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dc.contributor.advisor1Andrea Luisa Zhouri Laschefskipt_BR
dc.contributor.advisor-co1Rômulo Soares Barbosapt_BR
dc.contributor.referee1Rômulo Soares Barbosapt_BR
dc.contributor.referee2Ana Flavia Moreira Santospt_BR
dc.contributor.referee3Aderval Costa Filhopt_BR
dc.contributor.referee4Flavia Maria Galizonipt_BR
dc.creatorFelisa Cancado Anayapt_BR
dc.date.accessioned2019-08-12T08:02:59Z-
dc.date.available2019-08-12T08:02:59Z-
dc.date.issued2012-07-01pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/BUOS-97KHGE-
dc.description.abstractThe subjects of this thesis are the processes that allowed the construction of a specific social and political movement of territorial claiming in the north of Minas Gerais state, denominated by these actors as Vazanteiros em Movimento (Riverines in Movement). Such movement is constituted by the riverine communities of Pau Preto, Pau de Légua and Quilombo da Lapinha and emerged after their expropriation and enclosure by the creation of conservation units of restricted use (CURUs) along their traditional territories. Thus, the creation of three state parks (Verde Grande, Lagoa do Cajueiro and Mata Seca) as environmental compensation to the expansion of the irrigated perimeter of Jaíba had evidenced the contradictions of the environmental conservation policies. Such policies are driven by the economic rationality of the capitalist system and generated social-environmental conflicts that lead these communities to self-organization and political articulation to defend their territories. In this context, such processes of political construction and mobilization are analyzed, revealing the participation of regional social entities that contributed to the self-affirmation of the identity of the Vazanteiros communities, to the exchange of experiences on social struggles involving other collective organizations in the region, and to the approximation of distinct institutional and civilian stakeholders. All these factors allowed the Vazanteiros em Movimento to move from the condition of corralled by parks and incorporate cultural and technical capital to support their territorial claims. In this perspective, the appropriation of the discourse and juridical instruments peculiar to the environmental arena contributed to the environmentalization of their social struggles. This process opened the opportunity for the Vazanteiros em Movimento to dispute, in this arena, the access to alternative projects of sustainability and nature conservation that are associated to their traditions and livelihood conceptions.pt_BR
dc.description.resumoOs processos que possibilitaram a construção de um movimento social e político de reinvindicação territorial específico no Norte de Minas, denominado por seus atores de Vazanteiros em Movimento, são objeto de estudodesta tese. Constituído pelas comunidades vazanteiras de Pau Preto, Pau de Légua e Quilombo da Lapinha, tal movimento se originou com o processo de encurralamento e expropriação territorial consequente à sobreposição de Unidades de Proteção Integral (UPIs), na modalidade de parques, em seus territórios tradicionais. Assim, a criação dos Parques Estaduais Verde Grande, Lagoa do Cajueiro e Mata Seca, condicionantes ambientais à expansão da etapa 2 do projeto de fruticultura irrigada Jaíba, evidenciaram, nesta tese, as contradições das políticas de conservação ambientalque atuam a reboque da racionalidade econômica capitalista e geraram conflitos sócio-ambientais que levaram tais grupos a se mobilizarem e se articularem politicamente em defesa de seus territórios. Diante desse contexto, tais processos de construção e mobilização política são analisados. Eles revelam a participação das entidades sociais da região que contribuíram para a auto-afirmação identitária desses grupos, para a troca de experiências de lutas sociais com outras coletividades da região e para a aproximação de distintos atores institucionais e civis, que permitiram aos Vazanteiros em Movimento avançarem da condição de Encurralados pelos Parques e incorporarem capital cultural e técnico às suas reivindicações territoriais. Nessa perspectiva, a apropriação do discurso e dos instrumentos jurídicos próprios do campo ambiental contribuiu para a caracterização de um processo de ambientalização de suas lutas sociais, permitindo aos Vazanteiros em Movimento disputarem nesse campo projetos alternativos de sustentabilidade e conservação da natureza, associados às suas tradições locais e visão de mundo.pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCampo ambientalpt_BR
dc.subjectEncurralamentopt_BR
dc.subjectUnidades de conservaçãopt_BR
dc.subjectTerritóriopt_BR
dc.subject.otherSociologiapt_BR
dc.subject.otherMeio ambientept_BR
dc.subject.otherMovimentos sociaispt_BR
dc.titleDe encurralados pelos parques a vazanteiros em movimento: as reivindicações territoriais das comunidades vazanteiras de Pau Preto, Pau de Légua e Quilombo da Lapinha no campo ambientalpt_BR
dc.typeTese de Doutoradopt_BR
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