Análise da eficiência técnica em cooperativas de crédito com base em operação e risco

dc.creatorLetícia Luanda Maia
dc.creatorLua Syrma Zaniah Santos
dc.creatorRauf Rodrigues Soares
dc.creatorAna Lúcia Miranda Lopes
dc.creatorValéria Gama Fully Bressan
dc.date.accessioned2025-06-27T13:37:20Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:59:05Z
dc.date.available2025-06-27T13:37:20Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe credit union sector has singular importance to society, promoting the application of private resources and taking risks in favor of the community in which it develops. With the advent of Conselho Monetário Nacional (CMN) resolution 4,434 / 2015, credit union began to be classified according to their operations and risk in three categories: classic, full and capital and loan. Due to the economic and financial growth and the volume of credit offered by Brazilian cooperatives, it is of interest to the market and the academic area to evaluate the performance of this sector. In this sense, the general objective of this study is to verify if there are differences of technical efficiency among the credit cooperatives belonging to each category. The Brazilian credit cooperatives of the southeast were analyzed in the period of 2016 and 2017. The DEA model was applied in two groups: the first with classic and full cooperatives and the second only the capital and loan cooperatives. Subsequently, a mean test was performed to verify if there was a statistical difference between the efficiency scores. The results showed that the cooperatives presented high average values of scores, being predominantly efficient in the first group, classified as classic, and in the second, the independent ones. However, the institutions that were classified as 100% efficient represent less than half of the cooperatives studied, for both groups. Regarding the comparison among the three categories, the classic cooperatives had lower scores, and these represent the majority of the existing cooperatives.
dc.identifier.doidoi.org/10.4025/enfoque.v39i2.45808
dc.identifier.issn1984-882X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83201
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Enfoque: Reflexão Contábil (RERC)
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCooperativas de crédito
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subject.otherEficiência técnica
dc.subject.otherCooperativas de crédito
dc.subject.otherData Envelopment Analysis (DEA)
dc.titleAnálise da eficiência técnica em cooperativas de crédito com base em operação e risco
dc.title.alternativeAnalysis of technical efficiency in credit cooperative based on operation and risk
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage78
local.citation.issue2
local.citation.spage59
local.citation.volume39
local.description.resumoO setor cooperativo de crédito é de singular importância para a sociedade, promovendo a aplicação de recursos privados e assumindo os riscos em favor da própria comunidade na qual se desenvolve. Com o advento da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4.434/2015, as cooperativas passaram a ser classificadas a partir de suas operações e risco em três categorias: clássicas, plenas e de capital e empréstimo. Em virtude do crescimento econômico e financeiro e do volume de crédito oferecido pelas cooperativas brasileiras, é de interesse do mercado e da área acadêmica avaliar o desempenho desse setor. Nesse sentido, o objetivo geral deste estudo consiste em verificar se há diferenças de eficiência técnica entre as cooperativas de crédito pertencentes a cada categoria. Foram analisadas as cooperativas de crédito brasileiras do sudeste no período de 2016 e 2017. Aplicou-se o modelo de DEA em dois grupos: o primeiro com cooperativas clássicas e plenas e o segundo apenas as de capital e empréstimo. Posteriormente, realizou-se um teste de média para verificar se há diferença estatística entre os scores de eficiência. Os resultados apontaram que as cooperativas apresentaram altos valores médios de scores, sendo predominantemente eficientes no primeiro grupo as classificadas como clássicas e, no segundo, as independentes. Contudo, as instituições que foram classificadas como 100% eficientes representam menos da metade das cooperativas estudadas, para ambos os grupos. Em relação à comparação dentre as três categorias, as cooperativas clássicas apresentaram menores scores, sendo que estas representam a maioria das cooperativas existentes.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Enfoque/article/view/45808

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