Arranjos e improvisações para contrabaixo sem acompanhamento em Dave Holland Solo at JazzBaltica 2003

dc.creatorPablo Camisão Melo de Souza
dc.date.accessioned2023-11-21T20:50:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:27Z
dc.date.available2023-11-21T20:50:39Z
dc.date.issued2023-09-06
dc.description.abstractThis thesis is a case study on British double bassist Dave Holland’s performance practices as observed in the arrangements and improvisations present in five tracks for double bass without accompaniment contained in the primary source, which is comprised of the video recording of the concert Dave Holland Solo at JazzBaltica 2003. Firstly, Holland’s historical, biographical and social contexts (GRIDLEY, 2009) are reviewed through published interviews, articles in journals, and books. Then, the theoretical references related to musical analysis and music theory (GRELA, 1992; LEVINE, 1995; TUREK, 2007; MED, 1996), improvisation (COKER, 1989; MARTIN, 1996; SANTIAGO, 2006), and rhythm (COHEN, 2007; GAULDIN, 2004; HOENIG; WEIDENMULLER, 2009; PAULI; PAIVA, 2015) are discussed. Finally, Holland’s relevant aspects of arrangement, interpretation, and improvisation on the double bass were selected, analyzed, and presented (BORÉM, 2016) through musical examples constituted by MaPAs (map of audio-visual performance), EdiPAs (edition of audio-visual performance) and thorough transcriptions in EdiPs’ format (performance edition) (BORÉM, 2018 e 2016). Several arrangement and improvisation elements are recognized, discussed and ilustrated as Hollands’ stilistic traits on the double bass: dramatic devices, melodic harmonization on the double bass, fingering patterns, traditional and extended techniques, models of scalar-intervalic improvisation, motivic and thematic improvisation, licks, pathways, CESH, inside-outside approaches, exposition- development-grouping of motives, rhythmic shifts, metric shifts, superimposed metric and change of metrics.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61216
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPerformance musical
dc.subjectArranjos (Música)
dc.subjectImprovisação (Música)
dc.subjectHolland, Dave, 1946-
dc.subjectContrabaixo
dc.subject.otherContrabaixista Dave Holland. Dave Holland Solo at JazzBaltica 2003. Contrabaixo Solista.
dc.subject.otherArranjo e improvisação em jazz. Análise de Vídeos de Musica.
dc.titleArranjos e improvisações para contrabaixo sem acompanhamento em Dave Holland Solo at JazzBaltica 2003
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Fausto Borém
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5589268218426587
local.contributor.referee1Fernando Macedo Rodrigues
local.contributor.referee1Valdir Claudino
local.contributor.referee1André Machado Queiroz
local.contributor.referee1Cléber José Bernardes Alves
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0673054561433807
local.description.resumoEsta tese é um estudo de caso sobre as práticas de performance observadas em arranjos e improvisações do contrabaixista britânico Dave Holland em cinco faixas para contrabaixo sem acompanhamento contidos na fonte primária constituída pela gravação em vídeo do concerto Dave Holland Solo at JazzBaltica 2003. Primeiramente, através de entrevistas, artigos em periódicos e livros, aborda-se os contextos biográfico, histórico e social (GRIDLEY, 2009) de Holland. Em seguida, discute-se os referenciais teóricos relacionados à análise e teoria musical (GRELA, 1992; LEVINE, 1995; TUREK, 2007; MED, 1996), improvisação (COKER, 1989; MARTIN, 1996; SANTIAGO, 2006) e rítmica (COHEN, 2007; GAULDIN, 2004; HOENIG; WEIDENMULLER, 2009; PAULI; PAIVA, 2015). Finalmente, aspectos relevantes de arranjo, interpretação e improvisação de Holland no contrabaixo foram selecionados, analisados e apresentados em exemplos musicais constituídos por MaP As (Mapas de Performance Audiovisual), EdiP As (Edições de Performance Audiovisual) e transcrições completas na forma de EdiPs (Edições de Performance) (BORÉM, 2018 e 2016). Vários elementos de arranjo e improvisação no contrabaixo foram reconhecidos, discutidos e ilustrados como traços estilísticos de Holland: recursos dramáticos, harmonização melódica no contrabaixo, padrões de digitação, técnicas tradicionais e estendidas, modelos de improvisação escalar-interválico, motívico e temático, licks, pathways, CESH, procedimentos inside-outside, exposição-desenvolvimento- agrupamento motívico, deslocamentos rítmicos, deslocamento métrico, métrica sobreposta e mudança de métrica.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMUSICA - ESCOLA DE MUSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Música

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