Demanda agregada e a endogeneidade da taxa natural de crescimento: evidência para África Subsaariana

dc.creatorJonathan Mpoto
dc.date.accessioned2023-08-04T17:01:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:47:43Z
dc.date.available2023-08-04T17:01:16Z
dc.date.issued2022-10-13
dc.description.abstractThis paper discusses the theory of growth driven by aggregate demand in Sub-Saharan African countries, discussing the mechanisms by which aggregate demand shocks affect economic growth in the long run, presenting not only the existing theory, but also some empirical evidence made in this field of research. The question to be answered is whether the more industrialized countries in the sample have a greater endogeneity of the natural rate of growth in relation to the less industrialized countries in the same group. We first test the existence of the unit root and then the endogeneity of the natural growth rate of 34 countries in Sub-Saharan Africa between 1992 and 2019. The results of the first test suggest that the output series are not stationary and therefore shocks (both supply and demand) have persistent effects on the economy. In relation to endogeneity, we find that the more industrialized countries definitely have a greater endogeneity of the natural growth rate than the less industrialized ones. We also found that the movement of the natural rate of growth appears to be asymmetrical throughout the cycle, since the decline in periods of recession is, on average, greater than the increase in periods of expansion.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57483
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenvolvimento econômico
dc.subjectPrevisão demográfica
dc.subjectEconomia
dc.subject.otherTaxa natural de crescimento
dc.subject.otherDemanda agregada
dc.subject.otherEndogeneidade
dc.subject.otherCrescimento econômico
dc.titleDemanda agregada e a endogeneidade da taxa natural de crescimento: evidência para África Subsaariana
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Rafael Saulo Marques Ribeiro
local.contributor.advisor1Gilberto de Assis Libanio
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7676243348672492
local.contributor.referee1João Prates Romero
local.contributor.referee1Francisco Horácio Pereira de Oliveira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0303034459088290
local.description.resumoEste trabalho faz uma discussão sobre a teoria do crescimento puxado pela demanda agregada nos países da África Subsaariana, discutindo os mecanismos pelos quais os choques da demanda agregada afetam o crescimento econômico no longo prazo, apresentando não só a teoria existente, mas também algumas evidências empíricas feitas nesse campo de pesquisa. A pergunta a ser respondida é se os países mais industrializados da amostra apresentam uma maior endogeneidade da taxa natural de crescimento em relação aos países menos industrializados do mesmo grupo. Testamos primeiramente a existência da raiz unitária e, em seguida a endogeneidade da taxa natural de crescimento de 34 países de África Subsaariana entre 1992 e 2019. Os resultados do primeiro teste sugerem que as series do produto não são estacionárias e, portanto, choques (tanto de oferta quanto de demanda) têm efeitos persistentes na economia. Em relação à endogeneidade, encontramos que os países mais industrializados apresentam definitivamente uma maior endogeneidade da taxa natural de crescimento do que os menos industrializados. Encontramos também que o movimento da taxa natural de crescimento parece ser assimétrico ao longo do ciclo, uma vez que o declínio nos períodos de recessão é, em média, maior que o aumento em períodos de expansão.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Economia

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