, nos deparamos com um fenômeno bastante comum nesse vocabulário, a recursividade (CORREIA, 1995). A recursividade refere-se a um neologismo servindo de base para a formação de outro neologismo, por exemplo: temos a ocorrência sonhatismo (palavra-valise sonhático [sonhador + programático] + derivação sufixal [-ismo]). Assim, consideramos sonhatismo apenas como um neologismo, mas com dois processos. Esse fenômeno reflete a importância do nível lexical ao oferecer mecanismos que possibilitam angariar todas as transformações sócio-históricas e diferentes perspectivas no ritmo desses ambientes virtuais. A partir disso, o cálculo será baseado nos números de processos para cada fator extralinguístico. 3.4.1.3.7 A variável de perfil ideológico Ao analisar o vocabulário político, e notando a constante renovação lexical nesse meio, a variável ―perfil ideológico‖ do usuário foi considerada essencial para compreender até que ponto a influência político-ideológica era determinante para a escolha de determinados padrões linguísticos, nesse caso, o tipo de formação de novas palavras. Embora seja difícil afirmar os limites de uma ideologia para outra (TAROUCO; MADEIRA, 2013a) e, muitas vezes, os próprios usuários, ao se identificarem como pertencentes à determinada orientação política, tenham um entendimento pouco claro sobre o conjunto de ideias sustentadas pelo segmento ideológico apoiado (AMES; SMITH, 2010; FUCHS; KLINGEMANN, 1990), decidimos delimitar o espectro político dos participantes em apenas dois posicionamentos: esquerda e direita. A divisão em apenas dois espectros está longe de sugerir uma categoria discreta, mas acreditamos que isso viabilizaria e objetivaria a classificação dos 130 usuários, dentro do limite de tempo dessa dissertação. Seguindo os pressupostos de Seliger (1976) de adotar temas-centrais e com posições binárias, adotamos o questionário elaborado pelo Datafolha (FOLHA, 2013) como um referencial para identificar os dois perfis, acreditando que o mesmo consegue se adequar às exigências de se alcançar uma metodologia de identificação de perfil ideológico objetivo para tal análise. O questionário aborda o posicionamento frente a dez questões muito debatidas entre as duas ideologias políticas e as quais assinalam categoricamente essa oposição: Quadro 5: Questionário sobre perfil ideológico do Datafolha (FOLHA, 2013) Questão Perfil de direita Perfil de esquerda Posse de armas Arma legalizada deve ser um direito do cidadão para se defender Deve ser proibida, pois ameaça a vida de outras pessoas Migração Pobres que migram acabam criando problemas para a cidade Pobres que migram contribuem com o desenvolvimento Homossexualidade Deve ser desencorajada por toda a sociedade Deve ser aceita por toda a sociedade Pobreza Boa parte está ligada à preguiça de pessoas que não querem trabalhar Boa parte está ligada à falta de oportunidades iguais Pena de morte É a melhor punição para indivíduos que cometem crimes graves Não cabe, mesmo que a pessoa tenha cometido um crime grave Sindicatos Servem mais para fazer política do que para defender os trabalhadores São importantes para defender os interesses dos trabalhadores Criminalidade A maior causa é a maldade das pessoas A maior causa é a falta de oportunidades iguais para todos Adolescentes Aqueles que cometem crimes devem ser punidos como adultos Aqueles que cometem crimes devem ser reeducados Drogas Uso deve ser proibido, pois a sociedade é a mais penalizada Uso não deve ser proibido, pois o usuário é o mais penalizado Religião Acreditar em Deus torna as pessoas melhores Acreditar em Deus não necessariamente torna uma pessoa melhor Fonte: (CAMBRAIA; ROMERO, 2015) Buscamos identificar o perfil dos usuários conforme as opiniões e posicionamentos, seguindo o critério do Datafolha, eram evidenciados. É preciso ressaltar que consideramos como 131 pertencentes a um determinado espectro político o usuário que apresentasse, pelo menos, dois posicionamentos de um mesmo perfil, novamente, pela limitação do tempo da pesquisa. Dessa forma, achamos mais apropriado falarmos em uma tendência de direita ou de esquerda, o que solucionaria uma possível contestação desse critério. Para identificar a orientação política, tornou-se necessário recuperar os comentários anteriores dos usuários feitos no blog, seja através do armazenamento do próprio blog ou por sites de busca, ao fazê-lo, salvamos o link que mostrava os posicionamentos acima. Outro ponto a ser destacado é que a identificação do perfil ideológico de alguns usuários não foi possível por dois motivos: (i) alguns usuários não são assíduos e, desses, a maioria não é cadastrada, assim, mesmo recuperando os textos mais antigos por sites de busca, a participação reduzida não favorece o uso do critério acima; e (ii) enquanto alguns usuários deixam nítida sua preferência ideológica, outros, por sua vez, procuram abster-se no momento de assumir uma postura frente a temas que exponham a linha político-ideológica. Mesmo assim, esses usuários foram computados em nosso banco de dados com o propósito de expor, ao final da análise, todas as ocorrências neológicas com perfil e sem perfil determinado, proporcionando uma visão geral de nossa investigação nesse gênero virtual. Para facilitar a identificação, a cor amarela destaca o posicionamento de esquerda frente à determinado tema e a cor verde, o posicionamento de direita. As figuras 10 e 11mostram essa identificação em cada blog: 132 Figura 10: Planilha de identificação ideológica no blog GGN 89 Fonte: Elaboração própria Figura 11: Planilha de identificação ideológica no blog RA Fonte: Elaboração própria 89 Os nomes dos usuários foram omitidos por questões éticas. 133 3.4.1.3.8 A variável de gênero A questão ―gênero‖, já muito enfatizada em estudos sociolinguísticos (TRUDGILL, 1972; LABOV, 1990, 1982), também foi considerada importante para mostrar se em um blog político a tendência para o uso de neologismo e os padrões de formação preferidos eram influenciados por essa variável independente. Embora em ambientes virtuais a opção por codinomes seja o mais usual, a recuperação dessa informação é possível através da concordância de gênero dos adjetivos ou mesmo por identificação explícita. Assim como ocorreu com o perfil ideológico, foi necessário recorrer a textos anteriores do participante e/ou a sites de busca, após a identificação, registramos o link do texto em nossa planilha para o devido registro. A dificuldade também se apresentou em relação a alguns usuários, mas, com o mesmo propósito do perfil ideológico, todos foram catalogados para a visualização geral de todas as ocorrências encontradas com gênero determinado e gênero indeterminado. A figura 12 contém esse registro: Figura 12: Planilha de identificação de gênero no blog GGN Fonte: Elaboração própria 3.4.2 Modelo estatístico na aplicação dos dados Para a análise, adotaremos um modelo estatístico de razão de prevalências para comparar os dados. Em uma comparação binária, calcula-se o intervalo de confiança a 95% (DEVER, 1984, p. 94-95). Por exemplo, em relação à questão de gênero, toma-se como Hipótese Nula (H0) r1 = r2 e como Hipótese Alternativa (H1) r1 ≠ r2. Na sequência de cálculos para se obterem tais resultados, como primeiro passo, toma-se a frequência absoluta das ocorrências (numerador) e o total de tokens ou types em cada corpus (denominador), que será diferente para o 134 quadro geral de tokens e o quadro geral de types e equalizado para o quadro geral de tokens e types, obtendo-se a prevalência respectiva para o gênero masculino e o gênero feminino. Em seguida, aplica-se a razão de prevalências do gênero feminino (numerador) sobre o gênero masculino (denominador), uma vez que o que se busca é a elevação/redução ou equivalência das ocorrências no gênero feminino em relação às ocorrências no gênero masculino. Interpreta-se o IC95%, observando-se se o resultado inclui a unidade entre o limite inferior e o limite superior do intervalo: Inferior: abaixo de 1 + Superior: abaixo de 1 => Redução Inferior: abaixo de 1 + Superior: igual ou acima de 1 => Equivalência Inferior: igual ou acima de 1 + Superior: igual ou acima de 1 => Elevação 3.4.2 Tokens e types No programa AntConc, quantificaremos o número de tokens e types para o cálculo estatístico para a comparação entre os fatores extralinguísticos e seus cruzamentos, gerando para isso vários subcorpus de acordo com a respectiva necessidade. Na análise geral partiremos do total de tokens dos comentários, ou seja, a somatória de todas as palavras gramaticais e lexicais (lexemas e lexias) nos comentários dos usuários e a partir desses dados examinaremos os processos gerados pelos neologismos encontrados nesses tokens. A contabilização dos processos nessa etapa considerará todas as lexias de cada neologismo, as quais compreendem a flexão de gênero, número e grau, as conjugações verbais e, especificamente nesse estudo, as variantes de um mesmo neologismo. Para exemplificar, temos psdbista (derivação sufixal) e psdbistas (derivação sufixal), que constaram como 2 ocorrências de neologismos e 2 processos. Para o exemplo das variantes temos petebrás (palavra-valise = PT + Petrobrás) , ptbrás (palavra-valise = PT + Petrobrás) e PeTrobrás (palavra-valise = PT + Petrobrás) que contabilizaram 3 ocorrências de neologismos e 3 processos. Esse procedimento será feito nas tabelas I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X e XI para termos uma visão geral do funcionamento da neologia em cada fator extralinguístico. Nas tabela I.1, II.1, III.1, IV.1, V.1, VI.1, VII.1, VIII.1, IX.1, X.1 e XI.1, a análise se concentrará nos processos gerados pelos neologismos diferentes dentro dos types dos 135 comentários dos usuários. Os types dos comentários quantificará sob um mesmo número as ocorrências repetidas de todas as palavras gramaticais e lexicais, por exemplo, todos os artigos masculinos definidos no singular constaram apenas uma vez, assim como, todos os artigos definidos no plural foram agrupados como uma mesma ocorrência e assim com todas as palavras encontradas nos comentários. Dentro dessa quantificação de types, achamos mais apropriado analisar os processos gerados pelos neologismos não repetidos, de maneira a evidenciar o peso que determinados itens podem ter em cada blog, algo que não seria exequível dentro da quantificação por tokens. Assim, somente a ocorrência de um lexema será validada para a contagem dos processos, tais como, os neologismos dilmista (derivação sufixal) e dilmistas (derivação sufixal) constando apenas como 1 ocorrência de neologismo e 1 processo, enquanto, pró-dilmista (derivação prefixal + derivação sufixal) registrará 1ocorrência de neologismo e 2 processos, já que é uma formação totalmente diferente e não uma lexia do lexema dilmista. Na equalização dos fatores de gênero e perfil ideológico, bem como seus cruzamentos, partiremos do número de tokens dos comentários do número de usuários. Se, por exemplo, o gênero masculino registrou 60 usuários e o gênero feminino teve apenas 30 usuárias, o menor número será o critério para a uniformização. Nessa etapa consideraremos apenas os usuários diferentes para não enviesar a análise dos processos em comentários de poucos participantes, dessa forma, se das 30 usuárias, somente 25 sejam diferentes, então, contabilizaremos os tokens do primeiro comentário de cada uma dessas 25 usuárias e a mesma quantificação ocorrendo com o gênero masculino. Após, visualizaremos os processos gerados pelos neologismos nos tokens de equalização entre os gêneros. A equalização dos fatores e seus cruzamentos nas tabelas II.2, III.2, IV.2, V.2, VI.2, VII.2, VIII.2, IX.2, X.2 e XI.2 permitirá a comparação dos dados efetivamente, já que estaremos tratando de subcorpora equalizados. Por fim, nas tabelas II.3, III.3, IV.3, V.3, VI.3, VII.3, VIII.3, IX.3, X.3 e XI.3, analisaremos os processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários da equalização para eliminarmos as lexias de um mesmo lexema, visualizando o peso que determinados neologismos possam estar contribuindo para a frequência de alguns processos. Em complementaridade à visão dos processos nas tabelas acima, elaboraremos também tabelas com os neologismos mais frequentes em cada análise dos tokens. 136 CAPÍTULO 4 DESCRIÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS Ideas have not only origins and internal consistency; they also have direction and consequence. (LERNER, 1991 [1939], p. 6, tradução nossa) 90 Ideas do not exist in the void, separated from the purposes and survival of the culture. In every culture they are weapons. (LERNER, 1991 [1939], p. 10, tradução nossa) 91 Não percebes a beleza que é destruir palavras. Sabes que Novilíngua é o único idioma do mundo cujo vocabulário se reduz de ano para ano? (ORWEL, George, 1984, p. 38) The meaning of an idea must be seen as the focus of four principal converging strains: the man and his biography; the intellectual tradition; the social context; the historical consequences of the idea, or the successive audiences that receive it. (LERNER, 1991 [1939], p. 6, tradução nossa) 92 As palavras são criações humanas e, ao mesmo tempo, como a maior parte das criações do homem, elas têm vida própria; nós as criamos e elas se criam. (GUIRAUD, Pierre. A semântica,1975, p. 40). 90 As idéias não têm somente origens e consistência interna; elas também têm direção e consequência. 91 As ideias não existem no vazio, separadas dos propósitos e da sobrevivência da cultura. Em cada cultura elas são armas. 92 O significado de uma ideia deve ser visto como o foco de quatro principais tensões convergentes: o homem e sua biografia; A tradição intelectual; O contexto social; As consequências históricas da ideia, ou as audiências sucessivas que a recebem. 137 Tabela I - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA 93 Visão Geral dos blogs RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Tokens (GGN) Tokens (RA) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 262613 258249 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! *N. Apl. Mod. do Significante 262613 258249 17 85 0,0065 0,0329 5,0845 2,6477 2,4368 7,7322 Elevação Mod. Gráfica 262613 258249 15 15 0,0057 0,0058 1,0169 0,7278 0,2891 1,7447 Equivalência Derivação Prefixal 262613 258249 904 586 0,3442 0,2269 0,6592 0,0685 0,5907 0,7277 Redução Derivação Sufixal 262613 258249 589 661 0,2243 0,2560 1,1412 0,1267 1,0145 1,2679 Elevação Parassintética 262613 258249 3 5 0,0011 0,0019 1,6948 2,4259 -0,7311 4,1208 Equivalência Comp. Subordinativa 262613 258249 423 820 0,1611 0,3175 1,9713 0,2313 1,7400 2,2026 Elevação Comp. Coordenativa 262613 258249 146 192 0,0556 0,0743 1,3373 0,2878 1,0495 1,6251 Elevação Comp. bases não-autônomas 262613 258249 66 102 0,0251 0,0395 1,5716 0,4866 1,0850 2,0582 Elevação Comp. Sintagmática 262613 258249 379 238 0,1443 0,0922 0,6386 0,1035 0,5351 0,7421 Redução Sigla/Acronímia 262613 258249 805 260 0,3065 0,1007 0,3284 0,0459 0,2825 0,3744 Redução Conversão 262613 258249 202 128 0,0769 0,0496 0,6444 0,1427 0,5017 0,7871 Redução Semântico 262613 258249 517 1.982 0,1969 0,7675 3,8984 0,3773 3,5211 4,2758 Elevação Truncação 262613 258249 55 95 0,0209 0,0368 1,7565 0,5833 1,1732 2,3398 Elevação Palavra-valise 262613 258249 541 2380 0,2060 0,9216 4,4736 0,4176 4,0560 4,8912 Elevação Reduplicação 262613 258249 5 19 0,0019 0,0074 3,8642 3,8068 0,0574 7,6710 Equivalência Regressiva 262613 258249 2 0 0,0008 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 262613 258249 151 63 0,0575 0,0244 0,4243 0,1247 0,2995 0,5490 Redução Empréstimo: Tradução 262613 258249 1 2 0,0004 0,0008 2,0338 4,8821 -2,8483 6,9159 Equivalência Empréstimo: Integração 262613 258249 113 22 0,0430 0,0085 0,1980 0,0904 0,1076 0,2884 Redução Empréstimo: Decalque 262613 258249 14 37 0,0053 0,0143 2,6875 1,6528 1,0347 4,3403 Elevação TOTAL 262613 258249 4948 7692 1,8841 2,9785 1,5808 0,0565 1,5244 1,6373 Elevação 93 Nessa pesquisa, não pretendemos adentrar na distinção entre sigla e acronímia. A inconstância de algumas siglas serem mescladas com a acronímia, e vice-versa, como discutido em nossa base teórica e o reduzido tempo para a análise não permitiria um tratamento apropriado para a observação. No entanto, poderíamos discutir se a acronímia seria mais produtiva por seguir o padrão silábico esperado no PB e quais as formas que favoreceriam o uso de cada processo. 138 A tabela I ilustra a visão geral dos processos entre os dois blogs em análise, considerando a somatória dos tokens (palavras gramaticais e lexicais) de todos os comentários em cada espaço que geraram ao menos um neologismo de maneira a objetivar a comparação. A proposta dessa tabela e da tabela I.1 é mostrar os processos mais frequentes durante o período do segundo turno eleitoral, evidenciando a dinâmica em cada blog nessa faixa de tempo. Com essa finalidade, não equalizamos o número de usuários que foi de 674 no GGN e 1.141 no RA (incluindo os usuários sem identificação de gênero) como faremos com os fatores de gênero e espectro político após os dados de tokens por acreditarmos que isso tenderia, de alguma forma, a corromper a visão de um todo em uma tentativa de aproximação numérica. Mesmo com essa diferença de participantes, há resultados significativos sobre a neologia em cada espaço virtual a partir da equalização dos tokens 262. 613 (GGN) e 258.249 (RA) que permite analisar os processos gerados pelos neologismos. Começando pelo total das ocorrências de neologismos validadas, o GGN gerou 4.157 neologismos (lexemas e lexias) e 4.948 processos, enquanto o RA registrou 5.400 neologismos (lexemas e lexias) e 7.692 processos, evidenciando uma alta recursividade, ou seja, muitos neologismos servindo de base para outro(s) neologismo(s). Essa disparidade de processos se deve a um ponto central constatado durante a análise. O alto número de comentários no blog RA e, consequentemente, tendo mais probabilidade de ocorrências de neologismos e de processos, foi um fator para essa elevação. Esse fator pode ser explicado pelo próprio contexto do segundo turno eleitoral. A imprecisão dos institutos de pesquisas sobre quem de fato disputaria o segundo turno, algumas pesquisas apontando Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), outras, Dilma e Aécio Neves (PSDB) e, mesmo assim, com margens que não refletiram a divisão entre o eleitorado, sendo alvo de críticas por ambos os lados, imprimiu maior ânimo entre os eleitores antiPT e incerteza para aqueles que eram pró-PT. Com o tucano em segundo lugar, essa incerteza sobre o contexto que se desenharia na nova eleição entre os apoiadores petistas provocou um clima de apreensão que foi verificado pelos posts no blog GGN durante esse período. Devido a esse pessimismo, houve uma reduzida postagem de comentários, embora alguns usuários tenham se mantido assíduos, e muitos neologismos que não apresentaram a recursividade, dando uma nova configuração para esse ambiente virtual analisado anteriormente entre março e maio de 2014 (CAMBRAIA; ROMERO, 2015). 139 Observamos que muitos processos distinguem os dois espaços interativos. No blog GGN, os processos por derivação prefixal, composição sintagmática, sigla/acronímia, conversão, estrangeirismo e integração apresentam relevância significativa dentro desse período. Dentre esses processos, a derivação prefixal detém a mais alta frequência no blog GGN, registrando os prefixos anti- (antipetismo, antipetista, antiPT, antiCopa, anticorrupção, etc.) e ex- (ex-presidente, ex-diretor, ex-aspone, etc.) como os mais recorrentes. Enquanto o primeiro prefixo assinala a oposição existente frente a um partido, a um movimento, a uma ideologia, alguns neologismos que carregam o prefixo ex- fazem referência a um episódio ocorrido em 2010, no qual o candidato a governador Jefferson Moura (membro do PSOL na época) critica o apoio dado por Fernando Gabeira, político reconhecido por sua luta contra a ditadura e seus fortes ideais esquerdistas, ao PSDB na época das eleições, conferindo-lhe o apelido de ex-Gabeira. Essa referência a um político que se afasta de seus princípios passa a ter grande produtividade no vocabulário político, não sendo diferente em nossos dados, tais como, o próprio ex-Gabeira, ex-Erundina, ex-Marina, ex-partido de esquerda, ex-Costa (Paulo Roberto Costa/ ex-diretor da Petrobrás), ex-Gleisi (Gleisi Hoffmann), ex-petista, etc. No blog RA, os processos por modificação do significante, derivação sufixal, composição subordinativa, composição coordenativa, semântico, truncação, palavra-valise e decalque são os mais distintivos. A palavra-valise responde por 30,9% (2.380/7.692) do total dos processos. Dentre os neologismos que englobam esse processo, PETRALHA (Petista + metralha) corresponde a 37% (882/2.380) do processo por valise e 11,4% (882/7.692) dos processos em geral, considerando-se apenas as lexias e não os neologismos que se utilizam dessa base para dar origem a outras formações, tais como, PETRALHADA, PETRALHISMO, PETRALHAR, etc. É preciso destacar que PETRALHA também apresenta o processo semântico (metralha = bandido), sendo, portanto, também responsável por esse processo ser um dos mais distintivos dentro desse blog, 44,5% (882/1.982) do processo semântico. A partir dessa discussão sobre os processos mais recorrentes em cada blog faz-se necessário também analisar quais neologismos tiveram maior recorrência dentro desse período. Abaixo a tabela I‘ sintetiza os 20 neologismos mais frequentes em cada blog: 140 Tabela I‟– Neologismos mais frequentes em cada blog94 GGN (4.157 neologismos) RA (5.403 neologismos) Qtde Neologismo – Frequência (N)* Neologismo – Frequência (N) 1 PIG – 8,6% (358) PETRALHA – 16,3% (882) 2 FHC – 7,3% (305) BOLSA FAMÍLIA – 8,3% (449) 3 BOLSA FAMÍLIA – 4,8% (202) LULLA – 3,8% (209) 4 PRESIDENTA – 4,2% (177) PRESIDENTA – 3,4% (185) 5 ANTIPETISTA – 2% (84) PETROLÃO – 2,7% (151) 6 EX-PRESIDENTE – 1,9% (82) PETRALHADA – 2,6% (142) 7 COXINHA – 1,9 (81) PRESIDANTA – 2% (109) 8 TROLL – 74 (1,7) EX-PRESIDENTE – 1,9% (108) 9 ANTIPETISMO – 1,6% (68) FHC – 1,8% (98) 10 ANTIPT – 1,6% (68) PAPUDA – 1,2% (67) 11 AÓCIO – 1,3% (53) MOLUSCO – 1% (58) 12 PETRALHA – 0,9% (41) PTBRÁS – 0,9% (54) 13 AECISTA – 0,9% (39) POSTE – 0,7% (39) 14 PETISMO – 0,9% (38) ESQUERDOPATA – 0,6% (36) 15 DEMOTUCANO – 0,8% (36) BLACK BLOC – 0,6% (35) 16 TUCANOADJ – 0,8% (36) GOVERNANTA – 0,5% (32) 17 GRANDE MÍDIA – 0,8% (35) DILLMA – 0,5% (31) 18 TUCANISTÃO – 0,8% (35) ESQUERDA CAVIAR – 0,5% (29) 19 MÍDIA GOLPISTA – 0,7% (32) DATAFALHA – 0,5% (29) 20 TUCANALHA – 0,6% (26) APEDEUTA – 0,5% (28) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto A frequência dos neologismos acima explicitam o clima que perpassou o segundo turno eleitoral, evidenciando que a neologia, dentro dessa faixa de tempo, teve como principal finalidade apontar e criticar os erros da ideologia oposta e, como notamos em algumas ocorrências dessa tabela, o caráter estilístico (GUILBERT, 1975) deixa emergir toda essa polaridade vivenciada em um vocabulário político. A questão do poder midiático distanciando-se de sua função primária de divulgar fatos de forma imparcial é ressaltada no blog GGN pelo neologismo PIG (Partido da Imprensa Golpista). Esse acrônimo já é característico de mídias com o perfil de esquerda para se referir aos principais órgãos de imprensa no Brasil (referidos como GRANDE MÍDIA e MÍDIA GOLPISTA), os quais tendem a rejeitar governos de cunho contrário ao da direita. Ao adotar a referência PIG, esses usuários também reforçam o poder que o mundo virtual, principalmente nos blogs que se inserem na esfera política, exerce sobre essa rede de influência, desafiando esse 94 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 141 controle de informação e tornando mais difícil a competitividade pela opinião pública. No RA, o neologismo DATAFALHA (palavra-valise = Datafolha + falha) recai sobre a ineficácia do instituto de pesquisa sobre os dados que não mostraram o comportamento do eleitorado, podendo oferecer alguma vantagem a determinado candidato. É interessante notar a perspectiva de cada blog em relação a esse ―desvio‖ da imprensa com os dois lados acusando as mesmas mídias de favorecer o lado da oposição de forma tão exposta. É possível encontrar no GGN neologismos como DATAFALHA, DATAFAIA, FALHA (palavra-valise = falha + Folha), GLOEBBELS (palavra-valise = Globo + Goebbels), GLOPOPE (palavra-valise = Globo + Ibope), GROBO, IMPRENSA ATUCANADA, IMPRENSA GOLPISTA, MÍRDIA (palavra-valise = mídia + merda), PADRÃO GLOBO, perceVEJA e o próprio acrônimo PIG que tem outras reinterpretações, tais como, Partido da Imprensa Governista e Patriótica Imprensa Gloriosa. Já no RA consta CARTA CAPETAL (palavra-valise = Carta Capital [revista de esquerda] + capeta), DATAPETRALHA (palavra-valise = Datafolha + petralha), FALHA, IBOPETÊ (palavra-valise = IBOPE + petê), IGOLPE (palavra-valise = IBOPE + golpe), VOX PETRALHA (palavra-valise = Vox Populis + Petralha). Essa aceleração da internet ao possibilitar o acesso de um grande conteúdo resulta em diferentes perspectivas sobre o papel desempenhado por cada mídia no jogo político-eleitoral (THOMPSON, 1995, p. 296), lembrando que a imparcialidade não está nessa exposição informativa, torna-se difícil apreender o que é informação e o que é opinião para quem está navegando nesse meio. Os agentes do segundo turno também têm referências específicas que se encontram entre os neologismos mais frequentes. No blog GGN, o destaque é para Aócio (palavra-valise = Aécio + ócio) e FHC (sigla = Fernando Henrique Cardoso). Embora fosse Aécio Neves quem pleiteasse a vaga para presidência, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se torna o alvo dos usuários por apoiar sua candidatura pela adoção de políticas neoliberais durante seu governo, pautadas nas privatizações (privataria tucana). Do outro lado, no blog RA, vemos a mesma tendência em colocar como alvo o ex-presidente LULLA, símbolo-mor do PT, mesmo com Dilma Rousseff concorrendo à reeleição, inferindo que o governo dilmista ainda era visto como uma extensão da política assistencialista iniciada na era lulista. Com função anafórica, observamos os neologismos PRESIDANTA (palavra-valise = presidente + anta / semântico = anta [a maneira de 142 Dilma governar]), MOLUSCO (semântico metonímico = Lula), POSTE 95 (político inexpressivo cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade), GOVERNANTA 96 (palavra-valise = governante(a) + anta / semântico = anta [a maneira de Dilma governar]), APEDEUTA (semântico = Lula quando pronuncia alguma ‗pérola‘ teórica) e, diferente do uso no blog anterior, FHC é citado em comentários que exaltam a volta de um governo que será recuperado pela gestão aecista. Admitindo que as formas simbólicas (THOMPSON, 1995) devem ser compreendidas em consonância com o contexto sócio-histórico para assumir o valor ideológico, as ocorrências de neologismos que se referem à orientação ideológico-partidária se alicerçam em valores previamente construídos para denotar aspectos específicos que perfazem a dimensão política. Embora sejam neologismos e, portanto, formas que não existiam anteriormente ao contexto em que surgem, eles contêm traços do que Mannheim (1956) chamou de ―padrões herdados‖ por essa consequência de vivermos em sociedade, recebendo o conhecimento de mundo de um conjunto. Observamos no GGN os neologismos ANTIPETISTA, ANTIPETISMO, ANTIPT que expõem uma crítica sobre essa aversão ao Partido dos Trabalhadores e a seus membros e apoiadores, com o prefixo anti- reforçando um movimento ativo que luta contra e não apenas assumindo ser não-PT. Em menor frequência, há as ocorrências neológicas que abordam os partidários da oposição AECISTA e DEMOCTUCANO e sobre a ideologia do próprio partido, PETISMO, que reflete a postura que o blog adotou frente ao contexto inesperado que se apresentou no 2º turno, não reconhecendo a eleição como uma forma de promover um questionamento sobre o atual panorama político, mas como uma eleição antiPT. Correspondendo a 4,2% estão COXINHA (semântico = burguês) que aponta os prováveis eleitores antiDilma, TUCANO (conversão = subst. > adj.) 97 , TUCANALHA (palavra-valise = tucano + canalha) com 95 Embora o neologismo poste seja frequentemente uma referência à Dilma, também há registros dessa designação para outros políticos petistas. 96 A palavra-valise governANTA é um homônimo do feminino de governante, desse modo, consideramos como um neologismo sempre que a ocorrência aparecia grafada como explicitado acima. 97 O neologismo tucano (lexema e lexias) é responsável pela alta frequência do processo por conversão no GGN com a função de adjetivo, já que o substantivo com a acepção de membro/partidário do PSDB encontra-se dicionarizado, assim, dos exemplos temos: governo tucano, delegado tucano, eleitor tucano, elite tucana, gestão tucana, etc. Esses neologismos apresentam a recursividade (CORREIA, 1995) constando também a composição sintagmática. É preciso ressaltar que em relação à composição presente nesses exemplos levamos em conta que se o sentido obtido pelas duas unidades seria diferente se houvesse outro determinante, por exemplo, gestão tucana e gestão petista, 143 referência ao governo, aos membros e simpatizantes e às autoridades de diferentes esferas que estariam favorecendo o partido e, por último, TUCANISTÃO (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [Indo-Ariano (istão] / Empréstimo: Integração [Indo-Ariano (sufixo-stan)]) que salienta essa tendência do eleitorado paulista, reduto do ninho tucano, em favorecer candidatos desse partido para cargos de governador e presidente. Importante também explicar que o neologismo PETRALHA (0,9%) reflete a presença dos dois espectros dentro do GGN, embora esse neologismo conste majoritariamente entre os usuários com perfil de esquerda, a frequência entre os 20 neologismos demonstra o peso de sua difusão dentro do vocabulário político, mesmo nossa análise se concentrando em uma perspectiva sincrônica, limitando o alcance de dimensionarmos o grau dessa difusão, mas que não impede de atestarmos a mesma. Um neologismo que teve um comportamento restrito foi troll (do inglês: usuário que posta um comentário que tem por objetivo inflamar os ânimos dos envolvidos em uma determinada discussão) que corresponde a 49,3% desse processo no GGN e ausente no RA. Esse neologismo era dado como resposta a esses usuários, refletindo a polaridade existente no GGN entre participantes de esquerda e de direita, entretanto, sempre usado por aqueles que tinham uma tendência esquerdista para designar esses usuários que queriam desestabilizar o tópico de discussão com uma visão mais conservadora. A aceitabilidade do estrangeirismo cede espaço para o processo por integração, também recorrente no GGN, através de diferentes níveis: ortográfico (faice, facebuque, etc), morfológico (trollar, trollagem, trollador, twittada, etc.), sintático (troll aecista, Tucanistão, grão-troll, etc) e semântico (Hommer Simpson [pessoa alienada]). Com poucos neologismos que remetem ao fator ideológico-partidário, o alto índice dos mesmos ressalta aspectos significativos sobre a renovação lexical no blog RA. O neologismo PETRALHA (palavra-valise = petista + metralha / semântico = metralha [bandido]), correspondendo a 16,3% dos neologismos, 37% (882/2.380) do processo por palavra-valise e 44,5% (882/1.932) do processo semântico, é de criação do próprio jornalista Reinaldo Azevedo, o governo tucano e governo petista, os quais remontam a um contexto histórico para diferenciar maneiras diferentes de governar, uma centrada na política econômica e outra na política social, então, seria relevante registrar os dois processos. Quando não houve tal constatação, apenas o processo por conversão foi considerado, tais como, [chance] tucana, [escândalo] tucano, [corrupção] tucana, que como observamos não há uma mudança de sentido se for ―escândalo petista‖ ou ―corrupção petista‖, já que as unidades ―escândalo‖ e ―corrupção‖ não têm denotações diferentes por serem atribuídas a partidos políticos. 144 que não só assegura uma maior liberdade para o uso de um neologismo com o alto teor pejorativo, como também agrega um valor identitário entre os usuários desse ambiente interativo, estabelecendo uma relação de pertencimento a um grupo que defende os mesmos posicionamentos políticos e uma maneira, também, de atribuir ao autor e, consequentemente, ao blog, uma posição que legitima seus apontamentos. Analisaremos mais detalhadamente a construção desse valor identitário quando tratarmos sobre o perfil ideológico na tabela VII. Oferecendo condições para a frequência desse neologismo em um espaço de grande circulação de participantes, a recursividade dá origem à PETRALHADA (2,6%) e outras em menores registros, tais como, petralhar, petralhismo, petralha-mor, etc. Outro neologismo que remete ao partido é PTBRÁS (palavra-valise = PT + Petrobrás) pela corrupção revelada pela operação Lava-Jato na empresa nacional petrolífera, que indica membros importantes do partido como beneficiários dos contratos fraudulentos feitos durante o governo petista. Porém não só a orientação partidária, neologismos que explicitam a acirrada oposição entre os dois espectros ao longo da história e, que deixam claro o nível da polaridade ao se questionar a conduta da ideologia oposta no Brasil, também têm um papel central nesse período. ESQUERDOPATA e ESQUERDA CAVIAR têm como alvos, usualmente, pessoas do meio artístico e intelectuais que abraçam causas sociais apenas na superficialidade com o intento de receberem destaque na mídia, mas apenas no discurso, demonstrando na prática ações que colocam em descrédito a posição defendida por essas pessoas, dando espaço para ocorrências como ESQUERDA CAMARÃO, ESQUERDA FILÉ MIGNON, SOCIALISMO MORENO, SOCIALISMO SOCIALITE, SOCIALISTA DE ARAQUE, SOCIALISTA TODINHO COM SUCRILHO, etc., demonstrando que a oposição durante o segundo turno para a presidência não se concentrou ao puro antipetismo, indo além da esfera nacional e resgatando contextos históricos da ideologia de esquerda para desconstruir essa imagem de opositores do capitalismo. Embora não detenha uma alta frequência, cabe aqui mencionarmos a produtividade da ressignificação da sigla PT, que corresponde a 1,2% (25/1982) dos neologismos, incluindo as repetições: Partido das Trevas, Partido da Trambicagem, Partido dos Trambiqueiros, Partido Temerário, Partido Terrorista, Partido Tóxico, Perda Total, Partido Titanic, Partido dos Traidores, entre outros. 145 É relevante destacar que somente as formações que envolvem diretamente siglas de partido, nomes de políticos, ideologia e membros ou apoiadores de determinada agremiação partidária correspondem a 38,6% (1.605/4.157) no GGN e 48,5% no RA (2.624/5.403) do total de neologismos, sem incluir outros atores e órgãos das mais variadas esferas (artística, jornalística e acadêmica) que têm um papel mais atuante nesse desenrolar do segundo turno. Outra ocorrência neológica que merece destaque é presidenta. Já dicionarizada, porém com seu uso efetivo iniciado por Dilma Rousseff em seu primeiro mandato em 2011, causa imediatamente uma rejeição daqueles que se opõem veemente a sua vitória e, por extensão, à continuação do PT no poder. Desse modo, essa formação recebe usos diferentes em cada blog. No GGN, recordando que os usuários com a tendência de direita representam a minoria nesse espaço (e comumente usam presidente), o uso funciona para ressaltar a legitimidade de Dilma no cargo, o que podemos avaliar como uma maneira que os usuários, de tendência de esquerda, encontraram para demonstrar o apoio à petista durante seu governo. Já no RA percebemos que o uso se restringe aum contexto de ironia, correntemente grafada com algum tipo de indicação mostrando a não-aceitação dessa referência: presidentA, ―presidenta‖ ou president(a). A partir desse comportamento, percebemos que nos dois blogs a formação presidenta recebe novos traços semânticos, sendo avaliada como um neologismo semântico com as acepções de ―legitimação de Dilma no poder‖ no GGN e ―deslegitimação de Dilma no poder‖ no RA. As políticas sociais também são lembradas durante a disputa eleitoral, tendo como expoente central o neologismo BOLSA FAMÍLIA (composição subordinativa) que serve ou para destacar esse programa como um dos grandes méritos do governo petista ao retirar da linha da miséria milhares de família, no caso do ambiente GGN, ou para criticar o assistencialismo desenfreado do PT que apenas torna dependentes mais famílias a cada ano, podendo o programa ser rotulado de BOLSA ESMOLA, BOLSA VAGABUNDO e BOLSA DEPENDENTE, como também um meio achado pelo partido para angariar maior adesão política, transformando-o em BOLSA VOTO, no caso dos registros no blog RA. A diferença do uso de mesmos neologismos entre os espaços relaciona-se com a dimensão sóciocomunicativa (REY, 1995) expondo também qual a direção da neologia em cada blog. Até esse momento, podemos visualizar que o ambiente foi um fator importante para essa 146 distinção por consequência do próprio viés que cada blog assumiu na dicotomia inerente de uma campanha eleitoral. Ainda no RA, as referências aos dois maiores escândalos envolvendo membros do PT, além de PTBRÁS, estão explícitas pelos neologismos PETROLÃO (palavra-valise = Petrobrás + mensalão) e PAPUDA (semântico metonímico = prisão) como um reforço para ratificar o que representa esse partido no poder e qual deveria ser o seu verdadeiro destino ao final do período eleitoral. Nesse clima eleitoral de intensa disputa, o neologismo por estrangeirismo BLACK BLOC no RA ressoa a instabilidade de protestos com essa tática que busca uma mudança da ordem vigente, bem diferente das manifestações conservadoras em março de 2014, mas sem o questionamento da razão de alguns movimentos necessitarem desse ―bloco‖ e outros não, demonstrando que o uso de alguns neologismos fica condicionado à perspectiva dominante em determinados ambientes, outro ponto que será devidamente discutido a partir da tabela VII. Para finalizar, mencionamos alguns casos especiais que ficaram de fora dessa quantificação por requerem uma reflexão mais aprofundada. Tendo um contexto que se estende para diferentes processos, os neologismos elles, delles e nelles recebem diferentes denotações durante esse período em questão. Sintetizando o início dessa ambiguidade, o nome de Lula começa a ser associado com as falcatruas do governo Collor, dando origem ao Lulla (palavra- valise = Lula + Collor). Em seguida, os pronomes elle, delle e nelle aparecem como um recurso anafórico para a nova designação, acrescentando a motivação interna à motivação externa. Essa analogia também é frequente com Dillma e, consequentemente, ella, della e nella. Posteriormente, nomes de políticos petistas também começam a fazer parte dessa formação, Alloisio Mercadante, Rui Fallcão, entre outros. Entretanto, a produtividade de eles, delles e nelles resulta em não só uma extensão para todos os petistas como também para os comunistas em geral. Os contextos a seguir ilustram essa imprecisão: a) ―[...] dossiês fajutos, mentiras, calunia, difamação, aLLoprado$ partirão numa ação hercúlea para desconstruir o Aecio Neves e sua candidatura. [...]‖ b) ―Com Aécio vamos acabar com essa desigualdade. Hoje o maior legado do PRTralhismo/lullismo é administrar a pobreza (antes diziam mizéria). socializam a pobreza e privatizam a riqueza. Comunista é assim mesmo. [...].‖ 147 c) ―[..] apesar de todo mundo saber que, em 97 anos de ―revolução socialista‖ o saldo foi, até agora, de 100 milhoes de pessoas assassinadas em nome da ―causa ‖! fora os mortos das guerras causadas pelo comunistas para ampliar a dominação vermelha. [...]‖ Enquanto em (a) podemos inferir que sejam os petistas, sem contar a formação alloprado$, em (b) não fica tão claro, já que anaforicamente remete ao PT, mas, em seguida, ―comunista‖ deixa uma margem para essa ampliação de sentido ao incluir essa vertente de forma geral, e já em (c), não há dúvida de que a referência abrange o comunismo. Não seguimos a classificação da base do Projeto TermNeo, na qual a formação elles é classificada como neologismo semântico, mas sem considerar a recursividade o que poderia resultar em uma classificação reducionista, já que o duplo ―L‖ tem um contexto anterior que é necessário para se compreender todo o sentido atrelado à nova formação. Demonstrando que essa formação não está restrita à esquerda, em (d) temos uma referência aos tucanos: d) ―Armínio foi assessor por 6 anos de Georges Soros o maior "parasita especulador" do mercado financeiro mundial, responsável pela "quebrabra" de muitos mercados, somente isso mostra "o alto nível moral" de Armínio Fragra. É Dilma 13 !‖ Outra formação excluída foi petê que, embora venha concorrendo com a sigla PT, podendo ser classificada apenas como uma variante da sigla, não é descartada a possibilidade de estar recebendo novos traços semânticos de + pejorativo ou de + apreço, dependendo do perfil ideológico de quem a utiliza. 148 Tabela I.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o blog GGN e o blog RA Visão geral dos blogs RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Types (GGN) Types (RA) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 28871 30419 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 28871 30419 9 49 0,0312 0,1611 5,1674 3,6730 1,4944 8,8404 Elevação Mod. Gráfica 28871 30419 9 14 0,0312 0,0460 1,4764 1,2363 0,2401 2,7127 Equivalência Derivação Prefixal 28871 30419 371 258 1,2850 0,8482 0,6600 0,1049 0,5552 0,7649 Redução Derivação Sufixal 28871 30419 246 224 0,8521 0,7364 0,8642 0,1564 0,7078 1,0207 Equivalência Parassintética 28871 30419 3 2 0,0104 0,0066 0,6327 1,1321 -0,4994 1,7649 Equivalência Comp. Subordinativa 28871 30419 141 198 0,4884 0,6509 1,3328 0,2879 1,0449 1,6207 Elevação Comp. Coordenativa 28871 30419 117 108 0,4053 0,3550 0,8761 0,2291 0,6470 1,1052 Equivalência Comp. bases não-autônomas 28871 30419 25 31 0,0866 0,1019 1,1769 0,6201 0,5568 1,7970 Equivalência Comp. Sintagmática 28871 30419 177 130 0,6131 0,4274 0,6971 0,1578 0,5393 0,8549 Redução Sigla/Acronímia 28871 30419 49 47 0,1697 0,1545 0,9104 0,3643 0,5461 1,2747 Equivalência Conversão 28871 30419 82 52 0,2840 0,1709 0,6019 0,2091 0,3927 0,8110 Redução Semântico 28871 30419 106 204 0,3672 0,6706 1,8266 0,4287 1,3979 2,2552 Elevação Truncação 28871 30419 25 25 0,0866 0,0822 0,9491 0,5262 0,4230 1,4753 Equivalência Palavra-valise 28871 30419 137 303 0,4745 0,9961 2,0991 0,4236 1,6755 2,5227 Elevação Reduplicação 28871 30419 5 4 0,0173 0,0131 0,7593 0,9983 -0,2390 1,7576 Equivalência Regressiva 28871 30419 2 0 0,0069 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 28871 30419 13 13 0,0450 0,0427 0,9491 0,7297 0,2195 1,6788 Equivalência Empréstimo: Tradução 28871 30419 1 2 0,0035 0,0066 1,8982 4,5567 -2,6585 6,4549 Equivalência Empréstimo: Integração 28871 30419 43 16 0,1489 0,0526 0,3532 0,2027 0,1505 0,5559 Redução Empréstimo: Decalque 28871 30419 9 4 0,0312 0,0131 0,4218 0,4968 -0,0750 0,9187 Redução TOTAL 28871 30419 1570 1684 5,4380 5,5360 1,0180 0,0700 0,9480 1,0880 Equivalência 149 Na tabela I.1, vemos as ocorrências dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários em cada blog, ou seja, desconsideram-se os neologismos repetidos, de modo a verificar exatamente o número de processos, visualizando em que medida a renovação lexical se insere nessa faixa de tempo. Para exemplificar esse procedimento, citamos os neologismos delegado tucano e governo tucano, nos quais constam a composição sintagmática e também a conversão, já que tucanoADJ está sendo usado como determinante de outra composição. Já em casos de flexão (gênero, número, grau, conjugações verbais e, exclusivamente para esse estudo, ocorrências de variantes de um mesmo neologismo), tais como, petralha, petralhinha e petralhas, ptralha, contabilizou-se apenas um neologismo com dois processos (palavra-valise e semântico) O primeiro ponto a destacar é a equivalência dos processos entre os dois blogs, registrando-se 1.204 neologismos e 1.570 processos no GGN e 1.195 neologismos e 1.684 processos no RA. Entre os processos mais conservadores, a derivação prefixal é mais frequente no GGN. Já nos processos mais inovadores, vemos que tanto a palavra-valise quanto o semântico são mais recorrentes no RA, mesmo com a frequência de petralha constando apenas uma vez. Há duas explicações para que os processos inovadores correspondam a esse elevado número. O termo petralha, como discutido na tabela I‘, é uma criação do próprio Reinaldo Azevedo, criador do blog, assim a utilização desse neologismo pelos usuários resulta em uma frequência maior como uma forma de adesão e apoio e, como consequência, a recursividade tem uma papel importante ao facilitar que novas formações derivem da palavra de origem, como, por exemplo, petralhista, petralhada, petralhar petralha-master, petralhagem, petralha-mor, quadrilha petralha, petralha quadrilheiro, entre inúmeros outros. O segundo ponto que contribuiu para a alta recorrência desses processos é a somatória do contexto e do caráter estilístico que são, majoritariamente, característicos desses PFPs. O clima de otimismo que dominou o blog RA pela passagem do candidato Aécio Neves para a disputa do segundo turno não só propiciou mais comentários e engajamento por parte dos usuários nesse espaço, resultando em mais ocorrências de neologismos, como também estimulou o uso de processos que carregam aspectos de jocosidade e de sátira, garantindo maior expressividade nas postagens dos participantes. Algo inverso do que ocorreu no ambiente do GGN, no qual posts mais sérios e apreensivos frente ao novo contexto 150 determinaram um comportamento mais comedido por parte dos usuários, dificultando o uso de processos que apresentassem esse caráter inovador Uma mudança em relação aos empréstimos. Com a contagem de apenas uma ocorrência do neologismo troll houve equivalência do processo por estrangeirsmo entre os blogs. Em relação ao decalque, vemos que esquerda caviar correspondia à quase totalidade desse processo no RA, assim, no quadro de types, o GGN é que detém a maior frequência desse processo, já que tem mais variedade de neologismos contendo esse processo. Isso mostra que nem sempre a visão geral é suficiente para compreendermos o funcionamento da neologia, necessitando-se de uma visão mais específica sobre que tipos de unidades lexicais novas compõem, de fato, um determinado vocabulário e o peso que cada uma adquire em determinados ambientes, como demonstram os exemplos acima Outro processo recorrente é a modificação do significante no blog RA. Com a utilização da palavra presidenta, surgem por analogia neologismos que buscam descredibilizar ainda mais esse termo aplicado à Dilma Rousseff, tais como, incompetentA, ignorantA, adolescentA, individuA, moluscA, videntA, [estrela] cadentA entre outras formações. Como especificado em nossa metodologia, consideramos flexão o grau, o número e o gênero caso fossem sintaticamente requeridos. A partir desse critério, considerar as ocorrências neológicas acima somente como uma flexão de gênero e não um PFPs não abrangeria a verdadeira intenção de quem está utilizando essas ocorrências. Uma flexão seria como no exemplo hipotético de delete > deletar > deletador* > deletadora*. A palavra presidenta, embora esteja dicionarizada, não é reconhecida como uma formação legítima do PB por parte desses usuários por estar subvertendo o significante existente, já que a marcação de gênero é feita no artigo que acompanharia esse substantivo. Talvez essa sensação de mudança de agora uma mulher estar em um lugar sempre ocupado por homens possa desencadear essa estranheza, dificultando sua aceitação, o que não parece ser um problema para os usuários no GGN, já que a utilizam sem o uso de aspas ou outra menção de discordância como a grafia das formações acima sugerem. E, juntando a essa mudança de gênero, a nova referência iniciada pela ideologia de esquerda parece facilitar a contrariedade daqueles que possuem uma orientação ideológica diferente. Existe até um discurso entre os usuários de direita de que a Dilma foi presidenta e o Lula foi presidento, mas nenhum deles foi presidente. 151 Esse é um dos pontos que essa dissertação está focando: o processo de formação de palavras em seu contexto. Não intentamos obviamente levantar toda a problemática na classificação de neologismos, mas, pelos menos, promover uma reflexão sobre casos específicos como esses ou aqueles que excluímos para não incorrermos em uma descrição simplista pelo simples objetivo de avolumar nossos dados ou de descartá-los por não conseguir identificar suas particularidades. Outros neologismos que apresentam essas especificidades são esquerdopata e Aécioporto. Aqui, classificamos o primeiro como uma composição por base não-autônoma e o segundo como uma palavra-valise. Entretanto, há perspectivas que reforçam outras classificações. Infelizmente, não podemos identificar quem criou cada um desses neologismos, por isso, analisamos a opção por determinados padrões de formação aliada a fatores extralinguísticos e isso acarreta considerar como essas novas ocorrências neológicas são utilizadas. Em nossa coleta de dados, não é difícil encontrarmos explicações dos próprios usuários para formações que possuem processos mais irregulares, assim, esquerdopata é, geralmente, explicitado como esquerda + psicopata/sociopata, evidenciando que para um leigo que não compreende morfologia, essa formação seria uma palavra-valise ou mesmo atribuindo ao elemento –pata um status de splinter, sem o reconhecimento de que ―psicopata‖ ou ―sociopata‖ compreendem duas bases não-autônomas. O mesmo vale para o neologismo Aécioporto, já que poderia plausivelmente ser classificado também como uma composição por base não-autônoma. O ponto aqui é justamente essa limitação da classificação existente que parte sempre de quem entende as regras dos PFPs, mas não considera que quem utiliza e difunde um neologismo pode estar avaliando-o de uma maneira totalmente diferente como os exemplos deixam explícito. Adotar uma perspectiva única pode não refletir o verdadeiro papel da inovação lexical. É claro que seria impossível levar em conta a interpretação de cada usuário frente a um determinado neologismo. O objetivo também é a sistematização dos PFPs, embora seja algo que ainda exija bastante pesquisa, e o vocabulário político se mostra como uma fonte importante para o alcance dessa objetividade da compreensão no funcionamento da neologia. Então, para solucionar essas ambiguidades que ultrapassaram uma classificação metódica, o contexto teve um papel essencial para identificar esses neologismos e, por vezes, recorremos a outros espaços e mídias, buscando encontrar razoabilidade na classificação. 152 Tabela II - Cálculo de significância estatística visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino Visão geral de gêneros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Tokes (Masc.) Tokens (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 375572 74018 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 375572 74018 73 18 0,0194 0,0243 1,2511 0,6453 0,6058 1,8965 Equivalência Mod. Gráfica 375572 74018 20 3 0,0053 0,0041 0,7611 0,9236 -0,1625 1,6847 Equivalência Derivação Prefixal 375572 74018 1113 185 0,2963 0,2499 0,8434 0,1312 0,7121 0,9746 Redução Derivação Sufixal 375572 74018 840 191 0,2237 0,2580 1,1537 0,1813 0,9725 1,3350 Equivalência Parassintética 375572 74018 6 1 0,0016 0,0014 0,8457 1,7903 -0,9447 2,6360 Equivalência Comp. Subordinativa 375572 74018 838 210 0,2231 0,2837 1,2715 0,1923 1,0792 1,4639 Elevação Comp. Coordenativa 375572 74018 248 41 0,0660 0,0554 0,8389 0,2772 0,5617 1,1160 Equivalência Comp. bases não-autônomas 375572 74018 111 24 0,0296 0,0324 1,0971 0,4841 0,6130 1,5812 Equivalência Comp. Sintagmática 375572 74018 476 65 0,1267 0,0878 0,6929 0,1796 0,5133 0,8725 Redução Sigla/Acronímia 375572 74018 828 133 0,2205 0,1797 0,8150 0,1492 0,6658 0,9643 Redução Conversão 375572 74018 260 37 0,0692 0,0500 0,7221 0,2487 0,4734 0,9708 Redução Semântico 375572 74018 1701 332 0,4529 0,4485 0,9904 0,1165 0,8739 1,1068 Equivalência Truncação 375572 74018 107 23 0,0285 0,0311 1,0907 0,4913 0,5994 1,5820 Equivalência Palavra-valise 375572 74018 2058 323 0,5480 0,4364 0,7964 0,0934 0,7029 0,8898 Redução Reduplicação 375572 74018 19 6 0,0051 0,0081 1,6023 1,4707 0,1316 3,0730 Equivalência Regressiva 375572 74018 0 2 0,0000 0,0027 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 375572 74018 144 52 0,0383 0,0703 1,8323 0,5810 1,2513 2,4133 Elevação Empréstimo: Tradução 375572 74018 2 1 0,0005 0,0014 2,5370 6,0901 -3,5531 8,6272 Equivalência Empréstimo: Integração 375572 74018 109 15 0,0290 0,0203 0,6983 0,3769 0,3214 1,0752 Equivalência Empréstimo: Decalque 375572 74018 35 7 0,0093 0,0095 1,0148 0,8235 0,1913 1,8384 Equivalência TOTAL 375572 74018 8988 1669 2,3931 2,2549 0,9422 0,0492 0,8930 0,9914 Redução 153 A tabela II ilustra a visão geral dos processos entre os gêneros através das ocorrências de neologismos nos tokens (somatória de todas as palavras lexicais e gramaticais dos comentários em cada blog), sem levar em conta o ambiente dos blogs. A totalização indica que dos 6.717 neologismos (lexemas e lexias) no gênero masculino foram registrados 8.988 processos, enquanto no gênero feminino, 1.306 neologismos (lexemas e lexias) geraram 1.669 processos. Decidimos comparar a totalidade desse fator, já que o gênero masculino tende a ser o público majoritário nesses espaços (FALLOWS, 2005; HERRING; JOHNSON; DiBENEDETTO, 1995), justamente para dimensionarmos o papel que a renovação lexical desempenha nos comentários de cada gênero. Sobre os processos inovadores, observamos uma equivalência no processo semântico, enquanto a palavra-valise é mais recorrente nos comentários dos homens, o que demonstra que esse processo ainda pode conter traços de estigmatização, o que não favoreceria o uso pelas mulheres (LABOV, 1990; 1982) ou que esse prestígio que os homens estariam atribuindo à palavra-valise relaciona-se, como aponta Trudgill (1972), a uma maneira que de inserirem dentro de um grupo social, evidenciando que alguns PFPs adquirem esse status ao possibilitarem tal incorporação em determinados ambientes. Enquanto o decalque, a integração e a tradução apresentam um nível de equivalência, o estrangeirismo é mais frequente no gênero feminino, caracterizando-o como um processo se não de prestígio, como observamos na Tabela I no blog RA, pelo menos, não é considerado como estigmatizado. A elevação na composição subordinativa entre as mulheres mostra que estaticamente esse gênero se diferencia por optar por processos que se situam ao centro de uma escala conservador e inovador (cf. seção 1.2.1.3.1 sobre a descrição dos processos), pois as composições tendem a ter um caráter mais efêmero e com um número ilimitado de unidades compondo a base, podendo ser unidades autônomas ou não-autônomas, assumindo um caráter imprevisível sobre quais iriam se lexicalizar (CORREIA; LEMOS, 2005). Conferimos na Tabela II‘ a distribuição dos 16 neologismos98 mais frequentes entre o gênero masculino e o gênero feminino: 98 A proposta seria evidenciar os 20 neologismos mais frequentes, mas devido ao número reduzido de ocorrências no gênero feminino, muitas formações tinham menos de 10 de frequência, o que não se caracterizou como relevante para a ilustração nessa tabela. 154 Tabela II‟– Neologismos mais frequentes em cada gênero99 Masculino (6.717 neologismos) Feminino (1.306 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 9,4% (637) BOLSA FAMÍLIA – 8,5% (112) 2 BOLSA FAMÍLIA – 6,4% (433) PETRALHA – 8,1% (106) 3 FHC – 4,5% (309) PRESIDENTA – 4,8% (63) 4 PIG – 4,2% (288) FHC – 4,3% (57) 5 PRESIDENTA – 3,7% (255) EX-PRESIDENTE – 3% (40) 6 LULLA – 2,3% (157) PIG – 2,2% (30) 7 EX-PRESIDENTE – 1,8% (123) PETROLÃO – 1,9% (25) 8 PETROLÃO – 1,3% (94) PETRALHADA – 1,9% (25) 9 PETRALHADA – 1,2% (85) AÓCIO – 1,6% (21) 10 ANTIPETISTA – 1,2% (81) PRESIDANTA – 1,6% (21) 11 ANTIPETISMO – 0,9% (63) LULLA – 1,5% (20) 12 PRESIDANTA – 0,9% (63) TROLL – 1,5% (20) 13 ANTIPT – 0,9% (61) COXINHA – 1,4% (19) 14 PETISMO – 0,7% PAPUDA – 1% (14) 15 TROLL – 0,6% (47) PSDBISTA – 1% (14) 16 COXINHA – 0,6% (47) ANTIPETISTA – 0,9% (13) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto A porcentagem evidencia de forma mais ilustrativa os principais neologismos que são responsáveis pelos padrões de formação distintivos entre os gêneros: BOLSA FAMÍLIA (composição subordinativa) e TROLL (estrangeirismo) no gênero feminino. No gênero masculino, ANTIPETISTA, ANTIPETISMO, ANTIPT e EX-PRESIDENTE são os neologismos mais frequentes da derivação prefixal, com o prefixo anti- presente em 4,4% (299/6.719) dos neologismos e correspondendo a 26,7% (299/1.115) do processo e o prefixo ex- presente em 6,1% (415/6179) dos neologismos, correspondendo a 37,2% desse processo; seguido de PIG e FHC como os neologismos mais frequentes da sigla/acronímia e o processo por valise centrado nos neologismos PETRALHA, LULLA, PETROLÃO, PETRALHADA, PRESIDANTA. Outro ponto que merece menção é a alta frequência do neologismo AÓCIO (palavra- valise = Aécio + ócio) entre o gênero feminino, apesar de essa ocorrência não contribuir para que o processo por valise seja distintivo para esse gênero, o que podemos inferir que não há problemas de estigma na utilização desse processo, caracterizado como um recurso estilístico e, em geral, com um caráter depreciativo, direcionando o problema, talvez, para a inexistência de 99 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 155 neologismo(s) que contemple(m) o interesse desse grupo de usuários e que promova essa avaliação de prestígio para acionar uma maior frequência desse processo entre as mulheres. Esses dados salientam, então, que essa visão geral apenas evidencia o comportamento dos gêneros, mas não a tendência entre eles, já que não há uma equalização de tokens ou de usuários. 156 Tabela II.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino Visão geral de gêneros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Types (Masc.) Types (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 37759 13492 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 37759 13492 42 13 0,1112 0,0964 0,8662 0,5389 0,3274 1,4051 Equivalência Mod. Gráfica 37759 13492 16 2 0,0424 0,0148 0,3498 0,5142 -0,1644 0,8641 Redução Derivação Prefixal 37759 13492 475 90 1,2580 0,6671 0,5303 0,1195 0,4108 0,6497 Redução Derivação Sufixal 37759 13492 328 88 0,8687 0,6522 0,7508 0,1767 0,5742 0,9275 Redução Parassintética 37759 13492 3 1 0,0079 0,0074 0,9329 2,1113 -1,1784 3,0442 Equivalência Comp. Subordinativa 37759 13492 229 67 0,6065 0,4966 0,8188 0,2229 0,5959 1,0417 Equivalência Comp. Coordenativa 37759 13492 162 36 0,4290 0,2668 0,6219 0,2246 0,3973 0,8465 Redução Comp. bases não-autônomas 37759 13492 43 10 0,1139 0,0741 0,6508 0,4479 0,2030 1,0987 Equivalência Comp. Sintagmática 37759 13492 215 55 0,5694 0,4076 0,7159 0,2120 0,5039 0,9280 Redução Sigla/Acronímia 37759 13492 74 19 0,1960 0,1408 0,7186 0,3622 0,3563 1,0808 Equivalência Conversão 37759 13492 103 22 0,2728 0,1631 0,5978 0,2752 0,3226 0,8729 Redução Semântico 37759 13492 247 58 0,6541 0,4299 0,6572 0,1879 0,4692 0,8451 Redução Truncação 37759 13492 35 12 0,0927 0,0889 0,9595 0,6291 0,3304 1,5887 Equivalência Palavra-valise 37759 13492 335 70 0,8872 0,5188 0,5848 0,1506 0,4342 0,7354 Redução Reduplicação 37759 13492 8 1 0,0212 0,0074 0,3498 0,7273 -0,3774 1,0771 Equivalência Regressiva 37759 13492 0 2 0,0000 0,0148 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 37759 13492 18 8 0,0477 0,0593 1,2438 1,0359 0,2079 2,2797 Equivalência Empréstimo: Tradução 37759 13492 2 1 0,0053 0,0074 1,3993 3,3590 -1,9597 4,7584 Equivalência Empréstimo: Integração 37759 13492 51 8 0,1351 0,0593 0,4390 0,3272 0,1118 0,7662 Redução Empréstimo: Decalque 37759 13492 12 2 0,0318 0,0148 0,4664 0,6982 -0,2318 1,1647 Equivalência TOTAL 37759 13492 2398 565 6,3508 4,1877 0,6594 0,0604 0,5990 0,7198 Redução 157 Na visão dos processos gerados pelos neologismos não-repetidos nos types dos comentários, constatamos um funcionamento bem diferente da tabela de tokens (cf. Tabela II). Embora ainda vejamos equivalência em alguns processos, tantos os processos inovadores (palavra-valise e semântico) quanto os processos conservadores (derivação prefixal e derivação sufixal), assim como os processos neutros (composição coordenativa e sintagmática), são mais recorrentes no gênero masculino. A frequência da derivação sufixal entre os homens, nessa contabilização, registrou 299 neologismos e 328 processos, enquanto o resultado entre as mulheres foi de apenas 81 neologismos e 88 processos. Outro processo que se mostrou relevante para a diferença entre os gêneros é a modificação gráfica entre os homens, geralmente, em menor frequência por requerer uma atenção que indique a mudança de forma proposital, ao invés de acidental, e, que pode ser avaliado como um processo de pouco prestígio ao distanciar-se da norma padrão, como os exemplos a seguir demonstram: “serto‟, “onesto”, “noço”, “jênio”, “pe$qui$a”, “gerenciamento”, jestão”, jestão tucana‖. Ou seja, de maneira geral, esses dados mostram que a renovação lexical entre os homens optam mais por neologismos que contêm diferentes tipos de processos, através da recursividade, se diferenciando das mulheres, nessa organização geral, que embora estejam em menor número, mesmo assim apresentam equivalência em processos que dificilmente podem se juntar a outro em um mesmo neologismo como a composição sintagmática (ficha limpa, ficha suja), composição por base(s) não-autônomas(s) (esquerdopata, propinoduto, heterofóbico, classe média fóbia, Nordestofobia) e a preferência pelo tipo de truncação mais moderado (bolsa [bolsa família], bolsa [bolsa assistencial], face [facebook], ex [ex-presidente]) diferindo dos dos homens que preferem o tipo de truncação mais imprevisível (povin [povinho], fessora [professora], sampa [São Paulo], playba [playboy], neocon [neoconservadorismo]). 158 Tabela II.2 – Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino Equalização de gêneros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavaras Tokens (Masc.) Tokens (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 33781 28363 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 95396 83464 6 4 0,0063 0,0048 0,7620 0,9640 -0,2021 1,7260 Equivalência Mod. Gráfica 95396 83464 3 3 0,0031 0,0036 1,1430 1,8291 -0,6862 2,9721 Equivalência Derivação Prefixal 95396 83464 114 73 0,1195 0,0875 0,7319 0,2150 0,5169 0,9469 Redução Derivação Sufixal 95396 83464 83 67 0,0870 0,0803 0,9226 0,2970 0,6256 1,2196 Equivalência Parassintética 95396 83464 3 0 0,0031 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 95396 83464 85 99 0,0891 0,1186 1,3312 0,3858 0,9454 1,7170 Equivalência Comp. Coordenativa 95396 83464 14 8 0,0147 0,0096 0,6531 0,5674 0,0858 1,2205 Equivalência Comp. bases não-autônomas 95396 83464 11 10 0,0115 0,0120 1,0391 0,8898 0,1492 1,9289 Equivalência Comp. Sintagmática 95396 83464 36 17 0,0377 0,0204 0,5397 0,3113 0,2284 0,8510 Redução Sigla/Acronímia 95396 83464 51 46 0,0535 0,0551 1,0309 0,4109 0,6200 1,4418 Equivalência Conversão 95396 83464 7 11 0,0073 0,0132 1,7961 1,7021 0,0940 3,4981 Equivalência Semântico 95396 83464 143 143 0,1499 0,1713 1,1430 0,2649 0,8780 1,4079 Equivalência Truncação 95396 83464 10 10 0,0105 0,0120 1,1430 1,0018 0,1411 2,1448 Equivalência Palavra-valise 95396 83464 148 140 0,1551 0,1677 1,0812 0,2498 0,8313 1,3310 Equivalência Reduplicação 95396 83464 5 2 0,0052 0,0024 0,4572 0,7497 -0,2925 1,2069 Equivalência Regressiva 95396 83464 0 2 0,0000 0,0024 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 95396 83464 9 15 0,0094 0,0180 1,9049 1,5743 0,3307 3,4792 Equivalência Empréstimo: Tradução 95396 83464 0 1 0,0000 0,0012 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 95396 83464 12 4 0,0126 0,0048 0,3810 0,4311 -0,0501 0,8121 Redução Empréstimo: Decalque 95396 83464 3 2 0,0031 0,0024 0,7620 1,3633 -0,6014 2,1253 Equivalência TOTAL 95396 83464 743 657 0,7789 0,7872 1,0107 0,1061 0,9046 1,1167 Equivalência 159 Para equalizarmos os gêneros, partimos do número total de usuárias por representarem esse público menos frequente que soma 299. Antes de prosseguirmos, convém sublinhar que essa equalização levou em conta essa diferença percebida entre os blogs até aqui, assim, como as mulheres no GGN totalizaram 90 usuárias, analisamos apenas os 90 usuários desse espaço, e no RA, com a totalização de 209 usuárias, selecionamos os 209 primeiros usuários desse blog, buscando não tender para um olhar enviesado se optássemos pelos 299 usuários do gênero masculino de forma geral, já que haveria maior probabilidade de captar mais usuários de um mesmo ambiente. A partir dessa uniformização, consideramos somente o primeiro comentário de cada usuário(a) para eliminarmos o excesso de participação de uma mesma pessoa como verificamos durante a coleta dos dados, já que isso tenderia a corromper a análise ao observamos o funcionamento de um vocabulário sob a preferência de alguns usuários. A partir desse critério, a tabela II.2 registra a visão geral de processos nos neologismos gerados pelos tokens (palavras gramaticais e lexicais) desses primeiros comentários de cada usuário(a), evidenciando, de fato, o comportamento da neologia entre os gêneros. Entre o gênero masculino foram encontrados 576 neologismos e 743 processos e para o gênero feminino, 679 neologismos e 657 processos. É interessante notarmos a equivalência na maioria dos processos com exceção da derivação prefixal, da composição sintagmática e da integração que se mantêm como mais recorrentes no gênero masculino. Então, ainda sem restringir essa comparação aos espaços interativos no quais esses usuários estão inseridos, de forma geral, os processos inovadores têm avaliações positivas ou, ao menos, de não-estigmatizados socialmente, caracterizando uma variação estável (LABOV, 1994) pela não-predominância de nenhuma das variantes inovadoras entre os gêneros. Nesse quadro geral, temos dois pontos importantes a serem discutidos. O primeiro é a equivalência dos processos considerados mais inovadores, valise e semântico (gênero masculino) e semântico e valise (gênero feminino) na ordem da frequência dos números absolutos. Esses resultados demonstram nesse vocabulário esses processos desempenham um papel significativo. Outro ponto refere-se ao processo que diferencia os gêneros. O gênero masculino opta por um processo mais conservador (derivação prefixal), contradizendo a tendência dos estudos sociolinguísticos sobre esse gênero frente a variantes não-padronizadas (LABOV, 1990, 1982). 160 Com esses resultados sobre os processos distintivos em cada gênero, podemos visualizar que as mulheres ainda não lideram a preferência por processos inovadores, o que atestaria de que os mesmos já registrariam algum tipo de prestígio dentro desses espaços interativos em análise nessa pesquisa, entretanto, os mesmos processos já se equivalem entre os gêneros, sugerindo uma variação estável. Por outro lado, a frequência do processo por derivação prefixal entre os homens mostra que as mulheres, ao escolherem processos mais irregulares, distanciando-se dos conservadores, reforça a hipótese de que a imprevisibilidade contida nos PFPs já é avaliada positivamente. Sintetizamos os neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros, ilustrado na tabela II‘.2: Tabela II.2‟– Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros100 Masculino (576 neologismos) Feminino (680 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 11,4% (66) BOLSA FAMÍLIA – 11,7% (80) 2 BOLSA FAMÍLIA – 9,8% (57) PETRALHA – 8,5% (58) 3 FHC – 3,1% (18) PRESIDENTA – 4,4% (30) 4 ANTIPETISTA – 2,6% (15) FHC – 3,9% (27) 5 ANTIPT – 2% (12) PIG – 3,5% (24) 6 ANTIPETISMO – 1,9% (11) EX-PRESIDENTE – 2,6% (18) 7 PIG – 1,9% (11) LULLA – 2% (14) 8 PRESIDENTA – 1,9% (11) PRESIDANTA – 2% (14) 9 BANCADA DA BALA – 1,5% (9) PETROLÃO – 1,7% (12) 10 EX-EXCELÊNCIA – 1,5% (9) PETRALHADA – 1,7% (12) 11 MARINISTA – 1,5% (9) COXINHA – 1,4% (10) 12 OTIMILDO – 1,2% (7) ANTIPETISMO – 1,3% (9) 13 PETRALHADA – 1,2% (7) MARINISTA – 1,1% (8) 14 PRESIDANTA – 1,2% (7) TUCANISTÃO – 1,1% (8) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Os dados acima mostram similaridades com as tabelas anteriores de neologismos (cf. Tabela I‘ e II‘), entretanto, apresentando algumas particularidades. 100 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 161 Em relação ao gênero masculino, os neologismos ANTIPETISTA, ANTIPT, ao lado de ANTIPETISMO detêm a frequência da derivação prefixal, ao lado de EX-EXCELÊNCIA que toma o lugar de ex-presidente, remetendo especificamente e, ironicamente, ao político Fernando Henrique Cardoso como uma forma de expressar a reconhecida arrogância contida no discurso do sociólogo tucano e, também, para descredibilizar sua falácia sobre os eleitores de Dilma Rousseff concentrados na região Nordeste do país. Em contrapartida, o neologismo OTIMILDO se torna uma resposta severa à tentativa de direcionar os discursos da direita sobre o governo que buscava a reeleição como meros pessimildos que não deveriam ser levadas a sério. O neologismo otimildo passa, então, a denominar àqueles que ainda acreditam nas promessas do governo de esquerda. Outra ocorrência neológica interessante é BANCADA DA BALA (composição sintagmática [subst. + SPrep] / semântico metonímico = da bala [Polícia Militar]) que refere-se ao aumento de parlamentares policiais que cresceu substancialmente nas últimas eleições que, nos contextos em que aparece nesse período, é um reconhecimento por parte da população que clama por mais segurança pública e por medidas que diminuam a impunidade. No gênero feminino, BOLSA FAMÍLIA passa a ser mais frequente que PETRALHA (cf. Tabela II‘), refletindo comentários centrados em programas sociais, seja para criticar ou apoiar, ao invés dos políticos envolvidos. Outro ponto diz respeito aos neologismos diferentes do gênero masculino, tais como, LULLA, o principal escândalo do país, PETROLÃO, o qual foi usado como uma bandeira antiPT, além de COXINHA e TUCANISTÃO. Podemos perceber que os neologismos nos comentários masculinos tiveram um caráter mais crítico, atacando ferrenhamente a oposição e, independentemente de não estarmos analisando o fator de perfil ideológico, mas que perpassou de modo sistemático os neologismos mais frequentes, demonstrando que a inovação lexical entre os homens está voltada para esse fim. Já no gênero feminino, também encontramos esse tom crítico, mas os neologismos mais recorrentes voltados para a discussão de programas sociais mostram que a neologia nesse gênero tende mais para um debate do que meramente críticas pouco construtivas com o direcionamento desse recurso para referências depreciativas. 162 Tabela II.3 – Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino Equalização de gêneros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Masc. Fem. Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 8063 6967 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 8063 6967 6 4 0,0744 0,0574 0,7715 0,9761 -0,2046 1,7477 Equivalência Mod. Gráfica 8063 6967 3 2 0,0372 0,0287 0,7715 1,3805 -0,6089 2,1520 Equivalência Derivação Prefixal 8063 6967 60 48 0,7441 0,6890 0,9259 0,3514 0,5744 1,2773 Equivalência Derivação Sufixal 8063 6967 50 40 0,6201 0,5741 0,9259 0,3849 0,5409 1,3108 Equivalência Parassintética 8063 6967 2 0 0,0248 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 8063 6967 24 29 0,2977 0,4162 1,3984 0,7564 0,6421 2,1548 Equivalência Comp. Coordenativa 8063 6967 12 8 0,1488 0,1148 0,7715 0,6902 0,0813 1,4618 Equivalência Comp. bases não-autônomas 8063 6967 9 4 0,1116 0,0574 0,5144 0,6058 -0,0915 1,1202 Equivalência Comp. Sintagmática 8063 6967 24 21 0,2977 0,3014 1,0126 0,5931 0,4196 1,6057 Equivalência Sigla/Acronímia 8063 6967 9 9 0,1116 0,1292 1,1573 1,0693 0,0880 2,2266 Equivalência Conversão 8063 6967 11 10 0,1364 0,1435 1,0521 0,9010 0,1511 1,9531 Equivalência Semântico 8063 6967 37 28 0,4589 0,4019 0,8758 0,4300 0,4458 1,3058 Equivalência Truncação 8063 6967 7 7 0,0868 0,1005 1,1573 1,2125 -0,0552 2,3698 Equivalência Palavra-valise 8063 6967 54 33 0,6697 0,4737 0,7072 0,3063 0,4010 1,0135 Equivalência Reduplicação 8063 6967 2 1 0,0248 0,0144 0,5787 1,3891 -0,8104 1,9677 Equivalência Regressiva 8063 6967 0 1 0,0000 0,0144 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 8063 6967 5 8 0,0620 0,1148 1,8517 2,0690 -0,2173 3,9207 Equivalência Empréstimo: Tradução 8063 6967 0 1 0,0000 0,0144 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 8063 6967 9 1 0,1116 0,0144 0,1286 0,2657 -0,1371 0,3943 Redução Empréstimo: Decalque 8063 6967 1 1 0,0124 0,0144 1,1573 3,2079 -2,0506 4,3652 Equivalência TOTAL 8063 6967 325 256 4,0308 3,6745 0,9116 0,1493 0,7623 1,0609 Equivalência 163 Nos processos encontrados nos neologismos não repetidos dessa equalização entre os gêneros, observamos que os processos inovadores continuam sendo os que têm maior frequência em número absoluto, tanto no gênero masculino como no gênero feminino, enquanto a derivação prefixal e a derivação sufixal ocupam o terceiro e o quarto lugar, respectivamente para ambos os gêneros. A equivalência estatística da frequência para todos os processos, exceto a integração, evidencia que esses processos são encontrados em ocorrências de neologismos distintos, mesmo considerando que a recursividade tem um papel central para a utilização de mesmos neologismos como base para novas formações. Modificando um pouco a configuração do quadro de tokens da equalização, registra-se apenas a frequência do processo por integração para os homens como uma diferença entre os gêneros, algo que se mantém devido a aos seguintes neologismos como Hommer Simpson (incorporação semântica = pessoa alienada), tuiti (incorporação ortográfica = twitter), faicibuqui (incorporação ortográfica = facebook), troll aecista (incorporação sintática = troll + composição), Tucanistão (incorporação morfológica = sufixo indo-ariano –stan), serial biker (incorporação sintática = biker + palavra-valise [serial killer + biker]) Após essa visão geral e equalizada entre os gêneros, examinaremos a seguir o status da neologia, ainda em relação à questão de gênero, mas considerando agora o espaço interativo em que homens e mulheres estão inseridos, buscando observar se e quais as diferenças ressaltam o papel da inovação lexical durante o segundo turno. 164 Tabela III - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero masculino Visão Geral do gênero masculino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Tokens (GGN) Tokens (RA) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 198179 176113 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 198179 176113 12 61 0,0061 0,0346 5,7202 3,5406 2,1796 9,2608 Elevação Mod. Gráfica 198179 176113 9 11 0,0045 0,0062 1,3754 1,2116 0,1637 2,5870 Equivalência Derivação Prefixal 198179 176113 721 391 0,3638 0,2220 0,6102 0,0751 0,5351 0,6854 Redução Derivação Sufixal 198179 176113 385 455 0,1943 0,2584 1,3299 0,1805 1,1494 1,5104 Elevação Parassintética 198179 176113 1 5 0,0005 0,0028 5,6265 12,0804 -6,4540 17,7069 Equivalência Comp. Subordinativa 198179 176113 307 531 0,1549 0,3015 1,9464 0,2735 1,6728 2,2199 Elevação Comp. Coordenativa 198179 176113 113 135 0,0570 0,0767 1,3444 0,3360 1,0084 1,6803 Elevação Comp. bases não-autônomas 198179 176113 46 65 0,0232 0,0369 1,5901 0,6005 0,9896 2,1906 Equivalência Comp. Sintagmática 198179 176113 312 164 0,1574 0,0931 0,5915 0,1118 0,4797 0,7033 Redução Sigla/Acronímia 198179 176113 633 195 0,3194 0,1107 0,3467 0,0556 0,2910 0,4023 Redução Conversão 198179 176113 165 95 0,0833 0,0539 0,6479 0,1635 0,4843 0,8114 Redução Semântico 198179 176113 362 1339 0,1827 0,7603 4,1623 0,4833 3,6791 4,6456 Elevação Truncação 198179 176113 46 61 0,0232 0,0346 1,4922 0,5711 0,9211 2,0634 Equivalência Palavra-valise 198179 176113 403 1655 0,2034 0,9397 4,6212 0,5031 4,1181 5,1244 Elevação Reduplicação 198179 176113 6 13 0,0030 0,0074 2,4381 2,3585 0,0796 4,7967 Equivalência Regressiva 198179 176113 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 198179 176113 100 45 0,0505 0,0256 0,5064 0,1782 0,3282 0,6845 Redução Empréstimo: Tradução 198179 176113 0 2 0,0000 0,0011 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 198179 176113 92 17 0,0464 0,0097 0,2079 0,1076 0,1003 0,3155 Redução Empréstimo: Decalque 198179 176113 13 22 0,0066 0,0125 1,9043 1,3057 0,5986 3,2101 Equivalência TOTAL 198179 176113 3726 5262 1,8801 2,9879 1,5892 0,0667 1,5225 1,6559 Elevação 165 Na visão geral de processos dos neologismos gerados pelos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários do gênero masculino entre os blogs, totalizaram-se 3.081 neologismos e 3.726 processos no GGN e 3.636 neologismos e 5.262 processos no RA. É preciso destacar que conseguimos identificar o seguinte número de gênero masculino: 584 usuários no GGN e 932 usuários no RA, devido como se explicou, ao alto número de participantes no segundo blog, apesar do primeiro manter um número mais assíduo de frequentadores. Constatamos nessa tabela que a elevação dos processos como a palavra-valise e o semântico aponta que os homens no blog RA favorecem mais a preferência por neologismos que contenham um desses processos, destacando o neologismo petralha que contém os dois processos, representando 16,7% (608/3.636) do total de neologismos e 36,7% (608/1.655) do processo por valise e 45,4% (608/1.339) do semântico, excluindo-se os neologismos que apresentam a recursividade. O processo por derivação prefixal é mais frequente entre os homens no GGN, sendo que os prefixos anti- 35% (253/721) e o ex- 28,1% (203/721) concentram esse subtotal do processo, enquanto no RA, a derivação sufixal tem uma elevação, tendo como principal sufixo o –ismo com 26,6% (121/455) do subtotal do processo. Verificamos que o baixo número de tokens no RA não interferiu para uma alta ocorrência de neologismos e processos, sendo comumente identificados mais de um neologismo em um mesmo comentário, demonstrando o papel relevante que a renovação lexical desempenhou para angariar os diferentes pontos discutidos durante o segundo turno. A preferência por processos como o estrangeirismo e a integração, destacada na visão geral dos blogs (cf. Tabela I), também se mantém como um diferencial para os homens no GGN, salientando esse PFPs como característico desse blog, como, por exemplo, ocorrências de lexemas e lexias que remetem ao universo virtual ao utilizar nomes de redes sociais (facebook, twitter), práticas (facebookcaço, twittaço, trollar, trollagem) e agentes (troll). Empréstimos que estão associados não apenas a esse meio em que os usuários estavam inseridos, mas também que salientam o papel que esse teve na difusão e percepção do momento político-eleitoral, o que contribuiu para ampliar o alcance de tudo o que ocorreu durante o segundo turno, seja pela divulgação de um fato, de uma crítica ou de uma opinião, seja pela projeção dada por 166 determinada rede ou usuário(s) sobre a conjuntura política do Brasil (ALDÉ; ESCOBAR; CHAGAS, 2007; McKENNA; POLE, 2004). De forma a pontuar os neologismos mais frequentes dos padrões de formação que se distinguirem entre o gênero masculino em cada blog, a tabela III‘ contém os 20 neologismos mais frequentes: Tabela III‟ – Neologismos mais frequentes do gênero masculino em cada blog101 GGN (3.081 neologismos) RA (3.636 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PIG – 9,3% (288) PETRALHA – 16,7% (609) 2 FHC – 7,6% (235) BOLSA FAMÍLIA – 8% (292) 3 BOLSA FAMÍLIA – 4,5% (141) LULLA – 4,2% (155) 4 PRESIDENTA – 4,1% (128) PRESIDENTA – 3,4% (127) 5 ANTIPETISTA – 2,2% (68) PETROLÃO – 2,5% (92) 6 EX-PRESIDENTE – 2% (62) PETRALHADA – 2,3% (85) 7 ANTIPETISMO – 1,9% (60) FHC – 2% (74) 8 ANTIPT – 1,7% (54) PRESIDANTA – 1,7% (63) 9 TROLL – 1,5% (47) EX-PRESIDENTE – 1,6% (61) 10 COXINHA – 1,42% (44) PTBRÁS – 1,1% (40) 11 DEMOTUCANO – 1,1% (34) PETISMO – 1% (38) 12 AÓCIO – 1% (33) PAPUDA – 0,9% (36) 13 GRANDE MÍDIA – 1% (33) MOLUSCO – 0,8% (30) 14 TUCANOADJ – 1% (32) BLACK BLOC – 0,7% (26) 15 PETRALHA – 0,9% (28) DILLMA – 0,7% (26) 16 TUCANALHA – 0,8% (25) DATAFALHA – 0,6% (25) 17 MÍDIA GOLPISTA – 0,7% (24) APEDEUTA – 0,6% (24) 18 TUCANISTÃO – 0,7% (24) GOVERNANTA – 0,6% (24) 19 EX-DIRETOR – 0,7% (22) PT-PCC – 0,6% (24) 20 BOLIVARIANISMO – 0,6% (21) POSTE – 0,6% (23) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto A partir desses dados, vemos neologismos que já se caracterizam como frequentes no blog GGN (cf. Tabela I‘) e, mais estreitamente, entre os homens, tais como, ANTIPETISTA, ANTIPETISMO, ANTIPT e EX-DIRETOR que respondem pelo processo de derivação prefixal, com anti- e ex- mantendo a centralidade desses prefixos e com essa especificidade de trazer à tona esse movimento anti- contra o Partido dos Trabalhadores que foi sentida pelos usuários do blog e reforçada pelas postagens diárias no GGN. A acronímia PIG e a sigla FHC correspondem 101 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 167 a 16,9% desses processos, o primeiro em referência a postura parcial dos principais órgãos de imprensa frente à eleição, caracterizando-os dentro desse espaço interativo como GRANDE MÍDIA e MÍDIA GOLPISTA (cf. Tabela I e I‘) e o segundo como uma crítica ao governo tucano anterior pelas políticas neoliberais. O neologismo TROLL, ocorrência exclusiva do blog GGN, é um estrangeirismo que circula em blogs de esquerda para denominar usuários que buscam desestabilizar uma discussão com posições reacionárias e, durante o segundo turno, com afirmações sobre o atual governo petista baseadas em notícias dos veículos da GRANDE MÍDIA. A frequência desses neologismos e esses respondendo pelo alto índice dos padrões de formação que diferenciam o gênero masculino desse espaço para o RA ressaltam a direção que a neologia foi acionada pelos homens para promover não apenas uma crítica, isso seria recair em um reducionismo, mas um posicionamento mais ativo acerca dos principais pontos que percorreram todo o período eleitoral, no entanto, mais ofensivos após o primeiro turno, evocando esse levantamento em defesa de algo que consideravam legítimo e estava sendo descontruído por um viés de uma ideologia que se sentia insatisfeita, à princípio, com a permanência de um mesmo partido no governo por três mandatos e, após, com a possibilidade de mais uma reeleição que seria o fortalecimento de um construto ideológico que teve origem na década de 80. A visibilidade que o espaço GGN possui associada ao senso unitário dos usuários mais assíduos e, aqui focando apenas o gênero masculino pela sua representatividade, tornou-se um meio no qual esses participantes se sentiram mais seguros e acolhidos, podemos dizer, pelo respaldo que o blog ofereceu por ter essa tendência de esquerda, selecionando posts que chamavam a atenção para essas questões e, ao mesmo tempo, possibilitava essa inserção para um engajamento pautado no momento decisivo e crítico pelo qual o país passava, por isso, mais moderado, como mencionamos nas discussões anteriores, porém, não letárgico, o qual buscou centrar esse posicionamento de forma a denunciar esse desdobramento inaceitável e desleal, que se distanciou da política real para se aproximar da real política (realpolitik). Do outro lado, a mesma configuração se mantém para o RA, com o principal neologismo PETRALHA, seguido de PETRALHADA, LULLA que é um neologismo que também serve de base para muitos outros, como lullopetismo, Lullalau, Lullalá, Lullarápio, Lulladrão, etc., com a extensão para DILLMA, embora caiba destacar que em menor frequência apenas 0,7% contra 4,2% de Lulla, um modo de atingir o partido como um todo ao atacar seu 168 principal símbolo e, claro, a referência ao principal escândalo de corrupção do país, durante o governo petista, serviu como uma ―munição‖ para a oposição e difundido nos neologismos PETROLÃO e PTBRÁS, com uma menção ao fim do primeiro caso de corrupção envolvendo membros do PT, o renomado mensalão, com todos os presos indo para a PAPUDA. A cobrança aos institutos sobre a imprecisão nos dados da pesquisa pré-segundo turno na ocorrência neológica DATAFALHA reflete o impacto que os resultados desse período tiveram entre os usuários. Neologismos que são usados como recurso anafórico e que correspondem por parte do processo semântico MOLUSCO, APEDEUTA, GOVERNANTA, POSTE também estão entre os mais recorrentes. É interessante que o principal neologismo responsável pela alta recorrência da derivação sufixal, PETISMO, não remete à ideologia, ao movimento que comumente está atrelado ao sufixo –ismo dentro da política (ALVES, 1990), mas ao sentido de algo ruim, uma doença que precisa ser extirpada da sociedade brasileira, voltando à primeira acepção desse sufixo de ―intoxicação de um agente obviamente tóxico‖ (HOUAISS, 2009). Não é somente uma questão de percepção por parte dessa análise, mas uma constatação em alguns comentários como seguem abaixo: (e) ―[...] essa doença do é por aqui uma praga. [...]‖ (f) ―[...] Sofreram uma lavagem cerebral com o fim do [...]‖ (g) ―[...] O ranço do ainda está impregnado na sua consciência [...]‖ (h) ―[...] Não é exagero comparar o com a lepra.[...] !‖ O estrangeirismo não está entre os processos distintivos para o blog RA, seja em uma visão de blog (cf. Tabelas I e I‘) seja no fator de gênero masculino, mas o neologismo BLACK BLOC aparece como um dos mais recorrentes, pontuando esse repúdio a movimentos de perfil de esquerda ou, pelo menos, que não se caracterizam com uma tendência de direita, e que se utilizam de táticas pouco convencionais, assemelhando-se, na visão de quem se opõem a 169 protestos que adotam essa maneira de se exprimir, à guerrilhas que buscam apenas a distorção da ordem vigente e a instauração do caos através de atos de vandalismo. Em relação à composição subordinativa e a coordenativa, que contribuem para destacar essa diferença do gênero masculino do RA em comparação com o GGN, é necessário compreender que a característica de neutralidade, por um lado sendo irregular pela imprevisibilidade do número de unidades que comporão essas formações, mas por outro, mantendo a forma das unidades no momento da combinação, permitindo identificar se há uma relação de determinado-determinante ou uma coordenação, acaba resultando mais em variedade do que em formas que sejam responsáveis por cada um desses processos. O destaque é para a coordenação [seita] PT-PCC que emite essa ideia de ao mesmo tempo de um partido político e uma organização criminosa, em referência à sigla do Primeiro Comando da Capital que é responsável por atos coordenados por presos de dentro da prisão contra policiais. Para a subordinação, determinantes usuais (ALVES, 2006a), tais como, PAC-fantasma, endereço- fantasma, jogo-fantasma, setor-chave, ponto-chave e alguns particulares desse vocabulário: tesoureiro petista, lulopetismo [Dte + Ddo] respondendo por 8,7% (21/257) do processo, padrão FIFA, padrão Chauí, entre outros. 170 Tabela III.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero masculino Visão geral no gênero masculino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN RA Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 24484 24387 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 24484 24387 9 36 0,0368 0,1476 4,0159 2,9334 1,0825 6,9493 Elevação Mod. Gráfica 24484 24387 6 10 0,0245 0,0410 1,6733 1,6936 -0,0203 3,3669 Equivalência Derivação Prefixal 24484 24387 323 194 1,3192 0,7955 0,6030 0,1074 0,4957 0,7104 Redução Derivação Sufixal 24484 24387 181 168 0,7393 0,6889 0,9319 0,1957 0,7362 1,1275 Equivalência Parassintética 24484 24387 1 2 0,0041 0,0082 2,0080 4,8201 -2,8121 6,8281 Equivalência Comp. Subordinativa 24484 24387 110 131 0,4493 0,5372 1,1956 0,3031 0,8926 1,4987 Equivalência Comp. Coordenativa 24484 24387 79 75 0,3227 0,3075 0,9531 0,3012 0,6520 1,2543 Equivalência Comp. bases não-autônomas 24484 24387 18 26 0,0735 0,1066 1,4502 0,8715 0,5787 2,3217 Equivalência Comp. Sintagmática 24484 24387 146 85 0,5963 0,3485 0,5845 0,1563 0,4282 0,7408 Redução Sigla/Acronímia 24484 24387 38 39 0,1552 0,1599 1,0304 0,4603 0,5701 1,4907 Equivalência Conversão 24484 24387 71 38 0,2900 0,1558 0,5373 0,2117 0,3257 0,7490 Redução Semântico 24484 24387 83 166 0,3390 0,6807 2,0080 0,5291 1,4789 2,5370 Elevação Truncação 24484 24387 24 17 0,0980 0,0697 0,7112 0,4419 0,2693 1,1530 Equivalência Palavra-valise 24484 24387 109 244 0,4452 1,0005 2,2474 0,5075 1,7400 2,7549 Elevação Reduplicação 24484 24387 5 4 0,0204 0,0164 0,8032 1,0560 -0,2528 1,8592 Equivalência Regressiva 24484 24387 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 24484 24387 12 11 0,0490 0,0451 0,9203 0,7530 0,1674 1,6733 Equivalência Empréstimo: Tradução 24484 24387 0 2 0,0000 0,0082 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 24484 24387 36 11 0,1470 0,0451 0,3068 0,2071 0,0996 0,5139 Redução Empréstimo: Decalque 24484 24387 9 4 0,0368 0,0164 0,4462 0,5256 -0,0793 0,9718 Redução TOTAL 24484 24387 1260 1263 5,1462 5,1790 1,0064 0,0785 0,9278 1,0849 Equivalência 171 A tabela III.1 ilustra a visão geral dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários entre os blogs para o gênero masculino. Do total, o GGN registrou 952 neologismos e 1.260 processos e o RA, 889 neologismos e 1.263 processos Mesmo considerando apenas uma ocorrência de cada neologismo, ou seja, excluindo-se da contagem as lexias, os processos mais inovadores são mais recorrentes entre os homens no RA, mantendo a fixidez da derivação prefixal como mais frequente no blog GGN e, agora, mais especificamente, como característica do gênero masculino. A palavra-valise, o processo mais frequente no RA, está relacionada ao neologismo petralha que serve de base para outros lexemas, como também com lexemas que envolvem nomes de políticos, tais como, Lulla e Dillma, respaldada, em parte, pelas postagens e criações neológicas do próprio autor do blog, esse processo acaba desempenhando um papel determinante ao ser condicionado como um recurso estilístico, apreendendo toda essa carga de satirização e pejoratividade, o que resulta em um processo que detém, dentro desse espaço interativo, um alto prestígio. Em relação aos empréstimos, a integração se mantém como um diferencial para os homens no GGN (cf. Tabela III) e recoloca o decalque como o mais frequente, já que esquerda caviar no RA, responsável pela alta frequência desse processo no quadro geral de tokens, é contabilizado apenas uma vez. A equivalência do estrangeirismo, por outro lado, demonstra a alta representatividade do lexema troll nos comentários dos homens no blog GGN, constando uma vez para esse processo. Outro processo que se mostra um diferencial para o RA e, nessa comparação entre os homens, é a modificação do significante em formações que contém o recurso estilístico, frisando uma crítica mais atenuada, tais como, molusca (molusco), cadenta (cadente), indivídua (indivíduo), otoridade (autoridade), cumpanhero (companheiro), DataFoia (DataFolha), phoia (Folha), zerda (merda), fubfídio (subsídio), entre outros. Com a frequência através dos types, há uma equivalência entre os processos, o que comprova a tendência de que os homens, independente do espaço interativo, favorecem neologismos que contenham a recursividade, comprovando que a dinamicidade lexical é evocada sob todos os seus aspectos, não se restringindo à simples ocorrência de uma nova formação, como também a reutilização de um neologismo como base para novas unidades. 172 Tabela III.2 Cálculo de significância estatística de tokens na equalização do gênero masculino entre o blog GGN e o blog RA Equalização de gênero masculino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (masc.) RA (masc.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 83636 52099 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 83636 52099 4 17 0,0048 0,0326 6,8226 7,4313 -0,6086 14,2539 Equivalência Mod. Gráfica 83636 52099 5 5 0,0060 0,0096 1,6053 1,9900 -0,3847 3,5953 Equivalência Derivação Prefixal 83636 52099 335 137 0,4005 0,2630 0,6565 0,1305 0,5260 0,7870 Redução Derivação Sufixal 83636 52099 160 177 0,1913 0,3397 1,7759 0,3797 1,3962 2,1556 Elevação Parassintética 83636 52099 1 4 0,0012 0,0077 6,4213 14,0713 -7,6500 20,4926 Equivalência Comp. Subordinativa 83636 52099 119 188 0,1423 0,3609 2,5361 0,5823 1,9538 3,1185 Elevação Comp. Coordenativa 83636 52099 38 28 0,0454 0,0537 1,1829 0,5774 0,6054 1,7603 Equivalência Comp. bases não-autônomas 83636 52099 19 17 0,0227 0,0326 1,4363 0,9399 0,4965 2,3762 Equivalência Comp. Sintagmática 83636 52099 101 46 0,1208 0,0883 0,7311 0,2549 0,4762 0,9860 Redução Sigla/Acronímia 83636 52099 194 63 0,2320 0,1209 0,5213 0,1482 0,3732 0,6695 Redução Conversão 83636 52099 51 19 0,0610 0,0365 0,5981 0,3151 0,2830 0,9131 Redução Semântico 83636 52099 121 332 0,1447 0,6372 4,4047 0,9168 3,4879 5,3215 Elevação Truncação 83636 52099 19 25 0,0227 0,0480 2,1123 1,2600 0,8522 3,3723 Equivalência Palavra-valise 83636 52099 128 391 0,1530 0,7505 4,9038 0,9788 3,9250 5,8825 Elevação Reduplicação 83636 52099 4 5 0,0048 0,0096 2,0067 2,6384 -0,6317 4,6450 Equivalência Regressiva 83636 52099 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 83636 52099 43 13 0,0514 0,0250 0,4853 0,3011 0,1843 0,7864 Redução Empréstimo: Tradução 83636 52099 0 1 0,0000 0,0019 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 83636 52099 28 5 0,0335 0,0096 0,2867 0,2728 0,0139 0,5595 Redução Empréstimo: Decalque 83636 52099 7 4 0,0084 0,0077 0,9173 1,1269 -0,2096 2,0443 Equivalência TOTAL 83636 52099 1377 1477 1,6464 2,8350 1,7219 0,1264 1,5955 1,8483 Elevação 173 Da equalização dos usuários do gênero masculino, partimos do número de usuários no GGN que foi de 584, analisando o primeiro comentário de cada um desses participantes. Assim, na tabela acima vemos os dados dos processos gerados pelos tokens (palavras gramaticais e lexicais) desses comentários da equalização. Totalizaram-se 1.170 neologismos e 1.377 processos no GGN e no RA, 1.079 neologismos e 1.477 processos. Averiguamos que a tendência percebida na visão geral dos tokens (cf. Tabela III) é corroborada também na uniformização dos dados com o gênero masculino: o RA favorecendo os processos inovadores, a derivação sufixal e a composição subordinativa e no GGN, o estrangeirismo, a integração, a derivação prefixal e a composição sintagmática. A partir desses resultados e do contexto político vivenciando em cada blog, podemos considerar que o fator blog é um fator externo atuante nessa variação, desde que o comportamento diferente entre os homens, processos mais inovadores de um lado e mais conservadores do outro, aponta para essa direção. Não apenas pelo neologismo petralha que serve como uma matriz que dá origem a outros neologismos, mas também pelo clima mais otimista que se evidenciou nos posts mais descontraídos que favoreceu a preferência por neologismos que continham esses processos inovadores, de modo a garantir a melhor interação para os usuários. Destarte, por essa primeira análise mais restrita do primeiro fator extralinguístico, podemos considerar que a correlação entre esse fator e a variável de inovação é motivada pelo uso de um recurso estilístico que se torna uma marca desse vocabulário sobre política para expressar de forma mais contundente os tópicos de discussão. Esse favorecimento, como atestamos, está primeiramente relacionado ao ambiente do blog (cf. Tabela I) tanto pelos posts que fazem referência a esses processos inovadores, alguns característicos do espaço, como pela perspectiva adotada que atraiu mais participantes com a mesma visão, provocando a utilização em massa, o que resulta em uma avaliação de prestígio diante do fato de estarem ―falando‖ a mesma língua através do uso dos neologismos que contém processos imprevisíveis destinados à função de ironia. Veremos quais são os neologismos mais frequentes nos comentários dessa equalização: 174 Tabela III‟.2– Neologismos mais frequentes da equalização do gênero masculino em cada blog 102 GGN (1.168 neologismos) RA (1.079 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 FHC – 8,5% (100) PETRALHA – 13,7% (148) 2 BOLSA FAMÍLIA – 5,2% (61) BOLSA FAMÍLIA – 10,9% (118) 3 PIG – 5,2% (61) LULLA – 3,4% (37) 4 PRESIDENTA – 3,8% (45) PRESIDENTA – 2,6% (29) 5 EX-PRESIDENTE – 3,5% (41) FHC – 2,1% (23) 6 ANTIPETISMO – 2,9% (34) PETRALHADA – 2% (22) 7 ANTIPETISTA – 2,3% (28) PETROLÃO – 1,9% (21) 8 ANTIPT – 2,1% (25) PRESIDANTA – 1,9% (21) 9 COXINHA – 1,6% (19) PETISMO – 1,3% (15) 10 TROLL – 1,3% (16) PAPUDA – 1,1% (12) 11 GRANDE MÍDIA – 1,1% (13) EX-PRESIDENTE – 1,1% (12) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto Sem recorrer a uma repetição das discussões anteriores (cf. Tabela III e III.1), focaremos alguns dos neologismos que se distinguem entre os espaços no fator do gênero masculino. No GGN, a concentração dos neologismos PIG e GRANDE MÍDIA, ANTIPETISMO, ANTIPETISTA e ANTIPT, COXINHA e TROLL, divide em três tópicos a discussão do segundo turno nesse blog: o primeiro tópico, que parece ser o mais importante devido à frequência que PIG sempre registra, gira em torno dessa falta de imparcialidade em veículos de imprensa que detêm certo prestígio e influência, fazendo sua própria campanha eleitoral; o que leva ao segundo tópico do movimento anti- visto nessas mídias, se expandindo de forma mais efetiva no ambiente virtual pelo poder de propagação característico desse meio (McKENNA; POLE, 2004); e, por último, a referência aos opositores pelos neologismos COXINHA e TROLL, os dois tendo um caráter mais controlado, não atingindo, necessariamente, a ideologia ou partido, mas o pensamento conversador que foi verificado nos atos e comentários de usuários e indivíduos durante o período. Em relação ao RA, os neologismos distintos estão intrinsecamente relacionados ao Partido dos Trabalhadores e simpatizantes (PETRALHA, PETRALHADA). Com um viés mais específico, a frequência de LULLA denota essa circularidade em torno desse partido político, 102 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 175 colocando-o como o centro de toda a discussão, o que era de se esperar, já que é um ambiente sobre política contrário ao governo petista, entretanto, esses neologismos exprimem exatamente isso: um contexto eleitoral que focou apenas o PT, sem considerar o outro lado que também estava disputando a eleição. Claro que o nome do candidato tucano aparece, obviamente sem alteração que utilize um dos PFPs para um novo sentido de jocosidade, mas a conversão do neologismo tucano (subst. > adj.), muito recorrente no blog GGN (cf. Tabela I) e, que agora, embora não seja um dos neologismos mais frequentes, é responsável também pela alta frequência do processo por conversão, diferenciando os homens no GGN do RA. Ao contrário disso, há muitas referências ao governo FHC. Essa visão restrita é reforçada pelos neologismos PETISMO, PRESIDANTA, PETROLÃO e PAPUDA. Mesmo o BOLSA FAMÍLIA, menos frequente apenas do que petralha é usado como uma crítica a esse programa social, gerando 7 novos lexemas: bolsa capim, bolsa esmola, bolsa vagabundagem, bolsa presidiário, bolsa escola, bolsa alimentação, bolsa pesquisa. O ponto para o qual estamos adentrando é esse condicionamento unicamente para o interesse dos responsáveis dos blogs, apesar de o GGN aceitar propostas de sugestão e colaboração de terceiros para os posts, mesmo assim que estejam de acordo com o perfil do blog e, por extensão, do jornalista, não propiciando um debate sobre outras questões que também se destacaram, focando apenas o que atingia diretamente a oposição, mas sem uma autocrítica sobre falhas de ambos os lados, que torna-se, como notamos, uma limitação para a neologia nos respectivos espaços. Assim como o estudo de Matoré (1979) demonstrou que os neologismos estavam condicionados ao fator tempo, também observamos que a investigação desse fenômeno sincronicamente reflete a composição que foi esse mosaico eleitoral, sob a perspectiva de cada blog, se restringindo a essas direções assumidas por cada espaço, ao mesmo tempo em que denota as mudanças sociais, permitindo uma compreensão mais clara, tanto pelo direcionamento dos neologismos como pela importância de cada PFPs, organizando-se de modo a explicitar essa tendência de funcionamento em cada espaço interativo. 176 Tabela III.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero masculino entre o blog GGN e o blog RA Types da Equalização de gênero RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Masc.) RA (Masc.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 14528 11299 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 14528 11299 4 14 0,0275 0,1239 4,5002 5,0007 -0,5005 9,5009 Equivalência Mod. Gráfica 14528 11299 3 4 0,0206 0,0354 1,7144 2,5664 -0,8520 4,2807 Equivalência Derivação Prefixal 14528 11299 159 92 1,0944 0,8142 0,7440 0,1910 0,5530 0,9350 Redução Derivação Sufixal 14528 11299 85 92 0,5851 0,8142 1,3917 0,4104 0,9813 1,8020 Equivalência Parassintética 14528 11299 1 3 0,0069 0,0266 3,8573 8,7300 -4,8726 12,5873 Equivalência Comp. Subordinativa 14528 11299 45 49 0,3097 0,4337 1,4001 0,5666 0,8335 1,9667 Equivalência Comp. Coordenativa 14528 11299 35 21 0,2409 0,1859 0,7715 0,4174 0,3541 1,1888 Equivalência Comp. bases não-autônomas 14528 11299 10 12 0,0688 0,1062 1,5429 1,2949 0,2481 2,8378 Equivalência Comp. Sintagmática 14528 11299 53 27 0,3648 0,2390 0,6550 0,3036 0,3515 0,9586 Redução Sigla/Acronímia 14528 11299 14 18 0,0964 0,1593 1,6531 1,1546 0,4985 2,8078 Equivalência Conversão 14528 11299 27 8 0,1858 0,0708 0,3810 0,3006 0,0804 0,6815 Redução Semântico 14528 11299 41 63 0,2822 0,5576 1,9757 0,7770 1,1987 2,7527 Elevação Truncação 14528 11299 8 11 0,0551 0,0974 1,7679 1,6101 0,1578 3,3781 Equivalência Palavra-valise 14528 11299 58 95 0,3992 0,8408 2,1060 0,6878 1,4182 2,7939 Elevação Reduplicação 14528 11299 3 2 0,0206 0,0177 0,8572 1,5337 -0,6765 2,3909 Equivalência Regressiva 14528 11299 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 14528 11299 9 4 0,0619 0,0354 0,5715 0,6731 -0,1016 1,2445 Equivalência Empréstimo: Tradução 14528 11299 0 1 0,0000 0,0089 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 14528 11299 17 6 0,1170 0,0531 0,4538 0,4224 0,0314 0,8762 Redução Empréstimo: Decalque 14528 11299 5 2 0,0344 0,0177 0,5143 0,8434 -0,3291 1,3577 Equivalência TOTAL 14528 11299 577 524 3,9716 4,6376 1,1677 0,1381 1,0296 1,3058 Elevação 177 Dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização entre o gênero masculino, observamos que apesar da equivalência em 12 processos, a prevalência da palavra-valise e do semântico no RA e da derivação prefixal no GGN ainda se mantém. A fixidez dessa configuração tanto na visão geral (cf. Tabela III) como nos tokens da equalização (cf. Tabela III.2) evidencia que os homens no RA se diferenciam por terem essa tendência por optarem por processos mais irregulares, algo relacionado ao prestígio que o próprio espaço atribui a alguns neologismos que apresentam essa imprevisibilidade, acentuando que o ambiente também é um importante motivador para a alta frequência desses processos, os quais estão cristalizados em neologismos que já adquiriram uma representatividade para aqueles que querem demonstrar o apoio ao mesmo ponto de vista predominante no blog e, também, um meio destacar o posicionamento no momento de manifestar-se sobre o contexto sócio-político (para mais detalhes cf. Tabela VII). Não queremos aqui incorrer no equívoco de uma relação determinista ao associar o espaço interativo à preferência por determinados PFPs, mas ressaltar que o fenômeno neológico não é aleatório, e que mesmo o surgimento e o uso de novas palavras estão relacionados a diferentes fatores, inclusive o favorecimento de um ambiente que estimula esse recurso lexical de forma mais contingente, proporcionando uma visão mais ampla sobre a organização e funcionamento da renovação do léxico em um vocabulário. Um pensamento que suporta essa importância de compreendermos uma questão em consonância com o contexto social está em Mannheim (1956, p. 179) quando afirma que ―os elementos de significado numa situação determinada têm referências mútuas, e derivam sua importância dessa relação recíproca num dado quadro de pensamento‖. Em suma, se o blog favorece a preferência por esses processos, o uso dos mesmos acaba refletindo o contexto vivenciado pelo espaço em questão, tornando-se um espelho do que é produzido e difundido dentro desse ambiente onde estão inseridos dentro de um contexto sócio-histórico específico. 178 Tabela IV - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero feminino Visão geral do gênero feminino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Fem.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 36291 37727 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl Mod. do Significante 36291 37727 1 17 0,0028 0,0451 16,3529 32,9810 -16,6280 49,3339 Equivalência Mod. Gráfica 36291 37727 2 1 0,0055 0,0027 0,4810 1,1546 -0,6736 1,6355 Equivalência Derivação Prefixal 36291 37727 95 90 0,2618 0,2386 0,9113 0,2627 0,6486 1,1740 Equivalência Derivação Sufixal 36291 37727 98 93 0,2700 0,2465 0,9129 0,2590 0,6538 1,1719 Equivalência Parassintética 36291 37727 1 0 0,0028 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 36291 37727 73 137 0,2012 0,3631 1,8053 0,5127 1,2925 2,3180 Elevação Comp. Coordenativa 36291 37727 14 28 0,0386 0,0742 1,9239 1,2343 0,6896 3,1582 Equivalência Comp. bases não-autônomas 36291 37727 11 13 0,0303 0,0345 1,1368 0,9128 0,2240 2,0497 Equivalência Comp. Sintagmática 36291 37727 37 28 0,1020 0,0742 0,7280 0,3574 0,3706 1,0853 Equivalência Sigla/Acronímia 36291 37727 93 40 0,2563 0,1060 0,4137 0,1533 0,2604 0,5671 Redução Conversão 36291 37727 24 13 0,0661 0,0345 0,5210 0,3517 0,1694 0,8727 Redução Semântico 36291 37727 87 245 0,2397 0,6494 2,7089 0,6626 2,0463 3,3715 Elevação Truncação 36291 37727 6 17 0,0165 0,0451 2,7255 2,5367 0,1888 5,2622 Equivalência Palavra-valise 36291 37727 63 260 0,1736 0,6892 3,9699 1,0926 2,8773 5,0625 Elevação Reduplicação 36291 37727 0 6 0,0000 0,0159 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 36291 37727 2 0 0,0055 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 36291 37727 39 13 0,1075 0,0345 0,3206 0,2013 0,1194 0,5219 Redução Empréstimo: Tradução 36291 37727 1 0 0,0028 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 36291 37727 13 2 0,0358 0,0053 0,1480 0,2203 -0,0723 0,3683 Equivalência Empréstimo: Decalque 36291 37727 1 6 0,0028 0,0159 5,7716 12,2188 -6,4471 17,9904 Equivalência TOTAL 36291 37727 661 1009 1,8214 2,6745 1,4684 0,1440 1,3244 1,6124 Elevação 179 Na visão geral dos processos de neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários do gênero feminino entre os blogs, já é possível notarmos uma equivalência em vários processos, já que o próprio número de tokens é aproximado. Das 90 usuárias identificadas no blog GGN, registram-se 560 neologismos e 661 processos. No blog RA, das 209 usuárias, as ocorrências foram de 746 neologismos e 1.009 processos. Bem diferente da visão geral dos tokens no gênero masculino (cf. Tabela III), os processos que destacam as particularidades entre as mulheres em cada ambiente recaem nos processos por palavra-valise, semântico e composição subordinativa no RA enquanto que no GGN são sigla/acronímia, conversão, estrangeirismo e integração. Embora a palavra-valise e o semântico têm características de maior imprevisibilidade, lembramos, como discutimos em nossa base teórica (cf. seção 1.3.1.3.1), que os outros processos também carregam traços de inovação, dependendo do nível de compreensão que a nova formação requer para o reconhecimento, interno ou externo, como é o caso das siglas e da aceitabilidade de um estrangeirismo. Desse modo, esses dados corroboram que no RA, as mulheres favorecem processos tidos como mais inovadores, mas, por outro lado, também mostram que no GGN, as mulheres também buscam por processos considerados menos conservadores, o que embasaria afirmar que o gênero feminino, independente do espaço interativo em que está inserido, é propício à preferência por formas que contenham processos com traços de inovação. Na tabela IV‘, explicitam-se os neologismos mais frequentes entre esse gênero: Tabela IV‟– Neologismos mais frequentes do gênero feminino em cada blog103 GGN (560 neologismos) RA (746 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 FHC – 7,3% (41) PETRALHA – 13,2% (99) 2 BOLSA FAMÍLIA – 5,8% (33) BOLSA FAMÍLIA – 10,5% (79) 3 PIG – 5,3% (30) PRESIDENTA – 4,4% (33) 4 PRESIDENTA – 5,3% (30) EX-PRESIDENTE – 4% (30) 5 AÓCIO – 3,7% (21) PETRALHADA – 2,9% (22) 6 TROLL – 3,5% (20) PETROLÃO – 2,9% (22) 7 COXINHA – 3,3% (19) PRESIDANTA – 2,8% (21) 8 PSDEBISTA – 2,5% (14) LULLA – 2,6% (20) 9 ANTIPETISTA – 2,1% (12) FHC – 2,1% (16) 10 EX-PRESIDENTE – 1,7% (10) PAPUDA – 1,6% (12) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto 103 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 180 Os neologismos mais recorrentes nos comentários do gênero feminino se assemelham com os resultados do gênero masculino em cada blog (cf. Tabela III‘), inclusive com as ocorrências neológicas principais que respondem pela frequência dos processos que diferenciam a preferência tanto entre os homens e, aqui, entre as mulheres. Para o gênero feminino no GGN, PIG e FHC concentram a frequência do processo por sigla/acronímia, apresentando uma ligeira diferença entre os homens nesse espaço por optarem mais pela referência ao último governo tucano, sem tanto foco na acronímia que remete ao papel da imprensa tradicionalista contra o partido petista, algo que veremos mais detalhadamente a partir da Tabela V. Um ponto que merece atenção é a ocorrência AÓCIO (palavra-valise = Aécio + ócio) que corresponde a 33,3% (21/63) do processo, demonstrando que a restrição para que esse processo entre os gêneros dentro do blog pode ser vista sob dois primas: primeiro, o traço inerente de pejoratividade que esse padrão adquire dentro desse vocabulário pode ser um importante fator que impediria o avanço dessa variante inovadora; segundo, e, talvez, em complementaridade com a hipótese anterior, esse tipo de avaliação negativa pode estar dificultando o aparecimento de neologismos que se tornem massivas e recursivas como acontece com PETRALHA e LULLA no blog RA. É possível constatar essa resistência se considerarmos que TUCANALHA, que infere-se que seria usado em resposta para petralha, corresponde apenas a 0,6% (26/4.159) no quadro geral do GGN. Os neologismos ANTIPETISTA, EX- PRESIDENTE, PSDBISTA, embora entre os mais frequentes, não contribuem para que os processos por prefixação e sufixação sejam distintivos para o gênero feminino no GGN, o que implicaria afirmar que as usuárias desse espaço estariam inclinadas a uma variação estável, começando a escolher padrões inovadores de maneira um pouco dispersa, ao mesmo tempo, que se distancia dos processos tido como conservadores. No RA, repete-se a discussão feita para o gênero masculino, salientando essa vinculação de processos inovadores também às mulheres, tendo como principal neologismo PETRALHA, tornando mais nítido o senso de unidade criado em torno desse neologismo que serve não apenas para expressar mais categoricamente a perspectiva do(a) usuário(a), como também se incorporando a um grupo social, com várias diferenças, mas que partilham ideias incomuns o que transmite a ideia de um posicionamento mais ativo em conjunto do que individual. 181 Esse senso de unidade é direcionado pela influência sociocultural que regula e opera nossas ações para vivermos em sociedade (KROEBER, 1948, p.8). A interação virtual absorve esse padrão cultural e rege a conduta esperada desse grupo social. O recurso da neologia é consolidado em determinados processos e, por vezes, em lexemas específicos, que assimilam, em diferentes graus, o posicionamento e interesses que unem esse grupo de usuários, tornando-se essencial nessa interação sociocomuniticava, atuando como um traço de reconhecimento entre os membros, já que a língua (léxico) é o meio pelo qual essa abstração vai se moldando (HOIJER, 1953), à medida que esses padrões ficam mais flexíveis pela demanda de novas necessidades (MALINOWSKI, 2009). 182 Tabela IV.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o blog GGN e o blog RA em relação ao gênero feminino Visão geral no gênero feminino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Fem.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 7929 8913 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 7929 8913 1 12 0,0126 0,1346 10,6752 21,7777 -11,1026 32,4529 Equivalência Mod. Gráfica 7929 8913 1 1 0,0126 0,0112 0,8896 2,4658 -1,5762 3,3554 Equivalência Derivação Prefixal 7929 8913 53 47 0,6684 0,5273 0,7889 0,3098 0,4791 1,0987 Equivalência Derivação Sufixal 7929 8913 52 45 0,6558 0,5049 0,7698 0,3072 0,4626 1,0771 Equivalência Parassintética 7929 8913 1 0 0,0126 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 7929 8913 26 44 0,3279 0,4937 1,5055 0,7299 0,7756 2,2354 Equivalência Comp. Coordenativa 7929 8913 14 23 0,1766 0,2581 1,4615 0,9710 0,4905 2,4325 Equivalência Comp. bases não-autônomas 7929 8913 3 7 0,0378 0,0785 2,0757 2,8075 -0,7318 4,8832 Equivalência Comp. Sintagmática 7929 8913 39 19 0,4919 0,2132 0,4334 0,2377 0,1957 0,6710 Redução Sigla/Acronímia 7929 8913 10 13 0,1261 0,1459 1,1565 0,9534 0,2031 2,1099 Equivalência Conversão 7929 8913 15 8 0,1892 0,0898 0,4745 0,4071 0,0673 0,8816 Redução Semântico 7929 8913 25 38 0,3153 0,4263 1,3522 0,6825 0,6697 2,0347 Equivalência Truncação 7929 8913 3 10 0,0378 0,1122 2,9653 3,8260 -0,8606 6,7913 Equivalência Palavra-valise 7929 8913 26 53 0,3279 0,5946 1,8134 0,8510 0,9624 2,6644 Equivalência Reduplicação 7929 8913 0 1 0,0000 0,0112 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 7929 8913 2 0 0,0252 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 7929 8913 7 6 0,0883 0,0673 0,7625 0,8315 -0,0690 1,5940 Equivalência Empréstimo: Tradução 7929 8913 1 0 0,0126 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 7929 8913 5 2 0,0631 0,0224 0,3558 0,5835 -0,2277 0,9394 Redução Empréstimo: Decalque 7929 8913 1 1 0,0126 0,0112 0,8896 2,4658 -1,5762 3,3554 Equivalência TOTAL 7929 8913 285 330 3,5944 3,7025 1,0301 0,1633 0,8668 1,1933 Equivalência 183 Na visão geral dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários, observamos que muitas neologismos referiam-se a lexias, contabilizando que dos 560 neologismos apenas 224 eram diferentes no blog GGN enquanto no RA, dos 746 neologismos somente 266 eram diferentes, equivalendo os processos inovadores entre as mulheres no GGN e no RA, o que implica afirmar que esses processos não são avaliados negativamente, no entanto, tornando evidente que a neologia no RA está restrita a certos neologismos que estão consolidados no ambiente, remetendo a esse valor identitário que perpassa as formações, resultando em elevados índices tanto em processos como em neologismos como vimos nas Tabelas IV e IV‘. A frequência de processos como integração para as mulheres no GGN reafirmam essa tendência de um perfil mais inovador, já que esse processo introduz o estrangeirismo à língua em diferentes níveis linguísticos (twittaço, twittada, trollar, Tucanistão, facebuqueiro). 184 Tabela IV.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização do gênero feminino entre o blog GGN e o blog RA Equalização de gênero feminino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Fem.) Ra (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 10475 7969 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 10475 7969 0 4 0,0000 0,0502 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 10475 7969 2 0 0,0191 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 10475 7969 33 15 0,3150 0,1882 0,5975 0,3647 0,2328 0,9622 Redução Derivação Sufixal 10475 7969 26 25 0,2482 0,3137 1,2639 0,6939 0,5700 1,9578 Equivalência Parassintética 10475 7969 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 10475 7969 36 20 0,3437 0,2510 0,7303 0,3992 0,3311 1,1294 Equivalência Comp. Coordenativa 10475 7969 2 5 0,0191 0,0627 3,2862 5,3888 -2,1027 8,6750 Equivalência Comp. bases não-autônomas 10475 7969 4 2 0,0382 0,0251 0,6572 1,1156 -0,4584 1,7728 Equivalência Comp. Sintagmática 10475 7969 15 4 0,1432 0,0502 0,3505 0,3866 -0,0361 0,7371 Redução Sigla/Acronímia 10475 7969 27 6 0,2578 0,0753 0,2921 0,2584 0,0337 0,5505 Redução Conversão 10475 7969 6 1 0,0573 0,0125 0,2191 0,4638 -0,2447 0,6829 Redução Semântico 10475 7969 23 53 0,2196 0,6651 3,0290 1,4824 1,5466 4,5114 Elevação Truncação 10475 7969 3 3 0,0286 0,0376 1,3145 2,1036 -0,7891 3,4181 Equivalência Palavra-valise 10475 7969 12 48 0,1146 0,6023 5,2579 3,3261 1,9318 8,5839 Elevação Reduplicação 10475 7969 0 2 0,0000 0,0251 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 10475 7969 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 10475 7969 6 2 0,0573 0,0251 0,4382 0,7012 -0,2630 1,1394 Equivalência Empréstimo: Tradução 10475 7969 1 0 0,0095 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 10475 7969 4 0 0,0382 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 10475 7969 0 1 0,0000 0,0125 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 10475 7969 200 191 1,9093 2,3968 1,2553 0,2489 1,0064 1,5042 Elevação 185 A equalização entre o gênero feminino parte do número de usuárias no GGN (90) para dimensionar a organização da renovação lexical frente aos processos. Dessa equalização, os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) desses primeiros comentários registraram os seguintes dados: GGN 170 neologismos e 200 processos e no RA 144 neologismos e 191 processos. Verificando, então, o primeiro comentário de cada uma, temos a mesma estruturação sobre os processos por palavra-valise e semântico, no RA, porém, destacando a alta frequência da derivação prefixal para o gênero feminino no blog GGN, dando um caráter mais conservador a essas mulheres que escolhem esse PFPs e a composição sintagmática para expressarem o contexto do segundo turno sob a direção do blog. Essa organização é bem interessante porque corrobora o fator blog desempenharia um papel relevante para as ocorrências de determinados processos, já que temos a comparação entre um mesmo gênero, mas que apenas um lado está favorecendo o uso de processos imprevisíveis. Entretanto, como já discutido, embora a renovação lexical voltada a processos inovadores no blog RA seja mais frequente, observamos também a concentração em determinados neologismos que resulta em uma inovação lexical restrita a unidades específicas, já que essas ocorrências neológicas adquiriram um status de legitimação aos apontamentos feitos pelo autor do blog e um modo de ressaltar o apoio dado por aqueles que frequentam o ambiente, atribuindo a esses neologismos um elo que alicerça esse grupo social. A Tabela IV‘.2 contém os neologismos frequentes dessa comparação: Tabela IV‟.2 – Neologismos mais frequentes da equalização do gênero feminino em cada blog 104 GGN (170 neologismos) RA (143 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 BOLSA FAMÍLIA – 12,9% (22) PETRALHA – 17,4% (25) 2 PIG – 7% (12) BOLSA FAMÍLIA – 7,6% (11) 3 FHC – 5,8% (10) LULLA – 4,1% (6) 4 PRESIDENTA – 4,1% (7) PRESIDENTA – 4,1% (6) 5 COXINHA – 2,9% (5) PETRALHADA – 3,4% (5) 6 ANTIPETISMO – 2,3% (4) PAPUDA – 2,7% (4) 7 TUCANISTÃO – 2,3% (4) ------------------- Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto 104 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 186 O mais importante dessa tabela, que reflete a tendência observada anteriormente (cf. Tabela IV‘), por isso, não reproduziremos os mesmos apontamentos, é o neologismo BOLSA FAMÍLIA no GGN e PAPUDA no RA. O primeiro blog ressalta uma das questões principais do espaço na composição BOLSA FAMÍLIA que corresponde ao neologismo mais frequente no GGN. A ênfase dada aos programas sociais no governo petista teve esse foco de promover essa reflexão sobre a implantação das políticas sociais promovidas na gestão do partido. No outro blog, o neologismo PAPUDA permanece como mais frequente à frente de PETROLÃO, PRESIDANTA e FHC, primeiro pela força do caso mensalão, com o julgamento finalizado em março de 2014, e, segundo, embora petrolão seja um escândalo maior, o primeiro caso ainda detém esse papel de ser o qual escancarou explicitamente o tráfico de influência do PT nos bastidores do poder e, já que mensalão já se encontra devidamente dicionarizado, a prisão que se tornou o símbolo de que a justiça também alcança os políticos passa ser o neologismo imbuído comumente para essa referência. 187 Tabela IV.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero feminino entre o blog GGN e o blog RA Types da equalização do gênero feminino RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Fem.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 3373 2881 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 3373 2881 0 4 0,0000 0,1388 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 3373 2881 1 0 0,0296 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 3373 2881 27 14 0,8005 0,4859 0,6071 0,3919 0,2152 0,9989 Redução Derivação Sufixal 3373 2881 6 20 0,1779 0,6942 3,9026 3,5604 0,3421 7,4630 Equivalência Parassintética 3373 2881 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 3373 2881 13 8 0,3854 0,2777 0,7205 0,6346 0,0859 1,3550 Equivalência Comp. Coordenativa 3373 2881 2 5 0,0593 0,1736 2,9269 4,7997 -1,8728 7,7267 Equivalência Comp. bases não-autônomas 3373 2881 1 1 0,0296 0,0347 1,1708 3,2452 -2,0744 4,4160 Equivalência Comp. Sintagmática 3373 2881 10 5 0,2965 0,1736 0,5854 0,6284 -0,0430 1,2138 Equivalência Sigla/Acronímia 3373 2881 5 3 0,1482 0,1041 0,7025 1,0055 -0,3030 1,7080 Equivalência Conversão 3373 2881 5 1 0,1482 0,0347 0,2342 0,5027 -0,2686 0,7369 Redução Semântico 3373 2881 9 10 0,2668 0,3471 1,3009 1,1715 0,1294 2,4724 Equivalência Truncação 3373 2881 2 3 0,0593 0,1041 1,7562 3,1422 -1,3860 4,8983 Equivalência Palavra-valise 3373 2881 9 12 0,2668 0,4165 1,5610 1,3492 0,2119 2,9102 Equivalência Reduplicação 3373 2881 0 1 0,0000 0,0347 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 3373 2881 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 3373 2881 6 2 0,1779 0,0694 0,3903 0,6245 -0,2343 1,0148 Equivalência Empréstimo: Tradução 3373 2881 1 0 0,0296 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 3373 2881 1 0 0,0296 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 3373 2881 0 1 0,0000 0,0347 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 3373 2881 98 90 2,9054 3,1239 1,0752 0,3077 0,7675 1,3829 Equivalência 188 A equivalência na maioria dos processos nos neologismos diferentes encontrados nos types dos comentários da equalização comprova a alta recorrência de neologismos iguais que incluem processos inovadores, o que está favorecendo um perfil mais inovador para as mulheres no RA na visão geral (cf. Tabela IV), mas que, ao mesmo tempo, condiciona esse perfil a neologismos específicos, salientando que muitas desses neologismos evidenciam uma renovação lexical direcionada para legitimar e/ou estabelecer uma relação de pertencimento dentro desse espaço interativo como explicitado na Tabela I‘. Na contabilização da tabela acima, o GGN registrou 85 neologismos e 98 processos, enquanto o RA, 77 neologismos e 90 processos. Ressaltando a frequência da derivação prefixal e da conversão que aponta para essa postura mais conservadora do gênero feminino no GGN, atribuída ao próprio contexto de apreensão vivenciado pelo ambiente e, consequentemente, pela posição mais séria frente às críticas, continuamos a observar também a influência do blog como um fator externo importante para a ocorrência de PFPs mais ponderados e condizentes com o momento atual visualizado pelo ponto de vista do ambiente 189 Tabela V - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN Visão geral de gênero no blog GGN RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Masc.) GGN (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 198179 36291 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 198179 36291 12 1 0,0061 0,0028 0,4551 0,9284 -0,4733 1,3834 Equivalência Mod. Gráfica 198179 36291 9 2 0,0045 0,0055 1,2135 1,8594 -0,6458 3,0729 Equivalência Derivação Prefixal 198179 36291 721 95 0,3638 0,2618 0,7195 0,1539 0,5656 0,8735 Redução Derivação Sufixal 198179 36291 385 98 0,1943 0,2700 1,3900 0,3083 1,0818 1,6983 Elevação Parassintética 198179 36291 1 1 0,0005 0,0028 5,4608 15,1366 -9,6758 20,5975 Equivalência Comp. Subordinativa 198179 36291 307 73 0,1549 0,2012 1,2985 0,3314 0,9671 1,6299 Equivalência Comp. Coordenativa 198179 36291 113 14 0,0570 0,0386 0,6766 0,3757 0,3008 1,0523 Equivalência Comp. bases não-autônomas 198179 36291 46 11 0,0232 0,0303 1,3059 0,8590 0,4468 2,1649 Equivalência Comp. Sintagmática 198179 36291 312 37 0,1574 0,1020 0,6476 0,2207 0,4269 0,8683 Redução Sigla/Acronímia 198179 36291 633 93 0,3194 0,2563 0,8023 0,1746 0,6277 0,9769 Redução Conversão 198179 36291 165 24 0,0833 0,0661 0,7943 0,3401 0,4542 1,1344 Equivalência Semântico 198179 36291 362 87 0,1827 0,2397 1,3124 0,3071 1,0053 1,6195 Elevação Truncação 198179 36291 46 6 0,0232 0,0165 0,7123 0,6060 0,1063 1,3183 Equivalência Palavra-valise 198179 36291 403 63 0,2034 0,1736 0,8537 0,2267 0,6270 1,0804 Equivalência Reduplicação 198179 36291 6 0 0,0030 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 198179 36291 0 2 0,0000 0,0055 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 198179 36291 100 39 0,0505 0,1075 2,1297 0,7881 1,3417 2,9178 Elevação Empréstimo: Tradução 198179 36291 0 1 0,0000 0,0028 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 198179 36291 92 13 0,0464 0,0358 0,7716 0,4481 0,3235 1,2198 Equivalência Empréstimo: Decalque 198179 36291 13 1 0,0066 0,0028 0,4201 0,8544 -0,4343 1,2745 Equivalência TOTAL 198179 36291 3726 661 1,8801 1,8214 0,9688 0,0801 0,8886 1,0489 Equivalência 190 Na visão geral dos processos nos neologismos gerados pelos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários entre os gêneros no blog GGN, registram-se para os homens 3.081 neologismos e 3.726 processos e para as mulheres 560 neologismos 661 processos. Novamente, ressaltamos a relevância de observar a neologia mesmo com um número tão divergente, mas que reflete o funcionamento desse fenômeno lexical, garantindo uma compreensão sobre a tendência para cada gênero. Percebemos que sobre os processos mais conservadores, derivação prefixal para homens e derivação sufixal para mulheres, evidenciam essa tendência já registrada no quadro geral entre os blogs (cf. Tabela I e I.1) pela preferência por processos mais regulares dentro desse espaço interativo, condicionada ao próprio ambiente que não propiciou uma forma de expressão mais flexível, desfavorecendo neologismos que apresentassem processos inovadores vinculados ao caráter estilístico. A derivação prefixal se sobressai por estar estritamente interligada com os comentários dos homens no GGN, enquanto a derivação sufixal já foi constada ser recorrente no âmbito do RA (cf. Tabela I, III e III.2). Um dado importante é a elevação do processo semântico entre as mulheres, indicando que esse processo pode estar associado a algum tipo de prestígio, já que o gênero feminino tende a propulsionar formas inovadoras (nesse caso, processos imprevisíveis) quando as mesmas já tenham adquirido tal aspecto ou que simplesmente não contenham traços negativos (LABOV, 1982). A imprevisibilidade de um neologismo semântico está relacionada à direção da nova acepção, extensão metafórica ou metonímica, já que a rápida difusão e recepção podem tornar ambíguos os traços da nova formação, sendo, portanto, algo de difícil identificação sincronicamente. 191 Vamos observar os neologismos mais frequentes entre os gêneros no blog GGN: Tabela V‟ – Neologismos mais frequentes entre os gêneros no blog GGN105 Masculino (3.081 neologismos) Feminino (560 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N)* 1 PIG – 9,3% (288) FHC – 7,3% (41) 2 FHC – 7,6% (235) BOLSA FAMÍLIA – 5,8% (33) 3 BOLSA FAMÍLIA – 4,5% (141) PIG – 5,3% (30) 4 PRESIDENTA – 4,1% (128) PRESIDENTA – 5,3% (30) 5 ANTIPETISTA – 2,2% (68) AÓCIO – 3,7% (21) 6 EX-PRESIDENTE – 2% (62) TROLL – 3,5% (20) 7 ANTIPETISMO – 1,9% (60) COXINHA – 3,3% (19) 8 ANTIPT – 1,7% (54) PSDEBISTA – 2,5% (14) 9 TROLL – 1,5% (47) ANTIPETISTA – 2,1% (12) 10 COXINHA – 1,42% (44) EX-PRESIDENTE – 1,7% (10) 11 DEMOTUCANO – 1,1% (34) AECISTA – (9) 12 AÓCIO – 1% (33) TUCANISTÃO – (9) 13 GRANDE MÍDIA – 1% (33) MARINISTA – (8) 14 TUCANOADJ – 1% (32) PETRALHA – (7) 15 PETRALHA – 0,9% (28) PROUNI – (7) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto No gênero masculino, os neologismos ANTIPETISMO, ANTIPT, ANTIPETISTA e EX-PRESIDENTE respondem pela alta recorrência do processo por derivação prefixal, enfatizando o movimento contrário ao partido petista. . Os neologismos DEMOTUCANO (palavra-valise = democrata + tucano / semântico [democrata = membro do DEM]) e TUCANOADJ fazem referência aos membros partidários, destacando FHC e AÓCIO como os principais agentes da oposição durante o turno eleitoral. GRANDE MÍDIA (composição sintagmática) continua demonstrando essa crítica fixa à mídia oposicionista, sendo um processo estatisticamente significativo nos comentários dos homens. Já o gênero feminino apresenta singularidades que ajudam a compreender o funcionamento da renovação lexical, explicitando a preferência por determinados processos em relação aos homens. Entre os neologismos responsáveis pelo alto índice do processo semântico, presidenta com 34,4% (30/87) e coxinha com 21,8% (19/87) são os mais frequentes, destacando 105 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 192 que o primeiro está inserido em um contexto de apoio e legitimidade ao atual governo e o segundo considerado como uma forma natural para se referir aos que criticam o governo, principalmente os programas sociais, mas que desfrutam de uma boa posição social e econômica. Observamos que são neologismos que não contém traços de negatividade ou pejoratividade, mesmo coxinha que seria uma formação atenuada para se referir a burguês. Pontuamos que as mesmas ocorrências neológicas também constam como mais recorrentes no gênero masculino, mas sem representar relevância estatística para a frequência do processo semântico nos comentários dos homens como foi atestado para as mulheres. A frequência do neologismo troll com 51,2% (20/39), sendo um processo por estrangeirismo, sustenta essa postura das mulheres no blog GGN detendo esse caráter mais inovador em relação aos homens, evidenciando que o conjunto, vocabulário sobre política e ambiente virtual, teria um papel essencial ao promover esse deslocamento na desigualdade entre os gêneros, a qual já foi constatada em vários estudos sociolinguísticos (LABOV, 1990; 1982; TRUDGILL, 1972; HOLMES, 1997; LAKOFF, 2003) e, principalmente, no mundo online (HERRING, 2003; HERRING; JOHNSON; DiBENEDETTO, 1995), proporcionando essa liderança das mulheres, dentro desse espaço interativo, mesmo sendo o público minoritário, ao se vincularem a processos mais inovadores, apesar de ainda haver uma equivalência da palavra- valise, o que atestaria essa restrição desses processos que apresentam um caráter estilístico de negativação. 193 Tabela V.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN Visão geral de gênero no blog GGN RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (Masc.) GGN (Fem) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 24484 7929 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 24484 7929 9 1 0,0368 0,0126 0,3431 0,7089 -0,3658 1,0520 Equivalência Mod. Gráfica 24484 7929 6 1 0,0245 0,0126 0,5147 1,0895 -0,5749 1,6042 Equivalência Derivação Prefixal 24484 7929 323 53 1,3192 0,6684 0,5067 0,1472 0,3595 0,6539 Redução Derivação Sufixal 24484 7929 181 52 0,7393 0,6558 0,8871 0,2736 0,6136 1,1607 Equivalência Parassintética 24484 7929 1 1 0,0041 0,0126 3,0879 8,5592 -5,4713 11,6471 Equivalência Comp. Subordinativa 24484 7929 110 26 0,4493 0,3279 0,7299 0,3120 0,4179 1,0418 Equivalência Comp. Coordenativa 24484 7929 79 14 0,3227 0,1766 0,5472 0,3110 0,2362 0,8582 Redução Comp. bases não-autônomas 24484 7929 18 3 0,0735 0,0378 0,5147 0,6290 -0,1144 1,1437 Equivalência Comp. Sintagmática 24484 7929 146 39 0,5963 0,4919 0,8249 0,2914 0,5334 1,1163 Equivalência Sigla/Acronímia 24484 7929 38 10 0,1552 0,1261 0,8126 0,5661 0,2465 1,3787 Equivalência Conversão 24484 7929 71 15 0,2900 0,1892 0,6524 0,3634 0,2890 1,0157 Equivalência Semântico 24484 7929 83 25 0,3390 0,3153 0,9301 0,4159 0,5142 1,3460 Equivalência Truncação 24484 7929 24 3 0,0980 0,0378 0,3860 0,4633 -0,0773 0,8493 Redução Palavra-valise 24484 7929 109 26 0,4452 0,3279 0,7366 0,3151 0,4215 1,0517 Equivalência Reduplicação 24484 7929 5 0 0,0204 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 24484 7929 0 2 0,0000 0,0252 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 24484 7929 12 7 0,0490 0,0883 1,8013 1,6791 0,1222 3,4804 Equivalência Empréstimo: Tradução 24484 7929 0 1 0,0000 0,0126 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 24484 7929 36 5 0,1470 0,0631 0,4289 0,4012 0,0277 0,8301 Redução Empréstimo: Decalque 24484 7929 9 1 0,0368 0,0126 0,3431 0,7089 -0,3658 1,0520 Equivalência TOTAL 24484 7929 1260 285 5,1462 3,5944 0,6985 0,0898 0,6087 0,7882 Redução 194 Em relação à visão geral dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários, vemos que a eliminação de neologismos iguais atribui uma configuração modificada aos processos. Totalizam-se entre os homens 952 neologismos e 1.260 processos contra 224 neologismos e 285 processos entre as mulheres. Primeiramente, enfatizando essa prevalência da derivação prefixal apenas para o gênero masculino, mantendo a tendência desse processo associado aos homens no ambiente GGN. O segundo ponto é que embora os homens utilizem neologismos com mais processos, a equivalência na maioria desses últimos, incluindo os inovadores e conservadores, salienta esse comportamento similar entre os gêneros frente à escolha de determinados PFPs, o que indica que esses processos têm o mesmo tipo de avaliação, caracterizando uma variação estável, alterando-se essa tendência o uso de neologismos específicos que já agregam um valor diferente para cada gênero. Independente do espaço interativo, esse prestígio atribuído a processos irregulares relaciona-se com a abordagem adotada pelo blog para tratar do panorama político-eleitoral. No caso do GGN, as ocorrências neológicas que apresentam esses processos são críticas à mídia, aos agentes e aos processos que, direta ou indiretamente, aturam durante o segundo turno, apoiando a oposição, tais como, golpe branco 106 (branco = dentro da legalidade), golpe democrático (democrático = dentro da legalidade/ respaldado pela Constituição), jornalista marrom (marrom = sensacionalista), troll de direita mortadela (mortadela = aquele que defende medidas sem ser contemplado por elas], engavetar (arquivar denúncias ao invés de investigar), bicudo (tucano), panfleto (revista de pouca credibilidade), capilarização da informação (capilarização = difundir, irradiar), Falha (Folha + falha), alquimista (aquele transmuta dinheiro público em privado / Alckmin + alquimista), vira-latismo (sentimento de inferioridade que o brasileiro tem, voluntariamente, frente a nações desenvolvidas), coxinha (burguês) que se mostrou muito produtivo para a base de outros neologismos como acoxinhar-se, medicoxinha (que também engloba a palavra-valise médico + coxinha), coxinha-militar-marineiro, coxo-manifestação, juiz coxinha, azul (cor do PSDB), padrão PSDB (PSDB = agressivo, cínico), todinho tucano (todinho = fácil de controlar). Um neologismo que se destaca é presidenta como discutido em outros dados (cf. Tabelas I‘ e I.1) por ser o único que apresenta traços de uma avaliação positiva, não sendo reduzido a uma função de ironia ou de negativação, justamente por remeter ao mesmo 106 Nesses exemplos, explicitamos apenas os processos inovadores, exemplificando como essas ocorrências refletem o prestígio dentro do blog GGN. A classificação completa pode ser consultada no Anexo. 195 perfil ideológico do blog e da maioria dos usuários em um referência à petista Dilma Rousseff. A exemplificação de apenas alguns desses exemplos que trazem os processos inovadores destaca que eles estão intrinsicamente associados com a visão que o blog assumiu frente à eleição do segundo turno e, que embora apresentem uma crítica mordaz e, por vezes silenciosa, não vemos traços de alta pejoratividade que possa inibir tais neologismos. Podemos também considerar que o uso da grande maioria desses neologismos é um reflexo de um contexto sociopolíticos que se inicia com o primeiro mandato de Dilma e, que após a série de escândalos e de manifestações pró-impeachment, os usuários não intentam reduzir a discussão política-eleitoral do momento de forma jocosa, o que retiraria a seriedade que as circunstâncias exigem e definiria os padrões de formação nesse ambiente centrados na previsibilidade e regularidade, tornando claro e direto o posicionamento por ambos os gênero 196 Tabela V.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN Equalização de gênero no blog GGN RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN/Masc. GGN/Fem. Frequência Prevalência Razão de Prevalênci a (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 13705 10475 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 13705 10475 1 0 0,0073 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 13705 10475 12 12 0,0876 0,1146 1,3084 1,0469 0,2615 2,3553 Equivalência Derivação Prefixal 13705 10475 75 33 0,5472 0,3150 0,5757 0,2357 0,3400 0,8114 Redução Derivação Sufixal 13705 10475 12 26 0,0876 0,2482 2,8348 1,9390 0,8957 4,7738 Equivalência Parassintética 13705 10475 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 13705 10475 10 36 0,0730 0,3437 4,7101 3,3000 1,4101 8,0101 Elevação Comp. Coordenativa 13705 10475 4 2 0,0292 0,0191 0,6542 1,1104 -0,4562 1,7646 Equivalência Comp. bases não-autônomas 13705 10475 0 4 0,0000 0,0382 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 13705 10475 20 15 0,1459 0,1432 0,9813 0,6569 0,3243 1,6382 Equivalência Sigla/Acronímia 13705 10475 30 27 0,2189 0,2578 1,1775 0,6122 0,5653 1,7898 Equivalência Conversão 13705 10475 3 6 0,0219 0,0573 2,6167 3,6266 -1,0099 6,2433 Equivalência Semântico 13705 10475 12 23 0,0876 0,2196 2,5077 1,7503 0,7574 4,2580 Equivalência Truncação 13705 10475 1 3 0,0073 0,0286 3,9251 8,8832 -4,9582 12,8083 Equivalência Palavra-valise 13705 10475 15 12 0,1094 0,1146 1,0467 0,7945 0,2521 1,8412 Equivalência Reduplicação 13705 10475 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 13705 10475 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 13705 10475 5 7 0,0365 0,0668 1,8317 2,1022 -0,2705 3,9339 Equivalência Empréstimo: Tradução 13705 10475 0 1 0,0000 0,0095 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 13705 10475 8 4 0,0584 0,0382 0,6542 0,7852 -0,1310 1,4394 Equivalência Empréstimo: Decalque 13705 10475 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 13705 10475 208 211 1,5177 2,0143 1,3272 0,2542 1,0730 1,5814 Elevação 197 A equalização parte do número de usuárias que foi de 90. A partir desse número e contabilizando apenas o primeiro comentário, os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) desses comentários mostra que os homens geraram 196 neologismos e 208 processos, enquanto as mulheres, 170 neologismos e 211 processos. Essa equalização permite evidenciar que são as mulheres que usam neologismos contendo mais processos, algo também registrado na equalização entre gêneros (cf. Tabela II.2) e só alterado pelo espaço interativo (cf. Tabela IV.2). A recorrência da derivação prefixal no gênero masculino, tendo como os prefixos mais frequentes o anti- com 45,3% (34/75) e o ex- com 29,3% (22/75), somente concretiza essa tendência desse processo vinculado aos homens no blog GGN, reforçando essa preferência por ocorrências de tipos de processos que detenham esse caráter mais conservador. Outra diferença entre os gêneros no blog GGN recai na frequência da composição sintagmática para as mulheres, considerada aqui como um processo neutro, então, que não interfere nos resultados de uma variação estável frente à preferência por processos irregulares e regulares observada até aqui. Abaixo a frequência dos neologimos dentro da equalização dos gêneros no GGN: Tabela V‟ 2– Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros no blog GGN107 Masculino (196 neologismos) Feminino (170 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 ANTIPETISTA – 6,1% (12) BOLSA FAMÍLIA – 12,9% (22) 2 FHC – 5,6% (11) PIG – 7% (12) 3 PIG – 5,6% (11) FHC – 5,8% (10) 4 ANTIPT – 5,6% (11) PRESIDENTA – 4,1% (7) 5 ANTIPETISMO – 5,1% (10) COXINHA – 2,9% (5) 6 EX-EXCELÊNCIA – 4,5% (9) ANTIPETISMO – 2,3% (4) 7 BOLSA FAMÍLIA – 4% (8) TUCANISTÃO – 2,3% (4) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto Os neologismos mais frequentes nos comentários da equalização apenas corroboram essa tendência para uma crítica do andamento da campanha eleitoral no 2º turno contra o Partido dos Trabalhadores com mais clareza no gênero masculino enquanto no gênero feminino está mais voltado para o programa social (BOLSA FAMÍLIA) e para o apoio à candidata petista (PRESIDENTA). 107 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 198 Tabela V.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog GGN Types da Equalização de gênero no blog GGN RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras GGN (masc.) GGN (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 4006 3373 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 4006 3373 1 0 0,0250 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 4006 3373 1 1 0,0250 0,0296 1,1877 3,2920 -2,1044 4,4797 Equivalência Derivação Prefixal 4006 3373 34 27 0,8487 0,8005 0,9431 0,4765 0,4666 1,4197 Equivalência Derivação Sufixal 4006 3373 10 15 0,2496 0,4447 1,7815 1,4255 0,3560 3,2070 Equivalência Parassintética 4006 3373 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 4006 3373 5 14 0,1248 0,4151 3,3255 3,3958 -0,0703 6,7212 Equivalência Comp. Coordenativa 4006 3373 4 2 0,0999 0,0593 0,5938 1,0080 -0,4141 1,6018 Equivalência Comp. bases não-autônomas 4006 3373 0 1 0,0000 0,0296 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 4006 3373 14 9 0,3495 0,2668 0,7635 0,6394 0,1241 1,4029 Equivalência Sigla/Acronímia 4006 3373 6 5 0,1498 0,1482 0,9897 1,1746 -0,1849 2,1644 Equivalência Conversão 4006 3373 8 1 0,1997 0,0296 0,1485 0,3086 -0,1602 0,4571 Redução Semântico 4006 3373 7 9 0,1747 0,2668 1,5270 1,5083 0,0187 3,0353 Equivalência Truncação 4006 3373 1 2 0,0250 0,0593 2,3753 5,7020 -3,3267 8,0773 Equivalência Palavra-valise 4006 3373 11 9 0,2746 0,2668 0,9717 0,8560 0,1157 1,8278 Equivalência Reduplicação 4006 3373 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 4006 3373 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 4006 3373 5 6 0,1248 0,1779 1,4252 1,6915 -0,2663 3,1167 Equivalência Empréstimo: Tradução 4006 3373 0 1 0,0000 0,0296 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 4006 3373 6 1 0,1498 0,0296 0,1979 0,4191 -0,2211 0,6170 Redução Empréstimo: Decalque 4006 3373 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 4006 3373 113 103 2,8208 3,0537 1,0826 0,2891 0,7935 1,3716 Equivalência 199 Nos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, a conversão e a integração são processos que salientam as diferenças entre os gêneros, sendo a equivalência entre os principais processos em análise aqui o principal ponto desses dados, já que corrobora essa visão de variação estável sobre a preferência por ambos os padrões, com determinados neologismos respondendo sobre a alteração dessa frequência entre os gêneros. 200 Tabela VI - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA Visão geral de tokens no blog RA RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras RA (Masc.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 176113 37727 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 176113 37727 61 17 0,0346 0,0451 1,3009 0,6993 0,6016 2,0003 Equivalência Mod. Gráfica 176113 37727 11 1 0,0062 0,0027 0,4244 0,8688 -0,4444 1,2931 Equivalência Derivação Prefixal 176113 37727 391 90 0,2220 0,2386 1,0745 0,2462 0,8283 1,3207 Equivalência Derivação Sufixal 176113 37727 455 93 0,2584 0,2465 0,9541 0,2128 0,7413 1,1670 Equivalência Parassintética 176113 37727 5 0 0,0028 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 176113 37727 531 137 0,3015 0,3631 1,2044 0,2262 0,9782 1,4306 Equivalência Comp. Coordenativa 176113 37727 135 28 0,0767 0,0742 0,9682 0,3941 0,5741 1,3623 Equivalência Comp. bases não-autônomas 176113 37727 65 13 0,0369 0,0345 0,9336 0,5560 0,3777 1,4896 Equivalência Comp. Sintagmática 176113 37727 164 28 0,0931 0,0742 0,7970 0,3194 0,4776 1,1164 Equivalência Sigla/Acronímia 176113 37727 195 40 0,1107 0,1060 0,9576 0,3258 0,6318 1,2833 Equivalência Conversão 176113 37727 95 13 0,0539 0,0345 0,6388 0,3702 0,2685 1,0090 Equivalência Semântico 176113 37727 1339 245 0,7603 0,6494 0,8541 0,1163 0,7378 0,9705 Redução Truncação 176113 37727 61 17 0,0346 0,0451 1,3009 0,6993 0,6016 2,0003 Equivalência Palavra-valise 176113 37727 1655 260 0,9397 0,6892 0,7334 0,0959 0,6375 0,8292 Redução Reduplicação 176113 37727 13 6 0,0074 0,0159 2,1545 2,0842 0,0703 4,2387 Equivalência Regressiva 176113 37727 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 176113 37727 45 13 0,0256 0,0345 1,3486 0,8323 0,5163 2,1808 Equivalência Empréstimo: Tradução 176113 37727 2 0 0,0011 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 176113 37727 17 2 0,0097 0,0053 0,5492 0,8047 -0,2555 1,3538 Equivalência Empréstimo: Decalque 176113 37727 22 6 0,0125 0,0159 1,2731 1,1493 0,1239 2,4224 Equivalência TOTAL 176113 37727 5262 1009 2,9879 2,6745 0,8951 0,0603 0,8348 0,9554 Redução 201 Na visão geral do processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) nos comentários entre os gêneros no blog RA, os dados referem-se a 3.636 neologismos e 5.262 processos para os homens e 746 neologismos e 1.009 processos para as mulheres. Estaticamente vemos a equivalência na maioria dos processos, com as exceções dos processos por palavra-valise e semântico como mais frequentes no gênero masculino, embora a divergência do número de usuários e dos tokens não possa mostrar a tendência de gênero, evidencia que os processos inovadores não são considerados periféricos como observado em outros vocabulários (CORREIA et al, 2012; ALVES, 2006b). A Tabela VI‘ traz os neologismos mais frequentes em cada blog: Tabela VI‟ – Neologismos mais frequentes entre os gêneros no blog RA Masculino (3.636 neologismos) Feminino (746 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 16,7% (609) PETRALHA – 13,2% (99) 2 BOLSA FAMÍLIA – 8% (292) BOLSA FAMÍLIA – 10,5% (79) 3 LULLA – 4,2% (155) PRESIDENTA – 4,4% (33) 4 PRESIDENTA – 3,4% (127) EX-PRESIDENTE – 4% (30) 5 PETROLÃO – 2,5% (92) PETRALHADA – 2,9% (22) 6 PETRALHADA – 2,3% (85) PETROLÃO – 2,9% (22) 7 FHC – 2% (74) PRESIDANTA – 2,8% (21) 8 PRESIDANTA – 1,7% (63) LULLA – 2,6% (20) 9 EX-PRESIDENTE – 1,6% (61) FHC – 2,1% (16) 10 PTBRÁS – 1,1% (40) PAPUDA – 1,6% (12) 11 PETISMO – 1% (38) ELLA – 0,8% (6) 12 PAPUDA – 0,9% (36) ESQUERDA CAVIAR – 0,8% (6) 13 MOLUSCO – 0,8% (30) LULALÁ – 0,8% (6) 14 BLACK BLOC – 0,7% (26) MOLUSCO – 0,8% (6) 15 DILLMA – 0,7% (26) BLACK BLOC – 0,6% (5) 16 DATAFALHA – 0,6% (25) BOLIVARIANISMO – 0,6% (5) 17 APEDEUTA – 0,6% (24) DILMANTA – 0,6% (5) 18 GOVERNANTA – 0,6% (24) PETELHADA – 0,6% (5) 19 PT-PCC – 0,6% (24) POSTE – 0,6% (5) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto A semelhança entre os primeiros neologismos traz poucas informações do que foi debatido até aqui (cf. Tabelas I, III e IV), entretanto, a representativa frequência de PETRALHA e BOLSA FAMÍLIA, primeiro e segundo lugar, respectivamente, em ambos os gêneros, realça a força do primeiro item como característico desse blog, estabelecendo uma relação de identidade desse grupo que compartilha os mesmos interesses e posicionamento frente ao segundo turno e, mais especificamente, ao PT, não sendo, assim, uma inovação lexical que reflete um clima pró- 202 Aécio, mas, sim, antiPT, com o segundo item servindo para criticar essa política assistencialista- paternalista que vigorou durante esse governo. Dos neologismos distintivos, o escândalo de corrupção envolvendo a empresa petrolífera nacional, com referência de PETROLÃO em ambos os gêneros, não deixa de ter sua associação com o governo petista explícita pela formação PTBRÁS nos comentários masculinos, algo que parece imprescindível dentro desse espaço interativo. Se LULLA consta como um neologismo incomum para os gêneros, DILLMA, apenas 0,7% do total de neologismos, expõe o nível de relevância dada à candidata que busca a reeleição e o ―mentor‖ por detrás desse governo; do outro lado, o gênero feminino opta por uma formação bastante icônica LULALÁ (reduplicação = Lula + la) uma lembrança à canção durante a campanha de Lula em 1989, a qual se tornou emblemática pela associação com o período, seguida da ocorrência DILMANTA (Dilma + anta / Semântico = anta [a maneira de Dilma governar]) que expressa o alto teor de pejoratividade ao compará-la com um animal depreciativo. Os neologismos que se mesclam com a função de um recurso anafórico também apresentam alta recorrência: no gênero masculino APEDEUTA, GOVERNANTA e PT-PCC; no gênero feminino, ELLA (palavra-valise = ela + Dillma / palavra-valise = Dilma + Collor) 108 e POSTE. Se PETISMO tem um destaque relevante para a interpretação dessa ideologia associada a algo danoso, uma doença (cf. Tabela III‘) nos comentários dos homens, do lado das mulheres o neologismo BOLIVARIANISMO (derivação sufixal –ismo) remete ao novo formato da sombra do comunismo que paira sobre o Brasil presente nas manifestações em março de 1964 e retomada em março de 2014, relembrando os 50 da ditadura militar. A proximidade do governo petista com o modelo chavista ressalta que o inimigo ainda é o mesmo, modificando-se somente o país que agora parece ser o novo alicerce do regime socialista na América Latina. O decalque ESQUERDA CAVIAR entre as mulheres faz esse link com o apoio paradoxal de pessoas influentes, geralmente do meio artístico, à ideologia de esquerda, defendendo mais políticas sociais e regimes socialistas, sem nunca ter visitado uma comunidade para entender essa realidade da classe desfavorecida e/ou preferirem viver em países capitalistas, revelando uma ideologia baseada em teoria, mas com pouca prática. 108 Nessa ocorrência é preciso compreender que há um processo para que o pronome ‗ela‘ passa a ser escrito com o duplo L como discutido na Tabela I. Primeiro, Dilma > Dillma > ela > ella. Assim, é relevante destacar o papel da recursividade, que é a partir de Dillma (com um registro anterior) que a ocorrência ella tem origem. 203 Tabela VI.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA Visão geral no blog RA RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras RA (Masc.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 24387 8913 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 24387 8913 36 12 0,1476 0,1346 0,9120 0,5959 0,3162 1,5079 Equivalência Mod. Gráfica 24387 8913 10 1 0,0410 0,0112 0,2736 0,5625 -0,2888 0,8361 Redução Derivação Prefixal 24387 8913 194 47 0,7955 0,5273 0,6629 0,2112 0,4516 0,8741 Redução Derivação Sufixal 24387 8913 168 45 0,6889 0,5049 0,7329 0,2411 0,4918 0,9740 Redução Parassintética 24387 8913 2 0 0,0082 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 24387 8913 131 44 0,5372 0,4937 0,9190 0,3139 0,6051 1,2329 Equivalência Comp. Coordenativa 24387 8913 75 23 0,3075 0,2581 0,8391 0,3920 0,4471 1,2311 Equivalência Comp. bases não-autônomas 24387 8913 26 7 0,1066 0,0785 0,7366 0,6148 0,1218 1,3515 Equivalência Comp. Sintagmática 24387 8913 85 19 0,3485 0,2132 0,6116 0,3042 0,3074 0,9158 Redução Sigla/Acronímia 24387 8913 39 13 0,1599 0,1459 0,9120 0,5725 0,3395 1,4845 Equivalência Conversão 24387 8913 38 8 0,1558 0,0898 0,5760 0,4392 0,1368 1,0152 Equivalência Semântico 24387 8913 166 38 0,6807 0,4263 0,6263 0,2208 0,4056 0,8471 Redução Truncação 24387 8913 17 10 0,0697 0,1122 1,6095 1,2572 0,3523 2,8667 Equivalência Palavra-valise 24387 8913 244 53 1,0005 0,5946 0,5943 0,1765 0,4178 0,7709 Redução Reduplicação 24387 8913 4 1 0,0164 0,0112 0,6840 1,4989 -0,8149 2,1830 Equivalência Regressiva 24387 8913 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! Equivalência Empréstimo: Estrangeirismo 24387 8913 11 6 0,0451 0,0673 1,4924 1,4846 0,0079 2,9770 Redução Empréstimo: Tradução 24387 8913 2 0 0,0082 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 24387 8913 11 2 0,0451 0,0224 0,4975 0,7495 -0,2521 1,2470 Equivalência Empréstimo: Decalque 24387 8913 4 1 0,0164 0,0112 0,6840 1,4989 -0,8149 2,1830 Equivalência TOTAL 24387 8913 1263 330 5,1790 3,7025 0,7149 0,0866 0,6283 0,8015 Redução 204 Na visão geral dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários, observamos que a subtração dos neologismos iguais demonstra um alto índice de frequência em diferentes processos entre os homens. O gênero masculino registra 24,4% (889 lexemas/3.636 lexias) de types e 1.263 processos, enquanto o gênero feminino contabilizou 35,6% (266 lexemas/746 lexias) de types e 330 processos. Mantendo a alta recorrência dos processos inovadores, o gênero masculino também apresenta uma preferência pelos processos mais conservadores, o que faz com essa padronização evidencie uma inexistência de avaliação por determinados processos que assegure o valor de prestígio, ocorrendo que neologismos específicos é que deteriam essa avaliação como já mostrado pelo neologismo PETRALHA que se encontra em 5% (63/889) do total de lexemas e corresponde a 25,8% (63/244) da palavra-valise e 37,9% (63/166) do semântico. 205 Tabela VI.2 - Cálculo de significância estatística de tokens na equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA Equalização de gênero no blog RA RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras RA (Masc.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 19760 18264 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 19760 18264 5 4 0,0253 0,0219 0,8655 1,1380 -0,2725 2,0035 Equivalência Mod. Gráfica 19760 18264 2 1 0,0101 0,0055 0,5410 1,2986 -0,7576 1,8395 Equivalência Derivação Prefixal 19760 18264 38 40 0,1923 0,2190 1,1389 0,5056 0,6332 1,6445 Equivalência Derivação Sufixal 19760 18264 71 41 0,3593 0,2245 0,6248 0,2402 0,3846 0,8650 Redução Parassintética 19760 18264 3 0 0,0152 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 19760 18264 75 63 0,3796 0,3449 0,9088 0,3044 0,6044 1,2132 Equivalência Comp. Coordenativa 19760 18264 11 6 0,0557 0,0329 0,5901 0,5870 0,0031 1,1772 Equivalência Comp. bases não-autônomas 19760 18264 11 6 0,0557 0,0329 0,5901 0,5870 0,0031 1,1772 Equivalência Comp. Sintagmática 19760 18264 16 6 0,0810 0,0329 0,4057 0,3807 0,0250 0,7864 Redução Sigla/Acronímia 19760 18264 17 19 0,0860 0,1040 1,2092 0,7912 0,4180 2,0004 Equivalência Conversão 19760 18264 4 5 0,0202 0,0274 1,3524 1,7781 -0,4257 3,1305 Equivalência Semântico 19760 18264 131 120 0,6630 0,6570 0,9911 0,2455 0,7456 1,2365 Equivalência Truncação 19760 18264 9 7 0,0455 0,0383 0,8415 0,8312 0,0103 1,6727 Equivalência Palavra-valise 19760 18264 133 128 0,6731 0,7008 1,0412 0,2527 0,7885 1,2939 Equivalência Reduplicação 19760 18264 5 2 0,0253 0,0110 0,4328 0,7097 -0,2769 1,1424 Equivalência Regressiva 19760 18264 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 19760 18264 4 8 0,0202 0,0438 2,1638 2,5971 -0,4333 4,7609 Equivalência Empréstimo: Tradução 19760 18264 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 19760 18264 4 0 0,0202 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 19760 18264 3 2 0,0152 0,0110 0,7213 1,2905 -0,5692 2,0118 Equivalência TOTAL 19760 18264 542 458 2,7429 2,5077 0,9142 0,1137 0,8005 1,0280 Equivalência 206 Da equalização dos gêneros, partimos do numero total de mulheres que correspondeu a 209. A tabela acima ilustra os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos primeiros comentários dos 209 usuários de cada gênero. Registraram- se 379 neologismos e 542 processos para homens e 339 neologismos e 458 processos para mulheres. Nessa visão equalizadora, podemos afirmar que há uma variação estável entre os processos conservadores e inovadores, de modo geral, porém, com os homens, assim como no ambiente GGN (cf. Tabela V e V.2), apresentando um caráter mais conservador pela alta frequência da derivação sufixal em seus comentários, bem diferente de pesquisas sociolinguísticas que apontam que os homens liderariam primeiramente o uso de variantes inovadoras (LABOV, 1990; TRUDGILL, 1972), como mostra o status desses padrões de formação dentro desse vocabulário, mais especificamente, nesse espaço interativo. Analisemos agora os neologismos mais frequentes entre os gêneros: Tabela VI‟.2 – Neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros no blog RA109 Masculino (379 neologismos) Feminino (339 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 17,1% (65) PETRALHA – 15,9% (54) 2 BOLSA FAMÍLIA – 12,9% (49) BOLSA FAMÍLIA – 10,6% (36) 3 BANCADA DA BALA – 2,3% (9) PRESIDENTA – 4,7% (16) 4 FHC – 1,8% (7) LULLA – 4,1% (14) 5 OTIMILDO – 1,8% (7) PRESIDANTA – 4,1% (14) 6 PRESIDANTA – 1,8% (7) EX-PRESIDENTE – 3,5% (12) 7 PETRALHADA – 1,8% (7) PETRALHADA – 3,5% (12) 8 PETISMO – 1,5% (6) PETROLÃO – 2,9% (10) 9 PRESIDENTA – 1,3% (5) FHC – 2% (7) Fonte: Elaboração própria *N – Número absoluto O neologismo OTIMILDO que aparece entre os neologismos mais frequentes da equalização entre os gêneros (cf. Tabela II‘) está relacionado com o gênero masculino no RA, o que explica a denotação de uma resposta aos discursos da esquerda sobre aqueles que descredenciam os avanços que o PT alcançou durante sua gestão, os PESSIMILDOS, destacando somente números negativos, os quais seriam pontuais e momentâneos. Com esse neologismo por 109 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 207 derivação sufixal, conseguimos vislumbrar que também o recurso estilístico é um componente importante contido no sufixo –ildo que, embora de baixa produtividade (VIARO; FERREIRA; GUIMARÃES FILHO, 2014), detém essa acepção de desqualificação por um processo de analogia. Assim como BANCADA DA BALA, a qual detém essa frequência em apenas um comentário de um usuário, defendendo esse aumento de parlamentares com histórico militar como uma mostra da necessidade social por mais segurança. Enquanto no gênero feminino, os neologismos centram-se na referência petista, sem adentrar nessas questões sobre as demandas sociais ou uma crítica mais direta em face de neologismos que atentem contra os usuários que se posicionam contrários a esse governo. 208 Tabela VI.3 - Cálculo de significância estatística nos types da equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no blog RA Types da equalização de gênero RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras RA (Masc.) RA (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 5648 5166 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 5648 5166 5 4 0,0885 0,0774 0,8746 1,1500 -0,2753 2,0246 Equivalência Mod. Gráfica 5648 5166 2 1 0,0354 0,0194 0,5467 1,3122 -0,7656 1,8589 Equivalência Derivação Prefixal 5648 5166 34 29 0,6020 0,5614 0,9325 0,4620 0,4705 1,3945 Equivalência Derivação Sufixal 5648 5166 31 28 0,5489 0,5420 0,9875 0,5046 0,4829 1,4921 Equivalência Parassintética 5648 5166 2 0 0,0354 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 5648 5166 22 16 0,3895 0,3097 0,7951 0,5121 0,2831 1,3072 Equivalência Comp. Coordenativa 5648 5166 7 6 0,1239 0,1161 0,9371 1,0219 -0,0848 1,9590 Equivalência Comp. bases não-autônomas 5648 5166 8 3 0,1416 0,0581 0,4100 0,5440 -0,1340 0,9540 Redução Comp. Sintagmática 5648 5166 9 13 0,1593 0,2516 1,5792 1,3422 0,2370 2,9214 Equivalência Sigla/Acronímia 5648 5166 7 7 0,1239 0,1355 1,0933 1,1454 -0,0521 2,2387 Equivalência Conversão 5648 5166 3 4 0,0531 0,0774 1,4577 2,1822 -0,7245 3,6399 Equivalência Semântico 5648 5166 30 20 0,5312 0,3871 0,7289 0,4124 0,3165 1,1413 Equivalência Truncação 5648 5166 6 6 0,1062 0,1161 1,0933 1,2372 -0,1439 2,3305 Equivalência Palavra-valise 5648 5166 44 29 0,7790 0,5614 0,7206 0,3378 0,3828 1,0584 Equivalência Reduplicação 5648 5166 2 1 0,0354 0,0194 0,5467 1,3122 -0,7656 1,8589 Equivalência Regressiva 5648 5166 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 5648 5166 2 8 0,0354 0,1549 4,3732 6,7764 -2,4031 11,1496 Equivalência Empréstimo: Tradução 5648 5166 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 5648 5166 4 0 0,0708 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 5648 5166 1 1 0,0177 0,0194 1,0933 3,0305 -1,9372 4,1238 Equivalência TOTAL 5648 5166 219 176 3,8775 3,4069 0,8786 0,1743 0,7043 1,0530 Equivalência 209 Nos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, temos uma estruturação diferente do que observamos até aqui. A equivalência em todos os processos evidencia que a recorrência de alguns processos, os quais têm uma relevância estatística significativa entre o gênero masculino, correspondem a neologismos repetidos, como já discutido, com certo prestígio que resulta em uma intensa recursividade. A composição por base(s) não-autônomas é pela primeira vez, dentro das análises do fator de gênero, um processo que apresenta-se como significativo entre os homens, remetendo, em sua maioria, a formações que expõem: casos de corrupção propinoduto (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [latim] (- duto), valerioduto; superfaturamento aeroLula (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (aero-) + autônoma); críticas à ideologia esquerdopata (Composição subordinativa entre base autônoma não-autônoma [grego] (-pata)) e às mídias que são alinhadas com a esquerda petista e/ou são financiadas por esse governo corporificada na ocorrência típica de blogs de direita esgotosfera (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (-sfera); e neologismos que mostram a discordância de alguns programas feitos por petistas em âmbito municipal e que parecem ganhar força em nível nacional, como, por exemplo, a criação das ciclofaixas em detrimento de espaços mais condizentes com a demanda da frota de carros nas grandes cidades, ciclocarroça (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (ciclo- ) e autônoma) e ciclopetralha. 210 Tabela VII - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens entre o espectro de esquerda e o espectro de direita Visão geral entre os espectros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda Direita Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 65970 30783 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 65970 30783 4 19 0,0061 0,0617 10,1796 10,9760 -0,7964 21,1555 Equivalência Mod. Gráfica 65970 30783 3 0 0,0045 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 65970 30783 203 52 0,3077 0,1689 0,5490 0,1672 0,3817 0,7162 Redução Derivação Sufixal 65970 30783 178 89 0,2698 0,2891 1,0715 0,2727 0,7989 1,3442 Equivalência Parassintética 65970 30783 1 0 0,0015 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 65970 30783 100 148 0,1516 0,4808 3,1717 0,8047 2,3670 3,9765 Elevação Comp. Coordenativa 65970 30783 38 44 0,0576 0,1429 2,4814 1,0771 1,4044 3,5585 Elevação Comp. bases não-autônomas 65970 30783 18 13 0,0273 0,0422 1,5478 1,1042 0,4436 2,6519 Equivalência Comp. Sintagmática 65970 30783 127 42 0,1925 0,1364 0,7087 0,2473 0,4615 0,9560 Redução Sigla/Acronímia 65970 30783 213 32 0,3229 0,1040 0,3220 0,1196 0,2023 0,4416 Redução Conversão 65970 30783 67 19 0,1016 0,0617 0,6077 0,3096 0,2981 0,9173 Redução Semântico 65970 30783 143 327 0,2168 1,0623 4,9006 0,9630 3,9376 5,8635 Elevação Truncação 65970 30783 16 11 0,0243 0,0357 1,4734 1,1311 0,3423 2,6044 Equivalência Palavra-valise 65970 30783 135 371 0,2046 1,2052 5,8895 1,1603 4,7292 7,0497 Elevação Reduplicação 65970 30783 1 1 0,0015 0,0032 2,1431 5,9403 -3,7972 8,0833 Equivalência Regressiva 65970 30783 2 0 0,0030 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 65970 30783 64 7 0,0970 0,0227 0,2344 0,1829 0,0515 0,4173 Redução Empréstimo: Tradução 65970 30783 0 1 0,0000 0,0032 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 65970 30783 42 5 0,0637 0,0162 0,2551 0,2366 0,0186 0,4917 Redução Empréstimo: Decalque 65970 30783 3 1 0,0045 0,0032 0,7144 1,6167 -0,9024 2,3311 Equivalência TOTAL 65970 30783 1358 1182 2,0585 3,8398 1,8653 0,1454 1,7199 2,0108 Elevação 211 Devido ao grande número de usuários diferentes no blog RA durante o período analisado, tornou-se uma tarefa bem difícil identificar o perfil ideológico pelo alto índice de comentários, mas de reduzida frequência dos mesmos participantes. Do outro lado, o blog GGN, por apresentar um número menor de usuários, mas assíduos, possibilitou aplicarmos o questionário DataFolha (2013) de forma mais ampla, porém, poucos identificados utilizaram neologismos. Por essa conjuntura, decidimos, como mencionado em nossa metodologia, atribuir determinado perfil quando identificávamos dois posicionamentos iguais de uma mesma ideologia. Embora a metodologia desse tipo de questionário seja de uma aplicação total (SELIGER, 1976) para uma visão mais detalhada sobre o comportamento de cada perfil, no entanto, impossível pelo tempo da pesquisa e pela limitação dos próprios espaços interativos, adotamos uma solução intermediária ao tratar de uma ―tendência‖ frente a determinado espectro, recaindo na proposta do continuum da escala OED, ao invés de incorrermos em um erro mantendo uma classificação fechada. Dessa forma, conseguimos identificar 76 usuários de tendência de esquerda e 60 de tendência de direita. Apenas ressaltando que automaticamente o espectro de esquerda refere-se aos participantes no blog GGN e o espectro de direita, aos usuários no blog RA, por serem a ampla maioria em seus respectivos espaços, não sofrendo nenhum tipo de restrição em relação a sua tendência ideológica, seja por parte do blog ou dos usuários. Assim, a visão geral dos processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários desses usuários, (76 de esquerda e 60 de direita), contabilizou 1.134 neologismos e 1.358 processos no GGN enquanto no RA, 735 neologismos e 1.182 processos. Nessa Tabela VII, vamos adentrar em um ponto que foi levantado desde a Tabela I, mas que resolvemos abordar mais detalhadamente a partir de agora considerando o fator ideológico como o principal elemento desencadeador para a construção do valor identitário face à preferência por determinados padrões de formação. Os dados da tabela acima vêm corroborando essa tendência por determinados processos no GGN e no RA (cf. Tabela I, Tabela III e Tabela IV). No entanto, nesse momento, o perfil ideológico está inserido, devendo, portanto, também ser correlacionado processos e espectro político dos usuários, desse modo, temos derivação prefixal, composição sintagmática, 212 sigla/acronímia, estrangeirismo e decalque na tendência de esquerda e composição subordinativa e coordenativa, palavra-valise e semântico na tendência de direita. Já discutimos esses padrões e a questão da restrição, do encaixamento e da avaliação (LABOV, 1994; 1982; 1980) para o predomínio de cada um em relação ao espaço interativo e ao fator de gênero. Nesse momento, precisamos discutir como essa preferência por determinados PFPs estaria associada à orientação ideológica do usuário e como essa construção identitária se processaria, agregando o valor dentro do grupo em que esses padrões estão inseridos. No ambiente virtual, mais especificamente nos blogs de política, foco dessa dissertação, permite-se certa flexibilidade da organização social existente no mundo físico, favorecida por interações mais dinâmicas e o fator do anonimato. Entretanto, o surgimento de um grupo social e, sobretudo, a inserção de um indivíduo no mesmo segue as regras fixas tradicionais contempladas e já estabelecidas fora desse universo online. A necessidade de se inserir em um grupo com as mesmas ideias como uma forma de fortalecer posicionamentos e valores confere, por vezes, na composição desse conjunto, uma linha divisória de ―nós‖ e ―eles‖ (DURANTI, 1999). O comportamento individual é orientado pela construção identitária frente ao outro, tendo como base os padrões socioculturais que atuam como guia para esse processo. Entretanto, como lembra Hall (2001, p. 12-13), essa identidade social em um mundo pós-moderno se torna complexa, variável e, por vezes, ocasionado o surgimento de várias identidades: A identidade torna-se uma ―celebração móvel‖: formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam [...] à medida em que os sistemas de significação e representação cultural se multiplicam, somos confrontados por uma multiplicidade desconcertante e cambiante de identidades possíveis [...] O que estamos tentando visualizar é como uma ideologia consegue influenciar a identidade do indivíduo nessa aceleração virtual, contribuindo para fragmentá-la ainda mais, ao mesmo tempo em que consegue que ela assuma algumas características ideológicas. Primeiramente, temos que entender que a identidade se concretiza na relação com o outro. Sendo o meio pelo qual o sujeito se apoia e se situa no mundo, a identidade é uma projeção da percepção subjetiva (identidade pessoal), do reconhecimento no meio social (identidade social) e dos valores partilhados por um povo (identidade cultural). 213 O valor identitário se processa nas similaridades existentes entre o usuário e o espaço condensado/materializado, como observado nessa pesquisa, na utilização de padrões de formação de palavras, alguns associados a neologismos específicos e característicos em cada blog, que passam a funcionar como esse elo ao assimilar satisfatoriamente essa representação. Esse processamento só ocorre no coletivo, entretanto, é a escolha individual que permite agregar maior empoderamento a essa interação social, a qual é estabelecida por finalidades incomuns, no caso de debater o contexto político-eleitoral e que se intensifica pela identificação de uma mesma perspectiva. Buscando essa relação de identificação com um grupo com diferentes variáveis, o sujeito passa a adotar o modelo sociocomunicativo, incorporado por alguns PFPs que estão contextualmente associados com determinados neologismos. A palavra, sendo um fenômeno ideológico por excelência (BAKHTIN, 1981, p. 36), adquire um papel relevante ao transmitir um sentido desejado, direcionando de forma implícita uma ideologia que caberá ao sujeito como será absorvida essa transmissão. A partir do momento que esse compartilhamento se processa, a identidade social do sujeito, a qual está se moldando constantemente em relação ao outro (HALL, 2001) para a tomada de posições, internaliza parte desse novo conteúdo ideológico (CASTELLS, 1999), partindo dos aspectos mais incomuns com o ―eu‖. Ao adotar o mesmo padrão de expressão, o uso de determinados neologismos frequentemente e PFPs que acabam por se tornarem distintivos, alguns com um histórico que ressalta essa perspectiva, tais como, PETRALHA e ANTIPETISTA, palavra-valise e derivação prefixal, o usuário busca, de fato, uma inserção que o torne parte desse grupo de forma mais integral e não superficial. O sentimento de pertencimento relaciona-se em mesmo nível de igualdade com a identificação após a incorporação no grupo. A ideologia em cada blog ao ser assimilada, total ou parcialmente, consegue alguns dos seus principais objetivos: o mascaramento da realidade e a manutenção da relação da dominância (MARX; ENGELS, 1977). Destarte, é preciso não apenas apreender o conteúdo, como também a função que cada forma simbólica designa. Em relação aos PFPs, constatamos que os processos mais inovadores estão correlacionados ao recurso estilístico que tem como função depreciar e negativar a ideologia oposta. Enquanto os processos mais conservadores se restringem a apontar movimento contrários 214 (anti-) e indivíduos que deixaram de ser representantes de seus ideais (ex-), tendo, portanto, um caráter essencialmente crítico, sem margem para a comicidade que tenderia a desviar o foco dos pontos importantes a serem debatidos. Cada um desses PFPs reflete como cada ideologia se orientou para difundir seus ideais e ser mais eficiente na divulgação do que considerava relevante. A crítica de forma satírica na tendência de direita e a crítica de modo mais sério na tendência de esquerda sumarizam o momento de atualização desses espectros. De um lado, a direita passa por um novo ciclo que, no mundo ocidental, começa a se intensificar após os ataques terroristas que expõem a fragilidade da defesa mundial e o agravamento da crise dos refugiados ameaçando a soberania dos países europeus, consolidando-se, recentemente, na vitória do conservador Donald Trump no sistema político mais influente do mundo em conjunto com o referendo positivo para a saída do Reino Unido do bloco da União Europeia; no Brasil, pode ser datado mais explicitamente com o final do primeiro mandato de Dilma Rousseff, pelas manifestações contrárias ao governo em março de 2014 e somado às operações realizadas pelo Ministério Público em conjunto com a polícia federal, tendo como símbolo a Operação Lava-Jato, que envolveram membros do governo e da base em escândalos de propina, os quais contribuíram para desestabilizar a imagem petista, criando um clima de otimismo entre aqueles que se encontravam longe do poder a tanto tempo, dando espaço para uma direita revigorada e mais animada, com um senso crítico mais leve voltado para a ironia típica desse espectro, embora ensejando o mesmo tom reacionário do conservadorismo tradicional. Do lado da esquerda, podemos visualizar um ciclo de retraimento com a falência de vários governos na América Latina e o desembargo de Cuba, promovendo um maior estreitamento com o mundo capitalista e, que no Brasil, passa por um conflito ao se afastar do pensamento ideológico para conseguir governar, principalmente, quando decide se afastar e não se pronunciar sobre seus partidários no controverso caso mensalão, nem em defesa, nem em repúdio, resultando em críticas por parte dos próprios apoiadores do partido que alicerçou a esquerda no país após a ditadura militar, gerando mais tensão ao redor desse espectro. 215 Examinaremos a partir de agora os neologismos mais frequentes em cada espectro, ilustrados na Tabela VII‘: Tabela VII‟– Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens entre os espectros110 Esquerda (1.134 neologismos) Direita (735 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PIG – 9,4% (107) PETRALHA – 21,3% (157) 2 FHC – 6,9% (79) BOLSA FAMÍLIA – 7% (52) 3 PRESIDENTA – 3,7% (43) LULLA – 3,2% (24) 4 BOLSA FAMÍLIA – 3,7% (42) PETRALHADA – 3,1% (23) 5 TROLL – 3,4% (39) FHC – 2,3% (17) 6 COXINHA – 2,5% (29) PETROLÃO – 2,1% (16) 7 ANTIPETISTA – 2,2% (25) PRESIDENTA – 2% (15) 8 AÓCIO – 1,9% (22) EX-PRESIDENTE – 1,9% (14) 9 EX-PRESIDENTE – 1,5% (18) CANALHA-PETRALHA-FASCISTA – 1,3% (10) 10 ANTIPETISMO – 1,4% (17) ESQUERDOPATA – 1,2% (9) 11 PETRALHA – 1,4% (16) PETISMO – 1,2% (9) 12 GRANDE MÍDIA – 1,3% (15) DILLMA – 1% (8) 13 TUCANISTÃO – 1,3% (15) GOVERNANTA – 1% (8) 14 AECISTA – 1% (12) PAPUDA – 1% (8) 15 PSDBISTA – 1% (12) PRESIDANTA – 1% (8) 16 MARINISTA – 0,8% (10) PRESIDENTE-CANDIDATA – 0,9% (7) 17 MÍDIA GOLPISTA – 0,8% (10) QUADRILHA PETRALHA – 0,9% (7) 18 TUCANOADJ – 0,8% (10) APEDEUTA – 0,8% (6) 19 TWITTER – 0,8% (10) MOLUSCO – 0,8% (6) 20 --------------------- PTBRÁS – 0,8% (6) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Os neologismos mais frequentes também nos transmitem muito sobre como cada perfil ideológico enxerga o outro. Mais especificamente no blog RA, com a condução do próprio autor do espaço que parece atribuir mais força para à adesão dos usuários, impulsionando o neologismo mais significativo que é PETRALHA, podemos dizer que esse neologismo é o centro do campo nocional da inovação lexical verificada no blog. A partir dele, LULLA e DILLMA apenas estendem o grau de responsabilidade, PETROLÃO, a dimensão dos problemas evidenciados nas gestões petistas e ESQUERDOPATA, para referenciar aqueles que apoiam essa ideologia. Por outro lado, também podemos observar o que essa ideologia mascara quando enfatiza a ocorrência PETRALHA, imputando todos os problemas do país a um só partido, a uma só ideologia, esquecendo que mais nitidamente no governo FHC é que começa a ser exposta a gestão 110 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 216 fraudulenta da petrolífera, tendo o pior acidente da empresa com o afundamento da plataforma P- 36 que, além do prejuízo material de US$ 4 bilhões, deixou 11 funcionários mortos. Como justifica do próprio jornalista, a frequência do neologismo deve-se mais ao fato dos escândalos se tornaram ―o norte moral‖ do partido111 do que propriamente sua influência. Outro ponto é a ocorrência QUADRILHA PETRALHA, o que inferimos pelo determinante dessa composição subordinativa que há outros tipos, mas não mencionados ao longo desse período, inferindo que esse tipo seja o mais perigoso por estar no comando do país. Há referências somente aos casos de corrupção no governo petista, PETROLÃO e PTBRÁS, entretanto, nenhuma menção sobre o mensalão tucano e o trensalão que envolvem membros do PSDB. No outro extremo, no blog GGN, temos PIG como o centro do campo nocional da neologia. A especificação de GRANDE MÍDIA e MÍDIA GOLPISTA denota essa percepção sobre os veículos que divulgam informações contrárias ao Partido dos Trabalhadores em um nível de conspiração nacional. As ocorrências COXINHA e TROLL expõem essa polaridade, na qual se há uma discordância ou crítica ao petismo, automaticamente, o usuário é da oposição e, consequentemente, pertencente a um nível de vida que está sendo ameaçado com as oportunidades que o BOLSA FAMÍLIA está oferecendo para famílias de baixa renda. A crítica sobre a perpetuação no poder do governo tucano no estado de São Paulo, o renomado TUCANISTÃO, contradiz com a própria gestão petista almejando o quarto mandato seguido e com a possibilidade levantada, ainda durante o segundo turno, de uma campanha para uma candidatura de Lula em 2018, sem considerar que o PT votou contra a reeleição presidencial no passado, aceitando desfrutar de algo que deslegitimou somente quando é beneficiário. Outro ponto que cabe ressaltar é que dentro dos dois blogs ―mensalão‖ (que já se encontra dicionarizado no Aurélio 2010) remete automaticamente ao PT, sendo necessário haver essa especificidade de outros casos semelhantes envolvendo outros partidos, por isso, apenas uma ocorrência registrada, no próprio GGN, ao MENSALÃO PETISTA. O próprio neologismo AÓCIO remete apenas à fama de playboy que o político recebeu, do que propriamente a um caso de corrupção, o que pode se explicar pela ênfase em uma defesa pró-PT e não um ataque antiPSDB. Na referência aos eleitores MARINISTA, destaca-se que após o resultado efetivo do primeiro turno, não agraciado pelos institutos de pesquisa, a direção desses apoiadores não foi por serem AECISTA(s) OU 111 Disponível em: < http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/pt-tenta-mudar-o-conteudo-da-minha-criacao-e- transformar-petralha-em-algo-positivo/> Acesso em: 29/11/2016. 217 PSDBISTA(s), mas uma escolha de ser ANTIPETISTA. É interessante essa insistência no movimento ANTPETISTA, ANTIPETISMO e sempre apontando o MENSALÃO TUCANO em Minas Gerais que ainda não foi julgado, porém, sempre defendendo que o mensalão petista não passou de um MENTIRÃO (mentira + mensalão), com poucas menções sobre o novo escândalo envolvendo a Petrobrás, apenas justificativas que defendem a compra da refinaria de Passadena. Essa ausência de referência a acontecimentos que já estão consolidados em determinados neologismos no vocabulário sobre política evidencia que a neologia está direcionada objetivamente, evitando-se utilizar neologismos para expressar algo que não se reconhece como fato, portanto, desnecessários e irrelevantes para a discussão que está sendo promovida em cada espaço. Ou seja, a ideologia dominante em cada blog restringiu a neologia a revelar o que havia de negativo e falho da ideologia oposta, funcionando como um ataque defensivo ao expor os erros do outro, que supostamente eram mais graves e, por isso, dando ênfase em neologismos específicos que mascarou fatos relevantes para o debate no pleito eleitoral e difundiu, através da persuasão de sujeitos que se identificaram com os grupos sociais, ocorrências neológicas que sustentassem o viés intencionado de cada perfil. Os neologismos em comum também são relevantes por apresentarem um uso bem específico em cada grupo ideológico. Se FHC é utilizado no GGN para expor as mazelas de um governo tucano, no RA a sigla é referida para enaltecer os projetos do ex-presidente. Os traços semânticos de negatividade e de positividade que envolvem o neologismo PRESIDENTA reforçam os estereótipos de cada espectro ao expor como a língua está correlacionada a uma relação de poder, deixando entrever a intencionalidade do que está por detrás de um repertório lexical que busca legitimação, mas que, por outro lado, é avaliado negativamente quando se percebe o que essa escolha intenta obter ao retratar a figura da mulher vitimizada que agora recebe o espaço que lhe é direito concedido pelo viés da ideologia de esquerda. O programa social BOLSA FAMÍLIA defendido por ser um avanço ao permitir mais oportunidade a famílias de baixa renda ou criticado pelo estímulo ao assistencialismo explicita um dos principais pontos que diferenciam essas ideologias, pautando-se nas desigualdades entre as classes, como algo irremediável ou atrelado a falta de políticas sociais voltadas para esse fim (BRESSER-PEREIRA, 2000; SILVA, 1996; BOBBIO, 1994). 218 O neologismo PETRALHA é um dos casos que torna claro o poder que uma formação adquire e começa a ser difundida fora do grupo social inicial, aparecendo em um grupo cuja ideologia é alvo desse neologismo, não podendo ser meramente ignorada como irrelevante como acontece com outros casos. Assim, enquanto esse neologismo é usado até mesmo como uma assinatura nos comentários dos usuários de direita, no GGN, esse neologismo aparece para a sua invalidação e desqualificação, o que contribui para que o valor identitário do grupo ideológico que o propagou primeiramente aufira maior força e prestígio pela réplica advinda do grupo opositor. Ao difundir neologismos específicos e os PFPs que carregam os traços de cada perfil, o usuário assimila as características da ideologia dominante, mas ao utilizar a recursividade, ou seja, um neologismo como base para gerar outro neologismo (podendo essa segunda formação ser ou não originária do grupo em questão), podemos dizer há também a própria identidade pessoal do indivíduo que não simplesmente reproduz, mas adquire uma autonomia que possibilita que o sujeito se enxergue dentro desse grupo. O ambiente virtual ao gerar novas interações redefiniu as relações sociais e o modo como a apropriação e distribuição (PARRA, 2014) das formas simbólicas serão utilizadas, já que o centro não é mais o emissor, mas o usuário que, colocado como um importante elemento da difusão ideológica, assume nessa relação identitária o papel de dividir e compartilhar, mas tão importante quanto, o de introduzir elementos que agreguem maior peso ao grupo ao qual pertence ativamente. 219 Tabela VII.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types entre o espectro de esquerda e o espectro de direita Visão geral entre os espectros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda Direita Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 12134 8389 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 12134 8389 2 13 0,0165 0,1550 9,4017 13,9966 -4,5949 23,3983 Equivalência Mod. Gráfica 12134 8389 3 0 0,0247 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 12134 8389 101 29 0,8324 0,3457 0,4153 0,1715 0,2438 0,5868 Redução Derivação Sufixal 12134 8389 97 44 0,7994 0,5245 0,6561 0,2337 0,4224 0,8898 Redução Parassintética 12134 8389 1 0 0,0082 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 12134 8389 50 59 0,4121 0,7033 1,7068 0,6430 1,0637 2,3498 Elevação Comp. Coordenativa 12134 8389 35 28 0,2884 0,3338 1,1571 0,5750 0,5821 1,7322 Equivalência Comp. bases não-autônomas 12134 8389 4 4 0,0330 0,0477 1,4464 2,0046 -0,5582 3,4511 Equivalência Comp. Sintagmática 12134 8389 61 30 0,5027 0,3576 0,7114 0,3109 0,4004 1,0223 Equivalência Sigla/Acronímia 12134 8389 15 10 0,1236 0,1192 0,9643 0,7716 0,1927 1,7359 Equivalência Conversão 12134 8389 40 8 0,3297 0,0954 0,2893 0,2196 0,0697 0,5089 Redução Semântico 12134 8389 34 69 0,2802 0,8225 2,9354 1,2055 1,7299 4,1409 Elevação Truncação 12134 8389 13 5 0,1071 0,0596 0,5563 0,5738 -0,0175 1,1301 Equivalência Palavra-valise 12134 8389 46 81 0,3791 0,9656 2,5470 0,9216 1,6253 3,4686 Elevação Reduplicação 12134 8389 1 1 0,0082 0,0119 1,4464 4,0093 -2,5628 5,4557 Equivalência Regressiva 12134 8389 2 0 0,0165 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 12134 8389 8 4 0,0659 0,0477 0,7232 0,8680 -0,1448 1,5912 Equivalência Empréstimo: Tradução 12134 8389 0 1 0,0000 0,0119 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 12134 8389 15 5 0,1236 0,0596 0,4821 0,4880 -0,0059 0,9701 Redução Empréstimo: Decalque 12134 8389 3 1 0,0247 0,0119 0,4821 1,0912 -0,6090 1,5733 Equivalência TOTAL 12134 8389 531 392 4,3761 4,6728 1,0678 0,1394 0,9284 1,2072 Equivalência 220 Com a contabilização dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários, temos 405 neologismos e 531 processos para a tendência de esquerda contra 254 neologismos e 392 processos para a tendência de direita. Dessa vez, observamos não somente a derivação prefixal como também a derivação sufixal como processos diferenciadores entre a esquerda, enquanto palavra-valise e semântico como processos mais frequentes na direita. A conversão e a integração se mantêm como processos mais recorrentes entre o perfil de esquerda (cf. Tabela VII) algo que está relacionado ao próprio fator blog que promoveu a produtividade desses PFPs. O fator espaço-tempo é muito importante para que a ideologia da dicotomia esquerda- direita consiga interpelar, através de neologismos com traços sócio-históricos, os usuários (sujeitos) fazendo com que assumam as características do grupo social, identificados em PFPs específicos que adquirem o status de difundir o discurso dominante. 221 Tabela VII.2- Cálculo de significância estatística na equalização entre o espectro de esquerda e o espectro de direita Equalização dos espectros ideológicos RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda Direita Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 6203 4917 0 3 0,0000 0,0610 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 6203 4917 19 10 0,3063 0,2034 0,6640 0,5084 0,1555 1,1724 Equivalência Derivação Sufixal 6203 4917 13 19 0,2096 0,3864 1,8438 1,3008 0,5430 3,1445 Equivalência Parassintética 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 6203 4917 15 15 0,2418 0,3051 1,2615 0,9029 0,3587 2,1644 Equivalência Comp. Coordenativa 6203 4917 2 8 0,0322 0,1627 5,0462 7,8191 -2,7729 12,8653 Equivalência Comp. bases não-autônomas 6203 4917 2 1 0,0322 0,0203 0,6308 1,5142 -0,8834 2,1449 Equivalência Comp. Sintagmática 6203 4917 12 5 0,1935 0,1017 0,5256 0,5484 -0,0228 1,0740 Equivalência Sigla/Acronímia 6203 4917 15 2 0,2418 0,0407 0,1682 0,2482 -0,0800 0,4164 Redução Conversão 6203 4917 2 3 0,0322 0,0610 1,8923 3,3858 -1,4935 5,2781 Equivalência Semântico 6203 4917 10 45 0,1612 0,9152 5,6769 3,8900 1,7870 9,5669 Elevação Truncação 6203 4917 1 1 0,0161 0,0203 1,2615 3,4968 -2,2353 4,7584 Equivalência Palavra-valise 6203 4917 14 48 0,2257 0,9762 4,3253 2,5750 1,7503 6,9003 Elevação Reduplicação 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 6203 4917 7 1 0,1128 0,0203 0,1802 0,3776 -0,1974 0,5578 Redução Empréstimo: Tradução 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 6203 4917 8 1 0,1290 0,0203 0,1577 0,3278 -0,1701 0,4855 Redução Empréstimo: Decalque 6203 4917 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 6203 4917 120 162 1,9345 3,2947 1,7031 0,4020 1,3010 2,1051 Elevação 222 Da equalização dos usuários, partimos do menor número dos participantes com a mesma tendência, nesse caso da direita (60). Dos processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos primeiros comentários dessa equalização de usuários, registram-se 112 neologismos e 120 processos para a tendência de esquerda e 107 neologismos e 162 processos na tendência de direita. Observamos que os principais PFPs são os inovadores, valise e semântico na direita e sigla/acronímia, estrangeirismo e integração na esquerda. É importante frisar que os empréstimos por estrangeirismo e integração, que constam como distintivos para a esquerda, correspondem em sua totalidade à língua inglesa referentes à área do ambiente virtual, troll, trollagem, facebuqueiro, faicibuqui, tuiti, demonstrando como esse vocabulário também é bem representativo dentro do vocabulário sobre política, não somente por estarmos em um meio virtual, mas pela função que essas redes sociais e a presença desses usuários que geram instabilidade em tópicos de discussão desempenham para movimentar e difundir fatos, recebendo um importante destaque, já que mobilizam mais internautas pela rede de compartilhamento e oferecem um acesso mais instantâneo e abrangente do conteúdo acessado. Abaixo, os neologismos mais frequentes dessa equalização: Tabela VII‟.2– Neologismos mais frequentes da equalização entre os espectros112 Esquerda (111 neologismos) Direita (106 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 BOLSA FAMÍLIA – 7,2% (8) PETRALHA – 14,1% (15) 2 FHC – 6,3% (7) BOLSA FAMÍILIA – 6,6% (7) 3 PIG – 6,3% (7) PETRALHADA – 6,6% (7) 4 TROLL – 6,3% (7) EX-PRESIDENTE – 3,7% (4) 5 ANTIPETISTA – 4,5% (5) PAPUDA – 3,7% (4) 6 COXINHA – 4,5% (5) PRESIDENTA – 3,7% (4) 7 BICUDO – 3,6% (4) PRESIDENTE-CANDIDATA – 3,7% (4) 8 ANTIPETISMO – 2,7% (3) STALINÁCIO – 2,8% (3) 9 FICHA LIMPA – 2,7% (3) CUMPANHEIRADA – 1,8% (2) 10 TUITI – 2,7% (3) PRESIDANTA – 1,8% (2) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto O resgate das circunstâncias histórico-políticas para a criação e, posteriormente, sua difusão, explicam não somente a alta frequência do neologismo e suas lexias, como o papel que esse neologismo assume ao captar todo esse contexto de forma objetiva. 112 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 223 Na tendência de esquerda vemos um neologismo que intenta depreciar os membros do PSDB por uma referência ao símbolo do partido (um tucano) e que, ao mesmo tempo, remete ao personagem infantil Pinóquio, o qual quando mente faz com que o nariz (bico) cresça, por isso, BICUDO (semântico = membro do PSDB/mentiroso), podendo ser uma extensão metafórica ou metonímica, dependendo, da intenção do usuário. Outro neologismo refere-se à lei FICHA LIMPA que não permite que políticos que foram condenados ou que estejam com processo em andamento se candidatem, entretanto, questionada por ―condenar‖ antecipadamente algo que a justiça não consegue julgar em tempo hábil. E, sobre os empréstimos, discutido acima, TUITI (empréstimo integração = incorporação ortográfica) e TROLL são os neologismos mais significativos dentro de cada um desses processos. Na direita, outro neologismo dá uma nova dimensão sobre a percepção de Lula para essa ideologia, STALINÁCIO (palavra-valise = Stalin [Josef Stálin = ditador da URSS] + Inácio [Lula da Silva]), faz uma analogia da figura do ex-presidente ao ditador russo por estar implantando um regime comunista em território brasileiro. A referência CUMPANHERADA (modificação do significante = companheirada) já é uma marca no discurso lulista para os apoiadores e partidários (―companheiros‖) e, por isso, subvertida para denotar esse grupo de maneira negativa. Em efeito, esses neologismos são ―formas simbólicas‖ (THOMPSON, 1995) por serem reconhecidos como ―construtos significativos‖ da mediação linguística situados dentro de um contexto social específico que foi o segundo turno, o qual tornou mais explícito a polaridade entre as duas ideologias e o engajamento dos indivíduos no processo eleitoral. Essa ―transmissão cultural‖ proporcionada pela troca das formas simbólicas entre os membros dos grupos, emissores e difusores, angariou diferentes modos de operação das ideologias para manter as relações de poder. Observamos que os neologismos serviram em condições sócio-históricas para legitimar, dissimular, unificar, fragmentar e reificar (THOMPSON, 1995) para difundir o sentido requerido e para sustentar a perspectiva de cada grupo ideológico. O valor identitário nesse grupo social não é imposto e, sim, aceito. Assim, como constatamos que muitos frequentadores dos blogs não utilizaram esses neologismos, ou mesmo se esquivaram de optar por determinado PFPs, demonstra que essa relação entre usuário e blog é uma concessão, evidenciando que a sustentação de uma relação no jogo ideológico estabelece-se em circunstâncias particulares, nas quais alguns a legitimam e outros a contestam. 224 Tabela VII.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização entre o espectro de esquerda e o espectro de direita Equalização dos espectros RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (Typ) Direita (Typ) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 2171 2140 0 2 0,0000 0,0935 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 2171 2140 12 7 0,5527 0,3271 0,5918 0,5516 0,0401 1,1434 Equivalência Derivação Sufixal 2171 2140 9 13 0,4146 0,6075 1,4654 1,2454 0,2199 2,7108 Equivalência Parassintética 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 2171 2140 7 8 0,3224 0,3738 1,1594 1,1761 -0,0167 2,3355 Equivalência Comp. Coordenativa 2171 2140 2 4 0,0921 0,1869 2,0290 3,4440 -1,4150 5,4730 Equivalência Comp. bases não-autônomas 2171 2140 2 1 0,0921 0,0467 0,5072 1,2176 -0,7104 1,7249 Equivalência Comp. Sintagmática 2171 2140 8 5 0,3685 0,2336 0,6341 0,7085 -0,0744 1,3425 Equivalência Sigla/Acronímia 2171 2140 3 2 0,1382 0,0935 0,6763 1,2101 -0,5338 1,8864 Equivalência Conversão 2171 2140 2 3 0,0921 0,1402 1,5217 2,7227 -1,2010 4,2444 Equivalência Semântico 2171 2140 3 15 0,1382 0,7009 5,0724 6,2878 -1,2154 11,3603 Equivalência Truncação 2171 2140 1 1 0,0461 0,0467 1,0145 2,8120 -1,7975 3,8265 Equivalência Palavra-valise 2171 2140 11 21 0,5067 0,9813 1,9367 1,4129 0,5239 3,3496 Equivalência Reduplicação 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Tradução 2171 2140 1 1 0,0461 0,0467 1,0145 2,8120 -1,7975 3,8265 Equivalência Empréstimo: Integração 2171 2140 5 1 0,2303 0,0467 0,2029 0,4356 -0,2327 0,6385 Redução Empréstimo: Decalque 2171 2140 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 2171 2140 66 82 3,0401 3,8318 1,2604 0,4085 0,8519 1,6690 Equivalência 225 Nos dados dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários da equalização, observamos que a equivalência em todos os PFPs, exceto o processo por integração mais recorrente na tendência de esquerda, salienta o peso que determinados neologismos, já discutidos ao longo dessa análise, adquirem para que alguns padrões sejam estatisticamente significativos em um perfil a ponto de caracterizá-lo como mais conservador ou inovador. Mais explicitamente, constatamos como a construção do valor identitário desse grupo envolta de neologismos específicos que apresentam esses PFPs baseia-se nesse assentimento mútuo, uma construção que ocorre desse sentimento de unidade, dessa percepção de interesses e perspectivas comuns (BOURDIEU, 1989, p. 112). O ambiente virtual, por mais distante e peculiar que pareça, ainda é uma extensão do mundo que estamos habituados, criando essa necessidade na inserção de um coletivo nessa gama de interação possível, podendo haver adaptações do indivíduo ao grupo, o que também ocorre no mundo físico, mas não de maneira a descaracterizá-lo. 226 Tabela VIII - Cálculo de significância estatística na visão geral da esquerda em relação ao gênero masculino e o gênero feminino Visão geral no espectro de esquerda RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (Masc.) Esquerda (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 41804 24166 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 41804 24166 3 1 0,0072 0,0041 0,5766 1,3050 -0,7284 1,8816 Equivalência Mod. Gráfica 41804 24166 3 0 0,0072 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 41804 24166 140 63 0,3349 0,2607 0,7784 0,2315 0,5470 1,0099 Equivalência Derivação Sufixal 41804 24166 104 73 0,2488 0,3021 1,2142 0,3634 0,8508 1,5776 Equivalência Parassintética 41804 24166 0 1 0,0000 0,0041 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 41804 24166 54 35 0,1292 0,1448 1,1212 0,4769 0,6443 1,5981 Equivalência Comp. Coordenativa 41804 24166 27 11 0,0646 0,0455 0,7048 0,4941 0,2107 1,1989 Equivalência Comp. bases não-autônomas 41804 24166 12 6 0,0287 0,0248 0,8649 0,8476 0,0173 1,7126 Equivalência Comp. Sintagmática 41804 24166 107 29 0,2560 0,1200 0,4688 0,1924 0,2765 0,6612 Redução Sigla/Acronímia 41804 24166 149 62 0,3564 0,2566 0,7198 0,2132 0,5066 0,9330 Redução Conversão 41804 24166 54 14 0,1292 0,0579 0,4485 0,2636 0,1849 0,7121 Redução Semântico 41804 24166 80 63 0,1914 0,2607 1,3623 0,4498 0,9125 1,8120 Equivalência Truncação 41804 24166 14 3 0,0335 0,0124 0,3707 0,4622 -0,0915 0,8329 Redução Palavra-valise 41804 24166 81 56 0,1938 0,2317 1,1960 0,4074 0,7886 1,6033 Equivalência Reduplicação 41804 24166 1 0 0,0024 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 41804 24166 0 2 0,0000 0,0083 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 41804 24166 35 29 0,0837 0,1200 1,4333 0,7054 0,7279 2,1388 Equivalência Empréstimo: Tradução 41804 24166 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 41804 24166 32 10 0,0765 0,0414 0,5406 0,3839 0,1567 0,9244 Redução Empréstimo: Decalque 41804 24166 2 1 0,0048 0,0041 0,8649 2,0763 -1,2113 2,9412 Equivalência TOTAL 41804 24166 898 459 2,1481 1,8994 0,8842 0,0994 0,7848 0,9836 Redução 227 Na Tabela VIII, os resultados mostram o comportamento dos gêneros na tendência de esquerda. Dos processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários entre os gêneros temos: o gênero masculino, com 47 usuários identificados sob esse perfil, registrou 739 neologismos e 898 processos; do lado feminino, a participação minoritária permitiu apenas a identificação de 29 usuárias com essa tendência, registrando com 394 neologismos e 459 processos. Pela divergência dos números de usuários, lembramos que nessa análise estamos visualizando o comportamento dos gêneros sob esse mesmo perfil. Desse modo, é interessante notarmos que nenhum processo considerado mais inovador encontra-se mais saliente em relação a esse fator, embora a truncação, distintiva nos comentários dos homens, também possa ser vista como imprevisível como discutida em nossa base teórica (seção 1.3.1.3.1), como ocorreu com mineirim (mineirinho), playba (playboy), neocon-facebook (neoconservador) e zelite (as ‗elite‘). Vejamos quais os neologismos mais frequentes desse espectro em relação à questão de gênero: Tabela VIII‟– Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de esquerda 113 Masculino (739 neologismos) Feminino (394 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PIG – 11,5% (85) FHC – 7,1% (28) 2 FHC – 6,3% (47) PIG – 5,5% (22) 3 PRESIDENTA – 3,3% (25) AÓCIO – 5% (20) 4 BOLSA FAMÍLIA – 3,2% (24) BOLSA FAMÍLIA – 4,8% (19) 5 TROLL – 2,8% (21) TROLL – 4,8% (19) 6 ANTIPETISMO – 1,8% (14) PRESIDENTA – 4,5% (18) 7 ANTIPETISTA – 1,8% (14) COXINHA – 3,8% (15) 8 COXINHA – 1,8% (14) PSDBISTA – 3% (12) 9 GRANDE MÍDIA – 1,8% (14) ANTIPETISTA – 2,7% (11) 10 EX-PRESIDENTE – 1,7% (13) AECISTA – 1,7% (7) 11 ----------------------------- MARINISTA – 1,7% (7) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Dos neologismos diferentes, continuamos a atestar essa abstração na presença das ocorrências masculinas (cf. Tabela III‘, III‘.2, V‘, V‘,2), no entanto, agora sob o perfil da 113 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 228 esquerda. ANTIPETISMO e GRANDE MÍDIA reforçam o caráter de PIG em promover uma campanha contrária ao PT, não expondo fatos, mas com ênfase em um conteúdo subversivo com dados negativos que buscam enfraquecer a reeleição petista. Do lado feminino, temos uma concentração de neologismos que se distinguem pelo nível de referência concreta aos eleitores/apoiadores (PSDBISTA, AECISTA e MARINISTA) com uma neologismo bem inovador como AÓCIO como o principal neologismo de um processo inovador. Em uma reflexão de Giddens (2002, p. 9) sobre os novos mecanismos de autoidentidade construídos pelas instituições atuais, vemos que a questão identitária ―ao forjar as autoidentidades, independente de quão locais sejam os contextos específicos da ação, os indivíduos contribuem para e (promovem diretamente) as influências sociais que são globais em suas consequências e implicações‖. Assim, podemos entender que há uma autorregulação que permite que o indivíduo opte por identidade (pessoal no caso), ao mesmo tempo em que assume características que melhor se encaixem para exprimi-la de acordo com o meio social. O caso de mulheres preferindo uma formação com alto teor pejorativo atesta essa adequação entre identidade pessoal (forjada por rígidos padrões culturais de postura feminina) e identidade social que possibilita essa margem de ―desvio‖, já que dentro desse grupo, embora PFPs inovadores não sejam significativos, os neologismos que funcionam para descredibilizar a ideologia oposta e fortalecer a ideologia dominante do espaço não são considerados estigmatizados 229 Tabela VIII.1- Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no espectro de esquerda em relação ao gênero masculino e ao gênero feminino Visão geral no espectro de esquerda RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (Masc.) Esquerda (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 9030 5963 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 9030 5963 2 1 0,0221 0,0168 0,7572 1,8176 -1,0604 2,5748 Equivalência Mod. Gráfica 9030 5963 3 0 0,0332 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 9030 5963 71 37 0,7863 0,6205 0,7892 0,3136 0,4755 1,1028 Equivalência Derivação Sufixal 9030 5963 67 41 0,7420 0,6876 0,9267 0,3601 0,5665 1,2868 Equivalência Parassintética 9030 5963 0 1 0,0000 0,0168 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 9030 5963 24 14 0,2658 0,2348 0,8834 0,5823 0,3011 1,4656 Equivalência Comp. Coordenativa 9030 5963 25 11 0,2769 0,1845 0,6663 0,4725 0,1938 1,1388 Equivalência Comp. bases não-autônomas 9030 5963 4 1 0,0443 0,0168 0,3786 0,8296 -0,4510 1,2082 Equivalência Comp. Sintagmática 9030 5963 57 24 0,6312 0,4025 0,6376 0,3041 0,3335 0,9417 Redução Sigla/Acronímia 9030 5963 13 9 0,1440 0,1509 1,0484 0,8910 0,1573 1,9394 Equivalência Conversão 9030 5963 33 12 0,3654 0,2012 0,5507 0,3638 0,1868 0,9145 Redução Semântico 9030 5963 19 20 0,2104 0,3354 1,5940 1,0009 0,5931 2,5950 Equivalência Truncação 9030 5963 11 2 0,1218 0,0335 0,2753 0,4148 -0,1395 0,6902 Redução Palavra-valise 9030 5963 34 23 0,3765 0,3857 1,0244 0,5421 0,4823 1,5665 Equivalência Reduplicação 9030 5963 1 0 0,0111 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 9030 5963 0 2 0,0000 0,0335 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 9030 5963 6 4 0,0664 0,0671 1,0096 1,2773 -0,2677 2,2868 Equivalência Empréstimo: Tradução 9030 5963 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 9030 5963 12 6 0,1329 0,1006 0,7572 0,7420 0,0151 1,4992 Equivalência Empréstimo: Decalque 9030 5963 2 1 0,0221 0,0168 0,7572 1,8176 -1,0604 2,5748 Equivalência TOTAL 9030 5963 384 209 4,2525 3,5049 0,8242 0,1389 0,6853 0,9631 Redução 230 Da visão geral dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários, os dados mostram 292 neologismos e 384 processos entre os homens e 166 neologismos e 209 processos entre as mulheres, ambos de tendência de esquerda. Dos processos distintivos, temos composição sintagmática, conversão e truncação no gênero masculino, com predominância da equivalência nos outros processos, incluindo inovadores e conservadores. Esses dados mostram que a equivalência mantida aqui e também no quadro geral (cf. Tabela VIIII) deve-se, claro, a uma variação estável entre esses processos, no entanto, atestam uma variedade no uso de neologismos, não se restringindo a ocorrências específicas que terminam por quantificar o fenômeno. Isso também demonstra que ainda não há um neologismo que consiga ser uma fonte importante de recursividade dentro do espaço, embora PIG detenha esse status com pigal, piguento, piguista, mas longe da representatividade que é PETRALHA no blog de direita. 231 Tabela VIII.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do espectro de esquerda em relação ao gênero masculino e o gênero feminino Equalização de genero na esquerda RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (masc.) Esquerda (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 2891 2843 13 6 0,4497 0,2110 0,4693 0,4540 0,0153 0,9233 Redução Derivação Sufixal 2891 2843 5 8 0,1730 0,2814 1,6270 1,8180 -0,1910 3,4450 Equivalência Parassintética 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 2891 2843 5 10 0,1730 0,3517 2,0338 2,1833 -0,1496 4,2171 Equivalência Comp. Coordenativa 2891 2843 0 1 0,0000 0,0352 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. bases não-autônomas 2891 2843 0 1 0,0000 0,0352 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 2891 2843 6 5 0,2075 0,1759 0,8474 1,0057 -0,1583 1,8531 Equivalência Sigla/Acronímia 2891 2843 8 10 0,2767 0,3517 1,2711 1,1818 0,0893 2,4529 Equivalência Conversão 2891 2843 1 1 0,0346 0,0352 1,0169 2,8187 -1,8018 3,8355 Equivalência Semântico 2891 2843 4 9 0,1384 0,3166 2,2880 2,6948 -0,4068 4,9828 Equivalência Truncação 2891 2843 1 0 0,0346 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 2891 2843 3 7 0,1038 0,2462 2,3727 3,2092 -0,8365 5,5819 Equivalência Reduplicação 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 2891 2843 3 2 0,1038 0,0703 0,6779 1,2130 -0,5350 1,8909 Equivalência Empréstimo: Tradução 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 2891 2843 6 1 0,2075 0,0352 0,1695 0,3588 -0,1893 0,5283 Redução Empréstimo: Decalque 2891 2843 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 2891 2843 55 61 1,9025 2,1456 1,1278 0,4110 0,7168 1,5388 Equivalência 232 Da equalização dos gêneros, teve como quantificador o número de mulheres que somou 29. Nos processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) do primeiro comentário de cada usuário, registraram-se 51 neologismos e 55 processos entre o gênero masculino, enquanto o feminino, 55 neologismos e 61 processos. Nessa análise, podemos efetivamente comparar os gêneros que apresentam o perfil de esquerda em relação à preferência por determinados PFPs que os distinguem. Observamos algo já evidenciado no quadro geral (cf. Tabela VIII) sobre a equivalência dos processos inovadores, entretanto, não evidenciando nenhum processo distintivo para o gênero feminino. E no masculino, integração e derivação prefixal apontando um caráter mais conservador. Abaixo listamos os neologismos mais frequentes dessa equalização: Tabela VIII‟.2 – Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de esquerda Masculino (51 neologismos) Feminino (55 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 ANTIPETISTA – 7,8% (4) BOLSA FAMÍLIA – 12,7% (7) 2 PIG – 7,8% (4) FHC – 9% (5) 3 COXINHA – 5,8% (3) PIG – 9% (5) 4 FHC – 5,8% (3) BICUDO – 5,4% (3) 5 TROLL – 5,8% (3) COXINHA – 5,4% (3) 6 TUITI – 5,8% (3) -------------------- Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Nesses dados, visualizamos poucos neologismos pela pouca ocorrência de comentários, entretanto, ainda conseguimos observar essa crítica nos comentários masculinos para o movimento ANTIPETISTA e nos femininos, um destaque para o programa social BOLSA FAMÍLIA. Um ponto que chama a atenção são dois neologismos no gênero feminino que contêm o processo semântico (BICUDO e COXINHA) com apenas um no lado masculino (COXINHA), embora haja equivalência desse processo. Sobre essa questão da identidade de gênero tendo uma representação sociocultural no mundo físico, temos, conforme Moita Lopes (2003, p. 20), que: 233 O sujeito usa a linguagem a partir de suas marcas sócio-históricas ainda que certos traços identitários sejam suspensos em algumas práticas discursivas ou em alguns posicionamentos interacionais em uma mesma prática discursiva ou que possam se tornar mais relevantes em algumas práticas ou em certos posicionamentos interacionais. Os estudos sociolinguísticos já evidenciaram a relação de gênero com poder, desse modo, é imprescindível considerar esse vínculo para a desigualdade percebida também no mundo virtual. No entanto, constatamos que o predomínio de um público masculino não está desinibindo que mulheres assumam características que tornam possível uma equidade de gênero dentro desses espaços interativos, pelo menos, sob a rubrica política. Rememorando a identidade fragmentada do indivíduo (HALL, 2001), constatamos que nesse grupo alguns traços do padrão cultural são invalidados, possibilitando que o gênero feminino esteja vinculado a neologismos que detêm processos inovadores, mesmo que esses PFPs não tenham uma predominância para esse gênero, apesar da equivalência dos mesmos também seja significativa, o que pode sugerir que esses neologismos tenham algum prestígio por essa satirização à oposição, mas também, a combinação dos fatores, gênero e perfil, esteja permitindo essa flexibilidade vista somente entre as mulheres por buscarem essa igualdade em uma época em que o empoderamento desse gênero está se fortalecendo e, que, no âmbito político, atesta maiores entraves pela pouca representatividade, porém, não menos militante. 234 Tabela VIII.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do espectro de esquerda em relação à questão de gênero Types da equalização RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (Masc.) Esquerda (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 1164 1238 8 6 0,6873 0,4847 0,7052 0,7464 -0,0413 1,4516 Equivalência Derivação Sufixal 1164 1238 4 7 0,3436 0,5654 1,6454 2,0214 -0,3760 3,6668 Equivalência Parassintética 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 1164 1238 3 3 0,2577 0,2423 0,9402 1,5047 -0,5644 2,4449 Equivalência Comp. Coordenativa 1164 1238 0 1 0,0000 0,0808 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. bases não-autônomas 1164 1238 0 1 0,0000 0,0808 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 1164 1238 7 4 0,6014 0,3231 0,5373 0,6600 -0,1228 1,1973 Equivalência Sigla/Acronímia 1164 1238 3 2 0,2577 0,1616 0,6268 1,1215 -0,4947 1,7483 Equivalência Conversão 1164 1238 1 1 0,0859 0,0808 0,9402 2,6062 -1,6659 3,5464 Equivalência Semântico 1164 1238 2 5 0,1718 0,4039 2,3506 3,8546 -1,5040 6,2051 Equivalência Truncação 1164 1238 1 0 0,0859 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 1164 1238 3 6 0,2577 0,4847 1,8805 2,6062 -0,7257 4,4866 Equivalência Reduplicação 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 1164 1238 1 1 0,0859 0,0808 0,9402 2,6062 -1,6659 3,5464 Equivalência Empréstimo: Tradução 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 1164 1238 3 1 0,2577 0,0808 0,3134 0,7093 -0,3959 1,0227 Equivalência Empréstimo: Decalque 1164 1238 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 1164 1238 36 38 3,0928 3,0695 0,9925 0,4524 0,5400 1,4449 Equivalência 235 Dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, apenas observamos a equivalência em todos os processos, corroborando que, mesmo na equalização, os neologismos são variados, impossibilitando que determinado PFPs se sobressaia como significativo em algum gênero sob esse perfil. É necessário, entretanto, divisar que a dificuldade em identificar o perfil ideológico, resultando em poucos dados, impossibilita uma visão mais clara dessa variação estável entre os PFPs que estaria apontando para essa ausência de neologismos específicos que gerariam a recursividade dentro do blog GGN. 236 Tabela IX - Cálculo de significância estatística na visão geral da direita em relação ao gênero masculino e o gênero feminino Visão geral do espectro de direita RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Direita (Masc.) Direita (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 22406 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 22406 8377 15 5 0,0669 0,0597 0,8916 0,9024 -0,0108 1,7940 Equivalência Mod. Gráfica 22406 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 22406 8377 33 19 0,1473 0,2268 1,5400 0,8692 0,6707 2,4092 Equivalência Derivação Sufixal 22406 8377 69 38 0,3080 0,4536 1,4730 0,5832 0,8898 2,0563 Equivalência Parassintética 22406 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 22406 8377 92 23 0,4106 0,2746 0,6687 0,3055 0,3631 0,9742 Redução Comp. Coordenativa 22406 8377 36 13 0,1607 0,1552 0,9659 0,6126 0,3533 1,5784 Equivalência Comp. bases não-autônomas 22406 8377 12 1 0,0536 0,0119 0,2229 0,4547 -0,2318 0,6776 Redução Comp. Sintagmática 22406 8377 38 13 0,1696 0,1552 0,9150 0,5763 0,3388 1,4913 Equivalência Sigla/Acronímia 22406 8377 20 10 0,0893 0,1194 1,3374 1,0152 0,3222 2,3525 Equivalência Conversão 22406 8377 10 8 0,0446 0,0955 2,1398 1,9894 0,1504 4,1291 Equivalência Semântico 22406 8377 273 54 1,2184 0,6446 0,5291 0,1544 0,3746 0,6835 Redução Truncação 22406 8377 5 6 0,0223 0,0716 3,2096 3,8093 -0,5997 7,0190 Equivalência Palavra-valise 22406 8377 328 42 1,4639 0,5014 0,3425 0,1100 0,2325 0,4525 Redução Reduplicação 22406 8377 0 1 0,0000 0,0119 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 22406 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 22406 8377 5 2 0,0223 0,0239 1,0699 1,7544 -0,6846 2,8243 Equivalência Empréstimo: Tradução 22406 8377 1 0 0,0045 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 22406 8377 4 1 0,0179 0,0119 0,6687 1,4653 -0,7966 2,1340 Equivalência Empréstimo: Decalque 22406 8377 0 1 0,0000 0,0119 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 22406 8377 941 237 4,1998 2,8292 0,6737 0,0960 0,5777 0,7696 Redução 237 Da visão geral de processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários, o gênero masculino, contando com 46 usuários com tendência de direita, gerou 567 neologismos e 941 processos. Do lado feminino, sob o mesmo perfil, com apenas 14 usuárias, registram-se 167 neologismos e 237 processos. É interessante observamos um alto índice de equivalência na maioria dos processos mesmo com uma grande diferença de tokens e usuários. Dos processos significativos nos comentários masculinos apontam-se composição por base(s) não-autônoma(s), composição subordinativa, semântico e valise. Já discutimos que no blog RA os PFPs inovadores estão intrinsicamente associados com determinados neologismos, tal como, PETRALHA, sendo, portanto, necessário avaliar essa tendência inovadora entre os homens restringida a essa especificidade. Em relação à composição por base não-autônoma, os lexemas e lexias de ESQUERDOPATA (Composição subordinativa entre base autônoma e não autônoma [grego] (- pata)) detém 75% (9/12) do processo, explicitando, assim, como esse PFPs se torna distintivo entre os gêneros ao se concentrar nessa referência a adeptos da ideologia de esquerda (cf. Tabela I‘). Vamos analisar os neologismos mais frequentes entre os gêneros com o perfil de direita: Tabela IX‟– Lexemas mais frequentes no quadro geral de tokens entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de direita 114 Masculino (567 neologismos) Feminino (167 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 23,9% (136) PETRALHA – 12,5% (21) 2 BOLSA FAMÍLIA – 6,5% (37) BOLSA FAMÍLIA – 9,5% (16) 3 LULLA – 4,2% (24) PETRALHADA – 3,5% (6) 4 PETRALHADA – 2,9% (17) FHC – 2,9% (5) 5 PETROLÃO – 2,6% (15) BOLIVARIANISMO – 2,3% (4) 6 CANALHA-PETRALHA-FASCISTA – 1,7% (10) EX-PRESIDENTE – 2,3% (4) 7 EX-PRESIDENTE – 1,7% (10) IMPICHA – 2,3% (4) 8 FHC – 1,7% (10) PAPUDA – 2,3% (4) 9 PRESIDENTA – 1,7% (10) PRESIDENTA – 2,3% (4) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto 114 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 238 Dos neologismos diferentes, LULLA e PETROLÃO retomam esse ataque direto ao partido de esquerda nos comentários masculinos. Na composição CANALHA-PETRALHA- FASCISTA, podemos ver a recursividade de PETRALHA sendo utilizada para compor diferentes PFPs. Nessas ocorrências neológicas, a explícita e repetida crítica à conduta moral e ética do governo petista, centrada na figura do ex-presidente Lula, salienta um dos viés da direita que é a busca pela ordem para uma estabilização político-econômica. Do lado feminino, voltamos na problemática vista sob a ótica de direita, o BOLIVARIANISMO, IMPICHA (modificação do significante = impeach/ truncação = impeachment) e PAPUDA, sem adentrar em escândalos propriamente reconhecidos. Da análise desse perfil até aqui, percebemos que a ideia de fragmentação da identidade de gênero (HALL, 2001) não é tão acentuada nesse espaço interativo. A flexibilidade e fluidez com que determinados neologismos e PFPs se propagam dentro desse grupo está restrito aos padrões socioculturais de gênero alicerçados até então. A utilização de um neologismo como PETRALHA como uma marca dentro desse grupo com os mesmos interesses e o mesmo perfil ideológico já atesta um prestígio tanto para o uso como para a recursividade, tal como, PETRALHADA que consta dos dois lados. Entretanto, outros neologismos com alto teor pejorativo como LULLA e PETROLÃO ainda resistem a serem mais frequentes entre os comentários das mulheres. Os gêneros sob essa tendência de direita refaz os padrões socioculturais da representação dentro do meio virtual, no qual entendemos que: A internet surgiu como um espaço inovador, livre dos interditos do mundo concreto. As possibilidades pareciam infinitas. Contudo, os usuários estão impregnados de velhos discursos, de antigos padrões. Mesmo com todo o potencial do novo meio, a utilização que dele se faz segue orientada por uma cultura ainda intacta (HAJE; ATTUCH, 1999. p. 94). Em nossa base teórica, discutimos se as relações socioculturais, principalmente de gênero (HERRING, 2003, 1994; ARGAMON et al, 2003; HERRING; JOHNSON; DiBENEDETTO,1995), estariam sendo sobrepujadas por essas possibilidades ofertadas pelo ambiente virtual do anonimato e da distância física, contribuindo para uma interação sem hierarquia. No entanto, o que vemos dentro desse blog é que as identidades de gênero são intensificadas justamente por se fortalecerem desse fator físico para reforçar os padrões culturais 239 que trazemos como arcabouço do mundo pré-online. Falamos em fragmentação identitária (HALL, 2001), mas também destacamos que em cada momento, em cada local, uma característica se sobressai para atender os requisitos de uma determinada interação e, aqui, a ideologia acaba se tornando determinante para que essa conduta seja mais rígida, até porque o próprio espaço interativo delineia esses parâmetros pré-construídos. Assim, a combinação de gênero masculino e perfil de direita versus gênero feminino e perfil de direita dentro desse espaço estabelece o padrão esperado entre gênero e perfil: homens preferindo PFPs mais inovadores e mulheres sendo mais equilibradas combinando diferentes fatores na preferência pelos PFPs, ou seja, sob o espectro ideológico se distanciam de PFPs tido como mais conservadores, entretanto, não favorecendo os processos mais imprevisíveis sob a ótica da aceitação de variantes inovadoras que ainda não apresentam traços de prestígio. 240 Tabela IX.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no espectro de direita em relação ao gênero masculino e o gênero feminino Visão geral no espectro de direita RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Diretia (Masc.) Direita (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 6497 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 6497 3375 12 2 0,1847 0,0593 0,3208 0,4803 -0,1594 0,8011 Redução Mod. Gráfica 6497 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 6497 3375 22 13 0,3386 0,3852 1,1375 0,7800 0,3576 1,9175 Equivalência Derivação Sufixal 6497 3375 38 11 0,5849 0,3259 0,5572 0,3740 0,1833 0,9312 Redução Parassintética 6497 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 6497 3375 40 22 0,6157 0,6519 1,0588 0,5508 0,5079 1,6096 Equivalência Comp. Coordenativa 6497 3375 23 10 0,3540 0,2963 0,8370 0,6214 0,2156 1,4584 Equivalência Comp. bases não-autônomas 6497 3375 3 1 0,0462 0,0296 0,6417 1,4523 -0,8106 2,0939 Equivalência Comp. Sintagmática 6497 3375 18 11 0,2771 0,3259 1,1764 0,8824 0,2940 2,0588 Equivalência Sigla/Acronímia 6497 3375 9 5 0,1385 0,1481 1,0695 1,1692 -0,0997 2,2386 Equivalência Conversão 6497 3375 7 5 0,1077 0,1481 1,3750 1,5781 -0,2030 2,9531 Equivalência Semântico 6497 3375 59 20 0,9081 0,5926 0,6526 0,3309 0,3216 0,9835 Redução Truncação 6497 3375 4 2 0,0616 0,0593 0,9625 1,6338 -0,6713 2,5963 Equivalência Palavra-valise 6497 3375 72 16 1,1082 0,4741 0,4278 0,2317 0,1960 0,6595 Redução Reduplicação 6497 3375 0 1 0,0000 0,0296 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 6497 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 6497 3375 3 2 0,0462 0,0593 1,2834 2,2962 -1,0129 3,5796 Equivalência Empréstimo: Tradução 6497 3375 1 0 0,0154 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 6497 3375 4 1 0,0616 0,0296 0,4813 1,0546 -0,5733 1,5359 Equivalência Empréstimo: Decalque 6497 3375 0 1 0,0000 0,0296 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 6497 3375 315 123 4,8484 3,6444 0,7517 0,1566 0,5950 0,9083 Redução 241 Da visão geral dos processos gerados pelos neologismos diferentes nos types dos comentários, têm-se 189 neologismos e 315 processos para os homens contra 91 neologismos e 123 processos para a as mulheres sob o perfil de tendência de direita. Ainda detentor dos processos inovadores como mais recorrentes, o gênero masculino também apresenta a derivação sufixal como distintiva, algo que já foi correlacionado dentro do blog RA (cf. Tabela I) e para esse gênero mais especificamente (cf. Tabela III, III.2, VI.1). 242 Tabela IX.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do espectro de direita em relação ao gênero masculino e ao gênero feminino Tokens da Equalização na direita RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Direita (Masc.) Direita (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 940 1164 0 3 0,0000 0,2577 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Sufixal 940 1164 4 6 0,4255 0,5155 1,2113 1,5326 -0,3212 2,7439 Equivalência Parassintética 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 940 1164 6 2 0,6383 0,1718 0,2692 0,4308 -0,1616 0,7000 Redução Comp. Coordenativa 940 1164 2 2 0,2128 0,1718 0,8076 1,5828 -0,7753 2,3904 Equivalência Comp. bases não-autônomas 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 940 1164 2 4 0,2128 0,3436 1,6151 2,7415 -1,1264 4,3566 Equivalência Sigla/Acronímia 940 1164 0 2 0,0000 0,1718 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Conversão 940 1164 1 2 0,1064 0,1718 1,6151 3,8771 -2,2620 5,4922 Equivalência Semântico 940 1164 14 11 1,4894 0,9450 0,6345 0,5011 0,1334 1,1356 Equivalência Truncação 940 1164 1 0 0,1064 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 940 1164 15 8 1,5957 0,6873 0,4307 0,3696 0,0611 0,8003 Redução Reduplicação 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 940 1164 0 1 0,0000 0,0859 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Tradução 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 940 1164 1 0 0,1064 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 940 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 940 1164 46 41 4,8936 3,5223 0,7198 0,3030 0,4168 1,0228 Equivalência 243 Na equalização entre os gêneros de tendência de direita, a margem foi o gênero feminino (14 usuárias). Assim, a tabela da equalização ilustra os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos primeiros comentários de cada usuário(a), constando 23 neologismos e 46 processos para o gênero masculino e no gênero feminino, 27 neologismos e 41 processos. Vemos que os únicos processos que diferenciam os gêneros são a composição subordinativa e a palavra-valise (ambos para o GGN). Entretanto, explicamos que devido ao fato da reduzida participação feminina e, consequentemente, a dificuldade em identificar o espectro pelas poucas postagens das mesmas usuárias ocorreu um déficit em vários PFPs (N. Apl.), ainda assim, podemos averiguar que tantos os processos inovadores como conservadores ainda apresentam aplicação significativa, o que demonstra o valor desses padrões dentro da organização neológica nesse vocabulário. Na tabela IX‘.2, vemos os neologismos mais frequentes dessa equalização: Tabela IX.2‟– Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização entre o gênero masculino e o gênero feminino no espectro de direita 115 Masculino (23 neologismos) Feminino (27 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PETRALHA – 30,4% (7) PETRALHA – 11,1% (3) 2 BOLSA FAMÍLIA – 13% (3) PAPUDA – 7,4% (2) 3 CANALHA-PETRALHA-FASCISTA – 8,6% (2) PETRALHADA – 7,4% (2) 4 PETRALHADA – 8,6% (2) --------------------- Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Observamos um número bem reduzido de neologismos mais frequentes, no entanto, atestando o caráter significativo e predominante da ocorrência PETRALHA nos comentários de ambos os gêneros. Não somente a frequência desse neologismo lhe atribui essa relevância de situar e agregar os interesses de um grupo, como também o contexto sócio-histórico em que essa ocorrência aparece e se consolida ao conter os traços de uma orientação ideológica que diverge totalmente daquilo que é defendido por esse coletivo desde a ética e moralidade até a 115 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 244 desqualificação para manter a ordem e a conjuntura de estabilidade política. Todos os neologismos remetem ao partido de esquerda de forma explícita, já evidenciado nas análises anteriores e que apenas se reforça sob o prisma do perfil ideológico e como esse se utiliza do fenômeno da neologia para promover a perspectiva dominante em relação ao outro espectro, possibilitando esse enfrentamento na relação ideológica. Vemos ainda que o gênero masculino absorve o alto nível de pejoratividade prestigiado nesse grupo ao difundir ―canalha‖ entre os elementos de uma composição, transparecendo o valor que ocorrências desse tipo recebem dentro desse espaço interativo, em um sentido de ―vale-tudo‖ em relação à desqualificação e depreciação da ideologia de esquerda. 245 Tabela IX.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do espectro de direita em relação à questão de gênero Types da equalização RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Direita (Masc.) Direita (Fem.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 552 748 0 3 0,0000 0,4011 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Sufixal 552 748 3 5 0,5435 0,6684 1,2299 1,7605 -0,5306 2,9905 Equivalência Parassintética 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 552 748 3 2 0,5435 0,2674 0,4920 0,8803 -0,3883 1,3722 Equivalência Comp. Coordenativa 552 748 1 2 0,1812 0,2674 1,4759 3,5430 -2,0670 5,0189 Equivalência Comp. bases não-autônomas 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 552 748 2 4 0,3623 0,5348 1,4759 2,5053 -1,0293 3,9812 Equivalência Sigla/Acronímia 552 748 0 2 0,0000 0,2674 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Conversão 552 748 1 2 0,1812 0,2674 1,4759 3,5430 -2,0670 5,0189 Equivalência Semântico 552 748 6 7 1,0870 0,9358 0,8610 0,9388 -0,0779 1,7998 Equivalência Truncação 552 748 1 0 0,1812 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 552 748 7 5 1,2681 0,6684 0,5271 0,6050 -0,0778 1,1321 Equivalência Reduplicação 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 552 748 0 1 0,0000 0,1337 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Tradução 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 552 748 1 0 0,1812 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 552 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 552 748 25 33 4,5290 4,4118 0,9741 0,5062 0,4679 1,4804 Equivalência 246 Na visão geral do processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, o nível de equivalência presente entre todos os PFPs direciona para essa tendência de uma neologia pautada em neologismos específicos que são utilizados em grande escala atribuindo a determinado(s) padrão(s) um alta frequência. Ressaltamos que o baixo número de dados nessa análise específica de gênero sob o perfil de direita precisa ser cuidadosamente avaliado, já que não seria objetivo afirmar algo categoricamente. Podemos observar que a concentração desses neologismos específicos está influenciando os padrões mais distintivos, no entanto, precisaríamos de dados que atendessem de modo mais satisfatório a análise desse funcionamento. 247 Tabela X - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens no gênero masculino entre os espectros Visão geral masculino/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Masc. (GGN) Direita/Masc. (RA) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 41801 22406 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 41804 22406 3 15 0,0072 0,0669 9,3288 11,5640 -2,2353 20,8928 Equivalência Mod. Gráfica 41804 22406 3 0 0,0072 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 41804 22406 140 33 0,3349 0,1473 0,4398 0,1668 0,2730 0,6066 Redução Derivação Sufixal 41804 22406 104 69 0,2488 0,3080 1,2379 0,3767 0,8611 1,6146 Equivalência Parassintética 41804 22406 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 41804 22406 54 92 0,1292 0,4106 3,1787 1,0680 2,1106 4,2467 Elevação Comp. Coordenativa 41804 22406 27 36 0,0646 0,1607 2,4877 1,2413 1,2463 3,7290 Elevação Comp. bases não-autônomas 41804 22406 12 12 0,0287 0,0536 1,8658 1,4929 0,3728 3,3587 Equivalência Comp. Sintagmática 41804 22406 107 38 0,2560 0,1696 0,6626 0,2453 0,4174 0,9079 Redução Sigla/Acronímia 41804 22406 149 20 0,3564 0,0893 0,2504 0,1169 0,1335 0,3673 Redução Conversão 41804 22406 54 10 0,1292 0,0446 0,3455 0,2331 0,1124 0,5786 Redução Semântico 41804 22406 80 273 0,1914 1,2184 6,3669 1,5865 4,7804 7,9534 Elevação Truncação 41804 22406 14 5 0,0335 0,0223 0,6663 0,6804 -0,0141 1,3468 Equivalência Palavra-valise 41804 22406 81 328 0,1938 1,4639 7,5551 1,8373 5,7178 9,3924 Elevação Reduplicação 41804 22406 1 0 0,0024 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 41804 22406 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 41804 22406 35 5 0,0837 0,0223 0,2665 0,2498 0,0168 0,5163 Redução Empréstimo: Tradução 41804 22406 0 1 0,0000 0,0045 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 41804 22406 32 4 0,0765 0,0179 0,2332 0,2424 -0,0092 0,4756 Redução Empréstimo: Decalque 41804 22406 2 0 0,0048 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 41804 22406 898 941 2,1481 4,1998 1,9551 0,1788 1,7763 2,1339 Elevação 248 Em relação à visão geral de processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e neologismos) dos comentários entre o gênero masculino em cada espectro, os dados registram 739 neologismos e 898 processos para a esquerda, enquanto na direita, 567 neologismos e 941 processos. A fixidez do processo por derivação prefixal como mais frequente entre o gênero masculino no blog GGN (cf. Tabela Tavela III, III.2, V e V.2) recebe um novo relevo ao estar restrita ao perfil de esquerda, um espectro que, como vimos ao longo de nossa fundamentação teórica, tende a ser caracterizado como mais propício à inovação, entretanto, observamos uma ideologia que reflete na neologia traços mais conservadores, utilizando-se de formações que denotam contrariedade (anti-) ou de desistência de uma função (ex-). A preferência por processos mais inovadores no blog RA, dessa vez, relacionando o gênero masculino e a tendência de direita, corrobora, por um lado, essa fixidez dentro desse espaço interativo, mas, por outro, a restrição ao se voltar para neologismos representativos do ambiente que detêm esses dois PFPs. Veremos quais os neologismos mais frequentes no cruzamento desses fatores: Tabela X‟– Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens do gênero masculino entre os espectros 116 Esquerda (739 neologismos) Direita (567 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* PETRALHA – 23,9% (136) 1 PIG – 11,5% (85) BOLSA FAMÍLIA – 6,5% (37) 2 FHC – 6,3% (47) LULLA – 4,2% (24) 3 PRESIDENTA – 3,3% (25) PETRALHADA – 2,9% (17) 4 BOLSA FAMÍLIA – 3,2% (24) PETROLÃO – 2,6% (15) 5 TROLL – 2,8% (21) CANALHA-PETRALHA-FASCISTA – 1,7% (10) 6 ANTIPETISMO – 1,8% (14) EX-PRESIDENTE – 1,7% (10) 7 ANTIPETISTA – 1,8% (14) FHC – 1,7% (10) 8 COXINHA – 1,8% (14) PRESIDENTA – 1,7% (10) 9 GRANDE MÍDIA – 1,8% (14) ESQUERDOPATA – 1,5% (9) 10 EX-PRESIDENTE – 1,7% (13) PETISMO – 1,5% (9) 11 PETRALHA – 1,3% (10) DILLMA – 1,4% (8) TUCANOADJ – 1,3% (10) GOVERNANTA – 1,4% (8) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto O peso que cada neologismo tem em cada blog deve-se às condições sócio-históricas para o seu surgimento e de sua difusão. Refletindo sobre o percurso de cada espectro até os dias 116 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 249 atuais, não é difícil encontrar os elementos que destacam as características de cada espectro, servindo aos interesses de quem os exprime e de quem os produzem (BOURDIEU, 1989). Do lado da esquerda, a perseguição de órgãos que contribui para distorcer os ideais defendidos (PIG, GRANDE MÍDIA) aliada à crítica de pessoas que buscam manter os privilégios em detrimento dos menos favorecidos (COXINHA, TUCANOADJ) alimentam uma visão negativa de toda a construção de um grupo (ANTIPETISMO, ANTIPETISTA). No lado da direita, a referência à moral dos governantes na linha de frente dessa ideologia aponta para uma desqualificação de todo um conjunto (LULLA, DILLMA). A ênfase em ocorrências que descredenciam a ideologia oposta chega ao ponto de recorrer em analogias animalescas (GOVERNANTA) como também mais severas sobre a conduta político-econômica (PETRALHA, PETROLÃO e PETISMO). Com o intuito de ressaltar as consequências desse espectro no poder, terminam por evidenciar a visão construída após as atitudes da ideologia opostta (CANALHA-PETRALHA-FASCISTA e ESQUERDOPATA). 250 Tabela X.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral nos types no gênero masculino entre os espectros Visão geral nos types masc/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda (Masc.) Direita (Masc.) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 9030 6497 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 9030 6497 2 12 0,0221 0,1847 8,3392 12,4836 -4,1444 20,8229 Equivalência Mod. Gráfica 9030 6497 3 0 0,0332 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 9030 6497 71 22 0,7863 0,3386 0,4307 0,2060 0,2247 0,6366 Redução Derivação Sufixal 9030 6497 67 38 0,7420 0,5849 0,7883 0,3138 0,4745 1,1021 Equivalência Parassintética 9030 6497 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 9030 6497 24 40 0,2658 0,6157 2,3165 1,1723 1,1442 3,4887 Elevação Comp. Coordenativa 9030 6497 25 23 0,2769 0,3540 1,2787 0,7241 0,5546 2,0028 Equivalência Comp. bases não-autônomas 9030 6497 4 3 0,0443 0,0462 1,0424 1,5605 -0,5180 2,6029 Equivalência Comp. Sintagmática 9030 6497 57 18 0,6312 0,2771 0,4389 0,2326 0,2063 0,6715 Redução Sigla/Acronímia 9030 6497 13 9 0,1440 0,1385 0,9622 0,8178 0,1444 1,7800 Equivalência Conversão 9030 6497 33 7 0,3654 0,1077 0,2948 0,2405 0,0544 0,5353 Redução Semântico 9030 6497 19 59 0,2104 0,9081 4,3159 2,2314 2,0845 6,5473 Elevação Truncação 9030 6497 11 4 0,1218 0,0616 0,5054 0,5784 -0,0730 1,0838 Equivalência Palavra-valise 9030 6497 34 72 0,3765 1,1082 2,9433 1,2004 1,7428 4,1437 Elevação Reduplicação 9030 6497 1 0 0,0111 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 9030 6497 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 9030 6497 6 3 0,0664 0,0462 0,6949 0,9631 -0,2682 1,6581 Equivalência Empréstimo: Tradução 9030 6497 0 1 0,0000 0,0154 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 9030 6497 12 4 0,1329 0,0616 0,4633 0,5243 -0,0610 0,9876 Redução Empréstimo: Decalque 9030 6497 2 0 0,0221 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 9030 6497 384 315 4,2525 4,8484 1,1401 0,1699 0,9703 1,3100 Equivalência 251 Na visão geral do processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários, temos 292 neologismos e 384 processos na tendência de esquerda e na direita, 189 neologismos e 315 processos. Da visualização desses dados, mesmo com apenas contabilização das ocorrências dos lexemas, prefixação, composição sintagmática, conversão e integração mantêm-se como mais distintivos entre a esquerda, enquanto composição subordinativa, palavra-valise e semântico são os processos mais significativos entre a direita. 252 Tabela X.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do gênero masculino entre o espectro de esquerda e do espectro de direita Equalização masculino/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Masc.(GGN) Direita/Masc. (RA) Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 4031 3573 0 3 0,0000 0,0840 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 4031 3573 20 7 0,4962 0,1959 0,3949 0,3399 0,0550 0,7347 Redução Derivação Sufixal 4031 3573 7 12 0,1737 0,3359 1,9340 1,8028 0,1312 3,7369 Equivalência Parassintética 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 4031 3573 7 13 0,1737 0,3638 2,0952 1,9252 0,1700 4,0204 Equivalência Comp. Coordenativa 4031 3573 2 6 0,0496 0,1679 3,3846 5,4164 -2,0319 8,8010 Equivalência Comp. bases não-autônomas 4031 3573 1 0 0,0248 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 4031 3573 8 4 0,1985 0,1120 0,5641 0,6771 -0,1130 1,2411 Equivalência Sigla/Acronímia 4031 3573 10 0 0,2481 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Conversão 4031 3573 3 0 0,0744 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Semântico 4031 3573 5 31 0,1240 0,8676 6,9947 6,6071 0,3876 13,6019 Equivalência Truncação 4031 3573 1 1 0,0248 0,0280 1,1282 3,1272 -1,9990 4,2553 Equivalência Palavra-valise 4031 3573 9 36 0,2233 1,0076 4,5127 3,2963 1,2164 7,8091 Elevação Reduplicação 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 4031 3573 5 0 0,1240 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Tradução 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 4031 3573 6 1 0,1488 0,0280 0,1880 0,3981 -0,2100 0,5861 Redução Empréstimo: Decalque 4031 3573 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 4031 3573 84 114 2,0839 3,1906 1,5311 0,4315 1,0996 1,9626 Elevação 253 Da equalização de 46 usuários por espectro, os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) desses comentários registram-se 76 neologismos e 84 processos na esquerda contra 77 neologismos e 114 processos na direita. Aqui, podemos afirmar que a distinção entre o gênero masculino em cada espectro recai na derivação prefixal e integração (na esquerda) versus palavra-valise (na direita). Evidenciamos que a equivalência do processo semântico e elevação no processo valise não estão relacionados somente com o neologismo PETRALHA, apesar de esse ser significativo. Na tabela X‘.2, estão os neologismos mais frequentes: Tabela X‟.2 – Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização do gênero masculino entre os espectros 117 Esquerda (76 neologismos) Direita (77 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 PIG – 7,8% (6) PETRALHA – 15,5% (12) 2 TROLL – 6,5% (5) BOLSA FAMÍLIA – 9% (7) 3 ANTIPETISTA – 5,2% (4) PETRALHADA – 6,4% (5) 4 ANTIPETISMO – 3,9% (3) PRESIDENTE-CANDIDATA – 5,1% (4) 5 COXINHA – 3,9% (3) EX-PRESIDENTE – 3,8% (3) 6 EX-PRESIDENTE – 3,9% (3) PRESIDENTA – 3,8% (3) 7 FHC – 3,9% (3) STALINÁCIO – 3,8% (3) 8 TUITI – 3,9% (3) ----------------------- Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Algo curioso é a presença de PRESIDENTA com mais recorrente entre a direita, que a rejeita completamente, e a ausência entre o perfil de esquerda que se concentra em neologismos mais críticos seja para salientar o movimento contrário ao partido que defende ou daqueles que promovem discussões para defender apenas os próprios privilégios. Vemos a força com que redes sociais são lembradas nesse jogo eleitoral (TUITI) e neologismos, por assim dizer, neutros como PRESIDENTE-CANDIDATA que refere-se ao duplo papel desempenhado por Dilma Rousseff nas eleições, embora isso estaria ocasionado algum favorecimento, mas não explicitado nos comentários. 117 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 254 Tabela X.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero masculino entre os espectros ideológicos Types da equalização RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Masc. Direita/Masc. Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 1551 1621 0 2 0,0000 0,1234 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 1551 1621 14 5 0,9026 0,3085 0,3417 0,3489 -0,0072 0,6907 Redução Derivação Sufixal 1551 1621 4 8 0,2579 0,4935 1,9136 2,2968 -0,3832 4,2105 Equivalência Parassintética 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 1551 1621 5 6 0,3224 0,3701 1,1482 1,3627 -0,2145 2,5109 Equivalência Comp. Coordenativa 1551 1621 2 2 0,1289 0,1234 0,9568 1,8754 -0,9185 2,8322 Equivalência Comp. bases não-autônomas 1551 1621 1 0 0,0645 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 1551 1621 8 4 0,5158 0,2468 0,4784 0,5742 -0,0958 1,0526 Equivalência Sigla/Acronímia 1551 1621 3 0 0,1934 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Conversão 1551 1621 3 1 0,1934 0,0617 0,3189 0,7218 -0,4029 1,0408 Equivalência Semântico 1551 1621 3 12 0,1934 0,7403 3,8273 4,8422 -1,0149 8,6694 Equivalência Truncação 1551 1621 1 1 0,0645 0,0617 0,9568 2,6522 -1,6953 3,6090 Equivalência Palavra-valise 1551 1621 8 18 0,5158 1,1104 2,1528 1,7930 0,3599 3,9458 Equivalência Reduplicação 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 1551 1621 1 0 0,0645 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Tradução 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 1551 1621 3 1 0,1934 0,0617 0,3189 0,7218 -0,4029 1,0408 Equivalência Empréstimo: Decalque 1551 1621 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 1551 1621 56 60 3,6106 3,7014 1,0252 0,3733 0,6518 1,3985 Equivalência 255 É interessante observamos que PETRALHA, na visualização dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, reduz essa alta produtividade como base para outros neologismos, não detendo a alta frequência dos processos inovadores entre o gênero masculino sob o perfil de direita vista no quadro geral de tokens (cf. Tabela X). Se a permanência do processo por prefixação entre o gênero masculino de esquerda se torna imutável, a equivalência nos demais processos ainda demonstra a necessidade de averiguarmos mais especificamente a estruturação da neologia em cada grupo de fatores para não incorrermos em uma abrangência em delimitarmos como mais inovadores ou conservadores, já que, como observamos, a inovação nesse fenômeno concentra-se em apenas um neologismo no blog RA. 256 Tabela XI - Cálculo de significância estatística na visão geral de tokens no gênero feminino entre os espectros Visão geral feminino/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Fem Direita/Fem Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 24166 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 24166 8377 1 5 0,0041 0,0597 14,4240 30,9694 -16,5454 45,3934 Equivalência Mod. Gráfica 24166 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 24166 8377 63 19 0,2607 0,2268 0,8700 0,4463 0,4237 1,3163 Equivalência Derivação Sufixal 24166 8377 73 38 0,3021 0,4536 1,5017 0,5888 0,9129 2,0904 Equivalência Parassintética 24166 8377 1 0 0,0041 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 24166 8377 35 23 0,1448 0,2746 1,8957 0,9974 0,8984 2,8931 Equivalência Comp. Coordenativa 24166 8377 11 13 0,0455 0,1552 3,4093 2,7375 0,6718 6,1469 Equivalência Comp. bases não-autônomas 24166 8377 6 1 0,0248 0,0119 0,4808 1,0179 -0,5371 1,4987 Equivalência Comp. Sintagmática 24166 8377 29 13 0,1200 0,1552 1,2932 0,8460 0,4472 2,1392 Equivalência Sigla/Acronímia 24166 8377 62 10 0,2566 0,1194 0,4653 0,3108 0,1545 0,7761 Redução Conversão 24166 8377 14 8 0,0579 0,0955 1,6485 1,4320 0,2165 3,0804 Equivalência Semântico 24166 8377 63 54 0,2607 0,6446 2,4727 0,8988 1,5739 3,3715 Elevação Truncação 24166 8377 3 6 0,0124 0,0716 5,7696 7,9963 -2,2267 13,7659 Equivalência Palavra-valise 24166 8377 56 42 0,2317 0,5014 2,1636 0,8656 1,2980 3,0292 Elevação Reduplicação 24166 8377 0 1 0,0000 0,0119 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 24166 8377 2 0 0,0083 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 24166 8377 29 2 0,1200 0,0239 0,1990 0,2851 -0,0861 0,4840 Redução Empréstimo: Tradução 24166 8377 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 24166 8377 10 1 0,0414 0,0119 0,2885 0,5930 -0,3045 0,8815 Redução Empréstimo: Decalque 24166 8377 1 1 0,0041 0,0119 2,8848 7,9963 -5,1115 10,8811 Equivalência TOTAL 24166 8377 459 237 1,8994 2,8292 1,4895 0,2335 1,2560 1,7231 Elevação 257 Na visão geral dos processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) dos comentários entre o gênero feminino, registram 394 neologismos e 459 processos na tendência de esquerda e na direita, 167 neologismos e 237 processos. A alta diferença entre o número de tokens e de usuárias, 29 na esquerda e 14 na direita, não impede que os processos mais inovadores sejam mais recorrentes no segundo perfil ideológico. Entretanto, devemos sublinhar que mesmo o perfil de esquerda não apresentando relevância estatística, não há uma preferência por processos considerados conservadores, optando pelo processo por sigla/acronímia, estrangeirismo e integração Abaixo os neologismos mais frequentes entre o gênero feminino em cada espectro: Tabela XI‟– Neologismos mais frequentes na visão geral de tokens do gênero feminino entre os espectros 118 Esquerda (394 neologismos) Direita (167 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 FHC – 7,1% (28) PETRALHA – 12,5% (21) 2 PIG – 5,5% (22) BOLSA FAMÍLIA – 9,5% (16) 3 AÓCIO – 5% (20) PETRALHADA – 3,5% (6) 4 BOLSA FAMÍLIA – 4,8% (19) FHC – 2,9% (5) 5 TROLL – 4,8% (19) BOLIVARIANISMO – 2,3% (4) 6 PRESIDENTA – 4,5% (18) EX-PRESIDENTE – 2,3% (4) 7 COXINHA – 3,8% (15) IMPICHA – 2,3% (4) 8 PSDBISTA – 3% (12) PAPUDA – 2,3% (4) 9 ANTIPETISTA – 2,7% (11) PRESIDENTA – 2,3% (4) Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Sobre os neologismos díspares, a tendência de esquerda apresenta a formação AÓCIO como mais recorrente, embora a palavra- valise nãos seja um PFP distintivo, não atingindo um nível de significância no gênero/espectro. Já discorremos um pouco sobre essa preferência (cf. Tabela VIII‘.2) entre esse fator no blog GGN, o que poderia estar sendo facilitada pelo traço do perfil que em conjunto com o gênero feminino favorecendo formações com alto teor de pejoratividade, recebendo certo prestígio dentro do grupo em que estão inseridas. Já no perfil de direita, BOLIVARIANISMO remete à nova ―sombra do comunismo‖ em território brasileiro e IMPICHA traz entre os processos a modificação do significante que teve certa produtividade dentro do blog RA (cf. Tabela I, III, III.1). Além da fixidez de PETRALHA e PETRALHADA. 118 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 258 Tabela XI.1 - Cálculo de significância estatística na visão geral de types no gênero feminino entre os espectros Visão geral nos types fem/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Fem Direita/Fem Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 5963 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 5963 3375 1 2 0,0168 0,0593 3,5336 8,4825 -4,9488 12,0161 Equivalência Mod. Gráfica 5963 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 5963 3375 37 13 0,6205 0,3852 0,6208 0,3923 0,2285 1,0131 Equivalência Derivação Sufixal 5963 3375 41 11 0,6876 0,3259 0,4740 0,3155 0,1585 0,7895 Redução Parassintética 5963 3375 1 0 0,0168 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 5963 3375 14 22 0,2348 0,6519 2,7764 1,8604 0,9160 4,6369 Equivalência Comp. Coordenativa 5963 3375 11 10 0,1845 0,2963 1,6062 1,3755 0,2307 2,9817 Equivalência Comp. bases não-autônomas 5963 3375 1 1 0,0168 0,0296 1,7668 4,8974 -3,1305 6,6642 Equivalência Comp. Sintagmática 5963 3375 24 11 0,4025 0,3259 0,8098 0,5779 0,2319 1,3877 Equivalência Sigla/Acronímia 5963 3375 9 5 0,1509 0,1481 0,9816 1,0731 -0,0915 2,0546 Equivalência Conversão 5963 3375 12 5 0,2012 0,1481 0,7362 0,7680 -0,0319 1,5042 Equivalência Semântico 5963 3375 20 20 0,3354 0,5926 1,7668 1,0951 0,6717 2,8619 Equivalência Truncação 5963 3375 2 2 0,0335 0,0593 1,7668 3,4630 -1,6961 5,2298 Equivalência Palavra-valise 5963 3375 23 16 0,3857 0,4741 1,2291 0,7842 0,4449 2,0133 Equivalência Reduplicação 5963 3375 0 1 0,0000 0,0296 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 5963 3375 2 0 0,0335 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 5963 3375 4 2 0,0671 0,0593 0,8834 1,4995 -0,6161 2,3829 Equivalência Empréstimo: Tradução 5963 3375 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 5963 3375 6 1 0,1006 0,0296 0,2945 0,6234 -0,3289 0,9179 Redução Empréstimo: Decalque 5963 3375 1 1 0,0168 0,0296 1,7668 4,8974 -3,1305 6,6642 Equivalência TOTAL 5963 3375 209 123 3,5049 3,6444 1,0398 0,2316 0,8082 1,2714 Equivalência 259 Na visão geral dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários, novamente vemos o peso que o neologismo PETRALHA detém entre os processos inovadores, ocasionando uma equivalência nesse cruzamento de dados. Na tendência de esquerda, temos 166 neologismos e 209 processos, enquanto na tendência de esquerda, 91 neologismos e 123 processos. Vemos também que, agora, os processos distintivos são visíveis apenas no perfil de esquerda, derivação sufixal e integração, demonstrando o peso que PIG (acronímia), TUCANOADJ (conversão) e TROLL (estrangeirismo) detêm sobre esses padrões na comparação dos tokens (cf. Tabela XI). Entre os sufixos mais recorrentes têm-se –ista 21,9% (9/41) e –ismo 17% (7/41). 260 Tabela XI.2 - Cálculo de significância estatística na equalização do gênero feminino entre o espectro de esquerda e do espectro de direita Equalização feminino/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Fem Direita/Fem Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 1192 1164 4 3 0,3356 0,2577 0,7680 1,1497 -0,3817 1,9178 Equivalência Derivação Sufixal 1192 1164 1 6 0,0839 0,5155 6,1443 13,0078 -6,8635 19,1521 Equivalência Parassintética 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 1192 1164 1 2 0,0839 0,1718 2,0481 4,9165 -2,8684 6,9646 Equivalência Comp. Coordenativa 1192 1164 0 2 0,0000 0,1718 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. bases não-autônomas 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 1192 1164 3 4 0,2517 0,3436 1,3654 2,0440 -0,6786 3,4094 Equivalência Sigla/Acronímia 1192 1164 3 2 0,2517 0,1718 0,6827 1,2215 -0,5388 1,9042 Equivalência Conversão 1192 1164 0 2 0,0000 0,1718 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! Equivalência Semântico 1192 1164 5 11 0,4195 0,9450 2,2529 2,3817 -0,1287 4,6346 Equivalência Truncação 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 1192 1164 4 8 0,3356 0,6873 2,0481 2,4582 -0,4101 4,5064 Equivalência Reduplicação 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 1192 1164 1 1 0,0839 0,0859 1,0241 2,8385 -1,8145 3,8626 Equivalência Empréstimo: Tradução 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 1192 1164 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 1192 1164 22 41 1,8456 3,5223 1,9085 0,9886 0,9199 2,8970 Equivalência 261 Da equalização, que parte do número de usuárias com tendência de direita (14), os processos gerados pelos neologismos no tokens (palavras gramaticais e lexicais) nos primeiros comentários, registraram 20 neologismos e 22 processos para o perfil de esquerda contra 27 neologismos e 41 processos no espectro de direita. Podemos afirmar que há essa tendência do gênero feminino sob os dois perfis ideológicos em uma variação estável para os PFPs inovadores e conservadores, atestando a equivalência entre todos os padrões que apresentaram dados para ambos os lados. Abaixo, os neologismos mais frequentes dessa equalização: Tabela XI‟.2 – Neologismos mais frequentes na visão geral da equalização do gênero feminino entre os espectros 119 Esquerda (20 neologismos) Direita (27 neologismos) Qtde Lema – Frequência (N)* Lema – Frequência (N) 1 BICUDO – 15% (3) PETRALHA – 11,1% (3) 2 AÓCIO – 10% (2) PAPUDA – 7,4% (2) 3 FICHA LIMPA – 10% (2) PETRALHADA – 7,4% (2) 4 PIG – 10% (2) -------------------------------- Fonte: Elaboração própria *N = número absoluto Embora constem poucos neologismos devido ao número reduzido de usuárias com perfil de direita, os mesmos conseguem explicitar as características vistas anteriormente (cf. Tabela XI‘.2). A centralidade dos neologismos específicos do grupo com tendência de direita reforçam o viés crítico sobre a conduta do partido da ideologia oposta. A fixidez do neologismo AÓCIO é significativa para essa postura mais inovadora para o gênero feminino sob o espectro de esquerda, havendo, até mesmo, outro neologismo, BICUDO, com um PFP inovador, afastando-se da formação principal (PIG), proporcionando maior ativismo dessas mulheres dentro desse grupo, ao se distanciarem dos neologismos mais recorrentes entre o gênero masculino sob esse perfil, para expressarem o momento político-eleitoral, utilizando-se de padrões que as caracterizam como parte do conjunto, embora atribuindo à combinação dos fatores (perfil e gênero feminino) maior autonomia que permite o uso da neologia de maneira mais reflexiva e não somente sistemática. 119 A frequência dos neologismos leva em conta a somatória do lexema com suas respectivas lexias. 262 Tabela XI.3 - Cálculo de significância estatística nos types na equalização do gênero feminino entre os espectros ideológicos Types da Equalização fem/perfil RAZÃO DAS PREVALÊNCIAS SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA Processos de Formação de Palavras Esquerda/Fem Direita/Fem Frequência Prevalência Razão de Prevalência (RP) RP (IC 95%) Limite Resultado A B A B A B Inferior Superior Onomatopeia 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. do Significante 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Mod. Gráfica 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Derivação Prefixal 618 748 4 3 0,6472 0,4011 0,6197 0,9276 -0,3080 1,5473 Equivalência Derivação Sufixal 618 748 1 5 0,1618 0,6684 4,1310 8,8696 -4,7386 13,0006 Equivalência Parassintética 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Subordinativa 618 748 1 2 0,1618 0,2674 1,6524 3,9666 -2,3142 5,6190 Equivalência Comp. Coordenativa 618 748 0 2 0,0000 0,2674 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. bases não-autônomas 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Comp. Sintagmática 618 748 2 4 0,3236 0,5348 1,6524 2,8048 -1,1524 4,4572 Equivalência Sigla/Acronímia 618 748 2 2 0,3236 0,2674 0,8262 1,6194 -0,7932 2,4456 Equivalência Conversão 618 748 0 2 0,0000 0,2674 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Semântico 618 748 3 7 0,4854 0,9358 1,9278 2,6074 -0,6796 4,5352 Equivalência Truncação 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Palavra-valise 618 748 3 5 0,4854 0,6684 1,3770 1,9710 -0,5940 3,3480 Equivalência Reduplicação 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Regressiva 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Estrangeirismo 618 748 1 1 0,1618 0,1337 0,8262 2,2901 -1,4639 3,1163 Equivalência Empréstimo: Tradução 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Integração 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. Empréstimo: Decalque 618 748 0 0 0,0000 0,0000 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! N. Apl. TOTAL 618 748 17 33 2,7508 4,4118 1,6038 0,9385 0,6654 2,5423 Equivalência 263 Na última tabela dessa análise dos processos gerados pelos neologismos nos types dos comentários da equalização, apenas pontuamos essa variação estável entre os PFPs, o que resulta afirmar que nenhum neologismo está sendo utilizada massivamente na recursividade. Sublinhamos que esses poucos dados devido à dificuldade na identificação das usuárias de direita nessa e na tabela anterior não estão apresentando resultados objetivos, porém, não podemos invalidar que os dados apontam para essa tendência do gênero feminino sob os dois espectros estarem em um equilíbrio e direcionando a neologia de acordo com que cada espectro possibilita (cf. Tabela XI.2). 264 CONSIDERAÇÕES FINAIS We simply need to know more about the lexicon before we can make further progress in other fields. (BOLINGER, Dwight. 1973, p. 9) 120 120 Precisamos simplesmente saber mais sobre o léxico antes que possamos fazer mais progresso em outros campos. BOLINGER, Dwight. Getting in the Words. In: Lexicography in English. McDAVID, R., DUCKERT, A. (eds.) New York: NY Academy of Sciences (Annals of the New York Academy of Sciences, 211, 1973, p. 7-13, tradução nossa). 265 Este trabalho objetivou realizar um estudo sociolinguístico nas ocorrências de neologismos ocorridas em dois blogs sobre política durante o segundo turno eleitoral no Brasil em 2014, evidenciando a relação entre léxico e sociedade. Partindo da hipótese de que a preferência por determinados padrões de formação de palavras (PFPs) estaria sendo influenciada pelos fatores extralinguísticos de gênero e perfil ideológico do usuário, selecionamos um corpus, constituído pelos comentários gerados nesses espaços virtuais. Diante do fato de que o léxico contém diferentes processos de formação, perguntas que surgem são: O que leva a escolha de um determinado padrão de formação? Quais são os fatores que influenciam essa escolha? Padrões de formação mais conservadores (derivação prefixal e sufixal) prevalecem sobre processos considerados mais inovadores (palavra-valise e semântico)? Pela relação sociedade e léxico, há uma constante renovação lexical para se adaptar às mudanças sociais. O objetivo de analisar o léxico sob uma perspectiva sociolinguística permite identificar os traços relevantes associados na difusão desse fenômeno linguístico. No Capítulo 1, retomamos os pressupostos teóricos sobre léxico e sociedade. Foram revistos também os métodos em Filologia Românica que ressaltaram o léxico associado ao aspecto sociocultural bem como a teoria metodológica de Matoré (1973 ]1953], 1967] sobre o ―caráter social‖ da palavra. Após, detivemo-nos na conceituação de neologismo e os critérios para a identificação de uma nova unidade lexical, finalizando com a exemplificação dos processos seguindo a classificação em Alves (1990). No Capítulo 2, discutimos a concepção de ideologia desde de sua origem e difusão até uma definição mais moderada, afastando-se da visão negativa em Marx, mas ainda fundamentada em um contexto sócio-histórico. Em seguida, tratamos do ambiente online, mais especificamente os blogs sobre política, que resulta em uma extensão das relações socioideológicas, tal como, o papel da construção de gênero nesse meio (ARGAMON et al., 2003; HERRING, 2003, 1994; HERRING; JOHNSON; DiBENEDETTO, 1995), podendo contribuir para a fragmentação identitária (HALL, 2001). Com base em trabalhos que enfocam as diferenças entre esquerda e direita ao longo da história, observamos o peso que a clivagem ainda possui nos dias atuais. Prosseguindo, debatemos sobre o os questionários adotados para a identificação da orientação ideológica, tendo em Seliger (1976) as principais diretrizes que sustentam a aplicação de tal 266 método. Ao final do capítulo, levantamos os principais fatos no ano de 2014 que moldaram o contexto eleitoral do segundo turno, compreendido entre 5 e 26 de outubro. No Capítulo 3, apresentamos os procedimentos metodológicos de nossa pesquisa para a seleção dos dois blogs, um de esquerda (blog GGN) e outro de direita (blog RA), a composição do corpus e o questionário adotado para identificar a orientação ideológica de cada usuário, destacando a aplicação de um modelo estatístico para o cálculo de significância estatística dos processos na comparação entre os fatores. No Capítulo 4, apresentamos e analisamos as 42 tabelas do cáculo estatístico que permitiram evidenciar os seguintes resultados:  Na visão geral dos dois blogs da Tabela I, os processos gerados pelos neologismos nos tokens (palavras gramaticais e lexicais) de todos os comentários que continham ao menos um neologismo, mostrou que os usuários do blog GGN utilizaram mais neologismos que apresentavam os processos por derivação prefixal, composição sintagmática, sigla/acronímia, estrangeirismo e integração, enquanto no blog RA, os participantes preferiram mais neologismos com processos por modificação do significante, derivação sufixal, composição subordinativa, palavra-valise e semântico. Já os processos verificados apenas nas ocorrências de neologismos não-repetidos (Tabela I.1), tivemos que no blog GGN, os processos mais recorrentes foram a derivação prefixal e a integração e no RA, palavra-valise e semântico. Observamos que o GGN tem uma tendência para a ocorrência de tipos de processos mais conservadores (derivação prefixal), e já o RA opta por tipos de processos considerados mais inovadores devido a imprevisibilidade nas formações (palavra-valise e semântico). Um ponto que merece destaque é a alta recursividade encontrada nos neologismos. Ou seja, muitos neologismos serviram de base para outro(s) neologismo(s), o que contribuiu para o alto índice de processos. No GGN, do total de neologismos (incluindo todas as lexias), contabilizaram-se 4.157 neologismos e 4.948 processos. No RA, essa contabilização foi de 5.400 neologismos e 7.692 processos. Esse grande número de processos no RA pode ser explicado pelo valor que determinados neologismos apresentaram dentro do blog, tornando-se produtiva a utilização de um mesmo neologismo em outras formações.  Da equalização do número de usuários por gênero na Tabela II.2, sem adentrar na interferência do espaço virtual, os processos encontrados nos neologismos dos tokens dos 267 comentários mostram que o gênero masculino favorece os processos por derivação prefixal, composição sintagmática e integração enquanto há equivalência em todos os outros processos entre os gêneros. Esses dados mostraram que embora os homens estejam optando por processos mais conservadores, já se constata uma variação estável para os processos inovadores, desde que não há predominância de nenhum deles para os gêneros, demonstrando que os mesmos podem ter algum prestígio ou ao menos de não estigmatizados que possibilita essa equivalência e uma tendência para um posicionamento mais inovador do gênero feminino ao se distanciar de processos mais previsíveis e regulares.  Da equalização do número de usuários do gênero masculino em cada blog na Tabela III.2, os processos gerados pelos neologismos nos tokens dos comentários mostra que no GGN, os homens favorecem a derivação prefixal, a composição sintagmática, o estrangeirismo e a integração e no RA, composição subordinativa, palavra-valise, semântico e derivação sufixal. Mesmo com o registro de processos conservadores para os dois lados, o ambiente RA deixa mais claro uma postura mais inovadora com os processos por palavra-valise e semântico, enquanto no blog GGN, vemos a preferência por processos estigmatizados em uma visão conservadora sobre a introdução na língua de um estrangeirismo e, posteriormente, da integração, entretanto, não sendo, propriamente, processos inovadores e imprevisíveis.  Da equalização do número de usuárias em cada blog na Tabela IV.2, os processos gerados pelos neologismos nos tokens dos comentários evidenciou que no blog GGN, o gênero feminino prefere a derivação prefixal, composição sintagmática e sigla/acronímia e no RA, palavra-valise e semântico. Novamente, constatamos essa tendência mais inovadora dentro do blog RA por tipos de processos considerados mais irregulares e, portanto, inovadores, dessa vez, em relação ao gênero feminino. O fator blog apresentou-se como muito influente para a preferência por processos imprevisíveis, já que a frequência de determinados neologismos que detinham esses processos eram utilizados recorrentemente pelo grupo de usuários do espaço para demonstrar o apoio e legitimação ao blog e ao próprio autor que também era responsável pela criação ou difusão de algumas dessas ocorrências neológicas. 268  Em relação à equalização entre os gêneros em cada blog, observamos que os processos gerados pelos neologismos nos tokens dos comentários evidenciou que: no blog GGN (Tabela V.2), o gênero masculino apresenta a derivação prefixal como o processo mais distintivo e para o gênero feminino, a frequência da composição subordinativa situa as mulheres em uma preferência por tipos de processos neutros; no blog RA (Tabela VI.2), apenas a derivação sufixal e a composição sintagmática é distintiva entre os gêneros, no caso entre os homens, havendo equivalência dos outros processos no cáculo de significância estatística. Nesses dados, observamos mais nitidamente o caráter conservador entre os homens e corroborando que os processos considerados mais inovadores são avaliados positivamente pelas mulheres, porém, ainda sendo uma variação estável entre os gêneros.  Para o perfil ideológico analisado na Tabela VII.2, os processos encontrados pelos neologismos gerados nos tokens dos comentários da equalização mostrou que o perfil de esquerda favorece a sigla/acronímia e o perfil de direita, a palavra-valise e semântico. Levando em conta apenas a orientação ideológica, constatamos que os processos mais inovadores se mantêm como mais distintivos dentro do blog RA que corresponde aos usuários sob o perfil de direita e processos mais conservadores prevalecem como mais significativos dentro do blog GGN que responde pelo total de usuários sob o perfil de esquerda, ressaltando que a frequência dos processos entre esses espectros ideológicos deve-se ao valor que determinados neologismos tem em cada blog.  No cruzamento desses fatores na Tabela VIII.2 para a equalização dos gêneros no blog GGN, o gênero masculino de esquerda favorece processos por derivação prefixal e estrangeirismo, enquanto há equivalência entre o restante dos processos para os gêneros sob esse perfil. Eses dados demonstraram que sob o perfil ideológico de esquerda, as mulheres estariam se distanciando de processos mais previsíveis e regulares, recorrendo mais a processos inovadores na mesma proporção que os homens.  No cruzamento dos fatores na Tabela IX.2 para a equalização dos gêneros no blog RA, a palavra-valise e a composição subordinativa se tornam os processos mais distintivos entre os homens com a equivalência dos outros processos para ambos os gêneros sob esse mesmo espectro ideológico. 269 Explicamos que devido ao fato da reduzida participação feminina e, consequentemente, a dificuldade em identificar o espectro pelas poucas postagens das mesmas usuárias, somente 14 foram identificadas, ocorreu um déficit em vários PFPs para esse gênero, mesmo assim, observamos que tantos os processos inovadores como conservadores ainda apresentam aplicação significativa, demonstrando uma tendência das mulheres sob o perfil de direita em não favorecer processos irregulares, apontando para uma variação dos processos imprevisíveis entre os homens. Entretanto, ressaltamos que os poucos dados impedem uma visualização mais objetiva sobre o status dessa variação.  Em relação à comparação desses fatores entre os blogs, a Tabela X.2 mostra que o gênero masculino de esquerda utiliza mais processos por derivação prefixal e estrangeirismo e o gênero masculino de direita opta pela palavra-valise; entre o gênero feminino vemos a equivalência em todos os processos nos dados da Tabela XI.2. Embora os dados da tabela X.2 venha a corroborar o que a análise evidenciou ao longo do estudo, não podemos afirmar categoricamente que há uma variação estável para as mulheres sob os respectivos perfis , já que os poucos dados sobre o gênero feminino de direita (14 usuárias) não possibilita uma visão adequada sobre essa preferência, para solucionar essa falta de dados, achamos melhor em atestar que há uma tendência para essa estabilidade na variação. A análise também destacou que muitos neologismos desempenham um papel relevante para a frequência de determinados processos. No blog GGN, o neologismo PIG (acrônimo = Partido da Imprensa Golpista) é responsável pelo alto índice do processo por sigla/acronímia, tornando-se um dos processos mais distintivos para o grupo de fatores dentro desse blog. Sendo uma crítica aos órgãos tradicionais da imprensa que divulgam fatos de forma parcial para atacar um partido, o uso desse acrônimo destaca como foi percebida a campanha do segundo turno eleitoral de 2014 para aqueles que eram apoiadores do governo que buscava a reeleição que através da recorrência dos neologismos ANTIPETISTA e ANTIPETISMO resultaram em grande recorrência do processo por derivação prefixal para o blog, para o gênero masculino e para esse gênero sob o perfil ideológico de esquerda. O neologismo TROLL (estrangeirismo = para se referir a um usuário que posta comentários ofensivos somente para desestabilizar um tópico de discussão) passa a responder pela quase totalidade do empréstimo por estrangeirismo, reforçando o clima de tensão dentro 270 desse blog, vimos que os usuários com tendência de esquerda desginavam usualmente os participantes que queriam desestabilizar o tópico de discussão com uma visão mais conservadora. No blog RA, vimos que o neologismo PETRALHA é responsável pelo alto índice tanto do processo por palavra-valise como pelo processo semântico, desde que engloba os dois. Da formação por palavra-valise (Petista + Metralha) e da extensão metafórica (Metralha = bandido), esse neologismo tem um papel específico para o funcionamento da neologia durante esse período. Com alto teor pejorativo e ofensivo, a criação é do próprio autor do blog, operando como um meio para a inserção dos usuários nesse espaço que buscavam mostrar um posicionamento de apoio e legitimação tanto ao jornalista como ao espaço interativo do qual eram membros. Do prestígio e frequência dessa ocorrência neológica, outros neologismos passam a se utilizar dessa base para o aparecimento de novas formações, tal como, PETRALHADA, que também está entre os neologismos mais recorrentes. Observamos também que esses dois processos inovadores estão associados ao traço negativo e pejorativo, tais como, os neologismos LULLA (palavra-valise = Lula + Collor), PETROLÃO (palavra-valise = Petrobrás + mensalão) e PAPUDA (semântico metonímico = prisão), sendo o fator blog fundamental para que essas ocorrências de neologismos e de processos tenham alta produtividade, algo que foi atestado pelo clima de otimismo que perpassou esse blog que não apoiava a continuidade do Partido dos Trabalhadores no poder e que viu na ineficiência dos resultados dos insitutos de pesquisa um mascaramento da verdadeira intenção do eleitorado. Com essa análise, acreditamos que os objetivos assumidos nesta dissertação que buscou compreender o funcionamento da neologia associado com fatores sociolinguístos em blogs de política e, considerando a relevância da relação léxico e sociedade, mostrou que processos considerados mais inovadores estiveram relacionados com traços de negatividade e comicidade, os quais foram frequentemente encontrados em neologismos específicos que detiveram um papel importante dentro dos espaços interativos para denotar o posicionamento dos usuários frente ao momento eleitoral. Dessa análise, também evidenciamos o favorecimento do perfil de esquerda por processos mais conservadores e do perfil de direita, por processos mais inovadores, algo explicado pelo próprio blog em que esses usuários sob os respectivos perfis estavam inseridos, ao 271 promover tópicos de discussão mais otimistas ou apreensivos, ressaltando a visão que cada espectro teve sobre o clima político-ideológico vivenciado no 2º turno, tornando possível verificar a força da clivagem entre os espectros e o comportamento que cada ideologia adotou frente ao momento político para manifestar a defesa dos posicionamentos característicos de cada lado. Em relação ao gênero, dados significativos mostraram que as mulheres sob o perfil de esquerda tendem a se afastar de processos mais conservadores e que há equivalência entre os processos inovadores, com os homens preferindo mais processos conservadores. E sob o perfil de direita, o status entre os gêneros segue os padrões sociolinguíticos com os homens liderando a preferência por processos mais inovadores, havendo apenas equivalência entre os processos conservadores. Das contribuições dessa pesquisa, acreditamos que ampliar o alcance dos estudos neológicos associados também com as transformações sócio-históricas possam garantir uma visão mais dinâmica desse fenômeno para a compreensão da dinamicidade lexical como um reflexo das mudanças sociais, possibilitando a reconstrução de um período, de uma época como defendeu Matoré (1973 [1953]) mesmo em um estudo sincrônico que observa a tendência de cada fator extralinguístico para a organização e funcionamento de um vocabulário. Assumindo que os resultados vistos aqui são apenas uma introdução desse imenso campo que é o fenômeno da neologia indissociável dos padrões sócio-culturais, almejamos que novos estudos possam ampliar essa investigação proposta nessa dissertação, alicerçando-se nos estudos que demonstraram a relevância da análise de neologismos para resgatar pontos fundamentais que impulsionam a renovação lexical. 272 REFERÊNCIAS ACHARD, Pierre. Analyse de discours et sociologie du langage. In: Langage et Société, 1986. ACHARD, Pierre; WALD, Paul Wald. Sociologie, langage et interprétation, les enjeux de l‘ethnométhodologie. In: Langage et Société, n. 59, 1992, p. 5-12. ABBADE, Celina. M. de S. Filologia e o estudo do léxico. In: TEIXEIRA, Maria C. R.; QUEIROZ, Rita de Cássia R. de; SANTOS, Rosa B. dos (orgs.). Diferentes perspectivas dos estudos filológicos. Salvador: Quarteto, 2006, p.716-721. ALBUQUERQUE, L. R.; GONÇALVES, C. A. V. 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The Impact of the Radical Right-Wing Parties in West European Democracies, Basingstoke: Palgrave Macmillan, 2006. 285 ANEXO 121 Contexto e classificação dos neologismos coletados A A.N.A. Agência de Notícias Alternativa (Semântico [Agência de Notícias Alternativas]) [...] Pra reeleger o Aidemim e votar em peso no Abominável Aécio das Neves só mesmo fartura de burrice, mau-caratismo [...] (Palavra-valise [Abominável Homem das Neves + Aécio Neves]) [...] Segundo pesquisa Isto É/Sensus Aécio está 12,8 pontos à frente da [...] aborrecenta. [....] (Palavra-valise [aborrecer + adolescenta] / Modificação do Significante [adolescente]) [...] É entidade difusora, seja dando suporte acadêmico-científico, cultural, social e até esportivo, ressonando as demandas e opiniões da classe médica. [...] (Composição coordenativa) O ELEITOR ACOXINHOU-SE. [...] Por isso, a comparaçao entre os novos e os velhos tempos, que para nós trata de fatos cristalinos e veementes, para esses eleitores é apenas um exercício de abstração pouco convincente. [....] (Derivação parassintética [Prefixo (a-) + Sufixo (-ar)] / Semântico (coxinha = burguês)) [...] É aquele ―Adevogado‖ , formado pelo programa Telecurso Segundo Grau, exibido pela Rede Globo de Televisão [...] (Modificação do significante [advogado]) [...] em razão de indícios de desvio de verbas da saúde durante as gestões de Aécio como governador, sobre a exigüidade dos investimentos em saúde e educação em Minas durante os governos tucanos, e sobre a condenação proferida pelo STF pela contratação de funcionários de modo ilegal nas administrações tucanas. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst adj]) Segundo pesquisa Isto É/Sensus Aécio está 12,8 pontos à frente da incomPTenta, presidenta, adolescenta , aborrecenta. [....] (Modificação do Significante [adolescente]) [...] Esse é o mesmo partido que abriga, dentre outros mensaleiros condenados pela justiça, zé dirceu(em minúsculas) o qual disse, em certa ocasião, a respeito de seus adversários tucanos que estes tinham que apanhar nas ruas e nas urnas. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst adj]) Ae5. Tem também a censura à imprensa mineira, a prisão do Carone e a tentativa de calar oposicionistas na marra [...] (Palavra-valise [AI-5 + Aécio] / Sigla [AI-5]) Olha a cara do sujeito. Parece companheiro de noitada do Aébrio . (Palavra-valise [Aécio + ébrio]) 121 Decidimos manter a transcrição original dos comentários, sem correção ortográfica e sem a lematização dos neologismos, de maneira a evidenciar o processo de coleta e os diferentes fatores envolvidos para a delimitação de uma unidade lexical. 286 Receita neoliberal e aeciana para combater a tal inflação nas alturas (sempre lembrando que FHC entregou a Lula 12% de inflação e hoje ela está em 6%) [...] (Derivação sufixal [-ano]) Sinto no Aecínico tanta convicção de vitória - não otimismo, mas convicção - que suspeito que este filhote de Arena esteja ciente do golpe. [...] (Palavra-valise [Aécio + cínico]) [...] Mas tenho semeado o seguinte com os "eleitores de Aécio" que na verdade são apenas anti- PT em sua maioria (Aécio-convictos não passam de uns 20% do eleitorado) [...] (Composição sintagmática) Se a maioria do povo pernambucano cair nessa lábia aéciomarinista , será um dos casos de ingratidão política mais emblemáticos e cruéis na nossa era republicana [...] (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-ista]) Os Aécionistas estão que nem urubús... .de olho na carniça. (Palavra-valise [Aécio + acionista]) Nao vejo problema nenhum pra Aecio: eh so decolar do aecioporto principal e pousar o aviao nos aecioportos particulares das cidades de SP [...] (Palavra-valise [Aécio + aeroporto]) [...] eh so decolar do aecioporto principal e pousar o aviao nos aecioportos particulares das cidades de SP, nao eh mesmo? [...] (Palavra-valise [Aécio + aeroporto] / Semântico [referência específica (aeroporto em Cláudio) > sentido geral (qualquer aeroporto suspeito)]) [...] Ainda que o projeto demotucanalha respire por aparelhos na candidatura aecista , temos que olhar como ficou seu poder de representação parlamentar. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Agora é atenção e aplicação, ainda vem Globo por aí e mais umas setenta horas de janela de armações ilimitadas! Fora o risco do vírus "AeciusdiTroia" nas urnas. [...] (Palavra-valise [Aécio + Cavalo de Tróia] / Semântico [inf. cavalo de tróia (vírus virtual) propaganda eleitoral em massa]) [...] gastando talvez mais do que R$5.000,00 utilizando o Aero-Lula, agora o Aero-Dilma, pergunto porque ela não transferiu seu titulo para Brasilia dessa forma economizando essa graninha [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (aero-) + autônoma) Na minha empresa participo das conversas com amigos mostrando aos amigos as nossas futuras perdas se o AEROECIO [...](Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (aero-) + autônoma) [...] gastando talvez mais do que R$5.000,00 utilizando o Aero-Lula , agora o Aero-Dilma, pergunto porque ela não transferiu seu titulo para Brasilia dessa forma economizando essa graninha [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (aero-) + autônoma) [...] o mesmo 'AeroNeves' do MENSALÉCIO de Minas Gerais, entre outros MENSALÕES [...](Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (aero-) + autônoma) [...] onde estava o Aético quando tinha 18 anos? (Palavra-valise [Aécio + aético]) 287 [...] Pelo post parece que a família coxinha já estava fechada com o Aético Never. [...] (Palavra- valise [Aécio + aético] / Palavra-valise [Neves + Never] / Empréstimo: Never: ing. sintático) [...] E as duas coisas devem ser feitas *simultaneamente*, para não ficarmos reféns do agenda- setting da mídia. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] Acho incrível que você defenda por exemplo que o PSDB seja fiel a si mesmo, a sua tradição, mas pregue um ―aggiornamento‖ , uma capitulação da Igreja frente as exigências do mundo. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [it.]) [...] Considerando que a UDN remete às forças políticas da economia agrário-exportadora da República Velha, com seus aliados do financismo internacional, nota-se claramente a correlação entre a força do PSDB no plano interno [...] (Composição coordenativa) Não só na água SP está seco. Está seco também na inteligência, caráter e vergonha. Pra reeleger o Aidemim e votar em peso no Abominável Aécio das Neves [...] (Palavra-valise [ai de mim + Alckmin]) [...] Lamentavelmente nao deu certo, e nem darå. Porem a constituiçao estara ai para voce e o Alibaba, no momento certo!! Garanto isso! [...] (Semântico metafórico [=ladrão]) [...] Que fiquem certos os reacionários aliacistas. Quando, e se comprovados, os crimes denunciados na garnde empresa brasileira, não ficarão abafados como custumam fazer as autoridades ligadas aos tucanos. [...] (Palavra-valise [aliado + aecista] / Derivação sufixal [-ista]) [...] só se o analista-eleitor andou levando uns choques cerebrais por ai... foi uma campanha alienizante banalizante desinteressante. (Derivação sufixal [-ante]) [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, [...] alllluisio mercadante, frankllllin martins, josé dirceullll vociferam contra os brasileiros da classe média e os bons jornalistas. (Palavra-valise [Aurélio + Collor]) Palavra-valise [Aloísio + Collor] [...] Mil vezes um tiririca do que um almofada boçal do psdb. (Composição sintagmática / Derivação regressiva [almofadinha almofada]) E, tem mais, se essas almofadas mofadas do psdb, ganharem as eleições, diferentemente do PT que nunca deixaram de mandar montanhas de grana federal para todos os partidos governos de estados, o psdb, como no horrível governo fhc, não enviará dinehrio para os estdados governados por opositores. [...](Composição sintagmática / Semântico [mofada [ antiga/ultrapassada] / Derivação regressiva [almofadinha > almofada]) [...] Beto era um alpinista social, FHC era um alpinista intelectual, casou com uma mulher mais inteligentes e mais preparada, Dona Rute. [...] (Composição sintagmática [subst + adj]) 288 [...] Beto era um alpinista social, FHC era um alpinista intelectual, casou com uma mulher mais inteligentes e mais preparada, Dona Rute. [...] (Composição sintagmática [subst + adj]) [...] Mas ao mesmo tempo o Sumpaulokistão é o reino da nazistada e dos ladrões ou malucos (Adhemar, Maluf, Jânio, Fleury, Cerra, Alkmin et caterva), abrigando a TFP (Turma dos Filhos da Pauta), a opusdei do alquimista maluco etc e tal). [...] (Palavra-valise [Alckmin + alquimista] / Semântico [alquimista em transmutar dinheiro público em privado]) E estranha a passividade do brasileiro que aceita tantos descalabros sem manifestar-se, a dar como exemplo pessoal oposto, seus professores que a levavam, e outros alunos-colegas, às manifestações e graves. (Composição coordenativa) [...] Quem governará vai ser o PIG junto com os banqueiros e o aminofraga. (Composição subordinativa) o boquirroto acaba de ―abrir‖ um aeroporto fechado para reformas pela anac/petralha [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] O mínimo de classificação na escala Andrade é de 3% (An=3). [...] (Sigla [Andradômetro]) AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUA = ―ANÁGUA‖!! (Palavra-valise [ANA + água]) [...] O do ódio sempre foi do ANALFABETO POLÍTICO e do opotunista que usa o analfa político para amestrá-lo e colocá-lo em seu curral [...] (Composição sintagmática) [...] O do ódio sempre foi do ANALFABETO POLÍTICO e do opotunista que usa o analfa político para amestrá-lo e colocá-lo em seu curral [...] (Composição sintagmática) [...] só se o analista-eleitor andou levando uns choques cerebrais por ai... foi uma campanha alienizante banalizante desinteressante. (Composição coordenativa) anarca . fica tranquilo, Dilma não vai cantar aí não ser que vcs queiram ouvir Mozart em Requiem in D minor (Truncação [anarquista]) [...] E com sindicatos e movimentos sociais. Parte dos black blocs que são anarco-punk responderão à violência. [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (anarc-) e base autônoma) [...] outros ancoradouros-portos-seguros colusivos são bem conhecidos de todos: jabolor, merdal, jo, lobão nemésio... e outros incapazes mas captazes da casa grande [....] (Composição subordinativa / Composição sintagmática [porto seguro]) Matemática política ou escala Andrade de confiança (Andradômetro=An) [...] Esta escala foi criada usando-se critérios das Leis das Probabilidades. [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autômoma [grego] (-metro)) 289 Alguém em são consciência desconhece que as falcatruas na Petrobras, no Metro de São Paulo [...] (FICA DIFÍCIL OUTRO EXEMPLO, POIS FOI A ÚNICA OBRA DO ANÉSCIO) [...] (Palavra-valise [Aécio + néscio]) [...] conhecer os esquemas de corrupção dentro do seu governo é abolutamente verdadeiro, como também o Geraldo Torneira Seca Alckmin, o mata paulista de sede, e o Anéscio Fezes nos respectivos governos estaduais. [...] (Palavra-valise [Aécio + néscio] / Palavra-valise [Fezes + Neves]) [...] Portanto deverão continuar nessa linha da BANDALHEIRA, e quem perde é povo HUMILDE e POBRE, na verdade são os que votam na ANTA. (Semântico [ anta = a maneira de governar da Dilma]) [...] Não sou anti ou a favor de qualquer um dos partidos, só estou procurando os fatos mesmo. (Derivação prefixal [anti-]) [...] Aécio e toda essa campanha anti Petrobras, é o caminho para a entrega dessa reserva. Faz parte do show, elas não quererem participar, assim reforça a campanha dos anti. [...] (Truncação [antiPetrobrás]) [...] os golpistas parece que perderam mais uma, pelos números atuais quase 52 a 48, 97 por cento dos votos apurados. a metade é anti. [...] (Truncação [antigoverno]) [...] Voto anti-Alckmin foi para Skaf. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] situações criadas pelo partido da elite, e entreguistas da nação,,aliados a essa midía íncrívelmente anti-Brasil,e extremamente parcial [...](Derivação prefixal [anti-]) [...] Bota cidadão antibrasileiro nisso!!!!!! [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Eu mesmo sou um desses arrependidos. Era anti-brizolista convicto. [...](Derivação prefixal [anti-] / Derivação sufixal [-ista]) [...] Conseguiram e estamos com um país dividido. Chorume ou anti chorume. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Quem particiou das manifestações/sabotagens anti-copa que sairam do controle e foram totalmente apoderadas pela direita e quase causaram um mal pior no resultado desta eleição. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Mostrar que a ira anti-corrupçao só favorece o poder da mídia, que esconde alguns escândalos e denuncia outros, fazendo chantagem com os políticos [...] (Derivação prefixal [anti-]) Não adianta, eles não têm intimidade com a verdade. Sou antipetismo, anticorruptos, anticomunismo, antifidel, antimaduro, anti todo e qualquer regime autoritário. Sou paulistano, porém antes de tudo sou Brasileiro. [...] (Derivação prefixal [anti-]) 290 [...] Vai ser bom para pegar os direitistas aecistas, como os médicos anti-Cuba e anti-Mais Médicos... [...] (Derivação prefixal [anti-]) PROPAGANDA ANTI CUBA-COMUNISMO PELA IMPRENSA Jango faz acordos com a China comunista, Dilma faz acordos com Cuba. [...] (Derivação prefixal [anti-] / Composição coordenativa [Cuba + comunismo]) [...] E cadê o boca-suja? Está em casa, lustrando a carantonha com anti-cupim, enchendo a cara com ―aquela que matou o guarda‖ [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] O que o paulista é anti (e disso não abre mão): a) anti- corrupção; b) anti- falsidade; c)anti- demagogia; d)anti- hipócritas; (Derivação prefixal [anti-]) [...] Ela passará inclusive por uma nova experiência cientifica, uma nova droga será aplicada, um antidetetor de mentiras para que ela possa falar a vontade [...] (Derivação prefixal [anti-]) Quando abr a FSP hj não teve como não reparar: todas as manchetes do topo era anti-dilma e pró-Aécio. (Derivação prefixal [anti-]) [...] era a única revista que tinha postura anti ditadura, como é de conhecimento até do mundo mineral, que não deveria pensar [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] a quem agora se junta Roberto Da Matta, é não se auto respeitarem e resvalarem para uma linha argumentativa agressiva, depreciativa e anti-educativa. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Partido anti-empresarial incomoda São Paulo mais que o resto do Brasil. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Não dá para entender o anti-petismo contra um partido anti-establishment que além da justiça social, tem como suas bandeiras o combate a ignorância e o culto ao dinheiro. [...] Empréstimo: Integração morfológica [ing.] [...] O que o paulista é anti (e disso não abre mão): a) anti- corrupção; b)anti- falsidade; c)anti- demagogia; d)anti- hipócritas; (Derivação prefixal [anti-]) ou eu queimei todos os neuronios funcionais de uma de vez, o meu filtro anti fezes está atingindo a perfeição. (Derivação prefixal [anti-]) Não adianta, eles não têm intimidade com a verdade. Sou antipetismo, anticorruptos, anticomunismo, antifidel, antimaduro, anti todo e qualquer regime autoritário. Sou paulistano, porém antes de tudo sou Brasileiro. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] podia ser outro partido e outro governo, mas o fato é que o Código "anti-florestal" da Dilma está acabando com as nascentes, os rios e o que sobrou do Cerrado [...] (Derivação prefixal [anti-]) 291 [...] Só que agora a maioria dessas pessoas estão prevenidas com equipamentos anti gases tóxicos, então os próprios petistas estão inalando os tais gases letais que eles mesmos lançaram, [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Dê um tiro de morte nessa direita sórdida, anti-povo, anti-gente. Eleja DILMA 13! (Derivação prefixal [anti-]) [...] Na conjuntura pré 64 também havia a demonização de Getúlio e do governo Jango na mesma intensidade, como o Pt não existia, havia o antipetebismo ou o antigetulismo e o antijanguismo. [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] o argumento da folha de que há uma tendência das reportagens para o anti-governo devido a tentativa de reeleição [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] A "maestra", mídia partidarizada, conduz sob sua batuta, a parte majoritária de uma elite(cultural, econômica, política, religiosa) inconformada com as sucessivas derrotas para um projeto político anti-hegemônico dessa mesma escol. [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] É o mesmo que aconselhá-lo a ser um grande capacho, uma vez que o antônimo de capacho, sabujo parece ser anti-hierárquico, ou ainda desempregado. (Derivação prefixal [anti-] ) [...] O que o paulista é anti (e disso não abre mão): a) anti- corrupção; b)anti- falsidade; c)anti- demagogia; d) anti- hipócritas; (Derivação prefixal [anti-] ) [...] Na conjuntura pré 64 também havia a demonização de Getúlio e do governo Jango na mesma intensidade, como o Pt não existia, havia o antipetebismo ou o antigetulismo e o antijanguismo. [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] Claro, ainda praticam o anti-jornalismo, como nessa questão da Petrobras. Ainda assim, acho que esse ano estão mais moderados. [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] Estava lá cído de para-quedas e a míRdia fez uma campanha tão intensa e perene quanto a do "mensalão" para incutir em cabeças como a sua que o socólogo foi "pai do Real" ... ("nascia" aí o anti-Lula da vez) [...] (Derivação prefixal [anti-] ) Não adianta, eles não têm intimidade com a verdade. Sou antipetismo, anticorruptos, anticomunismo, antifidel, antimaduro, [...] (Derivação prefixal [anti-] ) Podem divulgar nas redes, que não é montagem. Vai ser bom para pegar os direitistas aecistas, como os médicos anti-Cuba e anti-Mais Médicos... [...] (Derivação prefixal [anti-] ) [...] PT mina Aécio ao reciclar receita anti-Marina. (Derivação prefixal [anti-] ) [...] E depois desta sucinta e justa descricao, se dedica, pelo resto do artigo, a descrever os problemas dessa logica dando como exemplo o ativismo anti-mercadista de Dona Dilma. [...] (Derivação prefixal [anti-] ) 292 [...] O discurso raivoso anti negros, pobres, nordestinos, e petistas de uma maneira geral, leva a desesperanca nao no Sistema politico, mas na sociedade Brasileira [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Essas ações tinham o objetivo de preparar o terreno para impedir a manutenção, em nível federal, de um governo de tendências antineoliberais. (Derivação prefixal [anti-]) Desde a eleição presidencial passada uma nova espécie de racismo cresce no Brasil. Refiro-me às manifestações anti-nordestinos na internet de eleitores paulistas do PSDB. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] A coisa ant-PT esta sendo ligada ( e deve) ao ant-norte/nordeste! (Derivação prefixal [anti-] / Composição coordenativa) [...] No Maranhão, veja-se a posição do PT. Distanciou-se das bases anti-oligarquicas ( tanto não-petistas, quanto petistas). (Derivação prefixal [anti-]) E em algumas redes sociais já começaram a propagar o sentimento ―anti-paulista‖. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] A referência é ao antipetista, assim como atribuo raciocínio similar ao anti peessedebismo [...] (Derivação prefixal [anti-] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Infelizmente a nossa, democracia porém, não possui "vacina anti-perpetuação no- Executivo". [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Na conjuntura pré 64 também havia a demonização de Getúlio e do governo Jango na mesma intensidade, como o Pt não existia, havia o antipetebismo ou o antigetulismo e o antijanguismo. [...] (Derivação prefixal [anti-] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Fé no antipetismo. O petismo passa a representar o mal. Tentar convencer uma pessoa do contrário é igual a tentar convencer a pessoa de que sua religião não faz sentido. É inútil. [...] (Derivação prefixal [anti-] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Eis aí um retrato tosco, mas que a meu ver explica mais ou menos bem o sentimento antipetista de um segmento da sociedade. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] estão manipulando as pesquisas para que não só os eleitores indecisos mas também os anti petralhas migrem votos da Ana Amélia para o Sartori, estão tentando dividir a oposição! [...](Derivação prefixal [anti-] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [Metralha = bandido]) [...] Aécio e toda essa campanha anti Petrobras, é o caminho para a entrega dessa reserva. (Derivação prefixal [anti-]) [...] Como qualquer poeira de areia de Copacabana sabe, o judiciário brasileiro está apodrecido, é faccioso, é anti-PT e anti-pobre . [...] (Derivação prefixal [anti-]) 293 [...] Os votos que permaneceram com a Marina, creio serem os de anti-polarização (PT x PSDB) [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Com a desconstrução da "nova política" (mais para anti-política) marineira, estão orfãos. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Mesmo tendo uma política anti-povo. [...] (Derivação prefixal [anti-]) Dilma também repete o mesmo discurso, só que agora não tem trem bala, nem anti privatização, mesmo por o pt privatizou a petrobrás. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Ao seu conservadorismo e anti-progressismo! [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Em resumo todo o projeto que está sendo apresentado pela direita é anti-projeto, a negação como forma de ação, a destruição como proposta de construção [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] De fato a maior parte dos eleitores praticam o voto pragmático e não o voto ideológico, e do do mesmo modo que existe o voto anti-PT existe também o voto anti-PSDB [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] De fato a maior parte dos eleitores praticam o voto pragmático e não o voto ideológico, e do do mesmo modo que existe o voto anti-PT existe também o voto anti-PSDB [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Acho q comprar revistas e publicar propagandas pagas de quem faz campanha contra voce é anti-publicidade e financiar quem te ataca e difama. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Em 2015 será o ano da ―FAXINA‖ haja PETICIDA (agente antiratazana) para expurgar a SEITA-CRIMINOSA LULAPETISTA de todos os cargos que ocupam no poder FEDERAL. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] finalmente você dá sinais de vencer sua neurose anti-PT e anti-realidade! [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] a teoria constitucional moderna (sec. XX) contrastam diretamente com o discurso antirregulação da mídia empresarial brasileira. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Nao vá atrás da conversa desse troll! Equipe paralela? Seria completamente anti- republicano, e provavelmente ilegal. (Derivação prefixal [anti-]) UNIÃO ANTI RETROCESSO. A postura que deveria ser adotada por todos os eleitores dos partidos de esquerda é aquela sustentada pelo deputado estadual mais votado do Rio de Janeiro, o líder Marcelo Freixo [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Críticas que vão muito além do seu papel de jornalista, um ofício por natureza contestador e anti-sistema. [...] (Derivação prefixal [anti-]) 294 faltou caro Luciano: anti-socialista e vermelho (Derivação prefixal [anti-]) [...] Isso são fatos, não se trata de sentimento anti-SP, tá no DNA, [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] No Brasil tudo virou culpa do PT. Está na hora de São Paulo assumir se reacionarismo e anti-trabalhismo. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [....] a falta de investimentos no Canatreira, por exemplo (só demonstrada clara e sistematicamente por um blogueiro carioca anti tucano [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] ai ver é porque as informações são dadas sem o ufanismo anti-tudo que o JN, CBN etc fazem. (Derivação prefixal [anti-]) [...] sabe da Talita, o travesti anti-tudo-que-não-presta nos movimentos LGBT? Pois é, gravou novo vídeo dizendo que os ―LGBT‖ estão ameaçando de morte por sua livre expressão e pedindo ajuda das autoridades. [...] (Derivação prefixal [anti-]) [...] Vc* não quer perceber que seu anti-voto PT (uma birra não ou mal fundamentada) ajuda a prejudicar brasileiros de agora e do futuro, [...] (Derivação prefixal [anti-]) To procurando, até agora, quem vota em aócio. [...] (Palavra-valise [Aécio + ócio]) [...] percebendo a ascensão dela e a queda vertiginosa de Aócio Bafômetro Never, estampou várias notícias negativas. [...] (Palavra-valise [Aécio + ócio] / Palavra-valise [Neves + Never] / Empréstimo: Integração sintática [ing. Never]) O Aócio Never e a tucanalha entreguista e corrupta podem ir tirando o cavalinho da chuva [...] (Palavra-valise [Aécio + ócio] / Palavra-valise [Neves + Never] / Empréstimo: Integração sintática [ing. Never]) Olhar vidrado? O do aocioporto é outra coisa! (Palavra-valise [Aécio + ócio] / Palavra-valise [Aócio + aeroporto]) Em Minas prevalece, SEMPRE, o interesse do Aócio. Aliás, Minas, não; AÓCIOQUISTÃO. [...] (Palavra-valise [Aécio + ócio] / Empréstimo: Integração morfológica [Indo-Ariano (sufixo -stan)]) [...] Os internautas do Aopio Neves sumiram daqui, e tambem das materias da Folha. [...] (Palavra-valise [Aécio + ópio]) Inexplicável mesmo é o ―APAGÃO‖ que os eleitores mineiros tiveram em eleger para governador um sujeito com a ficha corrida do PIMENTEL [...] (Semântico [perda de memória]) [...] Se apenas parte das informações que os blogs sujos (e fedorentos por culpa do apagão hídrico) chegasse ao grande público, o psdb já teria sido varrido do mapa [...] (Composição sintagmática / Semântico [apagão: incompetência no gerenciamento]) [...] Dilma teve um apagão mental! [...] (Composição sintagmática / Semântico [apagão = falha por incompetência ou proposital]) 295 Aécio Nela (Dilmona-PTralha-Fscista), no chefe-Quadrilheiro-mor (Lularápio), nos paus mandados-PTralhas-canalhas, nos puxa-sacos-PTralhas-canalhas, nos apaniguados-PTralhas- fascistas [...] (Composição coordenativa [apaniguado + petralha-fascista] / Composição subordinativa [petralha-fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) aparelho familiar vastamento remunerado pelo aparelhamento estatal mineiro [...] (Composição sintagmática) E o que mais preocupa, de teor tão profundo quanto o aparelhamento econômico, é o aparelhamento ideológico; [...] (Composição sintagmática) [...] Uma certa construção aparelhista e um número insignificante, porém suficientes, de tetas e boquinhas distribuídas explicam melhor o fato. (Derivação sufixal [-ista]) [...] Aqui, temos o apedeuta que é do mesmo naipe, perigoso, carismático e messiânico, que manipula pobreza, desigualdade e carências de forma maquiavelica, intencional, com nítidos objetivos [...] (Semântico [Lula quando pronuncia alguma "pérola" teórica]) Ou seja: em linguagem bem simples, para entendimento da cachorrinha Pipoca e do Apedeuta- mor destepaiz: O BÊBADO VELHO DESRESPEITA A SAGRADA MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO NAZISMO. [...] (Semântico [Lula quando pronuncia alguma "pérola" teórica]) / Derivação sufixal [-mor]) o governo progressista levou porrada da grande mídia golpista desde 2003. que criou o ódio e o apoliticismo e agora quando os tucanos e o pig são criticados dizem que é o pt que ataca. o pt usa da legítima defesa. (Derivação prefixal [a-]) [...] acho que o autor deveria dizer a que partido defende, pois culpabilizar o pt fica fácil. defende o nda apolitizado? [...] (Derivação prefixal [a-]) 50 itens praticamente idênticos. Ou Dilma virou tucana ou Aécio aPTitou... [...] (Palavra-valise [apetitar + PT]) Embora o processo eleitoral e apuracional brasileiro seja relativamente avançado e moderno, não há segurança total [..] (Derivação sufixal [-al]) [...] eu diria: ―Vou transformar a atual Bolsa Chantagem numa Política Pública, verdadeiro benefício a quem dele realmente necessita, para que nunca mais alguém viva apreensivo com a incerteza de que a continuidade do benefício dependerá deste ou daquele, seja este um homem de bem e aquelle um [...] (Palavra-valise [aquele + Lulla] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] Depois que o Ar Mínimo Naufraga declarou que a crise mundial acabou em 2009, EU OS ENTENDI! [...]! (Palavra-valise [ar mínimo + Armínio] / Palavra-valise [Naufragar + Fraga]) Aécio é REtrocesso = ARÉCIO (Palavra-valise [Aécio + retrocesso]) 296 [...] Vigia à época o bi-partidarismo: Arena-situação versus MDB-oposição. [...] (Composição sintagmática) [...] Caso Arrocho seja eleito, mergulharemos num momento extremamente negro para o país. [...] (Semântico [a maneira de Aécio governar]) [...] na matéria listados como ―arruaceiros comuno-fascistoides‖ são os que se irritam com a policia Composição subordinativa entre bases autônomas [arruaceiro + comuno-fascistoide] / Composição coordenativa [comuno + fascistoide]) [...] onde andam os ―gurus‖ Chico Buarque, Caetano, artistas/palhaços, subservientes e hipócritas globai, para citar especialmente esses dois que se dizem defensores da liberdade e da democracia? [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas) [...] Como podemos dizer que a economia esta forte se é preciso distribuir renda através de ações assistencialistas/populistas? (Composição coordenativa) [...] Mas com certeza. Tem um pessoal - esse "assustado" é um - que só aparece para comentar um ÚNICO post, e na linha "assustadorista". [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] nunca existiu a tal ‗orientação sexual homossexual‘, existe OPÇÃO homossexual, e o GOEBBELISMO do ativismo-gay, no estilo ‗fale mil vezes a mesma mentira, até que seja tida por verdade‘. [...] (Composição sintagmática) [...] E, por mais que falte água, a mídia continuará a apoiar os atucanados: fazendo de conta que está normal, como até agora; transferindo a culpa para terceiros (o federal, se a Dilma for reeleita; a ONU, se o Aécio for eleito [...]. (Derivação sufixal [-ado] / Derivação prefixal [a-]) [...] Gaudêncio, por que te atucanastes desse modo?(Derivação sufixal [-ar] / Derivação prefixal [a-]) [...] O estado brasileiro mais beneficiado pelos governos petistas escolheu ser governado por um auditor-parente da sagrada família. [...] (Composição coordenativa) [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, marilllena chauí, ruy falllcão, dilllma, marco auréllllio garcia [...] (Palavra-valise [Aurélio + Collor]) O Daniel está demonstrando que se eles resolveram investigar....e tiveram de se AUTO- ALGEMAREM, eles devem ser heróis? ou são os bandidos? [...] (Derivação prefixal [auto-]) A ―AUTO-BALA DE PRATA‖ (NO DEBATE). Vejo Dilma no debate detonando o FHC (como alguns querem) e, na réplica do Aécio, este falar algo assim como: ―Desculpem-me os telespectadores, mas não irei ficar calado sem defender a este grande homem público [...] (Derivação prefixal [auto-] / Composição sintagmática / Semântico [bala de prata = golpe fatal]) 297 [...] Porque os paulistas são muito estranhos em seu autocentrismo ególatra e preconceituoso - [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] A ―autocomplicada Marina‖ tem os seus ―seguidores‖, mas certamente não é dona desses votos. [...] (Derivação prefixal [auto-]) E ontem um senador da oposição, autodeclarado médico, botou a culpa na Dilma por causa desse suposto caso no Brasil, o que parece não se confirmou. [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] Será que o "outro" candidato vai se autodenunciar novamente? (Derivação prefixal [auto-]) Dilma acaba de se autodiagnosticar: Ela ouve cantar o galo e não sabe onde. (Derivação prefixal [auto-]) [...] e pelo jeito não resolverão jamais, pela arrogancia e auto-engano implícitos neles. (Derivação prefixal [auto-]) [...] Opositor da ditadura, optou pelo AUTO EXÍLIO no Chile para depois fixar morada em Paris de onde retornou em 1968. [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] O texto é autoexplicativo do que acontece nesse Estado durante os governos tucanos. Comparar com o Brasil deixaria São Paulo no chinelo. [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] De nada adiantou o comunismo ter se ―auto-extinto‖ no mundo inteiro, mesmo assim, alguns ―mentes de concreto‖ insistem em tentar conquistar o ―poder absoluto‖ [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] Isso eh fruto do ―sabe com quem voce estah falando?‖, a vitoria do pensamento meritocratico, da ilusao do homem/mulher auto-feitos. [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] Parece a Argentina: com todas as condições para ser um paraíso terrestre, insiste em se auto- flagelar, e não consegue reverter a própria decadência. [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] É mole ou quer mais em termos de arrogância, soberba e auto-homenagem? (Derivação prefixal [auto-]) [...] Imagine-se o drama íntimo dessas criaturas quando auto-identificaram suas tendências e não puderam se harmonizar nem consigo próprias [...] (Derivação prefixal [auto-]) Parece que a Marina se auto-idolatra, nao é à toa que foi pT durante 27 anos. [...] (Derivação Prefixal [auto-]) [...] mais da metade dos professores não interpretam textos, não leiam e ainda por cima são Kamicases, preferem a auto-imolação votando na … do que escolher o candidato certo para tirar esse país da lama. [...] (Derivação Prefixal [auto-]) 298 Não esqueçamos que os dois delatores estão - APENAS - se auto-incriminando ao "cantarem" sobre suposto esquema na Petrobrás que teria sido CRIADO, MANTIDO, ALIMENTADO pelo sr. Costa; [...] (Derivação Prefixal [auto-]) [...] Já faz muito tempo que os economistas não economizam na mentira e na autoindulgência. São patéticos. (Derivação Prefixal [auto-]) Infelizmente essa é a nossa imprensa. Livre, democrática e imparcial... parece piada, mas é assim que eles se autointitulam. [...] (Derivação prefixal [auto-]) O que tentaram fazer foi uma profecia autorealizada, mas não deu certo. Tentaram manipular e deu no que deu. (Derivação prefixal [auto-]) [...] O viés autoritário-populista, a corrupção como meio político, a aprovação do aborto, descriminação das drogas [...] (Composição coordenativa) [...] Como o brasileiro jovem gosta da auto-sabotagem, eh nesse ponto que a tal "ingenuidade" jovem mostra seu carater mais nocivo. [...] (Derivação prefixal [auto-]) E um chicotinho para autosuplício, tão ao gosto dos paulistas. (Derivação prefixal [auto-]) [...] Quer mais do que auto-xingamento ela se dizer ―professora‖??? [...] (Derivação prefixal [auto-]) [...] Ser juiz é receber altos salários, auxílio aluguel e bolsa universitária para os filhos e ... fazer parte desta classe média inculta e desinformada que temos. (Composição subordinativa) [...] Finalmente, menciono o Auxílio-Gás, o Bolsa Escola e o Bolsa Alimentação, que ainda em 2004 mantinham um cadastro de [...] beneficiários [...] (Composição subordinativa) [...] vinha acompanhada de outros benesses, tais como auxílio-moradia, auxílio-vestuário, auxílio-transporte etc. [...] (Composição subordinativa) [...] vinha acompanhada de outros benesses, tais como auxílio-moradia, auxílio-vestuário, auxílio-transporte etc. [...] (Composição subordinativa) [...] vinha acompanhada de outros benesses, tais como auxílio-moradia, auxílio-vestuário, auxílio-transporte etc. [...] (Composição subordinativa) Santa Catarina, o estado mais azul do Brasil. (Semântico [apoiadores do PSDB]) [...] Concordo com você para presidente, governador, senador, e também voto no 45 para estadual e federal respectivamente. Minha votação é AZULLLLLLLLLLLL [...] (Semântico metonímico [cor do PSDB]) 299 [...] Será que ela vai de azul-Aécio 45 e olhos de Eduardo Campos,ou vai de vermelho-diabo e olhos de dilma? [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas / Semântico [azul = cor da democracia] / Conversão [Aécio (nome próprio > adj)]) B [...] são governados por tucanos desde que eram crianças inocentes e, hoje, muitos desses babacóides ainda gritam: "queremos alternância de governo" (Derivação sufixal [-oide]) [...] Depois de uma vida sob tutela do Babalorixá de Banânia, não consegue dar um passo sem a sua benção. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Brasil + Kakânia (país fictício do romance "Um homem sem qualidade")] / Semântico [Babalorixá = Lula]) [...] Ela possui limitada cultura geral, vangloriando-se de ser um ''babbit'', classe média descomplicado [...] (Conversão [nome próprio (Irving Babbit - líder do movimento Novo Humanismo) > aquele(a) que possui esses qualidades]) [...] Mídia hoje no Brasil não é só sinônimo de comunicação se apoderou das instituições democráticas e dita as regras, fez assim com STF que se ajoelhou babosianamente com a "faca no pescoço" e com a "leitura labial" [...] (Derivação sufixal [-iano]) A bala de prata é a reedição do mentirão? Só que agora é um criminoso confesso que conta cam a ajuda de um juiz federal para tentar produzir mais um escândalo nas páginas da Veja [...] (Composição sintagmática / Semântico [bala de prata = golpe fatal]) [...] São Paulo vai ter que aplicar o programa "Balde Família". (Palavra-valise [balde + bolsa família]) balde-lodo-família. o zé simão tá afiado. [...] (Palavra-valise [balde + lodo + bolsa família]) [...] só se o analista-eleitor andou levando uns choques cerebrais por ai... foi uma campanha alienizante banalizante desinteressante. (Derivação sufixal [-ante]) [...] Depois perguntam porque Banânia está no buraco! (Palavra-valise [Brasil + Kakânia (país fictício do romance "Um homem sem qualidade"])) [...]Hoje ainda acontece exatamente a mesmíssima coisa na Coréia do Norte, em Cuba, na Venezuela e na banânia bolivariana. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas / Palavra-valise [Brasil + Kakânia (país fictício do romance "Um homem sem qualidade") [...] o PT paga pela "bananice" de ter sido "Republicano". [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] Não há nenhum ―defensor dos pobres do povo, defensor da classe obreira‖ vivendo suas vidas sem depender de cargos de confiança, sem depender de vender produtos, sem depender de vender livros-lixo para lavagem cerebral e serviços ao estado banânico-bolivariano [...] (Composição coordenativa / Palavra-valise [Brasil + Kakânia (país fictício do romance "Um homem sem qualidade" / Derivação sufixal [-ico]) 300 ―BANCADA DA BALA‖. Escrevi sobre o assunto algumas semanas atrás. Mas algumas pessoas tomadas por sentimentos esquerdoídes ou esquerdopatas, insistem em rotular de forma preconceituosa, a ascensão, manutenção e aumento no número de representantes da Polícia Militar na política brasileira. [...] (Composição sintagmática / Semântico metonímico [bala = Polícia Militar]) [...] Tudo bem que eu ainda não sei onde vou passar o Natal desse ano, mas, com certeza, não será na companhia da banda-podre-tucana. [...] (Composição sintagmática [banda-podre] / Composição sintagmática [banda-podre /tucana] / Conversão [tucano (subst > adj)]) [...] Voltava da caminhada matinal, quando em uma movimentada esquina, deparei com um bloco de PETRALHAS fazendo o que eLLes chamam de BANDEIRAÇO. [...] (Derivação sufixal [-aço]) [...] e o JN também não disse que a nota do PT criticou o juiz Sergio Moro…Bandidos de toga (Composição sintagmática / Semântico metonímico [toga = magistrado]) [...] Quer atrapalhar para dar vantagens ao bandido-amigo Lulla! [...] (Composição subordinativa) [...] Ademar de Barros… e de outras proezas como militante do Movimento Palmares, atitudes dignas dum vilão (ã) travestido (a) de bandoleiro(a) ou de Maria Bonita, companheira do bandido-cangaceiro Lampião !!! [...] (Composição Coordenativa) Pior que eles assistem o próprio ―bandido-mor‖ falando e mesmo assim negam o óbvio!! [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] Tomar que o Candidato Aécio Neves, seja firme no enfrentamento da bandilma. Desminta essa mentirosa corrupta. [...] (Palavra-valise [bandida + Dilma]) Não vejo, onde moro, votos em aécio, como não via em osmarina (a nova banqueira-bancada). Essas pesquisas deve, estar sendo feitas em sp e paraná de sp. [...] (Composição sintagmática) [...] A roubalheira, a inguinôrança e a imoralidade reinam com o pt, seu rei (o chefe, vulgo barba), sua rainha (a chefa gerentona) e seus súditos, seus comparsas bandidos, os inguinôrantes e os imorais. [...] (Semântico metonímico [=Lula]) Se a Barbie petista [...] recebeu um milhão de reais do esquema que desviava dinheiro da Petrobrás, então concluí-se que ela é tão ladra como os bandidos que já estão presos. [...] (Composição subordinativa) [...] temos de ficar falando porque até agora o Barbudo não deu resposta sobre o caso da 2* dama a Rose secretária do escritório de SP [...] (Semântico metonímico [=Lula]) [...] de que lado tem que ficar para poderem garantir a "limpeza" desses seres "impecáveis", "impolutos", "inrobáveis", IMPRESTÁVEIS, mas BARGANHÁVEIS. (Derivação sufixal [-ável]) 301 [...] Declarou alguma coisa sobre a derrota sofrida no berço do pt e bastião mór do sindicalismo (o ABC paulista)? [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] Aécio deve continuar nesta abordagem do ―bateu-levou‖ com nível que ele adotou ontem. [...] (Composição coordenativa) [...] E porque, depois do vazamento da delação Youssef/Costa em estilo BBB, eis uma hipótese para a adesão do PSB ao PSDB, a poucas horas dos depoimentos, com maioria avassaladora [...] (Conversão [substantivo > adjetivo] / Semântico [programa > apelativo] / Sigla [Big Brother Brasil]) [...] Haja espanto de Luiza Erundina com o nascimento do bebê-monstro, gerado por inseminação artificial de Marina Silva com material genético da própria Erundina e de Bornhausen, Roberto Amaral, Hieráclito Fortes e tantos outros [...] (Composição subordinativa) [...] personagem da FEfelech uspiana é esse troço indescritível de arrogância e boçalidade, especialmente quando abre a boca para elogiar o Bebum de Rosemary. [...] (Composição sintagmática) [...] é o do petralha mor, o bebum mor dos país, o sr. lula. um pai zelozo e preocupadíssimo com o day after do seu filhinho querido [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] A miséria está caminhando ladeira abaixo como os número indicam ou existem milhões e milhões de beneficiados FANTASMAS? [...] (Composição subordinativa) Na verdade, a campanha de Aéticus já mudou o termo "meritocracia" para "berçocracia" [...] (Derivação sufixal [-cracia]) [...] torço para que os cariocas saibam dar seus votos com consciência e seriedade, pois o meu querido berço-natal merece tudo de bom ! (Composição subordinativa) [...] Somos católicos e não bergoglistas e muito menos ―brunofortistas‖. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] poderiamos chamar o segundo grupo de Bestralhas, porque a tipificação do crime é o mesma. Espero que dessa vez dê formação de quadrilha, fora as outras imputações é claro. (Palavra-valise [besta + Petralha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] Infelizmente, o voto de cabresto foi um realidade. Hoje ele já não existe, mas o Bolsa Família, acompanhado pela propaganda governista de que se a oposição for eleita ele será extinto, [...] O BF é um excelente programa e deve ser continuado até que vençamos os problemas de má distribuição de renda. [...] (Sigla [bolsa família]) [...] esse tanto que ele inchou nesses dois últimos dias, é por conta da sacanagem dos empregados dos bicudos por trás dos panos. [...] (Semântico [partidário do PSDB]) 302 [...] E olha que o senador por MG do mesmo bicudo partido do desidratado governador se chama Anastasia. [...] (Semântico [partidário do PSDB] / Composição subordinativa [Dte + Ddo]) [...] Agora só está faltando a Blablarina. É claro, para estes coadjuvantes estarem se adiantando, logo mais ela vai estar anunciando o genuíno apoio desinteressado..... [...] (Palavra-valise [bla-bla- bla + Marina]) Da minisérie comentarista "poeta"-retórico mala que se acha engraçado com seus jogos de palavra blablarinescos [...] (Palavra-valise [bla-bla-bla + Marina] / Derivação sufixal [-esco]) [...] A política é sonhática é legislativa e bláblárlamento, o executivo é outra histório. [...] (Palavra-valise [blá-blá-blá + Parlamento]) [...] Outra coisa: agradeçam aos manifestantes e black blocs do ano passado pelo sufoco que terão agora! [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] O tratamento terá fortes efeitos colaterais como diarreias sindicais, crises de abstinências de ONGs parasitárias, refluxos partidários radicais esquerdistas, erupções Black Bloqueanas e tontura generalizada. [...] Empréstimo: Integração morfológica [ing.] [...] Cadê a fada Sininho que não foi protestar com os black bosta, afinal são 3% e não 2%. [...] (Palavra-valise [back block + bosta] / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] Agora esses ladravazes do tremsalão [...], da compra de votos para a reeleição do Boca de Suvaco (FHC), da quase destruição da Petrobrás [...] (Composição sintagmática) [...] Youssef acaba de livrar a cara do boçallulla, disse que ele foi ―forçado‖ a nomear Paulo Roberto Costa para diretor de abastecimento da Petrobrás [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] Quando o petista foi falar, Boechato cortou dizendo que ele estava apelando para o ataque e que eles estavam debatendo idéias, isso depois da Neca reclamar que o PT desconstruiu a candidatura da Marina. [...] (Palavra-valise [Boechat (jornalista) + chato]) [...] até a arrogancia da grande mídia entra aí nessa conjuntura. arrogancia porque supõe que seja geradora inconteste de todo o conhecimento, quando mal e mal o divulga - vide o caso do boi- tomate da veja,...rsrsrs. (Composição sintagmática) [...] Ora, ao invés de aceitar os votos da oposição como algo inerente ao processo democrático, o dirigente prefere culpar a falta de uma mídia afinada com o governo. Isto é bolivarianismo puro!! [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A culpa de sua ''beleza exótica'' deve ser da Dilma ou do bolivarianismo cubo- soviete. (Derivação sufixal [-ismo] / Composição subordinativa [bolivarianismo + cubo-soviete] / Composição coordenativa [cubo + soviete) 303 [...] o programa da Marina é parte do programa do PT e suas metástases. Passe livre, MST, contra a maioridade penal….isso é a nova política ? É bolivarianismo lulopetismo. [...] (Composição coordenativa [bolivarianismo + lulopetismo] / Composição subordinativa entre bases autônomas (lulopetismo) [Dte +Ddo] / Derivação sufixal [-ismo] / Derivação sufixal [-ismo] [...] Só falta dizerem que bolivarianistas comem criancinhas no café da manhã. Parecem aqueles seres humanos condicionados durante o sono do Admirável mundo novo. (Derivação sufixal [-ista]) [...] assim sendo caminhamos a passos largos para a bolivarianização do país, ou para uma alienação total? [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] Marina é uma dessa pessoas, se unirem para sepultar de vez esse projeto bolivariano/comunista que não deu e não certo em lugar nenhum.[...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [Dte + Ddo]) [...] Para melhorar a escolaridade do país, não basta enfiar bolsas e mais cotas…. acho que se nao tivermos uma base, nao iremos crescer [...] (Truncação [bolsa assistencial]) [...] perguntei se ele sabia que a Marina disse que não acabaria com o bolsa-família; a discussão parou na hora (ou a Marina está mentindo - ela acabaria com o bolsa - ou o eleitor está equivocado, muito simples). [...] (Truncação [bolsa família]) QUERO A BOLSA AEROPORTO!!!!! (Composição subordinativa) [...] os "bolsa agonia" foram criados para alienar e manter o povo em situação de submissão, pelo menos o maior eleitorado. [...] (Composição subordinativa) seria um bolsa água? Se o abastecimento chegar em 0% precisará de um vale água. [...](Composição subordinativa) [...] até porque a origem desse benefício vem do governo FHC, com o bolsa gás, o bolsa alimentação e o bolsa escola. [...](Composição subordinativa) [...] Quem passou por isso sempre olha com alguma desconfiança a excessiva proatividade do governo em distribuir bolsa-isso, bolsa-aquilo. [...] (Composição subordinativa) [...] Muito mais culpados serão a turma do bolsa mensalão, bolsa Petrobrás, bolsa BNDE, bolsa ministérios, comissionados e toda uma gama de professores fanáticos, que ainda acham que o PT é o partido dos pobres. [...](Composição subordinativa) [...] Para não perder o humor, o Paraná renovou os votos na bolsa Botox do senado, hein? [...] (Composição subordinativa) [...] nem Lula e nem Dilma poderiam criar e aplicar seus ―bolsas cabrestos‖, estariam tentando fazer com que o país ficasse de pé. [...](Composição subordinativa) 304 [...] O Bolsa Capim, irá sempre prevalecer nos Estados onde 99% sobrevivem com essas migalhas de compra de votos [...](Composição subordinativa) Os inteligentes paulistas vão querer "bolsa carro pipa" Vão ter chuchu beleza seco! [...](Composição subordinativa) [...] eu diria : ―Vou transformar a atual Bolsa Chantagem numa Política Pública, verdadeiro benefício a quem dele realmente necessita [...](Composição subordinativa) No vídeo ai do post (o da Chaui), vocês repararam a bolsa “classe média‖ dela em cima da mesinha? [...](Composição subordinativa) [...] Tendo em vista que os demotucanos perderam 8 eleições seguidas*, já está disponível alguns projetos no SUS: bolsa-fluoxetina (Prozac), bolsa-clonazepam (Rivotril), bolsa-haloperidol (Haldol) e bolsa-fenobarbital (Gardenal). [...] (Composição subordinativa) [...] Dilma é contra o Bolsa-cocaína (Composição subordinativa) [...] Sabem, que após as eleições o BOLSA CUMPANHEIROS vai acabar e eles terão que arrumar um batente. [...] (Composição subordinativa / Modificação do significante [companheiro]) [...] Só tem um detalhe: o dinheiro para os “bolsas” da vida vem do setor privado. O governo não produz nada, tudo é compulsoriamente tirado da iniciativa privada através da tributação. [...] (Composição sintagmática) [...] O PT faz tal confusão na cabeça dos ignorantes ou bolsa-dependentes que dá nisso e Aécio está despencando exatamente na hora agá. [...] (Composição subordinativa) [...] Bolsa Disney, para os meninos bonitinhos do Sul, a conhecer o seu futuro lar (Miami) (Composição subordinativa) Todo mundo tem opinião sobre o bolsa família, mas ninguem fala do bolsa dondoca. [...] (Composição subordinativa) [...] Nos equipara aos milhares de PTralhas fanáticos, alienados, apadrinhados em estatais, em gabinetes dos ―três poderes‖, nos sindicatos, encostados nas bolsas presidiários, bolsas “encosto”, etc [...] (Composição subordinativa) Voto no PT! Não gosto de trabalhar, nunca gostei de estudar. Gosto de ser sustentado mesmo. Dilma na cabeça! [...] Quero mais bolsa. Bolsa família. Bolsa cachaça. Bolsa escola. [...] (Composição subordinativa) [...] tentando usar tanto as reeleições seguidas quanto a compra de votos com bolsa esmola para se perpetuarem eternamente no poder e transformar o brasil em um rascunho de país comunista [...] (Composição subordinativa) 305 [...] Como a madame supergestora fará para manter os programas sociais e TODOS OS SUBSÍDIOS SETORIAIS que criou ( O Bolsa Empresário, que tem como único critério o dedo indicador da madame)? [...] (Composição subordinativa) [...] que o Bolsa Família não é Bolsa Puta - já que paga168 reais em média para famílias que recebem menos da metade do salário mínimo. [...] (Composição subordinativa) [...] OS VOTOS DO NORTE NORDESTE FORAM ADVINDOS DA CONJUNÇÃO DOS SEGUINTES FATORES VENAIS: BOLSA FAMÍLIA-PETROLÃO-DESCONSTRUÇÃO CALUNIOSA E MUITA GRANA EM ESPÉCIE. [...] (Composição subordinativa (bolsa família) / Composição subordinativa [bolsa-família / petrolão-descontrução] / Composição coordenativa [petrolão + descontrução] / Palavra-valise [Petrobrás/petróleo + mensalão]) Qual dos lula o lula que sempre foi contra o Bolsa Familiar ou o lula atual que se aproveita do bolsa familiar [...] (Composição sintagmática) [...] já está disponível alguns projetos no SUS: bolsa-fluoxetina (Prozac), bolsa-clonazepam (Rivotril), bolsa-haloperidol (Haldol) e bolsa-fenobarbital (Gardenal). [...] (Composição subordinativa) [...] querem que a nação seja de miseráveis, com esta eterna bolsa flagelo [...] (Composição subordinativa) [...] já está disponível alguns projetos no SUS: bolsa-fluoxetina (Prozac), bolsa-clonazepam (Rivotril), bolsa-haloperidol (Haldol) [...] (Composição subordinativa) [...] inclusive a ideia do Bolsa escola, Bolsa gás que depois foi batizada de bolsa família, foi criada em seu governo. [...] (Composição subordinativa) [...] já está disponível alguns projetos no SUS: bolsa-fluoxetina (Prozac), bolsa-clonazepam (Rivotril), bolsa-haloperidol (Haldol) e bolsa-fenobarbital (Gardenal). [...] (Composição subordinativa) Essas criaturas tiveram o melhor ensino, o melhor acesso a subsídios (isso ninguém acusa de Bolsa Imprensa) [...] (Composição subordinativa) [...] a presidenta Dilma deverá propor urgentemente, e mais uma vez se inspirando nos programas sociais de FHC, o "bolsa indigência intelectual". [...] (Composição subordinativa [bolsa indigência intelectual] / Composição sintagmática [indigência intelectual]) [...] Quem passou por isso sempre olha com alguma desconfiança a excessiva proatividade do governo em distribuir bolsa-isso, bolsa-aquilo. [...] (Composição subordinativa) [...] O aécio lançou já criancinha o bolsa jovem que ainda ninguem aproveitou por preguiça. É assim: você aos 17 anos consegue um emprego na câmara em Brasília e... pronto. [...] (Composição subordinativa) 306 Bolsa jovem câmara. O aécio lançou já criancinha o bolsa jovem que ainda ninguem aproveitou por preguiça. [...] (Composição subordinativa) [..] Os ricos tiveram o "bolsa juros" durante a maior parte do governo, fora os empréstimos amigos no BNDES e outras benesses. [...] (Composição subordinativa) [...] vamos tirar da lama sim o pouco de vergonha que ainda resta às pessoas de bem que estão ludibriadas pelas bolsas-maravilhas. [...] (Composição subordinativa) [...] Muito mais culpados serão a turma do bolsa mensalão, bolsa Petrobrás, [...] (Composição subordinativa) [...] Bolsa Mercado: coisa de tucano [...] (Composição subordinativa / Truncação [mercado de valores]) Bolsa Mídia. Manter Bolsa Família, com 13o para os pobres do Nordeste. [...] (Composição subordinativa) [...] É o ―bolsão milhão‖? Quem vai privatizar mesmo Dilma? (Composição subordinativa) [...] Muito mais culpados serão a turma do bolsa mensalão, bolsa Petrobrás, bolsa BNDE, bolsa ministérios [...] (Composição subordinativa) [...] O pior é saber que esse eleitorado de cabresto dos grotões dependentes da ―Bolsa Miséria‖ acreditam em tudo que a candidANTA e o Apedeuta falam! (Composição subordinativa) [...] Bolsa Motoca. Pra cada filho a mais vc ganha o valor suficiente pra comprar o modelo mais simples de motoca. [...] (Composição subordinativa) [...] Toda vez os xenófobos lotam as redes sociais com suas idiossincrasias. Sou nordestina, pernambucana, brasileira. Bolsa nada. Com muito orgulho. [...] (Composição subordinativa) [...] Só falta inventar agora o bolsa-ovo pra ver se baixa a inflação e melhora esse pibinho. [...] (Composição subordinativa) [...] O diligente governo do estado na pessoa do seu regente vitalício, Alkimim, vai conceder "Bolsa Perrier" a todos paulistas? [...] (Composição subordinativa / Semântico metonímino [marca Perrier [ água mineral] / Empréstimo: Integração sintática [fr.]) [...] Bolsa Pescador. Sim, há vários recebendo Bolsa pescador no Piauí, pode isso? Prativamente não tem pesca nenhuma lá!!! [...] (Composição subordinativa) [...] que odeia os burgueses( prá mim, são aqules que moram no burgo, isto é, cidade), merece uma bolsa-pesquisa do MST. (Composição subordinativa) Se Dilma vencer, por favor não culpemos a turma do bolsa família. Muito mais culpados serão a turma do bolsa mensalão, bolsa Petrobrás, bolsa BNDE [...] (Composição subordinativa) 307 [...] se vc diz que a tal da "Bolsa Presidiário" é uma lei federal aprovada no Congresso nos tempos de FHC e que ela funciona como uma proteção à família do condenado que tinha emprego, eles simplesmente ficam desnorteados [...] (Composição subordinativa) Quero a bolsa ps4 (Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática) [...] que o Bolsa Família não é Bolsa Puta - já que paga168 reais em média para famílias que recebem menos da metade do salário mínimo. [...](Composição subordinativa) [...] Vai ver destrói a bolsa socialite. (Composição subordinativa) [...] Ser juiz é receber altos salários, auxílio aluguel e bolsa universitária para os filhos e ... fazer parte desta classe média inculta e desinformada que temos. (Composição subordinativa) [...] Também estou de acordo com o comentarista abaixo [...] sobre as Bolsas vagabundas. (Composição subordinativa) [...] É ele que marca a distinção entre políticas de governo de direita e de esquerda, e os de direita estão convencendo a sociedade que o bolsa-família é bolsa-vagabundagem! [...] (Composição subordinativa) [...] É preciso acabar com essa estória de bolsa-vagabundo, mostrar quanto realmente ganham as famílias [...] (Composição subordinativa) Os 80 municipios de são paulo que votaram na candidata é resultado do bolsa familia ou bolsa voto que já esta chegando em são Paulo (Composição subordinativa) [...] Não falo dos bolseiros, mas de gente mais informada. [...] (Semântico [quem recebe bolsa assistencial]) [...] Ocupam as instituições e intimidam o corpo funcional com chantagens, toda sorte de imposturas e ―bondadismos‖ com dinheiro público. [...] (Derivação sufixal [ismo]) [...] Serra levou a vaga do senado em SP e Álvaro, o bostejador, a do PR. Tudo isso configura um congresso que vai nos dar grandes dores de cabeça. [...] (Derivação sufixal [-dor]) [...] aecio bota quente no debate da globo e fala todos sujos da dilma e do pt no estado de alagoas [...] (Composição sintagmática) [...] Botox Populi, Datafalha e Ibofe vão ter que ralar muito e se ―desaparelharem‖ para voltarem a ter minha confiança [...] (Palavra-valise [botox + Vox Populi]) [...] Alguém com nome de Rute Cardoso idealizou muita coisa boa para o nosso Brasil e aquela botoxada mulher do barbudo maldito? (Derivação sufixal [-ado]) 308 [...] O DNA petista, psolista, pstuista, boulista, stedilista, anarquista é imutável. [...] (Derivação sufixal [-ista]) O BRA não está preparado para o Estado mínimo do P$deB dependemos muito do governo. [...] (Truncação [Brasil]) [...] Acontece que com Dilma a embalagem é muito ruim e o conteúdo pior sonda.Já fizeram o diabo. Passarsm a fazer ela vestir azul e branco-Aécio [...] (Composição sintagmática / Semântico [branco = cor da democracia] / Conversão [Aécio (nome próprio > adj)]) e o cara ainda desmonta a fantasia do Brasil-Potencia criado na era-Barba quando diz que o pais tem pouquíssimas empresas [...] (Composição subordinativa) [...] Estes dois acreditam que a totalidade dos brazucas são uns Homer Simpson. [...] (Truncação [brasileiro] / Derivação sufixal (-uca)) [...] Os PeTralhas têm que sair! Chega, encheu a paciência. Brazuela nunca![...] (Palavra-valise [Brasil + Venezuela]) Esta eleição não é apenas sobre PT ou anti-petismo, mas se o BRICS vai o ou não se tornar uma força capaz de produzir o fim da dominação planetária unilateral dos EUA. (Acronímia [Brasil, rússia, Índia, China e África do Sul]) Dilma vem prometendo há muito tempo que vai brizolar, que assim seja. (Derivação sufixal [-ar]) Na mosca! ¨isso tudo ainda é fruto do desastre que o brizolismo provocou no Estado¨. Existem dois Estados do Rio de Janeiro: o de antes e pós Brizola. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] que um dia foi Brizolista vença e que tenha a decência de modificar algo nessa política- partidária-quadrilheira que nos domina e assola. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Somos católicos e não bergoglistas e muito menos ―brunofortistas‖. [...] (Derivação sufixal [ista]) [...] Quanto a BRUXA, SEM PALAVRAS. SP tem que CAPRICHAR NA DERROTA da Bruxa Mor (Derivação sufixal [-mor]) Se Aécio ficar de bundamolice, vai perder a melhor chance de tirar o PT do poder desde 2002. [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] Pois é: os burguesotes e as burguesotes agressivos e mais fedidos que sovaco de gambá por falta de banho vão ter que engolir esses cabeças chatas na missão de atenuar seus pesares. [...] (Derivação sufixal [-ote]) 309 C [...] Pois é: os burguesotes e as burguesotes agressivos e mais fedidos que sovaco de gambá por falta de banho vão ter que engolir esses cabeças chatas na missão de atenuar seus pesares. [...] (Composição sintagmática) [...] Se Aecio ganhar, o boicote, terrorismo, golpes, e principalmente a sabotagem atraves dos milhares de cabideiros de empregos publicos não será nada visto antes. [...] (Derivação sufixal [- eiro]) [...] O povão "desinformado" deve receber essa informação de como pensam a respeito dele os "çábios" que querem voltar ao poder [...] (Modificação gráfica [sábio]) [...] o que me importa chamar a atenção é para o "cabisbaixismo" da articulista de direita [...] (Derivação sufixal [-ismo]) o cachaceiro-mor petralha, teve a ousadia de criticar Aécio por recusar o bafômetro, logo ele, que chegava completamemte bêbado em recepções oficiais, ainda como presidente! (Derivação sufixal [-mor]) [...] não seria estrela ―cadenTA‖? [...] (Modificação do Significante [cadente]) [...] a neutralidade entre candidatura neofascista do PSDB, representação do coronelismo cafeeiro-midiatico da avenida Paulista, [...] é cinismo! [...] (Composição coordenativa) [...] A direita baixo clero, especialmente coxinhas, pasteizinhos, caldinhos de cana e foguinhos paulistas, quer transformar o Brasil numa Venezuela, começando tudo por São Paulo, claro. [...] (Composição sintagmática / Semântico [=burguês]) O Califado Tucano. Quero que cada paulista sinta na pele por ter votado nessa pústula do PSDB. Que falte água! [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) So falta a claque fazer o que fizeram no camarote/palanque de aécio do Itau no itaquerão mandar Dilma toma no (Composição coordenativa) [...] tô com a imprensão que Pernambucano está vendo surgir um "Campismo" que seria a versão local do Carlismo. (Derivação sufixal [-ismo]) [...] Por isso, dão tanto apoio e enfase ao ―mantra‖ entoado à exaustão pelo CANALHA-MOR DA SEITA – o BEBUM DE ROSEMARY [...] (Derivação sufixal [-mor]) a canalha petralha prepara para a reta final…, coisas tenebrosas exatamente quando ele não tiver mais acesso ao horario poliitco. [...] (Composição Coordenativa) [...] E tome umas ―Aulinhas de Aritméticas‖ na fuça do ―Canalha-PTralha-Fascista (Merdaandante) [...] (Composição coordenativa [canalha + petralha-fascista] / Composição subordinativa [petralha-fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) 310 [...] O pior é saber que esse eleitorado de cabresto dos grotões dependentes da ―Bolsa Miséria‖ acreditam em tudo que a candidANTA e o Apedeuta falam! (Palavra-valise [presidente + anta] / Semântico (anta = a maneira de governar da Dilma)) A candidata guerrilheira usou todo o seu conhecimento na arte de guerrilha. [...] (Composição coordenativa) [...] temos uma candidata-presidenta estilo dona Marocas. Quer coisa mais rasteirinha do que querer ser chamada de ―presidenta‖ e nunca SABER AGIR como uma? [...] (Composição coordenativa / Semântico [deslegitimação de uma mulher no poder]) [...] Dos 40% de votos que a candidata-presidente teve em Minas Gerais, a maioria pode ser do norte de Minas, divisa com a Bahia, onde, supostamente, existem muitos irmãos dependentes do bolsa família [...] (Composição coordenativa) [...] Me dá vontade de sair de madrugada e pôr fogo em todos os banners da candidata- terrorista espalhados ao longo da av. Sumaré (que vi ontem) [...] (Composição Coordenativa) [...] É muito cedo para dizer se o candidato tucano-midiático sairá fortalecido. [...] (Composição coordenativa [tucano + midiático] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Composição sintagmática [candidato – tucano – midiático]) [...]Como era o nome do candidato-anedota adotado nos anos 60, Kakareco, era isso? [...] (Composição subordinativa) [...] E eu já tenho sede. Pra começar, pretendo "bebê-los", no dia 26. Com Dilma enxotando o candidato-ator. [...] (Composição coordenativa) [...] Será novamente uma candidatura fake, ou falsa, bancada pelo PT [...] (Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática [ing. fake]) [...] essa candidatura tucana não aporta nada de mudança. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Se for juntar gente como Neca (elite esclarecida, que catzo é isto, são os canibais- banqueiros que comem-nos com talheres de prata?) [...] (Composição subordinativa) [...] É a campanha do jogo sujo, como o diabo gosta, tão ao gosto da cãodidata à reeleição. (Palavra-valise [cão + candidato]) [...] pois como Lacerda o cãodidato tucano nunca chegará à presidência. [...] (Palavra-valise [cão + candidato] / Composição sintagmática / Conversão [tucano (subst. > adj.)]) [...] Dessa vez o Aécio vai ter de enfrentar o caPeTa em pessoa, mas será uma vitória e tanto (Palavra-valise [capeta + PT]) 311 PT criou uma capilaridade sem fim no serviço público em todos os níveis de governo e nos três poderes. [...] (Semântico [capilarizar = irradiar, difundir, ampliar]) [...] Como Evo conseguiu suplantar o sítio midiático? Não foi só com a criação de um novo jornal e portal de notícias (http://www.cambio.bo/), foi sobretudo com a capilarização, via movimentos sociais, da luta pelo terreno da legitimação de um projeto político. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção] / Semântico [capilarizar = irradiar, difundir, ampliar]) Esse papel de capilarização da informação e de convencimento que cabia à moçada foi esquecido quando o PT, em 2002, dedicou-se às alianças partidárias e com setores da economia. [...] (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção] / Semântico [capilarizar = irradiar, difundir, ampliar]) [...] Colocou políticos em cargos-chave que exigiam pessoas com forte experiência como gestor. [...] (Composição subordinativa) Sarney, nepotismo, cargo fantasma derretem tucano. [...] (Composição subordinativa) [...] tô com a imprensão que Pernambucano está vendo surgir um "Campismo" que seria a versão local do Carlismo [...] Derivação sufixal [-ismo] esta eh uma bomba, nao uma carro bomba no grupo de campanha dele. (Composição subordinativa) [...] e eu é que não notava, ou aconteceu alguma coisa … ela está pior do que a carta CAPETAl [...] (Palavra-valise [Carta-Capital (revista de esquerda) + capeta]) [...] seriam aceitas na mesma hora, com assinatura de carta-compromisso e tudo. [...] (Composição subordinativa) Uma carta/mensagem digna do Amaral e sua explicacao que deve ficar na historia do funeral do PSB como um ex-partido da esquerda [...] (Composição coordenativa) é Osmarina tentando dar um carteiraço no futuro governo Aecio…essa mulher é insuportável (Derivação sufixal [-aço]) [...] Bolsa família, o programa em si é positivo, mas terá que sofrer uma auditória, pois virou a casa da mãe Dilma, até vereadora do PT com renda mensal de R$4000 mil recebendo. [...] (Palavra-valise [casa da mãe Joana + Dilma]) [...] É pura estultícia cogitar que o PT queira implantar aqui uma república sindicalista, nos moldes do peronismo e do getulismo da prime9ir década do século passado. Uma espécie de caudilhismo esclarecido. [...] (Composição sintagmática) [...] Hoje, no seu conceito da eminencia cazuzística, o que seria burguesia??. Suponho que pela evolução dos tempos, aquêle cidadão respeitador das leis, que não dá calote , que cuida da sua família e que hoje possui um Corsa 2004. (Derivação sufixal [-ístico]) 312 [...] e hoje o que parece eram ganhar muitos deste uma vaga na PAPUDA. Obs: Tem que construir uma cela master para o MOLUSCO receber sua amante ROSE. (Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] estando mais difícil a sonhada vitória no 1o. turno, surge o tse como o censor-mór da propaganda eleitoral [...] (Derivação sufixal [-mor]) Aí, Central Tucana de Trolls, vamo melhorá o nível da turma. [...] (Composição sintagmática [central tucana] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Composição sintagmática /(de trolls) Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] houve de participar com a esposa de uma procissão chama-chuvas nas proximidades de Furnas [...] (Composição subordinativa) Prova de filosofia: – Marque a alternativa correta sobre a Cha(ta)uí e seu ódio pela classe média: ( )fez voto de pobreza e doa todo mês seu salário de professora universitária para os pobrezinhos da Lullilma ( ) está emputecida e tem ódio de si mesma com seu próprio salário acima de R$ 14 mil reais [...] (Palavra-valise [chata + Chauí (Marilena Chauí)]) [...] Em minha opinião, faltou um Putin ou um Chávez da vida para desempenhar este papel revolucionador dos modos e costumes nestas belas terras [...] (Composição sintagmática / Semântico [da vida = comum]) [...] A mesma conversa (desculpa) do chavismo e kirchnerismo, oumelhor do bolivarianismo. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A nossa luta é pelo amadurecimento da democracia no Brasil, que é ameaçada pelo projeto de poder do PT, que lembra o modelo dos Kirchner na Argentina e os chavistas na Venezuela. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Acredito mesmo que esta situação a que estaremos chegando, caso Dilma seja eleita, é arquitetada por eles mesmos para que possam implantar aqui a ditadura chavista-bolivariana. [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Derivação sufixal [-ista]) [...] Zé Dirceu, seria de fato e de direito, o cara ideal. [...] Ele se preparou a vida toda para ser o foguete Che Guevara tupiniquim, mas acabou explodindo como um rojão 12 tiros-Caramuru [...] (Composição sintagmática / Semântico [tupiniquim = tipicamente brasileiro]) Aécio Nela (Dilmona-PTralha-Fscista), no chefe-Quadrilheiro-mor(Lularápio), nos paus mandados-PTralhas-canalhas, nos puxa-sacos-PTralhas-canalhas, nos apaniguados-PTralhas- fascistas, [...] (Composição coordenativa [chefe + quadrilheiro-mor] / Derivação sufixal [-mor]) [...] só falta o ―Che Quer-Vara‖ nessas tramas… daqui a pouco vai aparecer o Youssef e seu bebê Argôlo [...] (Palavra-valise [Che Guevara + quer vara]) 313 [...] Saber que petralhas terão pesadelos e que no meio da noite começarão a chorar porque sabem perderão o chuca-chuca em que mamam, é tudo que peço a Deus [...] (Semântico [lugar que supre os aproveitadores]) [...] O dr. chuchu chegou a declarar que estavam fazendo "uso eleitoral" da falta d´água! Uso eleitoral, dr. chuchu sabemos quem o fez! [...] (Semântico [Alckmin > sem graça]) [...] em São Paulo já começou com o prefeito suvunil o rei das tintas maluco por faixas virou ciclocarroca (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (ciclo-) e autônoma) O interessante é que o PT acena com um trem bala e só consegue fazer uma ciclodoidera [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (ciclo-) e autônoma) [...] O ciclo petralha está agonizante. Mais uma eleição e essa facção será fechada de vez. (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (ciclo-) e autônoma / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] A única coisa que importa para a CBN é a água em são paulo, e as maravilhosas ciclovias- ciclofaixas-ciclocircus do Haddad. [...] (Composição Coordenativa / Composição subordinativa entre base não-autômoma [grego] (ciclo-)e autônoma) [...] 44 Milhões de cidadãos-conscientes-sulistas perceberam o excesso-de-materia na Campanha Eleitoral [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [candidato + consciente- sulista] / Composição subordinativa entre bases autônomas [ consciente sulista]) [...] O tempo que permanecerão na administração depende apenas dos cidadãos-eleitores ou da legislação que normatiza as regras eleitorais. [...] (Composição coordenativa) [...] Fora, Prefeitinho Haddad Habib = ―maníaco-da-bicicleta‖, rejeitado, totalmente, na Cidade- Estado mais importante da América Latina. [...] (Composição Coordenativa) [...] No ceara o candidato do CidprosPTbras ainda tem a cara de Pau de pedir voto para a Dilma afirmando que novas mudanças e bondades serão feitas pelo PTbras de Dilma. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [PT + Petrobrás]) Com aquela cabecinha quadradinha doutrinada pela corja esquerdopata por mais de 30 anos, Marina ―Lulla da Çilva‖ deve ter dito ao assessor [...] (Modificação gráfica [Silva]) [...] lembrou até do suicídio de vargas mas poderia destacar ainda mais o período do golpe cívico- militar contra jango. (Composição coordenativa) [...] O depoimento parece muito bem ensaiado. Não faltou no final o recurso ao cívico-patriótico quando o ex-diretor declara que fazia isso "para melhorar o país". [...] (Composição coordenativa) [...] democracia na midia para que você possa enxergar além do que os Marinho e os Civita mastigam pra você engolir. (Semântico [nome próprio Roberto Civita (empresário) > nome comum]) 314 [...] J.W.luta tanto por causas homofóbicas podia ajudar na nossa contra essa classemédiafóbica! [...] (Composição subordinativa entre bases autônoma e não-autônoma [grego] (-fóbico)) [...] pois comc erteza você deve fazer parte de uma classe (m)érdia que jura que é elite e vive de renda [...] (Palavra-valise [classe média + merda]) [...] No livro The Lords of Poverty se contam os mega esquemas de DESVIO de remedios doados, leite em pó doado por organizações humanitarias, é tudo ROUBADO por essa cleptocracia [...] (Composição subordinativa entre bases não-autônomas [grego] (clepto) + [grego] (- cracia)) Fico espantado de ver o papel para lá de ridículo da turminha da globonews. A começar pelo "clericoso", cansativo, redundante e repetitivo Camarotti, [...] (Derivação sufixal [-oso]) [...] Aqui como na Alemanha, por exemplo. Alguem usou um adjetivo perfeito para eles ( acho que o Ciro Gomes ) clorofiloneoliberalista ou algo asssim [...] (Composição subordinativa entre bases não-autônomas [grego] (cloro-) + (filo-) e autônoma) [...] dão carinho o tempo todo, fazendo alusão ao futebol. Os seus eleitores votam com a mesma paixão clubística para eleger seus candidatos. [...] (Derivação sufixal [-ístico]) [...] no caso do paraná fará parte do governo reeleito beto richa!!!! é o fetiche da mercantilização de tudo. consumerismo. coisificação. [...] (Derivação sufixal [-ção]) [...] COITADILMA dela… tão pura, inocente e sensível! [...] (Palavra-valise [coitada + Dilma]) [...] A hora não é de coitadismo. Deixemos isso para o Aécio, que já começou a imitar Marina nesse aspecto [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A seguir mudou de grupo, ingressando no Comando de Libertação Nacional (COLINA). Com a fusão do grupo COLINA c/ VPR, originou à VAR-P – sigla que identificava a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares. [...] (Acronímia [Comando de Libertação Nacional]) [...] foram parasitados por políticos locais como Magalhães e Collors da vida e viram no discurso populista dos corruPTos um caminho pra sair da miséria [...] (Composição sintagmática [subst + Sprep] / Semântico metafórico [nome próprio > nome comum] / Semântico [da vida = comum]) [...] o individuo que saia pelas ruas pedindo a cassação do collorido…quem tem viu e quem te vê [...] (Palavra-valise [Collor + colorido]) Como identificar uma pessoa direitista rancorosa: [...] Ela tem vocabulário limitado, geralmente circunscrito pela terminologia do marketing e da publicidade, além de slogans tirados de colunistas middlebrow; seus paradigmas são releituras de produtos de marketing ou da indústria do entretenimento [...] (Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática [ing.] [...] enquanto no Distrito Federal onde reside e opera a comandante-mor do governo federal [...] (Derivação sufixal [-mor]) 315 Caro comentador-partido, o inesquecível Nélson Rodrigues foi grande escritor, cronista de altíssima qualidade. [...] (Composição subordinativa) [...] passando pela comentarista de araque [...] todos eles regurgitando um monte de asneiras, longe da realidade dos fatos, numa torcida frenetica pró-Aecio. [...] (Composição sintagmática) [...] do dialogo entre o comandante e a comissaria chefe da equipe no voo, pode se escutar a comissaria parabenizando a decisao, do comandante em pousar em Congonhas, deu no que deu, a pista nao era o problema em si [...] (Composição subordinativa) [...] Mas, como as urnas, são do tse, comitê tucano...muita m...pode air dali, como foi no primeiro turno, com milhares de urnas apresentando o mesmo problema quando o voto era para Dilma. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) [...] Veja a commoditização de todos os recursos vitais do planeta e sua apropriação por uma diminuta elite, de quem nada sabemos. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) Esta cada vez mais evidente, a compactuação de Dilma e Lula na ROUBALHEIRA . [...] (Derivação Sufixal [-ção]) [...] como maquiagem de resultados, e fazendo dessas empresas estatais cabide de empregos da companheirada [...] (Semântico [membros/simpatizantes do PT]) Marina Silva é muito mais ―Mala Sem Alça‖ do que esperávamos! Essa senhora está usando deste ―Subterfúgio‖ para fazer o que fez em 2010, declarar-se ―Neutra‖ neste 2º turno para tentar ajudar sua ―Comparsa-PTralha-Fascista (Dilmona)‖ e PTralhada. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [comparsa + petralha-fascista] / Composição subordinativa [petralha - fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] Definitiva e exemplar, é a atual demonstração da competência tucana. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Dizem que os brasileiros tem complexo de „vira-latas‟. Não é isso! [..] (Composição sintagmática / Semântico [vira latas = sentimento de inferioridade que o brasileiro tem, voluntariamente, em face do resto do mundo]) Agora são dois Bonsonaros na Câmara. A comunada vai tremer. (Derivação sufixal [-ada]) …Será que Aécio precisa mesmo dessa estranha criatura cria de genoíno e Lula no Acre, Dona OsMarina comuna-malandrinha [...] (Composição sintagmática) Nenhuma surpresa com o "comunismo" de aluguel do pcdob. O pcdob é uma quitanda eleitoral como dezenas de outras do mercado eleitoral brasileiro. [...] (Composição sintagmática / Semântico [de aluguel = temporário]) [...] Pit Bulls desenfreados contra o comunismo petralhico, e que acabam de dar uma lição "nessa gente". Petê, aqui não! [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivaçã sufixal [-ico]) 316 [...] Contra estes ditadores comunistas bolivarianos disfarçados que estão detonando nosso país e ―cuspindo‖ em gente séria, honesta e trabalhadora! (Composição subordinativa) [...] é uma psicopata que pertence a quadrilha que a acolhe. Nojenta, asquerosa, comunista caviar!!! (Composição subordinativa / Semântico (caviar = burguês)) [...] Detalhe: queria entrar de gravata vermelha o comunista festivo. (Composição sintagmática) [...] E olha que, durante esses doze anos, a quadrilha petralha não perdeu uma oportunidade sequer de nos conduzir para a direção comunista-ditatorial. (Composição coordenativa) [...] mostrar quem durante o Regime Militar lutava por democracia e quem lutava por ditadura comunista/socialista, quem lutava com discursos e palavras e quem lutava com bombas e metralhadoras russas! (Composição coordenativa) [...] Não vamos desistir deste intento. Quem atuou contra os comunistas terroristas nas décadas de 60 e 70, sabe que isso é um caso de DEMOCRACIA ou ditadura comunista. [...] (Composição coordenativa) [...] Como o ESTADÃO nunca foi favorável ao comunismo, aos comunistóides, aos vagabas, então a Folha tem que ser a antítese. [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] Tudo a ganhar, considerando que a sociedade não precisa mais conviver com o idiotismo delirante e psicopata comunistóide-de-gênero [...] (Composição sintagmática / Derivação sufixal [- oide]) Prevaleceu o bom senso, a indignação contra os petralhas corruptos…, a vontade em querer realmente mudar os destinos deste pais-continente, tirando-o das garras deste deletério partido comuno-bolivariano [..](Composição subordinativa [comuno - bolivariano]) [...] O PT trabalha em função de uma integração latino americana segundo uma forma comuno bolivariana DITATORIAL de governo e poder. O PT que transformar nossa democracia em uma Ditadura Comunista, esta la no Foro São Paulo, [...] (Composição subordinativa [comuno + bolivariano-ditadorial] / Composição coordenativa [bolivariano + ditadorial]) Esses comuno-fascistas deveriam esfregar a boca com palha de aço antes de falarem em democracia. [...] (Composição Coordenativa) .[...] é claro que a atendente só pode ser uma comuno-lulo-dilmo-petista. (Composição subordinativa [comuno + lulo-dilmo-petista] / Composição coordenativa [lulo + dilmo] / Composição subordinativa (Dte + Ddo) [lulo-dilmo + petista]) Marina não perdeu. Perderá se não for enfática contra os comuno-petistas. [...] (Composição subordinativa) 317 [...] O fato insofismável é que o PT está descendo ladeira abaixo, e vai arrastar atrás de si os regimes comuno-socialistas que apóia na Venezuela, Cuba, Bolívia, Uruguai, a própria Argentina. [...] (Composição coordenativa) Vamos tucanamente revogar a maldita Lei Áurea da comuno-terrorista Princesa Isabel; revogar também a Lei do Ventre Livre e a Lei dos Sexagenários!!!! [...] (Composição subordinativa) [...] tendo toda uma máfia trabalhando por trás das "câmaras" e, hoje, até na frente, descaradamente, confiam no nosso concordismo, conformismo, na certeza que somos codadãos de tereceiro mundo no quesito político [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A concubinagem do Executivo e do Legislativo faz parte do processo de esculhambação institucional. [...] (Derivação sufixal [-agem]) [...] Os concurseiros devem estar na faixa 1.000.000 em todo o Brasil, mas vamos considerar que sejam 3 milhões, [...] (Derivação sufixal [-eiro]) [...] no caso do paraná fará parte do governo reeleito beto richa!!!! é o fetiche da mercantilização de tudo. consumerismo. coisificação. [...] (Empréstimo: Decalque [ing. consumerism]) [...] São duas horas para ir e voltar, quando, se for de carro, devido ao meu horário ser de contrafluxo [...] (Derivação prefixal [contra-]) [...] mas é melhor rachar que continuar esta pacto cujo consenso depende sempre dos mesmos perderem (a esquerda e os contra-hegemônicos) [...] (Derivação prefixal [contra-]) [...] Se nada está sendo feito, se não existe uma contra-inteligencia aí do PT trabalhando, ou coisa parecida, é burrice, substimação. [...] (Derivação prefixal [contra-]) aécio vai curtir os olhos de ressaca dessa contra-onda! [...] (Derivação prefixal [contra-]) As estruturas da sociedade brasileira deixa como rastro a convivência com a corrupção e sua contra-propaganda! [...] (Derivação prefixal [contra-]) [...] O eleitor recebe seu contra-recibo codificado (a pretensão é que o guarde). [...] (Derivação prefixal [contra-]) [...] Mormente com um JUDICIÁRIO fragilizado e as Forças Armadas em antigo processo de desmoralização e cooPTação. (Palavra-valise [ cooptação + PT]) [...] pautas já comprometidas com o eleitor que o elegeu, pode ser uma ―levantada de bola‖ para que a ―copetista‖ Dilma o acuse de traição ao eleitor e outras coisas mais.(Derivação prefixal [co-]) [...] Mais uma herança maldita dessa corja tucana. Ministério Público, tribunal de contas, imprensa suja e judiciário (principalmente de Minas) eu já sabia que trabalhava para essa máfia, o que me estranha é parte da PF ter entrado nessa armação também. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) 318 O tal "coroné" não gosta de povo que vê defeito em gente de bem! (Truncação [coronel]) não é só a central globo de antijornalismo, não, são as seccionais dos estados geralmente apropriadas por testas de ferro políticos da oposição remanescentes da ditadura. daí o coronelismo eletrônico (Composição sintagmática) [...] o patrimonialismo elevado ao papo furado da "boa gestão" tucana. uma falácia... daquelas mais coronelísticas da velha república. [...] (Derivação sufixal [-ístico]) [...] Parece, para os bicudos, que grana doada em época de eleição, tem melhor efeito do que oferecer programas que possam dar dignidade e possibilidade de crescimento social. E, assim, a política coronelesca se perpetua. [...] (Derivação sufixal [-esco]) [...] sejam honesto! xô corruPTção. [...] (Palavra-valise [corrupção + PT)) [...] DUVIDO, que a ―Padroeira dos CorruPTos‖ tenha um percentual tão elevado de eleitores! [...] (Palavra-valise [corrupto + PT]) [...] PORTANTO, Admitam… VOCES SÃO TÃO MENTIROSOS COMO VOSSOS chefes? Como discutir com corruPTo$$$$$$$$$! (Palavra-valise [ corrupto + PT] / Modificação gráfica [corruptos]) [...] E parodiando o corrupto-chefe, ―nunca antes na história da estatística‖. Quem copiou quem? [...] (Composição subordinativa) [...] o povão, o partidão e que se dane este país corruPToComuna (Palavra-valise [corrupto + PT] / Composição coordenativa [corruPTo + comuna]) [...] Ainda, não esqueçamos também dos corruPTores, as grandes empresas que ―nadam de braçada‖ com a corja que aí está [...](Palavra-valise [ corruptor + PT]) [...] Dilma enlouqueceu quando aceitou ser poste do corruPTor-chefe sem nunca ter sido eleita nem síndica de prédio. [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [corruptor + PT]) [...] tucano chic toma banho em paris. perfumam-se lá, cosmetizam-se lá, e importam todas as baboseiras. [...] (Derivação surixal [-izar]) [...] é dificultar a quem aluga imóveis o acesso a JUSTIÇA ESPECIAL CÍVEL a fim de questionar contratos e abusos nas cobranças de taxas de condomínios e cotas extras de obras [...] (Composição sintagmática) [...] E nós tinhamos cotas-freio porque a economia era protegida. O Nassif poderia contar "O como funciona" em nosso salvelindo. [...] (Composição subordinativa) 319 [...] No início começou a divisão do Povo Brasileiro com tais COTAS RACIAIS, Divisão de pobres e ricos com um tal ―daszelite‖ branca; Divisão dos irmãos nordestinos com os irmãos do sul e sudeste. [...] (Composição sintagmática) O pessoal tem de parar com essa coisa de "coxinha" para não botar uma nuvem escura na análise. Coxinha seria esse jovem da foto postada mais abaixo, preocupado com opções de iogurte. Os taxistas de SP são coxinhas? Não, não são. [...] (Semântico [=burguês]) É uma típica representante … COxinha COmunista. (Composição subordinativa / Acronímia [COCO = coxinha comunista] / Semântico [=burguês]) [...] Fica até difícil comentar, amanho o desnorteamento de alguém assim. É uma coxinha de desinformação e ignorância, frita em puro óleo de preconceito. (Composição sintagmática / Semântico [coxinha = burguês]) A coxinhada paulista reelege seu governador vitalício de estimação. [...] (Semântico [coxinha = burguês] / Derivação sufixal [-ada]) [...] No mais, virou estado para marqueteiro e coxinhas marqueteados. Pergunto: o que foi feito de muito bom, essencial, pelo governo paulista na última década, para toda a população paulista? [...] (Composição subordinativa / Semântico [coxinha=burguês]) Poxa, mas logo o Itamaraty que foi depredado pelo coxinha-militar-marineiro nas tais jornadas de junho? [...] (Semântico [coxinha = burguês] / Composição coordenativa [coxinha + militar] / Composição subordinativa [coxinha-militar + marineiro] / Derivação sufixal [-eiro]) Se o coxinha mor lhe tratara de mentirosa e leviana a toda hora. [...] (Semântico [coxinha = burguês] / Derivação sufixal [-mor]) [...] por que deve ter visto nisso "oportunidade" de ocupar um bom posto nesse novo cenario da coxinhês estabelecida. [...] (Semântico [coxinha = burguês] / Derivação sufixal [-ês]) [...] Sempre em tom de brincadeira achincalhei por várias vezes o que sempre chamei de coxo- manifestações [...] (Composição subordinativa (Dte + Ddo) / Truncação [coxo = coxinha] / Semântico [=burguês]) Sua linha editorial, sob o pretexto de abrigar as mais diversas opiniões em seu conteúdo, publica artigos contaminados pelo ranço ideológico criptocomunista que agridem a lógica e o bom senso. [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (cripto-) + autônoma) [...] sendo cada vez mais envolvido pelos grilhões ideológicos conservadores , regidos pela mídia de direita e pelas Igrejas pentecostais , difusoras do "cristianismo-neoliberal", como legitimador do individualismo capitalista e do ultra-conservadorismo no plano dos costumes . [...] (Composição Subordinativa) [...] com o Padilha no trabalho, caso o dito trabalhasse seria um apalpador Cubanito a menos (Derivação sufixal [-ito]) 320 [...] Só pq você não esta vendo blindados nas ruas não significa que não estamos em um processo de Cubanização. (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção] [...] Logo , está tudo em casa Vota pra cubanizar o Brasil de vez [...] (Derivação sufixal [-izar]) Mas todo mundo é ladrão mesmo, não é uma ova… ganhe quem ganhar quem perde somos nós… fica o PT ―tamo‖ lascado e arriscamos virar CUBrAsil [...] (Palavra-valise [Cuba + Brasil]) [...] Antes o cueca era oposição, agora é cumplice dos petralhas e petrolhas. (Semântico metonímico [cueca = Suplicy]) [...] no PT- ParTido Tóxico, aquele da cumpanherada viciada em afanar dinheiro público aos bilhões. [...] (Modificação do significante [companheirada]) [...] principalmente por causa de tantas faixas e muitos terão que, forçosamente, aderir a este meio de transporte e aí us cumpanheros ficarão ainda mais ricos,já que a ―demanda‖ foi esPerTamente imPosTa. (Modificação do significante = companheiros) [...] Com isto aumentariam o tal custo-China. [...] (Composição subordinativa) A manchete sensacionalista do UOL ontem, dando eco à campanha do sindicalista cutista da ANA [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Espero que as Forças de Segurança e Defesas Interna e Externa, estejam prontas para entrar em ação logo após as eleições, pois certamente o PCC e o CV, quando estiverem diante da derrota de seus asseclas no Governo, vão comandar a baderna de dentro dos presídios. fora Ptralhas Bolivarianos!!! (Sigla [Comando Vermelho]) D [...] Aliás, do jeito que a madame sem damo vem agindo no nordeste, chega-se à conclusão de que os nordestinos acabarão ficando chateados com ela [...] (Modificação do significante [dama]) [...] Por exemplo, não há soberania que possa resistir à autoridade política de um Danny-se Glover. (Palavra-valise [Danny Gover (ator) + foda-se]) [...] O PT mente, rouba e sempre joga sujo, por que vc achou que o IBOPE e o DATA qualquer coisa estavam fora do esquema do PT? [...] ) Truncação [DataFolha]) [...] O databolha não deve ter passado aí [...] (Palavra-valise [Datafolha + bolha]) [...] Institutos de Pesquisa, só o Data Boteko onde se encontram todas as classes sociais e se tem uma definição real das intenções de votos [...] (Palavra-valise [Datafolha + boteco]) Não se preocupem com a água gente, pois logo teremos NEVES no Brasil. Meu datafamilia 63 Aécio e 3 dilmona. eu datacondominio 78% Aécio 12% dilmona (Composição subordinativa entre base não-autônoma [latim] (data) + autônoma) 321 Como é lindo a pessoa acreditar no Datafaia [...] (Palavra-valise [DataFolha + Falha] / Modificação do significante [faia = folha]) Estes institutos deveriam mudar de nome para DATAFALHA e IBOP‖OPS‖ (Palavra-valise [DataFolha + Falha]) Não se preocupem com a água gente, pois logo teremos NEVES no Brasil. Meu datafamilia 63 Aécio e 3 dilmona. eu datacondominio 78% Aécio 12% dilmona. (Composição subordinatiava entre base não-autônoma [latim] (data) + autônoma) Não podemos confiar em pesquisas destes institutos como o Datafoda-se, e nem em pesquisas mais favoráveis [...] (Palavra-valise [Datafolha + foda-se]) Quanto mais o ―datafoia‖ e ibope publicam suas pesquisas, mais eu fico confiante e tranquilo na vitória de AÈCIO no próximo domingo. [...] (Modificação do significante [DataFolha]) DataMogisenio. [...] (Composição entre base não-autônoma [latim] (data) e autônoma) [...] O DataReinaldo tem índice de acerto semelhante ao DataNunes. [...] (Composição subordinatiava entre base não-autônoma [latim] (data) + autônoma) E o que diz o datapete? (Palavra-valise [DataFolha + PT]) Não dá para confiar no Datapetralha…..fazendo dobradinha com o Ibope para sair resultados iguais…nem sequer fingem que violentam a estatistica e a matemática [...] (Palavra-valise [Datafolha + petralha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] O DataReinaldo tem índice de acerto semelhante ao DataNunes. [...] (Composição subordinatiava entre base não-autônoma [latim] (data) + autônoma) [...] Apesar das criticas ao comportamento dos institutos de pesquisas DatPTaFolha e IboPTe, eles continuam manipulando resultados. [...] (Palavra-valise [DataFolha + PT]) [...] Enfim, debateboca. [...] (Palavra-valise [debate + bate-boca]) [...] Marina é PT…é a parte sonhática do PT… que faz parte de um grupo maior – o dos débil- mentálicos (Palavra-valise [débil-mental + sonhático] / Palavra-valise [sonhador + programático]) [...] Esse discurso da DECAPITADORA DÉSPOTA NEPOTISTA dillmmá remete ao discurso do porco fedorento argentino, che guevara [...] (Composição coordenativa) [...] há aos montes nas salas de aulas – prontas a decaPTar cabeças pensantes! (Palavra-valise [decaptar + PT]) O mérito do texto é o de provocar (no bom sentido, pois há provocadores e provocadores, há os quem não entendem nenhum, nem outro... e perdem o sentido de palavras, frases e de "deitação"). [...] (Derivação sufixal [-ção] / Semântico [imposição excessiva de algo]) 322 [...] Na época do (des)governo fhc a polícia federal tucana era comandada por um delegado tucano! [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Àqueles que perguntam por que outros delegados-vazadores de inquéritos, operações e etc não tiveram o mesmo destino, basta atentar para quem foi atingido com os seus vazamentos. [...] (Composição coordenativa / Semântico [vazador = aquele que divulga algo indevidamente]) [...] e provavelmente ―de-listing‖ (proibicao de negociar acoes e vender bonuses nos EUA). [...] (Empréstimo: Tradução [ing.]) [...] Cada dia de propaganda aparece mais e mais. Parabéns artistas, cantores pela iniciativa. E na della aparece hoje, quem? [...] (Palavra-valise [dela + Dillma] / Palavra-valise [Dilma + Collor]) [...] Estou de saco cheio, desculpe, mas não aguento mais os comentários delle, da dilma e principalmente da militância petralha, que como não tem ―ARGUMENTO‖, inventa e endeusa a dilma? Chega, vamos de AÈCIO !!! (Palavra-valise [dele + Lulla] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] Correrá o risco de na fila ter um tucano ou demista desvairado e o estabelecimento virar um caos. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] E o popularissimo Roberto PPS deverá ter um cargo de assessor no senado em gratidão por seu esforço pela DEMO(ex-PCB)cracia. (Composição coordenativa / Derivação prefixal [ex-]) [...] Em que lugar do planeta uma "justiça eleitoral" (aberração) determina o curso da Democracia? Eis a democratura do judiciário e do minstério público, eis o que comemoram os abutres da Democracia... (Palavra-valise [democracia + ditadura]) [...] Uns retiram o próprio egoísmo e, enclausurados em regiões mais abonadas, passam a defender um estranho pacto social que flutua entre a demofobia e o separatismo [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (fobia) / Truncação [demo = democracia]) [...] A tucanagem e a demonagem tiveram a grande satisfação de terem os politicos mais corruptos e cassados do Brasil. [...] (Derivação sufixal [-agem]) Ela conhece e muito a DEMONIOCRACIA vade retro dilmentira! (Derivação sufixal [-cracia]) [...] Ainda que o projeto demotucanalha respire por aparelhos na candidatura aecista, temos que olhar como ficou seu poder de representação parlamentar. [...] (Palavra-valise [democrata + tucanalha] / Palavra-valise [tucano + canalha]) Isso é pau mandado dos picaretas demotucanos. Vou chamar FHC para eles verem. [...] (Palavra- valise [democrata + tucano] / Semântico [democrata = partidário do DEM]) [...] chegou o momento em que o povo não mais acreditou na imprensa e Lula ganhou. Depois nunca mais perdeu. É o único vacinado contra todos as picadas do PIG denguista. [...] (Derivação sufixal [-ista]) 323 [...] a mídia bate e bate o tempo todo no PT, desde que ele assumiu o poder, inclusive utilizando- se de factoides, mentiras, manipulações, denuncismo, intimidando militantes e simpatizantes do partido [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] E esse deputado Bbb, lo que é mesmo que fez de útil? Trio de chupins! O PT está no desespero, sabe que a Dilma vai perder a eleição. Aécio neles! [...] (Composição subordinativa / Conversão [subst. > adj.] / Semântico [BBB = programa > participante] / Sigla [big Brother Brasil]) Aécio, da próxima vez, muna-se de material comprometedor, que é o que não falta no youtube, fale com o deputado-capitão Bolsonaro [...] (Composição coordenativa) [...] Se um médico/deputado(deputado/médico) estivesse prestes a votar um projeto sobre saude. Ele votaria a favor dos pacientes ou votaria a favor dos médicos? (Composição coordenativa) [...]. No tom jocoso que às vezes o aproxima do deputado-palhaço Tiririca e o afasta do mínimo de compostura que deveria sempre pautar o comportamento de um ex-presidente da República [...] (Composição coordenativa) [...] vem com esse papo torto de desadesão aos ideais marinistas... é tarde demais, vocês não foram e nem estão sendo ingênuos coisíssima nenhuma [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] Esta na hora do aécio desamarelizar e partir pra refrega, se quiser honrar os milhões de brasileiros que nele depositam esperanças de desratizar o estado. [...] (Derivação parassintética [Prefixo (des-) + Sufixo (-izar)]) [...] O desaparelhamento do estado deve levar por baixo uns 10 anos!!!!!! (Derivação prefixal [des-]) [...] Vamos varrer o partido dos corruPTos do poder e desaparelhar o estado. (Derivação prefixal [des-]) [...] ou seja, se não votar na indicação do prefeito o descadastramento acontecerá. [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] E agora ela quer, talvez, ficar neutra numa disputa em que uma das partes representa a corrupção institucionalizada, o descompromisso total com a verdade [...] (Derivação prefixal [des- ]) [...] dando a eles a merecida descredibilidade, acodem-lhes outros 'juizes', neste caso, aqueles do tribunal superior eleitoral [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] As primeiras imagens serão de um Cronograma de desmoralização e descredibilização de diversos setores da sociedade. [...] ( Derivação prefixal [des-]) [...] É consenso dentre as pessoas que o governo se portou bem na economia, mas, o escracho descredibilizou os candidatos. [...]( Derivação prefixal [des-]) 324 [...] sua equipe econômica deixou que o Brasil perdesse 3 bilhões de dólares de um dia para o outro, quando foi promovida a ―desdolarização‖ da nossa economia. [...] (Derivação prefixal [des- ]) [...] o douto desembargador-corregedor é, por acaso, o sumo pontífice do templo ? [...] (Composição coordenativa) Vamos ―desempetralhar o brasil…..‖Urgente‖. !! [...] (Derivação prefixal [des-] / Derivação prefixal [em-] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ar]) [...] Aliás, por que o presidente que resolve ser candidato não é obrigado a se desencompatibilizar do cargo? [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] eliminar a enorme sobreposição de órgãos públicos para assuntos correlatos, ―desfulanizar‖ os comandos, dentre outras ações adequadas para uma boa prestação de serviços [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação prefixal [des-]) [...] Aqui, no DF, já botamos pra correr o seu ―desgovernador‖ ONGnelo. O próximo a partir será você! (Derivação prefixal [des-]) [...] o desgovernador tucano é um humorista muito mais engraçado que o Tiririca. (Derivação prefixal [des-] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Composição sintagmática) [...] Na época do (des)governo fhc quem era o engavetador-geral da república. [...] (Composição subordinativa [Ddo + Dte]) / Conversão [FHC = subst adj ] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso] / Palavra-valise [desgoverno + governo]) [...] Só estão esquecendo o quão foram "bem tratados" no desgoverno FHC, e o quão seriam num, felizmente, descartado desgoverno do "Néscio Neves". (Composição subordinativa / Conversão [FHC = subst > adj ] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] Petrobras valia 6 vezes menos do que atualmente no desgoverno tucano, estava para ser "doada" pelo PSDB/PFL, plataformas superfaturadas afundaram, caso REPSOL e tantos outros. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Pela desinfantilização da atividade política e da campanha eleitoral.(Derivação prefixal [des-]) [...] Além disso, alguém conhece coisa mais chata, enfadonha e desinformativa do que o modelito de debate que se estabeleceu no Brasil para as eleições? [...] (Derivação prefixal [des-]) Trata-se de uma ocorrência muito comum no Brasil, a desintelectualização. O sujeito tem algum talento, publica algumas coisas interessantes, ganha notoriedade. Então é convidado pra trabalhar na mídia. [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] "assessorou" a ignorância criminal da (des)ministra Rosa (esse negócio de nomear alguém por que é negro, ou mulher, ou isso ou aquilo [...] (Derivação prefixal [des-]) 325 [...] anulei todos os votos restantes e irei anulá-los até a desobrigatoriedade do voto. [...] (Derivação prefixal [des-]) O trabalho de desocultação da realidade. Penso que é necessário, como diria Marx, desolcultar a realidade [...](Derivação prefixal [des-]) [...] Penso que é necessário, como diria Marx, desolcultar a realidade e, em minha concepção, esta abordagem contratualista mais a oculta do que a desoculta. [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] é claro que o partrido precisa desparlmentarizar-se como fez excessivamente e valorizar a militancia. [...] (Derivação prefixal [des-]) Vamos DESPETETIZAR nosso amado Brasil!!!!!!!!!! (Derivação parassintética [Prefixo (des-) + Sufixo (-izar)]) [...] esta política de despolitização da sociedade levada adiante principalmente pela mídia em conjunto com os demais setores conservadores e reacionários da sociedade são um campo fértil para o golpismo. [...] (Derivação prefixal [des-]) O PT tem que enfrentar três semanas de Veja = leitores despolitizados.[...] (Deriv. prefixal [des-]) [...] despolitizando o que é a essencia da democracia. é claro, ele despolitiza, privatiza tudo, vende tudo a preço de banana impunemente e ainda escarnece da nossa cara.(Deriv. prefixal [des-]) [...] tentando representar ou defendendo as necessidades de desinformados, moradores de grotões, pobres e despossuídos? (Derivação prefixal [des-]) [...] Não acredito em pacto ou em desradicalização, é o contrário, tem que manter o país mobilizado [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] Aécio fica ‗desrespaldado‘ por este Brasil afora devido à ausente presença da imagem humana que cumpriria o papel de dar peso histórico à sua candidatura: refiro-me ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. [...] (Derivação prefixal [des-]) [...] Como fazer para (des)seduzir, (re)tocar os induzidos sentimentos de parte importante destes ~30% nos 6 dias que faltam? [...](Derivação prefixal [des-]) [...] O ―povo‖ já chega antes ao desvedamento das ―armações‖, tantas foram e tantas fracassaram. [...] (Derivação sufixal [-mento]) RECEPTADOR DE DINHEIRO DESVIADO-ROUBADO foi solto pelo STF. [...] (Composição coordenativa) [...] o CAIXA 2. que pretendiam tornar legal para os Partidos que receptaram dinheiro desviado- roubado-sonegado. [...] (Composição coordenativa) 326 [...] Como deixaram o diabo-lula sem ser incomodado na época do mensalão, não há como não sobrar pra ela desta vez. [...] (Composição subordinativa) [...] A DiLama não estava bebada em Portugal na famosa desviada que deu para tomar vinho e comer bacalhau. [...] (Palavra-valise [Dilma + lama]) [...] A Ficha da DIllama antes do Palácio doPlanalto já era imunda a atual é um lamaçal. [...] (Palavra-valise [Dillma + lama] / Palavra-valise [Dilma + Collor]) [...] Fora pt-facção criminosa,lulla, dillma e comparsas. [...] (Palavra-valise [Dilma + Collor]) [...] a Dillmá vive a dizer que mandou a Polícia Federal e S.T.F apurar e processar os mensaleiros, porque não fez o mesmo com os Tucanos; [...] (Palavra-valise [Dilma + Collor] / Palavra-valise [Dillma + má]) Somem-se aos ―malfeitos‖ da Dillma Ruimself aqueles milhares de viciados do engodo ―bolsa família‖ [....] (Palavra-valise [Dilma + Collor] / Palavra-valise [Ruim + Rousseff]) [...] Lullarápios e dillmalucos pensam (se é que vigaristas pensam) que jogando fezes numa pessoa decente conseguiram esconder a podridão do PT. [...] (Palavra-valise [Dilma + Collor] / Palavra-valise [Dilma + maluco]) [...] os percentuais de brancos, nulos e indecisos para absorver as variações positivas (crescimento) do Aécio e a queda nas intenções de voto na diLLmanta e Marina [...] (Palavra- valise[Dilma + Collor]/Palavra-valise[Dilma + anta]/Semântico ( anta = a maneira de governar da Dilma)) [...] após ver inserções da diLLmuLLa nos intervalos e nenhuma do Aécio, tomei a inicativa de ligar para TV Bandeirantes no mesmo momento e para o Ministério Público hoje pela manhã. [...] (Palavra-valise [Dilma + Collor] / Palavra-valise [Dilma + mula + Lulla] / Palavra-valise [Lulla + Collor]) Como o DATA FALHA e IBOPE(vendidos com contratos com o governo) estão com o mostrador 5% a favor de Dilmá [...] (Palavra-valise [Dilma + má]) [...] continua com o mesmo percentual de votos manda prende o ibope e Datafolha eles continua sendo comprados pela vagabunda Dilma roubosete (Palavra-valise [roubo + Rousseff]) Na Band, foi um Dilmabate! [...] (Palavra-valise [Dilma + debate]) DILMA-BV - (boneco de ventrículo) originária da LOJINHA de R$ 1,99 em Porto Alegre [...] (Composição subordinativa / Sigla [BV = Boneco ventríloquo]) [...] os movimentos eleitorais de ´Lulaécio´ e ´Dilmaécio´ não foram meros slogans marginais, e o credenciaram a nosso ver, a detenção de condições de prosseguir o que defenderam [...] (Palavra-valise [Dilma + Aécio]) 327 [...] Os dicionários precisam ser atualizados com um novo verbete: ‗dilmagogia‘, sinônimo de um governo que só ilude os trabalhadores (Palavra-valise [Dilma + demagogia]) [...] Eh nossa vez de comandar a presidenta ate a cadeira de onde nao deve sair. Mudamais, Dilmais!! (Palavra-valise [Dilma + demais]) Caro Reinaldo ,baseado na entrevista de Dilmala. [...] (Palavra-valise [Dilma + mala]) A munição fatal para Aécio acabar com o luLADRÃO e seu poste DilMALANDRA e seus ptralhas quadrilheiros. [...] (Palavra-valise [Dilma + malandra]) [...] e eu não consigo conceber a ideia dessa dilmanda e seus comparsas continuarem no poder. [...] (Palavra-valise [Dilma + manda]) [...] O cenário será este: Aécio 55% Dilmandona 47% e PONTO. [...] (Palavra-valise [Dilma + mandona]) Dilmandrake!! (Palavra-valise [Dilma + mandrake] / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) Não voto nela DILMAneira nenhuma. (Palavra-valise [Dilma + maneira]) [...] Só que desta vez com a Petrobrás, caso D. Dilmanojo for eleita, não vamos deixar passar, se for provado que ela tá no rolo, vamos pedir o IMPEACHMENT com toda força. [...] (Composição subordinativa) [...] deseja votar no Aécio Neves como presidente e se livrar dessa malfadada, hipócrita e mentirosa DilmAnta !!! (Palavra-valise [Dilma + anta] / Semântico [ anta = a maneira de governar da Dilma]) Dilmantes x marinantes [...] (Derivação sufixal [-ante]) [...] foi divulgada há pouco – às 17:24h – 17/10/14, uma nove pesquisa ―IstoÉ/Sensus‖ apontando ―Aécio Neves‖ com 56,4% e a Dilmona-PTralha com 43,6%. [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] Aécio Neves – 45 nela (Dilmona-PTralha-fascista) e neles(Quadrilheiros-PTralhas- Canalhas) Vamos Que Vamos!!! (Composição subordinativa entre bases autônomas [Dilma + petralha-fascista] / Composição subordinativa [petralha - fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] Ibope - Dilma 54 aécio 46, Dilma dilmou e aécio marinou de vez. (Derivação sufixal [-ar]) O que está acontecendo com o UOL? O portal ―DILMOU‖? A Marina já declarou seu apoio ao Aécio e eles lá ainda não deram a notícia! Atitude bem suspeita essa do UOL… (Derivação sufixal [-ar]) 328 [...] os comentários de leitores publicados no UOL me levam a crer que a mudança de editorial no tratamento do problema hídrico demonstra que o Grupo Folha, por algum motivo, Dilmou! (Derivação sufixal [-ar]) [...] Se a Dilmaracutaia ganhar por pequena margem ninguém vai estranhar ou reclamar!!!!! [...] (Palavra-valise [Dilma + maracutaia]) [...] é porque havia o interesse dela em obter o apoio do Aécio à aliança em Minas, denominada ―Dilmasia‖ (Dilma/Anastasia). [...] (Palavra-valise [Dilma + Anastasia]) É, Reinaldo, é a nossa DILMENTE, né? É pena que chegamos a esse nível! [...] (Palavra-valise [Dilma + mente]) [...] A presidente Dilmentira conhecer os esquemas de corrupção dentro do seu governo é abolutamente verdadeiro, [...] (Palavra-valise [Dilma + mentira]) Que a tal crise que a Dilmentirosa cita tanto para justificar sua incompetência [...] (Palavra-valise [Dilma + mentirosa]) Pelo que foi dito por Luíza Erundina, ela e Dilma tem algo em comum; uma fala em dilmês a outra em erundinês. [...] (Derivação sufixal [-ês]) No que se refere‖ (dilmês provençal) ao caso Sergio Guerra citado pela presidanta, que o PT não respeita sequer a memória dos que já partiram [....] (Conmp. Subordinativa / Derivação sufixal [-ês]) [...] Veja-se, verbi gratia, o Mensalão e o Petralão dilmesco. [...] (Derivação Sufixal [-esco]) protec vira proNAtec: criativos esses DILMINTIRISTAS (Palavra-valise [dilmista + mentira]) [...] a professorada mineira é mais contra Aécio Neves do que a favor do dilmismo. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] Quanto aos jornalistas amestrados, se fossem mais profissionais, menos dilmistas e marinistas, não teriam ficado com cara de sexta feira da paixão como ficaram. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Tchau, PT!!! Tchau, Dilmoca!!! (Derivação sufixal [-oca]) [...] e principalmente os marketeiros de Aécio criassem o personagem DILMÓQUIO, uma combinação entre Dilma e Pinóquio. [...] (Palavra-valise [Dilma + Pinóquio] / Semântico metafórico [Pinóquio = mentiroso]) No Maranhão foram extintos os dino-sarneys do pmdb para eclodir os dino-sauros do pcdob! [...] (Palavra-valise [dinossauro + Sarney]) 329 [...] Em São Paulo, a nova política da Marina insiste em querer perpetuar as novas erun-dinas do psb, com garras gastas e pele enrugada do pt! Uma vez dinossáurica…sempre dinossáurica,não é? [...] (Derivação sufixal [-ico]) [...] Fala Youssef, fala, abra o bico.Mostre as provas guardadas. Você seria para o PSDB, o que foi o meteoro há 65 milhões foi para os dinossauros. Bye bye dinotucanos. [...] (Palavra-valise [dinossauro + tucano]) [...] nem Zé Dirça cumpanhêro, Zé Genuino honestâo, João Paulo Cunha TV a Cabo, entre outros. [...] (Truncação = Dirceu) A direita golpista tenta distorcer a realidade, e faz de conta que ninguém notou o fato de que a candidatura presidencial do PT não venceu apenas no norte e no nordeste.[...] (Comp. sintagmática) [...] acho eu direita morta(n)dela, manifestando opinião e em campanha para mudança de governo, no Paraná não é necessário!!! [...] (Composição subordinativa / Semântico [mortadela = aquele que defende medidas sem ser contempaldo por elas]) [...] Se a direita raivosa ganhar, o PT vai virar um partido nanico porque os do PT que ganharam não vão conseguir governar. [...] (Composição sintagmática) a direita rancorosa e raivosa cria a imagem distorcida de chaves e do seu bolivarianismo [...] (Composição sintagmática) comprar briga com a direitalha é se rebaixar ao mesmo nível deles. Lembrando que muitos ataques passaram de apenas briga de ideologias. [...] (Palavra-valise [direita + canalha]) Como identificar uma pessoa direitista rancorosa. [...] Ela tem vocabulário limitado, geralmente circunscrito pela terminologia do marketing e da publicidade [...] (Composição sintagmática) [...] famílias inteiras são jogadas no lixo sem uma única prova de delito. apenas por não participarem do esquema por eles, direitosos, montado há décadas. [...] (Derivação sufixal [-oso]) Inclusive diretista ultra-super-mega-master-buster que acha o Bolsonaro um bundão. Devagar com o andor. (Composição sintagmática [direitista ultra-super-mega-master-buster ] / Derivação prefixal [ultra-] / Derivação prefixal [super-] / Derivação prefixal [mega-] / Derivação prefixal / Empréstimo: Integração sintática (master) [ing.] / Empréstimo: sintática (buster)[ing.] / Composição coordenativa [master + buster]) [...] Seu Diretor-Presidente é escolhido pela Presidente da República. [...] (Composição coordenativa) [...] Por fortes razões: com sua política de ―pobrismo‖ pra se perpetuar no poder e de ―distribuísmo‖ gordo entre os companheiros de roubalheira [...] (Derivação sufixal -[ismo]) 330 [...] peço que vocês da Veja investiguem o programa ―mais especilistas‖ da dona dilma sequestradora / assaltante de banco / héroi da dita “dura‖ [...] (Palavra-valise [dita (adj.) + ditadura]) [...] A maior burrada do governo militar (prefiro DITABRANDA), foi ter dado anistia pra essa gente. (Palavra-valise [ditadura + branda]) [...] É por isso que eu continuo afirmando que a maior burrada da ditabranda militar foi ter dado anistia para essa corja. (Palavra-valise [ditadura militar + branda] / Composição subordinativa entre bases autônomas [ditadura militar]) [...] Falo de comentaristas como o Luis Sifer que talvez tenham sido eurocomunistas na época da ―Ditacuja‖, mas agora agem como sonsinhos estalinistas ao ceder a um pragmatismo abjeto. (Palavra-valise [Ditadura + dita cuja]) Financiamento público de campanha é o primeiro passo para a ditadura branca, similar a que vivemos hoje com os PeTralhas. Só os amigos do rei vão se beneficiar. [..] (Composição sintagmática / Semântico [branca = sem violência, dentro da legalidade]) [...] Usam do mesmo modus operandi ano após ano desde 1950 com Getúlio, com o mar de lama, foi usada em 1964 contra Jango pela ditadura civil-militar. [...] (Composição subordinativa [ditadura + civil-militar] / Composição coordenativa [civil+ militar]) [...] Essa é filosofia da ditadura psdbista: só eles e para eles. (Composição subordinativa / Derivação sufixal [-ista]) [...] Lógico que venceriam no primeiro turno em SP a midia adora a ditadura tucana, aquela que lhe da bilhoes de dinheiro publico. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) [...] Desde que o …e donANTA resolveram,após Foro de SP financiar antagonismos aos EUA, culminando com donANTA dizendo-se espionada após as ―revelações‖ de Edward Snowden [...] (Palavra-valise [dona + anta] / Semântico ( anta = a maneira de governar da Dilma)) [...] a dificuldade que a quase ex-presidente tem de dizer a verdade é porque ela pensa que está sendo interrogada pelo DOPS [...] (Acronímia [Departamento de Ordem Política e Social]) [...] Esse "doutorismo" que permeia as "zelites" nacionais é muito desagregador e pernicioso que qualquer formiga saúva. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] a civilização brasileira está dando um dow-grade com os petralhas….já exportamos somente produtos primários….como em 1500. (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] Esses paulistas dazelite ―branco dozoiozazul reaçionáriu‖ teimam em não reconhecer os ―avanços‖ impostos pelos bolivarianos, não? [...] (Modificação do significante [do olho azul]) [...] Quer saber das propostas "da direita", leia a DSI, doutrina social da igreja (católica). (Sigla [Doutrina Social da Igreja]) 331 As esquerdas em geral não gostam dusamericanu, mas de alguns americanu eles gostam, sim. Por exemplo, não há soberania que possa resistir à autoridade política de um Danny-se Glover. (Modificação do significante [dos 'americano']) Duvidiuodó que ela não recebeu um telefonemazinho do ex-cumpanheru Lula (Truncação [duvido e tenho dó]) E [...] acho que qualquer discussão ideológica/programática é inútil quando o objetivo é usar o poder em benefício de grupos e contra a sociedade. Isso vale para petralhas, coxinhas, comunas, ecobobos, etc. [...] (Derivação prefixal [eco-]) [...] como diria a ecoburguesa e "filósofa Marina" a "Globo vai perder perdendo" (Derivação prefixal [eco-]) O mais dramatico é que os ambientalistas, os eco-chatos, os salvadores do mundo não escrevem uma linha, sequer sobre este verdadeiro crime ambiental. [...] (Derivação prefixal [eco-]) [...] não é como querem os banqueiros e o governo americano/FMI, e os coxinhas que entendem de economês. [...] (Derivação sufixal [-ês]) [...] poio ao MST, MTST, ao ecoterrorismo, ao FORO DE SAO PAULO, à CRIMINALIZACAO do AGRONEGÓCIO [...] (Derivação prefixal [eco-]) [...] como o Bonner é o editor-chefe do JN, pelo menos em relação a ele o Lula tinha razão. (Composição subordinativa) [...] O que fizeram com o outrora valente e íntegro partido socialista brasileiro? Esta é, ao meu ver, a verdadeira e crua herança eduardiana. [...] (Derivação sufixal [-ano]) [...] E ele cheio de dedos com o eduardismo... Esse partido é patético. É melhor perder a eleição a se comportar da maneira como esse psb o faz. (Derivação sufixal [-ismo]) Em minha opinião, tivemos neste primeiro turno um efeito cascata para o Aécio em função de alguns fatores. [..] (Composição subordinativa) [...] É um sistema responsável por mitigar o risco sistemico, o efeito dominó nas instituições financeiras. [...] (Composição subordinativa) [...] o chamado ―Efeito Proconsult‖. Para os mais jovens, foi uma tentativa de fraudar as eleições para o governo do Estado do Rio em 1982, quando Leonel Brizola parecia imbatível. [...] (Composição subordinativa) Efeito Teflon = Cara de pau da mídia em transformar em "fenômeno" a blidagem que promove para os seus protegidos. (Composição subordinativa / Semântico metafórico [Teflon = blindagem]) 332 Nós já temos uma praga terrível e muito parecida chamada É-globo. (Palavra-valise [Ébola + Globo]) [...] o discurso da presidente-candidata Dilma Rousseff na ONU, equiparando os bárbaros decapitadores do Estado Islâmico (EI) às forças ocidentais que os combatem, ultrapassa todos os limites da infelicidade. [...] (Empréstimo: Decalque [ing. ISIS] / Truncação [Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS)]) [...] os malacos da CEF que quebram sigilos bancários e outros malfeitos, os pilantras do BNDES que financiam à custo ZERO os Eikes da Vida. (Composição sintagmática / Semântico [da vida = comum]) [...] Datafolha e Ibope vão soltar pesquisas ainda nesta semana dizendo que Aécio está em alta e Dilma em queda, e na semana seguinte outras pesquisas dizem que Aécio ultrapassou Dilma. Aí, o eleitor bovino tende a ir com Aécio. [...] (Composição sintagmática / Semântico [bovino = fácil de manipular]) [...] Tnho absoluta certeza qie esse número de eleitores "noturnos" do aócio, foram enjambrados. [...] (Composição sintagmática / Semântico [noturno=tardio]) [...] considero que esse tipo de argumentação é muito importante para eleitor trabalhador que ainda é meio desinformado pela mídia [...] (Composição coordenativa) [...] o pt zerou a fome no Brasil eles tucanos dizem coisas sem nexo, e o eleitor tucano de São Paulo, teoricamente ele deveria ser o mais instruido do Brasil [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Ademais, o eleitor de Marina, não é eleitor zumbi, aquele que só faz o que o mestre manda. A maioria irá com Aécio pois são sabedores da gravidade que estamos vivendo. [...] (Composição sintagmática) [...] política passa ao largo de bilionárias campanhas eleitorais-marqueteiras goebbelianas pelo poder: é o poder pelo poder! que política... que nada... (Composição coordenativa [eleitoral + marqueteiro] / Composição sintagmática [eleitoral-marqueteiro / goebbeliano] / Derivação sufixal [-ano]) [...] Alguém consegue imaginar a Casas Bahia ou a Volkswagen abrindo mão de trinta milhões de eleitores/consumidores que simplesmente deixariam de comprar lá se ela explicitasse tão fortemente seu apoio a uma candidatura antipetista e, não somente isso, com violentos ataques ao PT? [...] (Composição coordenativa) [...] Rebater Aécio com os despropósitos do PSDB foi fundamental para o eleitor-telespectador conhecer a outra versão dos fatos. [...] (Composição coordenativa) [...] temos de testar a lisura criptográfica segurança máxima a toda prova ANS do sistema eletrônico-computacional das urnas TSE... (Composição coordenativa) 333 Infelizmente os Ministérios Públicos Estaduais e Federais estão infestados de petistas, esquerdistas da elite caviar, imbecís, arrogantes e ignorantes. [...] (Composição subordinativa / Semântico [caviar = burguês]) [...] Uma fuga da elite tucana de São Paulo acarretará uma situação nova que talvez acelere uma reforma política que a classe política nunca desejou. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] daquele que considero um dos intelectuais brasileiros mais vinculados hoje ao campo político do que chamo elitismo/udenismo. [...] (Composição coordenativa) [...] há, sim, em contrapartida, profissionais dignos, honestos, humanistas e que honram plenamente o juramento que fizeram. "Deles", nesse caso, são esses elitistas-corporativistas. (Composição coordenativa) Aquela que vem de públicas, geralmente são de cursos elitizados e elitizantes como medicina e exatas-engenharias. [...] (Derivação sufixal [-ante]) [...] chorando por verem pessoas sendo alimentadas, por terem acesso à escolas, â creches, a dignidade de não terem que mendigar para os elitosos doarem ossos e farelos, como a única solução possível de "aliviar" os problemas sociais. (Derivação sufixal [-oso]) Será que ella não quer, também, que Aécio ratifique os acordos do Foro de São Paulo? [...] (Palavra-valise [ela + Dillma] / Palavra-valise [Dilma + Collor]) [...] a nação está acostumada com a atuação da quadrilha, desde que o lulla X9 foi eleito presidente, que elle confundiu com chefia de quadrilha e o dirceu mensaleiro presidiário, assumiu a presidência da república. (Palavra-valise [ele + Lulla] / Palavra-valise [Lulla + Collor]) Não é PAC! Portanto, as obras não ficarão emPACadas.... (Palavra-valise [empacado + PAC]) [...] Se ela vai até no estádio, para ato solene, a vaia é feita, ensaiada, por muitos coxinhas e empadinhas. [...] (Semântico [=burguês]) [...] Estes que afirmam que os médicos estrangeiros fazem trabalho escravo é que são os verdadeiros "escravos", pois aqui formados e com toda empolação característica da classe [...] (Derivação sufixal [-ção]) Ibopt, Datafolha? Não dá! Não temos institutos. Temos empre$a$ pre$as ao pt. (Composição subordinativa / Modificação gráfica [empresa] / Modificação gráfica [presa]) [...] O mundo pra ele são os bancos e os empresários "parças", locais ou estrangeiros. [...]! (Composição subordinativa / Truncação [parça = parceiro]) [..] Os ricos tiveram o "bolsa juros" durante a maior parte do governo, fora os empréstimos amigos no BNDES e outras benesses. [...] (Composição subordinativa) 334 [...] Endereço fantasma para justificar residência falsa em Belo Horizonte, para viabilizar contratação pela Prefeitura petista, etc. [...] (Composição subordinativa) Esse o "engana-bobo" da mídia brasileira: existem por si só. Se falarem mal de um citado jornalista, dirão que estão falando mal da imprensa em geral [...](Composição subordinativa) [..] E para Marina ficar em terceiro. Ai, acredito que a carreira política deste enganadora/oportunista/incompetente estará encerrada. [...] (Composição coordenativa) [...] Assim Reinaldo o que mais temos aqui é ―enganeition‖ [...] todo mundo engana, poucos estudam de verdade, e esses que estudam no fim serão os perseguidos ―das elites‖. (Modificação do significante [enganação]) [...] sobre o tal de ―engavetador‖ do Governo FHC, de 20 anos atrás. [...] (Palavra-valise [engavetar + procurador] / Semântico [engavetar = arquivar ou retardar o andamento do processo]) [...] Na época do (des)governo fhc o PGR era o engavetador-geral da república. [...] (Palavra- valise [engavetar + procurador geral da república] / Semântico [engavetar = arquivar ou retardar o andamento do processo]) [...] Quando questionar sobre os engavetamentos, omissões, responda de pronto: está colocando o Ministério Público sob suspeita? [...] (Semântico [engavetar = arquivar ou retardar o andamento do processo]) [...] pedir vistas e sentar em cima (engavetar) da Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada pela OAB para acabar com o financiamento público das campanhas [...]Semântico [arquivar denúncias ao invés de investigar] enrolador-mor não diz nem sim nem não, muito pelo contrário. [...] (Derivação sufixal [-mor]) Se fosse só essa professora porra-louca no ensino publico-sindical-Cutista que existisse , estava ótimo [...] (Composição sintagmática [ensino + público-sindical cutista] / Composição coordenativa [público + sindical] / Composição sintagmática [sindical-cutista] / Derivação sufixal [-ista]) [...] É a piada do dia.Justo a OAB,a ―entidade-avestruz‖! (Composição subordinativa / Semântico [avestruz = que se esconde]) [...] mesmo com todo o "teflon" que a midia amiga vem gastando para tentar blindar o seu protegido, não estamos mais no Brasil de 2001 do apagão, o "enxugão" do Alckmin vai enfrentar criticas e questinamentos que a mídia conseguiu evitar [...] (Palavra-valise [enxugar + apagão] / Semântico [apagão: incompetência no gerenciamento]) [...] Cadê as FARCs , os EPPs e demais Grupos Terroristas e Traficantes nos Debates sobre Segurança Pública no Brasil ???‖ (Sigla [Exército do Povo Paraguaio]) 335 [...] Voltar no tempo das Diretas Já e mostrar o ' rostinho isento e imparcial' de nosso pig, [...] a era Collor, as oscilações de ataques e afagos às passeatas de junho, ao caso da parabólica [...] (Composição subordinativa / Conversão [Collor = subst > adj]) [...] Inundei de madrugada meu predio de manchetes da era FHC e o desemprego, racionamentos, etc. A batalha eh ardua, mas vale a pena, tudo pra nao deixar todas as conquistas escapar pelos dedos. [...] (Composição subordinativa / Conversão [FHC = subst > adj ] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) e o cara ainda desmonta a fantasia do Brasil-Potencia criado na era-Barba quando diz que o pais tem pouquíssimas empresas que podem suprir as necessidades da Petrossauro… (Composição subordinativa / Semântico metonímico [barba = Lula]) [...] Talvez Aécio quisesse honrar o legado do avô, ao participar do governo Sarney. As pessoas naquela época não agiam de forma tão mesquinha como as da era-PT. [...] (Composição subordinativa / Conversão [PT = subst > adj]) Considerando que a margem de ―ERROUBO‖ Datafolha pró Dilma gira em torno de 10%, então o Aécio ganha com folga. [...] (Palavra-valise [erro + roubo]) [...] com soberania (pela primeira vez na sua história) e com esquerdóides tão rcalcados com as osmarinas, as heloisas helenas, erundinas e tais? [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) Pelo que foi dito por Luíza Erundina, ela e Dilma tem algo em comum; uma fala em dilmês a outra em erundinês. [...] (Derivação sufixal [-ês]) O escândalometro não tem fim, não tenho nem tempo para fritar meu ovo, e lá vem mais um. [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (-metro)) Dilma, além de incompetente, incapaz, inepta, conivente ou cúmplice da corrupção na Esgotobrás – as investigações estão em andamento [...] (Palavra-valise [esgoto + Petrobrás]) [...] Na próxima eleição o n° de crédulos tende a zero, pois já não teremos financiamento para reescrever a história, nem esgotosfera para propagar mal cheiro. [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (-sfera)) Parece que os agressores de mulheres estão fechados com Aécio. Dado Dolabela, Kadu Moliterno,Milton Pires... Os espancadores/atores deram a seguinte declaração:" ―Aécio é o melhor candidato [...] (Composição coordenativa) [...] cometem calúnias e difamações para dar ao leitor, espectador-eleitor a impressão de que os adversários nunca prestam [...] (Composição coordenativa) [...] nauFraqga é capataz da especulação-financeirização da economia que derroca países pelo mundo - na espanha 60 dos jovens não conseguem emprego por causa dessa política econômica neonlibera [...] (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) 336 Ele entrou com gosto na ESPPEC - Escola Pelé de Pensamento Crítico. (Acronímia [Escola Pelé de Pensamento Crítico]) [...] Alberto Youssef criou empresas fantasmas, plantou laranjas em seu esquemão, movimentou contas no exterior [...] (Palavra-valise [esquema + mensalão]) [...] a questão principal me parece ser descobrir como ganhar os votos sonháticos que não se identificam com o discurso direitista de que vivemos numa ditadura de esquerda bolivarianista comunista, corrupta até o último fio de cabelo [...] (Comp. sintagmática[esquerda bolivarianista comunista] / Comp. subordinativa [Dte + Ddo (bolivarianista comunista)]) Tínhamos que parar de chamar essa turma de ―esquerda caviar‖ e passar a chamar de ―esquerda camarão‖ [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [esquerda caviar + camarão] / Semântico [camarão = burguês]) A esquerda herbívora e carnívora são patriotas etílicos (Composição sintagmática [esquerda carnívora] / Semântico [carnívora = reacionária ]) [...] Netos de militares, viveu na chamada esquerda marron ( hoje chamada esquerda caviar) e por ser muito "rebelde" , um playboyzinho metido a intelectual ganhou de presente um exílio em Paris, as custas do governo militar. [...] (Empréstimo: Decalque [fr. gauche caviar]) [...] O consumo da bebida não será maior do que a que já é consumido pelos esquerdas caviar festiva. (Empréstimo: Decalque [fr. gauche caviar] / Palavra-valise [esquerda caviar + esquerda festiva] / Composição sintagmática [esquerda festiva]) Marilena chauí aquela filosofa representante máxima da Esquerda Caviar ou da Esquerda Filé Mignon gosta só de pobres [...] (Palavra-valise [esquerda caviar + filé mignon] / Semântico [ filé mignon = burguês]) Esquerda herbívora é ótima, mas prefiro a ―ruminante‖ (Composição sintagmática / Semântico [herbívora = moderada]) [...] O povo de verdade tem é horror dessa esquerda ideológica universitária bucéfala. Tenho dois amigos que eram petistas mas largaram de mão visto a lama moral em que se meteram. (Composição sintagmática / Composição coordenativa [ideológica universitária bucéfala]) [...] Netos de militares, viveu na chamada esquerda marron ( hoje chamada esquerda caviar) [...] (Composição subordinativa / Semântico [marrom = aquele que se distancia de posicionamentos/ideiais que podem enfraquecê-lo]) Esquerda psolista, misturada com evangelismo malafaiano, temperados a banditismo ―infantil‖. Isso é política? [...] (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ista]) [...] Se acho que FHC faz isso sem querer ou por estratégia..não sei…ainda digo: talvez ele seja um dia lembrado como o maior estrategista que essa esquerda pterodátila brasileira já teve [...] (Composição sintagmática [subst + adj] / Semântico metafórico [pterodátilo = antigo/ultrapassado]) 337 Esquerda herbívora é ótima, mas prefiro a [esquerda] ―ruminante‖ (Composição sintagmática = esquerda ruminante) Neste caso particular a esquerda caviar não protestou contra o impedimento do outro falar provocado pela esquerda sardinha dos centos acadêmicos. (Composição sintagmática / Semântico [sardinha = intelectuais do meio acadêmico]) [...] Contentem-se com o papel menor, de esquerda sonhatíca que joga contra o partido que memso errando realizou o máximo até hoje nesta república de reacionários. [...](Composição sintagmática / Palavra-valise [sonhador + programático]) [...] Boicote,s abotatem, desordem, arruaças da esquerdalha nanica, MST, MTST, e o escambáu! [...] (Palavra-valise [esquerda + canalha]) [...] esse deputado Willis é criação desta esquerdiopatia que tomou conta do país desde a chegada do PT ao poder. [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autômoma [grego] (-patia)) [...] Se a doença não for controlada ou extirpada a tempo, há um grande perigo dela chegar ao totalitarismo sensorial de todo o corpo através da metástase esquerdista bolivariana. [...] (Composição sintagmática) A maior cagada da vida do PT foi se meter com essa extrema esquerda universitária, mimada, autoritária e boçal. [...] (Composição sintagmática) [...] Não é à toa que Rodrigo Constantino, sendo carioca, usa com tanta propriedade o rótulo ―esquerda caviar‖. [...] (Empréstimo: Decalque [fr. gauche caviar]) [...]. Hoje essa dicotomia trazida pelos esquerdistas petistas e cravada na sociedade mais humilde, acaba por significar uma possibilidade real de conflitos sociais. [...] (Composição subordinativa) [...] Há uma esquerdização absurda das universidades públicas. Querem dominar à força. E ai daquele que se mostrar divergente. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] Em SP está tendo além de uma ditadura há também esquerdafobia, PTfobia... tudo isso é muito estranho... [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] [-fobia]) [...] com soberania (pela primeira vez na sua história) e com esquerdóides tão rcalcados com as osmarinas, as heloisas helenas, erundinas e tais? [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] Universidade de graça é um mito dos anos 40 que não tem logica economica, social ou politica, apenas faz parte da mitologia da esquerdolandia. (Derivação sufixal [-lândia]) [...] algumas pessoas tomadas por sentimentos esquerdoídes ou esquerdopatas, insistem em rotular de forma preconceituosa, a ascensão, manutenção e aumento no número de representantes 338 da Polícia Militar na política brasileira. [...] (Composição subordinativa entre base autônoma não- autônoma [grego] (-pata)) Nada de surpreendente; apenas uma porra-louca esquerdopata progressista do atraso desesperada [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [esquerdopata + progresssita] / Composição subordinativa entre base autônoma e não-autômoma [grego] (-pata)) a esquerdopatia é uma doença mental gravíssima, qualquer psiquiatra sabe bem disso; conheço um caso concreto de um intelectual de esquerda, que por sinal não é um intelectual medíocre, apesar de que sua crença não passa de uma contrafação, que num debate enlouqueceu e sua família foi obrigada a interná-lo num manicômio por alguns meses até ele sair da crise [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autômoma [grego] (-patia)) [...] O período de recuperação será longo e sofrido até a doença ser totalmente neutralizada. Com riscos constantes de recaída esquerdo-patológica. [...] (Composição sintagmática) [...] quanto mais gente estiver na pobreza e dependente do estado babá, melhor será para tangê- los como uma manada para o abatedouro.[...] (Composição subordinativa) [...] cada estado tucano tem o mpf que merece o ninho. manipulam passeatas, manifestações, conspiram contra as instituições [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Sem o Estado-bélico-industrial e os gastos gigantes nas guerras por petróleo os EUA estariam dez vez piores que hoje [...] (Composição subordinativa [Estado-bélico-industrial] / Composição coordenativa [bélico + industrial]) [...] AMÉLIA, Sra. fina e perspicaz vai levantar a bola desse estado-irmão. VOTEM EM ANA AMELIA. (Composição subordinativa) [...] a fim de fraudarem as eleições e elegerem o candidato oposicionista, que é da extrema direita e abirará as portas do país para o imperialismo “estadounidense” burguês-capitalista- facista-higinista-homofóbico. (Composição sintagmática [ imperialismo-estadunidense + burguês- capitalista-fascista-higienista-homofóbico] / Composição coordenativa [estadunidense+ burguês- capitalista-fascista-higienista-homofóbico] [...] Eleitores da presidenta deveriam ficar fora disso, considerando que a sabesp e o governo do estado (assim mesmo, caixa baixa) praticaram um estelionato eleitoral. [...] (Composição sintagmática) [...] Acho especialmente revoltante a estigmatização do voto das pessoas mais carentes, em geral menos escolarizadas. [...] (Derivação sufixal [-ção]) [...] Então, ele entra na USP e passa 9 ou 10 anos ou mais, fazendo "adminstração", engenharia, etc. e cria mais uma nova profissão. (Estudante Profissional). [...] (Composição sintagmática) 339 incompetente governo psdbista, ou entrevista com o estúpido mór, fhc, ou dos artistazinhas da globo. [...] (Derivação sufixal [-mor]) Sou Ex aluno de ETEC, e atualmente estudo em uma escola técnica Federal, e posso afirmar sem medo de errar que, o nível de ensino é praticamente igual. [...] (Acronímia [Escola Técnica]) [...] Para não polarizar a disputa, Dona Erundina propõe a ―eternização‖ do partido que a expulsou … [...] (Derivação sufixal [-ção]) [...] Falo de comentaristas como o Luis Sifer que talvez tenham sido eurocomunistas na época da ―Ditacuja‖ [...] (Derivação sufixal [euro-]) [...] O nosso prezado ex esqueceu o tratamento dado aos aposentados? Chamando-os de vagabundos. [...] (Truncação [ex-presidente]) [...] Poderia ter feito acusações bem mais contundentes (como o passado da ex-terrorista – será mesmo ex? – ou do conhecido manguaceiro ex-presidente), mas manteve o tom exato. [...] (Truncação [ex-terrorista]) [...] feitas por ex presidentes e por ex ministros ou outros altos funcionários do governos (como são EX), em qualquer outros país capitalista do mundo, é absolutamente normal. [...] (Truncação [ex-presidente e ex-ministro]) [...] Bil Gates, sózinho, dizem, doou mais para essas instituições do que todas as doações de brasileiros em toda a história. Não fossem tais doações, fosse ele como o protegido de lulla e dilma, o ex-27 mais… ele, Bill Gates se manteria, ‖ on the top [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] um ex advogado do PT que tem o mesmo DNA já que a Candidata Presidente usa o seu palácio uma extensão do PT e o ministro nunca se manisfestou contra.[...] (Deriv. prefixal [ex-]) Qualquer opositor {até ex-aliado} que tenha tido o azar de cruzar o caminho com eles sabe do que eles são capazes. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Não tenho dúvidas que conseguimos manter nossa escola funcionando, por sermos ex- alunos professores que têm um amor enorme pelo trabalho que ali desenvolvemos até hoje. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição coordenativa) [....] O mesmo com certeza será mais um defensor da mídia e da Globo, o qual se juntará a a outra senadora Ana Amélia Lemos (ex-apresentadora do mesmo grupo [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Percival, seguindo a mesma lógica da (in)compatibilidade entre PSDB e PSB, favor discorrer o que acha, então, da aliança entre PT e PMDB (Sarney, ex-PFL, ex-PDS, ex-ARENA e Calheiros), Maluf e Collor. Seria essa aliança, compatível? [...] (Derivação prefixal [ex-]) É apenas um ex aspone, que perdeu o cargo da mamata pública quando o PSDB perdeu a prefeitura onde trabalhava no RS. [...] (Derivação prefixal [ex-]) 340 Ex-assessora da Casa Civil denuncia que Lula sempre desqualificou as mulheres [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Revistas são distribuidas gratuitamente a ex-assinantes que não renovaram suas assinaturas. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] a Casa Legisladora do país esta a reboque de ex-BBBs, ex-jogadores de futebol, ex-palhaços de circo e por ai vai entre outras desolações…[...] (Derivação prefixal [ex-] / Sigla [BBB = Big Brother Brasil] / Semântico [substantivo próprio (nome de programa) > adjetivo (participante do programa)]) [...] Espero que essa semana vindoura tenhamos mais depoimentos atômicos do ex big boss da petrobras. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] o banco do homem do baú,à cumpanheirda botou panos quentes…dizem, que o ex camelô também usou o mesmo artifício, não sabia de nada! (Derivação prefixal [ex-]) [...] Agora, parece que a ex-candidata ficou solta no ar, sustentada apenas pelo pincel que usava para pintar a paREDE. (Derivação prefixal [ex-]) olha ai o ex-cara pintada, gente! o individuo que saia pelas ruas pedindo a cassação do collorido…quem tem viu e quem te vê [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática) Os pobres já nao incomodam mais só nas filas dos aeroportos estao nas universidades e disputando concursos publicos com os separatistas por isso a furia da exclassemedia pra cima do PT. (Derivação prefixal [ex-]) [...] nessa verdadeira imundície assinada por mais de 600 ex-colegas que esqueceram tudo que aprenderam e traíram tudo que juraram para cerrar fileiras com um partido de mensaleiros, de ladrões da PETROBRÁS, de assaltantes de fundo de pensões [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Na corrida eleitoral assistiu o massacre de sua imagem, com inverdades e de forma ultra injusta foi tratada pelos ex-companheiros, uma deslealdade sem medidas.[...](Deriv. prefixal [ex-]) [...] O ex-comunista, como tudo que não presta, se tornou um dos inspiradores no Brasil do fenômeno mafioso, ou seja, da Camorra. [...] (Derivação prefixal [ex-]) Ontem assisti a reprise do depoimento da ex contadora do preso Alberto Youssef (doleiro) do Petrolão, estou revoltada e estarrecida. [...] (Derivação prefixal [ex-]) Tirada da floresta pra trabalhar na fantástica fábrica de ilusões da direita, [...]. A ex coque (claro que sem trocadalho Leandro) é pau pra toda obra. (Derivação prefixal [ex-]) [...] O Sr. Youssef entra na "jogada" para tentar dar "creidibilidade" à delação do ex-Costa, [...] (Derivação prefixal [ex-]) 341 [...] O ex-craque, pelo menos da boca pra fora, se diz inimigo da CBF/Ricardo Teixeira. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] ela não recebeu um telefonemazinho do ex-cumpanheru Lula… (Derivação prefixal [ex-] / Modificação do significante [companheiro]) [...] Hoje o vira-casaca Raimundo Colombo (PSD, ex-DEM), eleito no primeiro turno, está dando palanque para a petralha. [...] (Derivação prefixal [ex-]) O que esperar de um tribunal formado por ex deputados e politicos escolhidos por Quem sera julgado (Derivação prefixal [ex-]) [...] (clã dos maias, também uma neo socialista e ex-dilmete em 2010). (Derivação prefixal [ex-] / Derivação sufixal [-ete]) [...] Além disso, ex-diretor corrupto Paulo Costa é cria demotucana, foi nomeado pela 1ª vez para a direção por FHC. [..] (Derivação prefixal [ex-]) [...] sem ao menos conseguir impor um mínimo que fosse de agenda humanista e progressista que livrasse sua cara, diante dos seus ex-discípulos defensores dos direitos humanos e ambientalistas. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Ele realmente combateu as maracutaias que aconteciam no governo eleito do ex-ditador Getúlio Vargas [...](Derivação prefixal [ex-]) [...] E ainda diz que a classe média, embora tenha cogitado a possibilidade de votar na Marina, prefere o Aécio a uma ―negra, ex-doméstica, analfabeta até os 16 anos, nortista‖ etc. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] ex-terrorista, ex-dona de loja $1,99, ex-―perseguida‖ política, ex presidente da Petrobras, e daqui a 10 dias, EX-PRESIDENTA DO BRASIL. (Derivação prefixal [ex-]) Na psicologia, esse é o típico caso de um mal amado, de uma pessoa que está a se sentir como um verdadeiro quebra-molas, que depois de chutado, desprezado, rejeitado, fica igual a cão perdigueiro atrás do ex-dono(a) [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Vc soa como um ex-eleitor de Collor, Tuma e outras pecas raras [...] (Deriv. prefixal [ex-]) [...] O que ocorre com a intelectualidade anti-petista radical e desvairada, cujo exemplo-mor é o historiador Marco Antonio Villa, a quem agora se junta Roberto Da Matta, é não se auto respeitarem [...] (Derivação sufixal [-mor]) Acho que é perda de tempo que o Aécio fique buscando o apoio desnecessário da ex-empregada doméstica, ex-seringalista e ―ex-petista‖. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Neste raciocínio não se incluem os ex-empregados que adquiriram qualificação , fama, na tão difamada imprensa tradicional. [...] (Derivação prefixal [ex-]) 342 [...] o que apresento é apenas resultado de um ―exercício estatístico-atuarial‖ [...] (Composição sintagmática [exercício + estatítico-atuarial] / Composição sintagmática [estatítico + atuarial]) [...] Se a tal coerência de que tanto fala a ex-Erundina se dá no âmbito do encadeamento de ideias contidas no programa e no discurso de Dona Maria Osmarina. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Quando começa assim para mim, começa mal... Imagine você morar num lugar cheio de ex- esposas todas falando mal disto, daquilo, [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] um monte de ―consta que‖ como nos IPM‘s da Ditadura a ponto de trolladores ex esquerdas saírem do armário deliciados pelo cínico formalismo cronometrado com o segundo turno. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Eu não tive voto em São Paulo (vide Matéria do Estado de São Paulo, ―ex Estadão‖) (Derivação prefixal [ex-]) [...] Fico triste e pesaroso com o pensamento da minha ex-eterna candidata. [...] (Derivação prefixal [ex-]) Senhor Cardoso, ouvi seu recado, 13 minutos, onde vossa ex-excelência atribui aos eleitores da Presidente Dilma a pecha de pobres e ignorantes. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Eu tenho orgulho de ser um ex-fatecano e olha que fiz USP também. (Derivação prefixal [ex- ] / Acronímia FATEC [Faculdade de Tecnologia] / Derivação sufixal [-ano]) [...] Caro Romário, antes de você uma mulher, negra e ex-favelada já tinha sido eleita no Rio, Benedita da Silva. [...] (Derivação prefixal [ex-]) O doleiro e o ex-funcionário da Petrobrás apontam apenas partidos da base do governo como estuários das propinas [...] (Derivação prefixal [ex-]) Gabeira durante a última campanha eleitoral majoritária da qual participou, foi chamado durante um debate por um dos concorrentes como ex-gabeira... [...] (Derivação prefixal [ex-]) A bruxa malvada foi buscar apoio com seu dileto cupim das araucárias, a vergonhosamente derrotada ex-Gleisy Barbie [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição subordinativa) [...] o ex-governador roberto requião já criou um monte de discussões com a procuradoria do paraná por questões políticas e corporativas desta entidade [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] tendo, também, eleito uma ex-guerrilheira terrorista, o que acabou dando no que deu. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição coordenativa) [...] Quando estiver em 60 X 40 fico um pouco mais tranquilo, mas só um pouco, conheço bem a classe dominante deste ex-império colonial escravista (ex ?). (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática [império + colonial-escravista] / Composição coordenativa [imperial + escravista]) 343 [...] Será que a comissão nacional da verdade quer ouvir ex-integrantes do TRIBUNAL? [...] (Derivação prefixal [ex-]) Aos 84 anos de idade, FHC, ex-intelectual, ex-presidente da república por dois mandatos, não possui nenhum resquício de estadista. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] a ínclita justiça catarinense, não obrigou ninguém a retornar ao trabalho, mesmo após as perícias médicas darem os ex-inválidos por aptos. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] a Casa Legisladora do país esta a reboque de ex-BBBs, ex-jogadores de futebol, ex-palhaços de circo e por ai vai entre outras desolações [...] (Derivação prefixal [ex-]) Em entrevista ao Jornal Nacional, ex-juiz eleitoral diz IPEA está apenas preservando do uso eleitoral dos dados e mantendo sua independência… (Composição sintagmática [ subst + adj] / Derivação prefixal [ex-]) [...] Entrou na parada um ex-LIBELU aí a coisa degringolou-se. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Acronímia [liberdade e luta]) [...] Pelo comportamente desesperado do Molusco, com certeza, está morrendo de medo de ír fazer companhia aos seus ex líderes políticos na PAPUDA! [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Embora contra a vontade de muitos, nosso país não faz parte da chamada América Espanhola, onde para que alguém seja presidente de um país basta ser em ex-sargento auto- intitulado coronel, um ex-lider cocaleiro ou um ex-motorista de ônibus. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição subordinativa / Derivação sufixal [-eiro]) [...] Está ou não está acontecendo algo parecido atualmente nestas eleições? Você vai ser doido de aceitar o ex-marido de volta ??? (Derivação prefixal [ex-]) Gabeira durante a última campanha eleitoral majoritária da qual participou, foi chamado durante um debate por um dos concorrentes como ex-gabeira... Hoje temos a ex-marina (Derivação prefixal [ex-]) Armínio Fraga é ex-membro também deste IDA [Inter - American Dialogue] [...] (Derivação prefixal [ex-]) Mas sabem como é: a Dilma Coração Valente, a ex-militante de três grupos terroristas que matavam inocentes, posou ali de ―vovozinha frágil‖. Funcionou? [...] (Derivação prefixal [ex-]) Da mesma maneira que temos um Ex-Ministro em exercicio (Mantega), tambem temos uma Ex- PresidANTA! (Derivação prefixal [ex-]) [...] foi o ex-ministro tucano Luiz Carlos Mendonça de Barros. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj] / Derivação prefixal [ex-]) 344 [...] nosso país não faz parte da chamada América Espanhola, onde para que alguém seja presidente de um país basta ser em ex-sargento auto-intitulado coronel, um ex-lider cocaleiro ou um ex-motorista de ônibus. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Minha preocupação não é com este politicamente ex-nada. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Mas tivemos tentativas de golpes midiáticos na denúncia de uma ex-namorada de Lula em 1989; no terror financeiro contra Lula em 2002; na divulgação ilegal de imagens de reais e dólares clandestinos dos aloprados; [...] (Derivação prefixal [ex-]) Uma carta/mensagem digna do Amaral e sua explicacao que deve ficar na historia do funeral do PSB como um ex-partido da esquerda, [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática [subst + Sprep]) [...] Agnelo, neo-petista, ex-PC do B, poderia ter mudado esse quadro? [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] favor discorrer o que acha, então, da aliança entre PT e PMDB (Sarney, ex-PFL, ex-PDS, ex-ARENA e Calheiros), Maluf e Collor. Seria essa aliança, compatível? [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] ex-terrorista, ex-dona de loja $1,99, ex-“perseguida” política, ex presidente da Petrobras, e daqui a 10 dias, EX-PRESIDENTA DO BRASIL.[...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição subordinativa) Já fui eleitor do PT. Hoje pertenço ao grupo dos ex-petistas. [...](Derivação prefixal [ex-]) [...] em 2010, por parte do doleiro de Paraná Youssef, na gestão do paranaense Roberto Costa (ex-Petrobras), que abre o bico para Juiz de Paraná. (Derivação prefixal [ex-]) [...] favor discorrer o que acha, então, da aliança entre PT e PMDB (Sarney, ex-PFL, ex-PDS, ex-ARENA e Calheiros), Maluf e Collor. Seria essa aliança, compatível? [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] O prefeito Gustavo Fruet (PDT) ex-PMDB, ex-PSDB, que era terceiro colocado nas pesquisas até as vésperas da eleição, teve que bater ponto e agradecer o PT pelo apoio [...] (Derivação prefixal [ex-]) Ela não gosta de classe média??? Então, vá comer OVO!! Aproveita e coloca uma farinha bem caroçuda, de quebrar os dentes, igual a dos ex-pobres do bolsa família, que continuam na mesma. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Hoje saiu a notícia que o ex-pobre/favelado, na sua própria definição, Romário Farias apoiará Aécio. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição coordenativa) 345 [...] O que tinha jurado ser ex- pólítico, o coronel cearense tasso jereissati, foi eleito no Ceará. Pessoas amigas que moram no esatdo, disseram que rolou muita grana pelo interior para ele se eleger. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] este seria o 1. turno (embora ele vote em Marina no 2. turno, Marina ex-PRC e que tem alguns pontos interessantes pra nossa novíssima, frágil democracia [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Um ex-presidente. Um ex-sociólogo. Um ex-progressista. Um ex-tudo. Mas não um ex- preconceituoso. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] o ex-marido de Dilma, fez parte do pacote do nepotismo-cruzado exercido por Dilma através do ex-prefeito de BH Fernando Pimentel. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Valter Tesch - ex-subprefeito tucano do Serra pela cota do PV. Sidnei Franco da Rocha - ex- prefeito tucano de Franca. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Recomendações médicas à nossa, em breve, ex-presidanta, para consumo diário até o dia 26/10, em tratamento de PÃNICO PRÉ-DERROTA ELEITORAL [...](Derivação prefixal [ex-] / Palavra- valise [presidente + anta] / Semântico ( anta = a maneira de governar da Dilma)) [...] Além da Emprença, da Akademia, dos ex-presidenciáveis tucanos. Agora, também,o Aécio ???!!! [...] (Composição sintagmática / Derivação prefixal [ex-] / Conversão [tucano = subst. > adj]) A candidatura da Dilma, a ex-presidentA, está na UTI. Nós não podemos perder esta oportunidade ouro de afastar a gerentona incompetentA do poder. (Derivação prefixal [ex-] / Semântico (deslegitimação de uma mulher no poder)) [...] vai na direção completamente contrária e publica sua coluna deturpando a fala do ex- presidente. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Poderia também criar o MINISTÉRIO DA DEMISSÃO para demitir sumariamente funcionários com ―sindrome de consciência‖ e que quisessem honrar sua profissão em contrariedade às ordens de Dona Presidenta e do Sr.expresidento. (Derivação prefixal [ex-] / Modificação do significante [presidente]) [...] podem contar com Luiz Moura, ex-presidiário, com trânsito livre com o PCC. [...] (Derivação prefixal [ex-]) Mas vcs esperavam q um ATIVISTA ESQUERDOPATA e EX PRESO fosse apoiar quem? A Dillma, claro! (Derivação prefixal [ex-]) [...] como aquele fabricado por dilma e erenice guerra ,na casa civil do governo lula ,contra a entao ex primeira dama ruth cardoso [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Inclusive serem remunerados por estes serviços tambEm é normal. Ex presidentes americanos e ex primeiros ministros europeus fazem isto a miúde e são considerados como promotores de exportação por seus paises, e ganham por esta ação. [...] (Derivação prefixal [ex-]) 346 [...] assim me diz um sociólogo marxiano muito bem informado, ex professor da UFPE que pediu o boné no período FHC e sua política pras universidades (Derivação prefixal [ex-]) [...] Um ex-progressista. Um ex-tudo. Mas não um ex-preconceituoso. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] O prefeito Gustavo Fruet (PDT) ex-PMDB, ex-PSDB, que era terceiro colocado nas pesquisas até as vésperas da eleição, teve que bater ponto e agradecer o PT pelo apoio [...] (Derivação prefixal [ex-]) Marina é ex-PT! Marina não faz diferença alguma! [...] (Derivação prefixal [ex-]) Na certeza que Aécio ganha a eleição, a ex candidata, ex ministra, ex senadora, ex PT, ex PV, não exige cargos [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Não dá para continuar subordinando toda a nação brasileira a pessoas cujo único currículo é ser um ―EX-QUALQUER COISA‖. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [....] é aquele ex-quase partido. Os maiores desmascarados foram a Marina Silva e o Eduardo Jorge. (Derivação prefixal [ex-]) [...] O douto juiz-vazador, ex-redator dos votos da ínclita Rosa, por sua vez, está de olho na vaga, já que seu nome foi inflado por seus próprios (ím)pares. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] mas quem olha os títulos das reportagens senis deste ex-reporter [...] (Derivação prefixal [ex- ]) [...] Tô com cara de futuro ex-reporte investigativo frustrado! [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática) [...] Tenho que admitir que essa ―ex samambaia petista‖ está mais bonita. Depois que a Marina tirou esse peso do PT dos ombros parece que ela ficou mais leve e feliz. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática [samambaia petista] / Semântico [samambaia= não produz nada]) [...] a começar pelo presidente atual da casa, petista de carteirinha e amiguinho da ex-segunda dama. (Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática) [...] Rondônia corre um sério risco de eleger um inelegível ex senador caçado [...] (Derivação prefixal [ex-]) Acho que é perda de tempo que o Aécio fique buscando o apoio desnecessário da ex-empregada doméstica, ex-seringalista e ―ex-petista‖. [...] (Derivação prefixal [ex-]) Nessa ocasião, um ex-sgt do Exército, oriundo da VPR, tentou agredi-la, impondo a Ela que não iria mais participar de ações armadas. Posteriormente, sob a proteção de Carlos F. Paixão de Araújo foi com o mesmo viver e militar no Rio G. do Sul. [...] ( Derivação prefixal [ex-]) 347 Sindicalistas e/ou ex-sindicalistas só defendem interesses próprios ou de seus comparsas ―bando, quadrilha‖, a informação da realidade e da verdade para informar, esclarecer e educar a população quanto ao uso racional da água é desvirtuada propositadamente para criar conflitos e tirar proveitos politiqueiros pela corja sem escrúpulos do PT. ( Derivação prefixal [ex-]) Vexatório é ela ainda continuar no Partido ex-Socialista. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Um ex-presidente. Um ex-sociólogo. Um ex-progressista. Um ex-tudo. Mas não um ex- preconceituoso. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Valter Tesch - ex-subprefeito tucano do Serra pela cota do PV. Sidnei Franco da Rocha - ex-prefeito tucano de Franca. Existem outros conselheiros nomeados recentemente [...] (Derivação prefixal [ex-]/ Composição sintagmática) Ah, deixa pra lá... além do mais com a bocona aberta deste jeito nunca iremos saber... hahaha !! Bora tocar um rock clássico em homenagem ao ex-surfistinha do Leblon. [...] (Derivação prefixal [ex-] / Semântico [surfistinha = boa vida]) [...] Um falso patriotismo da corja capimunista representada por uma ex-terrorista que nada entende e que nunca sabe de nada [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Não entendi esta nem as ―pesquisas‖ dos Ex-titutos de pesquisa. ((Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática / Truncação [institutos]) [...] e o partidão vermelho não conseguiu emplacar um terceiro poste, o tal Padilha do Mais Médicos ciceroneado pelo ex-todo poderoso. [...] (Derivação prefixal [ex-]) …eis que o ex-torneiro, aposentado na juventude porque perdeu apenas o dedinho e está a 30 recebendo , entre outras, sua aposentadoria do INSS [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Aqui no Brasil, infelizmente, já cometemos o erro de experimentar como nossos mandatários, um ex-torneiro mecânico que declarou aos jovens que, ―para ser um presidente da república não é preciso estudar, ter cultura ou conhecimento‖ [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] O IG é um portal de notícias conservador. Tem a cara da extra-direita. [...] (Derivação prefixal [extra-]) [...] Minhas críticas à tática de Dilma se prendem a razões extra-eleitorais: o estímulo ao acirramento ainda maior dos nervos, as dificuldades futuras para a grande pacificação nacional. [...] (Derivação prefixal [extra-]) [...] Nosso Estado já passou por ―muitas‖, mas a partir de Mario Covas, seguiu uma linha que o distancia do resto do país, mesmo que tenha sido sugado pelo Governo Federal, executado obras com dinheiro próprio – sempre – e ainda sustente parte das despesas extra-Estado como a saude para os ―estrangeiros‖. [.... (Derivação prefixal [extra-]) 348 O ex-tucano Gustavo Fruet, dizem as notícias, ―foi obrigado‖ pelo Governador Beto Richa a deixar o PSDB. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Um ex-presidente. Um ex-sociólogo. Um ex-progressista. Um ex-tudo. Mas não um ex- preconceituoso. [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] A ex-URSS quando foi extinta já contava com mais de 70 ministérios e a população vivia à míngua, miseravelmente [...] (Derivação prefixal [ex-] / Sigla [União das Repúblicas Socialistas]) [...] Sob o comando de nine fingers e colaboração postal (de poste e de postagem, dos correios…) de ….advinhou! Dela…. a ex vanda e atual peroba mor…diumafiga! (Derivação prefixal [ex-]) [...] Abaixou pinçei alguns resultados para mostrar que o artigo da jornalista ex-Veja, tenta empurrar toda a culpa para o PT [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Ex-vereadora e atualmente deputada estadual [...] (Derivação prefixal [ex-]) Recentemente conversei com um ex-Vice-Presidente de uma emissora de nacionalidade árabe [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] Enquanto isso, a maior cidade da amárica latina sem água e desmonte sistemático da usp, citando só dois fatos. Coragem, meus ex-vizinhos. (Derivação prefixal [ex-]) F [...] Está na hora da mudança, mas não a mudança pela mudança, mas mudança para melhor. Vamos tornar o Bolsa Família em LEI, com normas, regras e formas de fiscalizar e punir os infratores. Fora bolivialismo! Fora fabialismo. (Derivação sufixo [-ismo]) [...] Copiem as postagens do professor Reinando Azevedo e enviem por email, ―zap zap‖, face…… O PT faz o diabo. Mas, a esperança vencerá o diabo. [....] (Truncação [facebook] / Empréstimo: Estrangeirismo [ing.] [...] gerando no dia de hoje, o dia da própria eleição, toda sorte de especulação - via Facebook, whatsapp [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) Pessoal, vamos organizar um buzinaço/Twittaço/FaceBookaço nas midias sociais do Aécio, Veja, Folha, Estadao e Globo. [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-aço] [ing.]) É isso. Já era preciso esquecer tudo isso para ser "facebookmente" contra o pt. é o que certos intelectuais(?) fazem. [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-mente] [ing.]) [...] E ainda tem coxinha facebuqueiro, eleitor de Sâo Paulo, que acredita que vivemos em uma ditadura petista. E voces me vem falar de regulação da midia nessa conjuntura medonha?? [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-eiro] [ing.]) 349 Será que aquelas pessoas que compartilharam pelo faceburro aquelas mensagens de que Marina era do PT e que por isso ela e Dilma eram a mesma coisa [...] (Palavra-valise [facebook + burro] / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] Para eles o que importa eh combater o ―assistencialismo‖. A derrota da Fome pelos programas sociais? Ah! Isso nao eh importante, pelo contrario, eh a causa maior do mal que se tornou o Brasil. E Paremos por aqui, pois estah na hora de ir a igreja ou postar sobre mals tratos aos animais no ―Faice‖. (Empréstimo: Integração ortográfica [ing.] / Truncação [facebook]) [...] Para de encher o saco do Nassif em dia de eleição e vá fazer campanha pra eles no faicibuqui, no tuiti, na rua, jogar santinhos, etc. (Empréstimo: Integração ortográfica [ing. facebook]) FAJUTICE... (Derivação sufixal [-ice]) [...] mesmo que isto signifique um país decadente, desgovernado por mentirosos e falcatrueiros ! (Derivação sufixal [-eiro]) [...] A Falha precisa alimentar os FHC's da vida. [...] (Palavra-valise [Folha + falha]) [...] Leia Popper e inteire-se do falsificacionismo como critério de distinção entre ciência e não- ciência. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] persistiremos em cegueiras de crentes fanatizantes em pregações que pretendem "conquistar" os menos "conscientizados", os menos "politizados"). [...] (Derivação sufixal [-ante]) [...] Estava no interior de Minas, curtindo a vida, a beira do lago, com a namorada O NOME DA CIDADE DO FANTASMA-BÚLGARO, TIO REI? (Composição subordinativa) [...] Juntou-se a isso um governo PT extremamente corrupto, defensor do aborto feito com nosso dinheiro, pedofilia, traficantes das FARC, PCC, MST, pró drogas [...] (Acronímia [Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia]) [...] Aécinho, garoto novo e até um promessa, mas que está se entusiasmado com o "Farol de Alexandria", cuja luz apagada não guia a lugar algum, fora o abismo. [...] (Composição sintagmática / Semântico [FHC]) [...] Depois de toda sorte [sorte?!] de baixarias perpetradas/"vazadas" (sic) pela DIREITONA fascigolpista... Agora "a liberdade de expressão" não quer permitir a veiculação das verdades que o PIG esconde [...] (Palavra-valise [fascista + golpista]) [...] Simplesmente isso vê de um cidadão simples que trabalha e paga seus impostos para ver seu próprio país cair em uma porcaria corrupta fascista comunista que você representa. [...] (Composição coordenativa) [...] As únicas cobras com pés são os fascistas-PTralhas-canalhas. Quem acredita nesses institutos de pesquisas no brasil a credita em ―Papai Noel‖. [...] (Composição subordinativa 350 [fascista-petralha] / Composição coordenativa [fascista-petralha + canalha] / Palavra-valise [Petista+ Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) É o grupo da qual faz parte a ―musa‖ dos black blocs, a fascistóide/comunistóide ―sininho‖ [...] (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-oide]) [...] deveria se informar antes de manchar a imagem da instituição FATEC e de seus alunos & formados. (Acronímia [Faculdade de Tecnologia]) [...] Incrivel mesmo, é que depois de toda malandragem dita e não provada sobre o PT, agora ele ia começar a falar do PSDB e ai, os FB tucanos divulgam a morte dele, surgerindo ser o PT o responsável. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Sigla [FB = facebook] / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] Desespero é falar que nordestino tem que morrer afogado, ter que "jogar bomba atômica no nordeste" pra eleger aécio, chamar a presidenta de FDP no twitter, etc... [...] (Sigla [filha da puta]) [...] a época do (des)governo fhc a polícia federal tucana mandava fax dizendo "missão cumprida". Na época do (des)governo fhc a polícia federal tucana era comandada por um delegado tucano! [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Esse desGoverno ―federau‖ não investe 1 centavo em SP [...] (Modificação do significante [federal]) [...] Já o personagem da FEfelech uspiana é esse troço indescritível de arrogância e boçalidade, especialmente quando abre a boca para elogiar o Bebum de Rosemary. [...] (Composição sintagmática / Modificação do significante [FFLCH] / Derivação sufixal [-iano]) Esse aí aderiu ao fernandismo, comentário carregado de preconceito contra os mais pobres os menos escolarizados [...] (Derivação sufixal [-ismo]) Os fernandistas bem informados (Derivação sufixal [-ista]) [...] Não têm projeto de governo. Se o tivessem SP não estaria envolto em nebulosas questões ferro-metroviárias [...] (Palavra-valise [feroviário + metroviário]) [...] cadê aquele vídeo com a ―fessora‖ Chauí? (Truncação [professora]) [...] e os ingenuos consumidores fetichizados e alienados ainda são capazes de aplaudi-lo porque já insensíveis do que seja a verdadeira democracia. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ado]) [...] essa oligarquia que fetichiza o consumo e transforma a essencia da democracia de regime que sintetizaria o cidadão em mero regime de consumista [...] (Derivação sufixal [-izar]) [...] É de todo inagregável ao movimento contra a intentona feudal-bolivariana que precisamos agregar agora contra os caras (Composição sintagmática) 351 Eu seria um eleitor mal informado senhor fgagac, se acreditasse nas calúnias, nas mentiras, nas manipulações que os marinho, os frias,os cívitas,os lambe botas de emissoras como a cbn, propalam e fazem. [...] (Palavra-valise [FHC + gagá] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] FH criou o Bolsa Familia com moldes diferente do atual ajudando os pobres centrado na educação, na ocasião o ex-presidnete criticou dizendo que era compra de votos [...] (Sigla [Fernando Henrique] / Truncação [FHC]) [...] Beto era um alpinista social, FHC era um alpinista intelectual, casou com uma mulher mais inteligentes e mais preparada, Dona Rute. [...] (Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) A questão é que a maioria dos políticos fala em GASTO com isso ou aquilo,o correto é INVESTIMENTO,gasto é quando não tem retorno. A questão FHC ―gastou‖ menos, EU,como ―presidenta‖ ―gastei‖ mais. [...] (Sigla [Fernando Henrique Cardoso] / Conversão [FHC = subst > adj]) [...] mas essa é a realidade e a sina do fhcismo: o PSDB rasteja hoje pelo apoio de birutas, por orientação dele. [...] (Sigla [Fernando Henrique Cardoso] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Assim como para lulista fanático o bom é Aécio ganha para esse ganhar o Estado melhor em 2018, FHCista fanático quer que Dilma ganhe, pois isso fará esse sair do lugar histórico do pior governo que já tivemos. (Sigla [Fernando Henrique Cardoso] / Derivação sufixal [-ista] ) [...] A Falha precisa alimentar os FHC's da vida. [...] (Composição sintagmática / Semântico [da vida = comum] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] O Brasil não tem crédito, mas tem FIADOR-AVALISTA do PT que tem nome PMDB [...] (Composição Coordenativa) [...] ainda que seja um dos partidos com mais candidatos barrados na lei do ―ficha limpa‖ e do qual há uma série de denúncias de corrupção. [...] (Composição sintagmática) O Aécio vive falando da corrupção do PT, corrupção do PT, corrup..., mas veja só qual é o partido mais ficha suja do Brasil: PSDB! [...] (Composição sintagmática) [...] JAMAIS pedi que absolutamente NINGUÉM...seja petista, nazista, ciclista, macumbista ou fillha da putista me procurasse para ser atendido em LUGAR nenhum [...] (Derivação sufixal [- ista]) [...] A presidenta passou o primeiro turno mostrando suas realizações em uns filmetes que são um primor de perfeição [...] (Derivação sufixal [-ete]) [...] Sei que estás bem abrigada nos ricos ambientes dirigidos por petistas e filo-comunistas, mas para o Brasil e para os brasileiros és um zerão a esquerda. [...] (Composição subordinate entre base não autônoma [grego] -filo-) e autônoma) 352 [...] governo na onda do real pegou inflaçao zero tinha dinheiro de sobra até pra comprar, diretores,cantores toda classe de pseudo-inteliquituais de araques, filófa de araque [...] (Composição sintagmática) [...] A ―filósofa-mor‖ do partido, Marilena Chauí, está lançando no Youtube, [...] uma série de vídeos para colaborar na campanha da Dilma. [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] mas o modelo dilmisa de governar sobrepor-se-á ao modelo de exclusão e de desmpprego e juros altos e financeirização da economia [...]. (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) a seiva da seringueira foi extraída finalmente pela sucção voraz financeirizadora da avenida paulista. (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-dor]) [...] Uma revista, uma emissora de tv, um jornal são veículos caríssimos, restritos a quem detém poder financeiro-econômico. [...] (Composição coordenativa) [...] a UDN remete às forças políticas da economia agrário-exportadora da República Velha, com seus aliados do financismo internacional, nota-se claramente a correlação entre a força do PSDB no plano interno [...] (Derivação sufixal [-ismo]) A Associação Médica é uma entidade não cartorial, sem fins regulatórios, fiscalizatórios, normativos [...] (Derivação sufixal [-ório]) [...] tudo que nauseia, toda rastaquera mesquinha, todos os representantes da pior espécie da direita brasileira, pois, estes, nem mesmo assumem com coragem seu viés fisio-partidário- quadrilheiro. [...] (Composição subordinativa com base não-autônoma [grego] (fisio-) e autônomas / Composição coordenativa [partidário + quadrilheiro]) Se o fivela ganhar, a população do Rio de Janeiro vai ser obrigada a usar quipá? A ser ungida com o óleo abençoado? [...] (Palavra-valise [fivela + Crivela]) [...] Então, por quê essa fixação/obsessão pela seca de São Paulo? É ignorância, má-fé ou necessidade de psicanalista? (Composição Coordenativa) [...] O Armínio Flagado não sabia? Palavra-valise [flagrado + Fraga] A direita baixo clero, especialmente coxinhas, pasteizinhos, caldinhos de cana e foguinhos paulistas, quer transformar o Brasil numa Venezuela, começando tudo por São Paulo, claro. [...] (Composição sintagmática / Semântico [=burguês]) [...] alguém poderia me dizer se a Foia de SP sempre foi petralhista, e eu é que não notava [...] (Modificação do significante [jornal Folha de S. Paulo]) [...] ser "pegador" de mulheres com uma foto-lista da suas peguetes. [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (foto) e autônoma) 353 [...] Como diriam os frankfurtianos: a indústria cultural é um exército ideológico que escraviza e coloniza aquele território que nenhum exército consegue colonizar e escravizar: o território da subjetividade humana. [...] (Derivação sufixal [-iano]) [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, marilllena chauí, ruy falllcão, dilllma, marco auréllllio garcia, alllluisio mercadante, frankllllin martins, [...] (Palavra-valise [Franklin + Collor]) [...] Marco, não culpe o povo, responsabilize a F. R. A. U. D. E, Folha Reacionária Autoritária Universal Decrépita Escamoteadora. (Acronímia [Folha Reacionária Autoritária Universal Decrépita Escamoteadora]) A frescurite de sempre. [...] (Derivação sufixal [-ite]) [...] Assim como, no lulês, subsídio vira ―fubfídio‖. (Modificação do significante [subsídio]) [...] Não pretendo mais perder tempo respondendo a covardes ignorantes via interenet, agora é RUA, material produzido pelos fundamentalistas tucanos nas redes sociais impressos e devidamente apresentados aos nordestinod, negros, gays e demais grupos atacados pela extrema direita paulista. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Do outro lado, Aécio "Funga-Funga" não tem ninguém para mandar em seu lugar. Quem no PSDB poderia ir a um comício? Alckmin? Serra? FHC? (Reduplicação) [...] Imitando o Lula com suas parábolas futebolísticas, o Aécio neste momento joga ―pelo empate‖ no que se refere aos indecisos do 1º turno. Só não pode fazer gol contra. (Derivação sufixal [-ístico]) [...] Aí a nossa maravilhos urna eletrônica elevará o Sensus ao patamar de instituto futurológico implacável (do vice dele). (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (- lógico)) G [...] Tempos e palcos oportunos para as idéias sempre houve. Ocorre que o cartel GAFE (globo, abril, folha e estadão) assumiu de vez o PIG. [...] (Acronímia [Globo Abril Folha Estadão]) [...] Ofelia, eu ja estou cansado de voce, querida. Da pra parar de gafear o blog? (Acronímia [Globo Abril Folha Estadão] / Derivação sufixal [-ar]) [...] Repetindo toda aquela ―gagueira dilmês‖ dela do último debate. (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ês]) O garoto-bomba do Soros, o Armínio Fraga, já ser ministro nomeado do Aécio é um claro indicativo disso... [...] (Composição subordinativa) e uma escolha dificil entre a governabilidade e a esquerda, mas a escolha tem de ser a gauche ou o Pt se engessa ainda mais e perde completamente seu vinculo com a esquerda. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [fr.]) 354 Hoje lendo o jornal zero de Porto alegre, vejo que os gauchitos gostam mesmo de levar …, os petralhas passam a mão nas sua …. e eles gostam. [...] (Derivação sufixal [-ito]) O PT deixou o Inquérito nº 2474 - apelidado de 'gavetão' - passar em branco e permitiu que seus líderes históricos fossem julgados sem direito pleno à defesa pediu para perder. [...] (Palavra- valise [gaveta + mensalão] / Semântico [gaveta = arquivamento de processos ao invés de investigá-los]) Esse Wyllys é gay e pela gaysice ele vive. [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] você foi perfeito em sua análise principalmente no que podemos chamar de ―gaysismo‖ que não leva a nada de edificante para a questão. (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A militância gayzista tem um propósito muito específico, que é criminalizar a religião. [...] (Derivação sufixal [-ista]) Eles dizem que deram um "geito" na economia brasileira! [...] (Modificação gráfica [sábio]) [...] portanto tão bandida quanto genoino-terrorista covarde de meia tijela [...] (Composição subordinativa) [...] ela responde como gerANTA do Governo, e administrador não tem sexo. [...] (Palavra-valise [gerente + anta] / Semântico (anta = a maneira de governar da Dilma)) Preciso mudar o tratamento com minha GERENTA de banco. (Modificação do significante [gerente]) [...] Definitiva e exemplar, é a atual demonstração da competência tucana. Me refiro ao atual "apagão hídrico" em São Paulo. Onde a gerento+cracia operacional dos tucanos, deram com os burros...no volume morto. [...] (Derivação sufixal [-cracia]) [...] Esses fatos mais a tentativa de mudança do nome para privatizá-la mostram o descalabro que foi a gestão tucana na estatal. Podemos mostrar a intenção de mudar o sistema de exploração do pré-sal e o prejuizo que isso causaria aos investimentos na saúde e educação já decididos por lei. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) [...] Dois "Gianecchinis", para os padrões de beleza e de virilidade masculina essa gente. (Semântico [nome próprio > adjetivo]) [...] O que se pode esperar de advogados ―globellizados‖ por estes mentores? Esquerdismo cego e inconsequente. (Palavra-valise [Globo + Goebells] / Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [- ado]) Na verdade o datafalha e o globope farão o trabalho sujo forçando o fechamento da boca do jacaré, mesmo que parcialmente [...] (Palavra-valise [Globo + Ibope]) [...] paga pela rede Gloeebels, [...] Nunca iria fazer um programa social para a população brasileira. (Palavra-valise [Globo + Goebbles]) 355 [...] Dilma precisava mesmo que alguém respondesse à sua violência, as suas goebbelianas mentiras. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [Dte + Ddo] / Derivação sufixal - iano]) [...] nunca existiu a tal ‗orientação sexual homossexual‘, existe OPÇÃO homossexual, e o GOEBBELISMO do ativismo-gay, no estilo ‗fale mil vezes a mesma mentira, até que seja tida por verdade‘. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] uma meia dúzia de prédios sem professores, para a propaganda Goeblesliana se divertir. [...] (Derivação sufixal -iano]) [...] Só um idiota não enxerga que esse interrogatório burlou inteiramente a finalidade da delação, interesse social [...]e foi usado por um juiz covarde como golpe branco. (Composição sintagmática / Semântico [democrático = dentro da legalidade/ respaldado pela Constituição]) [...] sejam os indícios de golpe no ar (golpe "democrático", "só" por meio de eleiçoes manipuladas e PIG). [...] (Composição sintagmática / Semântico [democrático = dentro da legalidade]) [...] Só não faz parte da democracia um golpe empresarial/militar com torturas e mortes. [...] (Composição sintagmática / Composição coordenativa [empresarial + militar]) [...] Dar vazão ao ódio e ao ressentimento ou, desde já, preparar o "golpe internético"? Como as urnas não estão "online" com as justiças eleitorais e, seus dados, são remetidos via internet aos TREs e, lá, processados, condensados e reenviados ao TSE, onde e como se daria a fraude? [...] (Composição sintagmática) ―supremo‖ Dias Toffoli! E os estertores do golpe jurídico-midiático ainda ora em curso! [...] (Composição sintagmática [golpe + jurídico-midiático] / Composição coordenativa [jurídico + midiático]) [...] Teria que deter toda a circulação da revista, física e no formato digital. Quem vai ressarcir a candidata e os eleitores, vítimas deste golpe midiático? [...] (Composição sintagmática) [...] ―Googleando‖, ela aparece em eventos ligados ao SindiSaude de MG, que eh aparelhado pelo….PT. [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-ar] [ing. Google]) [...] Teve sim investigação na Suiça. Investigação séria, que aponta a culpa dos governadores tucanos com muitas provas e farta documentação. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] ninguém está atentando para o grande feito revolucionário da governança tucana com a expertise sabesp: que é a mudança histórico-civilizatória da milenar sabedoria popular [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Sobre os números da governANTA no Norte e Nordeste, melhor nem comentar! (Palavra- valise [governante + anta] / Semântico (anta = a maneira de governar da Dilma)) 356 [...] Os brasileiros estao fartos desse espetaculo de mau gosto. Fartos de serem tratados como idiotas pela governAnta- mor e sua turma. [...] (Palavra-valise [governante + anta] / Semântico (anta = a maneira de governar da Dilma) / Derivação sufixal [-mor]) [...] As informações deturpadas e mentirosas da mídia golpista atingem os paulistas em cheio, pois é muito seletiva, escondendo a corrupção dos governantes tucanos. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] este governeco e petezada…aécio ganha, o desemprego vai aumentá sim, mas é dos carguinho na mão das cumpanherada…vão tudo ficá na rua da amargura… (Derivação sufixal [- eco]) [...] Voltando essa figura só aparecia para tentar sabotar as discussões para regulamentação dos Conselhos de Representantes dos Empregados na Estatais ocorridas no Governo Covas [...] (Composição subordinativa / Conversão [Covas = subst > adj]) [...] ―A culpa é do governo FHC!‖, para variar. Ou ―É outra invenção da mídia golpista‖. (Composição subordinativa / Conversão [FHC = subst > adj] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] Juntou-se a isso um governo PT extremamente corrupto, defensor do aborto feito com nosso dinheiro, pedofilia, traficantes das FARC, PCC, MST, pró drogas e aliado da bandidagem; [...] (Composição subordinativa / Conversão [PT = subst > adj]) [...] o resultado da pesquisa do Instituto Paraná se deve ao fato de o presidente (do Instituto) estar cotado para o governo tucano de Richa. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) Já pensaram? Sarney, Renan, Collor e Maluf; Lulla, Dilma, Paulo Rouberto e Youssef; 22 mil asseclas fora do govefede [...] (Palavra-valise [governo + fede]) [...] um eufemismo esquerdopata inspirado em um daqueles abomináveis mantras gramscianos para controlar as massas ignorantes. [...] (Derivação sufixal [-ano]) [...] O povo quer sair da politica Gramscista socialista do foro de SP. O Brasil não aguenta mais. (Derivação sufixal [-ista] [...] A este, ao qual atribui como verdade o que sai na grande mídia, essa notícia também vem como verdade. Aos xiitas, é indiferente, mas aos não-convictos e de ocasião, faz diferença sim. [...] (Composição sintagmática) [...] tanto Aécio como Marina não passam de marionetes a serviço de algo muito maior do que podemos imaginar. E esse poder paralelo está devidamente representado pela grande mídia brasileira, a grande interessada pela vitória da oposição. Vencer as eleições virou, então, algo que vai lém da questão política. [...] (Composição sintagmática [grande mídia] / Composição sintagmática [grande mídia-brasileira]) [...] é uma conversa perigosa, porque estes interesses estão ancorados na grande mídia dita golpista que(se o aécio for eleito) dirá que tudo está bem, como ocorre em são paulo, onde o 357 alquimista erra adoidado e a grande mídia jamais cobra nada dele. [...] (Composição sintagmática / Composição sintagmática [dita golpista]) [...] informam-se pela realidade e não pelo factóides da grande mídia. ele esqueceu de dizer que os mal informados são justamente os eleitores do psdb pelas mentiras dessa grande mídia golpista hegemoneizada pelo psdb e pelo capital nacional e internacional. (Composição sintagmática) ALIMENTANDO O GRÃO-TROLL FHC. Alexis, eu, você e mutos outros, já comentamos muitas vezes sobre essa atual linha editorial do blog, mas não tem jeito. [...] (Empréstimo: Integração sintática [ing.] / Composição subordinativa entre base não-autônoma [latim] (grão) e autônoma) [...] foram parar dentro de um grupelho chamado de ―bric-AS‖ o que é a maior demonstração de idiotice. O país sofre ataques de ―greens‖ que é algo similar ao MST mas pertencente a ONU. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] Vão tentar sim, isso esta na prancheta lá na gringolândia desde as "manifestações (contra o PT) de 2013. (Derivação sufixal [-lândia]) [...]a oia, a grobo, o estadinho(f. a venezuela) e a falha (da ficha falsa e ditabranda) constituem a base do PIG. [...] (Modificação do significante [Globo]) [...] Quem praticava a "guerrilha" virtual - acredito, muito mais que a de Obama, que esta eleição foi ganha na Internet - que foi fundamental para sua defesa, era gente como eu (modéstia às favas), que nem filiado ao partido sou e milhares de filiados ou não que ficavam até de madrugada, dormindo quatro horas ou menos, para desmontar toda a sorte de factóides, mentiras, virais, incoerências, esqueletos no armário de adversários, cavalos de troias embutidos em bondades em propostas, além de defender suas propostas e suas decisões de governo. [...] (Composição sintagmática) [...] claro que não vai aparecer pois ele manterá a dianteira e será eleito!, da “Guerrilheira- canalha-PTralha-fascista”? [...] (Composição coordenativa [guerrilheira + canalha + petralha- fascista] / Composição subordinativa [petralha - fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] Logo ele volta para apoiar o Aécio seguindo orientação da sua guia mor.( Derivação sufixal [- mor]) [...] Não aguento esses GUSPs (GAP+USP). (Palavra-valise [GAP + USP] / Empréstimo: Integração [ing.]) H [...] Sobre haqueamento de urnas, se houve, pelo que ouvi (lugares em que houve problemas com as urnas, aqui no Rio) , acho que, neste primeiro turno, foi mais contra Marina do que contra Dilma. [...] (Derivação sufixal [-ar] / Derivação sufixal [-mento]) 358 [...] A nação Hariovaldeana exulta com a assunção dos homens bonzos ao governo do bananal nativo [...] (Derivação sufixal [-ano]) [...] Já vi várias vezes o Helicoca, desde que apareceu em algum comentário há tempos atrás. [...] (Palavra-valise [helicóptero + coca]) [...] E o vídeo do play boy no Cervantes? E o caso do helipóptero? [...] (Palavra-valise [helicóptero + pó]) [...] com soberania (pela primeira vez na sua história) e com esquerdóides tão rcalcados com as osmarinas, as heloisas helenas, erundinas e tais? [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) [...] Consideram erroneamente o PT como o partido "do MST", ou do IPTU progressivo do Haddad. Isto aos olhos da direita paulistana é a heresia mor. [...] (Derivação sufixal [-mor]) O tal Jean Willys é um pobre coitado mega invejoso que quer se passar por defensor dos direitos humanos.. Esse senhor é um heterofobico muito invejoso mesmo!!! [...] (Composição subordinativa entre bases autônoma e não-autônoma [grego] (-fóbico)) rancor, separação, higienzação. fascismo. nazismo. (Semântico [limpeza étnica]) [...] O discurso higienizado-moralista de Aécio é um perspectiva que se encaixa bem a este contexto, já visto em outras situações históricas onde houve manipulação da opinião pública para interesses da elite de viés reacionário. (Composição coordenativa / Semântico [higienizado = limpeza étnica]) [...] a responsabilidade pelo hyper-ativismo dos especuladores na bolsa de valores. A culpa e' da vitima. [...] (Derivação prefixal [hiper-]) [...] são a característica central desses tempos hiper-capitalistas e portanto pós-humanos. [...] (Derivação prefixal [hiper-]) (dentro dos limites de uma sociedade patriarcal, patrimonialista e hiper conservadora) fez algo para quebrar os paradigmas principais: Estado para quê e para quem. (Derivação prefixal [hiper-]) O emudecimento dos corações, a cegueira das mentes e a hiperestimulação do fígado e de determinadas glândulas, são a característica central desses tempos hiper-capitalistas e portanto pós-humanos. [...] (Derivação prefixal [hiper-]) [...] num cenário comandado pelos negócios, dos pequenos aos hipernegócios, quase nada sobra para um olhar de compaixão. (Derivação prefixal [hiper-]) [...] PS: o vídeo com ele mais melado do que espinhaço de pão-doce, hiper-super-embriagado, pode ter vindo do sub-mundo da internet, mas é VERDADE. (Derivação prefixal [hiper-] / Derivação prefixal [super-]) [...] são duas cobras criadas e hiper venenosas. [...] (Derivação prefixal [hiper-]) 359 [...] é a mudança histórico-civilizatória da milenar sabedoria popular [...] (Composição coordenativa) [...] Ela é deslocada do contexto histórico-existencial, sobrepujando suas idiossincrasias ao processo político. [...] (Composição coordenativa) [...] dilma com certeza manterá ao seu lado o seu “homem-chave [...] (Composição subordinativa) [...] Na sociedade existe muito mais "Hommer Simpson" do que imaginávamos, ele não tem classe social, apenas a mente aberta para qualquer coisa que entra em sua cabeça. [...] (Empréstimo: Integração semântica [ing.]) [...] Seria bom que a campanha de Dilma abrisse seu programa eleitoral com as imagens da P-36 afundando, a maior tragédia humana/econômica da estatal. Custou bilhões de dólares e, principalmente, vidas humanas. [...] (Composição coordenativa) [...] desses autores das pérolas acima, são os primeirões a virem aqui posar de humanistas/progressistas indignados quando o post refere-se a um caso de preconceito ou discriminação contra minorias. [...] (Composição coordenativa) [...] mostra o moleque com gravador dando risada na cara humorista-roqueiro, tudo ao som da quinta sinfonia. [...] (Composição coordenativa) I [...] Não acredito no DATAFOLHA e MUITO MENOS NO IBOPOPE: AÉCIO,você está sendo muito bonzinho [...] (Palavra-valise [Ibope + bobo]) Estes institutos deveriam mudar de nome para DATAFALHA e IBOP”OPS” (Palavra-valise [Ibope + ops]) Um erro cavalar do Instituto BOvino-PEtralha (Semântico [IBOPE = Instituto Bovino Petralha]) Essa é para o Tio Rei usar entre amigos: IBOPE: ―INSTITUTO DE BOBAGENS PETRALHAS‖. (Semântico [INSTITUTO DE BOBAGENS PETRALHAS]) IBOPEnoquio devia fazer parte do troféu da MENTIRA!! [...] (Palavra-valise [Ibope + Pinóquio] / Semântico [Pinóquio = mentiroso]) [...] Eu continuo minha pergunta pro IBOPT [...] qual o critério que a dilma e o pt não pode oscilar pra baixo e aparecer em 2} ou 3º lugar? [...] (Palavra-valise [Ibope + PT]) [...] Essas tais "ideias-força" não valem de nada: em mais de 140 milhões de eleitores, deve ter 1 milhão que votaria em um candidato disposto a fazer limpeza étnica. Daí vira ideia-força?? Só se for na casa do "analista". (Composição sintagmática) 360 Atualmente o Brasil todo está aparelhado pelo Estado, Reinaldo, com viés ideológico partidário, e isso é inaceitável. [...] (Composição coordenativa) [...] acho que qualquer discussão ideológica/programática é inútil quando o objetivo é usar o poder em benefício de grupos e contra a sociedade. [...] (Composição coordenativa) Quase todas as propagandas tem um fundo de idiotização. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) O ignobope e o datafalha ,agora,fundiram-se num só,dão sempre o mesmo resultado,indicando que o eleitorado morreu e virou zumbi.[...] (Palavra-valise [ignóbil + Ibope]) [...] e não adianta a petralhada estrebuchar, vão ter que comer o pão que o IGNORÁCIO amassou. [...] (Palavra-valise [ignorante + Inácio]) Essa mulher é uma IGNORANTA ! [...] (Palavra-valise [ignorante + anta] / Semântico (anta = a maneira de governar da Dilma)) Reinaldo, ‗Igolpe‘ e ‗Datafalha‘ são estafetas do nazipetismo. [...] (Palavra-valise [Ibope + golpe]) [...] a despolitização e a diluição dos valores igualitários/progressistas estão atingindo uma escala alarmante na sociedade brasileira [...] (Composição coordenativa) [...] isto é censura pura e simples vinda do tse, já que este tipos de ‗ataques‘, são meramente ilativos-interpretativos , o que é ataque pelo rigor da lei ? [...] (Composição coordenativa) [...] Para socorrer Cuba, combalida pela queda da União Soviética (que determinou para a ilha- cárcere a perda do petróleo antes presenteado), Fidel e Lula criaram o Foro de São Paulo [...] (Composição coordenativa (subst + susbt)) [...] é justamente armar aqui o circo bolivariano do coleguinha Maduro e do índio de picadeiro Evo, e outros proto-ditadores, sob a batuta dos carcereiros da Ilha-presidio. (Composição coordenativa (subst + susbt)) vamos ser sinceros, esse imaculismo da Osmarina é de encher a paciência [...] (Derivação sufixal [-ismo]) Contra esta turma de imbecilóides que sÓ sabem atacar, sem uma única argumentação [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] os ―pobres e ignorantes‖ (segundo o novo conceito sociológico criado pelo imortal-morto), muito o admiramos e que sua preocupação para conosco é digno de louvor e prêmios honoríficos. [...] (Composição sintagmática) [...] que vao impichar a candidata 171, a balofa petralha. [...] (Modificação do significante (impeach) / Truncação (impeachment)) 361 [...] Venho escrevendo aqui desde que o Palocci foi acusado pelo PRC sobre pedido de dindin para campanha de 2010, que se Dil má vencer, não terminará seu governo e será impichada. [...] (Modificação do significante (impeach) / Truncação (impeachment) / Derivação sufixal [-ado]) [....] Além do mais, por mais que se tente tapar o sol com a peneira, a falta de investimentos no Canatreira, por exemplo (só demonstrada clara e sistematicamente por um blogueiro carioca anti tucano, não pela grande imprensa atucanada paulista) (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ado] / Derivação prefixal [a-]) [...] É certo que os tucanos tem à seu favor a imprensa golpista, mas não podemos nos esquecer das manifestações de rua [...] (Composição sintagmática) In$tituto$ de Pe$qui$a! [...] (Composição Sintagmática / Modificação gráfica [Instituto de Pesquisa]) [...] você foi uma das que colaborou para não dar visibilidade às ações dos petistas contra a roubalheira tucana, já que trabalhou na Folha de São Paulo (que faz uma censura diuturna contra toda notícia negativa contra a roubalheira e incompetência tucana, mas bombardeia diuturnamente os governos do PT). [...] (Composição sintagmática / Conversão [subst > adj]) A candidatura da Dilma, a ex-presidentA, está na UTI. Nós não podemos perder esta oportunidade ouro de afastar a gerentona incompetentA do poder. (Modificação do significante [incompetente]) [...] Faltam 9 dias para despedirmos esse governo incomPeTente. Chega de mentiras, manipulações e negação da verdade. [...] (Palavra-valise [incompetente + PT]) Pode parecer masoquismo, mas as vezes fico feliz com a ideia da incompetente-Mor ganhar essas eleicoes só pra ter o prazer de vê-la tomando as medidas duríssimas que tanto ela quanto o Aécio serão obrigados a tomar [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] Sorte dos brasileiros que são um bando de incompetentes/oportunistas! (Composição coordenativa) [...] Votei em Ana Amelia Lemos / PP, que tinha mais chances de vencer a incomPTência. [...] (Palavra-valise [incompetência + PT]) [...] Segundo pesquisa Isto É/Sensus Aécio está 12,8 pontos à frente da incomPTenta, presidenta, adolescenta, aborrecenta. [....] (Palavra-valise [incompetente + PT] / Modificação do signficante [incompetente]) ...no ministério da (in)Comunicação (Palavra-valise [incomunicação + comunicação]) [...] O ponto é que Aécio é indebatível. Não dá para debater ideias com alguém que se esconde, que não diz nada [...] (Derivação prefixal [des-] / Derivação sufixal [-ível]) [...] o ―ASSASSINO INDIRETO-INVOLUNTÁRIO chamado de CAIXA 2?. Mas, que ‗no frigir dos ovos‘ ASSASSINO é! [...] (Composição coordenativa) 362 [...] Demais disso, parece que o discurso da tal “individua” está demodê, vencido, atrasado e com cheiro de mofo [...] (Modificação do Significante [indivíduo]) [...] Os votos que o ―bufão‖ arrumou eram de petistas, que não queriam votar na Gleisi, pois esta na Casa Civil da “inePTa” trabalhou contra o Paraná. [...] (Palavra-valise [inepta + PT]) Esta senhora candidata à presidente da República sofre de doença infantiloide avançada. [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] Vivemos uma espécie de explosão "cambriana" da informação e estes infossauros já estavam condenados à extinção desde 1995. Que viveu, viu. (Palavra-valise [informante + dinossauro]) [...] A nossa justiciaria com seus capangas, sabem de que lado tem que ficar para poderem garantir a "limpeza" desses seres "impecáveis", "impolutos", "inrobáveis", IMPRESTÁVEIS, mas BARGANHÁVEIS. (Derivação parassintética [Prefixo [in-) + Sufixo [-vel)]) [...] Eu arriscaria a dizer que, nos meios „intelequituais‟, que abrangem os operadores da maioria das pesquisas, vale o conhecido preconceito contra o que se convenciona chamar de ‗conservador‘ [...] (Modificação gráfica [intelectual]) [...] Que política externa intelijumenta esta! [...] (Palavra-valise [inteligente = jumento]) [...] Tudo depende do ponto de vista, da óptica, da moral, dos princípios, dos intere$$e$ e da ética de quem analisa os fatos e acontecimentos. Estamos diante da mais sórdida campanha de todos os tempos. [...] (Modificação gráfica [interesse]) [...] Agindo dessa maneira, quando vem a tona as mesmas informações produzidas na luta intra- classe, ou seja, pelas frações da burguesia litigantes [...] (Derivação prefixal [intra-]) [...] Escândalo do IRBEscândalo da Novadata [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Sigla [Instiuto de Resseguros do Brasil]) [...] O irmão fantasma, que a Dilma ―NÃO SABIA‖ que existia. [...] (Composição subordinativa) [...] O povo desconhecia o irmão-funcionário-fantasma: Igor Rousseff. [...] (Composição subordinativa entre bases autonômas [irmão + funcionário-fantasma] / Composição subordinativa entre bases autonômas [funcionário + fantasma]) [...] na terra dos irmão-petralha, para um pouso de campanha! [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] O Senador Aécio precisa colocar uma bandeira do Brasil na lapela. Precisa explorar a política externa. Demonstrar sua postura de estadista em relação à América do Sul, ter firmeza na 363 cobrança sobre a posição do Brasil com relação aos terroristas do ISIS. Apoiar claramente o trabalho desenvolvido pelo Juiz Sérgio Moro. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) Este endereço esclarece bem sobre o Foro de São Paulo, “islamofobia” e o anticristianismo [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (-fobia)) [...] coisas hediondas e maléficas como o comunismo, o nazismo, o fascismo, o castrismo e demais ismos que, quais esgotos a céu abertam infestam, infectam, poluem e desgraçam inúmeras nações do planeta. [...] (Truncação) J [...] Dilma é a vulnerabilidade do país de jacobinos de salão [...] (Composição sintagmática / Semântico [de salão = de mentira]) [...] E a ‗jecaiada‘, como diria Paulo Francis, continuará acreditando em tudo. (Derivação sufixal [-ada]) [...] por facção da PF aparelhada, esta sob o olhar inerte do inerte JECardozo. [...] (Palavra-valise [jeca + Cardozo (José Eduardo Cardozo - ex-ministro da Justiça)]) [...] Evidente que o governo do estado, com seu jeito tucano de governar - a prioridade não é a população [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] E este pessoal quer "coesão" e "um nome" para a política econômica...Uau, são uns "jênios" [...] (Modificação gráfica [gênio]) [...] a legitimação da exclusão social para jusitificar o tal do bom "jerenciamento". [...] (Modifcação gráfica [gerenciamento]) [...] A Marina postula que se ela tivesse sido escolhida pelo Lula hoje a coisa estaria melhor, e vai morrer amargurada por isso. Aécio quer fazer o mesmo da Dilma, apenas que melhor – segundo ele (a tal de ―jestão‖). [...] (Modifcação gráfica [gestão]) Não votaram 65% no Aécio, agora segure as consequências da "jestão tucana". (Modifcação gráfica [gestão] / Composição sintagmática / Conversão [tucano (subst. > adj.)]) [...] os incautos. os bobos da corte que creem nessa nau dos insensatos. medieval, que se autodenomina como boa "jestora". (Modifcação gráfica [gestora]) A Dilma quem diz que é para dialogar com Jihadistas Islâmicos, loucos, degoladores, assassinos de crianças e o Lula que chama o Aécio de Nazista.[...] (Derivação sufixal [-ista]) Faz parte do “jogo petralha” tentar passar a imagem ―do já ganhou‖. Não vai funcionar! [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) 364 [...] aposta esta contendo os números sorteados, ou seja, que faça a inserção de um “jogo fantasma”, a fraude estará consumada. [...] (Composição subordinativa) [...] Os petistas e “jormaulistas” já estão especulando que o resultado da pesquisa do Instituto Paraná se deve ao fato de o presidente (do Instituto) estar cotado para o governo tucano de Richa. [...] (Palavra-valise [jornalista + mau]) [...] Fica evidenciado que os jornalões e as tvs se utilizam desses seus veículos para fazerem política em prol de seus "aliados de ocasião". [...] (Semântico [jornal medíocre, sensacionalista]) [...] uma campanha baseada na mentira e nos ataques que já deu o que tinha que dar e sobrevive de jornalismo "marron".. ah , esquerda caviar esse termo foi alcunhado no presente ...se referindo a "nova esquerda"... [...] (Composição sintagmática / Semântico [marrom = sensacionalista]) Jornalismo-verdade. Manchetaço agora há pouco (11h15) no portal de O Globo (oglobo.globo.com): "Votos de Marina no Rio são cobiçados por Dilma e Aécio". [...] (Composição sintagmática) Essa imprensa PIG, após a reeleição, (do homem da GESTÂO), vem a público com os seus jornalistas/colonistas falar da falta de água em São Paulo. [...] (Composição coordenativa) A melhor coisa que o PT fez nesses debates foi não permitir a palhaçada de perguntas de "jornalistas" convidados. [...] (Composição subordinativa) Viva José Serra. Viva Geraldo Alckmin. Talentoso Jornalista-VEJA [...] (Composição subordinativa / Conversão [Veja subst > adj]) O apoio do PSB a Dilma no segundo turno provou que Marina Silva era apenas um fenomeno jornalístico-bancário alavancado por um enterro. [...] (Composição coordenativa) [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, marilllena chauí, [...] josé dirceullll vociferam contra os brasileiros da classe média e os bons jornalistas. (Palavra-valise [Dirceu + Collor]) [...] Unindo a trupe de milicos de pijama e fraldão, fanáticos religiosos, coxinhas, judicialetes prestimosas, [...] (Derivação sufixal [-ete]) [...] pode-se esperar acirramento da oposição, da midia, e do judiciario (judicialização da politica , se ganhar não governa) (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] partido que faz esse jogo sujo de criminalizar e judicializar tudo o que se refere à política [...] (Derivação sufixal [-izar]) O JUIZ-CANDIDATO-AO-STF SERGIO MORO E O TRÁFICO DE DROGAS. [...] (Composição coordenativa) 365 [...] é só arrumar uma testemunha - por mais... que seja - que o juiz coxinha se habilita em absolver as revistas da sala de estar do seu gabinete [...] (Composição subordinativa / Semântico [coxinha = burguês]) [...] Juntando todos os pinduricalhos pagos a esses juízes/príncipes e quem vai pagar a conta é a sociedade brasileira. [...] (Composição coordenativa) [...] o que são as "balas de prata" que o pig usa toda eleição para abater o candidato do PT? Usar um vazamento crimonoso de um juiz tucano, sem comprovação de absolutamente nada é não ou não baixaria? [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) O preclaro juiz-vazador por sua atuação (eterna) na área criminal, foi alçado pelos seus (ím)pares como um dos 3 nomes a serem levados à Presidência da República [...] (Composição coordenativa / Semântico [vazador = aquele que divulga algo indevidamente]) A decisão do STF, apesar de legal, expõe de modo perigoso o sistema juridico/poilicial. [...] (Composição coordenativa) K [...] O PSB vive uma trama kafkiana. (Derivação sufixal [-iano]) [...] há infiltrados comunistas no Vaticano se passando por da Igreja, uma certa ―kasperização‖, sendo algo perigoso [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] A mesma conversa (desculpa) do chavismo e kirchnerismo, ou melhor do bolivarianismo. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) L [...] O pais onde vivemos se chama Ladrolândia. [...] Derivação sufixal [-lândia] [...] um sujeito serviçal da quadrilha, que obedece a um ladrão mensaleiro presidiário, que faz o papel de presidente da república [...] (Composição coordenativa) [...] a ocasião faz o ladrão, é muito dinheiro que não é de ninguém – é do povo – esta entidade etérea sem RG, então toca se locupletar. Em proveito próprio e da família. Imagina se os bisnetos do Lalau ou do filho do molusco não nascerão em berço de ouro [...] (Semântico [=Lula]) O Pt não consegue criar nadadebom. Mas, de ruim, não falha. Agora temos a lama cosmética, a lama chic, a lama com grife, a lama socialite, a lama cumpanhêra, a lama petrolêra, a lama fundêra (Fundos de Pensão), a lama bolsêra, a lama banquêra, a lama casêra (minha casa, meu voto) etc lama etc lama etc. [...] (Composição sintagmática) [...] a lama bolsêra [...] (Composição sintagmática / Semântico [bolseira = assistência]) [...] lama caseira [...] (Composição sintagmática) [...] lama chic [...] (Composição sintagmática) 366 [...] lama com grife [...] (Composição sintagmática) [...] lama cosmética [...] (Composição sintagmática) [...] lama cumpanhêra [...] (Composição sintagmática / Modificação do significante [companheira]) [...] lama fundeira [...] (Composição sintagmática) [...] lama petroleira [...] (Composição sintagmática) [...] lama socialite [...] (Composição sintagmática) [...] Uma terrorista e um larapista juramentado só pode produzir aliados desse nível. [...] (Derivação sufixal [-ista]) O lenha-lenha mitificados imposto por Marina Silva já cansou. [...] (Reduplicação) [...] é um típico ―homem de partido‖, à imagem e semelhança do leninismo-stalinismo. [...] (Composição coordenativa) Basta dessa lenta-lenta de Marina. Sua indecisão é um tiro no próprio pé. Não quer apoiar Aécio? Pois que não o apóie! [...] ((Reduplicação) [...] Vindo de quem prometeu fazer o diabo para ganhar a eleição( a Marina que o diga),acusar de levianismo mostrar só um mínimo da verdade,é de rir. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) A papuda não será pequena pois os lewandowiskis, Tófolis e suas gangues irão absolver todos. [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) A pseudo-filósofa, um pseudo-defensor dos LGBT, defensor dos frascos e dos comprimidos e o pai do Supla. [...] (Sigla [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais]) [...] Aquela que nunca foi colocada em prática e já foi toda reformada por um viés liberal- conservador???? [...] (Composição coordenativa) [...] vivendo suas vidas sem depender de cargos de confiança, sem depender de vender produtos, sem depender de vender livros-lixo para lavagem cerebral [...] (Composição subordinativa / Conversão [lixo = subst > adj]) Certamente todo o fanatismos dessa ―filósofa‖ pelo PT vem da fortuna recebida por seus ―livros- sociais-educativos‖. [...] (Composição sintagmática [livro + social-educativo] / Composição coordenativa [social + eduacativo]) [..] O velho discurso da direita. Achar que pobre que vivia morrendo de lombrigoide não se contentaria pelo menos haver médico [...] (Derivação sufixal [-oide]) 367 [...] Por não acreditar em lorota vai devolver o loroteiroado-xeirador do aécio para ipanema! [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [lorota + eleitorado]) [...] O Tempo como disse lulacolor de melo é o senhor da razão. [...] Fora jOÃO MEQUETREFE, FORA LULACOLLOR [...] (Composição coordenativa) [...] o Luladrão entrou e o MP desapareceu do noticiário, tirando o mensalão nem se ouve mais falar deles [...] (Palavra-valise [Lula + ladrão]) O Luladravaz e o triunfo de sua vontade, Dilma, disseram que o PSDB atua como nazista. [...] (Palavra-valise [Lula + ladravaz]) [...] os movimentos eleitorais de ´Lulaécio´ e ´Dilmaécio´ não foram meros slogans marginais, e o credenciaram a nosso ver, a detenção de condições de prosseguir o que defenderam [...] (Palavra-valise [Lula + Aécio]) [...] O companheiro LUlalá estava sorridente com a possibilidade de enfrentá-la no segundo turno [...] (Reduplicação) O FURACÃO chegou e tem nome de AÉCIO e está causando o maior estrago na SEITA- CRIMINOSA LULALALAU. (Composição subordinativa [Lula + lalau] / Conversão [lalau = subst > adj]) [...] só fala o que LULALAU CHAVES ―MANDA‖ [...] (Palavra-valise [Lula + lalau]) [...] A doutrina é a mesma. É uma Lulamarinada. A vitória de Aécio há de ser de lavada [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Derivação sufixal [-ada]) Aécio Nela (Dilmona-PTralha-Fscista), no chefe-Quadrilheiro-mor (Lularápio), nos paus mandados-PTralhas-canalhas [...] (Palavra-valise [Lula + larápio]) a doida doida, ela e o Lulau …, a quadrilha Petista enloqueceu! (Palavra-valise [Lula + lalau]) [...] aliás quietinho não ainda deu uma força p/ os petralhas ou esqueceram do voto lulécio ou dilmasia? [...] (Palavra-valise [Lula + Aécio]) [...] Assim como, no lulês, subsídio vira ―fubfídio‖. (Derivação sufixal [-ês]) [...] É pena que ainda vamos ter que passar pela fase da ressaca, até que toda a cachaça lulesca saia do nosso organismo pátrio. (Derivação sufixal [-esco]) ‗Doutor‖ pela Unicamp! Com tese em Lulismo e com o Delfim Netto na banca! (Derivação sufixal [-ismo]) [...] projetou um belo futuro para sermos um pais moderno, tal qual os americanos, com apenas uma centro-esquerda (lulismo\petismo) [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Derivação sufixal [-ismo] / Derivação sufixal [-ismo]) 368 [...] Sou Paulista de Pirituba Lulista, Dilmista, Petista de coração defeito de paulista [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Quer atrapalhar para dar vantagens ao bandido-amigo Lulla! [...] (Palavra-valise [Lulla + Collor]) O Vigarista-mor da república, o famoso Lulladrão está é desesperado [...] (Palavra-valise [Lula + Collor] / Palavra-valise [Lula + ladrão]) [...] Dizem que se alistou nas forças do movimento dos trabalhadores sem teto, tentou se chegar no chefão (aquele Mauricinho sem vergonha, do qual não lembro o nome), mas ele deu uma de LuLLalá!!!! [...] (Palavra-valise [Lula + Collor] / Reduplicação) [...] Se for este, eu votei nele em 1989 e no segundo turno votei no Lullalau porque na época eu me pensava comunista. [...] (Palavra-valise [Lula + lalau] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] luLLarápio jão não engana mais ninguém! [...] (Palavra-valise [Lula + Collor] / Palavra-valise [Lula + larápio]) [...] O estudo mais preciso de lullarose, chegamos a conclusão tratar-se de um moleque e a altura da sociedade que vivemos p/conta de nossa constituição, que permite a um individuo desse chegar ao poder c/o agravante de eleger sua sucessora [...] (Palavra-valise [Lulinha + Collor] / Derivação sufixal [-ose]) [...] te cuida Lullau senão não vais poder usufruir do nosso dinheiro roubado. Cachaça e Rose nelle. vagabundo! Mentiroso! (Palavra-valise [Lula + lalau] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] ( ) fez voto de pobreza e doa todo mês seu salário de professora universitária para os pobrezinhos da Lullilma [...] (Palavra-valise [Lula + Collor] / Palavra-valise [Lulla + Dilma) [...] Ah, lembrei-me do filho do lulla, o ―lullinha‖, que entrou numa sociedade, sem ter um vintém, presentearam-lhe com 6 milhões ! (Palavra-valise [Lullinha + Collor]) [...] na percepção do estrategista do llullopetismo revela-se um fracasso, ao acreditar que, sem tempo de desfazer a trama, o inimigo estaria vencido. [...] (Palavra-valise [Lulla + Collor] / Composição subordinativa entre bases autônomas (Dte + Ddo.) / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Botar um dependente dessa pesada droga lullopetralha produzida pelo ―Ônus do Lulla‖ para encarar uma escola decente, um trabalho digno, e entender que os comparsas mensaleiros são apenas o topo do processo evolutivo do socialismo [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [Lula + Collor] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) Vamos derrotar o lulo-dilmismo, resgatar a decência na política e destravar a economia brasileira! [...] (Composição subordinativa / Derivação sufixal [-ismo]) 369 [...] Creio que a tarefa de diversificar (ou inventar) a política é mais da sociedade que de governos, até porque a realidade não é uma invenção lulodilmista ou petista. (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-ista]) [...] E estes optaram por aquele mais exequível para representar uma rejeição efetiva ao lulo- dilmo-petismo. [...] (Composição coordenativa entre bases autônomas [lulo + dilmo] / Composição subordinativa entre bases autônomas [lulo-dilmo + petismo] / Derivação sufixal [-ismo]) O lulopetismo é o neo coronelismo usando o bolsa familia como arma. [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Não são só é só desemprego da cumpanheirada atualmente em cargos comissionados, é a desintegração da base alugada e a possibilidade de investigação dos malfeitos ocorridos no período lulo-petista, que pode levar a super lotação da Papuda. (Composição subordinativa [Dte + Ddo]) [...] Veio pra ―Sumpaulo‖ num pau de arara, com a barriga cheia de ―lumbriga‖ e aqui, por não gostar muito de trabalhar [...] (Modificação do significante [lombriga]) [...] Essa turma teve a criatividade castrada na escola, foi educada para servir aos poderosos e para admirá-los; para rejeitar a própria classe e para repudiar seus representantes políticos! É o que chamo de lumpenclassemediano.[...] (Composição subordinativa / Derivação sufixal [-iano]) M [...] uma reflexão daquilo que entendemos da realidade (macro-conjunturas), e dos limites impostos por ela. [...] (Derivação prefixal [macro-]) [...] NINGUÉM...seja petista, nazista, ciclista, macumbista ou fillha da putista me procurasse para ser atendido em LUGAR nenhum [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Pagar quando é ―a trabalho‖ já vira meu estômago porque meu conceito de trabalho é diferente do desse bando de macunaimas – ai que preguiça! (Semântico metafórico [Macunaíma = preguiçoso]) [...] As caras-e-bocas de Madame-Comunista provam os seus desequilíbrios espirituais. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [subst + adj]) [...] juntaram os doze ensinamentos nazistas com a experiencia do Sr El comandante da ilha da fantasia e com as praticas Maduro/chavista [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Derivação sufixal [-ista]) [...] A "maestra", mídia partidarizada, conduz sob sua batuta, a parte majoritária de uma elite(cultural, econômica, política, religiosa) inconformada com as sucessivas derrotas para um projeto político anti-hegemônico dessa mesma escol. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo (esp.) 370 [...] Sem a máfia mídia-justiça, estariam liquidados do contexto político. [...] (Composição subordinativa entre bases autonômas [máfia + mídia-justiça] / Composição coordenativa [mídia + justiça]) [...] a máfia midiático-penal deixou os delatores profissionais para o segundo turno (Composição sintagmática [máfia + midiático-penal] / Composição coordenativa [midiático + penal]) Os instintos malignos bolivarianos dessa máfia petista, equiparada a máfia russa, acabará deflagrando uma guerra civil em nosso país. [...] (Composição sintagmática) Os instintos malignos bolivarianos dessa máfia petista, equiparada a máfia russa, acabará deflagrando uma guerra civil em nosso país. [...] (Composição sintagmática) Se Edir Maiscedo [...] seu novo ―templo‖ será no lugar do Maracanã… [...] (Palavra-valise [Edir Macedo + mais cedo]) Esquerda psolista, misturada com evangelismo malafaiano, temperados a banditismo ―infantil‖. Isso é política? [...] (Derivação sufixal [-ano]) [...] Parece que para votar em Tucanos a condição é ser burro, mal-informado e manipulado [...] (Derivação prefixal [mal]) [...] deveria se comportar melhor para não ser mal-interpretado como vemos acima. [...] (Derivação prefixal [mal]) [...] Por hipótese, a meu ver, um blefe, na jogada, desde sempre, muito freqüente, na politicalha do PP (Malluff) e do PT [...] (Palavra-valise [Maluf + Collor]) [...] Os taxistas de SP são coxinhas ? Não, não são. E são piores que os tucanos, são malufistas da gema. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] O que ela quer é ser a vice presidente na pratica, caso o partido de oposição, ao mais podre malufo-llullismo, vença a eleição presidencial. [...] (Composição coordenativa / Palavra-valise [Lula + Collor] / Derivação sufixal [-ismo]) os PTralhas querendo aplicar castigos ao povo pela derrota em SP e já mandar recado ao restante do Brasil caso mamãe-zona não suba no pódium novamente (Palavra-valise [mamãezona + zona]) [...] Manchetaço agora há pouco (11h15) no portal de O Globo (oglobo.globo.com): "Votos de Marina no Rio são cobiçados por Dilma e Aécio". [...] (Derivação sufixal [-aço]) [...] O maniaco da ciclovia e o petralha André Vargas merecem apoiar a campanha de dilma. (Composição sintagmática [subst + Sprep]) [...] Fora, Prefeitinho Haddad Habib = ―maníaco-da-bicicleta‖, rejeitado, totalmente, na Cidade- Estado mais importante da América Latina. [...] (Composição sintagmática [subst.. + Sprep.]) 371 [...] Quem particiou das manifestações/sabotagens anti-copa que sairam do controle e foram totalmente apoderadas pela direita e quase causaram um mal pior no resultado desta eleição. [...] (Composição subordinativa) Qual é a questão sobre o carregamento da máquina-urna? Quando votei a máquina tb carregou antes de concluir. [...] (Composição subordinativa) [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, marilllena chauí [...] (Palavra-valise [Marilena + Collor]) Hilário pensar na Marilouca Chauí gritando na praça da República que a Dilmentira é a grande autoridade no combate à corrupção.[...] (Palavra-valise [Marilena + louca]) Marina Ompa Lompa. Tirada da floresta pra trabalhar na fantástica fábrica de ilusões da direita, vai do visú perpétua à gatinha de calça justa num piscar de olhos. [...] (Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) O Curioso Caso do Marinado que Sumiu. (Derivação sufixal [-ado]) Dilmantes x marinantes. Ibope - Dilma 54 aécio 46, Dilma dilmou e aécio marinou de vez. (Derivação sufixal [-ante]) Aécio,deixe a Marina-petista, esperando sentada em um banquinho pela sua resposta sentada porque de pé cansa e vá a luta com quem quer realmente mudar o Brasil. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [subst + adj]) Neste quesito pode se dize que a Presidenta Dilma "Marinou". E o pior é que ela sabe que o mundo não é cor de rosa e que na politica podem existir muitas variaveis em uma conta de 2+2. E por falar em estar só, cade o Lula nessas horas? (Derivação sufixal [-ar]) [...] Marinaram logo cedo em 2014, tão logo a Globo deu como certa a eleição de Marina (o velóriomício em Pernambuco, lembram?); [...] (Derivação sufixal [-ar]) A Rede ficou sem peixe [...] . A Marina tucanou Ninguém vai Marinar (Derivação sufixal [-ar]) [...] Agora não estou sendo irônico (quando ele marinou, era o que eu escrevia nos posts dele). Abração e felicidade. Passada a disputa, é sempre bom te ver por aqui. (Derivação sufixal [-ar]) [...] Ibope - Dilma 54 aécio 46, Dilma dilmou e aécio marinou de vez. (Derivação sufixal [-ar]) O apoio de marineca para mim não faz diferença em relação aos seus eleitores [...] (Derivação sufixal [-eca]) [...] vota Marinécio porque votar no PT é "coisa de pobre". [...] (Palavra-valise [Marina + Aécio]) [...] Os "Marineiros" de 2010 eram em sua grande maioria de esquerda, e se agradavam em Marina por verem nela alguém que se posicionasse ainda mais à esquerda do que o PT. [..] (Derivação sufixal [-eiro]) 372 [...] Marina tem a alma petista, é como aquela história do sapo e o escorpião, há naturezas que devem ser respeitadas! o escorpião morre afogado, pq é de sua natureza picar o sapo que acreditou nele!!! aécio melhorando seu discurso NÃO precisa ceder a chantagens marineiras! (Derivação sufixal [-eiro] / Conversão [marineiro = subst > adj]) Eu seria um eleitor mal informado senhor fgagac, se acreditasse nas calúnias, nas mentiras, nas manipulações que os marinho [...] os civitas [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) [...] ao mesmo tempo em que se abrigavam no núcleo duro do marinismo em Pernambuco. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] transferência de votos marinistas para o tucano já no primeiro turno (algo em torno de 3 a 4%) [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Os marinistas de esquerda vão carrear votos para Dilma. [...] (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ista]) [...] A informação circula. Ninguém mais é tão otário assim para ser marionetado facilmente. [...] (Derivação sufixal [-ado]) Marina-onete! "Quando o perigo eminente do PT assombrar as portas do castelo.. -chame Marina e garanta um segundo turno..legal! [...] (Palavra-valise [Marina + marionete]) Dona Marocas foi a personagem-bandidinha, [...] que futucava a vida dos vizinhos e conhecidos, e desconhecidos, distorcia tudo o que via segundo a sua imaginação doentia [...] temos uma candidata-presidenta estilo dona Marocas. [...] (Semântico metafórico [Marocas = fofoqueira]) [...] Dillmá vive a dizer que mandou a Polícia Federal e S.T.F apurar e processar os mensaleiros,porque não fez o mesmo com os Tucanos;pois a petesada, já está no poder a DOSE ANOS.Senhor marqueteiro Tucano acorda…por favor! (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) Acho que o marqueteiro-mor não conhece bem o Aécio e nem os petistinhas(ou serão PesTinhas?). [...] (Derivação sufixal [-mor]) A Martaxa quando foi candidata a prefeita fez a mesma coisa: exigia ser tratada como mulher pelos adversários, mas batia pior um marmanjo. (Palavra-valise [Marta + taxa]) [...] Além de autoritários, são um bando de hipócritas, vomitando marxismo mofado enquanto postam no Facebook de seus notebooks Apple. (Composição sintagmática / Semântico [mofado = antigo/ultrapassado]) [...] anos pós anos, o PT teve uma única preocupação, qual seja? a de fortalecer a ideologia marxista bolivariana na região, e deixou toda uma população órfão [...] (Composição sintagmática) 373 [...] a influência do pensamento marxista-leninista dentro do PT é apenas residual, e , sem dúvida, a grande responsável pelo rebaixamento ideológico no âmbito desse partido [...] (Composição sintagmática) Já que o mauquimim se re-re-re-elegeu, vai para o quarto mandato, e teremos que aguenta-lo por mais intermináveis 4 anos [...] (Palavra-valise [mau + Alckmin]) [...] Vigia à época o bi-partidarismo: Arena-situação versus MDB-oposição. [...] (Composição subordinativa) Onde erraram me$mo??? (Modificação gráfica [mesmo]) [...] tem parâmetros de desapropriação para grandes sítios de usinas hidrelétricas(em especial os reservatórios), algo US$ 1.000,oo/hc para terras mecanizáveis. [...] (Derivação sufixal [-ável]) [...] Se um médico/deputado (deputado/médico) estivesse prestes a votar um projeto sobre saude... Ele votaria a favor dos pacientes ou votaria a favor dos médicos? (Composição coordenativa) [...] Queremos saber é se o beneficiário que é Cuba pagará o empréstimo com dólares ou petróleo, ou se será trocado por trabalho medico-escravo e treinamento de guerrilhas para matarem nossos filhos e netos no futuro proximo. (Composição subordinativa) Eu quero esse pústula medicoxinha bem de saúde, pra que assista DE PÉ, sendo comido vagarosamente pelo ódio, a vitória de Dilma. (Palavra-valise [médico + coxinha] / Semântico [=burguês]) [...] A propedêutica médio-classista rancorosa é retroativa-casuísta gerando, cada um a seu modo, uma panaceia do egocentrismo mediocrizante em prol da barbáriie. (Composição coordenativa) [...] gerando, cada um a seu modo, uma panaceia do egocentrismo mediocrizante em prol da barbáriie. [...] (Derivação sufixal [-ante]) Faniquitos, chiliques, estertores e estrebuchamentos da MedusaLena Choraí cuja língua é tão peçonhenta quanto sua cabeleira de víboras, cascavéis e jararacas. (Palavra-valise [Medusa + Marilena] / Palavra-valise [Chauí + chora aí]) [...] derrotou um partido que só mandou construir duas Megas Usinas Hidroelétricas quase dentro da capital [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] Depois, ela mesma privatizou o mega-campo de libra. Este tipo de incoerência dói fundo e afasta sumariamente quem apoia o partido. [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] um conjunto de programas sociais de distribuição (até distribuições de móveis e mega colonias de ferias para os trabalhadores eles construiram), [...] (Derivação prefixal [mega-]) 374 O mega comício de Aécio Neves em belém do pará que a grande mídia a serviço do pt escondeu. [...] (Derivação prefixal [mega-]) um simbiose com algumas empresas ―eleitas‖ pelo estado, um mega-culto à personalidade de seu lider, etc [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] Tem que bater forte nos privilégios dos empréstimos generosos do BNDES a Friboi onde seu dono passou de proprietário de uma açougue a mega empresário [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] Acho ainda que estão pecando e muito por não divulgar os nomes dos políticos envolvidos nesse mega esquema de corrupção. [...] (Derivação prefixal [mega-]) O tal Jean Willys é um pobre coitado mega invejoso [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] pode ter imprensa contra, mega-manifestações financiadas pelos interesses capitalistas e tudo mais que houver que a confiança no projeto ficará imune. [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] A estrutura econômica -Indústria, comércio de commodities(dominadom por meia dúzia de megamultis) com interesses entrelaçados com bancqueiros e fundos internacionais - os abutres. [...] (Derivação prefixal [mega-] / Truncação [multinacional]) [...] Pronto, já gritei aqui comigo um mega palavrão. [...] (Derivação prefixal [mega-]) As megas petroleiras, que invadem outros países, está fazendo isso no Brasil, via Aécio. [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] sujeitos que nem conseguem ser pontuais, criticam estouro de prazo e orçamento de megaprojetos (Derivação prefixal [mega-]) O povo tem que mostrar indignação e ir para as ruas protestar contra esta mega quadrilha. [...] (Derivação prefixal [mega-]) [..] Chega da mega-roubalheira que os petralhas praticaram nestes 12 anos de poder. [...] (Derivação prefixal [mega-]) [...] prestes a assumir as rédeas da carroça Brasil imaginando estar de posse de um mega- super foguete de vídeogame !! [...] (Derivação prefixal [mega-] / Derivação prefixal [super-]) [...] não adianta chorar o excesso de meiaboquisse, falta de coragem política cobra seu preço. (Derivação sufixal [-ice]) Caro Reinaldo ,baseado na entrevista de Dilmala. A Dilma que ja erra Meio-Presidente agora descobriu que e Meio-Pardinha no seu Segundo mandato teremos o Meio-Brasil , avera Meio- Homosexual, Meio-Heterosexual ,Meio-Lesbica, Meio-Brancos, Meio-Negros, e muitos outros que se juntarao ao outros Meios que ja temos como Meios-Medicos (os cubanos) Meia- 375 Economia 122 , Meio-Trabalhador (bolsa familha etc),Meio-Governo e tantos Meios que temos e teremos. Derivação prefixal [meia-] [...] concordo que as manifestações - que ao invés de famosas eu chamaria de famigeradas - de 2013 foram construídas pela gande mídia e aproveitadas por ela para desconstuir o pt e os movimentos sociais digamos institucionalizados como os sindicatos etc e tal. por isso considero que são famigerados, porque acabam desprestigiando a participação política orgânica por uma participalção meio aleatória, abrindo caminho para os aproveitadores de sempre [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Brancos [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Brasil [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] talvez daí o desespero dos meio-fascistas tucanos quererem abortar as reuniões de pessoas pró-dilma, uma insnidade e um perigo para a democracia. (Derivação prefixal [meio-] / Composição subordinativa [meio-fascista / tucano] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] ) [...] Meio-Governo [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Heterossexual [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Homossexual [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Lésbica [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Médico [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Negro [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] só com reforma política ampla e abrangente pode mudar essa política meio oligárquica do país em vários setores e regiões. (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Pardinha [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Presidente [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] Meio-Trabalhador [...] (Derivação prefixal [meio-]) [...] ele vai ser uma espécie de embaixador (menino-propaganda) nos mesmos moldes de FHC [...] (Composição subordinativa) 122 Nos exemplos acima, atesta-se a gramaticalização do advérbio meio que passa a ter o status de prefixo. Assim como o advérvio não também já assume essa autonomia funcional de prefixo como em não-aparelhamento, não- estatal, não-delação, etc. 376 Apoiar o MST, dar mole pra menor-bandido e pra Black Blocs (passe estudantil), essas são as propostas da Marina? [...] (Composição subordinativa) [...] MENSALÃO II OU PETROLÃO – Supostamente, maior que o MAENSALÃO – dinheiro público desviado da Petrobras. [...] (Composição subordinativa) [...] Por isto o Aécio tudo sabia do mensalão mineiro ( Ate o Marcos Valerio era o mesmo) [...] (Composição sintagmática) [...] inventar que o ex-presidente LULA pediu para adiar o julgamento do processo conhecido como mensalão petista (detalhe – gaguejou tanto na entrevista que não passou no DETECTOR DE MENTIRAS do UOL, tendo que dá uma nova entrevista sem vídeo e só para os jornalistas do PIG [...] (Composição sintagmática) [...] Se a população soubesse da metade do que está escrito no belo texto de Nassif Dilma teria no mínimo 80% dos votos [...] A mídia se encarregou dessa construção ao ponto de se achar que a corrupção é exclusividade do PT. Esqueceram dos anões do orçamento, do período e da forma que ganharam musculatura, ACM, Maluf e outros. Não sabem a história do país. A população não deu bola para o mensalão tucano, para o metrô de São Paulo, Aecioporto, etc. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Isto para não mencionar o fato de que o procurador-geral da época engavetava todas as denúncias. Dilma apontou também que nenhum tucano jamais foi investigado por todos os desmandos do mensalão tucano mineiro, do cartel do metrô (o trensalão), da privataria [...] (Composição sintagmática [mensalão + tucano-mineiro / Composição sintagmática [tucano-mineiro] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] o mesmo 'AeroNeves' do MENSALÉCIO de Minas Gerais, entre outros MENSALÕES [...] (Palavra-valise [mensalão + Aécio]) [...] Sugiro o PT fazer uma campanha, aos moldes daquela feita para os mensaleiros condenados (existem muitos que não foram condenados), para arrecadar dinheiro dos simpatizantes e militantes a fim de juntar a dinheirama. (Composição sintagmática) [...] A mentira bomba: petistas honestos contrataram um médium quem entrou em contato com Sergio Guerra no além e psicografou uma mensagem, que irão colocar no horário eleitoral como verdade. [...] (Composição subordinativa) [...] e é nessa obscuridade que navega a mentira tucana e a direita brasileira. uma estranha e e desvairada nau dos insensatos!!!! [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] A mídia conseguiu, com espetáculo dantesco do "Mentirão " em 2012 e com o espetáculo das " manifestações de junho 2013" [...] (Palavra-valise [mentira + mensalão]) [...] Mr. Glover, a mentirenta já não tem grana nem para pagar o bolsa-voto. [...] (Derivação sufixal [-enta]) 377 [...] Nem parece que não é África, como diria o mequetrefe-chefe. (Composição subordinativa) [...] Sendo assim, para ser fiel ao seu raciocínio, vale menos o que o governo fez (mercadificação da educação, por exemplo) [...] (Derivação sufixal [-ficar] / Derivação sufixal [- ção]) [...] Você pergunta se "mercadismo" é a solução. Não sei exatamente o que vc quer dizer com esta expressão, mas acredito que esteja se referindo ao liberalismo, com suas desregulamentações "ao estilo amerciano" e tudo mais. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) Essa Associação é composta por donos de Clínicas, médicos milionários que mercadorizam a saúde no Brasil. Dilma 13 neles! (Derivação sufixal [-izar]) [...] Triste é a "justiça" brasileira se omitir diante da conduta covarde e autoritária desses mé(r)dicos [...] (Palavra-valise [merda + médico]) [...] a Presidenta PRECISA usar estes debates para DESNUDAR o Príncipe Nú da MERITOCRACIA de araque. Por mais cansativo que seja. Nojento que seja. [...] (Composição sintagmática) [...] A impressão que tenho me sugere que a derrotada candidata Marina, ao representar tanta pureza, encenado aquela postura messiânico-pastoril que adotou. [...] (Composição coordenativa) [...] Enfim, de qualquer forma, erraram feio, mas o aparelhamento metralha pode ter chegado nos escalões mais baixos dos institutos de pesquisa. (Semântico [metralha=bandido]) Se a vitória de Dilma for confirmada pelas urnas (toc toc), é sinal de que seremos ―mexicanizados‖. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ado]) [...] Quanto à hipertrofia do BNDES, Aécio devia ter lembrado que os subsídios beneficiam algumas poucas centenas de milhares de empresas (sem contar as micro atendidas pelo Cartão BNDES) e deixam de fora a imensa maioria das empresas no Brasil (são 5,2 milhões,em 2011, dado do IBGE. [...] (Truncação [microempresa]) É bom deixar claro: Hortolândia não existe. É um micro-bairro perdido entre Campinas e Paulinia. [...] (Derivação prefixal [micro-]) [..] fhc um micro-intelectual com nano - caráter. (Derivação prefixal [micro-]) [...] é uma das cúmplices da barragem incidiosa que a mídia atucanada faz contra o fracasso tucano em São Paulo. [...] (Derivação sufixal [-ado] / Derivação prefixal [a-] / Composição sintagmática) [...] Qual será a desculpa da Dilma, do Lula e dos intelectuais da ―intelligentzia‖? ―A culpa é do governo FHC!‖, para variar. Ou ―É outra invenção da mídia golpista‖.[...] (Composição sintagmática) 378 [...] ó é possivel com uma lei de imprensa que coiba abusos da mídia mafiosa. [...] (Composição sintagmática) [...] A explicação está no serviço bem feito pela mídia partidária golpista em criminalizar o PT nestes 12 anos com apoio do judiciário vendido. [...] (Composição sintagmática [mídia + partidária- golpista] / Composição coordenativa [partidária + golpista]) [...] A mídia favorável à eles é considerada ‗mídia progressista‟ e a mídia que os denuncia e contraria seus interesses é apedrejada e chamada de ‗mídia golpista‘. [...] (Composição sintagmática) [....] Principalmente porque a mídia televisiva golpista que dá total respaldo às ideias desse senhor e de seu pupilo não veicula informações que não lhes são agradáveis e que possam prejudicar os seus lamentáveis planos econômicos de estilo europeu. [...] (Composição sintagmática [mídia + televisa-golpista] / Composição coordenativa [televisa + golpista]) [...] A verdade que o PT paga caro ate hoje por nao mostrar a currupçao do PSDB; e com isso a midiatucana pintou o PT como os maiores ladroes do Brasil. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Da dobradinha mídia-PSDB, nesse meio tempo, não preciso nem falar. Fizeram tudo, menos dizer que Dilma é o satanás. [...] (Composição coordenativa) [...] Quem vê o video pensa que é por causa da questão da delação combinada providenciada pelo aparato midiático-juridico. [...] (Composição coordenativa) [...] No Brasil caminhamos para a ditadura perfeita, a autocensura imposta ao cidadão pelo politicamente correto. Nada pode ser dito que vá de encontro ao que é considerado bom, belo e justo pela elite dominante: midiática-partidária! (Composição coordenativa) [...] militante de partidos da base aliada ou mesmo um cidadão não cooptado pela campanha midiático-sionista. [...] (Composição coordenativa) [...] eu deleto imediatamente o que vier desse consórcio midiático-tucano [...] (Composição coordenativa) [...] Note que agora nem os mili(t)antes mais chegados, não querem saber dela. (Palavra-valise [militante + miliante]) Essa e a militanssadolizinaço, esperavam o que???????? Quem ficar perto dela, deve tomar cuidado com a carteira!!!!!!!!!! (Truncação [militância do Luis Inácio) [...] Melhorar o bolsa família e demais programas sociais? "Sem enrolação, candidato. Sempre falaram o diabo do BF; a militância tucana chama de bolsa esmola pra nordestino vagabundo. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) 379 [...] Um dos funcionários – militante petralha ou imbecil repetindo chavões do PT para terrorismo eleitoral – falou em voz alta: ―Aproveita, porque, se o Aécio vencer, isso vai acabar (as diárias e ajudas de custo)…‖ [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha (subst. > adj.]) Aécio Nevese perdeu o primeiro turno no norte-nordeste e conquistou maioria no sul-sudeste. Tentados a ganhar o segundo turno à qualquer custo, militantes tucanos podem começar a disseminar nas redes sociais um discurso do tipo: sul-sudeste rico e civilizado x norte-nordeste atrasado e dependente do bolsa família. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Os EUA em decadência e o Brasil, Venezuela, e américa latina em ascensão, putz e muita "militontise". (Palavra-valise [militante + tontice]) Você criou os PETRALHAS. Já existia os MILITONTOS. Agora, seria oportuno emplacar os PTMENTES. (Palavra-valise [militante + tonto]) [...] sera que estes militontos petralhas so porque receberam atraves de mandato pelos brasileiros governar o brasil por um periodo transitorio, conforme um sistema democratico, ja estão se considerando donos do brasil [...] (Palavra-valise [militante + militonto] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição sintagmática / Conversão [petralha =subst > adj]) [...] Se esse mineirim ganhar vai querer me forçar à labuta. Fora tucanada! Fora Aécio! Quero mais bolsa. [...] (Truncação [mineirinho]) Qualquer um que tenha acesso a este ―mini dossiê Bolsa Família‖ do Reinaldo tem obrigação de votar em Aécio [...] (Derivação prefixal [mini-]) [....]o verdadeiro antagonismo presente nessas eleições, que se dá entre uma narrativa escatológica, oriunda do marxismo, e uma mini-narrativa cíclica (Derivação prefixal [mini-]) [...] Este mini-programa colocará os escândalos de Aécio Neves na pauta jornalística, nem que seja para que os jornais e revistas o defendam. (Derivação prefixal [mini-]) [...] Na mini reforma eleitorado de outubro de 2013 foi solicitado que ao votar se imprimisse uma cópia impressa do voto "sem identificar o votante". [...] (Derivação prefixal [mini-]) [...] Depois da mini-reportagem, o programa deve concluir afirmando com todas as letras: "a imprensa brasileira tem lado". [...] (Derivação prefixal [mini-]) [...] ao mudar o entendimento dele sobre o crime de corrupção e passar a adotar o mesmo entendimento do então ministro-relator Joaquim Benedito Barbosa Gomes. [...] (Composição coordenativa) [...] Em seguida uma espécie de mini-tornado (vendaval) varreu a praça. Bandeiras vermelhas e até quepes dos PM. [...] (Derivação prefixal [mini-]) 380 [...] Estava lá cído de para-quedas e a míRdia fez uma campanha tão intensa e perene quanto a do "mensalão" para incutir em cabeças como a sua que o socólogo foi "pai do Real" ... ("nascia" aí o anti-Lula da vez) [...] (Palavra-valise [mídia + merda]) [...] Quanto à míRdia golpista, uma revista (ainda) de grande circulação fazer capa sobre insinuações ainda sendo investigadas, antecipando-as na véspera de uma eleição presidencial, envolvendo um ex e uma presidenta candidata [...] (Palavra-valise [mídia + merda] / Composição sintagmática) Olha a míRdia tucana aíííííí, minha geeeente! A matéria do IG já demonstra a blindagem e o uso como arma contra a Dilma pela míRdia, ao mencionar, mais de uma vez, o "suposto" desaparecimento no site do TCE mineiro. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Palavra-valise [mídia + merda]) Se com essa barragem de artilharia miRdiática contra Dilma e a favor de Aécio, ela cresce na votação, melhora na avaliação e a rejeição de Aécio cresce , então meu "medo" é que a míRdia comece agora a ser favorável à ela [...] (Palavra-valise [midiático + merda]) [...] Se tornou um monstro, que miserabiliza a economia em prol de suas mirabolantes idéias [...] (Derivação sufixal [-izar]) [...] está subindo em todos os caixotes disponíveis pelo pais, sobretudo nos miserentos do nordeste, para tentar reverter os acontecimentos. [...] (Derivação sufixal [-ento]) Eis um dos maiores mistérios/escândalos da investigação policial/ação judicial. Um helicóptero de um senador da República, aliadíssimo de um pretendente à chefia do executivo, transportando meia tonelada de pasta e ... nada. [...] (Composição coordenativa) Como o que está na moda é o MMA, Aécio venceu por finalização, com um mata-leão! Restou á candidANTA bater com as mãozinhas na lona! [...] (Empréstimo: estrangeirismo [ing.]) MMM Movimento Machão Mineiro. Hoje meio esquecido, este movimento (de chacota, é claro) foi muito ativo na década de 90. O seu ápice aconteceu quando foi entregue ao Itamar Franco o Diploma de Machão do Ano, depois que, em rápidos 15 dias, o PIG conseguiu fazer dele um machão mesmo [...] (Sigla [Movimento Machão Mineiro]) [...] e da sua excelentíssima sra. Dilma mocreff por maiores asneiras que eles digam [...] (Palavra-valise [mocreia + Rousseff]) [...] E onde está o protótipo, o modelo-mestre ou síntese desse projeto? No Parque Victor Civita, em São Paulo [...] (Composição Subordinativa) [...] Recadinho ao Lulão: retorne a Pernambuco, para auxiliar seus irmãos-de-sangue, pois a mofada-ideologia-comunista-terrorista-cubana já era [...] (Composição sintagmática [mofada ideologia] / Composição subordinativa entre bases autônomas [ideologia + comunista terrorista] / Composição coordenativa entre bases autônomas [comunista + terrorista] / Composição sintagmática [comunista terrorista + cubana] / Semântico [mofada = ultrapassada]) 381 [...] A farra-com-dinheiro-público acabou, mofados-comunistinhas [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [Dte + Ddo = mofado + comunista] / Semântico [mofado = ultrapassado]) [...] VIVA O REAL = Moeda-Forte. Malinhas-na-mão, mofados-comunistas-terroristas-8243. Avanti, tucanos… (Composição sintagmática [mofado + comunista terrorista] / Composição coordenativa entre bases autônomas [comunista + terrorista] / Semântico [mofado = ultrapassado]) [...] Essa do Bolsa Família atendendo a 20 milhões de pessoas foi impressionante. No debate da Band ele concordou com 5 milhões. Hoje inflacionou em 300%... Que cara de mogno monstro! (Composição subordinativa) [...] Aécio tinha 13% à frente da molusca, derrepente como passo de mágica, a imprensa notifica a população que dilma (molusca) esta 4% a frente de Aécio, verdadeiramente não é estranho caro Reinaldo, voce que faz parte desta imprensa, só acho que voce não é derrepente, voce não acho isto muito estranho também, claro que voce não irá ler isto e muito menos comentar [...] (Modificação do significante [molusco]) O molusco não é de São Bernardo do Campo!!! [...] (Semântico metonímico [hiperônimo de lula]) [...] Atualmente, a Dilma é tão ou mais demagoga do que o molusco chefe da MÁFIA brasileira. (Semântico metonímico [hiperônimo de lula] / Composição subordinativa) [...] será somente por fraude eleitoral, que eu mesma acredito ter sido praticada desde os tempos do molusco-mor. (Semântico metonímico [Lula] / Derivação sufixal [-ismo]) Agora o molusco-podre diz que Aécio e PSDB são nazistas. [...] (Semântico metonímico [Lula] / Composição subordinativa) Eu até entendo o sorriso ―monalístico‖ do Aécio. [...] (Derivação sufixal [-ístico]) [...] se Aécio ganhar, como ficara a situação ainda precaria de muitas familias, maioria monoparental (mulheres criando filhos sozinhas) [...] (Derivação prefixal [mono-]) eles são moralistas de botequim (Composição sintagmática / Semântico [de botequim = sem credibilidade]) [...] Você que naquela época não sabia da vinculação do MPL (Movimento Passe Livre) com o PODER CENTRAL [...] (Sigla [Movimento Passe Livre]) [...] chamam no Palácio do Planalto os líderes de MST. MTST, Black Bocs,para um diálogo amigo,e felicitando-os [...] (Sigla [Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto]) [...] Precisa ser complicado e caro porque ai é mais "muderno" [...] (Modificação do significante [moderno]) 382 [...] o Mulla fazendo os diabos, com aquela cara de doente, colocando gente malfeitora na Diretoria das Estatais, pra desviar recursos publicos. [...] (Palavra-valise [Mula + Lulla] / Palavra- valise [Lula + Collor]) [...] a ―Senhora‖val, é uma multi artista extremamente talentosa, canta, dança, sapateia,escreve novelas,vota no pt, [...] (Derivação prefixal [multi-]) [...] nas ciências humanas trabalhamos com uma multicausalidade que não pode ser exaurida, e que produz, no máximo, uma "interpretação". [...] (Derivação prefixal [multi-]) [...] Esta mídia murdockiana e cafajeste tem que ser regulada urgentemente para o bem da nossa democracia. [...] (Derivação sufixal [-iano]) [...] E eles acham que ninguém percebe essa mutretagem! (Derivação sufixal [-agem]) N [...] De modo que não estavam em meus planos apoiar um projeto social-democrata, nacionalista/desenvolvimentista [...] (Composição coordenativa) [..] fhc um micro-intelectual com nano - caráter. (Derivação prefixal [nano-]) [...] Nao "academicos". "Numericos". NADA me tira da cabeca que os brasileiros NAO estao sendo vitimas de fraude eleitoral e que nao eh a primeira vez. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Você sabe que usar o "mensalão" como argumento de não-aparelhamento do STF não vale [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Eu por exemplo acho que a marina "não candidata" vai voltar as suas origens políticas. [...] (Derivação prefixal [não-]) A Associação Médica é uma entidade não cartorial, sem fins regulatórios, fiscalizatórios, normativos [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] inteire-se do falsificacionismo como critério de distinção entre ciência e não-ciência. Um pouco de epistemologia fará bem a você. (Derivação prefixal [não-]) Aecio esta confessando que tem um ladrao nao-condenado como ministro da fazenda ou eh so impressaozinha? (Derivação prefixal [não-]) [...] atribui como verdade o que sai na grande mídia, essa notícia também vem como verdade. Aos xiitas, é indiferente, mas aos não-convictos e de ocasião, faz diferença sim. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] mas por causa da crise internacional (o mundo crescendo a 3%) frente à não-crise nacional (crescemos a 0,3) [...] (Derivação prefixal [não-]) 383 [...] A chamada "elite" econômica (não cultural se afirma) se informa apenas pelo noticiário. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Ou seja, juntando tudo, uma "não-delação", como se vê, pode também premiar muita gente, tanto quanto ou até mais. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] não somente ao prejuízo ou mesmo falência de algumas delas, mas também à possibilidade de insuflar um caminho não democrático. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] acaba se tornando peça-chave na estratégia eleitoreira — e não eleitoral — de partidos e coligações. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] de políticas públicas que facilitem os projetos dos cidadãos e de suas organizações empresarias e não-empresariais. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Pois agora, a população não esmoleira, sabe em que pé esta a situação do pais e não adianta a petralhada estrebuchar [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] a Alemanha neo-liberal tem um sistema de sáude não estatal mas que abrange a todos [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] o ―pretenso‖ não financiamento pela empresas privadas que se fará mais célere na CLANDESTINIDADE [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] do aumento real do salário mínimo, do emprego informal ameaçado pelo não formal precarizado [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Por esse motivo o grupo de interesse (não ideológico) mais importante na "Nova Política" são grupos ligados ao setor financeiro [...] (Derivação prefixal [não-]) Também não entendi aquele 'não-intencional' naquele post sobre o Armínio... [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Lula também incita este ódio aos opositores, aos não-miseráveis que ele chama de Elites. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] No Maranhão, veja-se a posição do PT. Distanciou-se das bases anti-oligarquicas ( tanto não-petistas, quanto petistas). (Derivação prefixal [não-]) Considero que existem quatro grandes grupos eleitorais: 1) Ideológicos Posicionados Publicamente; 2) Ideológicos Não Posicionados Publicamente; [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Não fiquem na ilusão que os eleitores do "não-PT" (pois o Aécio não existe) vão tolerar um governo que continue nesse rumo medíocre [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Ou seja: ainda que chova, será insuficiente para atender a demanda da população nos moldes de um não-racionamento! (Derivação prefixal [não-]) 384 [...] Se pegarmos a trajetória do PT não veremos nada de "não-radical" (no sentido vulgar, comum do termo). [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] A não-refutabilidade, como disse Popper, é o que define as pseudociências. (Derivação prefixal [não-]) [...] em uma tática de guerrilha do PT para se manter no poder, sob a diretriz do lema ―dividir para conquistar‖- branco X preto; homo X hétero, região do Brasil X outra região do país; religioso X não religioso; pobre X rico [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] Sera torcida ou não conseguem analisar discurso verbal e o não verbal? (Derivação prefixal [não-]) Teste. Serei eu uma não-verificada? (Derivação prefixal [não-]) [...] Não-violência, informação e multas astronômicas, como no caso de Veja, são o caminho. [...] (Derivação prefixal [não-]) [...] O que achei digno de nota foi a reação não-violenta dela e dos colegas. [...] (Derivação prefixal [não-]) A maior quadrilha de traficantes de drogas do mundo possui ligações políticas com o PT, a gangue comunista e narcoterrorista FARC. [...] (Composição subordinativa entre base não- autônoma [grego] (narco) e autônoma) [...] a confiança de que o nauFraga fala, é a confiança dos neonliberais que querem expropriar os trabalhadorees e as riqueza da sociedade para a iniciativa privada. [...] (Palavra-valise [naufragar + Fraga]) [...] Não é um Partido politico, é o embrião nazicomunofacista do dragão que ameaça destruir o Brasil. [...] (Composição coordernativa) Reinaldo, ‗Igolpe‘ e ‗Datafalha‘ são estafetas do nazipetismo. [...] (Composição subordinativa / Derivação sufixal [-ismo]) [...] Ah, esses ‗AVANÇOS‘ dos nazipetistas. Avançam vorazmente nos cofres públicos, na Petrobras, nos Correios, na INFLAÇÃO e no controle bolivariano da IMPRENSA! (Composição subordinativa) [...] PSDB tá mais pra NAZI-SIONISMO do que Social Democracia ou mais ainda, pro SOCIALISMO. (Composição coordenativa) [...] Mas ao mesmo tempo o Sumpaulokistão é o reino da nazistada e dos ladrões ou malucos [...] (Derivação sufixal [-ada]) [...] um nazistóide foi reeleito como dos mais votados. Não é disputa direita x esquerda, é disputa ainda mais irracional anti-PT e pró-PT. [...] (Derivação sufixal [-oide]) 385 Como presidANTA ela apoia cortadores de cabeça , inflação,cuba,mst,‖movimentos sociais‖,‖guerra de classes‖,corrupção e roubalheira ;para isso,mente todos os dias.Como candidata ela apoia a mesma coisa e mente todos os dias.Não dá prá escapar.Idiota é quem acredita nella. (Palavra-valise [nela + Dillma] / Palavra-valise [Dilma + Collor]) Não sei realmente quem está acabando com o velho, se é mardita cachaça ou a Rosegate. te cuida Lullau senão não vais poder usufruir do nosso dinheiro roubado. Cachaça e Rose nelle. [...] (Palavra-valise [nele + Lulla] / Palavra-valise [Lula + Collor]) [...] de certa forma, quixotesco, contra os moinhos de ventos do neoassistencialismo que sopram deste lado do Equador. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] defensora dos ―ruralistas‖ que era do DEM e antipetista,que transferiu-se para aquele partideco de aluguel, neobolivariano de mentirinha e fisiológico por natureza, nem de direita, nem de esquerda [...] (Derivação prefixal [neo-]) Por que Aecio não coloca na mesa do debate claramente os pontos cruciais pelos quais o nosso país está na berlinda: 1°) Foro de São Paulo e ameaça do neo-comunismo [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Uma galerinha neocon coompletamente alienada do que "aconteceu na semana passada‖ [...] (Truncação [neoconservadorismo] / Empréstimo: Decalque [ing. neoconservadorism]) [...] Democracia e divergências sim caminham juntas, uma coisa e ter adversário político outra coisa é inimigo político.Tenho amigos que não votam no PT jamais por questões programaticas e rachamos a cerveja Essa gerção neo-con-face book quero bem longe da minha brasa [...] (Composição subordinativa / Truncação [neoconservadorismo] / Empréstimo: Decalque [ing. neoconservadorism] / Conversão [facebook (subst > adj)] / Empréstimo: Integração sintática [ing. facebook]) [...] Alguém que foi capaz de abrigar e dar político a uma ultra-direitista, neoconoservadora religioso e com graves limitações de compreensão da realidade, como o senhor o fez no caso da candidatura liberal fascista da senhora Marina Silva [...] (Empréstimo: Decalque [ing. neoconservative]) [...] uma das mais votadas no pleito em 2010 quando enfaticamente apoiava Dilma Roussef, ao lado da mãe, ambas neo convertidas ao socialismo via PSB [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] também é levado a ações de violência, a delicadeza de coronéis e neocoronéis e a subserviência fatalista a eles, uma das faces do jeitinho brasileiro. [...] (Derivação prefixal [neo-]) O lulopetismo é o neo coronelismo usando o bolsa familia como arma. [...] (Derivação prefixal [neo-]) O PT nunca quis cuidar da Saude, porque quer que os brasileiros morram! Querem substituí-los por neocubanos, neorussos e velhos venezuelanos. (Derivação prefixal [neo-]) 386 [...] pois eles criaram uma estrutura extremamente bem montada de dependência de migalhas governamentais, que lhes garante o poder pelo tempo que lhes interessar.É a neoditaduta da neodemocracia brasileira. (Derivação prefixal [neo-]) Eu admiro a retórico eloquente que impõe de um lado neoliberais x neodesenvolvimentistas [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] É a neoditaduta da neodemocracia brasileira. (Derivação prefixal [neo-]) [...] Não se deu conta que o papiro neo-esquerdista está todo embotado, e não é mais um cardápio de apetitosas opções, mas sim o sucedâneo do papel engordurado que envolve o obeso corpo de denúncias de corrupção e de má gestão da economia, por parte desse governo ―em fim de feira‖. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] a neutralidade entre candidatura neofascista do PSDB, representação do coronelismo cafeeiro-midiatico da avenida Paulista, e a candidatura democrático popular do PT, é cinismo! [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Os marinistas mais desavisados, neoindigenistas, podem se sentir representados pelos compromisso vagos, também... [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Já pensaram como seria o Michel Temer na presidência? Um neo-Itamar Franco! (Derivação prefixal [neo-]) [...] Claro, certos modelos de política econômica já se esgotaram: por ordem cronológica, o socialismo ortodoxo (1989), o neo-liberalismo (2009) e o neo-keynesianismo (2014). [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] sou pelo neo-liberalismo socialdemocrata porque vivi muitos anos na Alemanha e sei que dá certo. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [neoliberalismo socialdemocrata]) [...] Ele já estava na ooposição e devidamente neoliberalizado. (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ado]) [...] especialmente no Judiciário, homens que defendem uma doutrina neoliberal/ultraconservadora e mantenedora do status quo - pagos com dinheiro sujo da corrupção e mantidos sob o manto da impunidade) [...] (Composição coordenativa / Derivação prefixal [neo-]) [...] De um lado, tem-se o neoliberovandalismo econômico/político/midiático/ golpista representado pela plataforma do PSDB, e inflada pelo PIG que acredita bancar como fez com Color, um presidente a seu serviço. [...] (Palavra-valise [neoliberalismo + vandalismo] / Composição sintagmática [neoliberovandalismo + econômico-político-midiático-golpista] / Composição coordenativa [econômico + político + midiático + golpista]) [...] O que você descreveu é neomercantilismo, esta e a palavra correta para o que foi descrito. Temos hoje de um lado varias "Companhia Britânica das Índias Orientais" ,de outro lado a 387 reedição das "corporações de ofico" a mesma prática o mesmo resultado. (Derivação prefixal [neo- ]) [...] Transformações não se dão com iluminados que vêem, enxergam e seguem a verdade e a luz, fazendo inveja a alguns neopentecostais sinceros. [...] (Derivação prefixal [neo-]) O problema do Rio de Janeiro é que o neopentecostalismo subiu o morro e com ele a teoria da prosperidade, centrada no ego. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Agnelo, neo-petista, ex-PC do B, poderia ter mudado esse quadro? [...] (Derivação prefixal [neo-]) A militância desses partidecos de esquerda e desse neopopulismo fascista do PT nos mostram hoje claramente que o fascismo está mais vivo do que nunca. [...] (Derivação prefixal [neo-] / Composição subordinativa) [...] Querem substituí-los por neocubanos, neorussos e velhos venezuelanos. (Derivação prefixal [neo-]) [...] (clã dos maias, também uma neo socialista e ex-dilmete em 2010). (Derivação prefixal [neo-]) [...] A volta do surrealismo, agora neosurrealismo. Nome da peça: O Delator. [...] E o bom da peça que escreverei (de repente, já está escrita), é que ninguém precisa pensar muito para desvendar a intenção do espetáculo. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] O neo-stalinismo eu já via noutro partido de esquerda - só não via ou não vê quem não quer, ou não conhece um pouco de sua história passada e presente. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Campanhas terroristas de direita sao feitas sob medidas pra essa neo-tralha com a qual eles empestearam o Brasil também [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Se você apóia o empreendedorismo você é um coxinha sem alma neo-tudoderuim. [...] (Derivação prefixal [neo-]) [...] Cobraria também a investigação dos casos de corrupção do seu próprio governo, tema que os neoudenistas tanto amam. (Derivação prefixal [neo-]) [...] Além do irmão Igor Rousseff já citado por Aécio, também o ex-marido de Dilma, fez parte do pacote do nepotismo-cruzado exercido por Dilma através do ex-prefeito de BH Fernando Pimentel. [...] (Composição sintagmática) NEPOTISMO DIRETO!!!!!!!!! A dilma youssef, digo roussef, tem presente e história de empregada contratada como técnica da FEE (Fundação de Economia e Estatística) ÓRGÃO DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL [...] (Composição sintagmática) [...] estão esquecendo o quão foram "bem tratados" no desgoverno FHC, e o quão seriam num, felizmente, descartado desgoverno do "Néscio Neves". (Palavra-valise [néscio + Aécio]) 388 [...] nenhuma lembrança à data comemorativa alusiva ao "dia dos apoiadores do candidato Aécio 'Never' da [eterna] Casa Grande"! [...] (Palavra-valise [Neves + Never] / Empréstimo: Integração sintática[ ing.]) [...] O PIG e seus institutos de pesquisa não vão desisitr assim tão fácil do luxo e conforto do ninho tucano. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) O problema é que o repórter falou uma deslavada mentira ao informar, faltando com a verdade que o ―noço‖ presidente tomava uma cachacinha, quando a bem da verdade deveria informar que o cara é (ainda o é) um tapu cachaceiro [...] (Modificação gráfica [nosso]) [...] Seria o caso de atacar a nomeadora-mor dos integrantes da ANA, a Marquesa de Garanhuns, Dona Rose de Lulla. (Derivação sufixal [-mor]) Meu caro conterrâneo de nordestinidade, João Maria Fernandes, Permita-me exercitar o sagrado direito da discordância [...] (Derivação sufixal [-idade]) [...] Mas, o FHC soltou uma tremenda "Nordestofobia" e ela não falou nada. (Derivação sufixal [-fobia]) [...] uma campanha baseada na mentira e nos ataques que já deu o que tinha que dar e sobrevive de jornalismo "marron".. ah , esquerda caviar esse termo foi alcunhado no presente ...se referindo a "nova esquerda" (Composição sintagmática) [....] Por esse motivo o grupo de interesse (não ideológico) mais importante na "Nova Política" são grupos ligados ao setor financeiro sempre aptos a lucrar no curto prazo com a instabilidade dos mercados [...] (Composição sintagmática) [...] Para tanto, usam a novilíngua de Orwell para dizer o contrário do que vão praticar e não podem defender em público: acabaremos com a economia do país; acabaremos com os trabalhadores. Tudo entrecortado de meias-verdades, palavras vazias, mentiras, raciocínios racionalistas e tortuosos. [...] (Empréstimo: Decalque [ing. newspeak]) Acusações sem provas de um bandido, divulgadas para a mídia por um juiz de comportamento pra lá de suspeito, viraram "revelações". É a novilíngua tucana. (Composição sintagmática / Empréstimo: Decalque [ing. newspeak] / Conversão [tucano (subst > adj)]) O Lá vem o ocioso ociólogo de merda, e seu oportunismo cínico. Vergonhosa postura desse sujeito que se diz intelectual. [...] (Palavra-valise [ócio + sociólogo]) [...] O que temos hoje é a ogrice do poder da grana e toda essa decrepitude fétida que a acompanha. [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] algumas frases deturpadoras de fatos para servirem de sugestões aos comunicólogos da Óia ? [...] (Modificação do significante [olha] / Semântico [revista Veja]) 389 [...] Ficaria ―olhável‖ e, talvez, muitos nem mais olhariam prá carinha de ―êmeécetista‖ com carência de bonéu vermelhinho? [...] (Derivação sufixal [-ável]) [...] preferem um oligarca play-boy, que segundo dizem, viciado em drogas e amigo de traficantes, para o poder central do nosso País [...] (Composição subordinativa) [...] ao invés de criticar isso, compra a tese da quadrilha oligopólica máfio-midiática [...] (Composição sintagmática [oligopólica + máfio-midiática] / Composição coordenativa [máfio-midiático]) Esse pessoal de Oliúde deve dispor de informações quentíssimas de que ainda não temos notícia [...] (Empréstimo: Integração ortográfica [ing. Hollywood]) [...] Seguinte: esse negócio de omeleta, reacinha e petralinha, não é suficiente. Isso é coisa pra criancinha dormir. Nós estamos aqui a falar de diálogo com Satanás, que se fantasia de cordeiro nos ―fabulando‖. Não se iludam. É uma mulher acostumada a usar um AK47… pra matar gente. [...] (Modificação do significante [omelete]) Devemos nos lembrar que essa semana foi a da onda azul, a campanha da Dilma esteve somente com tópicos negativos, enquanto Aécio ganhou apoio de Marina e da família Campos. (Composição sintagmática / Semântico [azul = cor do PSDB]) Dilmistas usam foto da Venezuela para ilustrar ―onda vermelha‖ em Goiana! (Composição sintagmática) [...] PSDB = PAI DO REAL-45. Os comunistas-terroristas-8243 votaram contra, e surfaram na onda-de-sucesso-tucana. [...] (Composição sintagmática [onda de sucesso] / Composição sintagmática [onda de sucesso / tucana] / Conversão [tucano = susbst > adj]) [...] cada qual maior e agora com a entrega total do ―Paulinho‖ e do Youssef então a vaca atolou pro PT ―onesto‖ [...] (Modificação gráfica [honesto]) [...] mas tem muita influencia em diversas questões econômicas/ sociais/ políticas…então precisa de gente competente, não de ONGueiros (Derivação sufixal [-eiro]) [...] No entanto é público e notório que Youssef é um "operador" tucano de longa data. [...] (Composição subordinativa / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] No programa da 'turma do atraso e da eterna oPÓsição ao Brasil', nenhuma lembrança à data comemorativa alusiva ao "dia dos apoiadores do candidato Aécio 'Never' da [eterna] Casa Grande"! [...] (Palavra-valise [oposição + pó]) [...] LULA e DILMA, verifiquem se esse vocábulo consta dos seus exemplares do DICIONÁRIO ―ORÉLHIO‖. (Modificação do significante [Aurélio]) [...] Agora surge um novo fenômeno, a Oscilação Duodecadal Tucanística. Recebe esse nome porque os descendentes dos antigos Maias atribuíam-no às longas revoadas de tucanos que persistiam por até 20 anos (e talvez mais!). [...] (Composição subordinativa / Derivação sufixal [- ístico]) 390 [...] com soberania(pela primeira vez na sua história) e com esquerdóides tão rcalcados com as osmarinas, as heloisas helenas, erundinas e tais? [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) A VOZ DO ‗OTIMILDO‘ É VOZ DA MÃE DE TODOS OS ESTÚPIDOS. [...] Hoje vendo que até os renomados ‗marketeiros‘ escolheram ostentar o melhor da vida capitalista junto com os irmãos Marinho, os ‗simples mas otimildos‘ começaram a perceber que o pão que eles comiam não está mais no prato deles, e que o telefone que eles usam, pagam a conta aos filhos do líder ‗torneiro mecânico‘. [...] (Derivação sufixal [-ildo]) [...] aqui é assim, a 'otoridade' manda e o resto obedece. as consequencias juridicas só serão vistas depois, se aparecer alguma ação. (Modificação do Significante [autoridade]) Os ânimos estão se acirrando e não vai tardar o dia em que esses tresloucados ―progressistas‖ serão devidamente ―ovocionados‖ por pregar mentiras em praça pública. (Palavra-valise [ovo + ovacionado]) P O BRA não está preparado para o Estado mínimo do P$deB dependemos muito do governo, aliás o governo serve para isso mesmo, não é como querem os banqueiros e o governo americano/FMI, e os coxinhas que entendem de economês. [...] (Modificação gráfica [PSDB]) [...] discreta, passou despercebidamente como secretária estadual de minas e energia.pulou do pdt para o pt. foi para a casa civil e virou a mãe do pac (programa de aceleração da corrupção). [...] (Semântico [Programa de Aceleração da Corrupção]) O Aecio vai ter q criar o Novo PAC – Programa de Aceleração de Canil. [...] (Semântico [Programa de Aceleração de Canil]) Melhor iniciar as obras de ampliação da Papuda, com o slogan PAC 3 : ―Programa de Ampliação Carcerária‖ !!! (Semântico [Programa de Ampliação Carcerária]) [...] teremos PAC (Prisão Aos Cumpanheiros) da PAPUDA aja verba do bnds.[...] (Semântico [Prisão Aos Companheiros]) 28 MOTIVOS PARA NÃO VOTAR NEM REELEGER A DILMA: A LISTA ESTÁ SÓ CRESCENDO E AINDA QUEREM MAIS 4 ANOS? O BRASIL NÃO MERECE! 1- DISCURSOS SEM NEXO 2- MENTIRAS ELEITOREIRAS [...] 13- PETROBRAS SAQUEADA [...] 17- PAC‟S FANTASMAS [...] (Composição subordinativa) Em ―Sampa‖ a água que tanto o ―Vai pra casa Padilha-PTralha-canalha‖ tentou jogar na conta do Alckmin pegou e choveu em votos, mas de votos para eleger o competente governador Geraldo Alckmin no 1º turno. [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [Padilha + petralha - canalha] / Composição coordenativa [petralha + canalha] / Palavra-valise [PT + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) 391 [...] Bem, considerando nulos, abstenção e não votantes, cerca de 11 ou 12% dos cidadãos do maior estado da federaçãoa ainda deram um crédito votando no petralha padiLLha. [...] (Palavra- valise [Padilha + Collor]) [...] Até para o padrão Chauí é surpreendente. Assim como o Suplicy, a Louca não deve ter o que fazer na vida, não? [...] (Composição subordinativa / Conversão [nome próprio > adjetivo] / Semântico [Chauí = desvario]) [...] Terrorismo virtual, padrão corruPTo, não aceito. [...] (Composição sintagmática / Palavra- valise [corrupto + PT]) É porque você é ―branquelo‖, não tem o jeitão do eleitor padrão-Dilma. (Composição subordinativa / Semântico [Dilma = apelativa]) [...] Pode errar a pobnto de barrar o projeto nacional desenvolvimentista? Quais as consequencias disso para o. ridiculo, "padrao FIFA" que eles tanto pediram? [...] (Composição subordinativa / Semântico [Fifa = superfaturamento nas obras]) [...] Foi assim. É o padrão Globo. Podem escrever: é muito pior do que o tal padrão Fifa, pois estes não atingiu aos brasileiros miseráveis que morreram, milhares de deles, de fome! (Composição subordinativa / Semântico [Globo: alienante]) Eles reagem a incompetência e irresponsabilidade de governar, com cinismo, agressividade e cara de pau! Esse é o "Padrão PSDB". (Composição subordinativa entre bases autônomas [subst + sigla] / Semântico [PSDB = agressividade, cinismo]) Predio padrão tucanato paulista. Esse prédio do TSE é um tapa na cara do contribuinte... E tem analfabeto político que reclama de politicas sociais como o Bolsa-familia. Nunca verão um coxinha reclamando de saude e educação padrão FIFA na frente deste prédio... (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ato]) [...] Assim Reinaldo o que mais temos aqui é ―enganeition‖ aqui nesse ―paif‖ todo mundo engana, poucos estudam de verdade [...] Modificação do significante [país]) Prevaleceu o bom senso, a indignação contra os petralhas corruptos…, a vontade em querer realmente mudar os destinos deste pais-continente, tirando-o das garras deste deletério partido comuno-bolivariano [...] (Composição coordenativa) [...] como já presenciei ao perguntá-lo sobre determinado assunto em palestra-debate [...] (Composição coordenativa) [...] Ele ainda imagina que esse panfleto tem alguma capacidade de mudar o resultado das urnas. O que faz é apenas dar munição para os antipetistas continuaram rosnando. Na vida real e nas redes sociais a Veja serve apenas para fazer a maioria rir. [...] (Semântico [= revista sem credibilidade]) [...] Neste grupo está a imensa maioria dos anti-petistas. Para os quais inventei o termo "PAPAGAIO DE TV". Reparem que o discurso , a lógica, as palavras usadas pelos anti-petistas 392 são sempre as mesmas! Como autômatos eles repetem frases de efeito criadas por alguns daqueles mestres reacionários da [...] Da mesma forma que um papagaio que quando você assobia ele fala alguma frase ensaiada que ele nunca compreenderá o significado o anti-petista pensa, age e fala. [...] (Composição sintagmática) [...] tinha (ou tem) papel-chave no esquema de corrupção da Petrobras e se esse mesmo personagem tem atuação importante na campanha eleitoral da Candidata, não seria o caso de a Justiça Eleitoral impugnar tal candidatura visto que é provável que estejam utilizando recursos desviados da Petrobras? (Composição subordinativa) [...] A Dilmona já sabe que seu destino é a paPTpuda. [...] (Composição coordenativa) [...] agora a sarneyzada por cá teme a papuda, depois da língua [...] do doleiro Youssef e Paulo Roberto Costa. (Semântico metonínico [Papuda = prisão]) [...] Por enquanto so PETRALHAS na papuda, poderia chamar de agora em diante de PENITENCIARIA DOS PAPUDOS PRIVILEGIADOS. (Semântico metonímico [= preso da Papuda]) [...] em 2012 iniciou movimento paradista, mesmo contrariando a ―Lei‖, em razão do descalabro de Agnelo do PT de ignorar as justas reivindicações da categoria.[...] (Derivação sufixal [-ista]) O sr. é que está confundido usar técnicas nazistas de propaganda Com ser uma imprensa nazista. Embora esta imprensa tenha contornos para-fascistas. [...] (Derivação prefixal [para-]) Armínio foi assessor por 6 anos de Georges Soros o maior "parasita especulador" do mercado financeiro mundial, [...] (Composição coordenativa) [...] Ora essa. O ódio foi promovido pela oposição e pela imprensa. E se alguma culpa cabe ao governo e aos que o apóiam, é a de não ter dado um para-te-quieto mais cedo e mais enérgico. [...] (Composição sintagmática) [...] a falar bobagens como "a Papuda não tem a ver com o governo", ou que a Justiça "não condenou". Evidente, pois era (e ainda é) uma justiça "parça"... [...] (Truncação [=parceiro]) [...] Agora, parece que a ex-candidata ficou solta no ar, sustentada apenas pelo pincel que usava para pintar a paREDE.. (Palavra-valise [parede + REDE (partido)]) [...] Hoje, até a famosa ―GENI‖ não leva mais pedradas. Optou por NADAR NA LAMA COMUM, em gratidão à cargos dados a parentalha. [...] (Palavra-valise [parente + petralha] / Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] Ele deveria então seguir o Getúlio com uma inovação. Em vêz de dar um tiro no peito, de um tiro na cabeça pois o ―ParTidão‖ tem dia e hora para ser extinto. [...] (Palavra-valise [Partidão + PT]) 393 Katia Abreu,a mulher defensora dos ―ruralistas‖ que era do DEM e antipetista,que transferiu-se para aquele partideco de aluguel, neobolivariano de mentirinha e fisiológico por natureza [...] (Derivação sufixal [-eco]) [...] Teria dó de sua condição se não soubesse que ela nela está porque quer, porque compactua com o pensamento do partideco-seita. (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-eco]) [...] O maior objetivo a ser atingido é sem dúvida tirar o ParTido escória de cena!Isso já denota honestidade ,honra,patriotismo,amor pelo Brasil e pensamento lógico![...] (Palavra-valise [Partido + PT]) partido religião. (Composição coordenativa) [...] O partido tucano tem a maior arma de todas para ganhar qualquer eleição, a grande mídia permanentemente ao seu lado, bastaria trazer para o ringue um adversário decente - como não existe ninguém decente por lá já há mais de vinte anos, é obrigado a ir de de mineirim [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) O pessoal responsável pelos Institutos de Pesquisa se aperceberam da insanidade e do risco de se curvarem tanto à vontade do ―Partido-Estado‖ ! [...] (Composição coordenativa) [...] enquanto os agentes públicos do Estado aparelhado escondem a verdade fria dos números a militância do partido-quadrilha espalha o terror, certa, como os primeiros, da inércia das instituições que deveriam garantir a lisura do processo eleitoral. (Composição coordenativa) [...] Já tivemos partidos assim: PRN, PDS, os PCs, ... E o PSB será conhecido como o "partido- téxi", o político entra, vai para algum lugar qualquer e sai - tal como amplamente aventado por essa turma citada. [...] (Composição subordinativa / Semântico [táxi = meio fácil de entrar na política]) [...] que permite a um individuo desse chegar ao poder c/o agravante de eleger sua sucessora,q só referindo-se aos dias atuais,presidia o conselho,assinando a ata de compra de Pasadena. [...] ) Semântico metonímico[refinaria]) [...] Sera que o Aécio Neves no debate de hoje, vai perguntar para ela, se a compra de PASSADILMA nos eua,fou um bom negocio ou um mau negocio ??? (Palavra-valise [Passadena + Dilma]) [...] Eu, particurlamente, apesar de estar de bem com a vida em todos os sentidos, vou continuar a votar no PT, pois não admito o retorno que vivi no passado tucano, quando, bem qualificado profissionalmente, ou não conseguia emprego ou o conseguia em situação precária. [...] (Composição sintagmática / Conversão [subst > adj]) Agora que PASADENA é propriedade exclusiva da Petrobras, os ―petralhas‖ deveriam rebatizá- la. Que tal ―PassaGrana‖?!! (Palavra-valise [Passadena + grana]) 394 tenho o mesmo sentimento em relação a isso. depois que vi um vídeo de uma passeata tucana comparada a outra de dilma, percebi a diferença de comportamento. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) vi um vídeo de uma "passeata" tucana pró-aécio em sp. é deprimente ver e ouvir a inconsistencia política e histórica desses jovens. repetem as mesmas palavras carregadas de preconceito e de ódio. [...] (Composição sintagmática [passeata / tucana] / Composição sintagmática [passeata tucana / pró-Aécio] / Derivação prefixal [pró-] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] A direita baixo clero, especialmente coxinhas, pasteizinhos, caldinhos de cana e foguinhos paulistas, quer transformar o Brasil numa Venezuela, começando tudo por São Paulo, claro. [...] (Semântico [=burguês]) [...] Como podemos dizer que a economia esta forte se é preciso distribuir renda através de ações paternalistas/populistas? [...] (Composição coordenativa) [...] Sinceramente, beira o patetismo esta afronta cega ao partido de governo, e tem ultrapassado qualquer senso e consciência de crítica política fundamentada e não dita à revelia, calcada na aversão ignorante a um partido. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) PaTifaria Intelectual Há 200 anos atrás, o filósofo Arthur Schopenhauer escreveu um pequeno tratado, chamado ―como vencer um debate sem ter razão‖. Ele lista 37 técnicas de debate, amplamente empregadas por políticos, oradores e pensadores da época. Escrevi em meu blog sobre como o PT utiliza essas patifarias. – Ataque ad hominem: ataques à pessoa, e não às ideias. [...] (Palavra-valise [patifaria + PT]) Papuda neLLe!!! Fora Lindberg (PaTi)Farias!!! (Palavra-valise [patifarias + Farias]) Sim… PaTrulha… O que faz com que eu costume comentar aqui assinando só com o primeiro nome… (Palavra-valise [patrulha + PT]) [...] A Igreja não precisa ceder à patrulha ideológica e publicar documentos. Basta que continue respeitando e salvando a humanidade como sempre. [...] (Composição sintagmática) [...] Meu chute hoje, mais conservador que do Data Nunes, é de Aécio 5 a 6 pontos na frente (particularmente, acho que Ibope e Data Folha já captaram algum movimento nesse sentido, mas eles tem medo do patrulhamento ideológico!) (Composição sintagmática) O poder da patrulha ideológica, dos molestadores mentais, vem do medo e do silêncio dos molestados: chega de abaixar a cabeça, FORA PT. Liberdade ainda que tardia. [...] (Composição sintagmática) Aécio Nela (Dilmona-PTralha-Fscista), no chefe-Quadrilheiro-mor (Lularápio), nos paus mandados-PTralhas-canalhas, nos puxa-sacos-PTralhas-canalhas [...] ( Composição coordenativa [pau-mandado + ptralha-canalha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) 395 [...] votar em peso no Abominável Aécio das Neves só mesmo fartura de burrice, mau-caratismo e sem-vergonhice da paulistada cabeça-ferrada [...] (Composição sintagmática [paulistada/cabeça- ferrada] / Composição sintagmática [cabeça ferrada]) Você nunca deve ter estado em uma das unidades da Fundação Casa (Febem em paulistucanês), nem deve ter visto como age a polícia de São Paulo contra sem-tetos, sem-terras, jovens negros da peridaria, [...] (Derivação sufixal [-ês]) [...] Essa historia de principe sempre foi uma forma nada sutil de deboche do pavonismo de FHC. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] Juntou-se a isso um governo PT extremamente corrupto, defensor do aborto feito com nosso dinheiro, pedofilia, traficantes das FARC, PCC, MST, pró drogas e aliado da bandidagem; [...] (Sigla [Primeiro Comando da Capital]) [...] Petistas, Psolistas, Pcdobistas et caterva deverão ser presos se adentrarem na área de votação. (Derivação sufixal [-ista]) [...] De que valeu os militares terem lutados pela democracia , se o (PDM) POVINHO DE MERDA , gosta daquilo que não presta. [...] (Sigla [Povinho de Merda]) [...] O restante parece ter cedido de vez ao subliminarismo PTralha das pe$qui$a$ por encomenda. Triste. Mas não tá morto quem peleia. (Modificação gráfica [pesquisa]) [...] João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, foi citado na delação de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff como peça-chave no esquema criminoso montado para assaltar a Petrobras. [...] (Composição subordinativa) [...] Ideologicamente, o grande vencedor dessas eleições foi o velho peemedebismo. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] O tal sartorri é um embuste, como todo pmdbista. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] ser "pegador" de mulheres com uma foto-lista da suas peguetes. [...] (Derivação sufixal [-ete]) peixes-políticos fora d'água... eis que vós digo em verdade que foram enredados na própria rede insustentável do ser ou não sei... [...] (Composição sintagmática) [...] quanto mais eu rezo, mais pelegueiro aparece. (Derivação sufixal [-eiro]) [...] Veja como os mensaleiros conseguiram, num passe de mágica, pagar as penas-multa, sem qualquer sacrifício. [...] (Composição subordinativa) [...] Lula vai dormir na ―penthouse‖, como é conhecida a cobertura do sexto andar, que já hospedou Mick Jagger, Tom Cruise, Madonna, Will Smith, e é a preferida de Gisele Bündchen. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) 396 A pequena-burguesia à beira de colapso nervoso. A direita baixo clero, especialmente coxinhas, pasteizinhos, caldinhos de cana e foguinhos paulistas, quer transformar o Brasil numa Venezuela, começando tudo por São Paulo, claro. [...] (Empréstimo: Decalque [fr. petite bourgeoisie]) [...] Quer tentar golpe de Estado, reação pequeno-burguesa, [...], "a tudo o que está aí", [...], como um toque marinado. [...] (Empréstimo: Decalque [fr. petit bourgeois]) Então, ficamos combinados, é só arrumar uma testemunha - por mais... que seja - que o juiz coxinha se habilita em absolver as revistas da sala de estar do seu gabinete, afnal, ele não pode perder as novidades semanais da (perce)veja. [...] (Palavra-valise [percevejo + Veja]) [...] Sob o comando de nine fingers e colaboração postal (de poste e de postagem, dos correios…) de ….advinhou! Dela…. a ex vanda e atual peroba mor…diumafiga! (Derivação sufixal [-mor]) [...] E a justiça estadual continuará derramada em "perrier", até transferir o TJ-SP para outra região, já que todos ganham auxílio-moradia. [...] (Semântico metonímico [marca de água mineral]) [...] Uma persigóloga (pois psicóloga que se respeite e respeite sua profissão… não seria tão irresponsável) ao lado do maior ególatra do mundo chama o Aécio de – entre outros depreciativos – egoísta [...] (Modificação do significante [psicóloga]) Dona Marocas foi a personagem-bandidinha, se não me engano de uma novela da extinta TV Tupi, que futucava a vida dos vizinhos e conhecidos [...] (Composição subordinativa) [...] A unica solução para ela é criar o PES, partido do eu sozinho. Sozinha mas com seu rebanho a tira-colo, claro. (Acronímia [Partido do eu sozinho]) A sonhática Vovossaura está agora mais para pesadélica. [...] (Derivação sufixal [-élico]) [...] Ainda tem (e como tem!!!) gente que vota em quem está na frente nas pesquisas – fajutas, diga-se de passagem! [...] (Composição sintagmática) [...] O povo deixou de ser pessimildo, deixou de ser otimildo e não aceita mais essa velha enferrujada … política tacanha e ultrapassada de enganar brasileiro trouxa. [...] (Derivação sufixal [-ildo]) Essa pessoa-mulher não deve ser professora nunca! [...] (Composição Coordenativa) os petebas nao conseguem entender que o eleitor NAO GOSTA do PeTê!!! [...] (Derivação sufixal [-eba]) os petebas nao conseguem entender que o eleitor NAO GOSTA do PeTê!!! [...] (Derivação sufixal [-eba] / Derivação sufixal [-ada]) [...] E, para liderar temporariamente o (des)governo peteba-talibã a líder DILMA, famosa por sua inteligência, retórica e capacidade intelectual. [...] (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-eba]) 397 [...] é aceitar os escândalos que se sucedem; é aceitar a privatização definitiva da PTbrás, que já tem dono provisório, e de outras estatais; [...] (Palavra-valise [PT + Petrobrás]) Quando precisamos de ajuda, procuramos a justiça, mas a justiça do país está corrompida pela petelhada. [...] (Derivação sufixal [-elho] / Derivação sufixal [-ada]) O ―Pibinho‖ é o resultado da incompetência, das mentiras e da demagogia desenfreada dos petelhos, dilmistas, lulistas [...] (Derivação sufixal [-elho]) [...] Acho que um presídio ao lado da Papuda, pode até se chamar presídio da PeTelhuda.( Palavra-valise [PT + Papuda] / Semântico metonímico [Papuda = prisão]) [...] Escândalo das Cartilhas do PTEscândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados) [...] (Palavra-valise [pete + escândalo]) [...] acho que a Folha PTtisou……vejo as matérias de lá e sinto nojo….Reproduzem e fazem matéria com qualquer fala do sr. ex-presidente lula, e da sua excelentíssima sra. Dilma mocreff por maiores asneiras que eles digam…sobram poucas opções de jornalismo. [...] (Derivação sufixal [-izar]) Essa PETEZADA é a escória da política brasileira, esses R$ 116.000,00 tudo indica que é dinheiro sujo, sem ser declarado [...] (Derivação sufixal [-ada]) antes que a petezada/petralhada reclame, conserte por favor lá já na primeira linha, deputada. (Composição subordinativa / Derivação Sufixal [-ada] / Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ada]) Presidente Aécio!!! Marina, morena você PtZOU!!! Esqueça seu passado petista e mude também, se quiser sobrevivência política, o PT saindo do governo amargará tempos bicudos! (Derivação sufixal [-ar]) sugiro que os petezistas se unam ao estado islâmico (que dilma tanto defendeu), após as eleições [...] (Modificação do significante [petista]) Bota o Joaquim no Ministério da Justiça e eles (petezudos) terão receio em fazer coisas erradas. [...] (Derivação sufixal [-udo]) [... Depois das petices das últimas eleições, nada como uma redenção ao bom senso. [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] Tenho certeza que um candidato abertamente conservador, sem medo da metafísica progressista, teria uma oportunidade muito maior de nos livrar do petismo. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) 398 [...] A última pelo "bom" petista ministro das Comunicações Paulo Bernardo, na qual detona o projeto de regulação da mídia? [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo]) Espero ardentemente que Dilma saia definitivamente do cenário nacional. Chega de Pt petistas petralhas .. (Composição subordinativa / Palavra-valise (PT + Metralha) / Semântico [Metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] Fogo amigo: Arminio, FHC e o marqueteiro, que é petista roxo. [...] (Composição sintagmática) [...] Criou cargos de confiança para pessoas petista xiitas, que nem sauberam interpretar um gráfico e colocou para dominar os que tem o poder do conhecimento mas não leem na mesma cartilha. [...] (Composição subordinativa) [...] Graças a Deus, muitos cearenses abriram os olhos e não vão votar na Dilma e na cambada petista/aliados! (Composição coordenativa) A petista-professora é professora universitária, não é? Portanto, não deve se classificar como ―classe pobre‖, perfeito? Se ela odeia a ―classe média‖, classe média‖ também ela não deve ser! Já entendi: ela é comunista. [...] (Composição Coordenativa) [...] Reinaldo, eu frequento o Largo do Arouche há mais de uma década, e nunca vi esse pessoal colocar os pés por lá. No sábado, cheguei ali por volta das 18h00 e vi uma movimentação de militância petistas ―petistando‖. Não era muita gente, só militantes mesmo. E nem percebi que os tais ilustres estavam lá. nem eu, nem ninguém, a dimensão que a imprensa deu ao episódio é absurda. (Derivação sufixal [-ar]) [...] Juízes e desembargadores nomeados por critérios estranhos ao que manda a Constituição, ou seja, substituindo o notável saber jurídico e reputação ilibada, pela notável militância petista/socialista e genética (filhos de juízes e advogados). [...] (Composição coordenativa) [...] Para quem não sabe, Petistil era uma marca de produtos infantis no passado. Mas hoje pode ser uma mistura de petista com imbecil. Afinal há tantos ―petistis‖ por aí. [...] (Palavra-valise = petista + imbecil) [...] O outro não seria um substantivo mas sim um adjetivo qualificativo ―petistilidade‖, quer dizer uma mistura de petismo com imbecilidade. Que tal? (Palavra-valise = petismo + imbecilidade) [...] Todas foram PTizadas e aparelhadas, e ai a roubalheira aparece menos pois sao empresas ―privadas‖… (Derivação sufixa] [-izar] / Derivação sufixal [-ada]) Ninguém definiu melhor essa gente que você Reinaldo Azevedo: Petralhas !! Roubam fatos,$$,sentimentos, valores, ilusão..pior de TODOS esperança. Essa gente merece sair do governo direto para a Papuda. [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido]) 399 São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e o Brasil inteiro todos os estados inclusive o nos do nordeste brasileiro, estados brasileiros, unidos para arrancar maciçamente os ptralhas bolivarianos do governo do brasil. [...] (Composição subordinativa / Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] Mas os petralhas não querem enxergar, por conveniência, nada disto. É muito melhor satisfazer os petralhas esquerdistas e ladrões pois a boquinha vai acabar por causa da eleições ou pior, pela quebra da Petrossauro. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa [Dte + Ddo]) [...] e o resto da petralhada estão nos infernizando há longos 12 anos! CHEGA! BASTA! VIVA AÉCIO PARA O BEM DO BRASIL! Cadeia para os petralhas esquerdopatas. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (pata)) A munição fatal para Aécio acabar com o luLADRÃO e seu poste DilMALANDRA e seus ptralhas quadrilheiros. [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição coordenativa) [...] Está até fácil virar o voto de Dilmistas, aqueles das ditas classes C e D – não os petralhas zumbis, claro!. Eles querem mudanças, mas têm receio das mentiras plantadas pelo PT [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa) [...] absolutamente todos, têm seus ―agentes políticos‖ e demais atores, nos mesmos moldes da PeTralhabrás. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Palavra-valise [petralha + Petrobrás]) [...] Haster la vista Padilha… haster la su llegada en la papuda. Adios PTralha-canalha! (Palavra- valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição coordenativa) [...] Pois agora, a população não esmoleira, sabe em que pé esta a situação do pais e não adianta a petralhada estrebuchar [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação Sufixal [-ada]) [...] e não perceberam que o povo quer sair dessa sinuca de bico que os ptralhas colocaram os brasileiros para favorecer a ptralhada bolivariana! [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ada] / Composição sintagmática) Petralhada nazista… citando Winston Churchill, q destruiu seu ídolo Hitler: ―Devemos ir até o fim [...] (Palavra-valise [PT + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação Sufixal [-ada] / Composição sintagmática) [...] Cidade do porte de Uberaba, nas Minas Gerais, estão tendo suas Prefeituras inteiras a serviço da petralhagem. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-gem]) 400 [...] Na terra do petralha-master, o PT está destronado! (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) [...] Quando veem que voce está sugerindo a demissão do Joao Vaccari para melhorar a imagem do governo, saem em disparada para contar isso para a Dilma e para o Goebbels brasileiro (metralha ? ou petralha ? petralha-metralha!!!) [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição coordenativa / Semântico [metralha = bandido]) ela disse que nao bebe e nao usa droga,quando dirige carro.entendeu o veneno da petralha presidente. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição coordenativa) [...] Os caras consegue Petralhar ate os companheiros de corrupção , na razao de 2% por 1%, ou seja velhacaria ate na divisão do resultado da propina (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ar]) [...] Essa aí já está plenamente consciente que perdeu a boquinha. Vade retro petralhás. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Palavra-valise [petralha + satanás]) Varre, varre, varre, varre vassourinha! Varre, varre a petralheira! Que o povo já ‗tá cansado De sofrer dessa maneira. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-eiro]) [...] e assim caminha, IMPUNE, a Petralhidade [...](Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-idade]) [...] É má fé de pseudo-institutos pagos pelo ptralhismo. (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] não sabem que por conta da roubalheira dos ptralhas, os benefícios são uma gota no oceano de corrupção ptralhista. [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Derivação sufixal [-ista]) A JUSTIÇA PETRALHO-PETISTA volta a atacar [...] (Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] Será que está tentando descolar, em conjunto com algum comparsa brasileiro, uma grana da Lei Rouanet? Ou um patrocínio da espoliada Petro? Ou da Caixa? Ou do Banco do Brasil? [...] (Truncação [= Petrobrás]) Meu medo maior é a possibilidade de, frente ao desespero dos petrobralhas, fraudarem o resultado das eleições em estados onde a segurança é precária, onde o exercito tem que intervir para garantir a segurança. (Palavra-valise [Petrobrás + petralha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] 401 [...] 100mil barris de petróleo de Merlim abastecendo diariamente e outro tanto de derivados de petróleo bombeando para os petrodutos americanos sem controle e fiscalização dos órgãos governamentais brasileiros. [...] (Composição subordinativa entre bases não autônomas) Entao tah tudo certo, o petrogate nao existe.. Assim como o mensalao. (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [ing.] (gate) / Empréstimo: Integração [ing.]) [...] Praticado pelo PTres ( 3 por cento de todos os contratos da PETROBRAS – que esta prestes a se tornar Petrojaz) (Palavra-valise [Petrobrás + jaz(er)]) A PTrolada está alucinada e se rasgando toda com a quase certeza de que a pesquisa a ser disponibilizada amanhã já apresentará o Aécio com 2 % acima nas intenções de votos [...] (Palavra-valise [PT + petróleo] / Derivação sufixal [-ada]) [...] MENSALÃO II OU PETROLÃO – Supostamente, maior que o MAENSALÃO – dinheiro público desviado da Petrobras. [...] (Palavra-valise [Petrobrás + mensalão]) Eu já votei no senador-cueca porque não queria um senador bancado pelo maluf em 1998. Antes o cueca era oposição, agora é cumplice dos petralhas e petrolhas. (Palavra-valise [petralha + trolha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] O Aécio tem que jogar o jogo. Nada de elegância. Tem que denunciar as bandalheiras da Dilma, do Lula e do PT. Nada de refrescar. Mensalão, Petrolhão, cúpula na Papuda… (Palavra- valise [petrolão + petralha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Palavra-valise [Petrobrás + mensalão]) [...] É óbvio que os petroreais pesaram nessa questão! (Composição subordinativa entre base não- autônoma [latim] (petro-) e autônoma) [....] se continuar este governo provavelmente esta turma quebrem a Petroroubalheirabrás. (Palavra-valise [Petrobrás + roubalheira]) [...] por causa de um nacionalismo estúpido e ultrapassado, obrigando a Petrossauro a investir como associada a todos os campos de petróleo e agora estão meio ressabiados com o preço do barril. [...] (Palavra-valise [Petrobrás + dinossauro]) [...] O PT deveria mudar a singla para PFT = Partido dos Frouxos e Traíras. (Sigla [(Partido dos Frouxos e Traíras]) A phoia abriu as pernas de vez, não sei pq querer manter essa falsa neutralidade, virou um antro de petralhas [...] (Modificação do significante [Folha]) [...] A tentativa então, de ganhar uma parte dos votos da Marina prova que os PicareTas vivem no mundo da lua. [...] (Palavra-valise [picareta + PT]) O PSOL tinha no primeiro turno o mesmo candidato de sempre: Roberto Robaina, o picolé de chuchu da esquerda. [...] (Composição sintagmática / Semântico [chuchu = sem graça]) 402 [...] com Lulla e seus acólitos pelegos da CUT e o PICSA (Partido internacional comunista – Sul Americano) capitaneado pelo foro de de São Paulo e sustentado pelos reitores e professores das universidades federais de todo o país. [...] (Acronímia [Partido internacional comunista – Sul Americano]) [...] Aécio vitorioso, hipótese remota mas que não se pode desprezar, então o Partido da Imprensa Golpista (PiG) abafaria o caso e ele seria guinado logo logo a Desembargador [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista]) Inocentes ? Então eles são réus ? Que manchete hein, digna dos melhores PIGs.- partidos da imprensa governista. (Acronímia [Partido da Imprensa Governista]) Segundo o que alguns chamam de Patriótica Imprensa Gloriosa, a falta de água em SP é devido a seca intempestiva, certamente causada pelo "fenômeno" do aquecimento global [...] (Acronímia [Patriótica Imprensa Gloriosa]) 123 [...] O fenômeno parace ser o causador do chamado El Incompetente, responsável pela falta d'água na cidade de São Paulo e adjacências. [...] Acredita-se que o fenômeno PIG (Pacific Incompetente Geomorphism) tenha mascarado o fenômeno, fazendo com que a população só se desse conta da tragédia tarde demais. (Acronímia [Pacific Incompetente Geomorphism]) Posso assegurar que não existe falta d'água em Sampa e região. Isso é intriga dessa imprensa oposicionista, o PIG (Pretendemos Incomodar Geraldo)! [...] (Acronímia [Pretendemos Incomodar Geraldo]) [...] De tanto ouvir o PIG tucano fica abestalhado e pouco crítico. Se informa-se mais saberia que o numero de funcionários públicos do governo PT é praticamente o mesmo do governo FHC. Com a diferença que o país cresceu exponicialmente. [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Ele usou as mesmas palavras que os comentaristas da globo usaram ontem para definir a estratégia que o Aécio deve tomar no segundo turno. A alegria dos pigais ontem era de corar qualquer um que tivesse vergonha na cara. [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Derivação sufixal [-al]) [...] Os demais nomes delatados são a "perfumaria" ou o "preço" cobrado pelos de sempre pigáticos para dar "sustentação" ao inverossímil. [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Derivação sufixal [-ático]) [ A alternância no poder é salutar para a democracia ] a velha bestialidade pigenta, para dizer que Cuba, por exemplo, não é uma democracia. (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Derivação sufixal [-ento]) [...] segundo 'a meritocracia da burguesia', ratificada pelo PIGolpista! [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Palavra-valise [PIG + golpista]) 123 Itálicos do original 403 [...] O erro deles é achar que as pessoas sensatas, que não concordam com os métodos e práticas piguianas são todas petistas. [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Derivação sufixal [- iano]) [...] a panfletagem diária e de final de semana com as revistas piguistas se dá por causa da hegemonia [...] (Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Derivação sufixal [-ista]) [...] o pinochio mor lula ,o campeao dos golpes baixos desde a epoca em que trabalhava na villares equipamentos,vem afirmar que dizer as verdades e ser agressivo ,so faltou dizer que nao se e agressivo, quando se inventa ou fabricam mentiras [...] (Semântico [Pinóquio = mentiroso] / Derivação sufixal [-mor]) [...] O PT só conseguirá reverter esta eleição se conseguir mostrar o Aécio Neves como um mentiroso contumaz. Só sendo visto como um Pinóquio é que o carisma dele perde o efeito. (Semântico [= pessoa mentirosa]) Estudei numa Universidade Católica, é bem verdade que já faz tempo, mas a aura era muito diferente. Não havia esta mentalidade fascista destes pit-boys lamentáveis. [...] (Palavra-valise [Pit bull + boy] / Semântico [= pessoa agressiva]) [...] Pit Bulls desenfreados contra o comunismo petralhico, e que acabam de dar uma lição "nessa gente". Petê, aqui não! [...] (Semântico [= pessoa agressiva]) [...] Quando siglas que a tempos atrás defendiam o exército Lulista a ferro e fogo se bandam para a oposição é porque a banana planaltista já esta totalmente apodrecida ! [...] (Derivação sufixal [- ista]) [...] O Brasil pos manifestações se tornou uma sociedade movediça, se os playbas, liberais, nazis, fascistas e outros tantos acreditam estar fora se enganam. [...] ( Truncação [playboy]) [...] Playboyzada violenta: coisa de tucanos [...] (Derivação sufixal [-ada]) [...] Este playmobil (playboy dos financistas) merece no mínimo um 60% x 40% e voltar quieto pras Minas e pras suas farrras no Leblon !!! (Empréstimo: Integração semântica [ing.]) [...] adesivei meu carro e à noite fui ao olho do furacão, SBCampo-SP – estava parada no farol perto do Paço e uma plebe-rude me xingou… [....] (Composição sintagmática) [...] Eles chegam a este absurdo se julgam PLENO-POTENCIÁRIO ! (Composição coordenativa) [...] A não ser que os plumosos paulistas privatas Alckimin, Serra e FHC apoiem ela em detrimento de suas aspirações pessoais. Acho difícil dado o caráter da elite separatista de 32 da terra do apagão e da falta de água potável. (Composição subordinativa [Dte + Ddo = plumoso + paulista-privata] / Composição subordinativa [paulista + privata] / Truncação [privatista]) 404 [...] Mas sobre os 20 anos em que os plutocratas tucanos dominam SP, essa turma não faz qualquer questionamento. Quanta hipocrisia! Quanta falsidade! [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Devia ser a hora do Pó-Break! (Composição subordinativa [Dte + Ddo]) [...] Por fortes razões: com sua política de ―pobrismo‖ pra se perpetuar no poder e de ―distribuísmo‖ gordo entre os companheiros de roubalheira [...] (Derivação sufixal (-ismo)) [...] começar com a gritaria de processar o ―IstoÉ/Sensus‖ se alastrou na ―Pocilga-PTralha‖ incentivada pelo tal diretor/presidente do tal ―Vox Populi‖. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha (subst. > adj.)]) Inernautas DILMA, nao se iludam. O ADVERSARIO é poderoso/tinhoso e usa todas as armas. [...] (Composição subordinativa [Dte + Ddo]) Da minisérie comentarista "poeta"-retórico mala que se acha engraçado com seus jogos de palavra blablarinescos [...] (Composição sintagmática) [...] Na época do (des)governo fhc a polícia federal tucana mandava fax dizendo "missão cumprida". (Composição sintagmática [polícia federal-tucana] / Composição sintagmática [polícia federal] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] [...] Mas a euforia dos ‗marketeiros do politburro‘ desapareceu dia 5 próximo passado. O povo deixou de ser pessimildo, deixou de ser otimildo e não aceita mais essa velha enferrujada … política tacanha e ultrapassada de enganar brasileiro trouxa. [...] (Palavra-valise [politburo (órgão do partido comunista na URSS) + burro]) [...] Impunidade política/criminal: coisa de tucano [...] (Composição coordenativa) [...] a criação pelo governante de condições políticas mínimas para que possa governar é que não depende só de voluntarismos se for sopesada a atual arquitetura política-institucional do país [...] (Composição coordenativa) [...] Espero sinceramente que esta Sra. que um dia foi Brizolista vença e que tenha a decência de modificar algo nessa política-partidária-quadrilheira que nos domina e assola. [...] (Composição sintagmática [política + partidária-quadrilheira] / Composição coordenativa [partidária + quadrilheira]) [...] Tudo isso mais a desonestidade intelectual porque sabe que no contexto atual essa leitura política-sociológica não tem mais nenhum cabimento. [...] (Composição coordenativa) Os horizontes do Aécio são delimitados pelo profissionalismo político partidário eleitoral em um ambiente familiar ligado à especulação financeira [...] (Composição coordenativa) 405 [...] Uma possível opção eleitoral por Dilma leva a um longo caminho de violência, de difícil retorno; significa rompimento com o passado, com as tradições político-culturais do Brasil [...] (Composição coordenativa) [...] Esquecer Marina Silva, que não é e nunca foi do PSB, usou a sigla pra se manter ativa no atual cenário político-eleitoral. [...] (Composição coordenativa) [...] Que carícias (de natureza diversa das que proporcionava à Rose) lhe fez o malabarista dos truques político-eleitoreiros? [...] (Composição coordenativa) [...] o que falta ao Brasil é um projeto apartidário de Nação e isso envolve associacionismo em alto nível político-estratégico, onde os partidos seriam fomentadores [...] (Composição coordenativa) [...] Nesse sentido, o PSDB é uma combinação do financismo neoliberal de Marina com o conservadorismo político-fisiológico do PMDB. [...] (Composição coordenativa) O maior estelionato político-ideológico que emergiu no Brasil nesses últimos anos foi esse desvirtuamento do sentido da expressão mudança. [...] (Composição coordenativa) [...] da minissérie político-jurídica das filigranas formais impagávéis: - rápido! rápido! rápido! tirem o sofá da sala... (Composição coordenativa) [...] Sérgio Porto se vivo fosse ia se mijar de rir quando soubesse da existência deste circo político-mambembe-midiático e do messias da hora. [...] (Composição subordinativa [mambembe- midiátivo] / Composição coordenativa [mambembe + mdiático]) [...] Um ódio coletivo, mas graças a Deus não, ainda, o suficiente para nos conduzir a uma guerra civil, embora isso esteja na cabeça de Bolsonaro, entre tantos políticos-militares ou apenas militares e famílias [...] (Composição coordenativa) [...] lideranças importantes como Palocci, Dirceu e Genoíno pagam, sozinhos, um alto preço pelo modo como se organizam as instituições político-partidárias do país [...] (Composição coordenativa) [...] propina recebida por Sérgio Guerra, ―dada por solicitação‖ do próprio [ um político tucano já falecido, portanto, sem possibilidade de pronta contraposição, à conveniência do PT, claro! …]. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = subst > adj]) [...] esse post não tem exatamente haver com o assunto… Mas acho que a campanhan do Aécio está errando num ponto chave, que lhe trariam os 3/4/5 milhoes de votos que ele necessita para a vitória. [...] (Composição subordinativa) Pois é a população saiu na rua pedindo mudança, to vendo, é tanta zona neste desgoverno e o populis bovinus fica ae , esperando o bolsa voto [...] (Modificação do significante [povo bovino] / Composição subordinativa / Semântico [bovino = pessoa sem discernimento e facilmente manipulada]) 406 [...] ando no interior ou nos ―grotões do PT‖, desconstruindo com sinceridade e transparência o discurso populista/terrorista do partido. [...] (Composição coordenativa) [...] E sse papo de responsabilizar o PT pelo comportamento da porca-mídia já deu!! [...] (Composição subordinativa) [...] Saiba que com essa postura de "bravura" teu candidato deve ter afastado da órbita dele uma porção de maravilhosas em todo o Brasil, notadamente no Norte e Nordeste, mulher não gosta de porco-chauvinismo, nem aqui nem em Netuno... [...] (Composição subordinativa / Derivação sufixal [-ismo]) Acho que tb o filho do Pórella em MG. (Palavra-valise [pó (cocaína) + Perella (político)]) Os lalaus estão apavorados pq sabem q em janeiro esses ―barrigudinhos pós QUADRILHA PETRALHAS” IRA~VOLTAREM PRA SEUS GUETOS SINDICAIS [...] (Derivação prefixal [pós-] / Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha =subst > adj]) [...] Que tal descobrir de que modo o PSDB pós-1998 ainda estava falando em socialismo? (Derivação prefixal [pós-]) [...] Em segundo lugar, a geração pós-Baby Boomers cresceu com a ilusão de que devem escolher o curso que gostam sem preocupação com o retorno financeiro. [...] (Derivação prefixal [pós-] / Empréstimo: Integração morfológica [ing.]) Na mosca! ¨isso tudo ainda é fruto do desastre que o brizolismo provocou no Estado¨. Existem dois Estados do Rio de Janeiro: o de antes e pós Brizola. [...] (Derivação prefixal [pós-]) Uma nova arena pós-Copa: a Papudona… (Derivação prefixal [pós-]) Depois de assistir na TV os programas eleitorais pós-debate, pode-se, agora sim, fazer algumas observaçôes a respeito. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] E agora, pós-delação sobre propina recebida por SérgioGuerra, ―dada por solicitação‖ do próprio [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] O estrago feito nestes 12 anos ―pós-descoberta‖ de Banânia pelos petralhas vai levar pelo menos outros 502 anos para ser consertado! [...] (Derivação prefixal [pós-]) ...sou da geração doutrinada pela esquerda pós ditadura militar. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] O assunto agora é outro. É o pós-eleição. A disputa em si está virtualmente resolvida. [...] (Derivação prefixal [pós-]) O emudecimento dos corações, a cegueira das mentes e a hiperestimulação do fígado e de determinadas glândulas, são a característica central desses tempos hiper-capitalistas e portanto pós-humanos. [...] (Derivação prefixal [pós-]) 407 [...] Esta senhôra, de pulcras virtudes, educada na Suiça e curso em Varsailles, é formada na Dinamarca, com estudos sobre pósKierkegard- vê-se pela riqueza do repertório vocabular. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] E sim, a volta para os remédios da década de 90, aceitáveis naquela época de absoluta ditadura intelectual do pensamento único do neoliberalismo (que em parte até comunguei), mas totalmente falidos no mundo pós-Lehmann. [...] (Derivação prefixal [pós-] / Empréstimo: Integração morfológica [ing.]) [...] O Brasil pos manifestações se tornou uma sociedade movediça, se os playbas, liberais, nazis, fascistas e outros tantos acreditam estar fora se enganam. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] Ontem, antes das 22:30h, já havia começado a programação pós-novela das 9. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] como todos os da quadrilha ―PTista‖ que estão roubando o País ainda achando q o País é deles irão prós olhos da ruas sues ―barrigudinhos pós PTralhas‖ (Derivação prefixal [pós-] / Palavra-valise [PT + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Composição subordinativa) [...] AVANTE AÉCIO VMS METER ESSA CORJA PRA CORRER INCLUSIVE OS BARRIGUDINHOS PÓS “PT”. (Derivação prefixal [pós-]) [...] mas muita gente nem sequer isso descobriu, e 25 anos após a 1ª eleição pós- redemocratização ainda cai no papo salafrário do "contra tudo isso que está aí". (Derivação prefixal [pós-]) [...] Diante dessa relação promíscua, com a reeleição de Dilma - acredito nela -, teremos a maior oportunidade da nossa recente história pós regimes militares para, fazermos uma profunda mudança na estrutura de poder no Brasil: o eleito presidirá e governará o país. [...] (Derivação prefixal [pós-] / Composição subordinativa) A POSTA DO LLULLA, PRESIDENTA, OU PRESIDANTA, ESTÁ BEM NA FITA, ELA VIROU A MUSA DE BOTERO DE TERNINHO VERMELHO. [...] (Modificação do significante [poste] / Semântico [político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade]) [...] Dilma enlouqueceu quando aceitou ser poste do corruPTor-chefe sem nunca ter sido eleita nem síndica de prédio. [...] (Semântico [político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade]) [...] Ou seja, querem a repetição de 2010, em que a neutralidade ajudou a eleger o poste-Dilma! (Semântico [político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade] / Composição subordinativa / Conversão [Dilma = subst > adj]) [...] Agora só falta madnar a poste-mor pro lixo da história. (Semântico [político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade] / Derivação sufixal [-mor]) [...] Nunca empreguei meus parentes em postos chaves de meu governo [...] (Composição subordinativa) 408 [...] Amplíssima aliança é posta em dúvida (ver um post-título de hoje). [...] (Composição subordinativa) [...] Pontualmente, parece que foi, de fato, a vitória da "nova política", tal qual pregada pelos marinistas, redistas, póstudos e bichos afins: simplismente a "apolítica", onde manda quem tem o poder em última instância. [...] (Semântico [político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade] / Derivação sufixal [-udo]) [...] Desculpem a minha revolta, mas com essa campanha de do ―ganhar ou morrer‖ do PT, não há como desconfiar desse interregno pós-votação. [...] (Derivação prefixal [pós-]) [...] O afastamento do mundo ocidental e com toda a razão, quem quer negociar com um ―povin‖ de esquerda que não inspira confiança alguma para o mercado internacional. [...] (Truncação [povinho]) [...] O povo/eleitor não precisa de pesquisa ele precisa de programa [...] (Composição subordinativa) [...] parcela do povo-gado que elege essa gente [...] (Empréstimo: Decalque [ing. sheeple]) [...] Será que somente a desinformação pode ser apontada como motivo ou o povo-petista está se acostumando a ser enganado ?! [...] (Composição subordinativa) [...] Esta chegando o fim do PPC – Parceria Pública Criminosa – irem trabalhar em CUBA pois lá já se tem o melhor PORTO do BRASIL. PT NUNCA MAIS. (Sigla [Parceira Pública Criminosa]) [...] dar publicidade aos malfeitos dos acharcadores petistas, peemedebistas e ppistas é coisa que não se faz (segundo ela). [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Relembrando o modo de agir da esquerda em 1964, creio que não é difícil entender a que GOLPE nossa presidentA se refere nos dias atuais. !!! Ps: No atual governo viria como: PPP – programa de perpetuação no poder! (Sigla [Parceira Pública Criminosa]) [...] Chamem o Aluisyo Nunes pq eu to com vontade de mandar um PQP bem grande, ele pode me ajudar. (Sigla [puta que pariu]) Data venia, o que se poderia esperar do PQP – Partido da Quadrilha Popular? [...] (Sigla [Partida da Quadrilha Popular]) [...] Uma consequência da falência da política pragmática economicista praticada até aqui, uma consequência inevitável da forma de governar "para o povo, mas sem o povo", herança de métodos e concepções do passado populista varguista [...] (Composição coordenativa) [...] No pré-64, não havia a polarização PTB-UDN, mas a CONCILIAÇÃO PTB-PSD. [...] (Derivação prefixal [pré-]) 409 [...] Por isso, nestes dias pré-campanha, só acesso a VEJA. O resto está me dando nojo, inclusive fazendo TERRORISMO com a questão hídrica em São Paulo. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] surgirá também a necessidade de defesa das conquistas alcançadas, do aumento real do salário mínimo, do emprego informal ameaçado pelo não formal precarizado [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ado]) [...] Mineiro sofre de pre-cautela. [...] (Derivação prefixal [pré-]) Talvez sim, mas o caso aqui eh teatro pre-combinadissimo. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] Nosso país, vide esta justiça sem-vergonha, parece estar numa era pré-democrática. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] esclarecer de forma idônea e com responsabilidade seus leitores e/ouvintes, mesmo que tenham uma posição política pré-determinada. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] mesmo no caso do Jango , COM O PRÉ GOLPE e a indicação , salvo engano, do TANCREDO NEVES, a situação se reverteu. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] Fosse em tempos pré-internet, Lula não teria sido sequer reeleito, o que demonstra a nossa força, de nós que frequentamos a mídia alternativa [...] (Derivação prefixal [pré-]) pré-justificativa, fraude a vista? (Derivação prefixal [pré-]) [...] Lula está virando o pré-Lula 2002, aquele que vociferava cuspindo farofa... (Derivação prefixal [pré-]) [...] Quanto à economia, ela disse que a inflação pode chegar à pré-Plano Real [...] (Derivação prefixal [pré-] / Composição sintagmática) Historinha pré-primeiro turno. [...] A doutora recebe, mandando à queima-roupa:- Já decidiu em quem vai votar? Porque tá uma calamidade, né? Uma bagunça, corrupção, desgoverno. - Ainda estou indecisa. Quem a senhora recomenda, Padilha ou Skaf mesmo? - Trouxe os exames que eu pedi? (Derivação prefixal [pré-] / Composição sintagmática] Perda de tempo, Sérgio, querer que esse interlocutor saia do padrão cognitivo pré-programado. [...] (Derivação prefixal [pré-]) [...] O seu sentimento é o de toda a classe média trabalhadora que viveu sob os governos pré-PT. [...] (Derivação prefixal [pré-]) A POSTA DO LLULLA, PRESIDENTA, OU PRESIDANTA, ESTÁ BEM NA FITA, ELA VIROU A MUSA DE BOTERO DE TERNINHO VERMELHO. [...] (Palavra-valise [presidente + anta] / Semântico [anta = a maneira de governar da Dilma]) 410 O que me chama a atenção é que a Candidata Dilma fala em futuro, como se o passado, ―presidenciado‖ pela Presidente DIlma fosse uma outra pessoa [...] (Derivação sufixal [-ar]) [...] A Folha já prepara o terreno para o presidenciável tucano, afirmando que "integrantes do comitê de Dilma se preparam psicológicamente para empate ou mesmo ultrapassagem de Aécio nas pesquisas eleitorais". [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Eh nossa vez de comandar a presidenta ate a cadeira de onde nao deve sair. Mudamais, Dilmais!! (Semântrico [legitimação de uma mulher no poder]) O programa eleitoral daquela que se intitula ―presidenta‖ tem a configuração de Stand- Up Comedy (comédia em pé), em que usa o povo brasileiro como platéia para suas deslavadas mentiras, achando-os todos ignorantes ou analfabetos, como o é o caso do seu mentor. [...] (Semântico (deslegitimação de uma mulher no poder)) [...] Quanto à míRdia golpista, uma revista (ainda) de grande circulação fazer capa sobre insinuações ainda sendo investigadas, antecipando-as na véspera de uma eleição presidencial, envolvendo um ex e uma presidenta candidata [...] (Composição coordenativa / Semântico [legitimação de uma mulher no poder]) [...] Eu esperava que ele ―fosse prá cima‖ da presidenta/candidatenta. Pauta não faltava. [...] (Composição coordenativa / Semântico (deslegitimação de uma mulher no poder) / Palavra-valise [candita + atenta]) [...] A presidenta incompetenta e mentirosa vive mentindo que c/ FHC o Brasil quebrou 3 vezes. [...] Composição coordenativa / Semântico (deslegitimação de uma mulher no poder) / Modificação do Significante [incompetente]) [...] porque o discurso da presidente-candidata Dilma Rousseff na ONU, equiparando os bárbaros decapitadores do Estado Islâmico (EI) às forças ocidentais que os combatem, ultrapassa todos os limites da infelicidade. [...] (Composição coordenativa) Meu temor é que esse espancamento sistemático da verdade soe como demonstração de força da presidente-delinquente.. [...] (Composição coordenativa) [...] Demais disso, o debate continuou risível graças a participação da presidenta-incumbenta. (Composição Coordenativa / Modificação do significante [incumbente]) Aécio ―Presidento‖ !!! (Modificação do significante [presidente]) Senhores, não esperem que esse serviçal do dirceu presidiário mensaleiro, esse capacho da quadrilha, tenha respeito por alguma coisa ou por alguém [...] (Composição coordenativa) [...] A transmissão pela internet é o que torna mais frágil o sistema; essa verificação de dados pré-transmissão é de suma importância. [...] (Derivação prefixal [pré-]) 411 Por essas e por outras, talvez o Armínio em breve faça companhia ao Mantega (primeiro ex- ministro da Fazenda em exercício) [...] (Derivação prefixal [ex-]) [...] sempre se voltou contra as aspirações do povo brasileiro, FHC capitulou vergonhosamente não e atoa que e chamado de principe da privataria. (Composição sintagmática / Palavra-valise [Privatização + pirataria]) [...] Se o Dirceu usou o telefone celunar e tinha hidromassagem e pista de dança na cela não poderia ter sido deferido o pedido de prisão albergue. [...] (Composição subordinativa) [...] O PT em nível nacional nao teve peito pra auditar a roubalheira dos governos do PSDB nos 8 anos de FHC e sua privataria tucana. [...] (Palavra-valise [Privatização + pirataria] / Composição sintagmática) [...] demotucanos e privatas em desespero [...] (Truncação [privatista]) [...] Vamos acabar com essa privataria petralha. (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Palavra-valise [Privatização + pirataria] / Conversão [petralha (subst. > adj.]) [...] O PT em nível nacional nao teve peito pra auditar a roubalheira dos governos do PSDB nos 8 anos de FHC e sua privataria tucana. [...] (Palavra-valise [Privatização + pirataria] / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Composição sintagmática) [...] Assim como, milhões de pessoas que viviam bem com renda de apenas 10 telefones alugados, essses privateiros safados colocaram na miséria. [...] (Palavra-valise [privataria + pirataria] / Derivação sufixal [-eiro]) [...] uma possivel guerra civil, que inevitalvelmente acontecerá, depois que os incautos acordarem do pesadelo que ocorrerá, se esta oposição entreguista, privatista for eleita!!!! [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] acabaram por transformar a empresa em PTbras, totalmente PrivaTizada. [...] (Palavra-valise [privatizada + PT]) [...] mínimo para o povão. máximo para os poucos tucanos e seus consórcios entreguistas e privatizantes. (Derivação sufixal [-ante]) É… parece que Aécio acertou várias no queixo de vidro da ―prizidenta‖. [...] (Semântico [deslegitimação de uma mulher no poder] / Modificação do significante [presidenta] [...] todos eles regurgitando um monte de asneiras, longe da realidade dos fatos, numa torcida frenetica pró-Aecio. [...] (Derivação prefixal [pró-]) Lula reativou o pró-alcool! (Derivação prefixal [pró-]) 412 [...] Convocar os trabalhadores a serem mais pró-ativos, envolvendo-se na campanha. Uma grande ameça de retrocesso paira sobre as nossas cabeças. [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] O problemaço do PT é que por onde passa não nasce no solo mais nem tiririca ( erva daninha )!!! [...] (Derivação sufixal [-aço]) [...] Aécio 58,8% e Dilma 41,2%. Diferença de 17% pró-democracia. [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] talvez daí o desespero dos meio-fascistas tucanos quererem abortar as reuniões de pessoas pró-dilma, uma insnidade e um perigo para a democracia. (Derivação prefixal [pró-]) Coincidentemente eu comentei com minha esposa esta semana sobre uma frase que meu pai (que era pró direita) dizia: "o Brasil nunca vai deixar de ser esta merda que é, pois não passou por uma guerra civil [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] um grande número de pesquisadores nessas universidades tentam manter ilhotas de excelência em um pântano intelectual e são chamados de ―produtivistas‖ e ―servos‖ do capital. (Derivação sufixal [-ista]) [...] SE FOR O CASO DISPENSAR ESTES PROFESSORES PETRALHAS POR JUSTA CAUSA E AINDA METER LHES UM PROCESSO CRIMINAL !!! Brasileiros de Bem, se seus filhos estão sendo Perseguidos e aterrorizados, Denunciem para o Ministrio Publico !!! (Composição sintagmática / Palavra- valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha (subst. > adj.]) [...] É caso de camisa-de-força! Deixei lá minha contribuição intelectual pró FHC e pró Aécio [...] (Derivação prefixal [pró-] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] Os profissionais-militantes, formados e inseridos nos diversos segmentos sociais – imprensa, órgãos públicos, escolas, e até no Judiciário, irão propagar suas ideias. [...] (Composição coordenativa) Estou dizendo apenas que: não é possivel um ministro pró-globo dentro do governo (nem pró nenhum veículo) do PT [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] O país dividia-se radicalmente pró-governo e contra em ambas [...] (Derivação prefixal [pró- ]) [...] A disputa será acirrada, pois as mentiras dos petralhas são aceitas como verdades pelos eleitores incautos e que ―sobrevivem‖ das bolsas e dos programas-currais-eleitorais do PT ! [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [programa + curral eleitoral]) [...] pode desestabilizar esta conversa mole de acabar com os programas sociais: é ler o documento da unificação dos programas feito pelo nosso ―programador de postes‖… (Composição sintagmática / Semântico [poste = político inexpressivo, cujo mandato é controlado por outro com mais popularidade) 413 [...] A Folha de São Paulo é mais anti-petista do que pró-grana pública dos paulistas que embolsou com ajuda do PSDB nas últimas 2 décadas? (Derivação prefixal [pró-]) Projeto piloto realmente começa devagar, mas antes mesmo de ser posto em prática, a primeira coisa é ter seu objetivo já bem definido no papel [...] (Composição subordinativa) [...] É sutil, mas eu considero que a imprensa mais disfarçada de isenta, que age e opera radicalmente pró lullopetismo [...] (Derivação prefixcal [pró-] / Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Composição subordinativa [Dte + Ddo] / Palavra-valise [Lula + Collor] / Derivação sufixal [- ismo]) [...] já acham que são resiliente o suficiene e que é impossivel retroceder, ai eles encampam discurso primário pró-mercado achando que "fazem parte". [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] No momento o Brasil ainda precisa de programas sociais como o Bolsa Família, Pronaf, Pró-Uni, Pronatec e Minha Casa Minha Vida, mas com o aumento real e gradual do Salário Mínimo, em uma década ou duas a maioria destes programas sociais não serão mais necessários, e talvez ai poderemos flertar com o neoliberalismo econômico. (Acrónímia [Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar]) protec vira proNAtec: criativos esses DILMINTIRISTAS… (Acronímia [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego]) [...] nessa eleição fazem obsessão nos eleitores para esses votarem contra a Dilma por ela ser gaúcha, além de mineira, getulista e petista e pró nordestinos. [...] (Derivação prefixal pró-]) [...] É armação das feias mesmo só agora pegarem um tucano para sair fanlando pelos cutuvelos e ainda com a cobertura (ou propaganda tucana) da mídia. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Por hábito sempre abro a página UOL que me leva à notícias descaradamente pró petralhas. [...] (Derivação prefixcal [pró-] / Palavra-valise [Petista + metralha] / Semântico [metralha = bandido]) Agora dá para entender de onde veio a riqueza bilionário do lullllalau-petrobrás que se transformou no propinoduto para enriquecer petistas. (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [latim] (-duto)) [...] Seu maior feito, dentre milhares outros, foi não declinar da proposta-bucha de Lula de lança-la presidenta. [...] (Composição subordinativa) [...] Sr: Presidente Aécio Nevas,há Mais um Fato Novo,Aspas, Para O Debate da Hoje, o Programa da T V,é o Pró-Pronatec, tão Falado Pela a Candidata. É só Corrupção Também. [...] (Derivação prefixal [pró-] / Acronímia [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego]) [...] A grande batalha do PT é para manter a diferença pró PSDB nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste [...] (Derivação prefixal [pró-]) 414 [...] um nazistóide foi reeleito como dos mais votados. Não é disputa direita x esquerda, é disputa ainda mais irracional anti-PT e pró-PT. [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] PODEM AFIRMAR ALGUNS MENOS INDGUINADOE E MAIS PONDERADOS. [...] NÃO É PROSTITUTO DE ADVINHAÇÃO. OK. MAS ENTÃO PARA QUE A MARGEM DE ERRO? [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [prosituto + instituto]) [...] que dois prostitutos de pesquisas bem afinadas, só faltou ser o mesmo número de pseudo- pesquisados, tudo igualzinho, que gracinha [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [prostituto + Instituto]) protec vira proNAtec: criativos esses DILMINTIRISTAS… (Acronímia [Programa Técnico]) [...] A expressão 'sagrado', hoje, tem a conotação de fazer superlativos, nada mais com o 'sacer' - proto-Direito. [...] (Derivação prefixal [proto-]) [...] é justamente armar aqui o circo bolivariano do coleguinha Maduro e do índio de picadeiro Evo, e outros proto-ditadores, sob a batuta dos carcereiros da Ilha-presidio. (Derivação prefixal [proto-]) [...] O caso de Pasadena especificamente mostra como o tal Snowden só revela o que interessa ao kremilin e suas proto ditaduras. Não divulga uma linha das tretas de Chaves, Cristina, Maduro, Lulla etc (Derivação prefixal [proto-]) [...] claramente envolvido em processos políticos ultra-reacionários, com viés proto-fascista [...] (Derivação prefixal [proto-]) Quem precisa da opinião pusilânime e omissa do proto-partido [...] (Derivação prefixal [proto-]) [...] essa comparação é importante porque mostra como era em 98 -uma tendencia nitidamente pró-tucana - e a de 2014, anti-petista [...] (Derivação prefixal [pró-]) [...] Hoje o PROUNI é um excelente programa para incerção de alunos no ensino superior [...] (Acronímia [Programa Universidade para Todos]) [...] Pra reeleger o Aidemim e votar em peso no Abominável Aécio das Neves só mesmo fartura de burrice, mau-caratismo e sem-vergonhice da paulistada cabeça-ferrada,decadente e de modo patético preconceituosa= Conservadorismo Acéfalo Fascista = PSDB (Parasitas Sabotadores Do Brasil) (Semântico [Parasitas Sabotadores Do Brasi]) [...] PSDB : Paulistas Sem Direito a Banho. Coincidentemente, aqui em Minas acontece a mesma coisa e dezenas de cidades já estão sem água. (Semântico [Paulistas Sem Direito a Banho]) [...] Tava na dúvida, mas agora que vi gente tão fina. disciplinada (até com a camisa social pSDBiana estavam os dois). [...] (Derivação sufixal [-iano]) [...] Comentei – e insisto – que o exagero na busca pelo apoio de Marina Silva pode desidratar o psdbismo ainda mais. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) 415 Endireita, São Paulo: o depoimento de um pessedebista histórico sobre o governo Alckmin (Derivação sufixal [-ista]) comparar as ações do PSDBosta com as do PT é no minimo ridículo [...] 9 Palavra-valise [PSDB + bosta]) [...] O mal que este psdb/pig fez ao país é incomensurável. Mas fala mais fhc! fala mais! [...] (Composição coordenativa / Acronímia [Partido da Imprensa Golpista]) [...] Será que vão deixar a antipatia ao partido que tirou 40 milhões da pobresa, vários com famílias no nordeste e beneficiados; passar por cima de tudo e continuar com este psdb/pig/fhc assim corrupto? será? (Composição coordenativa / Acronímia [Partido da Imprensa Golpista] / Sigla [Fernando Henrique Cardoso]) [...] vão sustentar a sua teoria de que o NE é miserável e que vota no PTralha por causa do Bolsa Família...e que o PSDBurguês pedeu por causa do NE. (Palavra-valise [PSDB + burguês]) [...] investigaram e informaram a Nação o Mar de Lama que se transformou essa pseusdoadministração Petista. (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Vão continuar a aplicar a realpolitik , dar "agrados" a pseudo-aliados? Àqueles que, decididamente, quando vem pra ferrar, vem com tudo? [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] que alívio saber que Gil declarou voto em Dilma. Como ele tava meio encantado com a pseudo-ambientalista tive medo que ele fosse segui-la no 2turno. (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Até os trolls do Blog (Leônidas, Aliança Liberal, Rebolla, o pseudo Anarquista Sério, etc. ) sao -- um pouco -- melhores que isso (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] O importante é ser prudente e aguentar toda sorte de indigências mentais como essas, vinda de pseudo pensadores, pseudo filósofos, pseudo animadores de platéia. [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição sintagmática) [...] Exatamente como fez com a sua tão propalada pseudo-biografia. (Derivação prefixal [pseudo- ]) Uma ―pseudo coisa‖ que acha que 13 – 4 = 7, que tem extrema dificuldade em formular uma frase completa [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Por isto é que eu digo que, alguns jornalistas e pseudo comentaristas não passaram para o segundo turno e terão que remar tudo novamente, para ganhar credibilidade como formadores de opinião. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Os caras e as garotas de Ciências Exatas e de Ciências Biomédicas não perdem tempo com essas discussões bestas de pseudo-comunistas de iPhone; estão mais interessados em estudar, tirar as notas e se formar o quanto antes. [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição 416 sintagmática / Empréstimo: Integração sintática [ing.] / Semântico [ de Iphone = aquele(a) que não se desfaz de seus privilégios capitalistas]) A pseudo-filósofa, um pseudo-defensor dos LGBT, defensor dos frascos e dos comprimidos e o pai do Supla. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] são também nossos impostos que alimentam o macabro projeto do PT e seus alinhados de dilapidar o patrimônio público em troco da pseudo defesa da ―inclusão social‖ [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] onde o ser humano é apenas um cifrão as vezes de lata, ou latão, ou bronze, prata ou ouro e há até os de pseudo diamantados que arrogantemente se intitulam cultos e sábios. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) Ao longo desses doze anos se vê o nível das escolas públicas, quem tem uma pseudo educadora filósofa dessas contribuiu e muito para isso tudo. [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição coordenativa) [...] O correto seria considerar o PIG (e seus representados) na pessoa da (pseudo) elite.[...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] O povo nordestino deve votar em massa na Dilma e calar a boca dessa pseudo-elite preconceituosa que infelizmente está dando as caras agora (Derivação prefixal [pseudo-]/ Composição subordinativa) Para os apressadinhos, claro que nao é crítica a um pseudo erro de ortografia causado claramente por problema de digitaçao. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) O arrocho é um terceirizador de cargos. Como é um energúmeno ignorante, delega tudo para pseudo-especialistas. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Alucinado pelas ONGs, hoje apresenta-se como uma pseudo-esquerda global, onde tanto faz se o Banco Central é independente ou não [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição sintagmática) Lula que fim trágico, de pseudo estadista, a BOBO DA CORTE. (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] parabéns pelo seu trabalho de buscar manchetes de jornal da época desse incompetente pseudo ex presidente de araque elitista chamado FHC. [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Derivação prefixal [ex-] / Composição sintagmática) A pseudo-filósofa, um pseudo-defensor dos LGBT, defensor dos frascos e dos comprimidos e o pai do Supla. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) A pseudoheroína dos seringais e das ciclofaixas vai conseguir um título inédito : a de bicampeã do torneio de ―Perda do Bonde da História‖. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] É má fé de pseudo-institutos pagos pelo ptralhismo. (Derivação preifxal [pseudo-]) 417 [...] pegou inflaçao zero tinha dinheiro de sobra até pra comprar,diretores,cantores toda classe de pseudo-inteliquituais de araques, filófa de araque um bando de fracassados comprados com dinheiro publico [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Modificação do significante [intelectual] / Composição sintagmática) Essa senhora tem um temperamento explosivo; agiu como um ―torcedor‖ de futebol que bate naquele que está usando camisa do time adversário, ou um terrorista pseudo-islâmico que mata inocentes em nome de Alá. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] o pseudojornalista Augusto Nunes - que era diretor de redação do Estadão, quando em uma coluna que enviou para publicação, Rubem Braga declarou expressamente seu voto para o 'Bronco' do Lula. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Por este motivo este pseudo jornalista marron está insinuando uma mentira deslavada. (Derivação prefixal [pseudo-] / Semântico [marrom = sensacionalista]) Aécio Nela [...] nos apaniguados-PTralhas-fascistas, nos pseudos jornalistas(Goebbels)- PTralhas-PTrulheiros-jihadistas a soldos [...] (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição sintagmática [pseudojornalista + Goebbels-petralha-ptrulheiro-jihadista] / Composição coordenativa [Goebbels + petralha + ptrulheiro + jihadista] / Conversão [Goebbels (nome próprio) > adjetivo] / Palavra- valise [Petista + metralha] / Palavra-valise [PT + metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Palavra- valise [PT + patrulheiro] / Derivação sufixal [-ista] / Semântico [Goebbles = estrategista na articulação de propaganda] / Conversão [ petralha = subst > adj]) Pseudolalia causa baixa de pressão. [...] (Composição subordinativa entre bases nâo-autônomas [grego] (pseudo) + [grego] (-lalia)) Inclusive aqueles parasitas barbudinhos , pseudo-líderes de sí mesmos, que apareceram declarando seus amores pela insonsa doma de vermelho. (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Haja presunção destas pseudo lideranças. (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Mais irônico, mais indigno ainda é observar que a senhora teve, e ainda tem, da parte de alguns pseudomédicos apoio suficiente para ser manifestado nesse documento chamado ―Médicos com Dilma‖ [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Estranho me parece que uma pseudo milionária tenha que se valer de empréstimo vultuoso de mais de 2 milhões de reais de um banco oficial (dinheiro do povo) com o aval do próprio presidente e, pior sem lastro financeiro para tamanha obrigação. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] O PSOL é eleitoralmente irrelevante no RS. Seu eleitorado são os jovens pseudomoralistas de classe média que acham o PT bobo, chato, feio e comedor de casca de ferida. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] A adoção da desregulamentação proposta pelos (pseudo) neoliberais levou ao mundo ao bancarrotas cíclicas e vários conflitos armados em escala. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] O importante é ser prudente e aguentar toda sorte de indigências mentais como essas, vinda de pseudo pensadores, pseudo filósofos [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) 418 Não acredito nessas pseudopesquisas. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] que dois prostitutos de pesquisas bem afinadas, só faltou ser o mesmo número de pseudo- pesquisados, tudo igualzinho, que gracinha [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] primeiramente obrigada por ser uma voz entre tantos desavisados e pseudo politizados. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) Mandar éssa pseudapresidente parar de mentir é simplesmente impossivel,pois a unica coisa que esses petralhas sabem fazer é enganar [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] vi o vídeo da pseudo-professora Sandra leite. O que que é isso minha gente? A que ponto chegamos? [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Esse chilique foi obra de marketing do Ministro da propaganda para depois o ex detonar em comício e o apresentador de comcio apresentar carta de pseudo psicóloga [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Nós, eleitores honestos, devemos repudiar qualquer ato de corrupção passiva ou ativa, e cobrar de nossos pseudorepresentantes uma forma mais digna de se fazer política. [...] (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] mas, será que é tão difícil assim para ele distinguir uma propaganda negativa de uma determinada canditatura travestida de uma propaganda de uma pseudo revista jornalística? (Derivação prefixal [pseudo-] / Composição subordinativa) [...] Isso é desculpa pra paulista pseudo-rico expor seu preconceito contra os nordestinos? (Derivação prefixal [pseudo-]) [...] Sob minha perspetiva, a da economia psicopolítica da teoria social, é mais do que intelectual, é psicopolítica, quando os sujeitos são capturados pela manipulação por não controlarem suas predisposições à ignorância, ódio e ganância, o que acaba comprometendo a qualidade de sua vontade. [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma [grego] (psico-) e autônoma) [...] São pejorativos no falar e no viver e merecem um estudo psico-sociogênico para avaliar como esses desvio de caráter surgiram e se afirmaram no governo do pt. [...] (Composição subordinativa entre base não-autônoma (grego) [psico-]e autônoma) [...] Parece o laudo daquela outra psifodóloga, que ―se achando‖ e se lá mais o quê – contrariou o laudo de dois verdadeiros psicólogos e endossou a liberação de um psicopata monsturoso [...] (Palavra-valise [psicóloga + foda]) [...] Talvez o ideal seja se dividirem em dois: o PSOB (Partido socialista operário brasileiro) com Lulla e seus acólitos pelegos da CUT e o PICSA (Partido internacional comunista – Sul Americano) capitaneado pelo foro de de São Paulo [...] (Sigla [Partido socialista operário brasileiro]) 419 [...] Petistas, Psolistas, Pcdobistas et caterva deverão ser presos se adentrarem na área de votação. (Derivação sufixal [-ista]) [...] O DNA petista, psolista, pstuista, boulista, stedilista, anarquista é imutável. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] e repassar este percentual como propina para os políticos, em especial para o próprio PT – Partido da Trambicagem [...] (Semântico [Partido da Trambicagem]) Suicídio coletivo: desde que seja dos políticos e militantes ligados ao PT ([...] Partido das Trapalhadas governistas), tudo bem. [...] (Semântico [Partido das Trapalhadas]) [...] essencialmente o partido dela (PT – Partido dos traquinas), mas que somente ela manda apurar as irregularidades. [...] (Semântico [Partido das Traquinas]) PT=Partido das Trevas (Semântico [Partido das Trevas]) [...] O ―T‖ do PT todos pensam ser de trabalhador, mas realmente não é, é de TRUTA, é o PARTIDO dos TRUTAS! (Semântico [Partido das Trutas]) Suicídio coletivo: desde que seja dos políticos e militantes ligados ao PT (Partido dos Traidores da Pátria [...] (Semântico [Partido dos Traidores da Pátria]) Suicídio coletivo: desde que seja dos políticos e militantes ligados ao PT [...] Partido dos Trambiqueiros [...] (Semântico [Partido dos Trambiqueiros]) Suicídio coletivo: desde que seja dos políticos e militantes ligados ao PT [...] Partido dos Trapaceiros do povo [...] (Semântico [Partido dos Trapaceiros]) [...] É isto mesmo, os donos do Partido Temerário (PT) são assim mesmo. Ou eles adoram os milionários que fizeram fortunas com o dinheiro público, com as fraudes e com o locupletamento ou, no outro extremo, os pobres (proletariado, como eles chamam), porque estes são aqueles que, por falta de informação, de instrução, de orientação, são facilmente manipulados e facilmente dirigidos para votarem e elegerem os espertalhões da ―esquerda caviar‖ [...] (Semântico [Partido Temerário]) PT = Partido Terrorista (Semântico [Partido Terrorista]) [...] PT = Partido Totalitário, entenderam agora? (Semântico [Partido Totalitário]) [...] O governo do PSDB em SP já descumpre todas as ordens que não lhe interessam e nada é feito, nem um mísero pronunciamento do PT(Partido da Termedeira, como diz PHA). [...] (Semântico [Partido Tremedeira]) Depois do dia 5 de outubro, tem que recolher todos os passaportes desse pessoal do governo do PT PARTIDO TITANIC [...] (Semântico [Partido Titanic]) 420 [...] jamais votarei nesse P(partido) T(traidores) onde esse tal lula criticou o estado de sampa [...] (Semântico [PT - Partido Traidores]) [...] como pode votarem nesse partido de LADRÕES do dinheiro público, esse PT (Partido de Patifes) tinha que ser extinto [...] (Semântico [PT = Partido de Patifes]) PT = Perda Total. (Semântico [PT = Perda Total]) [...] eis aí o PTbull em ação desesperada e macabra! (Palavra-valise [PT + pit bull] / Semântico [pit bull = agressivo]) [...] Não fosse o plano real e com um eminente governo PTCUBANO hoje por certo estariamos cozinhando em panelões, com lenha e vivendo como farrapos, tal qual o povo cubano que eles tanto adora [...] (Composição sintagmática) [...] Em SP está tendo além de uma ditadura há também esquerdafobia, PTfobia... tudo isso é muito estranho [...] (Composição subordinativa entre base autônomas e não-autônoma [grego] (-fobia)) Você criou os PETRALHAS. Já existia os MILITONTOS. Agora, seria oportuno emplacar os PTMENTES.( Palavra-valise [PT + demente]) Geraldo mais um verbete que,se lançado por voce,vai pegar: Ptnoquio-partido mentiroso e cara de pau. (Palavra-valise [PT + Pinóquio] / Semântico [Pinóquio=mentiroso] / Composição subordinativa entre bases autônomas [Dte + Ddo]) [...] e a declaração ‖ de amore mio‖ de Lula às mulheres na campanha do PTosco?!… [...] (Palavra-valise [PT + tosco]) Lutando contra uma seita PT-PCC, que utiliza de todos os meios de bandidos e assaltos a cofres públicos e tomadas do patrimônio e instituições do país para cubanizar o brasil! [...] (Composição coordenativa / Sigla [Partido Comando da Capital] / Semântico [PCC = bandidagem]) [...] Roubo. Roubo. Roubo. Praticado pelo PTres ( 3 por cento de todos os contratos da PETROBRAS – que esta prestes a se tornar Petrojaz ) (Palavra-valise [PT + três (%)]) Não sei quem (parece que foi Marina)disse que o PTrevas aprendeu a mentir com Collor. [...] (Palavra-valise [PT + trevas]) [...] A roubalheira dessa cambada na PTroubrás poderia melhorar a arrecadação para os projetos populares como bolsa família [...] (Palavra-valise [PT + Petrobrás] / Palavra-valise [Ptrobrás + roubar]) Essa é a viagem sem volta do PTtanic. (Palavra-valise [PT + Titanic] / Semântico [Titanic = algo que afundou]) Essa coisa com aparência de mulher, sim é realmente PTulante e, DEJETOS nenhum a capacita para falar para pessoas sensatas e inteligentes. [...] (Palavra-valise [PT + petulante]) 421 A publicização dos números do governo não deveriam ser sujeitas ao humor da madame mentirosa [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] agiu até agora, privadamente! em simbiose subaquática e lodosa com o tucanato. depois da catástrofe, resolveu o paradoxo do p, de publicizar-se. (Derivação sufixal [-izar]) [...] O manicômio da corrupção em que o PUG – PARTIDO ÚNICO GOVERNISTA encabeçado pelo PT transformou o Brasil é algo que não encontra paralelo na história universal. [...] (Acronímia [Partido Único Governista]) [...] O PUM- Partido Único da Mídia, exalando gases fétidos! (Acronímia [Partido Único da Mídia]) Aécio Nela [...] nos paus mandados-PTralhas-canalhas, nos puxa-sacos-PTralhas-canalhas [...] (Composição subordinativa [puxa-saco + petralha-canalha] / Composição subordinativa [petralha-canalha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) Q Rapaizinho típico eleitor do Aécio. Alto QI (Quanta Ignorância) [...] (Semântico metafórico [QI = Quanta Ignorância]) Os dias destes Petralhas estão contados, no dia 26 iremos ganhar a nossa liberdade, vamos colocar para fora esta quadrilha petista. [...] (Composição sintagmática) [...] É evidente que será uma eleição disputada voto a voto e mesmo a QUADRILHA PETRALHA empregando todas as suas táticas de terrorismo eleitoral, as suas ―mentiras, falsidades, desvirtuamentos, embustes estão fortemente limitados e restritos aos bolsões de pobreza e ao ―publico petista‖. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) Os rAÉCIOnários da quadrilha ou bando tucana já conseguiram descobrir o que o Wikileaks vai liberar hoje pouco antes do debate de Aécio com Dilma? [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Volta para sua quadrilha-PTralha-comuna, Padilha! [...] (Composição sintagmática [quadrilha + petralha-comuna] / Composição subordinativa [petralha - comuna] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) [...] FORA TODOS OS QUADRILHEIROS PETRALHAS!!! [...] (Composição coordenativa / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] recomendando ao STF 22 ANOS de Papuda para o quadrilheiro/mensaleiro rato fujão réu confesso DEMoTucano Eduardo Azeredo [...] (Composição coordenativa) [...] ―Pouca farinha… Primeiro meu pirão!!!‖. Aécio Neves – 45 nela(Dilmona-PTralha-fascista) e neles(Quadrilheiros-PTralhas-Canalhas) [...] (Composição coordenaitva [quadrilheiro + petralha- canalha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) 422 [...] Parabéns população de São Paulo por não aceitar mais um ―Quadrilheiro-PTralha- Fascista‖ administrando um dos maiores centros econômico e industrial do mundo, [...] (Composição coordenaitva [quadrilheiro + petralha-fascista] / Composição subordinativa [petralha - fascista] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) Aécio é ruim pq vai "terceirizar" a economia. Lula a QUARTEIRIZOU ao entregar o Ministério da Fazenda ao Palocci, que é médico [...] (do ponto de vista moral, um caseiro discordaria). [...] (Derivação sufixal [-ar]) [...] Já a turma do meio, a turma do quase-quase, ou seja, a turma quase proleletária cuja vida melhorou com os governos trabalhistas, padece de distorção cognitiva que lhe foi imposta, pasme, pela escola! [...] (Reduplicação) Armínio foi assessor por 6 anos de Georges Soros o maior "parasita especulador" do mercado financeiro mundial, responsável pela "quebrabra" de muitos mercados, [...] (Reduplicação) Eu admiro a retórico eloquente que impõe de um lado neoliberais x neodesenvolvimentistas até o momento que ela deixa de responder algumas questões chave para o PROGRESSO DO PAÍS. [...] (Composição subordinativa) A missão de muitos é tirar o PT do governo e emplacar (ou restabelecer) outra política externa, a questão-mor desta eleição, e radicalizar na submissão aos ditames do mercado financeiro. [...] (Derivação sufixal [-mor]) Eu também vejo um 2014 terrível. Para tucanos. E congeneres Ter de enfrentar e serem desmascarados por um jornalista que entende tanto de PIG como de economia, não é nada fácil. É o quinto poder! [...] (Composição sintagmática) R Os rAÉCIOnários da quadrilha ou bando tucana já conseguiram descobrir o que o Wikileaks vai liberar hoje pouco antes do debate de Aécio com Dilma? [...] (Palavra-valise [reacionário + Aécio]) [...] A SUPER NORA COM SEU CABELINHO FASHION e seu raio-vocal despejando o vocabulário dos bicho griloos da USP e UERJ [...] (Composição sintagmática) [...] a manipulação pró-aécio é inacreditável e parece um circo de horrores. é por essas e outras que você encontra pessoas raivosas tucanas e não entende o motivo (Composição coordenativa/ Conversão [tucano = subst. > adj]) devolver o dinheiro robado do RATOBRAS nem vendendo toda a cocaina do parceiro evo Morales (Palavra-valise [rato + Petrobrás]) [...] Esses paulistas dazelite ―branco dozoiozazul reaçionáriu‖ teimam em não reconhecer os ―avanços‖ impostos pelos bolivarianos, não? [...] (Modificação do significante [reacionário]) 423 [...] O sujeito tem algum talento, publica algumas coisas interessantes, ganha notoriedade. Então é convidado pra trabalhar na mídia. Ou idiotiza ou reacionariza, caso do João Ubaldo, Jabor, etc, etc. (Derivação sufixal [-izar]) A tática de não revidar e tolerar a imensa guerra reaço-midiática dos últimos quatro anos, bem como erros gravíssimos de petistas equivocados já mostram seus resultados concretos, independentemente do resultado do 2° turno: Um congresso muito mais conservador, fundamentalista, mesclado de forças neoliberais. [...] (Composição coordenativa) [...] Também há, na classe média, os que viram o PT com simpatia em seu início, mas ficaram profundamente decepcionados com os casos de corrupção e a adesão à "realpolitik". (Empréstimo: Estrangeirismo [al.]) Eu sempre resumi numa palavra: o pt "reaparelhou" o Estado brasileiro. [...] . (Derivação prefixal [re-]) [...] Mostrando que o presidente que se recandidata e não leva logo é porque foi recusado pela maioria. [...] (Derivação prefixal [re-]) [...] a realização do golpe final contra a democracia brasileira, com até uma possível dissolução do parlamento recém-eleito. [...] (Derivação prefixal [recém-]) [...] sabendo nós que há infiltrados comunistas no Vaticano se passando por da Igreja, uma certa ―kasperização‖, sendo algo perigoso, pois posteriormente em cima dessas, novas re-concessões ao relativismo poderiam brotar. (Derivação prefixal [re-]) Tem um comentario ai de um ouvinte da REDE BOBO. [...] (Palavra-valise [Rede Globo + bobo]) Logo depois da instalação da "Redentora" esse jornal que você citou divulgou uma lista bem grande de comunistas e o mais interessante dessa lista é que depois de alguns anos a grande maioria dos citados acabou trabalhando nesse jornal. (Semântico [=ditadura]) [...] Pontualmente, parece que foi, de fato, a vitória da "nova política", tal qual pregada pelos marinistas, redistas, póstudos e bichos afins [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Só prometem continuar o que já ocorre, quando muito adornadas com palavras puramente marqueteiras (―re-estatização‖ da Petrobrás; transformação do Bolsa-Família em ―política de Estado‖, etc.). [...] (Derivação prefixal [re-]) [...] o PT aparelhou depois que conseguiu a presidencia e esta desviando milhoes. Foi reestatizada para o PT tambem. [...] [...] Marina: ―Aí ele me responderá que vai reestatizar aquela empresa, e reafirmará que quem privatizou a estatal a favor dos companheiros foi o PT‖. [...] (Derivação prefixal [re-]) 424 [..] Falo e re-falo isto a quem quiser. As alternativas apontadas pelo PSDB para a economia brasileira fatalmente levarão ao desemprego gerando problemas sociais gravíssimos. [...] (Derivação prefixal [re-]) [...] Foi um dos refundadores do PSB, em 1985 e considera-se um dos articuladores que levaram Lula e o PT ao governo. [...] (Derivação prefixal [re-]) Voce termina dizendo ―não sei se conseguiria‖. Governar será regovernar o desgoverno do PT. (Derivação prefixal [re-]) [...] É o pobre, com o dinheiro do Bolsa Família, pagando re-impostos, contribuindo na marra para a Previdência [...] (Derivação prefixal [re-]) A tropa reinaldiana volta ao blog Sinal que estão desesperados (Derivação sufixal [-iano]) [...] Todos querem dar um pitaco de como a fé Cristã deve se comportar, mas ninguém quer impor essa mesma agenda a religião/estado Islã. [...] (Composição coordenativa) [...] Arrisco dizer que o apoio de Chico Buarque a Dilma tem caráter religioso-financeiro. [...] (Composição coordenativa (adj + adj)) [...] JOSE ROBERTO MAGALHAEs TEIXEIRA, prefeito morto em exercicio de Campinas_SP criou a ―RENDA MINIMA‖ que funcionou muito bem no municipio. (Composição sintagmática) [...] O país precisa de repactuação, mas é melhor rachar que continuar esta pacto cujo consenso depende sempre dos mesmos perderem (a esquerda e os contra-hegemônicos) e os mesmos ganharem (a elite e a mídia). (Derivação parassintética [prefixo (re-) + sufixo (-ção)]) A reporcagem da Óia foi recebida com suspeitas, muxoxos e descrédito, mas êsses senhores veem apenas, não a possibilidade de apuração de ilícitos e a adoção de medidas que venham a dificultar novos desvios, mas o desgaste do govêrno.[...] (Palavra-valise [reportagem + porcagem]) [...] Reflitam: não foi a ―cavação‖ de um repórter furão que obteve o teor das declarações: elas foram feitas e divulgadas, quase que numa ―coletiva‖, nas barbas do juiz que sustenta que aquilo corre sob sigilo. [...] (Composição subordinativa) [...] Quem (sobre)viver, verá! Tragédia anunciada! Veremos! E rezemos!… (…) Republicanismo de araque, subdemocracia de fachada [...] (Composição sintagmática) Já que o mauquimim se re-re-re-elegeu, vai para o quarto mandato, e teremos que aguenta-lo por mais intermináveis 4 anos [...] (Reduplicação) [...] e a midia se espalhando numa mare baixa de ir e vir, esquenta e resquentando, morde e assopra com medo. [...] (Derivação prefixal [res-]) 425 [...] A propedêutica médio-classista rancorosa é retroativa-casuísta gerando, cada um a seu modo, uma panaceia do egocentrismo mediocrizante em prol da barbáriie. [...] (Composição coordenativa) [...] Mas cada um tem seu estilo de não votar no atraso do Retrocécio. (Palavra-valise [retrocesso + Aécio]) [...] Em minha opinião, faltou um Putin ou um Chávez da vida para desempenhar este papel revolucionador dos modos e costumes nestas belas terras vanonis. [...] (Derivação sufixal [- dor]) [...] Foi um verdadeiro caos, mas lembro-me perfeitamente, o governo escapou ileso disso tudo, a conta foi jogada no colo do risco-Lula. (Composição subordinativa) Outro Rolabostista aqui ? Vaza. (Derivação sufixal [-ista]) [...] LLULLA disse que latifundiário tem que votar no PT. Que tipo de latifundiário É esse que tem que votar no PT? O JOESLEI BATISTA DA FRIBOI, O GRANDE AMANTE DO DINHEIRO DO BNDES? O LATIFUNDIÁRIO LLULLINNHHA, O RONALDINHO DO MUNDO DOS ―NEGOCIOS‖? [...] (Semântico [Ronaldinho = aquele que tem habilidades geniais]) Eu quero saber é do Lulinha, o MP vai ou não vai investigar esse ―Ronaldinho das finanças‖, inclusive fico na duvida, ainda existe MP nesse País? [...] (Composição sintagmática / (Semântico [Ronaldinho = aquele que tem habilidades geniais]) Vamos combinar...... de burro o Ronalducho não tem nada..... pode ser um idiota politico, mas burro não. [...] (Palavra-valise [Ronaldo + gorducho]) [...] Creio que esse golpe é definitivo para o rorizismo. O velho Roriz está inelegível até 2023, e está alquebrado, com 78 anos. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] logo após a fala do Timonêro da Rosegate, dizendo, qualificadamente como cumpre à um ex-Presidente da República Brasileira, que já estava com o ‗SACO CHEIO‘ desses Roubos contumazes na Petrobrás et al [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [ing.] (gate) / Empréstimo: Integração [ing.]) No Maranhão, a escravatura acaba hoje, o senhor feudal ficará vulnerável às algemas da PF, juntamente com sua filhinha ROSENGANA [...] (Palavra-valise [Roseana + enagana]) [...] E Roberto Freire merece, sim. Isso só mostra a nobreza do seu caráter, nada ―rottweileriano‖, muito pelo contrário! (Derivação sufixal [-ano]) [...] pode aparecer que a Dilma reeleita vai transformar a Petrobras em PTbras, ou RoubaPTras, ou simplesmente acabar com ela que os indecisos não estão nem aí. [...] (Palavra-valise [roubar + PT + Petrobrás]) 426 [...] ofendem o Brasil e nossas instituições como se estivessem dentro do esgoto petista onde pessoas menores como lullla, marilllena chauí, ruy falllcão, [...] (Palavra-valise [Rui Falcão + Collor]) S Dilma Youssef a boneca do ventríloquo de João Sacana! Para tudo!!! [...] (Palavra-valise [sacana + João Santana = político]) Em ―Sampa‖ a água que tanto o ―Vai pra casa Padilha-PTralha-canalha‖ tentou jogar na conta do Alckmin pegou e choveu em votos [...] (Truncação [São Paulo]) É muita incompetência para a pessoas só. A capacidade de distorcer os fatos, ela aprendeu com o ―são Lula‖. (Composição subordinativa entre base não-autônoma [latim] (são) e autônoma) [...] muita sujeira vai aparecer, inclusive as deixadas pelo sapo barbudo, pela dilma e outros menos votados [...] (Composição sintagmática / Semântico metonímico [barbudo = Lula]) É a cara da sargentona mor! É a cara do desespero. Fazer o quê? 45 nella! (Derivação sufixal [- mor]) [...] A exceção que confirma a regra é a vitória quase quixotesca do PCdoB sobre o clã Sarney, afinal, alguma coisa tem que mudar para que tudo continue igual. Mas o sarneysmo apenas caiu de decrépito. [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] agora a sarneyzada por cá teme a papuda, depois da língua, digo, da delação premiada do doleiro Youssef e Paulo Roberto Costa. (Derivação sufixal [-ada]) Esta maldita, criminosa e manipuladora facção petista ―SATANISTA” BOLIVARIANA CORRUPTISTA CUBANISTA metida a COMUNISTA e SOCIALISTA que está dilapidando o nosso país [...] (Composição coordenativa / Derivação sufixal [-ista] Derivação sufixal [-ista] ) [....] o verdadeiro antagonismo presente nessas eleições, que se dá entre uma narrativa escatológica, oriunda do marxismo, e uma mini-narrativa cíclica, baseada em ciclos de destruição criativa schumpeterianos. (Derivação sufixal [-ano]) O FURACÃO chegou e tem nome de AÉCIO e está causando o maior estrago na SEITA- CRIMINOSA LULALALAU. (Composição subordinativa) Sim, a direita é truculenta e sem-educação, nenhuma novidade aí. Só que isso não justifica baixeza na esquerda. [...] (Derivação prefixal [sem-]) FHC é o herói dos semi formados. (Derivação prefixal [semi-]) [...] Didático e conciso. Esclarecedor para públicos semi-leigos como eu [...] (Derivação prefixal [semi-]) [...] A eleição não contará apenas com votos de informados e sem-informação. Votos decisivos serão dados por DESINFORMADOS no sentido militar do termo. [...] (Derivação prefixal [sem-]) 427 São infinitas as ocorências policiais e semipoliciais em eleição como a do Brasil, de fato a maior eleição democrática do planeta. (Derivação prefixal [semi-]) [...] Este projeto de ―semi-redução‖ da maioridade penal é uma resposta à uma demanda da sociedade, que deve ser respeitada. [...] (Derivação prefixal [semi-]) [...] Diria o senador/cirurgião, Mão Branca, e o que diz a hipócrita juradora de Hipocrates: ―pediu para não ter o nome revelado por medo de perseguição‖. [...] (Composição coordenativa) Eu já votei no senador-cueca porque não queria um senador bancado pelo maluf em 1998. Antes o cueca era oposição, agora é cumplice dos petralhas e petrolhas. (Composição subordinativa / Semântico metonímico [vestimenta > pessoa (Suplicy)]) [...] peço que vocês da Veja investiguem o programa ―mais especilistas‖ da dona dilma sequestradora / assaltante de banco [...] (Composição coordenativa) [...] (lembro que na apuração um representante do partido chamado a comentar na Bandnews falou que certamente Dilma ganharia em SP, isso para nem falar de Hadad, o serial biker [...] ). [...] (Palavra-valise [serial killer + biker] / Empréstimo: Integração [ing. biker]) [...] adivinha quem foi o serrista que serrou a Rede...? (Derivação sufixal [-ista]) Ta "serto". Culpar a urna na internet é exclusividade dos tucanos [...] (Modificação gráfica [certo]) [...] Ninguém se espante com a radicalização dos setores tucanos. Quem rever o último debate televisivo dos candidatos irá constatar a agressividade de Aécio ao mesmo tempo que não respondia às perguntas, atacando de forma veemente os questionadores. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Hitler tinha controle do aparato industrial nao por estatizacao de empresas, mas introduzindo elementos do seu partido em setores chaves. Igualzinho ao pt (Composição subordinativa) [...] há sigilo-segredo de justiça, mas o troço vem à tona! (Composição coordenativa) enrolador-mor das república. não diz nem sim nem não, muito pelo contrário. estamos aí mais uma vez para perder... seria um sina tucana? (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] E no exato instante, o carteiro entrega em mão do locutor o panfleto, que completa: - "... Dilma!?" É o cúmulo do cúmulo da sincronicidade! (Derivação sufixal [-idade]) O SINDICUMDES (Sindicato da Cumpanherada Desesperada) já está negociando um abono e seguro desemprego estendido a ser pago após a demissão em massa [...] (Acronímia [Sindicato da Cumpanherada Desesperada]) 428 [...] O grande problema é que durante os próximos 8 anos o paulista e o paulistano, que 'sisificamente' precisam dar conta de sua rotina de carregar sua pedra montanha acima [...] (Derivação sufixal [-icar]) [...] Situação-Atual: o dinheiro paulista sobe, MAS NÃO DESCE = Crise-de-Agua, porque os governantes priorizaram a assistencia a numerosa migração nortista: Transporte + Saúde + Educação + Habitação. [...] (Composição sintagmática) [...] Uma situação-limite não é boa para ninguém. Evidente que o governo do estado, com seu jeito tucano de governar - a prioridade não é a população - pode e deve ser apontado como responsável pelo drama que se avizinha. [...] (Composição subordinativa) [...] toda vez que conversavamos pelo Skype minha esposa se derretia em lagrimas. Ela só parou de chorar quando nosso filho mais novo disse: Mãe, para de chorar. Aqui na cidade onde moro (Melbourne) quem manda na cidade é o prefeito e não um ex-presidente. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] A cada moleque de 15 anos que eles conquistam com esse socialismo – neoateísmo – pseudohumanismo bocó, perdem 500 eleitores com certo grau de discernimento. (Composição subordinativa / Composição coordenativa [neoateísmo – pseudohumanismo bocó] / Derivação prefixal [pseudo-]) Socialismo castro-chavista, não!! [...] (Composição sintagmática [socialismo + castro-chavista] / Composição coordenativa [castro + chavista] / Derivação sufixal [-ista]) Esta é boa !! Socialismo Socialite. Coisa da PTralhada. [...] (Composição sintagmática) [...] o BRIZOLA falava de um tal socialismo-moreno, agora você matou a charada, e descobriu o elo perdido, o lado FASHION DO PT dos antigos barbudões de São Bernardo [...] (Composição sintagmática / Semântico [moreno = ao modo brasileiro]) [...] Socialistas de araque, cuja convicção ideológica e movida por nomeações em altos cargos públicos, polpudas verbas para produzirem seus LIXOS cinematográficos ou teatrais, financiamentos milionários e irregulares como o da ―socialite‖ e uma longa lista de etc. [...] (Composição sintagmática) [...] Queria vê-los interrompendo um debate qualquer em alguma universidade desses países a pretexto de não concordarem com o assunto que estava sendo debatido. São todos socialistas “todinho com sucrilho‖. [...] (Composição sintagmática / Semântico [todinho = fácil de controlar]) [...] Somos escravos numa ditadura socialistóide. (Derivação sufixal [-oide]) [...] É engraçado isso, se os trabalhadores estão ganhando tão bem, que seja reajuste apenas pelo INPC, afinal num país socialista, não é correto ganhar fortuna, cada um ganha o que precisa pra viver, é lindo esse sociapetilismo.[...] (Palavra-valise [socialismo + petismo]) 429 [...] o sócio-alquimista tucano beneficia os sócios da sabesp, aumentando seus lucros. [...] (Composição coordenativa [sócio + alquimista] / Palavra-valise [Alckmin + alquimista] / Semântico [alquimista em transmutar dinheiro público em privado] / Composição sintagmática [sócio-alquimista - tucano] / Conversão [tucano = subst > adj]) [...] Alberto Bastos e Fernando Nery (que de vez em quando ainda dão as caras por aqui) ainda constam como sócios-fundadores. [...] (Composição coordenativa) Essa mesma elite que gosta de exaltar suas potencialidades sociológico-financeiras [...] (Composição coordenativa) [...] E essa analise de sociologo de araque ? Quer dizer que a "elite" paulistana que vota no PSDB é muito bem informada ? [...] (Composição sintagmática) [...] Para a atual situação, a questão principal me parece ser descobrir como ganhar os votos sonháticos que não se identificam com o discurso direitista de que vivemos numa ditadura de esquerda bolivarianista comunista, corrupta até o último fio de cabelo [...] (Palavra-valise [sonhador + programático]) [...] Ela será lembrada pela omissão num momento em que o país precisa de decisão para tirá-lo das mãos de uma máfia e organização criminosa. Não terá mais nenhum respeito ou moral para falar mais nada. Vão lhe restar os ignorantes que ainda acreditarem no sonhatismo bobo ou mentiroso dela. (Palavra-valise [sonhador + programático] / Derivação sufixal [-ismo]) [...] mas essa é a realidade e a sina do fhcismo: o PSDB rasteja hoje pelo apoio de birutas, por orientação dele. A base do quê? sonhismo? Precisaremos ser sonháticos???? [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] A Alemanha tinha, no meu tempo, a chamada "Sozialhilfe" (auxílio social) que beneficiava todos que não auferiam renda própria [...] (Empréstimo: Tradução [al.]) [...] Tem até vídeo. Aparece no Google Maps. Esses petralhas são fogo. Conseguem falsificar tudo isso só para contar mentiras sobre esse tão honrado candidato... SQN. (Sigla [só que não]) Escreverei uma peça teatral,onde uma professora decadente,vive uma figura de homem, Stalinácio e quando percebe que seu Stalinácio é ladrão mentiroso e burguês,se revolta e queima sua coleção de revistas Vogue. [...] (Palavra-valise [Stalin (Josef Stalin) + Inácio [Lula]) O programa eleitoral daquela que se intitula ―presidenta‖ tem a configuração de Stand- Up Comedy (comédia em pé), em que usa o povo brasileiro como platéia para suas deslavadas mentiras, achando-os todos ignorantes ou analfabetos, como o é o caso do seu mentor. [...] (Empréstimo: Tradução [ing.]) O STECG (Supremo Tribunal Eleitoral da Casa Grande) se desqualifica e se descredencia, ao emitir decisões casuístas e totalmente espúrias, alienadas da sua função. [...] (Sigla [Supremo Tribunal Eleitoral da Casa Grande]) 430 [...] O DNA petista, psolista, pstuista, boulista, stedilista, anarquista é imutável. [...] (Derivação sufixal [-ista]) [...] Mais um pouco e o Brasil vai ter dois Congressos ; um eleito indiretamente pelos ministros do STF/TSE e outro eleito pela sociedade. Sei não, parece que a Corte tá gostando de ser freguesa da blogosfera. [...] (Composição coordenativa) [...] vai ser a DISTRIBUIÇÃO da agua por subcanais secundarios, a tradição no Nordeste e reservar a agua para grandes propriedades [...] (Derivação prefixal [sub-]) Não consegui localizar nenhum intelectual, os poucos que apareceram podem ser chamados de sub celebridades. (Derivação prefixal [sub-]) [...] As empresas grandes formam cartel e depois sub-contratam as pequenas , que sao realmente as que trabalham e ficam na maioria das vezes, com as dificuldades das obras e dos onus. [...] (Derivação prefixal [sub-]) [...] Eu acho que as jornadas de junho foram protagonizadas pelos nossos Malik‘s, resultados da subcultura niilista e da queda de Wall Street, resultando em confusão e mal estar existencial. [...] (Derivação prefixal [sub-]) [...] Republicanismo de araque, subdemocracia de fachada… E, ‗nois‘, digamos, uns ‗bananas‘!…) Justiça?! Qual Justiça?! (Derivação prefixal [sub-] / Composição sintagmática) Voce, meu caro, por acaso defende o "subdesenvolvimentismo"? (Derivação prefixal [sub-]) [...] O edital que serviu de base para o leilão da privatização subdimensionava grosseiramente quase tudo o que a Vale tinha na época [...] (Derivação prefixal [sub-]) Chauí criou uma nova subdisciplina na filosofia: a da mentira. (Derivação prefixal [sub-]) [...] não é inteligente dar visibilidade à grupos sub-fascistas. O caso de São Paulo é falta de informação. [...] (Derivação prefixal [sub-]) É uma vergonha ter um governo que só faz propaganda, sempre a saúde foi subfinanciada no Brasil, mas no governo do PT em geral chegou ao fundo do posso [...] (Derivação prefixal [sub-]) Agora a modinha do PT, via sub-imprensa, é essa: afirmar que os sulistas são preconceituosos e antinordestinos para, assim, promover o conflito entre brasileiros. [...] (Derivação prefixal [sub-]) [...] Os militontos amestrados e a base alugada espalham e, o subjornalismo mantem por tempo indefinido o assunto em pauta. [...] (Derivação prefixal [sub-]) [...] Quem quer viver num país no qual é avaliado como inferior, sub-humano, sub-letrado, como sub-espécie? (Derivação prefixal [sub-]) 431 [...] O restante parece ter cedido de vez ao subliminarismo PTralha das pe$qui$a$ por encomenda. Triste. Mas não tá morto quem peleia. (Derivação sufixal [-ismo]) [...] Quem ofendeu aos nordestinos, chamou o subproletariado de burro e foi às ruas com sangue nos olhos foi FHC e os de sua classe. [...] (Derivação prefixal [sub-]) [...] O ideal, seria proibir estas pesquisas para minimizar o sugestionamento de pessoas que não tem opinião e são completamente alienadas a votarem em quem aparece em primeiro lugar nestas pesquisas inúteis. (Derivação sufixal [-mento]) [...] Veio pra ―Sumpaulo‖ num pau de arara, com a barriga cheia de ―lumbriga‖ e aqui, por não gostar muito de trabalhar [...] (Modificação do significante [São Paulo]) [...] Mas ao mesmo tempo o Sumpaulokistão é o reino da nazistada e dos ladrões ou malucos (Adhemar, Maluf, Jânio, Fleury, Cerra, Alkmin et caterva) [...] (Palavra-valise [São Paulo + Tucanistão] / Empréstimo: Integração [Indo-Ariano (sufixo -stan)] / Composição subordinativa entre base autônonma e não-autônoma / Modificação do significante [Sumpaulo = são Paulo]) [...] Até figuras mais expressivas do partido que estão na rede, dando uns toques super sem noção em simpatizantes e eleitores [...] (Derivação prefixal [super-]) Com todo respeito, até porque são pessoas progressistas e super antenadas, eu gostaria de tirar uma dúvida com os comentaristas do Blog que são muito ricos. [...] (Derivação prefixal [super-]) Se um super bandido desse continou por quase 12 anos de governos petistas operando na maior tranquilidade até dentro da petrobrás, imagine o quanto a corrupção imperou nesse tempo. (Derivação prefixal [super-]) [...] Pena que a capital ainda vai sofrer mais 2 anos na mão da quadrilha do supercoxinha e suas faixas vermelhas. (Derivação prefixal [super-] / Semântico [burguês]) Super criativo... adorei Tukanistão... (Derivação prefixal [super-]) [...] que os "escândalos de corrupção" foram abafados pela mídia no período 1995-2002 e superdimensionados de 2003-2014 [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] Quem a superegerente que transformou o Brasil em uma Suíça colocará em seu lugar? [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] muito obrigado pelo super-elogio. [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] Como a madame supergestora fará para manter os programas sociais e TODOS OS SUBSÍDIOS SETORIAIS que criou ( O Bolsa Empresário, que tem como único critério o dedo indicador da madame)? [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] foi super grossa com a moça se eu fosse ela ia processar essa senhora ainda devolvia cuspe e puxava aquela canga que estava amarrada no pescoço dela [...] (Derivação prefixal [super-]) 432 Por falar em obras, projetos, prazos,valores etc, gostariamos saber se até 31 de dezembro proximo teremos o super hiper fantastico trem bala rodando, interligando Campinas SP/ com o Rio. [...] (Derivação prefixal [super-] / Derivação prefixal [hiper-]) [...] Letras super inteligentes. E que se referem a um fato concreto, o aeroporto, nao é apenas manifestaçao de voto. (Derivação prefixal [super-]) O Blog seção Posts Recentes tá superlento [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] a Veja, um pau de galinheiro super manjado, foi apenas o mensageiro de um complô que deixa um rastro de merda enorme e mal cheiroso. [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] A SUPER NORA COM SEU CABELINHO FASHION e seu raio-vocal despejando o vocabulário dos bicho griloos da USP e UERJ [...] (Derivação prefixal [super-]) [...] a mídia sistematicamente só fala mal dela! O aécio super protegido! (Derivação prefixal [super-]) [...] Vale lembrar que quando o cacique boliviano mandou homens do exército invadir e tomar a refinaria da Petrobrás, lula foi juntar-se a ele a H.chaves para comemorar… talvez algo que já estava em andamento:a formação de uma SUPERQUADRILHA INTERNACIONAL [...] (Derivação prefixal [super-]) O grande problema para a democracia no Brasil e que a Policia Federal age de forma corporativa e vem sacaneando o PT por Dilma não ter dado o aumento em seus super-salario. [...] (Derivação prefixal [super-]) Estou super satisfeito com este governo, um salário mínimo que o FHC deixou em 80 dolares, e achou que era o máximo!!! [...] (Derivação prefixal [super-]) Notícias políticas no PIG só tem um lado: PSDB. Simplesmente porque o PIG é a oposição. Simples, simples, simples. Supersimples. (Derivação prefixal [super-]) Estes super sociólogos doutorados em pesquisas sempre se esquecem que mineiro e caboclo , nessas coisas de abrir o bico pra desconhecido [...] ( Derivação prefixal [super-]) Lógico. Por que comparar adversários a nazistas é super tranquilo e civilizado. (Derivação prefixal [super-]) [...] Porque se ainda é assim…o Suplício, que dizer Suplicy está tranqüilíssimo…ele não vai er que trabalhar não. [...] (Palavra-valise [Suplício + Suplicy (político)) E suprareligiosos também. Um conhecido, convertido ainda há pouco ao protestantismo,houve de participar com a esposa de uma procissão chama-chuvas nas proximidades de Furnas [...] (Derivação prefixal [supra-]) 433 T Legítima representante do TALEBÃ PETRALHA. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido] / Conversão [petralha = subst > adj]) Vou ser curto e grosso. Vovô foi o fundador do TANCRETINISMO e, os netinhos, os primeiros TANCRETINOS. [...] (Palavra-valise [Tancredo + cretinismo]) Vou ser curto e grosso. Vovô foi o fundador do TANCRETINISMO e, os netinhos, os primeiros TANCRETINOS. [...] (Palavra-valise [Tancredo + cretino]) Alguém tem alguma dúvida que MST, black block, a tchurma do Boulos, e assemelhados vão sair por aí fazendo tumulto? [...] (Modificação do significante [turma]) [...] É por isto que considero e sempre considerei qualquer julgamento puramente técnico- econômico do governo Dilma, como este acima, injustos com os verdadeiros princípios que nortearam (norteariam) o seu governo. [...] (Composição coordenativa) No tempo dos militares (bons tempos aqueles!) falava-se muito em tecnoburocracia. Dizia-se que uma empresa ou função pública não poderia ser comandada por técnicos, que só se centravam em resultados e não tinham a "sensibilidade política" para ouvir o povo. [...] (Derivação prefixal [tecno-]) [...] um mandato que começa sob o estigma da mentira e da ludibriação de todos os seus eleitores não terá um bom futuro, mesmo com todo o "teflon" que a midia amiga vem gastando para tentar blindar o seu protegido [...] (Semântico metafórico [teflon= blindagem]) [...] A base aliada (também eleita pelo povo, é bom ressaltar) é sabidamente um mal necessário para a governabilidade. Se fosse por crença politica, Lula não teria a pauta trancada para aceitar um diretor que já existia desde os tempos tucanos. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] como estúpidos são os classe medianos que votam nesses sobegadores, excludentes, gatunos e terceirizantes das gatunices. [...] (Derivação sufixal [-ante]) [...] É evidente que será uma eleição disputada voto a voto e mesmo a QUADRILHA PETRALHA empregando todas as suas táticas de terrorismo eleitoral, as suas ―mentiras, falsidades, desvirtuamentos, embustes estão fortemente limitados e restritos aos bolsões de pobreza e ao ―publico petista‖. [...] (Composição sintagmática) [...] Terrorismo virtual, padrão corruPTo, não aceito. [...] (Composição sintagmática) O projeto terrorista/comunista para a america latina esta ameaçado, justinho neste pais patropi [...] (Composição coordenativa [adj + adj]) 434 [...] teria a compreensão e o apoio da ―terrorista mãe‖, a qual na abertura da Assembléia Geral da ONU, agora em setembro/2014, deu apoio aos sanguinários terroristas do Estado Islâmico que estão apavorando todos os humanos. [...] (Composição subordinativa) [...] enquanto os terroristas/vigaristas estiverem no poder, não tem instituto que possa ser independente e coerente. [...] (Composição Coordenativa) [...] ai não lhes restara outra alternativa que não a de renunciar, ou você acho que o caso petrobrasxtesoureiropetistaxyosself caira no esquecimento. De jeito nenhum, vamos botar esta picareta para correr… [....] (Composição subordinativa) [...] (que parece ter lido meus textos-comentários no Blog mais ético e lido do Brasil; o de Reinaldo Azevedo). [...] (Composição subordinativa / Conversão [comentário = subst > adj]) [...] agora o ex-empregado de George Soros é membro de outro think tank [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] Descentralização = Palavra-Chave-15. Governo-Federal-Centralizador = Tirania- Absolutista. [...] (Composição sintagmática) [...] Não adianta marqueteiro João Santana,não se vende excremento em caixa antiga, tiranossáurica, de bombons [...] (Derivação sufixal [-ico]) [...] O país INTEIRO está contra o PT. A ―tiurma‖ só ganhará, se as urnas forem fraudadas. (Modificação do Significante [turma]) [...] Tenho certeza que verão muitas ―estrelas‖ proporcionadas por golpes da tropa especial criada para reprimir os que anseiam lá por aquilo que os ―valentes todinho com sucrilho‖ desprezam aqui:liberdade. [...] (Composição sintagmática) [...] E todo mundo em silêncio sobre o assunto. Tanto o comando de campanha do PT quanto o TSE. Aliás TRE-SP é todinho tucano. (Composição sintagmática / Semântico [todinho = fácil de controlar] / Conversão [tucano (subst > adj)] / Semântico [todinho = fácil de controlar]) A papuda não será pequena pois os lewandowiskis, Tófolis e suas gangues irão absolver todos. [...] (Semântico [nome próprio > nome comum]) [...] Poucas empresas conseguem fugir do figurino totalitário-piramidal, e dar resultado. [...] (Composição coordenativa) [...] Acho equivocada a visão de um Braisl dividido entre o modelo Trabalhista e o neoliberal. A verdadeira divisão se dá entre a Acomodação Trabalhismo-Conservadorismo (PT-PMDB) vs Desestabilização Especulativa Neoliberal (Marina Silva). [...] (Composição coordenativa) [...] Os trackings das campanhas continuam como na semana passada dando uma vantagem de 5 a 6 pontos em favor de Aécio. [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) 435 [...] Fazer essa "traduçao/traiçao" do conteúdo da matéria é o fim da picada. (Composição coordenativa) [...] Mas considerando também que Pernambuco 'deve' muito mais a estes governos petistas que qualquer outro estado da nação, apoiar Aécio é uma trairagem [...] (Derivação sufixal [-agem]) [...] Tenho certeza que até o final das eleições o Nariz da candidata vai estar maior que a transposição do Rio São Francisco, que a transnordestina obras incompletas desse governo incomPTente. (Derivação prefixal [trans-]) Dilma também repete o mesmo discurso, só que agora não tem trem bala, nem anti privatização, mesmo por o pt privatizou a petrobrás. [...] (Composição sintagmática) [...] Hoje, ouvindo Matarazzo e aquele outro do PSDB indiciados pelo trensalão, processo que depois foi arquivado pelo STF, fiquei pasma [...] (Palavra-valise [trem + mensalão]) Digam o que quiserem, o Haddad está fazendo historia nesta administraçao mostrando uma racionalidade e espirito publico que poucas vezes tive noticia. E ele é dos nossos. Bora trezar no domingo... [...] (Derivação sufixal [-ar]) [...] Não pode uma mídia inteira de um país se posicionar contra um governo, favorecendo a elite e empresários tri-derrotados ressentidos, uma mídia totalmente parcial, suja e nojenta. [...] (Derivação prefixal [tri-]) [...] Estou torcendo para a eleição acabar logo e acabar a "trincheirização" que tem acometido tantas pessoas nas últimas semanas [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) Muita trolice... Quem não tem noção do ridiculo é você. Aonde está está a falta de democracia quando todas as capas de revistas desta semana trazem propaganda pro-Aecio em plena vigência do processo eleitoral? [...] (Empréstimo: Intregração morfológica [ing.]) [...] Até os trolls do Blog (Leônidas, Aliança Liberal, Rebolla, o pseudo Anarquista Sério, etc. ) sao -- um pouco -- melhores que isso (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) [...] Um troll aecista sequestrou o Francy Lisboa e está escrevendo por ele! [...] (Empréstimo: Integração sintática [ing.] / Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ista]) [...] Para falar, escrever e divulgar bobagens os argumentos invocados devem ser apresentados como algo que na duvida possa dispertar duvidas para o leitor, quase uma verdade a ser avaliada em seguida. Agora como troll de direita morta(n)dela, um goebbel caricato o efeito é: quais os idiotas que pagam este coiso? (Composição sintagmática / Empréstimo: Integração [ing.] / Composição sintagmática [direita mortadela] / Semântico [mortadela = aquele que defende medidas sem ser contemplado por elas]) [...] Troll tucano ensinando ética. (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo] / Empréstimo: Integração sintática [ing.]) 436 [...] não costumo dar trela pra trollagem. [...] (Empréstimo: Integração morfológica [ing.]) [...] um monte de ―consta que‖ como nos IPM‘s da Ditadura a ponto de trolladores ex esquerdas saírem do armário deliciados pelo cínico formalismo cronometrado com o segundo turno. [...] (Empréstimo: Integração morfológica [ing.]) Acabei de ―trolar‖ o blog ―conversa afiada‖ [...] Eles estavam dizendo que o FHC falava que os nordestinos votavam com a barriga. O que eu fiz? Postei lá(e driblei a censura da mídia estatal): procurem no Google ―Lula ano 2000, a verdade sobre FHC‖… O que acontece? Vão se deparar com um vídeo do Lula em 2 momentos: 2009, defendendo com unhas e dentes o Bolsa família e em 2000 o Lula falando que o nordestino vota com a barriga, que vende seu voto por assistencialismo. [...] (Empréstimo: Integração morfológica [ing.]) [...] tenho lido alguns comentários sobre sua imparcialidade, então acho que vou colocar mais lenha nessa fogueira - (com certeza serei taxado de troll-esquerdista-comuna-caviar-tacanho- etc-etc-etc). Os neocons "pira" (Composição subordinativa entre bases autônomas [troll + esquerdista- comuna-caviar-tacanho] / Composição coordenativa [esquerdista + comuna-caviar-tacanho] / Composição subordinativa [comuna + caviar] / Composição subordinativa [comuna caviar + tacanho] / Empréstimo: Integração [ing.]) [...] XÔ, TROLLZADA !! Parece que para votar em Tucanos a condição é ser burro, mal- informado e manipulado [...] (Empréstimo: Integração morofológica [ing.]) [...] É justo que diante de mentiras e calúnias, na cara dura dessas truculentas-trogloditas, Aécio possa se defender. [...] (Composição Coordenativa) [...] Fora tucanada! Fora Aécio! Quero mais bolsa. Bolsa família. Bolsa cachaça. Bolsa escola. E quem sabe bolsa férias, porque ninguém é de ferro e preciso descansar do ócio. [...] (Derivação sufixal [-ada]) É muito simples essa questão: os tuCANALHAS sempre foram muito bem blindados pelo PIG e o PT, o Lula e a Dilma sempre acreditaram só no controle remoto. (Palavra-valise [tucano + canalha]) [...] a tucanalhada vai se refestelar; e grande parte da população vai ser conquistada, como foi durante o "julgamento" do mensalão. [...] (Palavra-valise [tucano + canalha] / Derivação sufixal [- ada]) Promotores bem pagos pelo erário público estão fazendo o que nestas eleições? Tucanando explicitamente? (Derivação sufixal [-ar] [agindo em prol do PSDB]) [...]....uma administração da disponibilidade da água‖.[...] Só tucano mesmo. Tucanaram o racionamento de água. (Derivação sufixal [-ar] [falar ao modo rebuscado dos tucanos]) 437 [...] Não resta dúvida que Osmarina não é diferente do comportamento que abominamos na maioria dos peemedebistas. Agora Osmarina TUCANOU!!!! (Derivação sufixal [-ar] [passou para o lado tucano]) [...] esse jogo da Globo e asseclas o que vale é a mentira. Finda a eleição esquecem tudo. Os tucanos possuem seus afiliados em todos os poderes. Não é atoa que o PSB tucanou. Escolheram uma imensa sombra. Sabem que serão poupados e a corrupção continuará. (Derivação sufixal [-ar] [tornou-se tucano]) [...] em simbiose subaquática e lodosa com o tucanato. depois da catástrofe, resolveu o paradoxo do p, de publicizar-se. (Derivação sufixal [-ato]) Republica de São Paulo (ou Tucanato). Que maravilha para o Brasil. Ficaremos livres da globo e dos tucanos . Fecham-se as fronteiras . A nova Berlim do pos guerra . O USA vai ter que trazer alimentos e agua de avião....A moeda será o papel verde e a lingua oficial o ingles . Vamos as urnas , voto a favor da separação .Quero viver no meu Brasil . (Conversão [tucanato = adj > subst]) é o consóricio dessa grande mídia - folha,veja,globo,cbn, etc etc - com o tucnato aeciano. criam o golpismo e já vão metendo a culpa de bolivarianismo no pt e nos progressistas. [...] (Composição sintagmática / Derivação sufixal [-ato] / Derivação sufixal [-ano]) Ora, no tukanistão o idioma é o tucanês. "Não existe racionamento. Existe, sim, falta de água pontual em áreas muito altas, muito longe do reservatórios setoriais que distribuem água e em residências que moram muitas pessoas que têm reservação muito pequena. Nessas situações sim, tem falta de água" (Derivação sufixal [-ês]) [...] Mas, aqui do meu canto, duvido que os tucanháticos estejam pensando nisso. [...] (Palavra- valise [tucano + sonhático] / Palavra-valise [sonhador + programático]) O que é isso companheiro, NASSIF, abriu para os TROLLS, ou assumiu a sua TUCANICE ?!?! [...] (Derivação sufixal [-ice]) [...] a glória de São Serapião livre os Tucanistanos da ira do todo poderoso e traga o dilúvio biblico sobre a grande nação do sagrado bico. (Composição subordinativa entre base autônoma e não- autônoma [Indo-Ariano] (istão) / Empréstimo: Integração [Indo-Ariano (sufixo-stan)] / Derivação sufixal [-ano]) Alckmin e Serra eleitos, que nojo de SP! Tucanistão, túmulo da política! (Empréstimo: Integração [Indo-Ariano (sufixo -stan)] / Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma) "Tucanização" dos TJ onde eles governam. É preciso levar muito em conta o "aparelhamento" da máquina estatal em todos os Estados onde o PSDB mandou. [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) O ELEITOR ACOXINHOU-SE. Metade dos eleitores atuais, ou mais, especialmente nas maiores aglomeraçoes urbanas, não tinha idade para se afligir com os descalabros tucanos dos anos 90. [....] (Conversão [tucano = subst > adj]) 438 Neste momento, o TCE-MG, totalmente composto por tucanos "aezistas", derrubu o site e apagou os pareceres contrários relativos a aplicação dos recursos em Saúde que Dilma citou no debate. [...] (Composição sintagmática / Palavra-valise [aécista + nazista]) com a crise da água patrocinada pela dinastia tucana paulista e agravada pelo uso mítico eleitoreiro demagógico que PT e PSDB fazem da crise escatológica, ninguém está atentando para o grande feito revolucionário da governança tucana com a expertise sabesp: que é a mudança histórico-civilizatória da milenar sabedoria popular [..] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Fico muito emocionado quando um tucanófilo ou assimilado me lembra do quanto os governos do PSDB gostam de pobres! (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [grego] (-filo)) [...] dessa quadrilha tucanóide no poder, usando de todos os artifícios possíveis, inclusive a força, se necessário. [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] Tucano-mídia-Milenium tem um medo que se "cagam" de Lula, que anda muito paz e amor. (Composição coordenativa) [...] Quando ouvi alguém batendo à porta. "Quem será", pensei, "nesta hora morta"? "Serás tu, corvo de Carlos Lacerda? Não, era um tucano-urubu, que horror! Logo agora, esse monstro, essa merda! [...] (Composição subordinativa / Semântico [urubu = funesto]) [...] depois que a atriz hollywoodiana lindsay lohan - viciada em drogas - tuitou apoiando o tucano. [...] (Empréstimo: Integração ortográfica e morfológica por derivação sufixal [-ar] [ing. twitter]) [...] Para de encher o saco do Nassif em dia de eleição e vá fazer campanha pra eles no faicibuqui, no tuiti, na rua, jogar santinhos, etc. (Empréstimo: Integração ortográfica [ing.twitter]) Pessoal, vamos organizar um buzinaço/Twittaço/FaceBookaço nas midias sociais do Aécio, Veja, Folha, Estadao e Globo. [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-aço] [ing. twitter]) [...] Desespero é falar que nordestino tem que morrer afogado, ter que "jogar bomba atômica no nordeste" pra eleger aécio, chamar a presidenta de FDP no twitter, etc... [...] (Empréstimo: estrangeirismo (ing.)) [...] Era algo assim que dava início a uma série de twuittadas esculhambando com os nordestinos. [...] (Empréstimo: Integração morfológica por derivação sufixal [-ada] [ing. twitter]) U O PT de Brasília foi destruído pelo governo ultra-coxinha do Sr. Cristovam Buarque. [...] (Derivação prefixal [ultra-] / Semântico [burguês]) [...] hoje The Economist é ultra critica da administração Obama, que resumindo consideram um lixo. (Derivação prefixal [ultra-]) 439 [...] Marina foi uma MÁ LUFADA que passou pelas eleições no Brasil em 2014. Prá ela agora só resta mesmo a Ultra direita, aquela que tanto preza as florestas (devastadas, claro) (Derivação prefixal [ultra-]) [...] Alguém que foi capaz de abrigar e dar político a uma ultra-direitista, neoconoservadora religioso e com graves limitações de compreensão da realidade [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] O meu maior desejo é que Dilma continue a ser ela mesma...Participação de quem? Do timaço de acadêmicos como Aldo? Jornalistas? Ultra-esquerda? [...] (Derivação prefixal [ultra-]) Produto de ultra-esquerda sonhática. Haja paciência para com esses caras. Trotskismo em 2014 só mesmo como resultado de lavagem cerebral. (Derivação prefixal [ultra-] / Palavra-valise [sonhador + programático] / Composição sintagmática) E a única coisa que eu vejo e percebo com a Ultra-exposição dos casos de corrupção através de manchetes é que o brasileiro é um otário e palhaço. [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] Tanto quanto a presença de cantores e artistas populares no ostracismo, de ex jogadores de futebol e de figuras que se dizem de ulltra-hiper esquerda [...] (Derivação prefixal [hiper-] / Derivação prefixal [ultra-]) [...] Acaso não sabe que o PSDB é a voz dos ruralistas do agronegócio, que por eles não deixariam uma árvore em pé, são contra os índios, os verdadeiros guardiões de nossas florestas, e ultra-inimigos dos sem terra que defendem uma agricultura sustentável e sem agrotóxicos. [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] Talvez, e aqui vai mais uma teoria da conspiração, as corporações que de fato controlam essas empresas não se preocupem em perder alguns peões nessa luta que envolve valores mais importantes, como o ultraliberalismo financista. [...] (Derivação prefixal [ultra-] / Composição subordinativa) [...] Se perder esta eleição se prepare para um longo inverno ultra-neoliberal. [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] Mas o que é chocante, é perceber alguns jovens desmiolados acham que Luciana Genro, aquela criatura ultra-radical do esquerdismo,seria a mudança de que precisamos. [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] O diálogo com os setores religiosos progressistas também será decisivo para enfrentar a onda de fundamentalismo religioso pentecostal , claramente envolvido em processos políticos ultra-reacionários, com viés proto-fascista [...] (Derivação prefixal [ultra-]) [...] Esta dominação e escravidão consiste exatamente na ocultação da realidade que se dá por meio da destituição do conteúdo crítico e político da mesma, através de conceitos, imagens e visões de mundo universalizantes e abstratos. [...] (Derivação sufixal [-ante]) 440 [...] Afinal, o voto é secreto e o direito da urna jaboticaba decidir nossas vidas é inalienável. (Composição sintagmática / Semântico [jaboticaba = tipicamente brasileira]) [...] Deu a entrevista pela cartilha da "Uruburóloga"? Haja parcialidade para uma diretora de instituto de pesquisas. [...] (Derivação sufixal [-lógo]) Usamericanu tao tentando influir na eleiçao do Brasil !!!!!! Como diriam nossos comunas do passado ….. (Modificação do Significante [os americanos]) Essa intelequitual uspiana que odeia os burgueses (prá mim, são aqules que moram no burgo, isto é, cidade), merece uma bolsa-pesquisa do MST. (Derivação sufixal [-iano]) V [...] Chega com os tanques das Forças Armadas e passa por cima de tudo que está errado. Especialmente por cima da Mídia Corrupta e Canalha com cara de formosa. Até temos CORAÇÂO, mas somos VA13NTES, ou não? (Modificação do significante [valente]) [...] Como o ESTADÃO nunca foi favorável ao comunismo, aos comunistóides, aos vagabas, então a Folha tem que ser a antítese. [...] (Truncação[vagabunda]) [...] e o abastecimento chegar em 0% precisará de um vale água. Alkimin você e a imprensa são os culpados pela desinformação, se bem que ninguém tem o direito de se fazer iludir. (Composição subordinativa) [...] Se o Bolsa Família te emociona, dê uma olhadinha no Bols Escola, Vale Gás e Vale Leite [...] (Composição subordinativa) [...] Se o Bolsa Família te emociona, dê uma olhadinha no Bols Escola, Vale Gás e Vale Leite [...] (Composição subordinativa) [...] Nunca é demais buscar na literatura os crimes cometidos… OS 100 CRIMES DA CORRUPÇÃO DO PT … só para começar [...] Escândalo do Valerioduto [...] (Composição subordinativa entre base autônoma e não-autônoma [latim] (-duto)) Documentos revelam participação de FHC e Gilmar Mendes no ‗valerioduto tucano‟ (Composição sintagmática [ valerioduto + tucano] / Composição subordinativa entre base autônoma + não-autônoma [latim] (-duto) / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) [...] Essa informação é mais valio$a para ele. (Modificação gráfica [valiosa]) Acho que estão ―valori$ando‖ as próximas pesquisas pela melhor oferta!! (Modificação gráfica [valorizar]) Cruz Credo! Quando os americanos cobrarem os dólares que foram roubados de seus investidores, os petralhas vão ter que fazer uma vaquinha-monstro. (Composição subordinativa) 441 [...] A seguir mudou de grupo, ingressando no Comando de Libertação Nacional (COLINA). Com a fusão do grupo COLINA c/ VPR, originou à VAR-P – sigla que identificava a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares. [...] (Acronímia [Vanguarda Armada Revolucionária Palmares]) [...] em serviço em unidade do Exercido que ele assaltaram para roubar armas, atirando uma bomba que reduziu o corpo do jovem em pedaços, voando pelos ares. Mostre a assaltante de bancos, integrante da [...] COLINA, VAR-Palmares [...] (Composição subordinativa / Acronímia [Vanguarda Armada Revolucionária Palmares]) É por essa ponta de iceberg e coração e mente ainda ligados ao vapalmarismo que Dilma está em desabalada carreira ladeira abaixo nas pesquisas. (Acronímia [Vanguarda Armada Revolucionária Palmares] / Composição subordinativa / Derivação sufixal [-ismo]) aparelho familiar vastamento remunerado pelo aparelhamento estatal mineiro... [...] (Derivação sufixal [-mento]) [...] Foi inevitável apontar a vaziez da retórica do tucano com bico de peroba, mesmo através da referência às suas presepadas, todas devidamente comprovadas. [...] (Derivação sufixal [-ez]) [...] Eu, se fosse o ministro, já aproveitava e processava a Veja-esgoto também. Jogou o nome dele no lixo, cuspiu e pisou em cima, aff! (Composição subordinativa) Mas o sr. não é leitor da Vejota ? Aquilo sim é baixaria que dura quase 13 anos contra o "Analfabeto, 4 dedos, petralha, ladrão, canalha [...] (Derivação sufixal [-ota]) Engraçados esses "sonháticos", tanto da REDE como do PSB, desde a entrada de Marina, ungida no velóriomício pela própria viúva de fato do falecido Campos (que aliás está pouco se lixando para a memória do marido e do avô dele, quer mais é se dar bem também com Aécio) [...] (Palavra-valise [velório + comício]) [...] já estamos vivendo a venezuelização do brasil. Urnas que não funcionam ou não registram os votos no candidato da oposição, ―duplicação‖ de votos, impedindo o eleitor de votar [...] (Derivação sufixal [-izar] / Derivação sufixal [-ção]) [...] A verdade bomba: Não existe petista honesto. Lula invocou a lei Maria da Penha pela sova moral? Aí já é desespero. (Composição subordinativa) [...] E a dita mídia devia ser "enquadrada" de imediato pelo (argh) presidente do TSE, já que estão publicando como verdade-derradeira-absoluta, apenas o teor inicial de algo que poderá nem se sustentar na coleta de provas. [...] (Composição sintagmática [verdade + derradeira-absoluta] / Composição coordenativa [derradeira + absoluta]) Viva o Brasil! Adeusinho cambada vermelhista! QUERO O DINHEIRO ROUBADO TODINHO DE VOLTA! [...] (Derivação sufixal [-ista]) 442 [...] Será que ela vai de azul-Aécio 45 e olhos de Eduardo Campos,ou vai de vermelho-diabo e olhos de dilma? [...] (Composição subordinativa / Semântico [diabo = comunismo]) [...] A Nação, antes de precisar de ―vermelhos-doutores‖, carece de técnicos-pés-no-chão para louvar a bendita terra [...] (Composição subordinativa entre bases autônomas [Dte + Ddo]) O meu medo é o suplicy virar cantor nessa viadocracia! (Derivação sufixal [-cracia]) [...] prrdidentA vc não é videntA, só é mentirosa, baixa, envergonhando o Brasil perante o mundo com seu nível zero de ética (Modificação do significante [vidente]) O Vigarista-mor da república, o famoso Lulladrão está é desesperado, pois assim que sua gangue perder as eleições, ele não terá mais de onde roubar para comprar aliados e certas ―excelências‖. [...] (Derivação sufixal [-mor]) [...] A adesão foi, como se diz por aqui, de mala e cuia. Tanto é que proclamou a mais famosa frase envolvendo o vira-casaquismo: "esqueçam o que escrevi (Derivação sufixal [-ismo]) [...] TODO o noticiário de nossa grande imprensa é de um viralatismo abissal. Todo noticiário econömico bate na tecla da recessão e da inflação. Num obra do tamanho de um estádio de futebol, o "jornalista" procura o detalhezinho mal-acabado [...] (Semântico [vira-lata = inferior] / Derivação sufixal [-ismo] ) Desculpe, mas o DEM já viralizou o PSB! [...] (Derivação sufixal [-ar]) [...] Não preciso apelar para vitimismos [...] (Derivação sufixal [-ismo]) [...] No mínimo, a partir de ―negociações‖, o Paulinho, um vivo-safo, decide e propõe sacar o nome do outro já morto, incluindo-o no ―propinoduto‖. [...] (Composição sintagmática) ao atual "apagão hídrico" em São Paulo. Onde a gerento+cracia operacional dos tucanos, deram com os burros...no volume morto. [...] (Composição sintagmática) Será que a água (?) do volume zumbi não vai afetar a saúde dos paulistanos? (Composição sintagmática) [...] Quem vai acabar com bolsa Família? O voto de cabresto Moderno? [...] (Composição subordinativa [voto + cabresto] / Composição sintagmática [voto cabresto + moderno]) Um amigo meu informou que o Aécio tem muitos ―votos mudos‖. São pessoas que não querem se expor contra o PT, pois sabem das consequências ou das retaliações que sofrerão caso digam o quê realmente pesam a respeito do partido. [...] (Composição sintagmática) [...] minha tese é a de que a grande pacificação nacional começa e termina na mídia, passando no meio do caminho pela reforma eleitoral (leia-se financiamento público de campanha e voto não-distrital, o resto é menos importante) e pelo papel do ministério público. [...] (Composição sintagmática) Recentemente encuquei com a quantidade de pessoas que julgo inteligentes e que estão declarando voto-protesto em Aécio ―para mudar tudo isso aí‖. [...] (Composição subordinativa) 443 Eu realmente espero que a Vovossauro evolua e apoie o Aécio, senão vai ficar evidente qual a política que ela realmente representa (a velha do PT). (Palavra-valise [vovô + dinossauro]) Aquele ―instituto‖ chamado VOX PETRALHAX era tão petista que acabou acabando…. Desculpe o meu erro: o VOX PETRALHAS era tão petista que acabou acabando…. (Palavra- valise [Vox populi + petralha] / Palavra-valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] A seguir mudou de grupo, ingressando no Comando de Libertação Nacional (COLINA). Com a fusão do grupo COLINA c/ VPR, originou à VAR-P – sigla que identificava a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares. [...] (Sigla [Vanguarda dos Palmares Revolucionária]) W [...] Tenho foto da beneficiada e do comprovante da caixa. no meu watsap. Não sei disponibilizar aqui, pois não tenho intimidade com a informática. [...] (Empréstimo: Integração ortográfica [ing.]) [...] Para dar a porretada final, o doleiro foi internado com arritmia (natural ou provocada?) gerando no dia de hoje, o dia da própria eleição, toda sorte de especulação - via Facebook, whatsapp [...] (Empréstimo: Estrangeirismo [ing.]) X Se a próxima pesquisa for favorável a Aécio, se preparem para enfrentar uma verdadeira guerra entre xiitas petralhas e as pessoas honestas e de bem. [...] (Composição subordinativa / Palavra- valise [Petista + Metralha] / Semântico [metralha = bandido]) [...] Conheço muitos xiitas tucanos que trabalham nesses setores. Começar mais esse circo em vésperas de eleição, é muita picaretagem e má fé. Enquanto isso, vários crimes graves cometidos por demotucanos, inclusive na própria Petrobras, são acobertados. (Composição sintagmática/ Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) Z [...] Caráter é algo que independe de aprendizado. Esse "doutorismo" que permeia as "zelites" nacionais é muito desagregador e pernicioso que qualquer formiga saúva. [...] (Truncação [as 'elite']) [...] Saco cheio estou eu de tanto imposto que pago para um serviço de ―zerda‖ e ainda me chamarem de elite branca e mal agradecida. Vá se catar! [...] (Modificação do significante [merda]) [...] Não importa quem a tenha fabricado. Não importa o quanto se diz ela ser segura. Não importa terem ou não a "zerézima", ou o que quer que seja. O computador só faz o que o HOMEM manda. Ele não raciocina. E o homem, esse ser incompreendido, é capaz de tudo. É capaz de fazer "o diabo" para ganhar uma eleição. [...] (Derivação sufixal [-ésima]) [...] Se os zumbilóides do PT começarem a ouvir essa senhora vão fritar o cérebro. [...] (Derivação sufixal [-oide]) [...] A preferência será para eleitores zumbitucanos. Haverá um pelotão da PM pronto para atendê-los pronta e carinhosamente. Não levem baldes, será inútil. [...] (Composição sintagmática / Conversão [tucano = substantivo > adjetivo]) 444 APÊNDICE A Contabilização das lexias dos neologismos coletados no blog GGN A A.N.A. [Agência de Notícias Alternativas] (1) / Abominável Aécio das Neves (1) / acoxinhar-se (1) / administrações tucanas (1) / Ae5 (1) / Aébrio (3) / aeciano (2) / Aecínico (6) / Aécio Never (2) / Aécio-convictos (1) / aéciomarinista (1) / aécionista – aécionistas (6) / Aécioporto (29) / aecista – aecistas (39) / AeciusdiTroia (1) / AeroÉcio (2) / AeroNeves (1) / Aético (1) / Aético Never (1) / Aéticus (1) / agenda-setting (2) / agrário-exportador (1) / Aidemim (1) / aliancista (1) / alienizante (1) / almofada boçal (1) / almofadas mofadas (1) / alpinista intelectual (1) / alpinista social (1) / alquimista – alquimistas (11) / alunos-colegas (1) / aminofraga (1) / analfa político (2) / analfabeto político (3) / analista-eleitor (1) / anarca (1) / anarcopunk (1) / ancoradouros-portos- seguros (1) / Anéscio (1) / Anéscio Fezes (1) / anti [antiPetrobrás] / anti [a metade é antigoverno] (1) / antiAlckmin (1) / antiBrasil (1) / antibrasileiro (1) / antibrizolista (1) / anticopa (2) / anticorrupção (4) / antiCuba (1) / anti-Cuba-comunismo (1) / antiDilma (6) / antiditadura (1) / antieducativa (1) / antiempresarial (1) / antiestablishment (1) / antifezes (1) / antiflorestal (1) / antigente (1) / antigetulismo (1) / anti-hegemônica (1) / anti-hierárquico (1) / antijanguismo (1) / antijornalismo (4) / antiLula (1) / anti-Mais Médicos (1) / antiMarina (1) / antimercadista (1) / antinegros (1) / antineoliberais (1) / antinordestino (4) / antinorte-nordeste (1) / antioligárquicas (1) / antipaulista (2) / antipeessedebismo (1) / antiperpetuação (1) / antipetebismo (1) / antipetismo (68) / antipetista - 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