Juventude, ativismo político, políticas públicas e a confusão que é articular isso tudo

dc.creatorBruno Vieira dos Santos
dc.creatorClaudia Andrea Mayorga Borges
dc.date.accessioned2023-10-10T19:29:24Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:05Z
dc.date.available2023-10-10T19:29:24Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractDespite studies and research that dichotomizes youth political participation into two opposite poles - sometimes full participation, sometimes apathy - what can we see beyond this polarization about youth political participation? With this text, we propose a discussion that involves the conceptualization of the term youth, youth articulation with politics and the issue of the incidence of young people in the realization of public policies aimed at themselves. We analyzed two important issues in this mainstay: the perception of youth activism as a form of contestation against an adultocratic order - posed as an arm of colonial processes - and the need for intersection between youth and other social markers (such as gender and race) in the construction of public policy.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn1870-350X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59373
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPsicologia para América Latina
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdolescente
dc.subjectParticipação política
dc.subjectPsicologia social
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherParticipação
dc.subject.otherPolítica
dc.subject.otherPsicologia social
dc.titleJuventude, ativismo político, políticas públicas e a confusão que é articular isso tudo
dc.title.alternativeYouth, political activism, public policies and the mess that is to joint all of this
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage117
local.citation.issue32
local.citation.spage107
local.description.resumoA despeito de estudos e pesquisas que dicotomizam a participação política juvenil em dois polos opostos - ora participação plena, ora apatia -, o que podemos enxergar além dessa polarização a respeito da participação política juvenil? Com este texto, propomos uma discussão que envolve a conceituação do termo juventude, a articulação juvenil com a política e a questão da incidência de jovens na realização de políticas públicas voltadas para si. Analisamos duas questões importantes nesse esteio: a percepção do ativismo juvenil como uma forma de contestação a uma ordem adultocrática - posta como um braço dos processos coloniais - e a necessidade da interseção entre juventude e outros marcadores sociais (como gênero e raça) na construção de políticas públicas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1572-1938
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1728-0726
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1870-350X2019000200003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

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