Pois tudo é assim...: educação, política e trabalho em Minas Gerais (1889-1907)

dc.creatorCiro Flavio de Castro Bandeira de Melo
dc.date.accessioned2019-08-14T13:30:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:50Z
dc.date.available2019-08-14T13:30:38Z
dc.date.issued1990-06-22
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FAEC-86WP39
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação História
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherPolítica
dc.subject.otherHistória mineira
dc.titlePois tudo é assim...: educação, política e trabalho em Minas Gerais (1889-1907)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Roberto Jamil Cury
local.contributor.referee1Eliane Marta Santos Teixeira Lopes
local.contributor.referee1Joao Antonio de Paula
local.description.resumoNa dissertação que ora apresentamos, pretendemos estudar uma estapa da história mineira, sem ignorar o contexto brasileiro.Tentamos expor como os atos políticos dos primeiros quinze anos republicanos também tiveram como função uma prática pedagógica.De imediato esta manifestou-se na promessa de superar o conceito de súdito, próprio da monarquia, pelo de cidadão. Porém a epública criou uma cidadania restrita, limitando a poucos o direito elementar do voto e da participação política dentro do sistema representativo brasileiro. Ora, o pricincpal obstáculo ao exercício singelo do ato de votar e ser votdo era o prórpio dispositivo constitucional de 1891 que excluiu os analfabetos do exercício do voto, tornando-os cidadãos de segunda classe. Num país em que os índices de analfabetismo batiam pelos 70% da população, o artifício constitucional limitava, sensivelmente, a participação política, negando o princípio elementar da cidadania à maioria do povo brasileiro. Ao mesmo tempo em que retirava da maioria da população esse direito político básico, o governo, por seu discurso oficial, no nosso caso, através das mensagens dos presidentes estaduais, por exemplo, dizia da educação como promessa de resgate deste homem de segunda classe, cidadão do futuro, pois só pelas letras era possível chegar à cidadania plena.A promessa da educação primária, assim vista, resgataria a um só tempo o direito à vida política e, aliada ao ensino prático aperfeiçoaria o indivíduo para o trabalho. A cada instante em que isso fosse atingido se confirmaria o progresso do país como nação moderna, com cidadania plena, onde pátria e povo se encontrariam de modo harmonioso, regenerados ambos pelo trabalho.
local.publisher.initialsUFMG

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