Humanização no acolhimento às gestantes atendidas no HUPAA-AL, com enfoque na orientação do fluxo de atenção à saúde no município de Maceió
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
A gestação é um fenômeno fisiológico e deve ser vista pelas gestantes e equipes de
saúde como parte de uma experiência de vida saudável envolvendo mudanças
dinâmicas do ponto de vista físico, social e emocional, no entanto, há uma parcela
pequena de gestantes que, por serem portadoras de alguma doença, sofrerem
algum agravo ou desenvolverem problemas, apresentam maiores probabilidades de
evolução desfavorável, tanto para o feto como para a mãe, sendo considerada
gestação de alto risco. As gestantes podem ser consideradas de baixo risco quando
não houver necessidade de se utilizar alta densidade tecnológica em saúde e nos
casos em que a morbidade e a mortalidade materna e perinatal são iguais ou
menores do que as da população em geral. A grande maioria das gestantes
enquadra-se como de risco habitual e deve ser acompanhada no pré-natal de baixo
risco na própria atenção básica. É imprescindível tanto a assistência pré-natal
quanto a garantia de uma rede de cuidados, reforçando o direito de que toda
gestante tem ao acesso ao atendimento digno e de qualidade no decorrer da
gestação, parto e puerpério, bem como assegurado o acesso à maternidade em que
será atendida no momento do parto. O presente projeto de intervenção foi realizado
na Maternidade Professor Mariano Teixeira, de referência para alto risco, inserida no
Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, que é uma instituição pública e que
atende exclusivamente pelo SUS. O objetivo foi: orientar as gestantes que são
atendidas no Acolhimento do setor de urgência e emergência da maternidade do HU
sobre o que é gestação de risco habitual, alto risco e quanto ao fluxo da rede de
atenção à saúde no município de Maceió. Metodologia: trata-se de um projeto de
intervenção realizado no setor de Acolhimento e Classificação de Risco da
maternidade, envolvendo a equipe de enfermagem deste setor e as gestantes nele
atendidas. Como estratégias metodológicas o projeto foi dividido em seis etapas: a
primeira foi uma reunião com a chefia para apresentação do projeto e busca por
apoio; a segunda foi a realização de rodas de conversas com a equipe de
enfermagem na busca por atores; a terceira foi a construção de um banner ou
folheto informativo que será utilizado como instrumento na orientação das gestantes;
a quarta etapa será propor a equipe a confecção de um formulário para contra
referência, onde conterá informações sobre o atendimento da mesma na
maternidade ao tempo que solicitará inclusão ou continuidade da assistência na
Atenção Básica, para possível aprovação e apoio da chefia do setor; a quinta etapa
será o projeto em ação e a sexta a avaliação que acontecerá mensalmente com a
avaliação de indicadores da Rede Cegonha. Monitoramento e avaliação: será
realizada avaliação dos indicadores da Rede Cegonha como o número de gestantes
encaminhadas via CORA e porcentagem de partos de risco habitual realizados no
hospital. Esses dados serão avaliados mensalmente, 6 a 9 meses após ser iniciada
a quinta etapa, como forma de monitorar e avaliar os resultados das ações.
Resultados: Os resultados foram parcialmente alcançados, conseguiu-se o apoio da
gestão para a realização do projeto e a colaboração dos enfermeiros do Acolhimento
que já começaram o trabalho de sensibilização das gestantes mesmo sem os
panfletos, que ainda estão em processo de confecção.
Abstract
Assunto
Humanização da assistência, Acolhimento, Serviços de saúde, Gestantes
Palavras-chave
Humanização, Acolhimento., Rede prestadora de serviços de saúde