Comparação entre as técnicas pré-tarsal e pré-septal na aplicação de toxina botulínica em blefaroespasmo e espasmo hemifacial

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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O uso da toxina botulínica revolucionou o tratamento de diversas enfermidades, particularmente o das distonias focais. A eficácia do seu uso encontra-se bastante embasada em diversos estudos, culminando com uma meta-análise, a qual indica um grau de evidência 1B para o tratamento dessas. A despeito, porém, de o fato da eficácia da toxina botulínica ser bastante clara, poucos são os estudos que avaliaram qual o melhor método de aplicação da droga, e diversos protocolos permeiam a literatura, sem que haja uma real certeza sobre qual deles seria o mais benéfico. Para melhor definir tal questão, foram selecionados 110 pacientes com blefaroespasmo e espasmo hemifacial em um estudo longitudinal e cruzado, sendo esses submetidos a aplicações com as técnicas pré-septal e pré-tarsal. Análises com sete diferentes escalas não demostraram diferença no efeito terapêutico máximo entre as duas técnicas aplicadas. Também não foi observada nenhuma diferença entre o perfil de efeitos colaterais entre as técnicas. Houve, porém, maior duração do efeito terapêutico na técnica pré-tarsal em relação à técnica préseptal. Uma análise subjetiva feita pelo próprio paciente também indicou maior preferência pela técnica pré-tarsal. Os dados corroboram análises prévias da literatura, segundo as quais a técnica pré-tarsal seria a melhor opção terapêutica

Abstract

Botulinum toxin has a well-reported efficacy in the treatment of blepharospasm and hemifacial spasm, portraying B and C level of recommendation, respectively. In spite of this clear benefit, only a few studies compared the many injection techniques available in the literature and different protocols lack proper supporting scientific evidence. The present study was then designed to longitudinally compare the pretarsal and preseptal techniques of one hundred and ten patients with blepharospasm and hemifacial spasm. Analysis of seven different scales showed no difference between these techniques neither on maximal effect nor on side effects profiles. However, a significantly longer therapeutic effect duration of the pretarsal was found and a subjective inquiry reported by the patients indicated a preference for the same one. Our data are in agreement with previous studies that suggested that the pretarsal technique may be a better therapeutic option

Assunto

Blefarospasmo, Neurociências, Espasmo Hemifacial, Toxinas Botulínicas

Palavras-chave

Prétarsal, Blefaroespasmo, Espasmo hemifacial, Toxina botulínica, Pré-septal

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