Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/BUBD-9UHKDH
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dc.contributor.advisor1Alcino Lazaro da Silvapt_BR
dc.creatorAntonio Goulart Monteiropt_BR
dc.date.accessioned2019-08-12T12:14:39Z-
dc.date.available2019-08-12T12:14:39Z-
dc.date.issued2014-10-20pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/BUBD-9UHKDH-
dc.description.abstractIntroduction: The proposal of using the herniary sac on strengthening the transversal fascia in inguinal hernia repair, in 1971, resulted in several successful and published works. The orthotopic face or reverse side of the sac used in reinforcing the inguinal triangle was random. Objective:To evaluate which side of the face used, orthotopic or inverted sac, has a better outcome after added on strengthening the Bassini, using the variable infection, rejection and recurrence. Method: From December 2011 to January 2013, a number of 114 operations of direct and indirect inguinal hernia were performed in 99 patients. They were divided into three groups: group A, the Bassini repair (51 operations); group B, orthotopic more Bassini repair (35 operations); and group C, Bassini repair more inverted (28 operations). The statistical test used was Fisher's exact test to compare the results. The follow-up period was performed with returns in 10 days, one month, three months, six months and one year. The following variables were evaluated: wound infection, rejection and recurrence. Ultrasound examination on the operated region of all patients operated on later than six months and one year postoperatively was asked to check the thickness at the site of placement of the screen. Hematoxylin-eosin histology (HE) biopsy of the herniary sac was performed to verify the existence of smooth muscle. The cost of the surgery was evaluated to compare with use of polypropylene mesh. Results: There were six recurrences in group A (11.7%), three recurrences in group B (8.5%) and two in group C (7.1%) (p = 0.850) with no statistical difference. When the inguinal hernias were stratified and only the unilateral indirect inguinal hernia was evaluated, one recurrence was obtained in 18 patients in group A (5%), one in 20 in group B (4%) and none in 16 patients in group C (p = 0.76). Conclusion: All three operations were successful in indirect inguinal hernias, but the repair with the inverted hernia sac showed better results.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: a proposta do uso do saco herniário sobre o reforço da fáscia transversal no reparo da hérnia inguinal, em 1971, resultou em vários trabalhos bem-sucedidos e publicados. A face ortotópica ou a face invertida do saco herniário usado no reforço do triângulo inguinal foi aleatória. Objetivo: avaliar qual a face do saco herniário, ortotópica ou invertida, apresenta melhor resultado após acrescentada sobre o reforço à Bassini, por meio das variáveis infecção, rejeição e recidiva. Método: no período de dezembro de 2011 a janeiro de 2013 foram realizadas 114 operações de hérnia inguinal direta e indireta, em 99 pacientes. Foram divididos em três grupos: grupo A, reparo à Bassini (51 operações); grupo B, Bassini mais reparo ortotópico (35 operações); e grupo C, Bassini mais reparo invertido (28 operações). O teste estatístico usado foi o exato de Fisher para comparar os resultados. O período de acompanhamento foi realizado com retornos em 10 dias, um mês, três meses, seis meses e um ano. Foram avaliadas as seguintes variáveis: infecção da ferida operatória, rejeição e recidiva. Foi solicitado exame ultrassonográfico da região operada para todos os pacientes no pós-operatório tardio de seis meses e um ano, para verificar a espessura no local de colocação da tela. Foi realizada histologia hematoxilina-eosina (HE) da biopsia do saco herniário para verificar a existência de músculo liso. Avaliou-se o custo da cirurgia em comparação com uso da tela de polipropileno. Resultado: houve seis recidivas no grupo A (11,7%), três recidivas no grupo B (8,5%) e duas no grupo C (7,1%) (p=0,850) sem diferença estatística. Quando foram estratificadas as hérnias inguinais e avaliada somente a hérnia inguinal indireta unilateral, obteve-se uma recidiva em 18 pacientes do grupo A (5%), uma em 20 no grupo B (4%) e nenhuma em 16 pacientes no grupo C (p=0,76). Conclusão: todas as três operações foram bem-sucedidas nas hérnias inguinais indiretas, porém o reparo com o saco herniário invertido apresentou melhor resultado.pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectHérniapt_BR
dc.subjectRecidivapt_BR
dc.subjectSaco herniáriopt_BR
dc.subject.otherHerniapt_BR
dc.subject.otherHérniapt_BR
dc.subject.otherPrpt_BR
dc.subject.otherRecidivapt_BR
dc.subject.otherProcedimentos cirúrgicos operatóriospt_BR
dc.subject.otherHérnia inguinal/cirurgiapt_BR
dc.subject.otherMúsculo lisopt_BR
dc.subject.otherRejeição de enxertopt_BR
dc.titleResultado do uso da face ortotópica ou da face invertida do saco herniário sobre o reforço à bassini, na herniorrafia inguinalpt_BR
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado

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