Atendimento às vitimas de violência sexual, parte III: gravidez pós-estupro - revisão integrativa

dc.creatorGislene Cristina Valadares
dc.creatorAntonio Geraldo da Silva
dc.creatorRenan Rocha
dc.creatorJoel Rennó jr
dc.creatorHewdy Lobo Ribeiro
dc.creatorJuliana Pires Cavalsan
dc.creatorAmaury Cantilino
dc.creatorJerônimo de Almeida Mendes Ribeiro
dc.date.accessioned2022-02-24T21:09:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:24:23Z
dc.date.available2022-02-24T21:09:44Z
dc.date.issued2017-02-28
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.25118/2763-9037.2017.v7.103
dc.identifier.issn2236918X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39670
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofDebates em psiquiatria
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde Coletiva
dc.subjectMedicina
dc.subject.otherViolência sexual
dc.subject.otherGravidez indesejada pós-estupro
dc.subject.otherAborto
dc.subject.otherTranstorno mental
dc.titleAtendimento às vitimas de violência sexual, parte III: gravidez pós-estupro - revisão integrativa
dc.title.alternativeCaring for victims of sexual violence, part III: pregnancy after rape - integrative review
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage33
local.citation.issue1
local.citation.spage24
local.citation.volume7
local.description.resumoO cuidado às vítimas de violência sexual exige conhecimento das evidências e treinamento. Exame e acompanhamento psiquiátrico da interrupção legal da gestação e atendimento a grupos familiares incestuosos revelam janelas de vulnerabilidades e oportunidades na prevenção das graves consequências dessas ofensas. O objetivo deste estudo foi reunir conhecimento crítico sobre gravidez indesejada pós-estupro, suas repercussões e abordagens, contribuindo para o desenvolvimento de protocolos e boas práticas. Tratase de revisão integrativa, coleta de dados em fontes secundárias (MEDLINE, EMBASE, PsycINFO), com base na experiência vivenciada pela primeira autora. Os seguintes descritores nas línguas portuguesa e inglesa foram utilizados: transtorno mental, violência sexual, estupro, gravidez e aborto. A amostra foi de 32 artigos científicos e dois da mídia leiga. Com o adoecimento mental e físico das vítimas de violência sexual, a economia mundial perde mais de 8 trilhões de dólaresano (hospitalizações psiquiátricas, dependência de álcool e drogas, suicídio, obesidade, enxaqueca, doenças cardiovasculares, problemas obstétricos), havendo maior peso estatístico para portadoras de déficit intelectual e adolescentes. Existem 37 unidades de saúde no Brasil que atendem gravidez pós-estupro – três possuem assistência psiquiátrica. Milhares dessas gravidezes não são reveladas, geram conflitos, riscos e desafios relativos aos filhos gerados. O aborto legal envolve dificuldades institucionais e emocionais dos profissionais e pacientes frente a decisões complexas e dolorosas antes, durante e após o procedimento. A prontidão cognitivo-afetiva para receber cuidados, quando tardia, compromete a vida de vítimas e seus filhos. Conclui-se que combater e prevenir a transmissão transgeracional da violência de gênero e gravidez pós-estupro deve ser prioridade de saúde pública.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistardp.org.br/revista/article/view/103

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