Persistência de antibióticos no leite bovino em condições experimentais e prevalência no leite tipos B e C consumido em Belo Horizonte, 1978
| dc.creator | Celso Medina Fagundes | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T01:03:55Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:46:37Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T01:03:55Z | |
| dc.date.issued | 1980-06-11 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PTHCW | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Residuos de drogas em veterinaria Analise | |
| dc.subject | Leite Inspeção | |
| dc.subject | Residuos de antibioticos Analise | |
| dc.subject.other | Medicina Veterinária | |
| dc.title | Persistência de antibióticos no leite bovino em condições experimentais e prevalência no leite tipos B e C consumido em Belo Horizonte, 1978 | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Edson Clemente dos Santos | |
| local.contributor.referee1 | Francisco Cecilio Viana | |
| local.contributor.referee1 | Ivan Barbosa Machado Sampaio | |
| local.description.resumo | O objetivo desta pesquisa compreendeu três aspectos preponderantes, ou seja: verificar a sensibilidade do método (Delvotest-P); estudar a prevalência de antibióticos no leite tipo B e C, industrializado e comercializado em Belo Horizonte, e, finalmente, diagnosticar o tempo de eliminação dos antibióticos (Acromicina e Sin-Bio-Vet), por duas vias (intramamária e intramuscular), em vacas sadias e mamíticas. O método empregado apresentou-se extremamente sensível a penicilina, bem como a à Clortetraciclina, sendo seguro, rápido e de fácil interpretação. A prevalência, no leite tipo B, foi de 5,49% e, no tipo C, 1,25%, comprovando a freqüente utilização destas drogas, através dos produtores, alheios à orientação e fiscalização dos órgãos responsáveis. Quanto ao tempo de eliminação dos antibióticos a permanência em vacas mamíticas ultrapassou em muito, a previsão de 72 horas, regulamentadas em lei. A via intramamária eliminou até 144 horas, ao passou que a via intramuscular eliminou até 132 horas. Vacas sadias mantiveram uma eliminação que oscilou de 72 a 96 horas, por via intramamária e de 48 a 72 horas, por via intramuscular, não se afastando das normas previstas (72 horas).Quartos não tratados, em vacas sadias, apresentaram eliminação de 48 a 72 horas, enquanto que, nas vacas mamíticas, a eliminação, nestes quartos, teve a média de 92 horas, por via intramamária e, por via intramuscular, apresentou uma eliminação média de 84 horas. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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