"Natura est Deus in rebus": a filosofia da natureza de Giordano Bruno e a ideia de mínimo

dc.creatorWillian Ricardo dos Santos
dc.date.accessioned2020-05-07T16:41:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:06:39Z
dc.date.available2020-05-07T16:41:26Z
dc.date.issued2019-06-25
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33373
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherCosmologia
dc.subject.otherOntologia
dc.subject.otherAtomismo
dc.subject.otherRenascimento
dc.title"Natura est Deus in rebus": a filosofia da natureza de Giordano Bruno e a ideia de mínimo
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Newton Bignotto de Souza
local.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781024Y5&tokenCaptchar=03AERD8XqUt_YzycgZ5D9Pc19L9_UYFYVH36r7FEE_vhKXJZu480-RGoEtQgy_ERfygj0fZyBJnXZVtEbwQL2QM1u7GO6i7AJQUWJZ3Us8_v6E0BRseOHIYvyEsTPp9zGNrPvUOik3ToB2G4a6ZBMU8XOg_W9lwFdHpYSwhtr54Ds-rtuXGwwEbxJEm3NKWCpM_jxDgvRjR10zu7k_285E5ga7fPWhK2r4ewSqRwvHXupjIoRT1f9Z1zKPdLQ9ey9kp-FzQNhK_q5jJD8BtCuTI3heqmSLdfZ5FM42gWkgnsRfBjsp4ULgTTqKAHSJaiAeGSG-haaqgFFfiWuWHAtJqJY1KhwTNorDB8-zTB-owI34hRinyTKbU-rZM6AxKVgjNxk2MebolDcLHUAhwYBJglT8t0xhGbB3FB01LExuKorIW_lai5o2ng7IyRMEaZ1yX-bBHckGKTHw8mtE288CJ-6POjIfiykqww
local.contributor.referee1Newton Bignotto de Souza
local.contributor.referee1Fernando Eduardo de Barros Rey Puentes
local.contributor.referee1José Raimundo Maia Neto
local.contributor.referee1Luiz Carlos Bombassaro
local.contributor.referee1Marco Matteoli
local.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4439691E0&tokenCaptchar=03AERD8XrZnI2xIRwoM_vgSWdN6cv_zCplK7sOL_rquUURcLOLsPWbnbDT4e6cc94oI0Tu1qCeoxreU74cs-cNFbcscB_dSb3B6HNqW8VYA6WKWFDAvlS2WV0qgOENkTV_j9ZZoZWAe7zQve_4WF8QKJIiJf21er8cZs4rMd0-Y57ld84ZnDcfcua9hQtxpjd7pUK5bauPUmTikwg8ksvAvi5PGJH0TD9zpbbyw80i5IdhuqoMljAU_vF4ssvol6bRECT8LY22x7x4zDEYcxTh1AEtPJGNgPXnhOHxOOdnin19kdnLWEz6AN3LOCqroj9m8cz7zM-b-2Z3WodtrpLJIMe1B05VAQsLZbD_kZumrvPllSDiFO8YeOx52DHzIgXL3SNgCABBafVTnnahVEkx9DKKH9WJQt7SnOS3-We7uOCSmkqYHy2C1XvHDCgMYxjb027Iydx_CeQrCQ4BoVVb9Rr3IZm1vadvzg
local.description.resumoA tese de um espaço tridimensional, infinito, homogêneo e preenchido com infinitos sistemas planetários heliocêntricos e éter é a ideia mais inovadora defendida pelo filósofo italiano Giordano Bruno (1548-1600). A importância desta teoria pode ser medida pela sua ampla repercussão na Revolução Cosmológica dos séculos XVI e XVII. Mas também pelas suas implicações antropológicas, religiosas e políticas, visto que ela reavalia a posição do homem no mundo e seus modos de se relacionar com a natureza e com Deus. Além disto, Bruno defende que os corpos são constituídos por átomos, antecipando assim as discussões da modernidade não apenas no que se refere ao máximo, mas também ao mínimo físico. Os estudiosos já demonstraram que a tese do universo infinito se fundamenta no chamado princípio de plenitude, no entanto, quanto ao mínimo físico, não é de todo claro qual a razão para defendê-lo, e quais são suas conexões com a tese cosmológica. Entendemos que os átomos seriam as primeiras partes do universo, mas por que precisamos supor isto ao invés de admitir a divisão contínua dos corpos? Com frequência busca-se por explicações nas filosofias que influenciaram o pensamento de Bruno, tais como o epicurismo, o pitagorismo e até mesmo a filosofia de Nicolau de Cusa. Não obstante, consideramos ser mais apropriado investigar suas razões internas do que reduzi-las às suas fontes históricas. Posto isto, colocamos as seguintes perguntas: quais são as motivações e os fundamentos teóricos da tese bruniana do mínimo? Existe alguma conexão entre esta teoria e sua cosmologia infinitista? Se sim, então o que isto revela sobre o papel de Bruno para o surgimento do pensamento moderno? Para responder a tais perguntas investigamos a possibilidade do princípio de plenitude também ser o fundamento teórico para o atomismo, e ser justamente este o elo entre o máximo e o mínimo. Ao fim, deverá ficar claro que em ambos os casos Bruno está seguindo sua concepção naturalista. Ele está determinado a retirar a natureza de uma depreciada posição ontológica em relação à causa primeira para elevá-la ao estatuto de unigenita natura: a mais perfeita e concreta atualização de Deus nas coisas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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