Adequação cultural de instrumentos da área das ciências da saúde: estudo de aplicação no escopo de um protótipo orientado para a interação entre profissionais e usuários do sistema de saúde

dc.creatorAdriana Silvina Pagano
dc.creatorKícila Ferreguetti
dc.creatorJúlia Santos Nunes Rodrigues
dc.date.accessioned2025-07-04T20:13:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:53:25Z
dc.date.available2025-07-04T20:13:58Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.isbn9788577583010
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83344
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSimpósio Internacional sobre Análise do Discurso
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectLinguística funcional
dc.subjectCiências da saúde - Questionarios
dc.subjectAnálise do discurso
dc.subject.otherAbordagem discursiva
dc.subject.otherAdequação cultural de questionários da área das Ciências da Saúde
dc.subject.otherLinguística Sistêmico-Funcional
dc.titleAdequação cultural de instrumentos da área das ciências da saúde: estudo de aplicação no escopo de um protótipo orientado para a interação entre profissionais e usuários do sistema de saúde
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage12
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.description.resumoA tradução e adaptação cultural de instrumentos destinados a mensurações e avaliações na área da saúde constitui procedimento padronizado abrangendo etapas que visam garantir a equivalência de conteúdo dos textos originais e traduzidos – elaboração de versão inicial por tradutores independentes, compilação de versão síntese, retrotradução (back-translation), revisão, avaliação por comitê de especialistas e fase de pré-testes com o público alvo (BEATON; BOMBARDIER, et al., 2000; WILD; GROVE, et al., 2005). Pela sua afiliação disciplinar às ciências da saúde, a metodologia desconhece aspectos relevantes da linguagem em uso, tendo-se em vista que os instrumentos traduzidos são produzidos como textos escritos que, na sua aplicação, são utilizados em interações orais nas quais se verifica uma relação de desigualdade entre aplicadores e público alvo (ROSAL et al., 2003;2004). O projeto Empoder@, uma parceria entre a Escola de Enfermagem, a Faculdade de Letras e o Departamento de Estatística da UFMG, desenvolveu um protótipo conceitual e metodológico interdisciplinar para avaliação de intervenções orientadas ao autocuidado em diabetes. Esse protótipo foi testado na tradução do Diabetes Empowerment Scale - Short Form (DES-SF) (ANDERSON et al., 2003) para sua utilização com usuários do Sistema Único de Saúde em municípios do Estado de Minas Gerais. O protótipo prevê uma etapa de adequação cultural para garantir que os instrumentos traduzidos guiem de forma bem-sucedida a prática dos profissionais em sua interação face-a-face ou mediada por computador com usuários do sistema de saúde, principalmente dada a natureza das trocas entre falantes que possuem um repertório discursivo distinto daqueles que estão vinculados ao discurso da ciência. Esta comunicação apresenta a configuração do protótipo desenvolvido e os resultados obtidos em sua aplicação à adequação cultural do Diabetes Empowerment Scale - Short Form. A abordagem discursiva que norteou esse desenvolvimento esteve pautada pelos princípios da teoria sistêmico-funcional (HALLIDAY; MATTHIESSEN, 2014) no escopo de uma linguística com potencial de aplicação, conforme definida por Halliday (1985) e Matthiessen (2011).
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3150-3503
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1919-0073
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7673-1833
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://a39f6f57-0353-41f7-861d-38ed828e9e95.filesusr.com/ugd/0bea23_9a493c6e68db4ccb9f7dc678851387c1.pdf

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