Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/LOMC-BDZGX5
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dc.contributor.advisor1Adolfo Enrique Cifuentes Porraspt_BR
dc.contributor.referee1Eduardo Antonio de Jesuspt_BR
dc.contributor.referee2Daisy Leite Turrerpt_BR
dc.creatorIcaro Moreno Ramospt_BR
dc.date.accessioned2019-08-14T03:28:55Z-
dc.date.available2019-08-14T03:28:55Z-
dc.date.issued2019-02-26pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/LOMC-BDZGX5-
dc.description.abstractThe work that unfolds in the next pages is an attempt to answer the questions I have casted through one of my works: the one in which I am soldering a 6x7 camera to seal inside it 10 images made to never be seen the images of my father shortly before his death, on a hospital bed. Faced with this gesture, among many questions, there is one that comes to exist and to resist as a leitmotiv: are there images in the field of the arts, that are made not to be visualized? As the images of my dyingfather, is there a set of images that are somehow guarded from being seen? Starting from these images that were made invisible, we will try to think of seeing as an act divide from the beginning, using, for this, a conceptual set obtained mainly from thinkers such as Georges Didi-Huberman, Maurice Merleau-Ponty, Jacques Derrida and Walter Benjamin. And since even images without manifestation inevitably have an apparatus of visual functioning to cover them up, we will talkabout the furtive and also constituent game of its underneaths. Among these images, the undeveloped photograph, known as latent image, will hold a prominent place, especially at times when it will no longer be considered as a mere condition of the photographic praxis so that one may act as a poetic strategy. We will convene, in order to enrich this issue, the work of artists such as Robert Barry, ChimPom, Alfredo Jaar, Pierre Huyghe, Jochen Gerz, Doris Salcedo, Christine Koslov, Oscar Molina and Lorena Guillén Vaschetti (among others). My own plastic work and creative process will also be present in the research, either throughan artistic praxis in which the knowledge brought by the theoretical reflections is applied, or through an analytical reflection that feeds back to the works themselves.pt_BR
dc.description.resumoO trabalho que se desenrola nas próximas páginas é uma tentativa de resposta às perguntas lançadas por mim através de um dos meus trabalhos: aquele em que soldo uma câmera 6x7 para lacrar dentro dela 10 imagens feitas para nunca serem vistas as imagens do meu pai pouco antes de sua morte, num leito de hospital.Diante desse gesto, dentre muitas perguntas, vem existir e resistir como um leitmotiv essa: há imagens, no campo das artes, para não serem visualizadas? Assim como as imagens do meu pai moribundo, há um conjunto de imagens que são de algum modo guardadas para não serem vistas? Partindo dessas imagens invisibilizadas, trataremos de pensar a visão como um ato cindido desde a base, utilizando, para tanto, um conjunto conceitual obtido principalmente de pensadores como Georges Didi-Huberman, Maurice Merleau-Ponty, Jacques Derrida e Walter Benjamin. E já que mesmo as imagens sem manifestação tem inevitavelmente um aparelho de funcionamento visual para encobri-las, discorreremos a respeito do jogo furtivo e também constituinte dos seusdebaixos. Dentre essas imagens, a fotografia não revelada, chamada imagem latente, terá um lugar de destaque, principalmente nos momentos em que ela deixará de ser realizada como uma mera condição da práxis fotográfica para atuar como uma estratégia poética.Convocaremos, no intuito de cercar essa questão, enriquecendo-a, trabalhos de artistas como Robert Barry, ChimPom, Alfredo Jaar, Pierre Huyghe, Jochen Gerz, Doris Salcedo, Christine Koslov, Oscar Molina e Lorena Guillén Vaschetti (dentre outros). Meu próprio trabalho plástico e processo criativo também estarão presentes na pesquisa, seja por meio de uma práxis artística em que se apliquem conhecimentos trazidos pelas reflexões teóricas, seja por meio de uma reflexão analítica que retroalimente as próprias obras.pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectArte contemporâneapt_BR
dc.subjectEncobrimentopt_BR
dc.subjectLatênciapt_BR
dc.subjectFotografiapt_BR
dc.subjectInvisibilidadept_BR
dc.subject.otherArte moderna Séc XXIpt_BR
dc.subject.otherTempo na artept_BR
dc.subject.otherFotografiapt_BR
dc.subject.otherArte Filosofiapt_BR
dc.subject.otherCriação (Literária, artística, etc)pt_BR
dc.subject.otherPercepção visualpt_BR
dc.titleComo tentar (se) esconder d(o) tempo: um estudo sobre as potencialidades da imagem latentept_BR
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
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