Estudo comparativo da técnica de Harrington com a de Roy-Camille no tratamento da fratura da coluna do tipo explosão em T12 L1 L2,

dc.creatorEnguer Beraldo Garcia
dc.date.accessioned2019-08-10T18:56:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:50Z
dc.date.available2019-08-10T18:56:29Z
dc.date.issued2001-06-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AP6PCC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCirurgia geral
dc.subjectColuna vertebral
dc.subjectOrtopedia
dc.subjectTraumatismos da medula espinal
dc.subjectFraturas da coluna vertebral/cirurgia
dc.subjectMedula espinhal
dc.subjectFixação interna de fraturas
dc.subjectCirurgia
dc.subject.otherCiências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia
dc.titleEstudo comparativo da técnica de Harrington com a de Roy-Camille no tratamento da fratura da coluna do tipo explosão em T12 L1 L2,
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Luiz Gonzaga Pimenta
local.contributor.advisor1Alcino Lazaro da Silva
local.contributor.referee1Karlos Celso de Mesquita
local.contributor.referee1Paulo Henrique Murtinho Couto
local.contributor.referee1Fernando Milton da Cunha
local.contributor.referee1Márcio Ibrahim de Carvalho
local.description.resumoRealizou-se um estudo retrospectivo e comparativo dos resultados obtidos em 63 pacientes, que sofreram fratura da coluna do tipo explosão, em T12,L1 e L2, atendidos no período de 1990 a 1998, na Santa Casa de Belo Horizonte, dos quais 34 foram tratados pela técnica de Harrington no início da década de 90 e 29 receberam a fixação de Roy-Camille no restante do período referido. Em 47 casos houve indicação de descompressão neurológica, sendo que 21 submeteram-se à hemicorporectomia vertebral e 26 à laminectomia para acesso à descompressão póstero-lateral. Os 15 restantes submeteram-se apenas a redução, fixação e artrodese. Foram avaliados os resultados dos dados do pré-operatório, após a redução e na última avaliação, referentes à cifose, escoliose, estenose do canal, perda de altura do corpo vertebral, perda de espaço discal, ângulo de acunhamento vertebral, índice motor, escala de Frankel, retorno ao trabalho, parecer do médico assistente, opinião do paciente e analizou-se também as complicações. Os estudos bioestatísticos, entre as duas técnicas aplicadas nas fraturas, mostraram que as opções são satisfatórias, os resultados obtidos nas correções e manutenções foram muito positivos, sem predominância significante de uma instrumentação sobre a outra.
local.publisher.initialsUFMG

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