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dc.contributor.advisor1Marta Araújo Amaralpt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9804205230313598pt_BR
dc.creatorPriscila Fantaguzzi de Almeida Novaispt_BR
dc.date.accessioned2020-06-30T03:42:59Z-
dc.date.available2020-06-30T03:42:59Z-
dc.date.issued2015-04-30-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/33712-
dc.description.resumoTrata- se de um estudo quantitativo, retrospectivo, transversal que objetiva analisar os resultados maternos e neonatais de gestantes adolescentes em Minas Gerais, no período de 2002 a 2012. Utilizou- se dados secundários, provenientes do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). As variáveis em análise foram classificadas em: sóciodemográficas: faixa etária, cor/raça, escolaridade e estado civil; associadas à gestação: número de consultas de pré-natal e às condições de nascimento: idade gestacional no parto, via de parto, Apgar no 1º e 5º minuto e peso ao nascer. Avaliou- se também a variável mortalidade subdividida em materna, fetal e infantil A análise dos dados foi descritiva, por meio da frequencia absoluta e percentual das variáveis. No período de 2002 a 2012 ocorreram 530.429 partos entre mães adolescentes no Estado de Minas Gerais, o que corresponde a 18% dos partos nesta década. Observou-se que a maioria dos partos de mães adolescentes foi entre mulheres pardas, solteiras e com sete anos de estudo ou mais. Neste período, houve uma redução da proporção de nascidos vivos e do número de partos normais entre adolescentes. Constatou-se que quanto maior a escolaridade da adolescente e o número de consultas de pré-natal maior a proporção de realização de cesarianas. Em relação à mortalidade, verificou-se redução da mortalidade fetal e infantil. Além disso, observou-se maiores taxas de mortalidade materna entre adolescentes solteiras e negras. Concluiu-se que a gravidez na adolescência permanece inserida em um contexto social precário cuja ocorrência traz diversas repercussões à saúde materna e infantil sendo necessária a criação de políticas públicas que assegurem os direitos da população adolescente e estimulem uma prática sexual segura. A reestruturação dos serviços de saúde e uma atuação multiprofissional apresentam-se como uma estratégia para atender as especificidades do público adolescente e promover a saúde materno-infantil. Neste contexto, o enfermeiro obstetra apresenta-se como um profissional imprenscindível na mudança da atenção ao adolescente em virtude de sua formação, do cuidado prestado e possibilidades de atuação.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEMpt_BR
dc.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonhapt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectGravidez na adolescênciapt_BR
dc.subjectSaúde do adolescentept_BR
dc.subjectSaúde materno-infantilpt_BR
dc.subjectAvaliação em saúdept_BR
dc.subject.otherGravidez na Adolescênciapt_BR
dc.subject.otherSaúde do Adolescentept_BR
dc.subject.otherSaúde Materno-Infantilpt_BR
dc.subject.otherAvaliação em Saúdept_BR
dc.subject.otherPolítica Públicapt_BR
dc.subject.otherEnfermeiras Obstétricaspt_BR
dc.titleGestação e parto na adolescência: uma análise dos indicadores maternos e neonatais em Minas Gerais no período de 2002 a 2012pt_BR
dc.typeMonografia (especialização)pt_BR
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