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dc.contributor.advisor1Meily Assbú Linhalespt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3146917004724448pt_BR
dc.contributor.referee1Admir Soares de Almeida Júniorpt_BR
dc.contributor.referee2Thiago Ferreira de Borgespt_BR
dc.creatorDiego Tavares Marcossipt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8520079018320290pt_BR
dc.date.accessioned2020-09-16T14:23:24Z-
dc.date.available2020-09-16T14:23:24Z-
dc.date.issued2020-07-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/34142-
dc.description.abstractThis study characterized as a reflection about the teaching practice aims to understand and analyze body techniques on its teaching and learning process during Physical Education classes, relating them to the students’ autonomy and empowerment. For its purpose, it was developed an experience of body technique’s teaching applied in Volleyball based in a didactic lesson composed by nine classes planned to be taught to the 9th grade of Hilda Rabello Matta Municipal School, in the city of Belo Horizonte, MG. Approaching to academic literature, we sought the understanding of some fundamental concepts for the study: technique, empowerment and autonomy. Discussing the technique, Alexandre Vaz and Jocimar Daolio were essential to this study and its questioning in which Jocimar Daolio with an anthropological perspective considers it something symbolic and cultural. Alexandre Vaz, from Critical Theory, introduce us the technique between a person and the world as an “Extension to the human arm” where it is characterized as a path and not an end. The authors also discuss the idea of a crystallized technique, naturalized, which is present in performance sports and in educational training courses. Rute Baquero and Paulo Freire were main references in empowerment and autonomy themes. Baquero classifies empowerment as a process in which the individuals take critical control of their lives while Freire defends the emancipation of the individuals aiming their autonomy based in a critical and liberating education. This way, the didactic unit was not structured prioritizing the game techniques teaching as something already done, but instead, as something yet to be built with the students’ contribution and on its different execution possibilities. Their experiences were considered with no need to repeat pre-established patterns and they were able to freely and truly choose their most appropriate movements. The students left the spectators’ side and started participating in class decisions which allowed them to be part of the experience. During the process, it was observed that students’ involvement and interest in Volleyball practice no longer endured only the Physical Education time, but it also extrapolated increasable at school. In the reports, the sense of expansion in body skills was enhanced as fundamental and responsible for increasing students’ confidence and satisfaction with the practice. We realized that body techniques learning influence students’ self-esteem and self-confidence as it enables them to have greater control of their bodies and their actions. More confident and reflexive, the students became more autonomous allowing them to make new decisions and rethinking school time and spaces. We confirmed that body techniques learning can be a crucial factor for the students’ empowerment and autonomy which consequently allow them to criticize and domain better their own body, practices and social spaces.pt_BR
dc.description.resumoEste estudo, caracterizado como uma reflexão sobre a prática docente, objetivou compreender e analisar o processo de ensino/aprendizagem das técnicas corporais nas aulas de Educação Física, relacionando-as com a autonomia e o empoderamento dos alunos. Para tal, foi desenvolvida uma experiência de ensino das técnicas corporais para o conteúdo voleibol, a partir de uma unidade didática composta por nove aulas e planejadas para uma turma do nono ano do Ensino Fundamental, da Escola Municipal Hilda Rabello Matta, na cidade de Belo Horizonte/MG. Em uma aproximação com a literatura, buscamos a compreensão de alguns conceitos fundamentais ao estudo: técnica, autonomia e empoderamento. Para a questão da técnica, as contribuições de Jocimar Daolio e Alexandre Vaz foram essenciais à problematização. Em perspectiva antropológica, Jocimar Daolio considera a técnica como algo simbólico e cultural. Alexandre Vaz, a partir da Teórica Crítica, apresenta-nos a técnica como um “prolongamento do braço humano”, na relação do sujeito com o mundo – como um meio, não um fim em si mesma. Os autores combatem a ideia de técnica cristalizada, naturalizada, tão presente no esporte de rendimento e nos cursos de formação de professores. Para os temas empoderamento e autonomia, Rute Baquero e Paulo Freire foram as referências principais. Baquero afirma que o empoderamento é um processo no qual os sujeitos tomam posse de suas vidas, mediados pelo pensamento crítico. Freire defende a emancipação dos sujeitos, visando à sua autonomia, a partir de uma educação crítica e libertadora. De tal modo, a unidade didática foi estruturada priorizando não o ensino das técnicas de jogo de maneira pronta, mas sim a construção, com os alunos, das diferentes possibilidades para execução das mesmas. Suas experiências foram consideradas; e eles puderem vivenciar, opinar e escolher aqueles movimentos que lhes pareciam mais apropriados, sem a necessidade de repetição de padrões pré-estabelecidos. Participaram das decisões das aulas, saindo da condição de espectadores passivos, o que os tornou sujeitos da experiência. No processo, foi possível perceber mais envolvimento e interesse de todos com o voleibol. A prática do jogo aumentou consideravelmente na escola, extrapolando o espaço-tempo das aulas de Educação Física. Nos relatos, o sentimento de ampliação nas habilidades corporais foi destacado como fundamental, sendo responsável pelo aumento da confiança e satisfação com a prática. Percebemos que o aprendizado das técnicas corporais tem estreita relação com a autoestima e a autoconfiança dos alunos, possibilitando-lhes um melhor controle de seu corpo e de suas ações. Mais confiantes e reflexivos, eles se tornaram mais autônomos, tomando decisões e ressignificando espaços e tempos escolares. Confirmamos que o aprendizado das técnicas corporais pode ser fator de empoderamento e autonomia dos alunos, permitindo mais criticidade e domínio do seu próprio corpo, das práticas e dos espaços sociais.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação Física - Mestrado Profissionalpt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEducação Física - Estudo e ensinopt_BR
dc.subjectProfessores de Educação Física - Formaçãopt_BR
dc.titleO ensino da técnica na Educação Física escolar: uma perspectiva de empoderamento e autonomiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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