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dc.contributor.advisor1Fabiano Rodrigues de Melopt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6863533704023271pt_BR
dc.creatorMariana Pastori Larapt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5312422354634613pt_BR
dc.date.accessioned2021-05-24T15:25:56Z-
dc.date.available2021-05-24T15:25:56Z-
dc.date.issued2016-04-28-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/36055-
dc.description.resumoA constante transformação das paisagens naturais em áreas de monoculturas, pastagens e atividades extrativistas vem reduzindo dramaticamente a cobertura de habitats naturais. A fragmentação é um dos processos que mais afeta os biomas brasileiros, sendo a Amazônia um dos afetados no cenário atual. A atividade mineradora trouxe graves consequências para esse bioma, sendo a extração de bauxita, por exemplo, uma das principais causadoras de impactos ambientais. Uma das estratégias de recuperação dessas áreas é o reflorestamento com espécies nativas de plantas. A anta é o maior mamífero herbívoro neotropical e exerce um papel essencial nesse processo de recuperação. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi investigar o uso de habitats pela espécie em uma Floresta Nacional na Amazônia, formada por áreas em diferentes estágios de regeneração de habitat degradado pela exploração de bauxita. Para a detecção da anta, utilizamos armadilhas fotográficas e observações diretas e indiretas em transectos lineares. Testamos se o uso dos habitats em recuperação pela anta, assim como a probabilidade de detecção da espécie, poderia ser explicado pela idade de reflorestamento dessas áreas, pela distância entre os corpos d’água mais próximos e pelo tamanho da área reflorestada. Hipotetizamos ainda uma maior probabilidade de detecção da espécie na estação seca, quando se movimenta mais para buscar recursos. A idade de reflorestamento das áreas em recuperação foi a covariável mais explicativa para os parâmetros analisados, correlacionando-se negativamente com a probabilidade de a espécie usar o sítio amostral. Os resultados mostram que a anta seleciona habitats em estágios iniciais de regeneração, ajudando a potencializar esse processo através da preferência por plantas jovens e da dispersão de suas sementes. Portanto, manter populações viáveis de anta na Floresta Amazônica é imprescindível para garantir a qualidade dos habitats. Uma vez que o cenário atual do bioma engloba as inevitáveis transformações da paisagem provocadas pela demanda antrópica, conservar espécies como a anta, que auxiliam no processo de regeneração de habitats degradados, trata-se de uma medida urgente e necessária.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICASpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ecologia, Conservacao e Manejo da Vida Silvestrept_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/*
dc.subjectÁreas degradadaspt_BR
dc.subjectRecuperaçãopt_BR
dc.subjectIdade de reflorestamentopt_BR
dc.subjectMamíferospt_BR
dc.subjectQualidade de habitatspt_BR
dc.subject.otherEcologiapt_BR
dc.subject.otherRecuperação e remediação ambientalpt_BR
dc.subject.otherConservação dos recursos naturaispt_BR
dc.subject.otherMamíferospt_BR
dc.subject.otherEcossistemapt_BR
dc.subject.otherAntapt_BR
dc.titleUso do habitat pela anta (Tapirus terrestris Linnaeus, 1758) em áreas de regeneração florestal no Bioma Amazônia, Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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