Avaliação em saúde pública no Brasil a partir da teoria institucional: o caso do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS)

dc.creatorReginaldo Morais de Macedo
dc.date.accessioned2019-08-10T20:35:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:31:27Z
dc.date.available2019-08-10T20:35:36Z
dc.date.issued2017-08-30
dc.description.abstractThe general objective of this work is to discuss the trajectory and conditioning factors of the construction and implementation of IDSUS from the historical perspective of the NeoInstitutional Theory through the Path Dependency. The work is based on the qualitative, documentary-based approach, using the Historical Narrative applied to Path Dependence. The aim was to present the institutional development of the Unified Health System and its evaluation policy, focusing on the definition and implementation of the IDSUS, based on the analysis of the actors' actions, limited to the national health conferences, understood as the main arenas of discussion. The Unified Health System is presented as a result of the institutional (re) construction process that took place in the national health conferences, as well as the evaluation policy of public health actions and services are understood as arising from the (still incipient) discussion in the arenas negotiations on this matter. It is understood that IDSUS, currently confined to a sort of managerial limbo, has not been able to establish itself as an instrument for improving the public policy process, since it has not been able to garner support from important actors such as political agents, health experts The general population,after the initial impact of the publication of the results. As methodological restrictions, it is worth mentioning the difficulty in obtaining from the Ministry of Health more detailed data and information regarding the process of definition and construction of IDSUS, except for those already available in official communication channels
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AWNPE6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde pública Indicadores Brasil
dc.subjectSistema Único de Saúde (Brasil)
dc.subjectSaúde pública Avaliação Brasil
dc.subject.otherDependência de trajetória
dc.subject.otherÍndice de desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS)
dc.subject.otherAvaliação de ações e serviços de saúde pública
dc.subject.otherTeoria neo(institucional) histórica
dc.titleAvaliação em saúde pública no Brasil a partir da teoria institucional: o caso do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Ivan Beck Ckagnazaroff
local.contributor.referee1Marcio Augusto Goncalves
local.contributor.referee1Heloisa de Carvalho Torres
local.contributor.referee1Carlos Renato Theóphilo
local.contributor.referee1Ricardo Carneiro
local.description.resumoO objetivo geral deste trabalho é discutir a trajetória da implementação do IDSUS a partir da vertente Histórica da Teoria Neo-Institucional por meio da Dependência de Trajetória. O trabalho fundamenta-se na abordagem qualitativa, de base documental, valendo-se da Narrativa Histórica aplicada à Dependência de Trajetória. Procurou-se apresentar o desenvolvimento institucional do Sistema Único de Saúde e de sua política de avaliação, com foco na definição e implementação do IDSUS, a partir da análise da atuação dos atores, circunscrita às conferências nacionais de saúde, entendidas como as principais arenas de discussão. O Sistema Único de Saúde é apresentado como resultado do processo de (re)construção institucional ocorrido nas conferências nacionais de saúde, assim como a política de avaliação das ações e serviços de saúde pública são compreendidas como decorrentes da (ainda incipiente) discussão ocorrida nas arenas de negociação acerca deste assunto. Entende-se que o IDSUS, atualmente confinado em uma espécie de limbo gerencial, não conseguiu estabelecer-se como instrumento de melhoria do processo de políticas públicas, uma vez que não conseguiu angariar apoio de atores considerados importantes como os agentes políticos, especialistas em saúde pública e da população em geral após o impacto inicial provocado pela publicação dos resultados. Como restrições metodológicas, cite-se a dificuldade em se obter junto ao Ministério da Saúde dados e informações mais aprofundados a respeito do processo de definição e construção do IDSUS, à exceção daqueles já disponibilizados nos canais oficiais de comunicação
local.publisher.initialsUFMG

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