Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/SAGF-8H9P3U
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisor1Mucio Flavio Barbosa Ribeiropt_BR
dc.contributor.advisor-co1Elias Jorge Facury Filhopt_BR
dc.contributor.referee1Romario Cerqueira Leitept_BR
dc.contributor.referee2Walter dos Santos Limapt_BR
dc.creatorRizia Maria da Silvapt_BR
dc.date.accessioned2019-08-09T18:14:18Z-
dc.date.available2019-08-09T18:14:18Z-
dc.date.issued2009-04-28pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/SAGF-8H9P3U-
dc.description.resumoO presente trabalho teve como objetivo estudar as infecções naturais por Eimeria spp.,Cryptosporidium spp. e Giardia duodenalis em cordeiros da raça mestiça Santa Inês,criados extensivamente em fazenda no semi-árido do Estado do Rio Grande do Norte.Para tanto, 27 cordeiros machos foram acompanhados para monitorar o curso dainfecção natural por Eimeria spp., Giardia duodenalis e as espécies de eimeriídeospresentes do nascimento até a 12ª semana de idade. Foi também investigada a presençade Cryptosporidium no primeiro mês de vida dos cordeiros. Observaram-se oocistos deEimeria nas fezes pela primeira vez na terceira semana após o nascimento. A cinética deexcreção de oocistos caracterizou-se por um aumento progressivo com pico deeliminação na sexta semana de vida, seguida de uma queda drástica na sétima, comnova elevação na oitava semana, e a partir da nona semana de vida observou-se quedagradual e progressiva na contagem de oocistos, indicando o desenvolvimento deimunidade pelos cordeiros. Foi observada considerável variação individual no valor deOOPG. Oito espécies de Eimeria foram identificadas: E. ahsata, E. crandallis, E.faurei, E. granulosa, E. intricata E. ovina, E. ovinoidalis, E .parva. E. crandallis foinumericamente predominante da quarta a nona semana de vida, com 77,1% dos oocistosexcretados pertencentes a essa espécie no pico da infecção por Eimeria. Infecçõesmistas foram comuns e aumentaram com o avançar da idade dos animais, demonstrandoa exposição e desafios a diversas espécies presentes no meio ambiente. Dois dos 27animais (7,4%) excretaram oocistos de Cryptosporidium spp. nas fezes, sendo umcordeiro na terceira semana de idade e outro na quarta semana. A excreção de cistos deG. duodenalis foi detectada pela primeira vez em um cordeiro na 10ª semana após onascimento. A incidência acumulada de G. duodenalis na 10ª, 11ª e 12ª semanas foi de4,5%, 13,0% e 33,3%, respectivamente. A maior ocorrência de infecção por G.duodenalis foi verificada após os cordeiros serem levados para o confinamento. Nãoocorreu nenhum caso de diarréia durante o período experimental. Existiram boascondições ambientais para a esporulação de oocistos de Eimeria spp.Palavras-pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectcordeirospt_BR
dc.subjectEimeria spppt_BR
dc.subjectCryptosporidium spppt_BR
dc.subjectGiardia duodenalispt_BR
dc.subjectsemi-árido do Estado do Rio Grande do Nortept_BR
dc.subject.otherParasitologiapt_BR
dc.subject.otherCryptosporidium Rio Grande do Nortept_BR
dc.subject.otherEimeriapt_BR
dc.subject.otherGiardia Rio Grande do Nortept_BR
dc.subject.otherGiardiapt_BR
dc.titleInfecção natural por Eimeria spp., Cryptosporidium spp. eGiardia duodenalis em cordeiros da raça mestiça Santa Inês,na região semi-árida do Estado do Rio Grande do Norte.Belo Horizonte2009pt_BR
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
disserta__1_..rizia.pdf2.72 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.