Identificação de componente cardiotóxico do veneno da serpente Micrurus surinamensis

dc.creatorSilvio Rincon Filho
dc.date.accessioned2021-11-19T11:16:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:03:06Z
dc.date.available2021-11-19T11:16:36Z
dc.date.issued2020-08-04
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38685
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSerpentes
dc.subjectVenenos de serpentes
dc.subjectCardiotoxicidade
dc.subject.otherCardiotoxicidade
dc.subject.otherCaracterização
dc.subject.otherLectina tipo-C
dc.subject.otherVeneno
dc.titleIdentificação de componente cardiotóxico do veneno da serpente Micrurus surinamensis
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Delfin Chávez Olórtegui
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9104198360189577
local.contributor.referee1Marília Martins Melo
local.contributor.referee1Miriam Chaves Schultz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1146571629905161
local.description.resumoIntrodução: O envenenamento pela serpente Micrurus surinamensis é bem descrito por sua neurotoxicidade. O quadro neurotóxico evidenciado em indivíduos envenenados se dá pela predominância de toxinas do grupo three-finger toxins (3FTx) e fosfolipases do tipo A2 (PLA2). Recentemente, foi observada em estudo com cobaias, a capacidade cardiotóxica deste veneno. Objetivo: O foco deste trabalho foi purificar uma toxina com potencial cardiotoxicidade. Metodologia: Para isto, foram realizadas três diferentes cromatografias partindo do veneno total, analisando o perfil proteico por SDS-PAGE e identificando as frações cardiotóxicas por ensaio de viabilidade celular em cardiomioblastos (linhagem H9c2) entre cada etapa cromatográfica. A fração mais homogênea que apresentou cardiotoxicidade foi submetida a sequenciamento manual. Resultados: Diferentes frações apresentaram atividade, sendo uma destas frações composta por uma lectina do tipo-C de serpente (LTC). Frente à exposição da H9c2 à LTC purificada, a concentração efetiva capaz de levar a redução da viabilidade celular em 50% (EC50) foi de 9.8µg/mL. Além disso, as células incubadas com esta cardiotoxina formam agregados celulares, o que indica que ligações cruzadas estão sendo formadas e, possivelmente, essa LTC se trata de uma lectina do tipo-C que mantêm os motivos de ligação à carboidratos. Conclusão: Determinou-se que diferentes constituintes presentes no veneno de Micrurus surinamensis apresentam potencial cardiotóxico, sendo um destes uma LTC
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Bioquímica e Imunologia

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