Infância, pandemia e desigualdades socioterritoriais na Região Metropolitana de Belo Horizonte

dc.creatorLevindo Diniz Carvalho
dc.creatorLuciana Maciel Bizzotto
dc.creatorIsabel de Oliveira e Silva
dc.creatorIza Rodrigues da Luz
dc.date.accessioned2025-04-22T23:53:52Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:32Z
dc.date.available2025-04-22T23:53:52Z
dc.date.issued2024-03-07
dc.description.abstractThis study seeks to discuss how socio-spatial inequalities that cross the experiences of Brazilian children had repercussions over the context of the pandemic, particularly on their relations with the territorial dimension and recreation. Analyses were carried out based on listening to children, ages 8 to 12, in the metropolitan area of Belo Horizonte (Minas Gerais, Brazil). Through data generated from a virtual questionnaire, photographs, and remote interviews, we reflect on how the pandemic reiterated historical inequalities and on how the diversity of children’s experiences was affected during social isolation, confronting the analyses of different territorial conditions and associated vulnerabilities. Affirming the recognition of children’s otherness and considering them as full-fledged social actors, we seek to reflect on their ability to build consistent interpretations about their experiences and the sanitary and social crisis.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24109/2176-6673.emaberto.36i117.5667
dc.identifier.issn2176-6673
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81769
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEm aberto
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfância
dc.subjectPandemia
dc.subjectIsolamento social
dc.subject.otherInfância
dc.subject.otherDesigualdades socioterritoriais
dc.subject.otherPandemia
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.titleInfância, pandemia e desigualdades socioterritoriais na Região Metropolitana de Belo Horizonte
dc.title.alternativeChildhood, pandemic, and socio-spatial inequalities in the metropolitan area of Belo Horizonte
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage159
local.citation.issue117
local.citation.spage145
local.citation.volume36
local.description.resumoEste artigo objetiva discutir como as desigualdades socioterritoriais que atravessam as experiências das crianças brasileiras repercutiram em suas relações com a dimensão territorial e com o brincar no contexto da pandemia. As análises realizadas tiveram como fonte a escuta de crianças entre 8 e 12 anos da Região Metropolitana de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, Brasil. Por meio de dados gerados com base em questionário virtual, fotografias e entrevistas a distância, reflete-se sobre como a pandemia reiterou desigualdades históricas e de que modo a diversidade de experiências das crianças durante o isolamento social foram afetadas, confrontando estudos das diferentes condições territoriais e vulnerabilidades associadas. Afirmando o reconhecimento da alteridade das crianças e considerando- as sujeitos e atores sociais plenos, busca-se refletir sobre a sua capacidade de construir interpretações consistentes acerca de suas experiências e da crise sanitária e social.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5720-9268
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4357-3488
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2223-4548
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4772-1329
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://emaberto.inep.gov.br/ojs3/index.php/emaberto/article/view/5667/4376

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