A quem pertence o aftermarket automotivo?: práticas anticompetitivas no mercado de reparação veicular brasileiro uma reflexão crítica sobre a jurisprudência do CADE

dc.creatorDiogo Lucas Martins
dc.date.accessioned2019-08-14T06:21:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:52Z
dc.date.available2019-08-14T06:21:35Z
dc.date.issued2017-08-21
dc.description.abstractThe purpose of this study is to reflect on some business practices performed by the Brazilian automotive aftermarket agents and their impacts on competition. The industry under analysis involves a range of relevant markets. In order to delimitate this study, we decided to frame two aspects: (i) the market of automotive parts for repair (the aftermarket, responsible for most of the practices); and (ii) the market of equipment designed to meet the demand of vehicle repairers. The methodological approach is based on the Competition Law, through the examination of three possible practices that may affect free competition in the sector, namely (i) cartel practices complaints involving manufacturers of auto parts; (ii) effects that may arise from vertical restraints of the relationship between automakers and car dealerships in the replacement of original parts; (iii) eventual abuse of intellectual property rights that may result in import barriers for automotive replacement parts. For each practice presented, the decisions of the Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE (Administrative Council for Economic Defense) will be analyzed. Cases involving business practices and its damages or benefits for certain agents that make up the automotive aftermarket chain will be examined. The international experience, especially the European and the North American, will be examined in order to understand such practices and to verify how the vehicle repair sector has reacted to abusive and anticompetitive practices, while seeking solutions and reflections for the Brazilian cases.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AYSNFR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDireito econômico
dc.subjectDireito antitruste
dc.subjectConselho Administrativo de Defesa Economica (Brasil)
dc.subjectConcorrência
dc.subjectMercado automobilístico
dc.subject.otherDireito econômico
dc.subject.otherCondutas anticompetitivas
dc.subject.otherDireito antitruste
dc.subject.otherMercado automobilístico
dc.subject.otherPropriedade intelectual
dc.titleA quem pertence o aftermarket automotivo?: práticas anticompetitivas no mercado de reparação veicular brasileiro uma reflexão crítica sobre a jurisprudência do CADE
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Amanda Flavio de Oliveira
local.contributor.referee1Marcelo Andrade Feres
local.contributor.referee1Leandro Novais e Silva
local.description.resumoO presente estudo tem por escopo refletir sobre algumas condutas empresariais praticadas pelos agentes que compõem o mercado secundário automotivo brasileiro (denominado aftermarket automotivo) e seus respectivos impactos concorrenciais. O setor em análise envolve uma gama de mercados relevantes. Para fins de delimitação do estudo, optou-se por proceder a dois recortes: (i) o mercado de autopeças utilizadas na reparação (mercado de reposição, responsável pela maior parte das condutas); e (ii) o mercado de equipamentos destinados a suprir as necessidades dos reparadores dos veículos. O recorte metodológico se dá sob a ótica do Direito da Concorrência, a partir do exame de três possíveis condutas que podem afetar a livre concorrência no setor, a saber: (i) denúncias de cartelização envolvendo fabricantes de autopeças; (ii) efeitos que podem advir de restrições verticais da relação entre montadoras e concessionárias na reposição de peças originais; (iii) eventuais abusos de direitos de propriedade intelectual que podem resultar em barreiras à entrada de peças de reposição. Para cada conduta apresentada, serão analisadas decisões proferidas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a respeito do tema. Também serão examinados casos envolvendo condutas empresariais e seus consequentes prejuízos ou benefícios para determinados agentes que compõem a cadeia do aftermarket automotivo. A experiência internacional, sobretudo a europeia e a norte-americana, será utilizada na compreensão de tais práticas e verificação sobre como o setor de reparação tem reagido às práticas abusivas e anticoncorrenciais denunciadas, a fim de buscar soluções e reflexões para os casos brasileiros.
local.publisher.initialsUFMG

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