Covid-19 e agricultura familiar no Vale do Jequitinhonha mineiro: notas sobre os efeitos da pandemia na circulação de alimentos

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Agricultores familiares e comunidades tradicionais são importante produtores de alimentos de qualidade, diversificados, ajustados ao “gosto” e à pauta alimentar local. Atuando em circuitos curtos de comercialização de alimentos, são fundamentais para ancorar territorialmente soberania alimentar e sistemas agroalimentares sustentáveis. Agricultura familiar do Vale do Jequitinhonha mineiro é exemplo típico dessa situação. Localizado a nordeste de Minas Gerais, tem elevada população rural comparativamente à população urbana, característica peculiar da região frente ao conjunto do estado. Seu território entrelaça os biomas Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica e é marcado por grande sociobiodiversidade. Desde meados dos anos 1970 foi alvo de projetos desenvolvimentistas: com destaques para a construção de hidrelétricas que deslocaram milhares de famílias lavradoras além de monopolizarem a água, e empresas do agronegócio que implantaram extensas monoculturas de eucaliptos em terras comunais. Frente a esses projetos, as comunidades rurais pelejaram para conservar territórios e natureza comuns, base de seus modos de vida e sistemas de produção.

Abstract

Assunto

Agricultura familiar, COVID-19 (Doença), Abastecimento de alimentos, Abastecimento de água

Palavras-chave

Covid-19; Agricultura Familiar, água e alimento.

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https://diamantina.cedeplar.ufmg.br/portal/publicacoes/diamantina-2022/

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