Resposta imune local às lesões hpv induzidas do colo uterino em pacientes portadoras e não portadoras do vírus da imunodeficiência humana

dc.creatorJuliana Barroso Zimmermmann
dc.date.accessioned2019-08-13T19:16:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:38Z
dc.date.available2019-08-13T19:16:50Z
dc.date.issued2008-03-28
dc.description.abstractThe objective of this study was to determine local immunity, by evaluating Langerhans cell density in cervical biopsies of HIV-positive and HIV-negative women. A cross-sectional study that included HIV-infected and HIV-non-infected women. All patients had HPV-DNA in uterine cervix, detected by Polymerase Chain Reaction or Hybrid Capture II, and their cervical biopsies were assessed for Langerhans cell density and intraepithelial neoplasia (CIN). Langerhans cells were idenfied by immunohistochemistry using CD1a and S100 antibodies. Associationsamong cervical Langerhans cell density, cervical histology, TCD4+ cells count and HIV viral load were analyzed by logistic regression (SPSS, version 12.0). 77 women (40 seropositive and 37 seronegative) were enrolled. Langerhans cell density of HIV-infected women was 0.80 ± 0.7 cells (antibody CD1a) and 1.3 ± 1.0 cells (antibody S100), and in the HIV-non-infected women was 2.6 ± 1.6 cells (antibody CD1a) and 3.6 + 1, 7 cells (antibody S100). Univariate analyses showed significant differences between groups: CD1a (p < .0001) and S100 (p < .0001). There was no association among Langerhans cell density and viral load, TCD4+ cells count or human papillomavirus genotypes (p> .05). In a logistic regression model only HIVinfection was independently associated to decrease in Langerhans cell density. HIV-infection is an independent factor to explain the decrease of local immunity of uterine cervix, allowing the development of cervical lesions. This effect is notassociated to TCD4+ cells count or HIV viral load.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7K3J5D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSoropositividade para HIV
dc.subjectCélulas de Langerhans
dc.subjectGinecologia
dc.subjectHIV
dc.subjectColo uterino
dc.subjectContagem de células
dc.subjectNeoplasias uterinas
dc.subject.otherHIV
dc.subject.otherLangerhans
dc.subject.otherNeoplasia cervical
dc.subject.otherHPV
dc.titleResposta imune local às lesões hpv induzidas do colo uterino em pacientes portadoras e não portadoras do vírus da imunodeficiência humana
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Helenice Gobbi
local.contributor.advisor1Victor Hugo de Melo
local.contributor.referee1Agnaldo Lopes da Silva Filho
local.contributor.referee1Annamaria Ravara Vago
local.contributor.referee1Luisa Lina Villa
local.contributor.referee1Luiz Martins Collaço
local.description.resumoObjetivando avaliar a contagem de células de Langerhans na mucosa cervical de pacientes soropositivas e soronegativas para o HIV foi realizado um estudo com 77 pacientes, sendo 40 soropositivas e 37 soronegativas para o HIV que foram submetidas à colposcopia e biópsia de colo uterino. O material obtido através da biópsia de colo uterino foi encaminhado para estudo histopatológico e imunohistoquímico,utilizando-se os anticorpos CD1a (1:200), S100 (1:1200) e Ecaderina(1:400), todos da marca DAKO. O sistema de detecção utilizado foi oNovolink (Novocastra). Nas pacientes soropositivas para o HIV, considerando ao longo do epitélio, a marcação pelo anticorpo CD1a, a média de células/campo foi de 0,80 + 0,7 células e pelo anticorpo S100 a média de células/campo foi de 1,3 + 1,0 células. Nas pacientes soronegativas para o HIV, considerando-se ao longo do epitélio, pelo marcador CD1a, a média de células/campo foi de 2,6 + 1,6 células epelo marcador S100 verificou-se contagem de 3,6 + 1,7 células, o que determinou para o CD1a (p<0,0001) e para S100 (p<0,0001). Entretanto, esta contagem não se associou à carga viral, à contagem de linfócitos TCD4+ e nem ao genótipo do papilomavírus humano (p>0,05). A análise multivariada identificou como responsável pela redução do número de células de Langerhans apenas a infecção pelo HIV. Conclui-se que as pacientes soropositivas apresentam menor quantidade de células de Langerhans na mucosa cervical, quando comparadas com assoronegativas, mas este efeito não está associado à contagem de linfócitos TCD4+ e a carga viral do HIV.
local.publisher.initialsUFMG

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