Os efeitos da flexibilidade ambiental na postura do usuário relativa ao simbolismo dos espaços sociais de tratamento do câncer

dc.creatorCamilla Pinto Grenfell
dc.date.accessioned2019-08-14T10:39:01Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:10Z
dc.date.available2019-08-14T10:39:01Z
dc.date.issued2010-02-25
dc.description.abstractThis research study approaches specialized cancer treatment hospitals for investigation about the influence of flexibility of social environments on peoples´ perspective about hospital spaces. The research may provide support to hospital architectural design in the realm of planning for better conditions of users experience. The culture inside hospitals is based on both technicalfunctional and symbolic factors. That characterizes hospital spaces where management supports certain psychological atmosphere despite potential relationships of such atmosphere with peoples views of their experience. Therefore, management of spaces, routines and operations, on one side, and peoples behavior, on the other, both shape the dimensions of scenarios and experiences in hospital environment. This study included research of five waiting-rooms in high Complexity Oncology Centers in Belo Horizonte, Brazil. Field work comprised of the following methodology: direct observations in waiting-rooms, elaboration and application of survey questionnaires about conditions for waiting activities in such places and development of simulation testing about flexibilization of furniture arrangement in waiting-rooms. Usersacknowledged and reflected upon problems related to the layout of furniture that incompatible with local activities and the lack of flexibility for use of such environments. As results, the new proposed furniture layout enhanced users´ autonomy for choices in use of distinct environments for specific activities and that changed peoples behavior. In case waiting-rooms provide conditions for flexibility of use that are compatible with peoples expectations, the environmental experience may lead to a new social image of hospital spaces.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/RAAO-84FPEX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura Fatores humanos
dc.subjectHumanização dos serviços de saúde
dc.subjectCâncer Hospitais Belo Horizonte (MG)
dc.subjectArquitetura de hospitais
dc.subject.otherTratamento do câncer
dc.subject.otherFlexibilidade no uso
dc.subject.otherArquitetura hospitalar
dc.subject.otherSalas de espera
dc.subject.otherVivência dos usuários
dc.titleOs efeitos da flexibilidade ambiental na postura do usuário relativa ao simbolismo dos espaços sociais de tratamento do câncer
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcelo Pinto Guimaraes
local.contributor.referee1Delcio da Fonseca Sobrinho
local.contributor.referee1Mauro Cesar de Oliveira Santos
local.description.resumoEste estudo aborda hospitais especializados no tratamento do câncer para investigar a influência da flexibilidade dos ambientes sociais sobre a postura das pessoas em relação ao espaço hospitalar. Esta pesquisa pode dar suporte à arquitetura hospitalar no âmbito do planejamento para melhores condições da experiência de seus usuários. A cultura dos hospitais se fundamenta em fatores de caráter técnico-funcional e de caráter simbólico, caracterizando os espaços do hospital bem como as relações que são estabelecidas entre a postura das pessoas e a atmosfera psicológica do lugar que é estimulada pelo gerenciamento. Assim, o gerenciamento dos espaços, rotinas e funcionamento,por um lado, e a vivência diária das pessoas, por outro, dão dimensões aos cenários de experiências no ambiente hospitalar. O estudo incluiu ainvestigação de cinco salas de espera de três Centros de Alta Complexidade em Oncologia em Belo Horizonte, Brasil. O trabalho de campo adotou a seguinte metodologia: observações diretas nas salas de espera; elaboração e aplicação de questionários sobre as condições de espera das unidades e a realização de testes de flexibilização dos mobiliários das salas de espera. Os usuários vivenciaram e refletiram sobre os problemas dos espaços dos hospitais relativos à distribuição de mobiliário em ambientes incompatíveis com as atividades realizadas e a falta de flexibilidade de uso desses ambientes. Como resultado, constatou-se que novas distribuições propostas para o mobiliário estimularam a autonomia das pessoas por escolhas no uso dediferentes ambientes de espera para atividades específicas e isso repercutiu em maior flexibilidade e mudanças no comportamento das pessoas. Caso os espaços de espera ofereçam condições de flexibilidade de uso compatíveis com as expectativas das pessoas e com as atividades realizadas, a experiência
local.publisher.initialsUFMG

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