Fatores associados à dependência de smartphone: uma revisão da literatura

dc.creatorJulia Machado Khoury
dc.creatorJoão Pedro Souza Drumond
dc.creatorLetícia Lopes de Carvalho e Silva
dc.creatorMariane da Silva Melo
dc.creatorAnanda Araújo Teixeira
dc.creatorMaila de Castro Lourenço das Neves
dc.creatorFrederico Duarte Garcia
dc.date.accessioned2023-03-31T19:41:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:56Z
dc.date.available2023-03-31T19:41:45Z
dc.date.issued2020-09-30
dc.description.abstractImproving our knowledge of what has been referred to as smartphone addiction (SA) is extremely important for clinical practice. In the past 10 years, an increasing body of clinical and epidemiological evidence has been produced in several countries. These studies point to sociodemographic factors, life habits, psychiatric disorders, and personality traits in association with SA. However, no review studies have been conducted to synthesize the findings. The objective of this study was to review the literature currently available on factors associated with SA. A systematic literature review was carried out by searching the PubMed and SciELO databases. We focused on papers published in the last 10 years; literature reviews, pre-clinical studies and expert opinions were excluded. In the final phase, 42 articles were selected. The sociodemographic factors associated with SA were female sex, age between 18 and 25 years and high household income. The associated lifestyle habits were nocturnal chronotype, reduced physical activity and sedentary lifestyle. The contents most strongly associated with SA were social networks. The dependency syndromes most strongly associated with SA were alcohol and technological addictions. The psychiatric disorders/symptoms associated were depressive and anxiety disorders, stress and insomnia. Finally, the associated personality traits were high impulsiveness, high aggressiveness, low self-esteem, type A personality and multitasking. There is evidence pointing to similarities in the epidemiological data found for SA and for other dependencies. More studies are needed to deepen our knowledge of this topic.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.25118/2763-9037.2020.v10.27
dc.identifier.issn2763-9037
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51450
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofDebates em Psiquiatria
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSmartphones
dc.subjectComportamento aditivo
dc.subjectTranstornos mentais
dc.subject.otherDependência de smartphone
dc.subject.otherDependências tecnológicas
dc.subject.otherDependências comportamentais
dc.titleFatores associados à dependência de smartphone: uma revisão da literatura
dc.title.alternativeFactors associated to smartphone addiction: a literature review
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage57
local.citation.issue3
local.citation.spage34
local.citation.volume10
local.description.resumoConhecer melhor o que se chama de dependência de smartphone (DS) é importante para a prática clínica. Nos últimos 10 anos, um corpo de evidências clínicas e epidemiológicas foi produzido em vários países. Esses estudos apontam fatores sociodemográficos, hábitos de vida, transtornos psiquiátricos e traços de personalidade associados à DS. Contudo, não há estudos de revisão que sintetizem os resultados. Objetivamos revisar a literatura sobre os fatores associados à DS. Foi realizada uma revisão bibliográfica sistemática nas bases de dados PubMed e SciELO. Restringimos a busca aos artigos publicados nos últimos 10 anos. Excluímos revisões de literatura, estudos pré-clínicos e opiniões de especialistas. Na fase final, selecionamos 42 artigos. Os fatores sociodemográficos associados à DS foram sexo feminino, idade entre 18 e 25 anos e alta renda familiar. Os hábitos de vida foram cronótipo noturno, baixa atividade física e sedentarismo. Os conteúdos mais associados à DS foram as redes sociais. As síndromes de dependência mais associadas à DS foram as relacionadas ao álcool e tecnológicas. Os transtornos e/ou sintomas psiquiátricos associados foram os transtornos depressivos e ansiosos, o estresse e a insônia. Por fim, os traços de personalidade associados foram alta impulsividade, alta agressividade, baixa autoestima, personalidade do tipo A e personalidade multitarefa. Existe um corpo de evidências que mostra semelhanças entre os achados epidemiológicos encontrados para a DS e para outras formas de dependência. Mais estudos são necessários para aprofundar o nosso conhecimento sobre esse tema.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8842-4972
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4125-3736
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1926-9053
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDAT - DEPARTAMENTO DE ATENCAO SAUDE TRABALHADOR
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE SAÚDE MENTAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistardp.org.br/revista/article/view/27

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