Sintonias entre as artes: a figura do fauno da Antiguidade para a Modernidade em L'Après-midi d'un faune, via Mallarmé, Manet e Nijinsky

dc.creatorRoberta Kelly Paiva
dc.date.accessioned2019-08-12T12:56:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:34Z
dc.date.available2019-08-12T12:56:53Z
dc.date.issued2010-11-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8BFMDM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMitologia na literatura
dc.subjectPintura francesa Séc XIX
dc.subjectArte e literatura
dc.subjectLiteratura Estética
dc.subjectManet, Édouard, 1832-1883 Crítica e interpretação
dc.subjectNijinsky, Vaslav, 1890-1950 L'Après-midi d'un faune Crítica e interpretação
dc.subjectPoesia francesa Séc XIX História e crítica
dc.subjectGrotesco na literatura
dc.subjectMallarmé, Stéphane, 1842-1898 L'Après-midi d'un faune Crítica e interpretação
dc.subjectSimbolismo (Literatura)
dc.subject.otherFauno
dc.subject.otherMallarmé
dc.subject.otherInterartes
dc.titleSintonias entre as artes: a figura do fauno da Antiguidade para a Modernidade em L'Après-midi d'un faune, via Mallarmé, Manet e Nijinsky
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcia Maria Valle Arbex
local.contributor.referee1Tereza Virginia R Barbosa
local.contributor.referee1Celina Maria Moreira de Mello
local.description.resumoEsta dissertação possui duplo intento. Por um lado, ambiciona tocar o complexo universo poético de Stéphane Mallarmé por uma de suas mais refinadas composições, porém menos estudadas pela crítica contemporânea brasileira: L'Après-midi d'un faune (1876). Por outro lado, visa discutir as inter-relações (ou 'sintonias') que podem ser percebidas entre a referida obra do escritor francês e os desenhos de Édouard Manet elaborados para ilustrá-la, bem como a peça coreográfica criada por Vaslav Nijinsky (1912) acerca da mesma temática do poema mallarmaico, a qual inclusive toma-lhe emprestado o título. E, na medida em que a mitologia dos gregos e romanos antigos constitui uma fonte de inspiração decisiva para todas essas obras, ela é abordada neste trabalho quanto à sua parte menos honrosa, a de seres secundários cuja representação beira o grotesco e o monstruoso, e da qual sobrevive a intrigante figura de um fauno que, sob a aparência de músico, dançarino, pintor ou poeta, vem caçar suas ninfas em plena modernidade. Assim, problematizando tanto o diálogo entre as artes - notadamente entre a poesia e as artes visuais - quanto aquele que pode ser estabelecido entre Antigüidade e Modernidade, passando não só por uma estética do 'belo' mas, sobretudo, por uma estética do 'feio', esta dissertação não encerra mais que um fim analítico de cada peça em particular e comparativo em sua essência.
local.publisher.initialsUFMG

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