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dc.contributor.advisor1Maria do Carmo Pereira Nunespt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7052421532116243pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Marcelo Antônio Pascoal Xavierpt_BR
dc.contributor.referee1Geraldo Brasileiro Filhopt_BR
dc.contributor.referee2Charles Simão Filhopt_BR
dc.creatorNayana Flamini Arantes Gomespt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2884018207394271pt_BR
dc.date.accessioned2020-02-19T12:13:51Z-
dc.date.available2020-02-19T12:13:51Z-
dc.date.issued2017-12-14-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/32582-
dc.description.abstractThe underlying mechanisms by which rheumatic heart disease (RHD) lead to severe valve dysfunction are not completely understood. Histological analysis of mitral valves excised from RHD patients are of great importance to define strategies that prevent disease progression. The present study was designed to comprehensively evaluate the histopathological changes in mitral valves at an end stage of valve dysfunction, seeking an association between the pattern of predominant valvular dysfunction and histopathological findings. Sixty mitral valves were collected from patients undergoing valve replacement, 40 were from RHD patients and 20 from controls undergoing heart transplantation. Clinical and echocardiographic data were collected from RHD patients. Histological analyses were performed using Hematoxylin-eosin staining to determine the degree of inflammation and fibrosis in the endocardium and interstitium, the presence of neoangiogenesis, calcification and adipose metaplasia. The mean age of RHD patients was 53 ± 13 years, 36 (90%) were female, whereas mean age of controls was 50 ± 12 years, similar to the cases, with the majority of males (70%). The rheumatic valve endocardium presented greater thickness than the controls (1.3 ± 0.5 mm versus 0.90 ± 0.4 mm, p = 0.003, respectively) and a more intense inflammatory infiltrate in the endocardium (78% versus 36%; p = 0.004), with predominance of mononuclear cells. Fibrosis occurred in all rheumatic and control valves, but with a higher intensity in rheumatic valves (100% vs 29%, p <0.001). Calcification occurred in 35% of rheumatic valves, especially among stenotic valves compared to regurgitation or combined lesions (56% versus 18%, p = 0.014, respectively). An active inflammatory process was present in rheumatic mitral valve end-stage lesions, with mild intensity, focal distribution and with predominance of mononuclear cells. Severe fibrosis was found in the interstitium of all rheumatic valves leading to valve deformity and dysfunction during advanced disease. Valvular calcification was more frequent in mitral stenosis, associated with mitral valve area, indicating advanced rheumatic involvement.pt_BR
dc.description.resumoOs mecanismos subjacentes pelos quais a cardiopatia reumática (CR) leva à disfunção valvar grave não são completamente compreendidos. A análise histológica das valvas mitrais excisadas de pacientes com CR é de grande importância para definir estratégias que previnam a progressão da doença. O presente estudo foi desenhado para avaliar de forma abrangente as alterações histopatológicas nas valvas mitrais no estágio final da disfunção valvar, buscando uma associação entre o padrão de disfunção valvar predominante e os achados histopatológicos. Sessenta valvas mitrais foram coletadas de pacientes submetidos à troca valvar, 40 de pacientes com CR e 20 de controles submetidos a transplante cardíaco. Dados clínicos e ecocardiográficos foram coletados de pacientes com CR. As análises histológicas foram realizadas utilizando coloração com hematoxilina-eosina para determinar o grau de inflamação e fibrose no endocárdio e interstício, presença de neoangiogênese, calcificação e metaplasia adiposa. A idade média dos pacientes com CR foi de 53 ± 13 anos, 36 (90%) eram do sexo feminino, enquanto a idade média dos controles foi de 50 ± 12 anos, semelhante aos casos, com predomínio dos homens (70%). O endocárdio da valva reumática apresentou maior espessura que os controles (1,3 ± 0,5 mm versus 0,90 ± 0,4 mm, p = 0,003, respectivamente) e infiltrado inflamatório mais intenso no endocárdio (78% vs 36%; p = 0,004), com predominância de células mononucleares. Fibrose ocorreu em todas as valvas reumáticas e de controle, mas com maior intensidade nas valvas reumáticas (100% vs 29%, p <0,001). A calcificação ocorreu em 35% das valvas reumáticas, principalmente entre as valvas estenóticas em comparação às lesões regurgitantes ou combinadas (56% vs 18%, p = 0,014, respectivamente). Um processo inflamatório ativo esteve presente nas lesões em estágio terminal da válvula mitral reumática, com intensidade leve, distribuição focal e predomínio de células mononucleares. Fibrose grave foi encontrada no interstício de todas as valvas reumáticas, levando à deformidade e disfunção da valvar na doença avançada. A calcificação valvar foi mais frequente na estenose mitral, associada à área valvar mitral, indicando comprometimento reumático avançado.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINApt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Infectologia e Medicina Tropicalpt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFebre reumáticapt_BR
dc.subjectCardiopatia reumáticapt_BR
dc.subjectEstenose da valva mitralpt_BR
dc.subjectValva mitralpt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.subject.otherFebre Reumáticapt_BR
dc.subject.otherCardiopatia Reumáticapt_BR
dc.subject.otherEstenose da Valva Mitralpt_BR
dc.subject.otherValva Mitralpt_BR
dc.subject.otherInflamaçãopt_BR
dc.titleEstudo anatomopatológico da Valva Mitral acometida pela Doença Reumáticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4416-021Xpt_BR
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