A estética do confinamento: o dispositivo no cinema contemporâneo

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Primeiro orientador

Membros da banca

André Guimarães Brasil
Cláudoa Cardoso Mesquita
Maria Cristina Franco Ferraz
Rogério Luz

Resumo

Como a máquina de guerra do cinema moderno pode ser reinventada no interior dos atuais regimes de visibilidade? A partir dessa indagação a tese investiga os recursos expressivos de que no cinema contemporâneo dispôe para confrontar os poderes que, por meio dos dispositivos de controle social, político e cognitivo, regulam os modos de ver. Nesse terreno de disputas, para garantir a pedagogia da percepção que lhe é peculiar, o cinema também se configura como dispositivo e interroga o olhar do espectador adestrado pelo espetáculo e guiado pelas máquinas de controle.Cinco filmes são analisados: Dogville, de Lars von trier (Ale/ Fran/ Sue/ 2003); Dez (Iran/França, 2002) de Abbas Kiarostami; No quarto da Vanda (Portugal, 2000) de Pedro Costa; Lá-bas (Bélgica/França, 2006) de Chantal Akerman; Berlim 10/90 (França,1991), de Robert Kramer. Como as análises revelam, o dispositivo prooduz uma estética do confinamento que, ao mesmo tempo, constrange o olhar e inventa novas modalidade de experiência cinematrográfica.

Abstract

Assunto

No quarto da Vanda (Filme), Dogville (Filme), Ten (Filme), Lá-bas (Filme), Comunicação de massa, Berlin 10/90 (Filme), Cinema

Palavras-chave

Espetáculo, Controle, Estética do confinamento, Cinema, Dispositivo

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