Teatro negro: uma poética das encruzilhadas
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Marcos Antonio Alexandre
Guiomar Maria de Grammont M. A. Souza
Guiomar Maria de Grammont M. A. Souza
Resumo
Esta pesquisa está vinculada ao PosLit/FALE/UFMG, área de concentração Teoria da Literatura e Literatura Comparada, linha de pesquisa: Literatura, outras Artes e Mídias. Esse estudo propõe uma análise da dramaturgia do teatro negro a partir da peça Além do Rio (Medea/1957) de Agostinho Olavo, uma reescritura da tragédia grega Medeia (431 a.C.) de Eurípides. Buscamos detectar vestígios de uma poética negra e, para comprovar a validade dessas marcas na dramaturgia de um teatro negro, observarmos a reincidência delas na escrita de duas peças contemporâneas de um teatro declaradamente negro: Silêncio (2007), da Cia dos Comuns/RJ e O Negro, a Flor e o Rosário (2008), da Trupe Negra/BH. Caminhamos para uma posição de acolhimento e abertura para a mistura estética de vários modos do fazer teatral. Acreditamos que esse processo é das características mais ricas da cultura africana e importa novos procedimentos para o teatro de origem ocidental de modo a renová-lo e reinventá-lo.
Abstract
Assunto
Negros nas artes cênicas, Teatro brasileiro História e crítica, Eurípedes Medéia Crítica e interpretação, Trupe negra (Grupo teatral), O negro, a flor e o rosário, Teatro (Literatura) Técnica, Cia dos Comuns (Grupo teatral), Negros na literatura, Teatro grego (Tragedia) História e crítica, Olavo, Agostinho Além do rio (Medea, 1957) Crítica e interpretação, Silêncio
Palavras-chave
dramaturgia, teatro negro, medeia