Mortes evitáveis no Sistema Único de Saúde na população brasileira, entre 5 e 69 anos, 2000 – 2013

dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorRafaela Magalhães Fernandes Saltarelli
dc.creatorRogério Ruscitto do Prado
dc.creatorRosane Aparecida Monteiro
dc.creatorMárcia Furquim de Almeida
dc.date.accessioned2023-04-04T21:02:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:08Z
dc.date.available2023-04-04T21:02:31Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjectives: To analyze the mortality trend in the Brazilian population aged between 5 and 69 years old, using the "Brazilian List of Causes of Preventable Deaths". Methods: This is an ecological study that uses a time-series analysis of the standardized mortality rate for preventable and unpreventable causes in the period from 2000 to 2013, with corrections for ill-defined causes and the under-reporting of informed deaths. Results: There was a decline in the mortality rate in the Brazilian population aged 5 to 69 due to preventable causes (1.6% per year) and unpreventable causes (1.4% per year), in addition to a decrease among all of the groups of causes of preventable deaths in the period from 2000 - 2013. The study draws attention to the increase in deaths from specific causes such as pneumonia (1.9% per year) and transportation accidents (0.6% per year), as well the stability in the number of deaths from aggression and intentional self-harm. Deaths from noncommunicable diseases fell by 2.2% per year and were highest in the age group of 60 - 69 years old in 2013 (209.9/100,000 inhabitants for ischemic heart disease deaths, 157.2/100,000 inhabitants for cerebrovascular diseases and 116.8/100,000 inhabitants for diabetes). Conclusion: The rates of preventable deaths are still high, especially for noncommunicable diseases and external causes. These causes of death are sensitive to health promotion interventions and, therefore, this study reinforces the need to remain focused on these causes of illness and death, as well as their risk factors.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-549720180008
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51581
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCausas Externas
dc.subjectCausas de Morte
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subjectMortalidade Prematura
dc.subjectDoença Crônica
dc.subject.otherMortes evitáveis
dc.titleMortes evitáveis no Sistema Único de Saúde na população brasileira, entre 5 e 69 anos, 2000 – 2013
dc.title.alternativePreventable deaths within Brazil's Public Health System in a population from 5 to 69 years old, 2000 - 2013
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivos: Analisar a tendência da mortalidade na população brasileira de 5 a 69 anos, utilizando a "Lista Brasileira de Causas de Mortes Evitáveis". Métodos: Trata-se de um estudo ecológico de séries temporais da taxa de mortalidade padronizada por causas evitáveis e não evitáveis no período de 2000 a 2013, com correções para as causas mal definidas e o sub-registro de óbitos informados. Resultados: Evidenciou-se declínio da taxa de mortalidade na população de 5 a 69 anos residente no Brasil por causas evitáveis (1,6% ao ano) e não evitáveis (1,4% ao ano), além de queda em todos os grupos de causas de mortes evitáveis no período 2000 - 2013. O estudo chama atenção para o aumento dos óbitos por causas específicas, como a pneumonia (1,9% ao ano) e os acidentes de transporte (0,6% ao ano), além de estabilidade para óbitos por agressões e lesões autoprovocadas intencionalmente. As mortes por doenças não transmissíveis reduziram 2,2% ao ano e foram mais elevadas na faixa etária de 60 a 69 anos em 2013 (209,9/100.000 hab. para as mortes por doenças isquêmicas do coração; 157,2/100.000 hab. para as doenças cerebrovasculares; e 116,8/100.000 hab. para o diabetes). Conclusão: As taxas de mortes evitáveis ainda são elevadas, principalmente para as doenças não transmissíveis e as causas externas. Essas causas de morte são sensíveis às intervenções de promoção da saúde e, portanto, este estudo reforça a necessidade de manter o foco nessas causas de adoecimento e de morte, além dos seus fatores de risco.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/S89LsQLDvvZTPxyxSkbvNtg/?lang=pt

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