Atenção materno-infantil em uma Unidade Básica de Saúde: contribuições da gestão participativa.

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Membros da banca

Lívia Cozer Montenegro
Sônia Lansky

Resumo

Nesta dissertação, foram compreendidas algumas estratégias de Gestão Participativa, que envolvem a Assistência Materno-Infantil, utilizadas pelas Equipes de Saúde da Família de uma Unidade Básica de Saúde de Belo Horizonte. O objetivo foi compreender essas estratégias como instrumento para a atenção materno-infantil nessa unidade, a partir da análise das representações sociais do gestor da unidade, dos profissionais das equipes e das usuárias. Metodologicamente, as informações foram obtidas por meio de entrevista semiestruturada com o gestor, grupo focal com os profissionais das Equipes de Saúde da Família e da roda de conversa com as usuárias do território. As políticas que permearam este trabalho foram a Política Nacional de Humanização (2004) do Ministério da Saúde, a Política de Educação Permanente, instituída pela portaria GM/MS 1.996/2007, a Estratégia de Gestão do Cuidado no Território e dos Protocolos de Pré-Natal e Puerpério, desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte. As bases conceituais estiveram ancoradas na Gestão Participativa, nas representações sociais e no planejamento das ações em Saúde. Ressaltou-se, neste estudo, a participação popular como forma coletiva de construção da cidadania. Este trabalho é relevante, à medida que divulga outra visão de gestão que não esteja pautada nos princípios e conceitos que subsidiam o modelo clássico de gestão, tendo em vista que a Gestão Participativa já se mostra muito mais eficiente. O plano de ação deste projeto se deu por meio de oficinas com os participantes, como possibilidade de construção e planejamento para a visita do quinto dia às puérperas da unidade e a retomada do grupo de aleitamento materno. Como produto deste trabalho, tem-se a estruturação de um folheto eletrônico, que será divulgado às usuárias, com as orientações iniciais pós-parto sobre a visita do quinto dia e sobre o grupo de aleitamento materno, realizados pela equipe de enfermagem. Concluímos que, por meio deste trabalho, os participantes da pesquisa compreenderam as diversidades, inclusive territoriais, e a importância do espaço proporcionado pelos grupos para discussões e reflexões entre gestores, profissionais e usuárias. Percebemos como este espaço humaniza as relações e corresponsabiliza os atores envolvidos na tomada de decisões, com vistas ao empoderamento das usuárias, e o sentimento dos profissionais de serem reconhecidos pelo desempenho com qualidade de seu trabalho no dia a dia.

Abstract

Assunto

Gestão em Saúde, Atenção Primária à Saúde, Serviços de Saúde Materno-Infantil, Educação em Saúde, Participação da Comunidade, Tomada de Decisões, Empoderamento para a Saúde

Palavras-chave

Gestão em Saúde, Atenção Primária à Saúde, Educação em Saúde, Participação da comunidade

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