Voto dos evangélicos em Bolsonaro em 2018 : identidade, valores e lideranças religiosas

dc.creatorMatheus Gomes Mendonça Ferreira
dc.date.accessioned2023-01-30T02:21:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:23Z
dc.date.available2023-01-30T02:21:10Z
dc.date.issued2022-09-30
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49217
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência política - Teses
dc.subjectEleições - Teses
dc.subjectVoto - Teses
dc.subjectBolsonaro, Jair Messias, 1955-
dc.subject.otherComuniação religiosa
dc.subject.otherPentecostais
dc.subject.otherIdentidade religiosa
dc.subject.otherConservadorismo
dc.titleVoto dos evangélicos em Bolsonaro em 2018 : identidade, valores e lideranças religiosas
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Mario Fuks
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3929731791130894
local.contributor.referee1Thiago Moreira da Silva
local.contributor.referee1Fábio Lacerda Martins da Silva
local.contributor.referee1Amy Erica Smith
local.contributor.referee1Victor Augusto Araújo Silva
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1749611392497058
local.description.resumoEsta tese é um conjunto de três artigos sobre o voto dos evangélicos em Bolsonaro em 2018. Em cada um dos artigos (capítulos) exploro uma das dimensões da religiosidade dos eleitores, compreendida pela abordagem dos 3 Bs (belonging, behavior e beliefs). No primeiro capítulo, encontro que a identidade evangélica é um determinante do voto, como já demonstrado pela literatura, mas seu efeito varia conforme o sexo e a cor dos eleitores. As evangélicas pretas não votam da mesma forma que os evangélicos brancos. Esse efeito ocorre mantendo constante variáveis socioeconômicas, o que nos leva a pensar em possíveis outros fatores identitários que cruzam com a identidade evangélica, como a identidade de gênero e racial. No segundo capítulo, testo em que medida a tese da “afinidade conservadora” ajuda a compreender o voto desse grupo em um candidato de extrema direita e com inclinações autoritárias. Os resultados indicam que a rejeição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo foi um fator importante ao passo que o aborto não. Apesar disso, o efeito da rejeição ao casamento homo afetivo não foi tão forte, indo na contramão da tese de que o voto evangélico em Bolsonaro se deu por causa do forte conservadorismo desse grupo. Porém, os resultados exigem parcimônia devido à limitação dos dados. Por fim, o terceiro capítulo examina o papel desempenhado pelas lideranças religiosas nesse voto. Os resultados deste capítulo apontam que evangélicos pentecostais e tradicionais estiveram mais expostos às propagandas políticas pró-Bolsonaro em 2018, mas o hábito de frequentar cultos não é um determinante para que estejam mais expostos do que seus pares da mesma religião. Por outro lado, o eleitor pentecostal mais interessado por política está mais exposto à essas mensagens, embora não haja diferença entre os evangélicos tradicionais. Com relação as mensagens religiosas, estas apresentaram efeito apenas para os pentecostais, mas não para os evangélicos tradicionais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Política

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