Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde (PNASS) 2015-2016: uma análise sobre os hospitais no Brasil

dc.creatorLenir Aparecida Chaves
dc.creatorDéborah Carvalho Malta
dc.creatorAlzira de Oliveira Jorge
dc.creatorIlka Afonso Reis
dc.creatorGiselle Bianca Tofoli
dc.creatorLetícia Ferreira da Silva Machado
dc.creatorAlaneir de Fátima Santos
dc.creatorEli Iola Gurgel Andrade
dc.date.accessioned2023-04-25T19:38:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:17Z
dc.date.available2023-04-25T19:38:02Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractAim: The present work aims to evaluate the performance of hospitals participating on the National Program for the Evaluation of Health Services (Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde – PNASS, 2015–2016). Methods: This is a descriptive cross-sectional quantitative study, which measured the performance of hospitals participating in the program, using data from the first PNASS 2015–2016 evaluation instrument. The processes evaluation questionnaire used in hospitals had 102 items, 17 criteria, grouped into four blocks or dimensions. Results: A total of 1,681 hospitals was evaluated. The average score for each block was: Organizational management (64); technical and logistical support for care provision (73); health care and care management (64); specific services/units (72). Regarding the administrative sphere, the best average performance was of the federal sphere, followed by the state and municipal ones. The hospitals located in the Southern and Southeastern regions presented the best performance (73), followed by the Midwestern (62.7), Northeastern (61.2), and Northern (58.5) regions. Conclusion: The hospitals that perform highly complex procedures, just like those large and special ones, obtained a better performance. Public federal hospitals, with municipal management, also had the best results, as well as hospitals from the Southern and Southwestern regions of the country.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-549720210002
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52467
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAvaliação em saúde
dc.subjectQualidade da assistência à saúde
dc.subjectAdministração de serviços de saúde
dc.subjectPlanejamento hospitalar
dc.subjectBrasil
dc.subject.otherAvaliação em saúde
dc.subject.otherQualidade da assistência à saúde
dc.subject.otherAdministração de serviços de saúde
dc.subject.otherPlanejamento hospitalar
dc.titlePrograma Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde (PNASS) 2015-2016: uma análise sobre os hospitais no Brasil
dc.title.alternativeNational Program for the Evaluation of Health Services (PNASS) 2015- 2016: an analysis on Brazil’s hospitals
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume24
local.description.resumoObjetivo: O estudo tem como objetivo avaliar o desempenho dos hospitais que participaram do Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde (PNASS 2015–2016). Métodos: Estudo descritivo transversal quantitativo, que buscou mensurar o desempenho dos hospitais que participaram do programa com base nos dados do primeiro instrumento avaliativo do PNASS 2015–2016. O questionário de avaliação de processos aplicado aos hospitais contou com 102 itens, 17 critérios, agrupados em quatro blocos ou dimensões. Resultados: Participaram 1.681 hospitais. O escore médio por bloco foi: gestão organizacional (64), apoio técnico e logístico para produção de cuidado (73), gestão da atenção à saúde e do cuidado (64) e serviços/unidades específicas (72). Com relação à esfera administrativa, o melhor desempenho médio foi obtido pela esfera federal, seguido da estadual e da municipal. Os hospitais localizados no Sul e Sudeste obtiveram o melhor desempenho (73,0), seguido do Centro-Oeste (62,7), Nordeste (61,2) e Norte (58,5). Conclusão: Os hospitais que realizam procedimentos de alta complexidade, assim como os de grande porte e especiais, obtiveram melhor desempenho. Hospitais públicos federais, de gestão municipal, também alcançaram os melhores resultados, bem como os hospitais do Sul e Sudeste do país.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8702-7270
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1366-1732
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7199-8590
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8775-6905
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4502-130X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7674-0449
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0206-2462
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/YjGx8RCSJgcnJJ8dzZYjvbd/?lang=pt

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