Lactococcus lactis como terapia alternativa na condição alérgica induzida pela ingestão aguda de etanol

dc.creatorDébora Moreira Alvarenga
dc.date.accessioned2022-02-01T10:36:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:07Z
dc.date.available2022-02-01T10:36:22Z
dc.date.issued2012-06-29
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39232
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subject.otherEtanol
dc.subject.otherIgE
dc.subject.otherIL-4
dc.subject.otherLactococcus lactis produtor de Hsp65
dc.subject.otherTolerância oral
dc.titleLactococcus lactis como terapia alternativa na condição alérgica induzida pela ingestão aguda de etanol
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Mariléia Chaves Andrade
local.contributor.advisor1Denise Carmona Cara Machado
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0646294460338087
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4123724347513662
local.description.embargo2020-06-19
local.description.resumoA ingestão de etanol (EtOH) induz aumento dos níveis de IL-4 gástrica e IgE sérica total, sinais clássicos de reação alérgica de tipo I, comprometendo a geração de tolerância oral à novas proteínas, além de outras alterações patológicas. Muitas vezes a estratégia terapêutica se baseia em intervenções medicamentosas voltadas para o controle da doença. Por uma série de fatores, o uso de terapias alternativas capazes de prevenir os efeitos do consumo de álcool sobre o sistema imune, no nível local e sistêmico, surge como candidato ao tratamento do quadro patológico. Uma alternativa inovadora, ainda em fase experimental, é a administração oral de microrganismos produtores de imunomoduladores, como Lactococcus latis-Hsp65. Nesse sentido, nosso objetivo foi estudar os efeitos do pré-tratamento oral com L. lactis, produtor ou não de Hsp65, como estratégia profilática para modulação das alterações inflamatórias desencadeadas pela ingestão aguda de etanol. Camundongos fêmeas C57BL/6 (n = 6/grupo) receberam por via oral ad libitum um pré-tratamento contendo culturas de Hsp65 LL, ou WT LL (L. lactis selvagem), ou apenas o meio de cultura (sem tratamento - ST) durante 4 dias consecutivos. Após 7 dias, EtOH (50%) foi administrado por via intragástrica. Após 24 horas, os animais foram sacrificados e realizadas várias análises, seguindo os objetivos. Os grupos controles receberam água pela mesma via. A ingestão prévia de L. lactis, produtor ou não de Hsp65, contribuiu para uma modulação da inflamação alérgica nos animais como observado pela redução dos níveis de IL-4 na mucosa gástrica e intestinal, além de uma redução significativa dos níveis séricos de IgE total dos animais tratados com EtOH. Além disso, observou-se um impacto local e sistêmico (baço), sobre o número de células apresentadoras de antígenos ativadas, como macrófagos, células dendríticas e linfócitos B e um aumento do número de linfócitos T com fenótipo regulador. Interessantemente, observouse uma tendência a uma manutenção do fenômeno da tolerância oral nos animais tratados com EtOH que entraram em contato prévio com L. lactis, produtor ou não de Hsp65, pela via oral. Desta forma, concluímos que o tratamento com L. lactis WT ou produtor de HsP65 foi capaz de reduzir as principais alterações alérgicas geradas pela ingestão de EtOH, e que um possível mecanismo envolva o complexo contexto de ativação e geração de linfócitos T reguladores na mucosa gastrointestinal, mantendo a homeostase imunológica local e sistêmica.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Biologia Celular

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