A química nos primórdios de Belo Horizonte: sujeitos e instituições pioneiras na capital mineira

dc.creatorRodrigo Régis Campos Silva
dc.creatorLuiz Cláudio de Almeida Barbosa
dc.creatorCarlos Alberto Lombardi Filgueiras
dc.date.accessioned2026-02-25T17:43:58Z
dc.date.issued2024-12-23
dc.description.abstractIn this article we discuss the initial activities related to chemistry and its various applications in the early years of Belo Horizonte, mentioning its actors and institutions.The aim was to build an understanding of the development of its technical aspects in the early days of the city, since its foundation in 1897 as the new capital of Minas Gerais. The historiographical analysis spans the time from 1893, when the village of Curral del Rei was chosen as the site for the new capital until 1912, when the German chemist Alfred Schaeffer became the main reference in Chemistry in the city, as the Director of the State Chemical Analysis Laboratory. Varied sources were used to describe this trajectory: the reports of the Commission of Study of the Localities for the New Capital and the Commission for the Construction of the New Capital, as well as reports by the first mayors, yearbooks, almanacs and periodicals of the time. Through the chemical analysis of the waters of the site, their quality was approved to host the future capital. In the first years of the new city several novelties appeared, such as the production of pharmaceutical formulations, reducing the need for imports, as well as food and personal hygiene products. From 1911, with the arrival of the renowned German chemist Alfred Schaeffer and the establishment of a laboratory with equipment brought from Germany, chemical analyses of various samples were undertaken, such those of water, milk and minerals.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.30612/rehr.v20i38.19045
dc.identifier.issn1981-2434
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1775
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Eletrônica História em Reflexão
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectQuímica - História
dc.subjectMinas Gerais
dc.subjectBelo Horizonte
dc.subjectHistoriografia
dc.subjectFarmácia
dc.subject.otherQuímica do século XIX tardio
dc.subject.otherQuímica numa nova cidade
dc.subject.otherPrimórdios de Belo Horizonte.
dc.titleA química nos primórdios de Belo Horizonte: sujeitos e instituições pioneiras na capital mineira
dc.title.alternativeThe chemistry in the early days of Belo Horizonte: pioneering subjects and institutions in the new capital of Minas
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage405
local.citation.issue38
local.citation.spage376
local.citation.volume20
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4690988851462381
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0234920940703210
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0332057573470620
local.description.resumoNeste artigo são abordadas as primeiras atividades relacionadas ao desenvolvimento de uma Química empírica e suas diversas aplicações nos anos iniciais de Belo Horizonte, mencionando os seus protagonistas e instituições. Buscou-se construir uma compreensão do percurso e desenvolvimento dessas técnicas nos primórdios da cidade, que desde a sua inauguração, em 1897, já detinha o status de capital de Minas Gerais. A análise historiográfica abrange desde os tempos de Curral del Rei, arraial escolhido como a localidade para sediar a nova capital em 1893, até o ano de 1912, quando o químico alemão Alfred Schaeffer se consolidou como a principal referência da Química na cidade, dirigindo o Laboratório de Análises Químicas do Estado. Foram utilizadas as mais variadas fontes para escrever esta trajetória: os relatórios da Comissão de Estudo das Localidades para a Nova Capital e da Comissão Construtora da Nova Capital, relatórios dos primeiros prefeitos, além de anuários, almanaques e periódicos da época. Por meio das análises químicas das águas da localidade, confirmou-se sua qualidade para sediar a futura capital. Nos primeiros anos de uma Belo Horizonte recém-inaugurada, formulações farmacêuticas diversas começaram a ser produzidas, diminuindo a necessidade de importação dos produtos congêneres, o mesmo acontecendo com alimentos e materiais de higiene pessoal. A partir de 1911, com a chegada de Alfred Schaeffer e a montagem de um laboratório com equipamentos trazidos da Alemanha, começaram as análises químicas de diversas amostras, como águas minerais e de abastecimento, leite e minérios.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0007-0011-7363
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5395-9608
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9347-797X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS
local.url.externahttps://ojs.ufgd.edu.br/historiaemreflexao/article/view/19045

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