A incompletude da construtura: um espaço da tradução em arquitetura

dc.creatorBreno Luiz Thadeu da Silva
dc.date.accessioned2019-08-14T16:43:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:46Z
dc.date.available2019-08-14T16:43:01Z
dc.date.issued2007-02-26
dc.description.abstractThis work starts from an attempt to inquire how architecture can translate elements from other disciplines to make itself consistent. For example, we can translate some questions related to art into the field of architecture in order to make architecture itself. Our conception of translation is beyond the linguistic meaning and consists on the processes of transformations for mutual attritions through which the bodies are formed. Thus, in this approach of translation, the research happened more in the processes of exchange between the disciplines, in order to analyze some repercussions in architecture. About the structure of the work, as we decided for the problem of the translation as a process of transformation and formation, it defined the organization of the research in Parts, that can be readen in an independent way, differently from the sequential order of Chapters. We approach the translation in architecture through a look of happening-again, which we call fallen again, that is, once the problem is presented, it reappears in other forms throughout the text, as the translation of the translation. In the Prologue, we announce, from the biblical text of Babel, the problem of the translation as a way of construction in architecture. In Part II, we theorize translation in architecture up to defining the model of pregnância1between the terms that are being translated. In Part III, we register some exercises of translation, starting from some questions related to art that can influence the processes of transformations and formations in architecture. And, in our final part, which we preferred to call penultimate part, once a text is never closed to be transformed, we present somerepercussions of this version of translation, which is almost a literary theory for architecture.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/RAAO-72JGGA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura Crítica e interpretação
dc.subjectArquitetura e literatura
dc.subject.otherTransformação em arquitetura
dc.subject.otherArquitetura
dc.titleA incompletude da construtura: um espaço da tradução em arquitetura
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Antonio Leite Brandao
local.contributor.referee1Paola Berenstein Jacques
local.contributor.referee1Marcelo Kraiser
local.description.resumoEste trabalho parte de uma tentativa de averiguar como o campo arquitetônico traduz elementos de outros campos para sua consistência. Por exemplo, podemos traduzir problematizações próprias ao campo das artes para a formação de uma arquitetura, seja em teoria ou obra. Nossa concepção de tradução extrapola o sentido lingüístico e volta-se aos processos de transformações por atritos mútuos pelos quais os corpos vão se formando. Assim, neste enfoque de tradução, acabamos por incidir mais nos processos de troca e formações entre os campos, a fim de apurarmos algumas repercussões dentro do campo da arquitetura. Quanto à forma de estruturação do trabalho, optamos pela recorrência do problema de tradução como transformação e formação, o que definiu, diversamente de capítulos seqüenciais, algumas partes que podem ser lidas independentemente. Abordamos a tradução em arquitetura por um viés de re-incidênciass, o que aqui chamamos de recaídas, isto é, lançado o problema, ele reaparece de outras formas ao longo do texto, como uma tradução da tradução. No prólogo ou parte I, anunciamos o problema da tradução como modo de construção em arquitetura a partir do texto bíblico da Torre de Babel. Na parte II, nos ocupamos em teorizar a tradução para a arquitetura, culminando no modelo de pregnância dos termos postos em tradução. Na parte III, realizamos alguns exercícios de tradução, partindo de problematizações detectadas no campo das artes que vão tangenciar os processos de transformações e formações em arquitetura. E, em nossas considerações finais, às quais preferimos denominar penúltimas, porque nenhum texto se encerra completamente em si, apresentamos algumas repercussões desta versão de tradução que chega numa teoria quase-literária para a arquitetura.
local.publisher.initialsUFMG

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