Cultura de polícia: cultura e atitudes ocupacionais entre policiais militares em Belo Horizonte

dc.creatorAlmir de Oliveira Junior
dc.date.accessioned2019-08-13T04:41:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:22:10Z
dc.date.available2019-08-13T04:41:25Z
dc.date.issued2007-06-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-7FFJV7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTFAFICH 300 O48c 2007 18
dc.subject.otherPolicia
dc.subject.otherMilitares
dc.titleCultura de polícia: cultura e atitudes ocupacionais entre policiais militares em Belo Horizonte
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Jacqueline de Oliveira Muniz
local.contributor.referee1Corinne Davis Rodrigues
local.contributor.referee1Joana Domingues Vargas
local.contributor.referee1Guaracy Mingardi
local.description.resumoO presente trabalho focaliza atitudes de policiais militares atuantes na cidade de Belo Horizonte, contextualizadas dentro de sua própria cultura organizacional. No primeiro capítulo se realiza uma discussão sobre a utilização do conceito de cultura na teoria sociológica. Depois de demonstrar a polissemia do termo, definese a cultura como um processo dinâmico de elaboração de sentido para orientar ejustificar posturas e ações de indivíduos concretos, cercados por regras e objetivos institucionais que devem ser interpretados. Já a cultura organizacional é definida como um conjunto limitado de mapas cognitivos apreendidos dentro da organização, utilizada como instrumental expressivo pelos indivíduos que dela participam, ao mesmo tempo em que lhes impõe certos limites à percepção eatuação. No segundo capítulo se realiza uma discussão sobre a definição de polícia e se delineia traços gerais da cultura policial. Neste capítulo também se faz um breve relato histórico sobre o surgimento da polícia no Brasil e seu desenvolvimento em Minas Gerais. No terceiro capítulo se fala sobre as duas fontes de dados utilizadas na tese: uma quantitativa e a outra qualitativa. A base quantitativa é utilizada no quarto capítulo para demonstrar como a cultura policial não é única dentro de um mesmo âmbito organizacional, apresentando divisões que não se devem a diferenças meramente individuais e subjetivas, mas a fatoresque permitem a construção de tipificações. Estas, por suas vez, podem ser articuladas de maneira lógica, erigindo um quadro compreensível e empiricamente testável para interpretação da pluralidade intra-organizacional da cultura policial. Complementando o estudo, no quinto capítulo se utiliza o material qualitativo para analisar a cultura policial dentro do contexto de implementação do policiamentocomunitário.
local.publisher.initialsUFMG

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