Income inequalities in oral health and access to dental services in the brazilian population: National Health Survey, 2013

dc.creatorTássia Fraga Bastos
dc.creatorLhais de Paula Barbosa Medina
dc.creatorNeuciani Ferreira da Silva Sousa
dc.creatorMargareth Guimarães Lima
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorMarilisa Berti de Azevedo Barros
dc.date.accessioned2023-03-30T23:31:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:14Z
dc.date.available2023-03-30T23:31:28Z
dc.date.issued2019-10
dc.description.abstractIntrodução: Apesar da melhora das condições de saúde bucal constatada na população brasileira, persistem elevadas desigualdades sociais que precisam ser monitoradas. Objetivo: Avaliar a desigualdade de renda nas práticas de higiene bucal, nas condições bucais e no uso de serviços odontológicos na população brasileira de adultos e idosos. Métodos: Foram utilizados dados da Pesquisa Nacional de Saúde realizada em 2013 (PNS 2013) referentes à população de 18 anos ou mais. Resultados: Detectaram-se desigualdades entre os estratos de renda na maioria dos indicadores de saúde bucal avaliados. As desigualdades de maior magnitude foram verificadas no uso de fio dental, nas práticas de higiene (RP = 2,85 nos adultos e RP = 2,45 nos idosos), e na perda de todos os dentes (RP = 6,74 nos adultos e RP = 2,24 nos idosos) e dificuldade de mastigar (RP = 4,49 nos adultos e RP = 2,67 nos idosos) entre os indicadores de condições bucais. Na maioria dos indicadores de condições bucais a magnitude das desigualdades foi elevada em ambos os grupos. A renda mostrou-se um fator que persiste limitando o acesso aos serviços odontológicos e, mesmo os segmentos de menor renda apresentaram elevados percentuais que pagam por consulta odontológica. Conclusão: Por meio dos dados da primeira PNS, os achados do estudo permitiram identificar aspectos de saúde e de atenção bucais mais comprometidos pelos diferenciais de renda, podendo, nesse sentido, contribuir para o planejamento da assistência odontológica no país e para estimular o monitoramento destas disparidades com dados das próximas pesquisas.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-549720190015.supl.2
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51412
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde bucal
dc.subjectAssistência odontológica
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectRenda
dc.subjectInquéritos de saúde bucal
dc.subject.otherOral health
dc.subject.otherDental care
dc.subject.otherSocial inequality
dc.subject.otherIncome
dc.subject.otherHealth surveys
dc.titleIncome inequalities in oral health and access to dental services in the brazilian population: National Health Survey, 2013
dc.title.alternativeDesigualdades de renda na saúde bucal e no acesso aos serviços odontológicos na população brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue2 (supl.)
local.citation.volume22
local.description.resumoIntroduction: Despite the improvement in oral health conditions observed in the Brazilian population, there are still high social inequalities that must be monitored. Objective: To evaluate income inequality in oral hygiene practices, oral health status and the use of dental services in the adult and senior Brazilian population. Methods: Data from the National Health Survey conducted in 2013 (Pesquisa Nacional de Saúde – PNS 2013) were used for the population aged 18 years old or older. Results: Inequalities were found among the income strata in most of the oral health indicators evaluated. The greatest inequalities were observed in the use of dental floss, in hygiene practices (PR = 2.85 in adults and PR = 2.45 in seniors), and in total tooth loss (PR = 6.74 in adults and PR = 2.24 in seniors) and difficulty in chewing (PR = 4.49 in adults and PR = 2.67 in seniors) among oral condition indicators. The magnitude of inequalities was high in both groups in most oral condition indicators. Income was a factor that persisted in limiting access to dental services, and even the lower income segments had high percentages that paid for dental consultations. Conclusion: Based on data from the first PNS, the findings of this study enabled the identification of oral health and dental care aspects more compromised by income differentials, thus, contributing to the planning of dental care in Brazil and to stimulate the monitoring of these disparities with data from future surveys.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielosp.org/article/rbepid/2019.v22suppl2/E190015.SUPL.2/

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