Sobrevida na fibrose pulmonar familiar independe do padrão tomográfico

dc.creatorDeborah dos Reis Estrella
dc.date.accessioned2024-07-17T10:53:12Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:49:00Z
dc.date.available2024-07-17T10:53:12Z
dc.date.issued2019-10-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70793
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFibrose Pulmonar
dc.subjectAnálise de Sobrevida
dc.subjectEstimativa de Kaplan-Meier
dc.subjectDoenças Pulmonares Intersticiais
dc.subjectDispneia
dc.subject.otherfibrose pulmonar familiar
dc.subject.othersobrevida
dc.subject.otherdoenças pulmonares intersticiais
dc.titleSobrevida na fibrose pulmonar familiar independe do padrão tomográfico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Eliane Viana Mancuzo
local.contributor.advisor1Ricardo de Amorim Corrêa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2931887430324877
local.contributor.referee1Rosa Weiss Telles
local.contributor.referee1Carlos Alberto De Castro Pereira
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/0878386656506695
local.description.resumoObjetivos: verificar possíveis fatores relacionados com a progressão e a sobrevida de pacientes com fibrose pulmonar familiar (FPF). Métodos: trata-se de estudo de coorte retrospectivo envolvendo pacientes com diagnóstico de FPF. A classificação do padrão tomográfico seguiu as recomendações das diretrizes da ATS/ERS/JPS/ALAT de 2018. A análise de sobrevida foi estimada pelas curvas de Kaplan-Meyer e calculadas pelo teste de Log- Rank. Foram considerados significativos os valores de p < 0.05. Resultados: Foram incluídos 50 pacientes, com media de idade de 67 ± 8.3 anos, sendo mais frequentes: o sexo feminino (54%), tabagistas (54%), padrão na tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR) do tórax foi consistente com diagnósticos alternativos (76%) e diagnóstico de fibrose pulmonar idiopática (52%). Pacientes com queda ≥ 10% na capacidade vital forçada em porcentagem do previsto (CVF%) tiveram menor sobrevida (p = 0.04). Não houve diferença na sobrevida quando se comparou os padrões apresentados na TCAR de pneumonia intersticial usual (PIU) e não PIU (p = 0.4) e também quando se comparou o diagnóstico final de fibrose pulmonar idiopática com outros diagnósticos (p = 0.5). Conclusões: pacientes com FPF e progressão de doença têm menor sobrevida; e o prognóstico independe do padrão tomográfico e do diagnóstico final.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5182-9749
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto

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