Leishmaniose visceral: implicações epidemiológicas da ausência do diagnóstico sorológico e do recolhimento de cães sororreagentes em Belo Horizonte

dc.creatorLivia Andrade Alves
dc.date.accessioned2019-08-14T18:08:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:01:04Z
dc.date.available2019-08-14T18:08:29Z
dc.date.issued2015-04-22
dc.description.abstractVisceral leishmaniasis has significantly increased its importance in the context of public health in Brazil. This study aimed to evaluate the epidemiological implications of lack of diagnosis and gathering of seropositive dogs in the Sanitary District (DS) east of Belo Horizonte, Minas Gerais. We conducted an observational, descriptive and analytical study on visceral leishmaniasis in that health district. The average prevalence of canine visceral leishmaniasis (CVL) in DS East in the period from 2011 to 2013, was 2.8% with a collection rate of 16 seropositive dogs of 92%. The average absence of diagnosis in 14 areas of regional coverage was 37% (15% - 56%) in 2012 and 31% (18% - 38%) in 2013. The relationship between the lack of diagnosis with Index Vulnerability Health showed that in low-risk areas there is greater risk of dogs not being examined compared to areas of medium, high and very high risk. A risk 1.3-fold was found (p <0.05) for the occurrence of cases of human visceral leishmaniasis (LVH) in the presence of the positive dog. As for the occurrence of LVC found risk of 1.043 (p <0.05) with no diagnosis and a risk of 1.047 (p <0.05) with the nonpayment of seropositive dogs. It was also found that the animals not collected in the years 2011 to 2013 an average of 33.1% were being treated for LVC according veterinary clinical reports, the others are refusals, vaccinated and house closed. Thus, the results suggest that monitoring the number of diagnostic absences by consolidating these data and the non-payment of seropositive dogs is needed to better effectiveness of the control program of visceral leishmaniasis.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-A4MGWS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLeishmaniose visceral Controle
dc.subjectLeishmaniose visceral Diagnóstico
dc.subjectCão Doenças
dc.subjectEpidemiologia
dc.subject.otherEutanásia
dc.subject.otherDiagnóstico
dc.subject.otherLeishmaniose visceral
dc.subject.otherEpidemiologia
dc.subject.otherRisco
dc.subject.otherCães
dc.titleLeishmaniose visceral: implicações epidemiológicas da ausência do diagnóstico sorológico e do recolhimento de cães sororreagentes em Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Danielle Ferreira de Magalhaes
local.contributor.referee1Maria Helena Franco Morais
local.contributor.referee1Pedro Lucio Lithg Pereira
local.contributor.referee1Valdelaine Etelvina Miranda de Araújo
local.description.resumoA leishmaniose visceral tem aumentado significativamente a sua importância no contexto da saúde pública no Brasil. Esse trabalho objetivou avaliar as implicações epidemiológicas da ausência de diagnóstico e de recolhimento de cães sororreagentes no Distrito Sanitário (DS) Leste de Belo Horizonte, Minas Gerais. Realizou-se um estudo observacional, descritivo e analítico, sobre a leishmaniose visceral no referido distrito sanitário. A soroprevalência média da leishmaniose visceral canina (LVC) no DS Leste, no período de 2011 a 2013, foi de 2,8% com uma taxa de recolhimento de cães sororreagentes de 92%. A ausência média de diagnóstico nas 14 áreas de abrangência do distrito foi de 37% (15%- 56%) em 2012 e de 31% (18%- 38%) em 2013. A relação entre a ausência de diagnóstico com o Índice de Vulnerabilidade a Saúde mostrou que em áreas de baixo risco existe maior risco de cães não serem examinados quando comparada às áreas de médio, elevado e muito elevado risco. Foi encontrado um risco de 1,3 vezes (p<0,05) para a ocorrência de casos de leishmaniose visceral humana (LVH) com a presença do cão positivo. Já para a ocorrência de casos de LVC foram encontrados risco de 1,043 (p<0,05) com a ausência de diagnóstico e um risco de 1,047 (p<0,05) com o não recolhimento de cães sororreagentes. Foi verificado também que dos animais não recolhidos nos anos de 2011 a 2013 uma média de 33,1% estavam em tratamento para LVC de acordo com laudos clínicos veterinários, os demais são recusas, animais vacinados e casa fechada. Assim, os resultados sugerem que o acompanhamento do número de ausências de diagnóstico através da consolidação desses dados e do não recolhimento de cães sororreagentes se faz necessário para melhor efetividade do Programa de Controle da Leishmaniose Visceral
local.publisher.initialsUFMG

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