Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/68085
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dc.contributor.advisor1Fernando Eduardo de Barros Rey Puentept_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5292233628153573pt_BR
dc.contributor.referee1Maria Cecília de Miranda Nogueira Coelhopt_BR
dc.contributor.referee2Juliana Ortegosa Aggiopt_BR
dc.contributor.referee3Igor Mota Moricipt_BR
dc.contributor.referee4Felipe Gonçalves Pintopt_BR
dc.creatorJudenice Alves da Costapt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6235686811916288pt_BR
dc.date.accessioned2024-05-06T13:59:29Z-
dc.date.available2024-05-06T13:59:29Z-
dc.date.issued2024-02-23-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/68085-
dc.description.abstractThe thesis seeks a solution to the problem that made the interpreters of Aristotelian passions spend a lot of effort to solve it. This difficulty concerns the question of whether the noun phantasia found in the definitions of some passions corresponds to that notion of the same name investigated in the third book of De anima. Moss and Scheiter answer the question affirmatively but differ as to the conception to be adopted. The former says that passions are aroused only by quasi-perceptual appearances (phantasiai) that happen to be accompanied by opinion (doxa). Scheiter, in turn, considers that those cannot be the only causes of passions since their content corresponds to something previously perceived. According to this author, the content of the images (phantasiai) involved in the emergence of passions is highly complex, and therefore cannot be grasped by the sensitive perception in action. Faced with this limitation, Scheiter distinguishes passions into classes, namely, those that are provoked by the sequence of pleasurable and painful images and those motivated by opinion. In opposition to the two authors, Nussbaum and Fortenbaugh state that the noun phantasia present in the definition of some passions does not correspond to the notion examined in the text that deals with the soul, and therefore, it is plausible to say that it derives from the verb phainetai, which has the meanings of opinion and belief. From this derivation, the authors infer that opinion is the only cognition involved in passions. Faced with these divergent positions, we propose a theoretical model that reconciles both positions. This means that, according to us, most passions originate from the memory of something that is accompanied by expectation as a future-oriented opinion. Furthermore, due to their complexity, we note the participation of empirical judgment in the manifestation of some of them.pt_BR
dc.description.resumoA tese busca a solução para o problema que fez os intérpretes das paixões aristotélicas despenderem muito esforços para resolvê-lo. Tal dificuldade concerne à pergunta se o substantivo phantasia encontrado nas definições de algumas paixões corresponde àquela noção de mesmo nome investigada no terceiro livro de De anima. Moss e Scheiter respondem afirmativamente a indagação, mas, divergem quanto à concepção a ser adotada. Aquela diz que as paixões são suscitadas apenas pelas aparições quase perceptivas (phantasiai) que acontece de ser acompanhadas pela opinião (doxa). Scheiter, por sua vez, considera que aquelas não podem ser as únicas causas das paixões dado que o conteúdo das mesmas corresponde a algo percebido anteriormente. De acordo com esta autora, o conteúdo das imagens (phantasiai) envolvidas no surgimento das paixões é altamente complexo, e por isso, não pode ser apreendido pela percepção sensível em ato. Frente a esta limitação, Scheiter distingue as paixões em duas classes, a saber, aquelas que são provocadas pela sequência de imagens prazerosas e dolorosas e aquelas motivadas pela opinião. Em oposição às duas autoras, Nussbaum e Fortenbaugh afirmam que o substantivo phantasia presente na definição de algumas paixões não corresponde àquela noção examinada no texto que trata da alma, e, por isso, é plausível dizer que ela deriva do verbo phainetai que possui os sentidos de opinião e de crença. A partir desta derivação, os autores inferem que a opinião é a única cognição envolvida nas paixões. Frente a essas posições divergentes propomos um modelo teórico que concilia ambas as posições. Isso significa que, de acordo conosco, a maioria das paixões se origina da lembrança de alguma coisa que é acompanhada pela expectativa enquanto uma opinião voltada para o futuro. Além disso, devido à complexidade das mesmas, constatamos a participação do juízo empírico na manifestação de algumas delas.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Geraispt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIApt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/*
dc.subjectPaixõespt_BR
dc.subjectLembrançapt_BR
dc.subjectExpectativapt_BR
dc.subjectJuízo empíricopt_BR
dc.subject.otherFilosofia - Tesespt_BR
dc.subject.otherEmoções - Tesespt_BR
dc.subject.otherEmpirismo - Tesespt_BR
dc.subject.otherAristotelespt_BR
dc.titleAs duas noções de phantasia e o surgimento das paixões em Aristótelespt_BR
dc.typeTesept_BR
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