Predição de sintomas comportamentais em crianças e adolescentes submetidos à mudanças climáticas extremas

dc.creatorAna Paula Oliveira Rodrigues Gandra
dc.date.accessioned2022-08-17T16:52:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:39Z
dc.date.available2022-08-17T16:52:47Z
dc.date.issued2020-08-04
dc.description.abstractIntroduction: The most frequent and important natural disasters throughout the world are floods and droughts. Evidence reveals a significant percentage of children and adolescents directly exposed to disasters and who exhibit reactions to stress, which can interfere with functioning and contribute to disorders in this population. Objectives: To analyze the trajectory of internalizing and externalizing symptoms in children and adolescents exposed to extreme climatic conditions. Methods: 79 participants aged 6 to 18 years exposed to flood and drought conditions were assessed for their behavioral trajectories in two timepoints: at the immediate aftermath of the flood/drought and fifteen months apart from the first evaluation. Results: The groups were similar in terms of education, socioeconomic status and gender distribution. Post-traumatic stress scores were equivalent between groups in the assessment at time 1 (in the experience of the incident). The children in the flood group were younger and showed a significant improvement in internalizing problems over time. In the second moment of evaluation (approximately 15 months after the event), there was stability of the posttraumatic stress score (p> 0.999), internalizing symptoms (p = 0.092) and externalizing symptoms (X2 (1, N = 79) = 2.76, p = 0.251). About the subgroups, the only difference that reached significance (p <0.05) in the proportion of individuals was found in the internalizing symptoms, with children from the drought condition showing a higher frequency of worsening of the symptoms over time when compared to children from the flood condition. Conclusion: Climatic events over time seem to promote impacts on the mental health of children and adolescents in a comparable and even similar way, however the drought event due to its own characteristic of chronicity seems to result in increasing symptomatology of internalizing symptoms.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44325
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesastres Naturais
dc.subjectSecas
dc.subjectInundações
dc.subjectTranstornos de Estresse Pós-Traumáticos
dc.subjectCriança
dc.subjectAdolescente
dc.subject.otherDesastres naturais
dc.subject.otherSecas
dc.subject.otherTrajetórias
dc.subject.otherEstresse pós-traumático
dc.subject.otherCrianças
dc.subject.otherAdolescentes
dc.subject.otherInundações
dc.titlePredição de sintomas comportamentais em crianças e adolescentes submetidos à mudanças climáticas extremas
dc.title.alternativeBehavioral prediction symptoms in children and adolescents submitted to extreme climate change
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1António Marcos Alvim Soares Júnior
local.contributor.advisor-co1Danielle de Souza Costa
local.contributor.advisor1Débora Marques de Miranda
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7199755730477708
local.contributor.referee1Leandro Fernandes Malloy Diniz
local.contributor.referee1Rodrigo Nicolato
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3983126543165794
local.description.resumoIntrodução: Os mais frequentes desastres naturais ao longo do mundo são as inundações e secas. As evidências revelam uma porcentagem significativa de crianças e adolescentes diretamente expostas aos desastres e que podem exibir reações ao estresse, podendo interferir no funcionamento e contribuir para presença de transtornos nessa população. Objetivos: Analisar trajetória de sintomas internalizantes e externalizantes em crianças e adolescentes submetidas a condições climáticas extremas. Métodos: 79 participantes de 6 a 18 anos expostos a condições de inundação e seca foram avaliados quanto às suas trajetórias de comportamento quarenta dias após o pico de uma inundação e durante o curso de um evento de seca. Para o acompanhamento prospectivo, a segunda avaliação ocorreu após 14 meses para o grupo inundação e após 17 meses para o da seca. Resultados: Os grupos foram semelhantes quanto à escolaridade, nível socioeconômico e distribuição por sexo. Os escores de estresse pós-traumático foram equivalentes entre os grupos na avaliação no tempo 1 (na vivência do incidente). As crianças do grupo de inundação eram mais jovens e apresentaram expressiva melhora dos problemas de internalizantes ao longo do tempo. No segundo momento de avaliação, observou-se estabilidade do escore de estresse pós-traumático (p> 0, 999,), sintomas internalizantes (p = 0,092) e externalizantes (X2 (1, N = 79) = 2,76, p = 0,251). Ao analisar os subgrupos, a única diferença que alcançou significância (p <0,05) na proporção de indivíduos foi encontrada nos sintomas internalizantes, com crianças da condição de seca mostrando maior frequência de piora dos sintomas com o tempo quando comparadas com crianças da condição de inundação. Conclusão: Eventos climáticos ao longo do tempo parecem promover impactos na saúde mental de crianças e adolescentes de forma comparável e até semelhante, contudo o evento de seca pela sua própria característica de cronicidade parece resultar em sintomatologia crescente de sintomas internalizantes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4309-1793
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Molecular

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